Como minha mulher me fez de corno

Um relato de um amigo espanhol, muito bom, esperamos pontos e comentáriosOlá, amigos. A seguir, trago a história de um seguidor do blog que nos conta como sua querida esposa o tornou um corno. Uma mulher assim não pode ser exclusiva de um só homem. O texto é longo, mas vale a pena. Recomendo a leitura com calma. Uma coisa: não quis corrigir nem tirar nada... poderia tirar a autenticidade do relato e a realidade que nosso amigo corno viveu. Sole e Andrés, obrigado pela colaboração.

Estou em um relacionamento há dois anos, minha mulher se chama Soledad e eu me chamo Andrés, moramos em Mar del Plata. A Sole é uma gostosa muito sexy, tem um corpo lindo e uma bunda divina, adora ir à praia, fica bronzeada o ano todo e tem uma pele linda. Ela adora sexo, transamos muito e amamos, e quando digo que ela gosta, é porque ela fica louca por pica. Encontrei a Sol muitas vezes assistindo pornô no computador de casa, mas não liguei. No começo, me assustei, porque pensei que talvez ela estivesse me traindo, mas depois não estava. Procurei no histórico do computador e aí percebi que era só pornô mesmo. E que pornô! Eram todas páginas de sexo interracial, a lista era interminável, milhares de páginas pornô de negros com paus enormes comendo gostosas lindas. Aqueles negros as enchiam de porra com umas gozadas sem fim, nunca tinha visto uma coisa assim. Esses paus devem passar dos 30 cm, o que deixa meu membro como algo insignificante. Parece que ela fica muito excitada com negros de rolas gigantes, mas nunca me confessou, parece que é algo muito íntimo dela.

Como o verão estava se aproximando e eu trabalho no banco, e como todas sabem, o horário de trabalho dos bancários é invariavelmente de manhã até as 17h aproximadamente, eu disse à Sol que ia alugar uma barraca para ela, para que não ficasse em casa. Ela sempre usa maiô tipo biquíni, o conjunto de top e fio-dental, que fica incrível nela. Ver aquele lindo rabo dela e como ele... Enfia a buceta na bunda, faz o pau de todos os homens parar e se virarem pra olhar. Como eu não posso ir à praia por causa do horário, a não ser aos sábados e domingos, a Sol vai sempre com alguma amiga ou até sozinha.

A verdade é que eu não gostava da ideia da Soledad ir sozinha ao balneário, não sei por quê, talvez por ciúmes ou porque os homens olham muito pra ela, mas enfim, pra ela não ficar entediada na nossa casa, acabei alugando a barraca o mês de janeiro e fevereiro inteiros.

Já estávamos na segunda quinzena de janeiro, de manhã eu ia trabalhar e a Sol ia pra praia, eu a tratava como uma rainha. A questão é que num sábado que fui à barraca, o dia não estava muito bonito e estávamos lá dentro por causa do frio, quando se aproximam dois vendedores ambulantes negros, esses caras, não sei, do Senegal ou da Nigéria, que vendem bijuterias. Eles pareciam muito simpáticos e, mesmo comigo ali, me ignoraram, só falavam com minha esposa. Me chamou a atenção a intimidade, já que a chamavam pelo nome.

Ao ver aqueles dois negros ali parados na frente da minha esposa, incrivelmente, eu fiquei muito excitado. Me veio a ideia de vê-los transando com ela e, ao lembrar daquelas imagens que eu tinha visto nos sites que a Sol olhava, meu pau ficou duro. Eu olhava pra Sol e tenho certeza de que ela estava pensando a mesma coisa que eu, imaginando aqueles dois negros comendo ela. A verdade é que eu estava muito excitado e, ali mesmo, meio escondido, fingindo que não era comigo, me masturbei, o que eu devo ter disfarçado bastante.

Aqueles dois caras eram idênticos aos atores dos filmes pornô, eram fantásticos aqueles dois exemplares de homens, tão masculinos, aquela cor de pele e aqueles corpos bem definidos. Um deles tinha uns traços muito bonitos e um volume enorme, dava pra notar pelo volume que aquele negro tinha um pau importante, de grande tamanho.

