Fala aí, galera do Poringa Boys, aqui estão essas fotos pra vocês terem uma ideia do que o amigo Ervin tá comendo, a mãe dele..............

A puta da namorada dele..................

Finalmente tinha chegado o momento que tanto esperava, minha namorada finalmente tinha se decidido a me dar a buceta, que emoção, tudo estava preparado, era um sábado à tarde em que eu teria a casa só pra nós dois, porque toda a família tinha ido ver um jogo de softball do meu pai em outro bairro bem longe de onde a gente morava. Como eu nunca vou nesses jogos, não teria problema. Muita gente sabe que eu tinha uma margem de tempo mínima de três horas sem ninguém incomodar.
Meia hora depois de estar sozinho em casa, a campainha tocou e adivinha: minha namorada, de leggings brancas, bem fininhas, que deixavam ver, quando olhava de costas, que ou ela não estava de calcinha ou o fio dental que usava era super micro pequeno. Dei um tapinha na bunda dela, convidei pra entrar e tranquei a porta pra evitar problemas. Não queria que ninguém me incomodasse e deixei meu celular ligado na mesa da sala. Subimos pro meu quarto, entrei e fechei a porta sem trancar, já que não tinha mais ninguém pra atrapalhar lá dentro. Não me segurei e me joguei na minha namorada pra beijá-la toda, enquanto perguntava se ela estava de calcinha, porque não conseguia ver nada. Ela, safada e sorrindo, se afastou de mim, me empurrou e me sentou na cama, dizendo: "Adivinha". Respondi que pra mim não, ela não estava usando nada. Ela, ainda sorrindo, tirou a blusa que estava vestindo, mostrando que não estava de sutiã. Vi que os mamilos estavam durinhos, o que me indicou que vontade ela tinha, a putinha. Depois, ela abaixou a legging bem devagar, enquanto na minha frente a virilha dela aparecia coberta pelo que parecia um fio dental branco, só com costuras, mas que na verdade não tampava nada, porque na região da racha não tinha tecido algum. Além disso, as costuras eram tão finas que, quando ela se virou, pude ver que a bunda dela engolia o tecido da parte de trás do fio. Era um espetáculo impressionante. A bandida, morrendo de rir, me perguntou: "Gostou? Que você vê ou quer ver mais? Me aguardava outra surpresa: com a legging no joelho, ela abriu as pernas o máximo que conseguiu e, de costas pra mim, se inclinou separando as nádegas com as duas mãos pra me deixar ver toda a racha do cu coberta pela tela fina da calcinha fio dental. Mas, além disso, notei uma espécie de botão brilhante vermelho tampando o buraco do cu dela. Me aproximei pra ver direito o que era e, sinceramente, não entendi até que ela mesma puxou o fio dental pra baixo e, com uma mão, pegou o botão — que não passava da base de um negócio parecido com uma peonza que ela tinha enfiado no ânus. Era um dilatador anal, ela me disse, que devia ter uns 10 cm. Quando ela tirou devagar do cu, fez um barulho igual ao de abrir uma garrafa de vinho. Senhores, nem preciso dizer que eu tava com a pica a mil e quase gozando ali mesmo.
Ela, sabendo do efeito que tava causando, me perguntou se eu tinha gostado da surpresa. Respondi não só com um sim, mas também segurando ela pela cintura e enfiando minha língua no fundo do cu dela. Ela arreganhou a bunda e andou uns dois metros até se apoiar numa parede, enquanto eu, de joelhos, acompanhava sem parar de lamber o rabo dela. Ela pegou minha cabeça com uma mão, empurrando contra as nádegas, e dizia: — Aaah, sim, come meu cu, Ervin, come tudinho que é teu e de mais ninguém. Caprichei no serviço e comecei a passar a língua não só na racha do cu, mas também na da buceta. Isso fez ela perder o controle e começar a gemer muito mais forte: — Isso, meu amor, me come toda, come meu cu, minha bucetinha, todos os meus buracos são teus. Fui tirando a roupa aos poucos, sem parar de lamber tudo. Enquanto lambia, tirei as sandálias e a legging dela, deixei só a calcinha fio dental — que eu planejava usar pra limpar ela depois que fizesse gozar, pra guardar como troféu. Continuei lambendo o cu da minha namorada, que só se contorcia de prazer, até que ela pediu: que por favor enfiasse um dedo no cu dela, então fiz isso, enfiei o dedo médio da mão direita o mais fundo que dava e ela me incentivava — sim, assim mesmo, amor, enfia até o fundo, se quiser enfia outro, eu não demorei e pra agradar ela enfiei também o indicador, virei ela de frente pra agora chupar como deve a bucetinha virgem dela sem parar de dedar o cu dela, ao passar minha língua pelo interior da bocetinha dela percebi que os sucos dela estavam bem grossos, sinal claro que ou ela tinha gozado ou tava muito perto, o fato é que notei como entre a pussy dela e minha língua os músculos dela começavam a ser percorridos por fios do fluxo dela, de tanto lamber e o que fiz foi enfiar o dedo indicador da mão na cuevita ainda inexplorada dela, ela tentou me parar com uma mão mas eu respondi que era necessário, foi assim que ela deixou finalmente meu dedo percorrer aquela área interna inexplorada, quando notei que entrou até o fundo comecei a tirar e enfiar tanto os dedos que tinha no cu dela quanto o que tinha na buceta dela, não aguentei mais então tirei todos os dedos, me levantei levando ela pra cama, estávamos conectados, ela sabia o que vinha e sem perder tempo sentada na cama enfiou meu pau na boca dela, senhores, devo dizer que chupar pau minha namorada sempre foi muito boa, a verdade é que ela curte fazer isso, não sei como aprendeu, acho que praticando comigo, não sei quantos já chupou mas tenho que admitir que pra idade dela é uma expert chupando pau, eu não queria gozar na boca dela então me separei e peguei as camisinhas que tinha na mesinha de cabeceira, ela ao me ver respondeu — que isso, não seja bobo, é minha primeira vez e quero que seja no pelo, nada de camisinha, não se preocupa que eu me cuidei sabendo que isso ia rolar, a verdade é que era o dia perfeito, só tinha me sentido assim na noite que comi minha mãe pela primeira vez. ela mesma se ajeitou no Na beira da cama, deitada de barriga pra cima, tirando a calcinha fio dental que tava até os joelhos e jogando pro lado da cama. Depois, ela subiu as pernas dela nos meus ombros. Eu, de pé, tratei de babar a buceta dela mais uma vez e encaixar a pika na entrada da xerequinha dela. Fui enfiando devagar, prestando muita atenção nas caretas que ela fazia. Depois de muita pressão, finalmente a cabeça entrou. Nossa, como a mina era apertada, e pra piorar, era a primeira vez que eu arrebentava um cabaço. Ela colocou as