Olá! Desculpem a demora e obrigado por todo o apoio com seus pontos e comentários. Trago pra vocês a próxima parte.
Se quiserem ler o capítulo 1 e 2, aqui estão:
Cap 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2765547/Mis-hijas-y-yo-una-familia-muy-carinosa.html?notification#lastCap 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2766483/Mis-hijas-y-yo-una-familia-muy-carinosa-capitulo-2.htmlAgora sim, capítulo 3. Divirtam-se 🙂
Ter me aproximado da Kim usando os assuntos que ela gostava tinha sido a decisão mais acertada. Durante a manhã toda, minha filha mais velha ficou de bom humor, claro que só reclamava do incômodo que tinha na bunda depois que aquele garoto tinha trancado ela.
O que me dava graça era que a Laura ficava vermelha toda vez que a Kim dizia “Ai! Minha bunda linda” e na sequência “Você também devia tentar, irmãzinha. Pelo menos quando arrumar um namorado”. E minha filha mais nova só fulminava ela com o olhar.
— Parece doloroso.
— Não é, né, mãe?
— Kim!
— A mãe faz?
— Não é verdade — me apressei em dizer —. Laura, por que não vai tomar um banho? Nosso convidado vai chegar.
— O namorado da Kim!
— Isso! — exclamou a Kim com um entusiasmo falso que me fazia pensar se ela realmente queria ver o garoto.
A Laura foi pro chuveiro. A Kim sorria enquanto via a irmãzinha subir as escadas.
— Ela tem uma bundinha bonita.
— Para de perverter sua irmã — falei, mal tirando os olhos da revista de moda que eu tava lendo —, mas devo dizer que ela herdou meu corpanzil.
— É, claro — a Kim zombou —. Bom, mãe. Vou te falar as regras.
— Regras?
— Não quero que você se comporte como uma mãe superprotetora, ok? O Axel é... meio rebelde.
— Deixa eu adivinhar, ele é motoqueiro?
— Bom, não. Mas ele tem uma moto. Não se preocupa, ele é um bom garoto. Também não é como se eu fosse casar com ele.
Queria reclamar. Não gostava que minha própria filha me desse ordens sobre como tratar meus convidados; mas aí lembrei que tinha que tomar muito cuidado se não quisesse que a pouca aproximação da Kim comigo fosse embora.
— Tá bom, tá bom. Vou ativar o modo supermãe gente boa.
— Ele pode subir pro meu quarto? — me perguntou como se fosse nada.
— Não — respondi na hora. A Kim fez uma careta de irritação.
— Bom, também não é como se precisasse fazer aqui. Tem outros lugares onde posso fazer — depois de falar isso e me olhou com uma cara de poucos amigos, Kim se levantou e foi pro quarto dela.
Suspirei, pensando que essa história de ser um novo tipo de mãe tava ficando difícil. Kim tava com os hormônios à flor da pele e morria de vontade de cair na cama com qualquer garoto gato que passasse pela cabeça dela. Não julgava ela, mas me irritava que ela não se decidisse por nenhum.
Lá pelas sete da noite, o convidado da Kim chegou.
Axel era um rapaz de aparência limpa, até que bonitinho pra o que eu esperava de um motoqueiro. Usava uma jaqueta jeans com os nomes de várias bandas de heavy metal, tinha o cabelo mais ou menos comprido e loiro. O sorriso dele quando abri a porta foi a primeira coisa que me chamou a atenção, e o tom sexy da voz dele fez um arrepio percorrer minha espinha.
— A senhora é a mãe da Kim?
— Ah… sim. Entra. Kim! O Axel chegou!
Kim desceu quase na hora e tava linda. Tinha vestido umas leggings pretas por baixo de uma saia branca. Usava uma blusa sem manga que mostrava a linha da barriga, e pelo jeito que os peitos dela se apertavam, percebi que ela tava usando um sutiã um número menor do que o normal.
Minha filha desceu as escadas correndo e abraçou o Axel. O garoto beijou ela. Senti um calafrio quando vi por um instante a língua da Kim tocando a boca do namorado dela.
— Bom, Axel, ela é minha mãe, Karen. Mãe, ele é o Axel. Laura, vem!
Axel beijou o dorso da minha mão. Os olhos dele eram tão… hipnóticos.
Laura desceu no segundo chamado da Kim.
— Laura, ele é o Axel. Axel, minha irmãzinha, Laura.
— Ah, a pequena Laura. Sua irmã me fala de você. Diz que você é o anjo da casa.
Laura só riu de um jeito encantador.
Quando todo mundo já tava na mesa, não demorei pra perceber que o Axel tava roubando todos os olhares. Laura olhava pro rapaz com olhinhos de surpresa, como se contemplasse uma espécie de príncipe saído dos filmes. Eu olhava pros bíceps dele, grandes e marcados veias. Kim, por outro lado, parecia alheia aos encantos do namorado. Não me surpreendia. Tinha certeza de que ela já tinha visto cada pedaço dele.
—Foi uma boa refeição, senhora.
—Ah, obrigada. A Kim me ajudou.
—Sério? Não sabia que você sabia cozinhar, Kim.
—Tem muita coisa que você ainda não sabe sobre mim.
—Percebo. Posso usar seu banheiro?
—Sim, claro. Fica lá em cima, porta da direita.
Quando Axel subiu e ouvimos a porta fechar, as duas suspiramos.
—E aí, mãe?
—Ele é... bonitinho. Intenso.
—Tem olhos bonitos —observou Laura.
—Sim. É o tipo de pessoa que você não consegue negar nada —comentei, e Kim me lançou um olhar desconfiado.
—Mãe, eu vi como você estava devorando ele com os olhos.
—O quê? Não sei do que você está falando.
—A mãe gostou do namorado da Kim —cantarolou Laurita, se divertindo com a revelação.
—Não é verdade. Admito que ele é bonitinho, mas eu queria alguém mais velho.
—Hum... podemos dividir ele, mãe.
—Kim!
—Bom, então com a Laurita. O que você diz, sister? Vem pra cama com a gente?
—Kim!
—Ha! Só brincando, mãe.
—Não tô afim de levar uma surra de buceta... ainda. —disse Laura com toda inocência. Kim piscou um olho pra mim e eu ri.
Mais tarde, depois que Axel nos ajudou a lavar a louça do jantar, Kim subiu pro quarto dela pra se arrumar. Perguntei pra onde diabos ela pensava em ir tão tarde da noite, mas não precisei investigar muito.
