CONTINUAÇÃO.
As semanas que se passaram depois daquele fim de semana lindo, onde eu tinha comido a Juli duas vezes, foram só aumentando a situação. A gente se via mais vezes durante a semana e, sem falta, todo sábado e domingo. No mínimo, a gente transava duas ou três vezes por semana. Se não era na minha casa, a gente ia pra algum motel. Pra ser sincero, a gente já tava namorando. Saía pra passear junto, praça, centro, acompanhava ela pra comprar roupa, tudo o que um casalzinho de namorados faz quando começa a se conhecer. As mensagens de texto eram milhões por dia. Não quero entrar em detalhes dessas três ou quatro semanas que passaram depois de transar pela primeira vez, só vou resumir que a Juli vinha muito em casa e as apresentações formais pros meus pais não deram pra evitar. No começo, ela era uma amiga, mas depois a minha mãe, fiel ao estilo dela, convidava ela pra jantar, tomar mate e essas coisas, até falar que adoraria que ela fosse a namorada do filho, coisa que a Juli respondia com gargalhadas. Mas a situação foi ficando clara até que na minha casa ela já era minha namorada e na casa dos pais dela eu também era o namorado dela.
Vou fazer um parágrafo separado pra facilitar a compreensão do leitor: no sexo, a Juli era totalmente diferente de qualquer garota. Ela ficava com tesão com uma facilidade impressionante e ficava louca pra levar pica e mais pica na buceta. Embora eu adorasse fazer oral nela e depois comer ela, até aquele momento ela nunca tinha feito oral em mim. No dia a dia, ela era uma garota totalmente normal, estudava, era de família boa, adorava sair pra passear comigo, que eu levasse ela pra jantar e tomar alguma coisa, tudo normal. Mas na hora de ficar entre quatro paredes, ela acendia igual uma caldeira. Ela amava sexo demais.
A relação com meu amigo não mudou em nada, só que agora a gente se via com menos frequência. Nunca teve clima ruim com ele. Ele entendeu minha situação de namorado da Juli e até... Ele segurou um pouco pra não fazer comentários sobre minha namorada atual, ele continuou comendo a Lorena de vez em quando, mas era só foda e nada mais, os dois tinham isso bem claro. A gente dividia umas cervejas de noite quando eu não tava com ela, e por motivos óbvios, as punhetas no meu quarto tinham parado. Mesmo assim, a gente se encontrava nos sábados e saía em quatro, já que com a Juli a gente saía de casal nas sextas. A verdade é que ficamos muito amigos os quatro, tanto eu com a Lore quanto o Rober com a Juli, muita, mas muita química mesmo, e a gente se divertia pra caralho os quatro.
Mês de fevereiro. Sexta-feira à noite com um calor do caralho. Meus pais iam sair à noite pro bingo de Lanús, onde encontravam os amigos e jantavam enquanto jogavam nas cartelas. Sempre que iam, não voltavam antes das três ou quatro da manhã. Eu tava com meu amigo tomando umas cervejas no quintal, sentados em cadeiras de descanso com uma mesinha de centro no meio, umas oito da noite. Meus pais deram tchau e foram embora, a noite tava perfeita. A Juli ia chegar umas nove e naquela noite a gente não planejava sair porque eu tava sem grana, o plano era pedir uma pizza e transar até cansar. A campainha tocou, a Juli tinha chegado um pouco antes e veio pro quintal com a gente. Ela tinha vindo com um short jeans azul claro justinho que só cobria as bandas da bunda e na frente tinha uns cortezinhos pequenos que mostravam as pernas, as canelas levemente douradas de sol, cabelo solto, uma camiseta e chinelos nos pés. Assim, simples, ela tava uma puta gostosa, o short estourava a bunda dela. Não tinha roupa que disfarçasse aquele rabo.
Rober — Como cê tá, anã? Tudo bem?
Juli — De boa, Rober. E vocês? Tão sofrendo, hein, haja.
Eu — Meu amor, te sirvo cerveja ou quer refrigerante?
Juli — Cerveja, lindo (me dando um selinho)
A noite foi passando com o Rober querendo nos deixar sozinhos pra gente jantar, mas nós dois insistimos pra ele ficar pra comer, e foi assim. As garrafas de cerveja que a gente bebeu foram mais do que o normal. conta, tava calor pra caralho e já era umas onze da noite quando a gente já tinha bebido bastante, num ritmo acelerado por causa do calor. A gente não parava de conversar e morrer de rir, já meio altinhos. Juli toda hora me dava um beijo na boca que cada vez era mais safadinho.