mãos na minha barriga pra controlar também a pressão que eu tava fazendo contra a virilha dela. Mas a real é que eu já tava cansando e a excitação tava me deixando louco. Já queria enfiar tudo nela, mas ela não deixava eu avançar muito. — Devagar, meu amor, não me machuca, entra com cuidado — era exatamente o que eu tava fazendo, entrando com cuidado. Finalmente consegui enfiar até a metade, e ela, confiante que era só aquilo, tirou as mãos e me pegou pela cabeça pra me beijar. Vi a oportunidade ali: enquanto a gente se beijava, dei um empurrão na minha pika até sentir que nossas pélvis se juntaram. Ela bufou sem tirar a boca da minha e me disse, sem soltar minha cabeça: — Era isso que você queria, né? Finalmente arrebentou minha bucetinha. Tá feliz, certo? Você é o primeiro que me come de verdade. As palavras dela me faziam querer meter mais rápido. Tenho certeza que minha pika não entrou e saiu mais de 10 vezes até eu sentir que soltei um jorrinho de porra dentro da pussy dela. Não sei se foi a melhor transa da minha vida, pra ser sincero, ainda não sei. Caí exausto do lado dela, deitado na cama, enquanto ela, de pernas abertas, olhava pra própria virilha. Pegou a calcinha fio dental que tava usando e me disse: — Achava que ia doer mais, mas o medo é pior. Embora tenha tido um pouquinho de sangue — ela mostrou. Se secou com a peça e me entregou, falando: — Toma, seu troféu. Aí tá a prova de que eu te amo de verdade. Peguei a peça minúscula, confirmando. que estava encharcada dos nossos fluidos, aí ela me mandou deitar na cama e começou a lamber meu pau sem se importar que tava sujo, chupou ele como sempre faz, enfiando até o fundo da garganta o máximo que consegue, que delícia, e meu pau não demorou pra recuperar a força. Depois de uns três minutos de boquete, eu já tava pronto pra um segundo round, foi aí que ela se ajeitou de pernas abertas em cima de mim, me olhando na cara montada, e enfiou meu pau sem nenhum problema na bucetinha que já não era mais virgem, ali começou a se mexer devagar até enfiar tudo, eu brincava com os peitos dela com uma mão e com a outra enfiava o dedo no cu dela, ela começou a subir e descer lentamente, eu não aguentei mais e peguei ela pela cintura pra controlar o ritmo, fazia ela subir e descer mais rápido e mais forte, a gente tava quase gozando os dois, deve ter sido por isso que não percebemos que tinha alguém dentro de casa, foi aí que no meio do vai e vem minha mãe apareceu no quarto e nos pegou no flagra. Minha namorada, super envergonhada, tentou se esconder atrás de mim, enquanto minha mãe, com cara de demônio, fechava a porta — "Cê acha que essa casa é puteiro?" Eu respondi, bem sem graça, tentando me cobrir também, como se tivesse algo pra esconder da minha mãe — "Não fala assim, mãe, cê sabe bem que ela é minha namorada." Ainda mais puta, ela respondeu — "Sua namorada? Essa não é a que você viu outro dia sendo macetada por outro cara? Cê é corno ou o quê? E você, menina, te dou um minuto pra se vestir e vazar daqui agora, aqui você não é mais bem-vinda, nessa casa não entra puta." Fiquei puto e levantei, pedindo pra minha mãe baixar a voz e falar com minha namorada com mais respeito, ela percebeu que eu já tava bravo também e baixou o tom — "Manda ela vazar daqui, você e eu resolvemos já." E saiu do quarto. Quando desci com minha namorada pra acompanhá-la até a rua, ela me beijou e agradeceu por defendendo ela da minha mãe, e ela me disse que me ligaria à noite. Quando entrei em casa de novo, notei que só a minha mãe estava lá, achei estranho. Quando minha namorada foi embora, subi pro quarto dos meus pais pra falar com a minha mãe. Encontrei ela com uma cara de demônio e me assustei quando vi ela com meu celular na mão. Quando me viu entrar, ela me mostrou o vídeo onde minha namorada enfia um pepino no cu. Pra completar, pensei: "E ainda me diz que essa menina não é uma puta?" Pra mudar de assunto, perguntei o que ela tava fazendo com meu celular, e ela respondeu na hora: "Te liguei umas cinco vezes pra ver como você tava, e como você não atendia, imaginei que tivesse fazendo o que tava fazendo. Por isso vim de táxi ver com meus próprios olhos. O que não pensei é que fosse com essa puta. Mas olha que vídeo, parece uma prostituta de televisão." Pra acalmar um pouco a raiva dela, perguntei se ela tava com ciúmes. Ela, ainda brava, disse que sim, mas que aquele não era o problema. O problema é que essa menina era uma mulher ruim e eu não merecia o que ela tinha me feito, e que por isso nunca ia perdoar ela. Aí eu tive que contar que essa puta, como ela dizia, há poucos momentos tinha me dado a virgindade dela. Ela arregalou os olhos e foi como uma ofensa pra ela: "Então é isso que vale a sua dignidade? Perder uma buceta virgem pisando no seu orgulho." (Cara, me diz aí, eu fiz certo ou errado? Comer uma virgem não é coisa de todo dia.) Só respondi: "Mãe, pelo amor de Deus, para com isso, tá? Lembra que você dá pro seu próprio filho, e embora ninguém mais saiba além de nós dois, a verdade é que isso também te faz uma mulher ruim." Cheguei perto dela e abracei ela forte, sabendo que o comentário não ia agradar. Ela começou a chorar no meu ombro: "Você acha que eu não sei que também sou uma puta? Eu sei muito bem, meu amor, mas também sei que te amo de verdade e que nunca te faria sofrer como essa menina fez. E com o tanto que sei que você ama ela, sei que não tenho perdão pelo que fiz. já fiz, mas mesmo assim continuo fazendo, e se você quiser, vou continuar fazendo. Mas, querido, se você quer ser feliz nesta vida, também tem que fazer a sua parte. As palavras dela me desarmaram, e foi assim que decidi contar toda a treta que tinha rolado com a minha namorada. Contei pra ela o esquema em que a mina tava metida, por que tinha feito aquilo e todo o resto, inclusive que o cara que tava ajudando dando pra ela no cu (só no cu) era primo legítimo dela. Minha mãe ficou de boca aberta depois de ouvir tudo que eu tinha dito, ficou impressionada, mas também um pouco mais tranquila, tanto que disse que queria falar com ela a sós. Isso me deixou intrigado, mas deixei pra lá, porque o momento pedia. Minha mãe, com uma risadinha de putinha, me perguntou: — Então, filhão, acabei de te espantar uma transa? Respondi com desânimo que sim. Dito isso, ela falou: — Bom, pra você ver como sua mãe te ama, vou deixar você se aliviar na minha bucetinha. Pode não ser tão apertada quanto a da sua namoradinha, mas sei que vai te dar muito prazer. Minha