—Bom, já que você não deixa a gente ficar aqui, vamos ter que ir pra outro lugar fazer coisas de gente grande.
—Você vai...?
Kim prendia o cabelo num rabo de cavalo e me olhou pelo reflexo do espelho.
—Sim. Algum problema?
Pensei rápido. Se eu a impedisse agora, ela não ia falar comigo pelo resto da vida. Ia causar uma má impressão no Axel.
—Tá bom —suspirei e segurei Kim pelos ombros —. Faz no teu quarto.
—O quê?
—Que você tem permissão, porra.
—Mãe? Você tá bem? Ultimamente você tá meio... permissiva? brincalhona?
—Não. Só não quero que você saia tão tarde com um cara que eu mal conheço. Façam no teu quarto, mas coloquem música. Não quero ouvir teus gemidos.
—Mãe! —consegui fazer Kim corar, e por algum motivo, aquilo me agradava. Era como dar a ela uma prova do próprio chocolate —. Tem certeza?
—Sim. Pelo menos vai te encher de porra e não de narcóticos. Eu vou ficar com a Laura vendo um filme no meu quarto.
Não a vi muito convencida, e uma parte de mim ainda se perguntava se era certo deixar que comessem minha filha na minha própria casa, mas não podia voltar atrás. E também não estava disposta a deixar que esse tal Axel a levasse pra um motel ou outra casa onde faria sei lá mais o quê. Sexo não era ruim. Se Kim queria experimentar, que fizesse de todas as formas possíveis. Era melhor do que vê-la se drogando ou enchendo a cara.
Estava na cozinha fazendo pipoca pra ver o filme com a Laura. A razão de estar com minha filha era que o quarto dela ficava ao lado do da Kim, e não queria arriscar que minha anjinha ficasse traumatizada ouvindo os gemidos da irmã. Não que ela fosse toda inocente. Era questão de princípio. (Embora ultimamente meus princípios estivessem indo pro lixo.)
Ao ir pro meu quarto, passei pelo da Kim e encostei o ouvido pra ver se ouvia algo. Escutava palavras abafadas e uma música suave. Isso me fez acreditar que pelo menos estavam tendo uma preliminar. Depois, imaginar Kim sendo comida me fez perceber que eu realmente tava precisando de um homem. Precisava de uma rola logo ou ia enferrujar. Pensei em sair pra um encontro rápido, mas aí olhei pra Laura e soube que não podia dar esse exemplo pra minha filha. Claro, Laura não precisava saber que eu ia me enrolar com um cara.
—Vamos, o filme vai começar —disse Laura.
Entramos no meu quarto e Laura se apressou pra ligar o ar condicionado. Naquela noite tava um calor do caralho e só meu quarto e o da Kim tinham um sistema pra transformar o inferno da casa num paraíso gelado.
Me joguei na cama e Estiquei braços e pernas. Laura saiu por um momento e, quando voltou, estava usando o roupão de seda que eu tinha feito pra ela.
Até eu ter presenciado o que rolava entre Lorena e Holy, nunca tinha passado pela minha cabeça que eu poderia olhar pra minha filha mais nova com olhos de tesão, mas quando contemplei minha Laura, senti um calorzinho nas bochechas.
O roupão de seda era transparente. Mostrava todas as suas pernas torneadas e a calcinha boxer preta com renda na borda. Ela estava com o cabelo molhado, então mechas loiras grudavam nas bochechas brancas. Suspirei ao notar que os peitos dela eram um pouco menores comparados com os da irmã. Será que a Laura tinha algum problema de crescimento? Isso explicaria a baixa estatura dela, o rosto ainda inocente como quando estava no ensino médio e a doçura do jeito dela.
Ela subiu na cama e se acomodou do meu lado. Deus, pensei, ter colocado ela um ano nas aulas de vôlei fez bem, porque ela ganhou um corpo muito bem proporcionado.
Eu via o filme, mas não prestava atenção. Pensava na Kim, que estava a alguns quartos do meu. Já tinha passado quase meia hora desde que deixei ela subir, e de novo vieram as imagens do Axel metendo tudo na minha filha.
Aquelas ideias começaram a me incomodar. Saí do quarto pra ir na cozinha e, ao passar pelo quarto da Kim, encostei o ouvido de novo. Esperei uns momentos enquanto meu ouvido se ajustava e filtrava os sons da música, e foi quando ouvi algo tipo “Ah, mais, mais!” e uma sequência de gemidos.
Na hora, meu rosto ficou vermelho. Me abaixei e tentei olhar por baixo da porta. Mal dava pra ver o colchão da cama tremendo. Engoli seco e melhor me afastei dali antes que minha mente desviasse pra pensamentos nada saudáveis, e voltei pro quarto.
— O que foi? — me perguntou Laura. — Sua cara tá vermelha.
— Não é nada, love. Só… a mamãe tá com calor. Hmm… me espera. Volto já.
Saí e voltei pro quarto da Kim. Me sentia emocionada, uma mistura de perigo e uma certa excitação. Olhei por baixo da porta. Vi os pés do Axel, que se mexiam só um pouco. Ele estava parado perto da cama. Não parecia estar penetrando nada, então soube que a pica daquele cara estava na boca da minha filha.
—Me dá seu gozo. Deixa eu engolir — disse a Kim claramente.
—Morde minhas bolas… ah sim… sim. Aqui vem… abre a boca.
Pelos espasmos, concluí que o Axel estava enchendo a boca da Kim com o esperma dele. Imaginei aquela porra gostosa escorrendo pelos cantos dos lábios da minha filha… Isso foi o suficiente. Com o peito disparado, corri pro meu quarto.
—Mãe? O que foi? — perguntou a Laura enquanto me via tirar uma caixinha debaixo da minha cama.
—Nada, princesa. A mamãe precisa ir ao banheiro. Fica aqui e me conta depois, tá?
Levei a caixa pro banheiro. Tranquei a porta. Abri a caixa e tirei meu dildo vibratório. Não sabia se o que ia fazer era totalmente errado, mas naquele momento meu corpo pedia prazer aos berros. Totalmente nua, me deitei na banheira e abri as pernas de vez. Passei uma camada de lubrificante no dildo e, depois de ligá-lo, decidi deixar minha imaginação fluir com as imagens do Axel comendo minha filha e eu.