Rober- Bom, eu já vou indo pra casa, porque tô vendo que vocês tão cada vez mais agarradinhos e não quero ser o corno aqui, ainda mais que sua amiguinha (falando da Lorena) hoje me deixou na mão...
Juli- haha...seu bobo, Rober...certeza que você tem alguma mina por aí...
Eu- Que corno, mano, tudo de boa, toma mais uma e depois se você vazar...hahaha
Rober- haha...quem me dera ter um rabo disponível, naaah, tô sozinho e sem um puto essa noite ha...
Juli- aiiii nenê, como você vai falar "rabo"....fala de outro jeito haha...
Nisso Juli levanta pra ir no banheiro, Rober colou os olhos na bunda da minha mina até ela sumir de vista. A conversa tava indo pro lado sexual, e eu já sentia um tesão, uma vontade de pegar a Juli. Meu amigo me olha e fala:
Rober- Javi, sabe que somos irmãos, porra, e com todo respeito, mano, que pedaço de buceta que sua mina tem haha, não esquenta com o que eu tô falando, mas te invejo de boa, hein...não vai ficar com ciúme do que eu falei, hein...haha
Eu- haha...você é um filho da puta...naaah, não esquento, tudo de boa, mano, se você deu em cima dela de todo jeito e levou um fora, mas a gente tá bem pra caralho, e você sabe que nunca fui ciumento. E pra te deixar pior, com maldade eu te falo: você não sabe como ela é de fio dental...
Rober- Nããão, filho da puta, não me fala isso hahaha (segurando o pacote)
Eu- Mas não pode passar do limite, sabe, porque eu te encho de porrada...
Rober- Eeei...mano, não aguenta um comentário haha
Essa conversa era normal entre a gente, falar assim de mulher, apesar de que fazia um tempo que ele não fazia comentários sobre minha mina. Eu, juro, não me incomodava ouvindo isso da boca dele, porque eu sabia e conhecia ele, o Rober era capaz de olhar pra bunda da própria irmã e ficar de pau duro, já conhecia ele bem demais. Nisso a Juli volta do banheiro e, falando que a mesinha de centro tava uma bagunça, começa a arrumar um pouco e pegar outra cerveja, mas quando se abaixa, primeiro do meu lado e depois do lado do Rober, mostrando aquela bunda enorme que já tava subindo minha pica... a gente se olhou, eu e meu amigo, e na hora...
Rober: hahahahahahahahahaha
Eu: hahahahahahahahahaha
Juli: Do que vocês tão rindo... tão rindo de mim? O que que eu tenho...?
Eu, não sei por que, soltei a franga, e com uns copos a mais...
Eu: Esse arrombado aqui tá olhando sua bunda, porra, por que não veste outra coisa? Não vê que ele tá todo tarado e não tem onde descarregar? hahahaha
Rober: haha... não, anã, não acredita nele haha... sério... hahaha
Juli: Eiii... (batendo no braço do Rober) sem noção... é melhor tu vazar, vacilão (batendo de novo entre risadas)
Rober: Não é como ele tá falando... só falei sutilmente que eu tinha te comido... hahaha
Eu: haha... filho da puta... você me disse que a Juli tem uma bunda linda... hahaha
Juli: haha... vocês dois são uns idiotas... uns punheteiros... (levando as coisas pra cozinha e, quando volta com outra cerveja)
Juli: Pra vocês saberem, sempre fui invejada na escola pelas minhas amigas por causa da minha bunda, e não é por me achar, hein... mas muitos caras me seguiam... haha
Eu: E como não iam te seguir, se você é uma gostosa, bebê?
Rober: Javi, você não devia deixar ela usar umas roupas tão apertadas, porra... agora ela é sua namorada... que se cubra um pouco mais... haha
Juli: Nem louca... adoro andar apertada hahaha... o que é bonito tem que ser mostrado... ou não?
Rober: É, não liga pra mim... mostra tudo o que quiser hahaha
Javi: Eu não me importo que você mostre... e agora, falando de outra coisa, Rober, por que você não vai indo pra sua casa? haha
Rober: Beleza Pô...fala com mais malícia, vou embora, mas deixa a Juli se exibir mais um pouco antes de eu ir, assim eu levo uma lembrancinha...hahaha
Juli- hahahaha, você é um idiota do caralho, Rober...vaza logo...