Percebi que minha mulher os olhava com admiração e, obviamente, também disfarçava sua excitação e tesão. Vi como ela olhava o volume deles, e como não olhar? Nem eu... Não conseguia me conter. Enquanto a Soledad conversava com eles, fingindo fazer uma compra, eu navegava na minha imaginação doentia e não parava de pensar em um daqueles negros, o mais bonito, meu preferido, comendo a Soledad. Quando voltei a mim, os negros estavam se despedindo, os dois deram um beijo na bochecha da Sole, mas o mais gato, quando ia embora e minha mulher se virou, deu um tapa na bunda dela, um tapão. Fiquei paralisado ao ver, não sabia o que fazer, se reagir ou ficar quieto sem dizer nada. Era claro que aquele excesso de intimidade também foi consentido pela minha esposa, pensei. Ela não fez nem disse nada, como se aquilo nunca tivesse acontecido. Eu também finji que não vi. Esperei alguns minutos e olhei pra ela. Ela também me olhou e disse:
- O que foi…??? com um tom desafiador, como se eu tivesse descoberto algo
- Nada… respondi, …e você???...
Ela obviamente não quis continuar a conversa e me ignorou por um bom tempo. Depois, no carro, a caminho de casa, notei que ela estava muito quieta, pensativa, como se estivesse tomando uma decisão importante. E sim, era. Em um momento, Soledad quebrou o silêncio e disse:
- E se eu der pra um negro, você me dá permissão???... me encarando fixamente. Eu, longe de deixar óbvia a morbidez que sentia e a sensação que tinha experimentado momentos antes, não soube o que dizer. Fiz uma manobra com o carro que quase bateu, para ganhar tempo e ela não perceber que eu adorava a ideia, e respondi:
- O quê???... A Sole repetiu a pergunta, agora ainda mais segura que da primeira vez:
- Se você me deixa dar pra um negro???
Não importava o tempo, eu não sabia o que dizer. Sinceramente, desde aquele dia em que soube que ela gostava de negros, fiquei muito excitado pensando nela dando pra um, mas agora tudo estava acontecendo de verdade. Engoli seco e disse:
- Você faz o que quiser, se quiser, eu apoio na sua... decisão, com um tom totalmente submisso.
Ela, ao ouvir minha resposta, sorriu. Estava ansiosa por essa resposta. Olhou para baixo e me disse:
— Olha, não vou mentir, te amo e não vou te enganar, mas aconteceu uma coisa que quero que você saiba. Viu os dois negros que vieram hoje na barraca???...
— Sim — eu disse.
— Bom, aquele negro de hoje, o mais alto, aquele que estava de calça azul claro e uma regata branca, se chama Marcus.
— Sim — respondi.
— Bom, chupei o pau daquele negro...
— Como??? — interrompi, freando o carro de repente.
— Sim, sim, o que você ouviu, amor. E agora que você me deu permissão e consente, vou te contar tudo...
— Eu não aguentava mais, queria saber todos os detalhes, e disse:
— Bom, espera a gente chegar em casa porque vou bater o carro... — no entanto, Sol seguia falando, talvez pelo sentimento de culpa que tinha, e agora não conseguia parar de me confessar tudo. Agora eu entendia o tapa na bunda e a confiança excessiva. Quando chegamos em casa, fomos para o quarto, nos sentamos na cama e ela explicou:
— Eu não quis te enganar, e vou ser totalmente franca, mas aquele negro me deixa louca, ele tem um pau maravilhoso, e é muito gostoso, pai, eu adoro, comeria ele todos os dias, não consigo dormir há semanas, pensando em você me dar permissão para poder dar pra ele... — Eu não conseguia acreditar no que a Soledad estava me dizendo, ela estava sendo totalmente sincera, a filha da puta; tirou tudo que estava guardado.
— Mas como é que você chupou o pau do negro? — perguntei.