Foda. Agora eu tava enrascada mesmo…
Na manhã seguinte…
Não consegui olhar nos olhos da Kim, mesmo me esforçando pra me convencer de que o que fiz não era tão ruim assim, né? Eu era uma mulher e tinha necessidades. Todo esse raciocínio funcionava até eu chegar no ponto em que lembrava que tinha me masturbado feito uma louca pensando no Axel comendo minha filha. Aí a deprê voltava.
—Tá acontecendo alguma coisa? — perguntou a Lorena, chegando de mansinho no meu ouvido.
—Nada não.
—Pois parece que sim. Tu tá toda corada, fez alguma arte no fim de semana?
—Dá pra dizer que sim — olhei nos olhos da Lorena e lembrei da cara de surpresa dela quando peguei ela enfiando coisas na filha dela. Aí me perguntei se podia falar com ela sobre isso. aconteceu.
—Me conta.
—Bem… acho que preciso de um homem — confessei, evitando a todo custo o assunto da Kim e do namorado dela.
—E isso me surpreende? Nossa, mulher, teu cano deve estar enferrujado.
—Nada disso. Tenho um brinquedo bom — falei, tentando diminuir a importância do comentário dela.
—Um brinquedo não substitui um bom pedaço de carne, querida. O que você quer? Sexo?
Ela se aproximou e colocou as mãos nos meus joelhos. Nos olhos dela apareceu um brilho de entusiasmo.
—Só sexo — esclareci.
—Com um homem? Aqui entre nós, Karen, você e eu poderíamos…
—Não, não e não. É a quarta vez que você sugere a gente fazer isso. Por que não pensa no seu marido? Você estaria traindo ele com a melhor amiga. Embora… pensando bem, vocês transam com a filha de vocês, então acho que não faz muita diferença.
—Isso é um sim?
—É um não. Você tem alguém pra me apresentar?
—O amigo do meu marido. Eles voltam hoje à noite de viagem de negócios. A gente podia sair num encontro duplo, que tal?
—Hoje à noite? Bom, não tenho muita coisa pra fazer.
—Essa voz me agrada. Esquece seus problemas, você vai se divertir pra caralho. Sexo seguro e garantido.
—Só isso, ok? Se o galã tentar algo sentimental, vou mandar ele pastar. E só dessa vez.
—Mmm. É o que você diz agora.
Cheguei em casa com o ânimo renovado. Me sentia nervosa e ansiosa pra sair com o amigo da Lorena. Se ele fosse tão foda quanto ela descrevia, então era possível que eu realmente me divertisse. Precisava tirar todo o estresse antes que minha cabeça explodisse.
Esperei a Kim e a Laura voltarem da escola pra dar a notícia.
—… E por isso preciso da noite livre, ok? Vou sair só pra uma reunião de trabalho.
—Claro, mãe. Trabalho — a Kim ergueu a sobrancelha porque dava pra sacar claramente o que eu ia fazer. A Laura, como sempre, não fazia a menor ideia de que iam enfiar a pica na mãe dela, e também não precisava saber.
—Vou deixar uma saladinha de legumes deliciosa pro jantar.
—Não quero salada. — protestou Laura, batendo o pé no chão.
— Sem discussão, Laura. Era o trato. Uma vez por semana a gente vai ter um jantar vegetariano.
Uma hora antes de sair, pensei que ia morrer de nervoso. Fazia tanto tempo que não estava num encontro que a expectativa de uma noite de sexo me dava arrepios.
— Mamãe vai arrumar um pai pra gente, Laura — disse Kim pra Laura quando apareceram no meu quarto — não é verdade?
— Não. É um jantar de negócios, só isso.
— Você vai procurar marido?
— Não, Laura.
— Não seria ruim se você casasse de novo.
— Kim…
— Eu não coloquei ideia nenhuma na cabeça dela.
— Bom, não importa. Como eu tô? — eu tinha vestido um preto que destacava o loiro do meu cabelo. Me surpreendi que, mesmo sem usar há um tempão, a roupa ainda me servia perfeitamente. Gostei de ver a cara de surpresa da Kim.
— Uau. Admito que você tá gostosa. Só não estraga tudo, mãe.
— Não vou estragar nada.
— A Lorena tá lá embaixo.
Respirei fundo. A noite só tava começando.
— Kim —
Minha mãe tava animada demais com a ideia de sair. Bom, já tava na hora. Esse negócio de trabalhar todo dia era demais, até pra mim.
Vimos a mãe subir no carro da Lorena e as duas foram pro encontro duplo. Eu realmente esperava que ela não estragasse tudo, porque com a personalidade distraída dela, minha mãe era um repelente de homem.
— Cê acha que ela vai demorar? — me perguntou a Laura.
— Pode ser. Bom, pede pizza. Vou chamar uns amigos.
— Mas a mãe disse nada de convidados.
— Ah, qual é, Laura. Vai ser uma noite chata.
— Vou te dedurar se fizer isso.
Se não podia chamar amigos, pelo menos ainda tinha a internet. Entrei no meu quarto com a intenção de fazer uma videochamada pro Axel, mas quando vi a bagunça que o meu quarto tava, de repente bateu uma vontade de limpar e arrumar. Além disso, tinha me sentido ofendida quando o Axel disse que meu quarto era um chiqueiro.
—Laura! Quer ganhar vinte conto?
—O que eu tenho que fazer?
—Limpar meu quarto.
—Trinta conto.
—Fechado.
Então, com a Laura limpando meu quarto, deu tempo de tomar um merecido banho de água morna, e enquanto eu escovava o cabelo, vi que perto da banheira tinha um vidrinho de lubrificante. Sorri, pensando que a mãe tinha tomado um banho divertido em algum momento. Isso, ou a Laura já estava deixando de ser uma freira.
Saí enrolada numa toalha.
—Laura, espero que você ainda…
—Cê acha que eu devia cobrar mais por jogar isso fora? — minha irmã perguntou. Ela tinha nas mãos a embalagem de uma camisinha.
—Ah, é uma camisinha. Deixa aí e continua limpando.
—Camisinha?
—Hã? — respondi sem muito interesse enquanto procurava uma roupa limpa — Os homens colocam no pau. Evita que você engravide.
—Eu sei o que é uma camisinha. Se a mãe descobrir que você fez algo com…
—Ei, ei. Só porque você nunca come ninguém não significa que eu não possa. Aposto que você nem sabe como colocar uma camisinha num homem.
—Bom… não.