Meu amigo se despediu e foi embora depois de fazer as últimas provocações típicas dele. Com a Juli, limpamos tudo e fomos pro meu quarto. Era quase uma da manhã. Assim que entramos, ela falou:
Juli- amor...fala a verdade, antes de ficar comigo, vocês batiam uma aqui, né?
Eu- haha...por que você puxou esse assunto?
Juli- Fala, bobinho, não me incomoda você contar, mas vocês pareciam uns punheteiros antes de me conhecer, hahaha
Eu- E sim, o que você quer que eu diga, às vezes a gente se distraía vendo alguma coisa quando não tinha com quem brincar, mas agora tenho você (falei abraçando ela e segurando a bunda dela com as mãos)
Juli- quero ver...
Eu- Ver o quê..?
Juli- Quero que a gente veja porno juntos pra ficarmos bem excitados (olhando nos meus olhos e fazendo voz de safada)
Não consigo explicar o quanto aquela confissão me deixou louco, repito que não era nada normal, a Juli era super direta pra pedir o que queria, ia na lata, o oposto de qualquer mina da idade dela, tava me dizendo sem problemas que queria ver porno comigo, uma situação morbidamente excitante. Nosso relacionamento era de namorados totalmente normais, mas na cama o sexo não era com amor e paixão, nós dois estávamos gostando cada vez mais da putaria. Liguei o PC em segundos, tirei a roupa e fiquei de cueca, arrumei uma espécie de banquinho sem encosto que tenho, sentei e enquanto procuro um site de vídeos, vejo ela tirar o short e a camiseta, ela tava com uma tanga branca de renda impressionante, bem fina atrás e na frente a renda deixava a gente com vontade de ver a buceta dela, ela senta no mesmo banquinho na minha frente, de costas pra mim, e apoia aquelas nádegas generosas no meu pau que já tava durasso. Os vídeos começaram a rolar, boquetes, bucetas, paus... descomunais, pretos, anais. trios, de tudo, meia hora mais ou menos e enquanto a gente olhava, minha mão tava dentro da calcinha dela, masturbando devagar, bem lento, e com a buceta já toda melada, molhadona e escorregadia, eu falava no ouvido dela, com voz de fogo:
Eu - Você também é uma punheteira, hein? Gosta de ver porno, né?
Juli - ahhh... siiiim... desde os 15 anos que vejo porno e adoro, love... te incomoda?
Eu - Adoro, bebê, você é a namorada perfeita... gosta de ver pica, né? Te deixa toda molhada... (enquanto meu dedo brincava bem devagar naquele clitóris)
Juli - aí... do jeito que você me toca... isso tá me enlouquecendoooo (gemidos)
Eu - Por isso que você fica mostrando essa raba gostosa que tem, porque você é muito safada e adora provocar... como vou te comer... me deixa louco...
Juli - siim... adoro que olhem minha raba... me excita... mas pra você me comer depois, love...
Nisso, aparece na tela um cara com uma pica enorme enfiando no cu de uma gostosa de rabão, ela gritava e gritava na tela... meus dedos sentiam a buceta da Juli ficando cada vez mais melada... eu tava com a pica dura que nem pedra no Natal
Eu - Olha... assim que quero arrebentar esse seu cuzinho... vou destruir tudo...
Juli - ahahhh... tô muito molhada... mas sou virgem lá e ainda não tenho coragem... ahhhh siim me tocaaa...
Eu - quero que você chupe minha pica... agora... quero que chupe toda com essa boquinha linda que você tem...
Juli - Nunca chupei pica de ninguém, love...
Viro ela... assim sentada como tava e tiro a cueca, olho na cara dela e ela faz o mesmo, a cara dela era séria mas ao mesmo tempo de muito tesão, pegou minha pica com a mão e levou até a boca, ela continuava me olhando, séria
Eu - Abre a boca... chupa...
Ela abriu a boca me olhando nos olhos mas ficou parada, encostei minha pica bem dura na boquinha da minha namorada de só 18 aninhos, apoiei a cabeça da pica nos lábios e só enfiava bem devagar a cabeça, entrando e saindo, era terrivelmente excitante ver aquela carinha de menina e aqueles lábios carnudos roçando minha pica, tava muito gostosa, peguei ela pelo rosto e cada vez ia enfiando mais a rola na boca dela, vejo ela abrir as pernas, uma mão dela enfia dentro da calcinha, ela se masturbava enquanto eu comia a boca dela, cada vez mais fundo era a invasão na boca dela até chegar no ponto de quase enfiar inteira, tirei devagar e pude ver minha pica brilhando de saliva...a boca dela tava aberta e cheia de baba..