mãe abaixou um short jeans que tava usando e deixou ele no joelho, depois se ajoelhou de quatro na beira da cama, com o rosto enterrado no colchão. Ela puxou pra o lado a calcinha fio-dental preta nada sexy que tava usando, deixando a bucetinha à mostra, e começou a abrir as nádegas bem largas com as duas mãos, rebolando o rabo de um lado pro outro enquanto dizia: — E o que você tá esperando, meu amor? Não tenho muito tempo, então enfia o pau logo e se alivia. Eu não me fiz de rogado. Tirei toda a roupa pra ficar mais à vontade e me ajoelhei atrás dela pra lamber toda a racha da buceta e o cu. Que vida a minha (a segunda racha que eu lambia em menos de uma hora). Lambi e lambi até que minha mãe, ofegante, disse: — Já chega, meu filho, não vê que já tá pronta? O que você espera pra enfiar esse pau gostoso na minha periquita? Me levantei e, com um único empurrão, enfiei até o talo, e continuei metendo com força pra ela sentir toda a vontade que eu tava. tive que meter nela de novo, minha mãe começou a morder o lençol da cama enquanto me dizia - ai love, vai devagar que por mais que você queira, as bolas não vão entrar, mantive o ritmo até que finalmente gozei dentro dela, aí a gente ficou vendo quem ofegava mais forte, sorte que estávamos sozinhos em casa, mesmo depois de gozar consegui continuar metendo até que meu pau ficou sem forças, - caralho, que foda você me deu, menino, pena que já tenho que voltar senão seu pai vai ficar bravo, minha mãe falou, quando vi ela se levantar da cama, arrumar a calcinha fio-dental e subir o short, perguntei - mãe, você não vai lavar a buceta? ela respondeu - não se preocupa, meu love, lá no jogo vou me divertir sentindo seu leite escorrendo da minha buceta e molhando toda a calcinha, vou ficar pensando na fodida que você acabou de me dar, ela se aproximou e me deu um beijo de língua que levantou meu pau de novo.
Quando saímos na rua pra ela pegar um táxi de volta pro jogo, ela perguntou - e aí, o que achou de perder a virgindade? respondi - sinceramente, é algo de outro mundo, mãe, você não sabe como é gostoso, aquele calor, aquela apertada, ela me interrompeu dizendo - agora fiquei com ciúmes, que pena que não tenho mais nada pra você romper, senão com todo gosto deixaria você ser o primeiro, me deu um beijo na bochecha, pegou o táxi que vinha passando e foi embora de novo.
Eu estava dormindo no meu quarto e umas cinco da tarde minha namorada me ligou pra me chamar pra sair à noite, ir pra uma balada em alguma discoteca, achei uma boa ideia e já falei que sim, que passava na casa dela, ela respondeu que às 9 da noite estava de boa, voltei a dormir e umas seis da tarde meu celular tocou, era o som de uma mensagem no WhatsApp, olhei o celular e vi que era da minha mãe, uma imagem, abri e quase meus olhos pularam pra fora, uma foto da minha mãe na cozinha de casa com o short e a a tanga abaixo dos joelhos e com um pepino verde e grande enfiado no cu, que surpresa minha querida mãe tinha me dado. Na hora, batem na porta, é meu pai me chamando pra descer pra jantar que a ceia já estava pronta, enquanto chega outro WhatsApp da minha mãe: "Preparando o pepino pra salada, espero que goste da ceia".
Desci pra sala de jantar, todo mundo já estava comendo, e quando sento, vejo que a salada é de pepinos. Olho pra minha mãe e vejo ela com um sorrisinho safado, bem disfarçado por sinal. A primeira coisa que faço ao sentar é provar a salada de pepinos e falo: — Hummm, mamãe, que salada deliciosa, como esse pepino que você colocou é gostoso, tá tão saboroso. Ela, com uma risada de putinha, responde: — Não exagera, querido, só coloquei ele um tempinho no meu forno. Imaginem que enquanto falava isso, ela fazia com a mão direita o sinal do zero com o polegar e o indicador, abrindo e fechando o círculo, e eu respondo: — Ficou bom, né? E a gente riu junto.
De noite, chego na casa da minha namorada e encontro ela pronta pra sair. Comprimento os pais dela na sala e a gente se despede na hora. Quando saímos de casa, ela me diz que primeiro precisamos ir ao apartamento da prima dela, a webcamer. Pergunto pra quê, e ela só responde: — É uma surpresa que tenho pra você. Só de falar isso, veio uma única ideia na minha cabeça: vão fazer uma sessão juntas e vão me deixar ver. Pegamos um táxi (digo que minha namorada, de agora em diante, cobre todos os gastos). Quando chegamos no apartamento, que ficava numa torre residencial, pensei comigo mesmo: essas putas tão muito bem de vida nesse negócio.
Minha namorada tocou a campainha e na hora saiu a prima dela de toalha, uma morena mais clara que minha namorada, ainda mais linda, alta e com corpo de modelo. Minha namorada nos apresentou, o nome dela era Lorena. Ela nos convidou pra entrar enquanto dizia: — Ainda bem que chegaram na hora, porque tô preparando tudo pra começar. Que mulher esfomeada, viu? A verdade é que eu não a conhecia, mas... Nunca tinha visto ela antes. Na hora, ali na sala, ela trancou a porta, tirou a toalha e me mostrou um par de peitões (operados). Tava de fio dental branco, super pequenininho. Ela pegou na minha mão e me levou não sei pra onde, enquanto dizia: "Bom, vamos começar o show". Chegamos num banheiro e lá ela mandou eu observar bem, que aquilo era um presente que minha namorada tinha preparado pra se desculpar por tudo que eu tinha passado. Lorena tirou o fio dental e colocou na minha cara. Depois, pegou uma seringa de plástico com um líquido dentro, encaixou um tubinho de plástico também, tipo uns 20 cm, bem fininho, e enfiou no cu dela. Com muita facilidade, por sinal. Enquanto dizia: "Me desculpa, mas é que quero que você veja tudo. Isso que tô fazendo é uma ducha anal. Tô limpando o reto pra quando me penetrarem ou eu penetrar o cu, não ter surpresa. Você me entende, né? Sei que os homens adoram dar no cu, mas não entendem que lá dentro tem o que tem". Enquanto Lorena me contava tudo isso, com uma mão ela bombeava o líquido pra dentro do ânus dela e depois sentava no vaso pra expelir. Repetiu o mesmo procedimento umas três vezes enquanto continuava me contando: "Imagina que na primeira vez que fiz uma sessão de auto-penetração anal, enfiei um dildo de uns 30 cm. Era inexperiente no assunto e, puta que pariu, a surpresa que foi tanto pra mim quanto pros cinco gatos que estavam na live. Não tinha enfiado nem 10 cm do dildo no cool quando senti que tava me rasgando por dentro. Tirei o brinquedo e quase morri de vergonha quando vi que a ponta do dildo tava toda cheia de merda".