Deixei a toalha cair. O olhar que a Laura me deu foi tão engraçado.
—O quê? Nunca viu peitão assim?
—Não — riu de um jeito encantador —. São maiores que os da mãe.
Laura perdeu o interesse em mim e abriu a camisinha.
—Sempre achei que parece chiclete.
Aí tive uma ideia boa. E muito educativa, ainda por cima.
—Vai na cozinha pegar uma banana. Vou te ensinar a usar camisinha.
Minha irmãzinha foi e voltou rapidinho com a maior banana que achou. Eu sentei, pelada, do lado dela perto da cama.
—Segura a banana.
—Assim?
—Isso. Quando o pau de um homem tiver durinho assim, é só colocar a camisinha desse jeito.
Deslizei o preservativo até cobrir a fruta toda. Laura tinha o olhar fixo em cada movimento, igual uma aprendiz inocente descobrindo coisas novas.
—É só isso?
—Agora você pode brincar com ele.
Me surpreendia que, pra idade dela, a Laura não soubesse como colocar uma camisinha. Bom, nunca tinha precisado porque não tinha namorado. E pra falar a verdade, eu me perguntava por que tava tão sozinha, sendo que não era feia. Tinha a cintura fina, mas pernas muito bonitas e um rostinho angelical, inocente, feito uma princesa virgem que mal conhece o mundo real. As bochechas pálidas dela tavam coradas, e depois de olhar pra camisinha, ela me encarou.
— Ei, para de olhar pros meus peitos — falei com uma vergonha fingida. A verdade é que eu tava gostando que minha irmã tava vendo minhas tetas.
— E... você já chupou um pau?
A pergunta me pegou de surpresa por um segundo. Vi um brilho safado nos olhos dela e sorri.
— Já sim. Quer ver como é?
— Tá bom.
— Assim. Coloca na minha boca. Ahh...
Laura, obediente, colocou a banana na minha boca, mas fez de um jeito que foi até o fundo da garganta e me deu ânsia. Tirei a fruta e ri.
— Faz cócegas?
— Sim. Tenta você. Abre a boca.
Ela separou os lábios pequeninos e eu enfiei a ponta da banana na boca dela. A camisinha tinha um gosto delicioso de uva, e a Laura adorava uvas, então não me surpreendeu quando, num movimento quase instintivo de mulher, ela começou a mamar gostoso na banana.
— Abre mais... assim.
Parei quando ela teve ânsia, e depois ela riu. Sacudi meu cabelo e enfiei a banana na boca, passando a língua da base até a ponta, curtindo o gosto de uva que ia sumindo aos poucos.
Por quase dez minutos, eu e minha irmãzinha ficamos trocando a banana, fingindo que tava fazendo sexo oral. A garganta da Laura logo se acostumou com o tamanho. Enquanto ela tinha um pedaço na boca, eu chupava a outra ponta. Era tão divertido pra ela que, quando dava ânsia, ela ria e voltava rapidinho pro trabalho de boca.
— É melhor quando é um pau de verdade — falei, e então tive uma ideia melhor — Ei, Laura, quer ver o que mais a gente pode fazer com ele?
— O quê?
Deitei e abri minhas pernas.
— Me dá a banana. entregou. Dei um rapidinho nela e, devagar, comecei a levar ele até a entrada. Laura olhava com um sorriso disfarçado. Pedi pra ela chegar mais perto e ela obedeceu. Colocou uma das mãozinhas na minha perna e isso me deu um tesão gostoso. Uma parte de mim tava convencida de que o que eu fazia com Laura era sujo e errado, mas era só uma parte pequena.
Com cuidado, enfiei a banana na buceta e uma onda de prazer me inundou. Era uma sensação diferente de todas as outras vezes, e eu sabia que era porque, dessa vez, minha irmãzinha tava me olhando.
— Não dói?
— Não. Nada.
Enfiei e tirei a fruta várias vezes. Minha irmã olhava tudo com muita atenção, e depois, curiosa, começou a empurrar a banana pra entrar mais fundo.
Comecei a gemer e Laura parou porque pensou que tava doendo, mas em segundos voltou com a tarefa. Ela mexia a fruta mais rápido dentro de mim até que eu tive que morder o lábio de baixo pra não gemer mais alto.
— Tá saindo um líquido.
— É. Porque... eu tô gostando.
Vi Laura tocar uma gota dos meus sucos com o dedo. Examinou a textura e depois levou à boca.
Ao ver ela fazer isso, não me segurei mais.
— Passa a língua, Laura.
— O quê?
— Faz isso. Lambe todo o suco que sai. Você vai gostar.
Vi o olhar confuso da minha irmãzinha e pensei que tinha estragado tudo, mas não foi assim. Laura largou a banana de lado e colou a boca na minha buceta. Assim que senti aquela língua inexperiente percorrendo meus lábios, uma nova onda de prazer me levou pra outro nível.
Meus gemidos aumentaram. Eu beliscava meus peitos e minhas costas arqueavam. Laura tava concentrada na tarefa, mordendo de leve e passando a língua por toda parte.
— Você tá gostando? — ela perguntou, e quando vi que dos lábios dela caíam gotinhas dos meus próprios sucos, agarrei suas bochechas e puxei ela pra perto de mim.
Laura entrou na brincadeira na perfeição e se deitou sobre meus peitos.
Beijar minha irmã foi uma experiência nova, e ela correspondeu. Muito bom, ela mexendo a língua dentro da minha boca e me deixando provar a saliva doce dela. Minhas mãos, tímidas, tocaram as nádegas dela. A pele dela era tão lisa, como seda, e estava quentinha.
Aí a temperatura do meu corpo subiu. Uma onda de prazer me inundou, e a batida do meu peito fez até a Laura parar. Ela me olhou surpresa. Eu estava ofegante.
—Isso foi… muito… divertido. Você gostou, Laura?
—Não foi ruim.
—Que tal se agora eu…?
—Ah! A pizza chegou! —minha irmãzinha pulou da cama e correu até a porta pra receber o jantar.
Eu fiquei na cama, totalmente exausta e com a sensação da boca da minha irmã ainda nos meus lábios. Meu peito mal se acalmava. Ter brincado assim com a Laura foi tão… foda!
*********
Finalmente algo rola entre as duas irmãs gostosas, espero que tenham gostado, a gente se vê na próxima, vamos ver como a Karen se sai.