Eu - Tá gostando...?
Juli - ahããã siiiim...continua...
Retomei a tarefa, o fato de estar comendo aquela boca quentinha tava me deixando louco e eu não queria gozar ainda...continuei comendo a boca dela por mais um tempo até que tirei e beijei ela bem pornograficamente, mando ela levantar e tiro a calcinha fio dental, viro ela, ela empina a bunda pra trás de leve, ela fixou o olhar na tela que ainda mostrava a submissão anal daquela atriz gostosa de rabão, me agachei atrás e a cena era ela vendo pornô e eu chupando a buceta dela agachado atrás dela...percorria com toda a extensão da minha língua cada cantinho daquela buceta molhada, molhei a cara inteira com aquele melzinho gostoso e de cheiro viciante, peguei cada nádega dela e separei, não consigo explicar a perfeição do furinho do cu dela, bem fechadinho e da cor da pele, levei a ponta da língua até ele e comecei a fazer movimentos circulares pequenos com a língua no furinho do cu, não minto que sentia as pernas dela tremendo, chupei muito o cu dela, cada vez mais, fazendo pressãozinhas como se quisesse entrar naquele lugar virgem, que gostoso que tava o cu dela pelo amor de deus, já não aguentava mais, levantei e sem me importar nem um pouco de ter esquecido de comprar camisinha, penetrei devagar pela buceta dela...peguei a cintura dela com força e comia devagar...ela também não falou nada absolutamente nada de não ter a camisinha colocada, o tesão do momento não deixava pensar
Eu- ahhh que gostosa você tem a buceta meu amoooor....que tesão me deu tudo isso.....
Juli- ahaha siiiim....me come a vida toda....amo transaarrr....quero que você me coma o tempo inteirooo....
Eu- Vou te comer bem forte.....você gosta de deixar os homens com tesão né..? Gosta que todo mundo queira te comer...? Eu vou te comer por todos
Juli- ahaha....cê é um safado....me dá um tesão danado com o que você falaaa...
Eu- Olha....olha a rola na tela....fica com mais tesão ainda....
Aí a penetração ficou mais violenta, não era um ritmo constante, mas ele tirava devagar e metia forte, batendo com força na bunda dela cada vez que entrava....
Juli- ahhhh...ahhhhh.....ahhhh....você tá me matandooo....
Eu- Isso é por você ficar mostrando a raba e deixando todo mundo com tesão.....toma...toma rola...toma....
A penetração pegou o ritmo e já se ouvia o ploc ploc ploc da bunda dela na minha rola....eu tava comendo ela com muita força e velocidade, segurando ela bem forte pelo quadril, tava enchendo ela de porrada de pica,
Juli- ah ah sim me dá mais forte...mais...mais...me dá rola papai...mais me come...me comeeee
Eu- ahh....sabe o que vou fazer agora.....vou encher sua bunda de porra....vou banhar ela inteira com toda minha porra porque não aguento mais....toma rola..toma toma toma tomaaaaaaaaaaa
Juli- ahhhhhhhhhhhhh to tendo um or...gas...moooo in...crí...velllllll
Bem quando ouvi essas palavras da boca dela, meti quatro cinco seis porradas de pica muito muito fortes, minhas pernas tremeram pra caralho, tirei a rola vermelha de tanta fricção naquela buceta apertada e sujei a bunda dela por completo, seis ou sete jatos de porra branca, grossa e quente saíram com força da minha rola, os dois primeiros foram nas costas e cabelo dela....o resto banhou toda a fenda da bunda dela, sujei ela inteira, via como a porra tinha manchado tudo o buraco do cu dela e escorregava pra dentro da buceta recém-penetrada, ela tinha ficado toda trêmula do orgasmo que teve e gemendo ao sentir cada jato de porra bater no corpo dela, de longe a melhor foda que a gente já tinha tido até aquele momento... a gente tava todo molhado de suor, exaustos... Assim, nossa relação tava se transformando um pouco. Vida normal de namorados, mas na cama cada vez mais a putaria tomava conta da gente... CONTINUA.