Caralho, que mulher suja. Meu pau ficou duro só de ouvir ela falar daquele jeito. Uma mina assim me deixar ver uma parada dessas, longe de me dar nojo, me excitou. Quando terminou, ela se secou com uma toalha e saímos do banheiro. Ela tava totalmente nua e eu tinha enfiado o fio dental no bolso. Dentei no bolso, vi que minha namorada estava sentada no sofá da sala, entretida com o celular. Lorena me pegou pela mão de novo e me levou para um escritório, onde pegou vários frascos. Era tipo um spray, ela passou tanto no meu cu quanto na minha buceta. Depois, de uma mesinha de cabeceira, tirou uma máscara meia-face e colocou no meu rosto. Em seguida, começou a me despir completamente. Quando terminou, ligou um notebook e a webcam que estava de frente para um sofá-cama, num móvel a menos de um metro. Apertou vários botões, várias teclas, e me disse: "Pronto, já está. Vamos começar." Ela se deitou toda esparramada no sofá-cama, dizendo: "Bom, agora faz comigo o que quiser. Vamos gravar um vídeozinho para me promover, e assim todo mundo sai ganhando. A prima fica bem contigo, você come esse corpinho e eu fico com meu material de divulgação."
Era minha terceira mulher do dia. Me joguei entre as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha enquanto ela esticava as pernas o máximo que podia e dizia, posando para a câmera: "Como eu gosto que chupem minha ppk" (suponho que seja a palavra universal). Eu passava a língua uma e outra vez na racha da buceta e no clitóris. Que delícia, que sabor, que cheiro. Essa puta levava o trabalho dela bem a sério. Mas eu, não satisfeito com isso, levantei ainda mais o quadril dela e, sem me importar com o que tinha visto ela fazer há pouco, enfiei a língua no cu dela. Ela deu um pulo, deu para ver que a surpreendi, e disse: "Mas que amiguinho mais brincalhão me apareceu hoje. Olha como ele está comendo meu cu." Com as mãos, ela afastou as nádegas o máximo que podia e dizia: "Isso, amiguinho, enfia a língua bem fundo no cu, enfia tudo que cabe." Ela se contorcia em círculos para que minha língua entrasse ainda mais. Posso dizer que enfiava o máximo que conseguia. Nisso, ela me pegou pelas nádegas e me fez deitar por cima dela para ficarmos num 69, mas eu por cima. Continuei chupando a buceta dela com um pouco de dificuldade, mas agora eu estava gozando. mas sentindo como a Lorena enfiava minha pica dura até o fundo da garganta dela, e não satisfeita com isso, a putinha ainda tentava falar. Quando tirou a pica da boca, olhou pra câmera e disse: "eu adoro falar de boca cheia". Nisso, ela me deu uma lambida na racha do cu e eu pulei de susto, me endireitando na hora. Ela morrendo de rir falou: "não se assusta, pensei que você ia gostar que eu retribuísse o favor, mas se não quiser, aqui tem isso pra você se entreter". Ela ficou de quatro e abriu a bunda com as mãos. Eu peguei o recado na hora e quando fui meter, ela não deixou. Me passou uma camisinha e mandou eu colocar. Sinceramente, não ia recusar. Depois de colocar a camisinha, aí sim encostei a ponta da pica no cu dela e fui enfiando devagar até entrar tudo. Ela posou de novo pra câmera dizendo: "acabei de levar no cu e vocês não têm ideia do gostoso que é". E me perguntou na cara: "você gosta de me comer pelo cu? Fala pros amigos como é que meu cu tá". Eu não sabia o que dizer, mas isso não foi problema pra continuar metendo forte. Me deixei levar pela excitação e finalmente respondi: "que cu mais gostoso, cheira bem, tem um gosto bom e aperta gostoso. Essa rabuda tem uma buceta bem gulosa, tô com ela toda enfiada". Ela deu uma gargalhada, virou pra mim e disse: "que lindo, meu amiguinho, mas isso não é tudo. Olha o que tenho pra você". Nisso, ela abriu ainda mais as pernas, de quatro como estava, e começou a enfiar um dedo na buceta. Depois enfiou dois... três... quatro, enquanto eu via aquele espetáculo e não aguentei mais, gozei. Quando ela percebeu que eu tinha terminado, se virou e ficou de frente pra câmera, continuando a se masturbar com quase a mão inteira dentro da buceta. "Olhem, amigos, tudo que tenho pra vocês. Espero que continuem me acompanhando". E soltou um jato de gozo que quase acertou a tela do notebook. Na hora. Levantou e desligou tudo, dizendo: "Espero que tenha curtido seu presentinho." E verdade, eu tinha curtido pra caralho. O problema é que depois de ver ela jorrar aquela porra toda, a pica ficou dura de novo, e eu deixei ela saber, tocando nela. Ela caiu na risada e disse: "Então o amigo quer mais? Ainda bem que sua namorada chegou, porque com ela eu só resolvi com uma transa anal." Fiquei bem desiludido, mas pensei rápido. Quando vi que ela pegou uma toalha pra se limpar, falei: "Por favor, deixa eu te limpar, por favor, deixa eu fazer isso." Ela ficou me olhando em silêncio e disse: "Beleza, hoje é seu dia de sorte. Vou deixar você me limpar só porque o vídeo ficou muito bom." Ela se levantou na minha frente, eu me ajoelhei e comecei a lamber os restos de gozo que tinham escorrido pelas coxas dela. Ela apertou minha cabeça contra a buceta dela e abriu a xereca pra eu lamber cada cantinho, e eu agradecia passando a língua bem, bem devagar. Ela pegou minha mão direita e levou até o cu dela: "Mete os dedos no cu pra eu gozar mais rápido", disse. Fiz isso, enquanto lambia a buceta dela, enfiava e tirava dois dedos do cu. Fiquei assim uns cinco minutos até que ela jorrou outro pequeno jato de sucos na minha boca, e eu tomei tudo sem perder uma gota. Lorena se jogou de bruços na cama, me agradecendo pelo favor de limpar ela. Falei que tinha feito com o maior prazer e que tava à disposição sempre que precisasse de ajuda. Ela caiu na risada e disse que não queria problemas com a prima dela. Foi aí que ela vestiu uma toalha, eu fui tomar banho e, quando saí e me troquei, encontrei as duas primas morrendo de rir na sala... Continua.