Se quiserem ler o capítulo 1 e 2, aqui estão:
Cap 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2765547/Mis-hijas-y-yo-una-familia-muy-carinosa.html?notification#lastCap 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/2766483/Mis-hijas-y-yo-una-familia-muy-carinosa-capitulo-2.htmlAgora sim, capítulo 3. Divirtam-se 🙂
Ter me aproximado da Kim usando os assuntos que ela gostava tinha sido a decisão mais acertada. Durante a manhã toda, minha filha mais velha ficou de bom humor, claro que só reclamava do incômodo que tinha na bunda depois que aquele garoto tinha trancado ela.
O que me dava graça era que a Laura ficava vermelha toda vez que a Kim dizia “Ai! Minha bunda linda” e na sequência “Você também devia tentar, irmãzinha. Pelo menos quando arrumar um namorado”. E minha filha mais nova só fulminava ela com o olhar.
— Parece doloroso.
— Não é, né, mãe?
— Kim!
— A mãe faz?
— Não é verdade — me apressei em dizer —. Laura, por que não vai tomar um banho? Nosso convidado vai chegar.
— O namorado da Kim!
— Isso! — exclamou a Kim com um entusiasmo falso que me fazia pensar se ela realmente queria ver o garoto.
A Laura foi pro chuveiro. A Kim sorria enquanto via a irmãzinha subir as escadas.
— Ela tem uma bundinha bonita.
— Para de perverter sua irmã — falei, mal tirando os olhos da revista de moda que eu tava lendo —, mas devo dizer que ela herdou meu corpanzil.
— É, claro — a Kim zombou —. Bom, mãe. Vou te falar as regras.
— Regras?
— Não quero que você se comporte como uma mãe superprotetora, ok? O Axel é... meio rebelde.
— Deixa eu adivinhar, ele é motoqueiro?
— Bom, não. Mas ele tem uma moto. Não se preocupa, ele é um bom garoto. Também não é como se eu fosse casar com ele.
Queria reclamar. Não gostava que minha própria filha me desse ordens sobre como tratar meus convidados; mas aí lembrei que tinha que tomar muito cuidado se não quisesse que a pouca aproximação da Kim comigo fosse embora.
— Tá bom, tá bom. Vou ativar o modo supermãe gente boa.
— Ele pode subir pro meu quarto? — me perguntou como se fosse nada.
— Não — respondi na hora. A Kim fez uma careta de irritação.
— Bom, também não é como se precisasse fazer aqui. Tem outros lugares onde posso fazer — depois de falar isso e me olhou com uma cara de poucos amigos, Kim se levantou e foi pro quarto dela.
Suspirei, pensando que essa história de ser um novo tipo de mãe tava ficando difícil. Kim tava com os hormônios à flor da pele e morria de vontade de cair na cama com qualquer garoto gato que passasse pela cabeça dela. Não julgava ela, mas me irritava que ela não se decidisse por nenhum.
Lá pelas sete da noite, o convidado da Kim chegou.
Axel era um rapaz de aparência limpa, até que bonitinho pra o que eu esperava de um motoqueiro. Usava uma jaqueta jeans com os nomes de várias bandas de heavy metal, tinha o cabelo mais ou menos comprido e loiro. O sorriso dele quando abri a porta foi a primeira coisa que me chamou a atenção, e o tom sexy da voz dele fez um arrepio percorrer minha espinha.
— A senhora é a mãe da Kim?
— Ah… sim. Entra. Kim! O Axel chegou!
Kim desceu quase na hora e tava linda. Tinha vestido umas leggings pretas por baixo de uma saia branca. Usava uma blusa sem manga que mostrava a linha da barriga, e pelo jeito que os peitos dela se apertavam, percebi que ela tava usando um sutiã um número menor do que o normal.
Minha filha desceu as escadas correndo e abraçou o Axel. O garoto beijou ela. Senti um calafrio quando vi por um instante a língua da Kim tocando a boca do namorado dela.
— Bom, Axel, ela é minha mãe, Karen. Mãe, ele é o Axel. Laura, vem!
Axel beijou o dorso da minha mão. Os olhos dele eram tão… hipnóticos.
Laura desceu no segundo chamado da Kim.
— Laura, ele é o Axel. Axel, minha irmãzinha, Laura.
— Ah, a pequena Laura. Sua irmã me fala de você. Diz que você é o anjo da casa.
Laura só riu de um jeito encantador.
Quando todo mundo já tava na mesa, não demorei pra perceber que o Axel tava roubando todos os olhares. Laura olhava pro rapaz com olhinhos de surpresa, como se contemplasse uma espécie de príncipe saído dos filmes. Eu olhava pros bíceps dele, grandes e marcados veias. Kim, por outro lado, parecia alheia aos encantos do namorado. Não me surpreendia. Tinha certeza de que ela já tinha visto cada pedaço dele.
—Foi uma boa refeição, senhora.
—Ah, obrigada. A Kim me ajudou.
—Sério? Não sabia que você sabia cozinhar, Kim.
—Tem muita coisa que você ainda não sabe sobre mim.
—Percebo. Posso usar seu banheiro?
—Sim, claro. Fica lá em cima, porta da direita.
Quando Axel subiu e ouvimos a porta fechar, as duas suspiramos.
—E aí, mãe?
—Ele é... bonitinho. Intenso.
—Tem olhos bonitos —observou Laura.
—Sim. É o tipo de pessoa que você não consegue negar nada —comentei, e Kim me lançou um olhar desconfiado.
—Mãe, eu vi como você estava devorando ele com os olhos.
—O quê? Não sei do que você está falando.
—A mãe gostou do namorado da Kim —cantarolou Laurita, se divertindo com a revelação.
—Não é verdade. Admito que ele é bonitinho, mas eu queria alguém mais velho.
—Hum... podemos dividir ele, mãe.
—Kim!
—Bom, então com a Laurita. O que você diz, sister? Vem pra cama com a gente?
—Kim!
—Ha! Só brincando, mãe.
—Não tô afim de levar uma surra de buceta... ainda. —disse Laura com toda inocência. Kim piscou um olho pra mim e eu ri.
Mais tarde, depois que Axel nos ajudou a lavar a louça do jantar, Kim subiu pro quarto dela pra se arrumar. Perguntei pra onde diabos ela pensava em ir tão tarde da noite, mas não precisei investigar muito.
—Bom, já que você não deixa a gente ficar aqui, vamos ter que ir pra outro lugar fazer coisas de gente grande.
