A história que vou contar aconteceu no meu local de trabalho, no gabinete da minha juíza. Como vocês vão ver, trabalho na Justiça da Cidade. Me chamo Gonzalo, ela é uma juíza federal, 45 anos, alta, morena, com um corpo imponente, muito sensual pra se vestir e, acima de tudo, refinada — daquelas mulheres que quando você vê, pensa: "que pele gostosa", "que perfume delicioso", o que deve ser sentir ela.
Ficamos trabalhando até tarde por causa de uma busca que tínhamos feito. Ela me chama ao gabinete dela, só restavam ela, eu e um auxiliar. Ela diz pra mim: "Manda ele ir embora. Terminamos isso e vamos. Pode ficar mais um pouco." Minha resposta foi: "Claro, doutora." Aí ela fala: "Por favor, desce pra comprar algo pra beber, ainda temos um tempinho."
Fecho a porta do gabinete dela, desco, compro uma Coca Light e uns biscoitinhos. Quando volto pro escritório, só restávamos nós dois. Deixo as coisas no gabinete dela e ela pede: "Apaga tudo, vamos trabalhar daqui." Até aí, tudo normal, nada fora do comum ou do cotidiano desse trabalho.
Passaram uns minutos, eu estava meio nervoso. Embora fosse normal estar e trabalhar no gabinete dela, ela percebe e me pergunta: "Aconteceu alguma coisa?" Respondo: "Não, doutora. Foi um dia longo, tô sentindo cansaço." Ela me olha e diz: "É verdade, sei que às vezes exijo demais... mas você sabe que sou boa pessoa. Trabalhamos juntos há 5 anos e nunca tivemos uma conversa além do trabalho." Assinto com a cabeça, ela tem razão.
Era um dia especial pra mim, porque fazia 2 anos da morte do meu pai. Conto isso pra ela e ela nota como eu me quebro. Tenho muita dificuldade com o que aconteceu com meu velho. Ela percebe que minha voz falha, se aproxima, pega na minha mão e é como se me abraçasse contra ela. Meu coração batia a mil. Minha própria juíza me acariciando. Como eu disse antes, o perfume dela, o cheiro dela — uma mistura de excitação com o proibido começa a me pegar. Acho que no fundo ela nota meu nervosismo. Ela pergunta: "Você ficou vermelho? Nervoso? Além de ser sua chefe, sou uma mulher normal... tenho sentimentos.
Ela segura minhas mãos, tremia, se aproxima de mim — foi um segundo, mas pareceu uma eternidade... estávamos quase boca a boca. Olho pra ela, penso: é minha chance (se der errado, perco meu emprego). Olho, me aproximo mais da boca dela, beijo. Ela fica muda, sem palavras. Aí eu falo: "Desculpa, foi um impulso... não quis..." Ela me olha, se aproxima e diz: "Adorei, desejava sua boca." A gente se beija como loucos, sentia a excitação dela, ela a minha. Eu a coloco em cima da mesa, fico na frente dela... devagar, desabotoo a camisa dela, vejo aqueles peitos redondinhos e durinhos, como o mamilo dela endurece... começo a brincar com minha língua... eu explodia de tesão.
Continua... depende de vocês.
Ficamos trabalhando até tarde por causa de uma busca que tínhamos feito. Ela me chama ao gabinete dela, só restavam ela, eu e um auxiliar. Ela diz pra mim: "Manda ele ir embora. Terminamos isso e vamos. Pode ficar mais um pouco." Minha resposta foi: "Claro, doutora." Aí ela fala: "Por favor, desce pra comprar algo pra beber, ainda temos um tempinho."
Fecho a porta do gabinete dela, desco, compro uma Coca Light e uns biscoitinhos. Quando volto pro escritório, só restávamos nós dois. Deixo as coisas no gabinete dela e ela pede: "Apaga tudo, vamos trabalhar daqui." Até aí, tudo normal, nada fora do comum ou do cotidiano desse trabalho.
Passaram uns minutos, eu estava meio nervoso. Embora fosse normal estar e trabalhar no gabinete dela, ela percebe e me pergunta: "Aconteceu alguma coisa?" Respondo: "Não, doutora. Foi um dia longo, tô sentindo cansaço." Ela me olha e diz: "É verdade, sei que às vezes exijo demais... mas você sabe que sou boa pessoa. Trabalhamos juntos há 5 anos e nunca tivemos uma conversa além do trabalho." Assinto com a cabeça, ela tem razão.
Era um dia especial pra mim, porque fazia 2 anos da morte do meu pai. Conto isso pra ela e ela nota como eu me quebro. Tenho muita dificuldade com o que aconteceu com meu velho. Ela percebe que minha voz falha, se aproxima, pega na minha mão e é como se me abraçasse contra ela. Meu coração batia a mil. Minha própria juíza me acariciando. Como eu disse antes, o perfume dela, o cheiro dela — uma mistura de excitação com o proibido começa a me pegar. Acho que no fundo ela nota meu nervosismo. Ela pergunta: "Você ficou vermelho? Nervoso? Além de ser sua chefe, sou uma mulher normal... tenho sentimentos.
Ela segura minhas mãos, tremia, se aproxima de mim — foi um segundo, mas pareceu uma eternidade... estávamos quase boca a boca. Olho pra ela, penso: é minha chance (se der errado, perco meu emprego). Olho, me aproximo mais da boca dela, beijo. Ela fica muda, sem palavras. Aí eu falo: "Desculpa, foi um impulso... não quis..." Ela me olha, se aproxima e diz: "Adorei, desejava sua boca." A gente se beija como loucos, sentia a excitação dela, ela a minha. Eu a coloco em cima da mesa, fico na frente dela... devagar, desabotoo a camisa dela, vejo aqueles peitos redondinhos e durinhos, como o mamilo dela endurece... começo a brincar com minha língua... eu explodia de tesão.
Continua... depende de vocês.
7 comentários - Minha juíza: história proibida