Cuck. A Origem. IV. Pornô.

CONTINUAÇÃO.

As semanas que se passaram depois daquele fim de semana lindo, onde eu tinha comido a Juli duas vezes, foram só aumentando a situação. A gente se via mais vezes de segunda a sexta e, sem falta, todo sábado e domingo. No mínimo, a gente transava duas ou três vezes por semana. Se não era na minha casa, a gente ia pra algum motel. Pra ser sincero, a gente já tava namorando. Saía pra passear junto, praça, centro, acompanhava ela pra comprar roupa, tudo o que um casalzinho de namorados faz assim que se conhece. As mensagens de texto eram milhões por dia. Não quero entrar em tanto detalhe dessas três ou quatro semanas que passaram depois de transar pela primeira vez, só vou resumir que a Juli vinha muito em casa e as apresentações de praxe pros meus pais não deram pra evitar. No começo, era uma amiga, mas depois a minha mãe, fiel ao estilo dela, convidava ela pra jantar, tomar mate e essas coisas, até falar que adoraria que ela fosse a namorada do filho, coisa que a Juli respondia com gargalhadas. Mas, enfim, a situação foi ficando clara até que na minha casa ela já era minha namorada e na casa dos pais dela, eu também era o namorado dela.

Vou fazer um parágrafo à parte pra melhor compreensão do leitor: no assunto sexo, a Juli era totalmente diferente de qualquer garota. Ela ficava com tesão com uma facilidade impressionante e ficava louca pra levar pica e mais pica na buceta. Embora eu adorasse fazer sexo oral nela e depois comer ela, até aquele momento ela nunca tinha feito sexo oral em mim. No dia a dia, era uma garota totalmente normal, estudava, de família boa, adorava sair pra passear comigo, que eu levasse ela pra jantar e tomar alguma coisa, tudo normal. Mas na hora de ficar entre quatro paredes, ela acendia como uma caldeira. Ela amava sexo demais.

A relação com meu amigo não tinha mudado em nada, só que agora a gente se via com menos frequência. Nunca teve clima ruim com ele, ele entendeu minha situação de namorado da Juli e até... Ele segurou um pouco pra não fazer comentários sobre minha namorada atual. Ele continuou comendo a Lorena de vez em quando, mas era só foda e nada mais, os dois tinham isso bem claro. A gente dividia umas cervejas de noite quando eu não tava com ela, e por motivos óbvios, as punhetas no meu quarto tinham parado. Mesmo assim, a gente se encontrava nos sábados e saía em quatro, já que com a Juli a gente saía de casal nas sextas. A verdade é que viramos muito amigos os quatro, tanto eu com a Lore quanto o Rober com a Juli, uma puta sintonia, e a gente se divertia pra caralho junto.

Mês de fevereiro. Sexta-feira à noite, um calor do caralho. Meus pais iam sair pra jogar bingo em Lanús, onde encontravam os amigos e jantavam enquanto marcavam as cartelas. Sempre que iam, não voltavam antes das três ou quatro da manhã. Eu tava com meu amigo tomando umas cervejas no quintal, sentados em cadeiras de praia com uma mesinha de centro no meio, umas oito da noite. Meus pais deram tchau e foram embora, a noite tava perfeita. A Juli ia chegar umas nove e naquela noite a gente não ia sair porque eu tava sem grana, o plano era pedir uma pizza e transar até cansar. Toca a campainha de casa, a Juli tinha chegado um pouco antes e veio pro quintal com a gente. Ela tinha vindo com um short jeans azul claro justinho que só cobria as bandas da bunda e na frente tinha uns cortes pequenos que mostravam as pernas, as canelas levemente douradas de sol, cabelo solto, uma camiseta e chinelos nos pés. Assim, simples, tava uma puta gostosa, o short estourava a raba dela. Não tinha roupa que disfarçasse aquela bunda.

Rober — E aí, anã? Tudo bem?

Juli — De boa, Rober. E vocês? Tão sofrendo, hein, haja.

Eu — Meu amor, te sirvo cerveja ou quer refrigerante?