—Você vai...?
Kim prendia o cabelo num rabo de cavalo e me olhou pelo reflexo do espelho.
—Sim. Algum problema?
Pensei rápido. Se eu a impedisse agora, ela não ia falar comigo pelo resto da vida. Ia causar uma má impressão no Axel.
—Tá bom —suspirei e segurei Kim pelos ombros —. Faz no teu quarto.
—O quê?
—Que você tem permissão, porra.
—Mãe? Você tá bem? Ultimamente você tá meio... permissiva? brincalhona?
—Não. Só não quero que você saia tão tarde com um cara que eu mal conheço. Façam no teu quarto, mas coloquem música. Não quero ouvir teus gemidos.
—Mãe! —consegui fazer Kim corar, e por algum motivo, aquilo me agradava. Era como dar a ela uma prova do próprio chocolate —. Tem certeza?
—Sim. Pelo menos vai te encher de porra e não de narcóticos. Eu vou ficar com a Laura vendo um filme no meu quarto.
Não a vi muito convencida, e uma parte de mim ainda se perguntava se era certo deixar que comessem minha filha na minha própria casa, mas não podia voltar atrás. E também não estava disposta a deixar que esse tal Axel a levasse pra um motel ou outra casa onde faria sei lá mais o quê. Sexo não era ruim. Se Kim queria experimentar, que fizesse de todas as formas possíveis. Era melhor do que vê-la se drogando ou enchendo a cara.
Estava na cozinha fazendo pipoca pra ver o filme com a Laura. A razão de estar com minha filha era que o quarto dela ficava ao lado do da Kim, e não queria arriscar que minha anjinha ficasse traumatizada ouvindo os gemidos da irmã. Não que ela fosse toda inocente. Era questão de princípio. (Embora ultimamente meus princípios estivessem indo pro lixo.)
Ao ir pro meu quarto, passei pelo da Kim e encostei o ouvido pra ver se ouvia algo. Escutava palavras abafadas e uma música suave. Isso me fez acreditar que pelo menos estavam tendo uma preliminar. Depois, imaginar Kim sendo comida me fez perceber que eu realmente tava precisando de um homem. Precisava de uma rola logo ou ia enferrujar. Pensei em sair pra um encontro rápido, mas aí olhei pra Laura e soube que não podia dar esse exemplo pra minha filha. Claro, Laura não precisava saber que eu ia me enrolar com um cara.
—Vamos, o filme vai começar —disse Laura.
Entramos no meu quarto e Laura se apressou pra ligar o ar condicionado. Naquela noite tava um calor do caralho e só meu quarto e o da Kim tinham um sistema pra transformar o inferno da casa num paraíso gelado.
Me joguei na cama e Estiquei braços e pernas. Laura saiu por um momento e, quando voltou, estava usando o roupão de seda que eu tinha feito pra ela.
Até eu ter presenciado o que rolava entre Lorena e Holy, nunca tinha passado pela minha cabeça que eu poderia olhar pra minha filha mais nova com olhos de tesão, mas quando contemplei minha Laura, senti um calorzinho nas bochechas.
O roupão de seda era transparente. Mostrava todas as suas pernas torneadas e a calcinha boxer preta com renda na borda. Ela estava com o cabelo molhado, então mechas loiras grudavam nas bochechas brancas. Suspirei ao notar que os peitos dela eram um pouco menores comparados com os da irmã. Será que a Laura tinha algum problema de crescimento? Isso explicaria a baixa estatura dela, o rosto ainda inocente como quando estava no ensino médio e a doçura do jeito dela.
Ela subiu na cama e se acomodou do meu lado. Deus, pensei, ter colocado ela um ano nas aulas de vôlei fez bem, porque ela ganhou um corpo muito bem proporcionado.
Eu via o filme, mas não prestava atenção. Pensava na Kim, que estava a alguns quartos do meu. Já tinha passado quase meia hora desde que deixei ela subir, e de novo vieram as imagens do Axel metendo tudo na minha filha.
Aquelas ideias começaram a me incomodar. Saí do quarto pra ir na cozinha e, ao passar pelo quarto da Kim, encostei o ouvido de novo. Esperei uns momentos enquanto meu ouvido se ajustava e filtrava os sons da música, e foi quando ouvi algo tipo “Ah, mais, mais!” e uma sequência de gemidos.
Na hora, meu rosto ficou vermelho. Me abaixei e tentei olhar por baixo da porta. Mal dava pra ver o colchão da cama tremendo. Engoli seco e melhor me afastei dali antes que minha mente desviasse pra pensamentos nada saudáveis, e voltei pro quarto.
— O que foi? — me perguntou Laura. — Sua cara tá vermelha.
— Não é nada, love. Só… a mamãe tá com calor. Hmm… me espera. Volto já.
Saí e voltei pro quarto da Kim. Me sentia emocionada, uma mistura de perigo e uma certa excitação. Olhei por baixo da porta. Vi os pés do Axel, que se mexiam só um pouco. Ele estava parado perto da cama. Não parecia estar penetrando nada, então soube que a pica daquele cara estava na boca da minha filha.
—Me dá seu gozo. Deixa eu engolir — disse a Kim claramente.
—Morde minhas bolas… ah sim… sim. Aqui vem… abre a boca.
Pelos espasmos, concluí que o Axel estava enchendo a boca da Kim com o esperma dele. Imaginei aquela porra gostosa escorrendo pelos cantos dos lábios da minha filha… Isso foi o suficiente. Com o peito disparado, corri pro meu quarto.
—Mãe? O que foi? — perguntou a Laura enquanto me via tirar uma caixinha debaixo da minha cama.
—Nada, princesa. A mamãe precisa ir ao banheiro. Fica aqui e me conta depois, tá?
Levei a caixa pro banheiro. Tranquei a porta. Abri a caixa e tirei meu dildo vibratório. Não sabia se o que ia fazer era totalmente errado, mas naquele momento meu corpo pedia prazer aos berros. Totalmente nua, me deitei na banheira e abri as pernas de vez. Passei uma camada de lubrificante no dildo e, depois de ligá-lo, decidi deixar minha imaginação fluir com as imagens do Axel comendo minha filha e eu.
Foda. Agora eu tava enrascada mesmo…
Na manhã seguinte…
Não consegui olhar nos olhos da Kim, mesmo me esforçando pra me convencer de que o que fiz não era tão ruim assim, né? Eu era uma mulher e tinha necessidades. Todo esse raciocínio funcionava até eu chegar no ponto em que lembrava que tinha me masturbado feito uma louca pensando no Axel comendo minha filha. Aí a deprê voltava.