As semanas que se passaram depois daquele fim de semana lindo, onde eu tinha comido a Juli duas vezes, foram só aumentando a situação. A gente se via mais vezes durante a semana e, sem falta, todo sábado e domingo. No mínimo, a gente transava duas ou três vezes por semana. Se não era na minha casa, a gente ia pra algum motel. Pra ser sincero, a gente já tava namorando. Saía pra passear junto, praça, centro, acompanhava ela pra comprar roupa, tudo o que um casalzinho de namorados faz quando começa a se conhecer. As mensagens de texto eram milhões por dia. Não quero entrar em detalhes dessas três ou quatro semanas que passaram depois de transar pela primeira vez, só vou resumir que a Juli vinha muito em casa e as apresentações formais pros meus pais não deram pra evitar. No começo, ela era uma amiga, mas depois a minha mãe, fiel ao estilo dela, convidava ela pra jantar, tomar mate e essas coisas, até falar que adoraria que ela fosse a namorada do filho, coisa que a Juli respondia com gargalhadas. Mas a situação foi ficando clara até que na minha casa ela já era minha namorada e na casa dos pais dela eu também era o namorado dela.
Vou fazer um parágrafo separado pra facilitar a compreensão do leitor: no sexo, a Juli era totalmente diferente de qualquer garota. Ela ficava com tesão com uma facilidade impressionante e ficava louca pra levar pica e mais pica na buceta. Embora eu adorasse fazer oral nela e depois comer ela, até aquele momento ela nunca tinha feito oral em mim. No dia a dia, ela era uma garota totalmente normal, estudava, era de família boa, adorava sair pra passear comigo, que eu levasse ela pra jantar e tomar alguma coisa, tudo normal. Mas na hora de ficar entre quatro paredes, ela acendia igual uma caldeira. Ela amava sexo demais.
A relação com meu amigo não mudou em nada, só que agora a gente se via com menos frequência. Nunca teve clima ruim com ele. Ele entendeu minha situação de namorado da Juli e até... Ele segurou um pouco pra não fazer comentários sobre minha namorada atual, ele continuou comendo a Lorena de vez em quando, mas era só foda e nada mais, os dois tinham isso bem claro. A gente dividia umas cervejas de noite quando eu não tava com ela, e por motivos óbvios, as punhetas no meu quarto tinham parado. Mesmo assim, a gente se encontrava nos sábados e saía em quatro, já que com a Juli a gente saía de casal nas sextas. A verdade é que ficamos muito amigos os quatro, tanto eu com a Lore quanto o Rober com a Juli, muita, mas muita química mesmo, e a gente se divertia pra caralho os quatro.
Mês de fevereiro. Sexta-feira à noite com um calor do caralho. Meus pais iam sair à noite pro bingo de Lanús, onde encontravam os amigos e jantavam enquanto jogavam nas cartelas. Sempre que iam, não voltavam antes das três ou quatro da manhã. Eu tava com meu amigo tomando umas cervejas no quintal, sentados em cadeiras de descanso com uma mesinha de centro no meio, umas oito da noite. Meus pais deram tchau e foram embora, a noite tava perfeita. A Juli ia chegar umas nove e naquela noite a gente não planejava sair porque eu tava sem grana, o plano era pedir uma pizza e transar até cansar. A campainha tocou, a Juli tinha chegado um pouco antes e veio pro quintal com a gente. Ela tinha vindo com um short jeans azul claro justinho que só cobria as bandas da bunda e na frente tinha uns cortezinhos pequenos que mostravam as pernas, as canelas levemente douradas de sol, cabelo solto, uma camiseta e chinelos nos pés. Assim, simples, ela tava uma puta gostosa, o short estourava a bunda dela. Não tinha roupa que disfarçasse aquele rabo.
Rober — Como cê tá, anã? Tudo bem?
Juli — De boa, Rober. E vocês? Tão sofrendo, hein, haja.
Eu — Meu amor, te sirvo cerveja ou quer refrigerante?
Juli — Cerveja, lindo (me dando um selinho)
A noite foi passando com o Rober querendo nos deixar sozinhos pra gente jantar, mas nós dois insistimos pra ele ficar pra comer, e foi assim. As garrafas de cerveja que a gente bebeu foram mais do que o normal. conta, tava calor pra caralho e já era umas onze da noite quando a gente já tinha bebido bastante, num ritmo acelerado por causa do calor. A gente não parava de conversar e morrer de rir, já meio altinhos. Juli toda hora me dava um beijo na boca que cada vez era mais safadinho.