Juli — Cerveja, lindo (me dando um selinho).

A noite foi passando, o Rober querendo nos deixar sozinhos pra gente jantar, mas nós dois insistimos pra ele ficar pra comer. E foi assim, as garrafas de cerveja que a gente bebeu foram mais do que conta, tava calor pra caralho e já era umas onze da noite quando a gente já tinha bebido bastante, num ritmo acelerado por causa do calor. A gente não parava de conversar e dar risada, já meio altinhos. Juli, de vez em quando, me dava um beijo na boca que cada vez era mais safadinho.

Rober- Bom, eu já vou indo pra casa, porque tô vendo que vocês tão cada vez mais agarradinhos e não quero ser o terceiro aqui, ainda mais que sua amiguinha (falando da Lorena) hoje me deixou na mão...

Juli- haha... seu bobo, Rober... com certeza você tem alguma mina por aí...

Eu- Que terceiro, porra, tudo bem, a gente toma mais uma e depois você vaza... hahaha

Rober- haha... Quem me dera ter um rabo disponível, naaa, tô sozinho e sem grana essa noite ha...

Juli- aiiii nenê, como você vai falar "rabo"... fala de outro jeito haha...

Nisso, Juli levanta pra ir no banheiro, Rober colou os olhos na bunda da minha mina até ela sumir de vista. A conversa tava indo pro lado sexual, e eu já tava sentindo um tesão, uma vontade de pegar a Juli. Meu amigo me olha e fala:

Rober- Javi, você sabe que somos irmãos, porra, e com todo respeito, mano, que pedaço de bunda que sua namorada tem ha, não fica puto com o que eu tô falando, mas te invejo de boa, hein... não vai ficar com ciúme do que eu falei, hein... haha

Eu- haha... seu filho da puta... não, não fico puto, tudo bem, porra, se você deu em cima dela de todos os jeitos e levou um fora, mas a gente tá super bem juntos, e você sabe que nunca fui ciumento, e pra te deixar pior e com maldade eu te falo... você não sabe como ela é de fio dental...

Rober- Nããão, filho da puta, não me fala isso hahaha (segurando o pacote)

Eu- Mas não pode passar do limite, sabia, porque senão te encho de porrada...

Rober- Eeei... porra, não aguenta um comentário haha

Essa conversa era normal entre a gente, falar assim de mulher, apesar de que fazia um tempo que ele não fazia comentários sobre minha mina. Eu, juro, não me incomodava ouvindo isso da boca dele, porque eu sabia e conhecia ele, o Rober era capaz de olhar pra bunda da própria irmã e ficar de pau duro, já conhecia ele bem demais. Nisso, a Juli volta do banheiro e, falando que a mesinha de centro tava uma bagunça, começa a arrumar um pouco e pegar outra cerveja. Mas quando se abaixa, primeiro do meu lado e depois do lado do Rober, mostrando aquela bunda enorme que já tava subindo o pau... troquei olhares com meu amigo e na hora...

Rober – hahahahahahahahahaha

Eu – hahahahahahahahahaha

Juli – Do que vocês tão rindo... tão rindo de mim? O que que eu tenho...?

Eu, sei lá, soltei a franga um pouco, e com uns copos a mais...

Eu – Esse otário aqui tá olhando sua bunda, sua burra, por que você não veste outra roupa? Não vê que ele tá todo tarado e não tem onde descarregar? hahahaha

Rober – haha... não, anã, não acredita nele haha... sério... hahaha

Juli – Eiii... (batendo no braço do Rober) sem noção... é melhor você vazar, vagabundo (batendo de novo, entre risadas)

Rober – Não é como ele disse... só falei sutilmente que eu tinha roubado com você... hahaha

Eu – haha... filho da puta... você me disse que a Juli tem uma bunda linda... hahaha

Juli – haha... vocês dois são uns idiotas... uns punheteiros... (levando as coisas pra cozinha e, quando volta com outra cerveja)

Juli – Pra vocês saberem, sempre fui invejada na escola pelas minhas amigas por causa da minha raba, e não é por me achar não, hein... mas muitos caras me seguiam... haha

Eu – E como não iam te seguir, se você é uma gostosa, bebê?