A puta da namorada dele..................

Finalmente tinha chegado o momento que tanto esperava, minha namorada finalmente tinha se decidido a me dar a buceta, que emoção, tudo estava preparado, era um sábado à tarde em que eu teria a casa só pra nós dois, porque toda a família tinha ido ver um jogo de softball do meu pai em outro bairro bem longe de onde a gente morava. Como eu nunca vou nesses jogos, não teria problema. Muita gente sabe que eu tinha uma margem de tempo mínima de três horas sem ninguém incomodar.Meia hora depois de estar sozinho em casa, a campainha tocou e adivinha: minha namorada, de leggings brancas, bem fininhas, que deixavam ver, quando olhava de costas, que ou ela não estava de calcinha ou o fio dental que usava era super micro pequeno. Dei um tapinha na bunda dela, convidei pra entrar e tranquei a porta pra evitar problemas. Não queria que ninguém me incomodasse e deixei meu celular ligado na mesa da sala. Subimos pro meu quarto, entrei e fechei a porta sem trancar, já que não tinha mais ninguém pra atrapalhar lá dentro. Não me segurei e me joguei na minha namorada pra beijá-la toda, enquanto perguntava se ela estava de calcinha, porque não conseguia ver nada. Ela, safada e sorrindo, se afastou de mim, me empurrou e me sentou na cama, dizendo: "Adivinha". Respondi que pra mim não, ela não estava usando nada. Ela, ainda sorrindo, tirou a blusa que estava vestindo, mostrando que não estava de sutiã. Vi que os mamilos estavam durinhos, o que me indicou que vontade ela tinha, a putinha. Depois, ela abaixou a legging bem devagar, enquanto na minha frente a virilha dela aparecia coberta pelo que parecia um fio dental branco, só com costuras, mas que na verdade não tampava nada, porque na região da racha não tinha tecido algum. Além disso, as costuras eram tão finas que, quando ela se virou, pude ver que a bunda dela engolia o tecido da parte de trás do fio. Era um espetáculo impressionante. A bandida, morrendo de rir, me perguntou: "Gostou? Que você vê ou quer ver mais? Me aguardava outra surpresa: com a legging no joelho, ela abriu as pernas o máximo que conseguiu e, de costas pra mim, se inclinou separando as nádegas com as duas mãos pra me deixar ver toda a racha do cu coberta pela tela fina da calcinha fio dental. Mas, além disso, notei uma espécie de botão brilhante vermelho tampando o buraco do cu dela. Me aproximei pra ver direito o que era e, sinceramente, não entendi até que ela mesma puxou o fio dental pra baixo e, com uma mão, pegou o botão — que não passava da base de um negócio parecido com uma peonza que ela tinha enfiado no ânus. Era um dilatador anal, ela me disse, que devia ter uns 10 cm. Quando ela tirou devagar do cu, fez um barulho igual ao de abrir uma garrafa de vinho. Senhores, nem preciso dizer que eu tava com a pica a mil e quase gozando ali mesmo.
Ela, sabendo do efeito que tava causando, me perguntou se eu tinha gostado da surpresa. Respondi não só com um sim, mas também segurando ela pela cintura e enfiando minha língua no fundo do cu dela. Ela arreganhou a bunda e andou uns dois metros até se apoiar numa parede, enquanto eu, de joelhos, acompanhava sem parar de lamber o rabo dela. Ela pegou minha cabeça com uma mão, empurrando contra as nádegas, e dizia: — Aaah, sim, come meu cu, Ervin, come tudinho que é teu e de mais ninguém. Caprichei no serviço e comecei a passar a língua não só na racha do cu, mas também na da buceta. Isso fez ela perder o controle e começar a gemer muito mais forte: — Isso, meu amor, me come toda, come meu cu, minha bucetinha, todos os meus buracos são teus. Fui tirando a roupa aos poucos, sem parar de lamber tudo. Enquanto lambia, tirei as sandálias e a legging dela, deixei só a calcinha fio dental — que eu planejava usar pra limpar ela depois que fizesse gozar, pra guardar como troféu. Continuei lambendo o cu da minha namorada, que só se contorcia de prazer, até que ela pediu: que por favor enfiasse um dedo no cu dela, então fiz isso, enfiei o dedo médio da mão direita o mais fundo que dava e ela me incentivava — sim, assim mesmo, amor, enfia até o fundo, se quiser enfia outro, eu não demorei e pra agradar ela enfiei também o indicador, virei ela de frente pra agora chupar como deve a bucetinha virgem dela sem parar de dedar o cu dela, ao passar minha língua pelo interior da bocetinha dela percebi que os sucos dela estavam bem grossos, sinal claro que ou ela tinha gozado ou tava muito perto, o fato é que notei como entre a pussy dela e minha língua os músculos dela começavam a ser percorridos por fios do fluxo dela, de tanto lamber e o que fiz foi enfiar o dedo indicador da mão na cuevita ainda inexplorada dela, ela tentou me parar com uma mão mas eu respondi que era necessário, foi assim que ela deixou finalmente meu dedo percorrer aquela área interna inexplorada, quando notei que entrou até o fundo comecei a tirar e enfiar tanto os dedos que tinha no cu dela quanto o que tinha na buceta dela, não aguentei mais então tirei todos os dedos, me levantei levando ela pra cama, estávamos conectados, ela sabia o que vinha e sem perder tempo sentada na cama enfiou meu pau na boca dela, senhores, devo dizer que chupar pau minha namorada sempre foi muito boa, a verdade é que ela curte fazer isso, não sei como aprendeu, acho que praticando comigo, não sei quantos já chupou mas tenho que admitir que pra idade dela é uma expert chupando pau, eu não queria gozar na boca dela então me separei e peguei as camisinhas que tinha na mesinha de cabeceira, ela ao me ver respondeu — que isso, não seja bobo, é minha primeira vez e quero que seja no pelo, nada de camisinha, não se preocupa que eu me cuidei sabendo que isso ia rolar, a verdade é que era o dia perfeito, só tinha me sentido assim na noite que comi minha mãe pela primeira vez. ela mesma se ajeitou no Na beira da cama, deitada de barriga pra cima, tirando a calcinha fio dental que tava até os joelhos e jogando pro lado da cama. Depois, ela subiu as pernas dela nos meus ombros. Eu, de pé, tratei de babar a buceta dela mais uma vez e encaixar a pika na entrada da xerequinha dela. Fui enfiando devagar, prestando muita atenção nas caretas que ela fazia. Depois de muita pressão, finalmente a cabeça entrou. Nossa, como a mina era apertada, e pra piorar, era a primeira vez que eu arrebentava um cabaço. Ela colocou as mãos na minha barriga pra controlar também a pressão que eu tava fazendo contra a virilha