— Ele se chama Marcus, eu te disse. Levei ele para dentro da barraca, pai, mas ninguém percebeu, fica tranquilo. O Marcus veio me vender bugigangas quando eu estava deitada de bruços tomando sol. Ele me ofereceu um monte de coisas, e ao vê-lo não consegui me conter, segurei ele para olhar um pouco e vê-lo bem. Me apaixonei desde o primeiro momento, acabei comprando um anel de alpaca que nem me interessava só para ele ficar do meu lado. Eu notei que ele estava olhando minha bunda. Ele insistentemente não tirava os olhos da minha bunda e eu vi como, de dentro da calça, o pau dele começou a crescer e ficar duro. Disse pra ele entrar na barraca que eu ia pagar a aliança. Em um momento, senti que ele se aproximou e ficou atrás de mim, apoiou o pau e senti que ele estava duríssimo. Me virei e, mesmo que a intenção fosse mandá-lo embora, ao girar meu corpo, olhei pra cara dele e isso me excitou demais. Na mesma hora, perdi a cabeça, fiquei louca da boceta. Sentia o volume dele tocando minha virilha agora, e a verdade é que fiquei muito excitada. Marcus me abraçou e me beijou com doçura. Agora sentia com força a pressão do pau dele contra meu corpo. Por um segundo, pensei na dimensão que seu membro deveria ter, e isso acabou me fazendo explodir de prazer. Não resisti e também o beijei, beijei seu pescoço, toquei seu abdômen. Ele era todo definido, como uma tábua de lavar. Aquela pele tão macia e aquela cor me excitaram tanto que nem percebi que tinha gente passando pela calçada. Então fechei a cortina de uma vez e, mesmo com pouca privacidade, continuei beijando-o pelo peito e, sem perceber, segui por esse caminho até sua cintura, ficando ajoelhada na frente dele. Me invadiu uma sensação linda, não consegui resistir nem queria perder a oportunidade. Abaixei as calças do Marcus e finalmente descobri o mistério: o pau daquele negro era igual aos dos filmes pornô. Quando abaixei a calça, de nervosa também puxei a cueca, tudo junto. Já estava à beira de um ataque. Marcus, sem dizer uma palavra, deixou que eu fizesse tudo. De repente, vi aquele pau enorme vindo na minha direção, porque ele estava de lado. Saiu como um chicote que me acertou na bochecha, ouvi até o barulho que fez. Não podia acreditar, era de um tamanho descomunal e eu ali, contemplando, toda pra mim. Finalmente, depois de tantas punhetas que fiz olhando para paus assim no monitor, agora era minha vez de aproveitar um pau gigante e negro. Delicadamente, comecei a... punhetar esse pau com a mão até ele não aguentar mais e enfiei na boca, foi uma loucura, a cabeça daquela pica não cabia na minha boca, mas fiz um esforço e enfiei, não sei como, mas rapidinho já estava enfiando até a garganta, tirava e metia, não dava mais, minha excitação estava nas alturas, minha mandíbula doía de tanto chupar aquela pica, já tinham passado uns dez minutos com ela na boca e eu já queria tomar o leite daquele negro divino, o Marcus era totalmente permissivo, deixava eu chupar o pau dele à vontade. Chegou o momento, instintivamente me vi com uma mão, a direita punhetando aquela rola e chupando sincronizadamente, e com a esquerda tocando minha buceta que estava totalmente encharcada com meus fluidos que já escorriam pelas coxas, o fio dental estava encharcado. Na hora, acelerei o ritmo dos meus dedos dentro da minha buceta e sem perceber fiz o mesmo com o boquete que estava dando naquele macho negro, não conseguia parar de pensar naquela pica dentro de mim, mas já era tarde, ouvi o negro gemendo, reclamando, talvez a única coisa que ele vocalizou durante aqueles dez minutos, o que me fez perceber que ele estava chegando lá, eu também ataquei com a boca naquele pedaço de carne até onde dava, menos da metade, até que ele disse uma palavra que não entendi, talvez no idioma dele, e vi ele convulsionar, o fato é que começou a sair leite daquela pica violentamente, os primeiros jatos muito potentes acertaram minha testa, eu ajoelhada ali fiquei quieta, via tudo em primeiro plano, aquele pedaço de carne não parava de jorrar porra e agora caía na minha boca e canto dos lábios, alguns respingavam, esperei ele parar de lançar o líquido, finalmente um dos meus sonhos tinha se realizado, que um negro enchesse minha cara toda de porra, ao ver que não saía mais, enfiei na boca, engolindo tudo que estava na ponta, espremi com a mão e o que ficou no cano eu tomei. Desde que isso aconteceu não consigo dormir, tô morrendo de Tô com uma vontade do caralho de dar pro Marcus, ele me deixou mais excitada do que antes, entende, papi? Ele disse que também quer me comer, falou que vai arrebentar meu cu, eu não aguento mais, amor, você me deixa, amor, por favor...