—Tá acontecendo alguma coisa? — perguntou a Lorena, chegando de mansinho no meu ouvido.
—Nada não.
—Pois parece que sim. Tu tá toda corada, fez alguma arte no fim de semana?
—Dá pra dizer que sim — olhei nos olhos da Lorena e lembrei da cara de surpresa dela quando peguei ela enfiando coisas na filha dela. Aí me perguntei se podia falar com ela sobre isso. aconteceu.
—Me conta.
—Bem… acho que preciso de um homem — confessei, evitando a todo custo o assunto da Kim e do namorado dela.
—E isso me surpreende? Nossa, mulher, teu cano deve estar enferrujado.
—Nada disso. Tenho um brinquedo bom — falei, tentando diminuir a importância do comentário dela.
—Um brinquedo não substitui um bom pedaço de carne, querida. O que você quer? Sexo?
Ela se aproximou e colocou as mãos nos meus joelhos. Nos olhos dela apareceu um brilho de entusiasmo.
—Só sexo — esclareci.
—Com um homem? Aqui entre nós, Karen, você e eu poderíamos…
—Não, não e não. É a quarta vez que você sugere a gente fazer isso. Por que não pensa no seu marido? Você estaria traindo ele com a melhor amiga. Embora… pensando bem, vocês transam com a filha de vocês, então acho que não faz muita diferença.
—Isso é um sim?
—É um não. Você tem alguém pra me apresentar?
—O amigo do meu marido. Eles voltam hoje à noite de viagem de negócios. A gente podia sair num encontro duplo, que tal?
—Hoje à noite? Bom, não tenho muita coisa pra fazer.
—Essa voz me agrada. Esquece seus problemas, você vai se divertir pra caralho. Sexo seguro e garantido.
—Só isso, ok? Se o galã tentar algo sentimental, vou mandar ele pastar. E só dessa vez.
—Mmm. É o que você diz agora.
Cheguei em casa com o ânimo renovado. Me sentia nervosa e ansiosa pra sair com o amigo da Lorena. Se ele fosse tão foda quanto ela descrevia, então era possível que eu realmente me divertisse. Precisava tirar todo o estresse antes que minha cabeça explodisse.
Esperei a Kim e a Laura voltarem da escola pra dar a notícia.
—… E por isso preciso da noite livre, ok? Vou sair só pra uma reunião de trabalho.
—Claro, mãe. Trabalho — a Kim ergueu a sobrancelha porque dava pra sacar claramente o que eu ia fazer. A Laura, como sempre, não fazia a menor ideia de que iam enfiar a pica na mãe dela, e também não precisava saber.
—Vou deixar uma saladinha de legumes deliciosa pro jantar.
—Não quero salada. — protestou Laura, batendo o pé no chão.
— Sem discussão, Laura. Era o trato. Uma vez por semana a gente vai ter um jantar vegetariano.
Uma hora antes de sair, pensei que ia morrer de nervoso. Fazia tanto tempo que não estava num encontro que a expectativa de uma noite de sexo me dava arrepios.
— Mamãe vai arrumar um pai pra gente, Laura — disse Kim pra Laura quando apareceram no meu quarto — não é verdade?
— Não. É um jantar de negócios, só isso.
— Você vai procurar marido?
— Não, Laura.
— Não seria ruim se você casasse de novo.
— Kim…
— Eu não coloquei ideia nenhuma na cabeça dela.
— Bom, não importa. Como eu tô? — eu tinha vestido um preto que destacava o loiro do meu cabelo. Me surpreendi que, mesmo sem usar há um tempão, a roupa ainda me servia perfeitamente. Gostei de ver a cara de surpresa da Kim.
— Uau. Admito que você tá gostosa. Só não estraga tudo, mãe.
— Não vou estragar nada.
— A Lorena tá lá embaixo.
Respirei fundo. A noite só tava começando.
— Kim —
Minha mãe tava animada demais com a ideia de sair. Bom, já tava na hora. Esse negócio de trabalhar todo dia era demais, até pra mim.
Vimos a mãe subir no carro da Lorena e as duas foram pro encontro duplo. Eu realmente esperava que ela não estragasse tudo, porque com a personalidade distraída dela, minha mãe era um repelente de homem.
— Cê acha que ela vai demorar? — me perguntou a Laura.
— Pode ser. Bom, pede pizza. Vou chamar uns amigos.
— Mas a mãe disse nada de convidados.
— Ah, qual é, Laura. Vai ser uma noite chata.
— Vou te dedurar se fizer isso.
Se não podia chamar amigos, pelo menos ainda tinha a internet. Entrei no meu quarto com a intenção de fazer uma videochamada pro Axel, mas quando vi a bagunça que o meu quarto tava, de repente bateu uma vontade de limpar e arrumar. Além disso, tinha me sentido ofendida quando o Axel disse que meu quarto era um chiqueiro.
—Laura! Quer ganhar vinte conto?
—O que eu tenho que fazer?
—Limpar meu quarto.
—Trinta conto.
—Fechado.
Então, com a Laura limpando meu quarto, deu tempo de tomar um merecido banho de água morna, e enquanto eu escovava o cabelo, vi que perto da banheira tinha um vidrinho de lubrificante. Sorri, pensando que a mãe tinha tomado um banho divertido em algum momento. Isso, ou a Laura já estava deixando de ser uma freira.
Saí enrolada numa toalha.
—Laura, espero que você ainda…
—Cê acha que eu devia cobrar mais por jogar isso fora? — minha irmã perguntou. Ela tinha nas mãos a embalagem de uma camisinha.
—Ah, é uma camisinha. Deixa aí e continua limpando.
—Camisinha?
—Hã? — respondi sem muito interesse enquanto procurava uma roupa limpa — Os homens colocam no pau. Evita que você engravide.
—Eu sei o que é uma camisinha. Se a mãe descobrir que você fez algo com…
—Ei, ei. Só porque você nunca come ninguém não significa que eu não possa. Aposto que você nem sabe como colocar uma camisinha num homem.
—Bom… não.
Deixei a toalha cair. O olhar que a Laura me deu foi tão engraçado.
—O quê? Nunca viu peitão assim?
—Não — riu de um jeito encantador —. São maiores que os da mãe.