dela. Mas a real é que eu já tava cansando e a excitação tava me deixando louco. Já queria enfiar tudo nela, mas ela não deixava eu avançar muito. — Devagar, meu amor, não me machuca, entra com cuidado — era exatamente o que eu tava fazendo, entrando com cuidado. Finalmente consegui enfiar até a metade, e ela, confiante que era só aquilo, tirou as mãos e me pegou pela cabeça pra me beijar. Vi a oportunidade ali: enquanto a gente se beijava, dei um empurrão na minha pika até sentir que nossas pélvis se juntaram. Ela bufou sem tirar a boca da minha e me disse, sem soltar minha cabeça: — Era isso que você queria, né? Finalmente arrebentou minha bucetinha. Tá feliz, certo? Você é o primeiro que me come de verdade. As palavras dela me faziam querer meter mais rápido. Tenho certeza que minha pika não entrou e saiu mais de 10 vezes até eu sentir que soltei um jorrinho de porra dentro da pussy dela. Não sei se foi a melhor transa da minha vida, pra ser sincero, ainda não sei. Caí exausto do lado dela, deitado na cama, enquanto ela, de pernas abertas, olhava pra própria virilha. Pegou a calcinha fio dental que tava usando e me disse: — Achava que ia doer mais, mas o medo é pior. Embora tenha tido um pouquinho de sangue — ela mostrou. Se secou com a peça e me entregou, falando: — Toma, seu troféu. Aí tá a prova de que eu te amo de verdade. Peguei a peça minúscula, confirmando. que estava encharcada dos nossos fluidos, aí ela me mandou deitar na cama e começou a lamber meu pau sem se importar que tava sujo, chupou ele como sempre faz, enfiando até o fundo da garganta o máximo que consegue, que delícia, e meu pau não demorou pra recuperar a força. Depois de uns três minutos de boquete, eu já tava pronto pra um segundo round, foi aí que ela se ajeitou de pernas abertas em cima de mim, me olhando na cara montada, e enfiou meu pau sem nenhum problema na bucetinha que já não era mais virgem, ali começou a se mexer devagar até enfiar tudo, eu brincava com os peitos dela com uma mão e com a outra enfiava o dedo no cu dela, ela começou a subir e descer lentamente, eu não aguentei mais e peguei ela pela cintura pra controlar o ritmo, fazia ela subir e descer mais rápido e mais forte, a gente tava quase gozando os dois, deve ter sido por isso que não percebemos que tinha alguém dentro de casa, foi aí que no meio do vai e vem minha mãe apareceu no quarto e nos pegou no flagra. Minha namorada, super envergonhada, tentou se esconder atrás de mim, enquanto minha mãe, com cara de demônio, fechava a porta — "Cê acha que essa casa é puteiro?" Eu respondi, bem sem graça, tentando me cobrir também, como se tivesse algo pra esconder da minha mãe — "Não fala assim, mãe, cê sabe bem que ela é minha namorada." Ainda mais puta, ela respondeu — "Sua namorada? Essa não é a que você viu outro dia sendo macetada por outro cara? Cê é corno ou o quê? E você, menina, te dou um minuto pra se vestir e vazar daqui agora, aqui você não é mais bem-vinda, nessa casa não entra puta." Fiquei puto e levantei, pedindo pra minha mãe baixar a voz e falar com minha namorada com mais respeito, ela percebeu que eu já tava bravo também e baixou o tom — "Manda ela vazar daqui, você e eu resolvemos já." E saiu do quarto. Quando desci com minha namorada pra acompanhá-la até a rua, ela me beijou e agradeceu por defendendo ela da minha mãe, e ela me disse que me ligaria à noite. Quando entrei em casa de novo, notei que só a minha mãe estava lá, achei estranho. Quando minha namorada foi embora, subi pro quarto dos meus pais pra falar com a minha mãe. Encontrei ela com uma cara de demônio e me assustei quando vi ela com meu celular na mão. Quando me viu entrar, ela me mostrou o vídeo onde minha namorada enfia um pepino no cu. Pra completar, pensei: "E ainda me diz que essa menina não é uma puta?" Pra mudar de assunto, perguntei o que ela tava fazendo com meu celular, e ela respondeu na hora: "Te liguei umas cinco vezes pra ver como você tava, e como você não atendia, imaginei que tivesse fazendo o que tava fazendo. Por isso vim de táxi ver com meus próprios olhos. O que não pensei é que fosse com essa puta. Mas olha que vídeo, parece uma prostituta de televisão." Pra acalmar um pouco a raiva dela, perguntei se ela tava com ciúmes. Ela, ainda brava, disse que sim, mas que aquele não era o problema. O problema é que essa menina era uma mulher ruim e eu não merecia o que ela tinha me feito, e que por isso nunca ia perdoar ela. Aí eu tive que contar que essa puta, como ela dizia, há poucos momentos tinha me dado a virgindade dela. Ela arregalou os olhos e foi como uma ofensa pra ela: "Então é isso que vale a sua dignidade? Perder uma buceta virgem pisando no seu orgulho." (Cara, me diz aí, eu fiz certo ou errado? Comer uma virgem não é coisa de todo dia.) Só respondi: "Mãe, pelo amor de Deus, para com isso, tá? Lembra que você dá pro seu próprio filho, e embora ninguém mais saiba além de nós dois, a verdade é que isso também te faz uma mulher ruim." Cheguei perto dela e abracei ela forte, sabendo que o comentário não ia agradar. Ela começou a chorar no meu ombro: "Você acha que eu não sei que também sou uma puta? Eu sei muito bem, meu amor, mas também sei que te amo de verdade e que nunca te faria sofrer como essa menina fez. E com o tanto que sei que você ama ela, sei que não tenho perdão pelo que fiz. já fiz, mas mesmo assim continuo fazendo, e se você quiser, vou continuar fazendo. Mas, querido, se você quer ser feliz nesta vida, também tem que fazer a sua parte. As palavras dela me desarmaram, e foi assim que decidi contar toda a treta que tinha rolado com a minha namorada. Contei pra ela o esquema em que a mina tava metida, por que tinha feito aquilo e todo o resto, inclusive que o cara que tava ajudando dando pra ela no cu (só no cu) era primo legítimo dela. Minha mãe ficou de boca aberta depois de ouvir tudo que eu tinha dito, ficou impressionada, mas também um pouco mais tranquila, tanto que disse que queria falar com ela a sós. Isso me deixou intrigado, mas deixei pra lá, porque o momento pedia. Minha mãe, com uma risadinha de putinha, me perguntou: — Então, filhão, acabei de te espantar uma transa? Respondi com desânimo que sim. Dito isso, ela falou: — Bom, pra você ver como sua mãe te ama, vou deixar você se aliviar na minha bucetinha. Pode não ser tão apertada quanto a da sua namoradinha, mas sei que vai te dar muito prazer. Minha mãe abaixou um short jeans que tava usando e