- Eu, naquele momento, já não aguentava mais, o pau estava quase explodindo de tesão com o relato da minha mulher, minha mente a mil. Não estava com raiva, apesar da traição da Soledad, era uma sensação muito estranha. Por dentro, eu queria que aquele negro viesse logo e comesse a Sole na minha frente, que arrebentasse o cu dela de vez. Eu imaginava o pau imenso do negro entrando e saindo dela, e ela chupando ele todinho. Mesmo sendo muito morboso, todos os meus pensamentos também traziam medo: que tudo influenciasse nosso relacionamento, que algo mudasse. Eu amo a Soledad e quero o melhor pra ela. Talvez o melhor pra ela fosse aproveitar o melhor sexo que pudesse ter, com um pau bem grande. Não sei, tudo acontecia muito rápido, e ela, como sempre, disse algo que clareou toda minha confusão.

- Amor, nada vai mudar, eu vou continuar te amando a vida toda. Isso aqui é só sobre sexo, entende...

Aquela palavras me fizeram refletir. Era só transar com um cara e pronto, tudo ia acabar. Afinal, nós homens não fazemos a mesma coisa? Quão diferente pode ser? Quem nunca comeu uma puta ou pagou por sexo? Pensei: as mulheres também têm direitos. No fim das contas, Soledad teve a coragem de vir na minha frente e me contar. Sua confissão tinha muito mérito pra mim. A única coisa que consegui dizer foi:

- Sim, tá bem...

Soledad se jogou em cima de mim e me abraçou com carinho. Ela estava super feliz, me disse que ia arrumar tudo, que o encontro seria na nossa própria casa, ela esclareceu. Na verdade, com a decisão tomada, tudo começou a mudar. Agora, minha morbidez começou a avançar na minha cabeça mil vezes mais. Eu queria saber como ia ser tudo, queria ver como aquele negro ia comer minha mulherzinha, ver cada instante daquele encontro. Já estava imaginando a Sole chupando o pau Porra, aquele negro e ela cavalgando naquele pauzão, mas tentei disfarçar. Chegou um momento que não conseguia me concentrar em nada do que fazia, Soledad estava dedicada aos preparativos para o encontro e eu não rendia em lugar nenhum, no trabalho estava desatento pensando no encontro. Quando cheguei em casa por volta das 17h30, Soledad já estava lá, me surpreendeu muito aquela tarde fazia uns 33 graus, e ela não estava na praça. Estava linda, um sol, radiante veio e me abraçou, me deu um beijo muito terno, me olhou e disse:

- Ele vem esta noite... eu imediatamente imaginei de quem ela estava falando, mas instintivamente para disfarçar disse... quem, quem?

- Marcus... Ela me olhou nos olhos de novo e perguntou - está arrependido???..

- não... não... está tudo bem, respondi... Sol me disse

- o que você vai fazer, fica em casa ou vai embora, eu não tenho problemas, quer assistir??? não me importo e Marcus também não, já perguntei a ele, adoraria que você tirasse muitas fotos porque eu vou estar muito ocupada engolindo aquele pau gigante e quero ter muitas fotos de recordação-