Rober- Bom, eu já vou indo pra casa, porque tô vendo que vocês tão cada vez mais agarradinhos e não quero ser o corno aqui, ainda mais que sua amiguinha (falando da Lorena) hoje me deixou na mão...
Juli- haha...seu bobo, Rober...certeza que você tem alguma mina por aí...
Eu- Que corno, mano, tudo de boa, toma mais uma e depois se você vazar...hahaha
Rober- haha...quem me dera ter um rabo disponível, naaah, tô sozinho e sem um puto essa noite ha...
Juli- aiiii nenê, como você vai falar "rabo"....fala de outro jeito haha...
Nisso Juli levanta pra ir no banheiro, Rober colou os olhos na bunda da minha mina até ela sumir de vista. A conversa tava indo pro lado sexual, e eu já sentia um tesão, uma vontade de pegar a Juli. Meu amigo me olha e fala:
Rober- Javi, sabe que somos irmãos, porra, e com todo respeito, mano, que pedaço de buceta que sua mina tem haha, não esquenta com o que eu tô falando, mas te invejo de boa, hein...não vai ficar com ciúme do que eu falei, hein...haha
Eu- haha...você é um filho da puta...naaah, não esquento, tudo de boa, mano, se você deu em cima dela de todo jeito e levou um fora, mas a gente tá bem pra caralho, e você sabe que nunca fui ciumento. E pra te deixar pior, com maldade eu te falo: você não sabe como ela é de fio dental...
Rober- Nããão, filho da puta, não me fala isso hahaha (segurando o pacote)
Eu- Mas não pode passar do limite, sabe, porque eu te encho de porrada...
Rober- Eeei...mano, não aguenta um comentário haha
Essa conversa era normal entre a gente, falar assim de mulher, apesar de que fazia um tempo que ele não fazia comentários sobre minha mina. Eu, juro, não me incomodava ouvindo isso da boca dele, porque eu sabia e conhecia ele, o Rober era capaz de olhar pra bunda da própria irmã e ficar de pau duro, já conhecia ele bem demais. Nisso a Juli volta do banheiro e, falando que a mesinha de centro tava uma bagunça, começa a arrumar um pouco e pegar outra cerveja, mas quando se abaixa, primeiro do meu lado e depois do lado do Rober, mostrando aquela bunda enorme que já tava subindo minha pica... a gente se olhou, eu e meu amigo, e na hora...
Rober: hahahahahahahahahaha
Eu: hahahahahahahahahaha
Juli: Do que vocês tão rindo... tão rindo de mim? O que que eu tenho...?
Eu, não sei por que, soltei a franga, e com uns copos a mais...
Eu: Esse arrombado aqui tá olhando sua bunda, porra, por que não veste outra coisa? Não vê que ele tá todo tarado e não tem onde descarregar? hahahaha
Rober: haha... não, anã, não acredita nele haha... sério... hahaha
Juli: Eiii... (batendo no braço do Rober) sem noção... é melhor tu vazar, vacilão (batendo de novo entre risadas)
Rober: Não é como ele tá falando... só falei sutilmente que eu tinha te comido... hahaha
Eu: haha... filho da puta... você me disse que a Juli tem uma bunda linda... hahaha
Juli: haha... vocês dois são uns idiotas... uns punheteiros... (levando as coisas pra cozinha e, quando volta com outra cerveja)
Juli: Pra vocês saberem, sempre fui invejada na escola pelas minhas amigas por causa da minha bunda, e não é por me achar, hein... mas muitos caras me seguiam... haha
Eu: E como não iam te seguir, se você é uma gostosa, bebê?
Rober: Javi, você não devia deixar ela usar umas roupas tão apertadas, porra... agora ela é sua namorada... que se cubra um pouco mais... haha
Juli: Nem louca... adoro andar apertada hahaha... o que é bonito tem que ser mostrado... ou não?
Rober: É, não liga pra mim... mostra tudo o que quiser hahaha
Javi: Eu não me importo que você mostre... e agora, falando de outra coisa, Rober, por que você não vai indo pra sua casa? haha
Rober: Beleza Pô...fala com mais malícia, vou embora, mas deixa a Juli se exibir mais um pouco antes de eu ir, assim eu levo uma lembrancinha...hahaha
Juli- hahahaha, você é um idiota do caralho, Rober...vaza logo...