deixou ele no joelho, depois se ajoelhou de quatro na beira da cama, com o rosto enterrado no colchão. Ela puxou pra o lado a calcinha fio-dental preta nada sexy que tava usando, deixando a bucetinha à mostra, e começou a abrir as nádegas bem largas com as duas mãos, rebolando o rabo de um lado pro outro enquanto dizia: — E o que você tá esperando, meu amor? Não tenho muito tempo, então enfia o pau logo e se alivia. Eu não me fiz de rogado. Tirei toda a roupa pra ficar mais à vontade e me ajoelhei atrás dela pra lamber toda a racha da buceta e o cu. Que vida a minha (a segunda racha que eu lambia em menos de uma hora). Lambi e lambi até que minha mãe, ofegante, disse: — Já chega, meu filho, não vê que já tá pronta? O que você espera pra enfiar esse pau gostoso na minha periquita? Me levantei e, com um único empurrão, enfiei até o talo, e continuei metendo com força pra ela sentir toda a vontade que eu tava. tive que meter nela de novo, minha mãe começou a morder o lençol da cama enquanto me dizia - ai love, vai devagar que por mais que você queira, as bolas não vão entrar, mantive o ritmo até que finalmente gozei dentro dela, aí a gente ficou vendo quem ofegava mais forte, sorte que estávamos sozinhos em casa, mesmo depois de gozar consegui continuar metendo até que meu pau ficou sem forças, - caralho, que foda você me deu, menino, pena que já tenho que voltar senão seu pai vai ficar bravo, minha mãe falou, quando vi ela se levantar da cama, arrumar a calcinha fio-dental e subir o short, perguntei - mãe, você não vai lavar a buceta? ela respondeu - não se preocupa, meu love, lá no jogo vou me divertir sentindo seu leite escorrendo da minha buceta e molhando toda a calcinha, vou ficar pensando na fodida que você acabou de me dar, ela se aproximou e me deu um beijo de língua que levantou meu pau de novo.
Quando saímos na rua pra ela pegar um táxi de volta pro jogo, ela perguntou - e aí, o que achou de perder a virgindade? respondi - sinceramente, é algo de outro mundo, mãe, você não sabe como é gostoso, aquele calor, aquela apertada, ela me interrompeu dizendo - agora fiquei com ciúmes, que pena que não tenho mais nada pra você romper, senão com todo gosto deixaria você ser o primeiro, me deu um beijo na bochecha, pegou o táxi que vinha passando e foi embora de novo.
Eu estava dormindo no meu quarto e umas cinco da tarde minha namorada me ligou pra me chamar pra sair à noite, ir pra uma balada em alguma discoteca, achei uma boa ideia e já falei que sim, que passava na casa dela, ela respondeu que às 9 da noite estava de boa, voltei a dormir e umas seis da tarde meu celular tocou, era o som de uma mensagem no WhatsApp, olhei o celular e vi que era da minha mãe, uma imagem, abri e quase meus olhos pularam pra fora, uma foto da minha mãe na cozinha de casa com o short e a a tanga abaixo dos joelhos e com um pepino verde e grande enfiado no cu, que surpresa minha querida mãe tinha me dado. Na hora, batem na porta, é meu pai me chamando pra descer pra jantar que a ceia já estava pronta, enquanto chega outro WhatsApp da minha mãe: "Preparando o pepino pra salada, espero que goste da ceia".
Desci pra sala de jantar, todo mundo já estava comendo, e quando sento, vejo que a salada é de pepinos. Olho pra minha mãe e vejo ela com um sorrisinho safado, bem disfarçado por sinal. A primeira coisa que faço ao sentar é provar a salada de pepinos e falo: — Hummm, mamãe, que salada deliciosa, como esse pepino que você colocou é gostoso, tá tão saboroso. Ela, com uma risada de putinha, responde: — Não exagera, querido, só coloquei ele um tempinho no meu forno. Imaginem que enquanto falava isso, ela fazia com a mão direita o sinal do zero com o polegar e o indicador, abrindo e fechando o círculo, e eu respondo: — Ficou bom, né? E a gente riu junto.
De noite, chego na casa da minha namorada e encontro ela pronta pra sair. Comprimento os pais dela na sala e a gente se despede na hora. Quando saímos de casa, ela me diz que primeiro precisamos ir ao apartamento da prima dela, a webcamer. Pergunto pra quê, e ela só responde: — É uma surpresa que tenho pra você. Só de falar isso, veio uma única ideia na minha cabeça: vão fazer uma sessão juntas e vão me deixar ver. Pegamos um táxi (digo que minha namorada, de agora em diante, cobre todos os gastos). Quando chegamos no apartamento, que ficava numa torre residencial, pensei comigo mesmo: essas putas tão muito bem de vida nesse negócio.
Minha namorada tocou a campainha e na hora saiu a prima dela de toalha, uma morena mais clara que minha namorada, ainda mais linda, alta e com corpo de modelo. Minha namorada nos apresentou, o nome dela era Lorena. Ela nos convidou pra entrar enquanto dizia: — Ainda bem que chegaram na hora, porque tô preparando tudo pra começar. Que mulher esfomeada, viu? A verdade é que eu não a conhecia, mas... Nunca tinha visto ela antes. Na hora, ali na sala, ela trancou a porta, tirou a toalha e me mostrou um par de peitões (operados). Tava de fio dental branco, super pequenininho. Ela pegou na minha mão e me levou não sei pra onde, enquanto dizia: "Bom, vamos começar o show". Chegamos num banheiro e lá ela mandou eu observar bem, que aquilo era um presente que minha namorada tinha preparado pra se desculpar por tudo que eu tinha passado. Lorena tirou o fio dental e colocou na minha cara. Depois, pegou uma seringa de plástico com um líquido dentro, encaixou um tubinho de plástico também, tipo uns 20 cm, bem fininho, e enfiou no cu dela. Com muita facilidade, por sinal. Enquanto dizia: "Me desculpa, mas é que quero que você veja tudo. Isso que tô fazendo é uma ducha anal. Tô limpando o reto pra quando me penetrarem ou eu penetrar o cu, não ter surpresa. Você me entende, né? Sei que os homens adoram dar no cu, mas não entendem que lá dentro tem o que tem". Enquanto Lorena me contava tudo isso, com uma mão ela bombeava o líquido pra dentro do ânus dela e depois sentava no vaso pra expelir. Repetiu o mesmo procedimento umas três vezes enquanto continuava me contando: "Imagina que na primeira vez que fiz uma sessão de auto-penetração anal, enfiei um dildo de uns 30 cm. Era inexperiente no assunto e, puta que pariu, a surpresa que foi tanto pra mim quanto pros cinco gatos que estavam na live. Não tinha enfiado nem 10 cm do dildo no cool quando senti que tava me rasgando por dentro. Tirei o brinquedo e quase morri de vergonha quando vi que a ponta do dildo tava toda cheia de merda".