- beleza, vamos lá... respondi, chamei para o meu jogo, pensei!!! imediatamente entrei em campanha para ter tudo o que era necessário, pouco tempo depois já tinha tudo pronto, Soledad estava no banho se preparando para o encontro e eu com uns nervos da porra, quando vou para o quarto vejo Soledad que tinha saído do banho e estava na frente do espelho, já vestida como uma puta enorme, divina, tinha meias combinando com ligas e conjunto de sutiã e calcinha fio dental, tinha o cabelo solto e tinha prendido a franja com um grampo em cima, ficou fantástico, depois me explicou que era para o cabelo não cair na cara quando estivesse chupando o pau do Marcus. Não aguentei e comecei a apalpar ela toda, apertar a bunda dela em pé, que estava macia por causa dos cremes que ela usa, ela também estava nervosa, não me deixou fazer muito, estava ocupada com os preparativos, mesmo assim aproveitei e tirei algumas fotos dela vestida de puta. Já eram Às 22h, hora em que haviam combinado o encontro com Marcus, eu estava na expectativa, parecia um paparazzi com a câmera na mão. Nisso toca a campainha, e Soledad gritou "vai você". Quando abri a porta, lá estava Marcus parado, eu não sabia como tratá-lo, era algo pesado, de repente tinha diante de mim o cara que ia foder minha mulher e me transformar em corno. Tratei-o com gentileza, estendi a mão e nos cumprimentamos, ele passou para a sala e pude vê-lo melhor, na verdade aquele cara era muito elegante, um físico perfeito, estava vestido muito bem, com um jeans desgastado, uma camiseta de malha com gola redonda aberta com dois botões, e uma jaqueta justa na cintura preta brilhante, estava gostoso pra caralho, Soledad quando o viu foi direto para os braços de Marcus e o beijou com paixão na boca, beijo que durou alguns segundos, imediatamente Marcus desceu as mãos da cintura até a bunda da minha mulher e começou a apertar sua bunda. Me senti desconfortável, como se estivesse sobrando naquele lugar, mas fiquei vendo como minha mulher não soltava aquele exemplar de macho, Marcus tirou a jaqueta e os dois se sentaram no sofá e ficaram ali trocando carícias por um bom tempo, eu que ia e vinha, trouxe algo para beber, um licor que eu sei que desinibe Soledad completamente e a deixa doidinha, deixei os copos na mesa sem dizer nem perguntar nada, ao fazer isso pude ver que o membro de Marcus marcava na calça, era incrível, já dava pra notar o tamanho que chegava até a metade da perna, com uma grossura de 5 ou 6 centímetros. Me retirei dali e na minha cabeça comecei a calcular as medidas dessa pica, não sei, mas deve ser algo assim de 27 centímetros de comprimento por 7 ou 8 de diâmetro quando estiver dura. Vi como Soledad apalpava o membro de Marcus por cima da calça, e já estava esquentando, até que Sole se colocou na frente e começou a fazer movimentos sensuais, se virava e mostrava a bunda, uma puta terrível, nunca a tinha visto assim, quando ele Ela achou apropriado se ajoelhar e, engatinhando, se aproximou de Marcus, que a observava nos olhos atentamente. Sol, mordendo os lábios, posicionou-se entre as pernas do convidado, abriu o cinto e desabotoou a calça. Com um único movimento, puxou a calça para baixo, deixando a cueca ainda no lugar, de onde a cabeça da tremenda rola já despontava. Sol, ao vê-la, deixou escapar um suspiro e, ali mesmo, aproximou a boca da virilha e começou a lamber a cabeça por cima da cueca, depois percorreu todo o membro até a base, molhando a cueca inteira. Eu já não sabia o que fazer, a excitação me invadiu e fui em busca da câmera. Quando voltei, a cueca já estava abaixo dos joelhos do Marcus, junto com a calça, e Soledad fazia um esforço tremendo para enfiar um quarto daquela rola na boca. Ela tirava e metia com uma maestria impressionante. Para mim, era muito melhor que um filme pornô, porque estava vendo ao vivo. A língua de Soledad percorria aquela rola por todos os lados: de lado, de frente e, em um momento, desceu e chupou os sacos. Marcus estava com os olhos concentrados naquela puta que tinha à sua frente, se contorcia de prazer. Ali mesmo, tirei minha primeira foto. Não queria interromper a cena, mas a imagem da minha mulher chupando aquela rola estava incrível. Soledad me olhou e, com a rola na boca, sorriu. Ela adorou, o que a levou a começar a fazer todo tipo de caras de puta com aquela rola na boca e fora da boca. Ela a colocava no rosto e batia nas próprias bochechas, também apoiou o cotovelo na base daquela rola para demonstrar o tamanho do membro, ficando comprovado que ele era até um pouquinho maior que o cotovelo dela. Soledad estava fantástica com aquele pau negro. Agora sim dava para calcular o tamanho: a rola do Marcus estava no ponto máximo, eram uns 30 centímetros por 7 de largura, algo imenso. Soledad continuava chupando aquela pica sem parar, não deixava um centímetro daquela vara sem mamar e babar, vi como a Sol tocava a buceta e enfiava os dedos, até que o Marcus disse algo, não ouvi direito, depois a Soledad me contou que ele disse... quero te comer pelo cu... Eles se levantaram e ela, passando do meu lado, olhando