Meu amigo se despediu e foi embora depois de fazer as últimas provocações típicas dele. Com a Juli, limpamos tudo e fomos pro meu quarto. Era quase uma da manhã. Assim que entramos, ela falou:
Juli- amor...fala a verdade, antes de ficar comigo, vocês batiam uma aqui, né?
Eu- haha...por que você puxou esse assunto?
Juli- Fala, bobinho, não me incomoda você contar, mas vocês pareciam uns punheteiros antes de me conhecer, hahaha
Eu- E sim, o que você quer que eu diga, às vezes a gente se distraía vendo alguma coisa quando não tinha com quem brincar, mas agora tenho você (falei abraçando ela e segurando a bunda dela com as mãos)
Juli- quero ver...
Eu- Ver o quê..?
Juli- Quero que a gente veja porno juntos pra ficarmos bem excitados (olhando nos meus olhos e fazendo voz de safada)
Não consigo explicar o quanto aquela confissão me deixou louco, repito que não era nada normal, a Juli era super direta pra pedir o que queria, ia na lata, o oposto de qualquer mina da idade dela, tava me dizendo sem problemas que queria ver porno comigo, uma situação morbidamente excitante. Nosso relacionamento era de namorados totalmente normais, mas na cama o sexo não era com amor e paixão, nós dois estávamos gostando cada vez mais da putaria. Liguei o PC em segundos, tirei a roupa e fiquei de cueca, arrumei uma espécie de banquinho sem encosto que tenho, sentei e enquanto procuro um site de vídeos, vejo ela tirar o short e a camiseta, ela tava com uma tanga branca de renda impressionante, bem fina atrás e na frente a renda deixava a gente com vontade de ver a buceta dela, ela senta no mesmo banquinho na minha frente, de costas pra mim, e apoia aquelas nádegas generosas no meu pau que já tava durasso. Os vídeos começaram a rolar, boquetes, bucetas, paus... descomunais, pretos, anais. trios, de tudo, meia hora mais ou menos e enquanto a gente olhava, minha mão tava dentro da calcinha dela, masturbando devagar, bem lento, e com a buceta já toda melada, molhadona e escorregadia, eu falava no ouvido dela, com voz de fogo:
Eu - Você também é uma punheteira, hein? Gosta de ver porno, né?
Juli - ahhh... siiiim... desde os 15 anos que vejo porno e adoro, love... te incomoda?
Eu - Adoro, bebê, você é a namorada perfeita... gosta de ver pica, né? Te deixa toda molhada... (enquanto meu dedo brincava bem devagar naquele clitóris)
Juli - aí... do jeito que você me toca... isso tá me enlouquecendoooo (gemidos)
Eu - Por isso que você fica mostrando essa raba gostosa que tem, porque você é muito safada e adora provocar... como vou te comer... me deixa louco...
Juli - siim... adoro que olhem minha raba... me excita... mas pra você me comer depois, love...
Nisso, aparece na tela um cara com uma pica enorme enfiando no cu de uma gostosa de rabão, ela gritava e gritava na tela... meus dedos sentiam a buceta da Juli ficando cada vez mais melada... eu tava com a pica dura que nem pedra no Natal
Eu - Olha... assim que quero arrebentar esse seu cuzinho... vou destruir tudo...
Juli - ahahhh... tô muito molhada... mas sou virgem lá e ainda não tenho coragem... ahhhh siim me tocaaa...
Eu - quero que você chupe minha pica... agora... quero que chupe toda com essa boquinha linda que você tem...
Juli - Nunca chupei pica de ninguém, love...
Viro ela... assim sentada como tava e tiro a cueca, olho na cara dela e ela faz o mesmo, a cara dela era séria mas ao mesmo tempo de muito tesão, pegou minha pica com a mão e levou até a boca, ela continuava me olhando, séria
Eu - Abre a boca... chupa...
Ela abriu a boca me olhando nos olhos mas ficou parada, encostei minha pica bem dura na boquinha da minha namorada de só 18 aninhos, apoiei a cabeça da pica nos lábios e só enfiava bem devagar a cabeça, entrando e saindo, era terrivelmente excitante ver aquela carinha de menina e aqueles lábios carnudos roçando minha pica, tava muito gostosa, peguei ela pelo rosto e cada vez ia enfiando mais a rola na boca dela, vejo ela abrir as pernas, uma mão dela enfia dentro da calcinha, ela se masturbava enquanto eu comia a boca dela, cada vez mais fundo era a invasão na boca dela até chegar no ponto de quase enfiar inteira, tirei devagar e pude ver minha pica brilhando de saliva...a boca dela tava aberta e cheia de baba..