Caralho, que mulher suja. Meu pau ficou duro só de ouvir ela falar daquele jeito. Uma mina assim me deixar ver uma parada dessas, longe de me dar nojo, me excitou. Quando terminou, ela se secou com uma toalha e saímos do banheiro. Ela tava totalmente nua e eu tinha enfiado o fio dental no bolso. Dentei no bolso, vi que minha namorada estava sentada no sofá da sala, entretida com o celular. Lorena me pegou pela mão de novo e me levou para um escritório, onde pegou vários frascos. Era tipo um spray, ela passou tanto no meu cu quanto na minha buceta. Depois, de uma mesinha de cabeceira, tirou uma máscara meia-face e colocou no meu rosto. Em seguida, começou a me despir completamente. Quando terminou, ligou um notebook e a webcam que estava de frente para um sofá-cama, num móvel a menos de um metro. Apertou vários botões, várias teclas, e me disse: "Pronto, já está. Vamos começar." Ela se deitou toda esparramada no sofá-cama, dizendo: "Bom, agora faz comigo o que quiser. Vamos gravar um vídeozinho para me promover, e assim todo mundo sai ganhando. A prima fica bem contigo, você come esse corpinho e eu fico com meu material de divulgação."
Era minha terceira mulher do dia. Me joguei entre as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha enquanto ela esticava as pernas o máximo que podia e dizia, posando para a câmera: "Como eu gosto que chupem minha ppk" (suponho que seja a palavra universal). Eu passava a língua uma e outra vez na racha da buceta e no clitóris. Que delícia, que sabor, que cheiro. Essa puta levava o trabalho dela bem a sério. Mas eu, não satisfeito com isso, levantei ainda mais o quadril dela e, sem me importar com o que tinha visto ela fazer há pouco, enfiei a língua no cu dela. Ela deu um pulo, deu para ver que a surpreendi, e disse: "Mas que amiguinho mais brincalhão me apareceu hoje. Olha como ele está comendo meu cu." Com as mãos, ela afastou as nádegas o máximo que podia e dizia: "Isso, amiguinho, enfia a língua bem fundo no cu, enfia tudo que cabe." Ela se contorcia em círculos para que minha língua entrasse ainda mais. Posso dizer que enfiava o máximo que conseguia. Nisso, ela me pegou pelas nádegas e me fez deitar por cima dela para ficarmos num 69, mas eu por cima. Continuei chupando a buceta dela com um pouco de dificuldade, mas agora eu estava gozando. mas sentindo como a Lorena enfiava minha pica dura até o fundo da garganta dela, e não satisfeita com isso, a putinha ainda tentava falar. Quando tirou a pica da boca, olhou pra câmera e disse: "eu adoro falar de boca cheia". Nisso, ela me deu uma lambida na racha do cu e eu pulei de susto, me endireitando na hora. Ela morrendo de rir falou: "não se assusta, pensei que você ia gostar que eu retribuísse o favor, mas se não quiser, aqui tem isso pra você se entreter". Ela ficou de quatro e abriu a bunda com as mãos. Eu peguei o recado na hora e quando fui meter, ela não deixou. Me passou uma camisinha e mandou eu colocar. Sinceramente, não ia recusar. Depois de colocar a camisinha, aí sim encostei a ponta da pica no cu dela e fui enfiando devagar até entrar tudo. Ela posou de novo pra câmera dizendo: "acabei de levar no cu e vocês não têm ideia do gostoso que é". E me perguntou na cara: "você gosta de me comer pelo cu? Fala pros amigos como é que meu cu tá". Eu não sabia o que dizer, mas isso não foi problema pra continuar metendo forte. Me deixei levar pela excitação e finalmente respondi: "que cu mais gostoso, cheira bem, tem um gosto bom e aperta gostoso. Essa rabuda tem uma buceta bem gulosa, tô com ela toda enfiada". Ela deu uma gargalhada, virou pra mim e disse: "que lindo, meu amiguinho, mas isso não é tudo. Olha o que tenho pra você". Nisso, ela abriu ainda mais as pernas, de quatro como estava, e começou a enfiar um dedo na buceta. Depois enfiou dois... três... quatro, enquanto eu via aquele espetáculo e não aguentei mais, gozei. Quando ela percebeu que eu tinha terminado, se virou e ficou de frente pra câmera, continuando a se masturbar com quase a mão inteira dentro da buceta. "Olhem, amigos, tudo que tenho pra vocês. Espero que continuem me acompanhando". E soltou um jato de gozo que quase acertou a tela do notebook. Na hora. Levantou e desligou tudo, dizendo: "Espero que tenha curtido seu presentinho." E verdade, eu tinha curtido pra caralho. O problema é que depois de ver ela jorrar aquela porra toda, a pica ficou dura de novo, e eu deixei ela saber, tocando nela. Ela caiu na risada e disse: "Então o amigo quer mais? Ainda bem que sua namorada chegou, porque com ela eu só resolvi com uma transa anal." Fiquei bem desiludido, mas pensei rápido. Quando vi que ela pegou uma toalha pra se limpar, falei: "Por favor, deixa eu te limpar, por favor, deixa eu fazer isso." Ela ficou me olhando em silêncio e disse: "Beleza, hoje é seu dia de sorte. Vou deixar você me limpar só porque o vídeo ficou muito bom." Ela se levantou na minha frente, eu me ajoelhei e comecei a lamber os restos de gozo que tinham escorrido pelas coxas dela. Ela apertou minha cabeça contra a buceta dela e abriu a xereca pra eu lamber cada cantinho, e eu agradecia passando a língua bem, bem devagar. Ela pegou minha mão direita e levou até o cu dela: "Mete os dedos no cu pra eu gozar mais rápido", disse. Fiz isso, enquanto lambia a buceta dela, enfiava e tirava dois dedos do cu. Fiquei assim uns cinco minutos até que ela jorrou outro pequeno jato de sucos na minha boca, e eu tomei tudo sem perder uma gota. Lorena se jogou de bruços na cama, me agradecendo pelo favor de limpar ela. Falei que tinha feito com o maior prazer e que tava à disposição sempre que precisasse de ajuda. Ela caiu na risada e disse que não queria problemas com a prima dela. Foi aí que ela vestiu uma toalha, eu fui tomar banho e, quando saí e me troquei, encontrei as duas primas morrendo de rir na sala... Continua.
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