na minha cara, levou o Marcus agarrado no pau rumo ao meu quarto, o Marcus já estava sem a calça que ficou com a cueca na sala. Ao olhar no meu quarto, vi o Marcus deitado na cama de barriga pra cima com aquele mastro duro e a Soledad ajoelhada na frente chupando o pauzão enorme, mas isso durou poucos minutos, porque quando o Marcus estava durão a Soledad se aproximou e subiu em cima, a safada com a mão direita masturbava ele, ficando com aquele pau atrás dela, ela batia uma enquanto olhava pro Marcus na cara que ficava louco de prazer, até que num momento a Soledad começou a procurar o buraco da vagina pra enfiar aquela barra de carne que tava dura como um poste, fazendo um movimento pra cima ela enfiou, não tudo, mas uma boa parte, não sei, uns 20 centímetros mais ou menos, e se mexia devagar, dava pra ver que ela tava muito excitada porque em um minuto já tava enfiando tudo dentro, não sei como aquele pauzão gigante entrava na cavidade da minha mulher, mas garanto que entrava, eu fui testemunha. A Soledad finalmente estava completa, ou pelo menos era o que ela achava, já estava dando pra tão desejada rola. Mas a noite ainda tinha outra surpresa pra mim, apesar de tudo não sofri muito, na verdade curti, meu pau explodia ao ver o que acontecia, meu pau babava e minha cueca ficou toda molhada e aproveitando o barulho que as nádegas da minha mulher faziam com a pelve do Marcus, uma cavalgada feroz, me aproximei com a câmera e pude ver melhor como aquele pau entrava e saía de dentro da Soledad, acho que nem perceberam, tirei um monte de fotos capturando o pau do Marcus totalmente dentro e também quando chegava no limite de sair, era fascinante ver aquilo, foi aí que não aguentei mais e abaixei a cerrei e gozei numa punheta terrível, segurando a ejaculação com a mão e despejando toda a porra. Depois mudaram de posição, Marcus se levantou e Solé ficou de quatro, aquele negro meteu sem piedade, os gritos da minha mulher com certeza foram ouvidos pelos vizinhos, mas não importava, aquele negro era implacável. Minha mulher não aguentava mais de tesão, e eu vi como entre uma metida e outra o negro arrancou dela um tremendo orgasmo que a fez vibrar e se sacudir, movendo-se ao longo da pica do Marcus que a deixava parada enquanto Solé se penetrava sozinha. Marcus repetiu que queria comer o cu dela, e agora eu ouvi, ela me olhou, e eu fiz um movimento com os ombros, tipo, se ela quisesse... Nós quase nunca fizemos anal, Soledad quase não tem experiência com o cu. A resposta dela foi um sonoro ok, porque imediatamente ela se posicionou para ser penetrada e o negro também se ajeitou para fazer isso, esfregou a pica e começou a procurar o precioso buraco, apontou aquela rola enorme na porta do cu da Soledad, ela parecia tensa mas decidida, Marcus cuspiu na porta do cu e na própria rola, deixando tudo bem molhado, e de uma só vez enfiou a ponta da pica dentro da minha mulher, ela deu um grito e franziu a testa mostrando sinais de dor intensa, mas Marcus parecia ter a ideia fixa de arrombar o cu da Soledad. Marcus não parava de se mover, fazia devagar porque entendeu que doía muito na Solé, mas a pica dele foi ganhando terreno mesmo assim, até que em um momento metade daquela rola estava dentro, Solé não aguentava mais e suplicou para ele parar, Marcus não parou até entender e a tirou lentamente. A verdade é que aquela pica era divina, brilhava de tão dura e molhada que estava, pra isso minha mulher ainda dolorida mudou de posição e ficou de costas, o negro sem hesitar começou a penetrar ela na buceta com muita força e rápido, dava uns bombadas selvagens até que não Aguentei mais um pouco e tirei do interior da vagina da minha mulher e com a pica na mão comecei a jorrar porra em jatos, os primeiros acertaram o rosto da minha mulher que estava deitada na cama, saíram dois ou três leitadas que acertaram a boca e o rosto da Soledad, que instintivamente abria a boca, e os outros no centro dos peitos, mas um momento de líquido que a Soledad, de tanta excitação, começou a juntar com os dedos e levar à boca para engolir. Eu, de pau duro de novo, também não aguentei mais e, já sem inibições, me enfiei outra punheta, mas a porra que saiu foi insignificante comparada com a do Marcus, foram dois ou três jatinhos. Eu fui embora e deixei que se recuperassem, daqui a pouco se levantaram e o Marcus foi embora, sempre muito sério, mas gentil ao mesmo tempo, nos cumprimentamos com um aperto de mãos e me saiu dizer obrigado, ele fez um gesto afirmativo com a cabeça e foi embora. No final, mesmo tendo comido minha mulher, eu agradeci. Fiquei pensando, quando voltei ao quarto a Soledad estava deitada no meio da cama, exausta de tanto desgaste físico e tanto sexo, a única coisa que me disse antes de dormir foi:
— Como ficaram as fotos que você tirou?
— Eu disse: … Estão fodas, você estava uma gostosa… Ela sorriu e dormiu até o outro dia.

2 comentários - Como minha mulher me fez de corno

woww esperamos encontrar a sole y y le hacemos la fiestita
Te amo y no te voy a engañar le dice y ya le habia chupado la pija al negro jajajja