Corando minha família (4ª parte)

Meu filho já tinha recebido o que merecia. Agora era a vez do meu marido. Ficava rodando na minha cabeça o que o Fabio tinha me falado. Talvez uma boa festa fosse interessante, mas não bastava só isso se meu marido e todos os amigos e conhecidos dele não ficassem sabendo, então no dia seguinte na academia eu tinha que falar com o Fabio.

O Leonel estava muito atento e tentou me levar o tempo todo pra sala de massagem. O filho da puta queria me possuir de novo, mas eu estava tramando outra coisa. Além disso, já tinha provado e não valia a pena repetir. Mais pra frente a gente via, então ele ficou chupando o dedo. Punheta pra um, pensei enquanto deixava ele sozinho.

No escritório do Fabio, o clima tava mais leve, e além disso eu tava interessada na experiência desse macho.

Entrei e beijei ele, e na mesma hora minha mão desceu procurando o pau dele, que tava dormindo.

- Vamos, acorda isso aí que não tenho o dia inteiro, falei sorrindo enquanto beijava ele.

- Então fala você, ele respondeu, e aí me abaixei, tirei a roupa dele e meti na minha boca.

Dentro dela, senti ele crescendo até virar uma estaca.

Terminamos de tirar a roupa e eu me deitei no sofá. Ele se deitou por cima de mim, me beijando e acariciando meus peitos e minha bunda. Devagar, enfiou um dos dedos no meu cu, o que me surpreendeu, já que nunca tinha feito sexo anal, mas a sensação era interessante. Não era gostoso na hora, mas também não doía.

Quando ele enfiou até o fundo, começou a se mexer enquanto o dedo dele insistia em brincar com minha entrada traseira, e isso me excitou.

- Seus bicos tão duros como pedra, Vale, dá pra ver que você gosta que brinquem com seu cu, ele falou no meu ouvido sem parar de me trabalhar inteira.

- Cala a boca, filho da puta, e capricha pra me fazer gozar, falei gemendo.

O dedo médio dele esfregava meu cu, molhava nos meus líquidos e voltava a esfregar, e eu senti que ia enlouquecer de prazer. Quando ele sentiu que eu tava no limite do orgasmo, quando pedi pra ele me dar tudo, enquanto comecei a gozar, então o dedo dele atravessou meu esfíncter e tomou posse do meu cu. Essa sensação intensificou minha gozada, que foi gloriosa. O dedo dele entrou até o nó dos dedos e eu continuei gozando e gozando e gozando. Finalmente, relaxei.
— Tenho que te fazer esse bum, gata, certeza que você é uma expert — ele disse, enquanto começava a acelerar de novo.
— Nunca fiz por ali. Rogélio queria, mas nunca deixei.
— Que alegria que você me dá. Sou especialista em desvirgar cuzinhos, mas não vai ser hoje porque já tô quase lá, e quero provar sua boquinha.
— E o que você tá esperando? — respondi.
Ele desmontou e sentou no sofá, enquanto eu rapidamente capturei o pau duro e latejante dele, pra começar a chupar com gosto.
— Como você chupa bem, Val, nisso não precisa te ensinar nada. Agora você vai comer meu leite e não quero que desperdice nada... lá vai vaaaaaaaaai......
Quase me afoguei com a força da gozada dele. Como eu disse, era impressionante a quantidade de porra que esse garanhão soltava em cada orgasmo. Tive que me esforçar, mas no final nem uma gota do leite escapou da minha boca.
Finalmente, de volta à calma, contei como queria me vingar do meu marido.
— Fabio, você me falou de uma festinha. Tava falando sério?
— Claro. Tenho vários amigos que morreriam pra passar um tempo com você.
— Não me servem seus amigos — falei. — Preciso de quem tenha contas a ajustar com meu maridinho.
— Isso é mais complicado, mas dá pra fazer.
— E quero que a gente faça um filme, como se fosse um pornô — completei.
Ele me olhou por um segundo.
— E o filme a gente vai subir na rede — finalizei — e vamos mandar o link pro meu marido.
Ele me olhou com os olhos arregalados.
— É uma loucura.
— Você pode vender e ficar com o que ganhar — falei pra convencer ele de vez.
— Ainda é complicado.
— Se me ajudar, depois desse dia vou deixar você desvirgar meu cu — falei, colocando a cenoura na frente do cavalo. E funcionou, na hora ele se pôs em ação.
— Mas precisamos de alguém que... Filme", disse ela, de repente, e imagino que vai precisar de um roteiro.
- Deixa isso comigo. Você arruma o pessoal e o lugar. Do resto eu cuido. Vou preparar o roteiro e você passa pros outros.
- Acho que você é completamente louca, mas não perco essa sua putaria por nada nesse mundo. Vão te comer todinha, gostosa, vão te comer bem comido. Tem certeza?
- Só de pensar já tô gozando, falei, e agora vou nessa. Quando tiver tudo pronto, me avisa, ok?
- Pode contar. Segunda-feira passa que vou ter tudo organizado.

Saí, e na porta o Leonel tava me esperando.
- Vale, preciso falar com você.
- Tô com pressa, Leo.
- Te acompanho e a gente conversa enquanto anda.
- Beleza.
- Olha, não sei como aconteceu, mas seu filho descobriu a nossa parada, disse ele todo arrependido, me encarou na escola e queria brigar comigo. Neguei tudo que pude, mas no final tive que admitir e falei que você tinha me procurado, que a culpa não era minha. Acho que ele entendeu.
- Olha aqui, Leo, primeiro, a nossa parada foi só uma trepada. A gente se divertiu, e talvez outro dia a gente repita. Segundo, tô pouco me fodendo pro que o filho da puta do meu filho pensa. Se ele descobriu, agora sabe que os pais são dois iguais, mas tô prestes a me vingar dele por tudo que ele fez, e é aí que preciso pedir pra você fazer algo por mim, falei, aproveitando o momento.
- Você sabe que faço o que você quiser, disse ele todo rendido aos meus pés.
- Preciso que você trabalhe como câmera de uma produção amadora.
- Bom, eu entendo um pouco de vídeo, mas não sei se tanto assim.
- Só você pode fazer isso, insisti.
- Tá bom, mas me dá mais detalhes.
- É entre você e eu, fica preparado, fecha a boca e espera meu chamado.
- Tá bem, mas preciso ficar com você, insistiu enquanto tentava me acariciar.

Cortei ele na hora.
- Fica quieto, moleque. Na rua nem pense em me tocar, porque vai levar um tapa.

Depois da violência, o prêmio.
- Me ajuda com isso e depois sou sua a tarde inteira num lugar onde ninguém nos incomode e a gente possa desabafar sossegados, falei piscando um olho.
A cara de felicidade daquele bebê, era de emoldurar.
Uma vez em casa, sentei no notebook e preparei o roteiro do que seria minha vingança de alto nível. No sábado, meu marido saiu, e pude trabalhar tranquila. No domingo à noite, me sentia totalmente satisfeita. Quando fui me deitar, meu maridinho tentou transar, mas falei que tava com dor de cabeça, de tanto trabalhar.
– Queria saber no que você trabalha – disse ele, irritado, virando-se na cama.
“Em te meter uns chifres maiores que já se viu na face da terra”, pensei enquanto dormia com um sorriso.

2 comentários - Corando minha família (4ª parte)

muy bueno...cada vez se pone más interesante......sigo la zaga.....van puntos...