Laura perdeu o interesse em mim e abriu a camisinha.
—Sempre achei que parece chiclete.
Aí tive uma ideia boa. E muito educativa, ainda por cima.
—Vai na cozinha pegar uma banana. Vou te ensinar a usar camisinha.
Minha irmãzinha foi e voltou rapidinho com a maior banana que achou. Eu sentei, pelada, do lado dela perto da cama.
—Segura a banana.
—Assim?
—Isso. Quando o pau de um homem tiver durinho assim, é só colocar a camisinha desse jeito.
Deslizei o preservativo até cobrir a fruta toda. Laura tinha o olhar fixo em cada movimento, igual uma aprendiz inocente descobrindo coisas novas.
—É só isso?
—Agora você pode brincar com ele.
Me surpreendia que, pra idade dela, a Laura não soubesse como colocar uma camisinha. Bom, nunca tinha precisado porque não tinha namorado. E pra falar a verdade, eu me perguntava por que tava tão sozinha, sendo que não era feia. Tinha a cintura fina, mas pernas muito bonitas e um rostinho angelical, inocente, feito uma princesa virgem que mal conhece o mundo real. As bochechas pálidas dela tavam coradas, e depois de olhar pra camisinha, ela me encarou.
— Ei, para de olhar pros meus peitos — falei com uma vergonha fingida. A verdade é que eu tava gostando que minha irmã tava vendo minhas tetas.
— E... você já chupou um pau?
A pergunta me pegou de surpresa por um segundo. Vi um brilho safado nos olhos dela e sorri.
— Já sim. Quer ver como é?
— Tá bom.
— Assim. Coloca na minha boca. Ahh...
Laura, obediente, colocou a banana na minha boca, mas fez de um jeito que foi até o fundo da garganta e me deu ânsia. Tirei a fruta e ri.
— Faz cócegas?
— Sim. Tenta você. Abre a boca.
Ela separou os lábios pequeninos e eu enfiei a ponta da banana na boca dela. A camisinha tinha um gosto delicioso de uva, e a Laura adorava uvas, então não me surpreendeu quando, num movimento quase instintivo de mulher, ela começou a mamar gostoso na banana.
— Abre mais... assim.
Parei quando ela teve ânsia, e depois ela riu. Sacudi meu cabelo e enfiei a banana na boca, passando a língua da base até a ponta, curtindo o gosto de uva que ia sumindo aos poucos.
Por quase dez minutos, eu e minha irmãzinha ficamos trocando a banana, fingindo que tava fazendo sexo oral. A garganta da Laura logo se acostumou com o tamanho. Enquanto ela tinha um pedaço na boca, eu chupava a outra ponta. Era tão divertido pra ela que, quando dava ânsia, ela ria e voltava rapidinho pro trabalho de boca.
— É melhor quando é um pau de verdade — falei, e então tive uma ideia melhor — Ei, Laura, quer ver o que mais a gente pode fazer com ele?
— O quê?
Deitei e abri minhas pernas.
— Me dá a banana. entregou. Dei um rapidinho nela e, devagar, comecei a levar ele até a entrada. Laura olhava com um sorriso disfarçado. Pedi pra ela chegar mais perto e ela obedeceu. Colocou uma das mãozinhas na minha perna e isso me deu um tesão gostoso. Uma parte de mim tava convencida de que o que eu fazia com Laura era sujo e errado, mas era só uma parte pequena.
Com cuidado, enfiei a banana na buceta e uma onda de prazer me inundou. Era uma sensação diferente de todas as outras vezes, e eu sabia que era porque, dessa vez, minha irmãzinha tava me olhando.
— Não dói?
— Não. Nada.
Enfiei e tirei a fruta várias vezes. Minha irmã olhava tudo com muita atenção, e depois, curiosa, começou a empurrar a banana pra entrar mais fundo.
Comecei a gemer e Laura parou porque pensou que tava doendo, mas em segundos voltou com a tarefa. Ela mexia a fruta mais rápido dentro de mim até que eu tive que morder o lábio de baixo pra não gemer mais alto.
— Tá saindo um líquido.
— É. Porque... eu tô gostando.
Vi Laura tocar uma gota dos meus sucos com o dedo. Examinou a textura e depois levou à boca.
Ao ver ela fazer isso, não me segurei mais.
— Passa a língua, Laura.
— O quê?
— Faz isso. Lambe todo o suco que sai. Você vai gostar.
Vi o olhar confuso da minha irmãzinha e pensei que tinha estragado tudo, mas não foi assim. Laura largou a banana de lado e colou a boca na minha buceta. Assim que senti aquela língua inexperiente percorrendo meus lábios, uma nova onda de prazer me levou pra outro nível.
Meus gemidos aumentaram. Eu beliscava meus peitos e minhas costas arqueavam. Laura tava concentrada na tarefa, mordendo de leve e passando a língua por toda parte.
— Você tá gostando? — ela perguntou, e quando vi que dos lábios dela caíam gotinhas dos meus próprios sucos, agarrei suas bochechas e puxei ela pra perto de mim.
Laura entrou na brincadeira na perfeição e se deitou sobre meus peitos.
Beijar minha irmã foi uma experiência nova, e ela correspondeu. Muito bom, ela mexendo a língua dentro da minha boca e me deixando provar a saliva doce dela. Minhas mãos, tímidas, tocaram as nádegas dela. A pele dela era tão lisa, como seda, e estava quentinha.
Aí a temperatura do meu corpo subiu. Uma onda de prazer me inundou, e a batida do meu peito fez até a Laura parar. Ela me olhou surpresa. Eu estava ofegante.
—Isso foi… muito… divertido. Você gostou, Laura?
—Não foi ruim.
—Que tal se agora eu…?
—Ah! A pizza chegou! —minha irmãzinha pulou da cama e correu até a porta pra receber o jantar.
Eu fiquei na cama, totalmente exausta e com a sensação da boca da minha irmã ainda nos meus lábios. Meu peito mal se acalmava. Ter brincado assim com a Laura foi tão… foda!
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Finalmente algo rola entre as duas irmãs gostosas, espero que tenham gostado, a gente se vê na próxima, vamos ver como a Karen se sai.
Comentarios Destacados
14 comentários - Minhas filhas e eu: uma família muito agarrada (cap. 3)
el titulo es MIS HIJAS y yo....pero resulta que está escrito como si redactara una de las hijas.
Saludos,
Incestuosito.
gracias... van puntos.