Eu - Tá gostando...?
Juli - ahããã siiiim...continua...
Retomei a tarefa, o fato de estar comendo aquela boca quentinha tava me deixando louco e eu não queria gozar ainda...continuei comendo a boca dela por mais um tempo até que tirei e beijei ela bem pornograficamente, mando ela levantar e tiro a calcinha fio dental, viro ela, ela empina a bunda pra trás de leve, ela fixou o olhar na tela que ainda mostrava a submissão anal daquela atriz gostosa de rabão, me agachei atrás e a cena era ela vendo pornô e eu chupando a buceta dela agachado atrás dela...percorria com toda a extensão da minha língua cada cantinho daquela buceta molhada, molhei a cara inteira com aquele melzinho gostoso e de cheiro viciante, peguei cada nádega dela e separei, não consigo explicar a perfeição do furinho do cu dela, bem fechadinho e da cor da pele, levei a ponta da língua até ele e comecei a fazer movimentos circulares pequenos com a língua no furinho do cu, não minto que sentia as pernas dela tremendo, chupei muito o cu dela, cada vez mais, fazendo pressãozinhas como se quisesse entrar naquele lugar virgem, que gostoso que tava o cu dela pelo amor de deus, já não aguentava mais, levantei e sem me importar nem um pouco de ter esquecido de comprar camisinha, penetrei devagar pela buceta dela...peguei a cintura dela com força e comia devagar...ela também não falou nada absolutamente nada de não ter a camisinha colocada, o tesão do momento não deixava pensar
Eu- ahhh que gostosa você tem a buceta meu amoooor....que tesão me deu tudo isso.....
Juli- ahaha siiiim....me come a vida toda....amo transaarrr....quero que você me coma o tempo inteirooo....
Eu- Vou te comer bem forte.....você gosta de deixar os homens com tesão né..? Gosta que todo mundo queira te comer...? Eu vou te comer por todos
Juli- ahaha....cê é um safado....me dá um tesão danado com o que você falaaa...
Eu- Olha....olha a rola na tela....fica com mais tesão ainda....
Aí a penetração ficou mais violenta, não era um ritmo constante, mas ele tirava devagar e metia forte, batendo com força na bunda dela cada vez que entrava....
Juli- ahhhh...ahhhhh.....ahhhh....você tá me matandooo....
Eu- Isso é por você ficar mostrando a raba e deixando todo mundo com tesão.....toma...toma rola...toma....
A penetração pegou o ritmo e já se ouvia o ploc ploc ploc da bunda dela na minha rola....eu tava comendo ela com muita força e velocidade, segurando ela bem forte pelo quadril, tava enchendo ela de porrada de pica,
Juli- ah ah sim me dá mais forte...mais...mais...me dá rola papai...mais me come...me comeeee
Eu- ahh....sabe o que vou fazer agora.....vou encher sua bunda de porra....vou banhar ela inteira com toda minha porra porque não aguento mais....toma rola..toma toma toma tomaaaaaaaaaaa
Juli- ahhhhhhhhhhhhh to tendo um or...gas...moooo in...crí...velllllll
Bem quando ouvi essas palavras da boca dela, meti quatro cinco seis porradas de pica muito muito fortes, minhas pernas tremeram pra caralho, tirei a rola vermelha de tanta fricção naquela buceta apertada e sujei a bunda dela por completo, seis ou sete jatos de porra branca, grossa e quente saíram com força da minha rola, os dois primeiros foram nas costas e cabelo dela....o resto banhou toda a fenda da bunda dela, sujei ela inteira, via como a porra tinha manchado tudo o buraco do cu dela e escorregava pra dentro da buceta recém-penetrada, ela tinha ficado toda trêmula do orgasmo que teve e gemendo ao sentir cada jato de porra bater no corpo dela, de longe a melhor foda que a gente já tinha tido até aquele momento... a gente tava todo molhado de suor, exaustos... Assim, nossa relação tava se transformando um pouco. Vida normal de namorados, mas na cama cada vez mais a putaria tomava conta da gente... CONTINUA.
10 comentários - Cuck: A Origem IV. Porno.