Rober – Javi, você não devia deixar ela usar umas roupas tão apertadas, cara... agora ela é sua namorada... que se cubra um pouco mais... haha

Juli – Nem louca... adoro andar apertada hahaha... o que é bonito tem que ser mostrado... ou não?

Rober – É, não liga pra mim... mostra tudo o que quiser hahaha

Javi – Eu não ligo de você mostrar... e agora, falando de outra coisa, Rober, por que você não vai indo pra sua casa? haha

Rober – Beleza Ei... me fala com mais molejo, vou embora, mas deixa a Juli se exibir mais um pouco antes de eu ir, assim eu levo uma lembrancinha... hahaha

Juli - hahahaha, você é um idiota do caralho, Rober... vai embora já...

Meu amigo se despediu e foi embora depois de fazer as últimas provocações típicas dele. Com a Juli, limpamos tudo e fomos pro meu quarto. Era quase uma da manhã. Mal entramos, ela me disse:

Juli - amor... me fala a verdade, antes de ficar comigo, vocês batiam uma aqui, né?

Eu - haha... por que você puxou esse assunto?

Juli - Fala, bobinho, não me incomoda você me contar, mas vocês pareciam uns punheteiros antes de me conhecer, hahaha

Eu - É, o que você quer que eu diga, às vezes a gente se distraía vendo alguma coisa quando não tinha com quem brincar, mas agora tenho você (falei abraçando ela e segurando a bunda dela com as mãos)

Juli - quero ver...

Eu - O que você quer...?

Juli - Que a gente veja pornô juntos pra ficar bem excitados (olhando nos meus olhos e fazendo voz de safada)

Não consigo explicar o quanto essa confissão me deixou louco, repito que não era nada normal, a Juli era super direta pra pedir o que queria, ia direto ao ponto, o oposto de qualquer mina da idade dela, tava me falando sem problemas que queria ver pornô comigo, uma situação morbidamente excitante. Nosso relacionamento era de namorados super normais, mas na cama o sexo não era só amor e paixão, os dois estavam gostando cada vez mais da putaria. Liguei o PC em questão de segundos, me despi e fiquei de cueca, arrumei uma espécie de banquinho sem encosto que tenho, sentei e enquanto procuro um site de vídeos, vejo ela tirar o short e a camiseta, tava com uma calcinha fio dental branca de renda impressionante, bem fina atrás e na frente a renda deixava a gente ver a buceta dela, ela senta no mesmo banquinho na minha frente, de costas pra mim, e apoia aquelas nádegas generosas no meu pau que já tava no limite. Os vídeos começaram a rolar, boquetes, bucetas, paus... descomunais, negros, anais. trios, de tudo, meia hora mais ou menos e enquanto a gente olhava, minha mão tava dentro da calcinha fio dental dela, masturbando devagar, bem lento, e com a buceta já toda melada, molhadona e escorregadia, eu falava no ouvido dela com voz de fogo

Eu - Você também é uma punheteira, hein, gosta de ver pornô, não é..?

Juli - ahhh...siim...desde os 15 anos que vejo pornô e adoro, love... te incomoda..?

Eu - Adoro, bebê, você é a namorada perfeita.... você gosta de ver pica, não é.... te deixa com muito tesão... (enquanto meu dedo brincava bem devagar naquele clitóris)

Juli - aí... do jeito que você me toca.... isso tá me enlouquecendoooo (gemidos)

Eu - Por isso que você fica mostrando essa bunda gostosa que tem, porque você é muito safada e adora deixar os outros de pau duro..... como vou te comer.... você me deixa louco...

Juli - siim.... gosto que olhem minha bunda.... me dá tesão... mas pra você me comer depois, love....

Nisso, aparece na tela um cara com uma pica enorme enfiando no cu de uma gostosa de bunda grande, ela gritava e gritava na tela.... meus dedos sentiam como a buceta da Juli ficava mais molhada a cada segundo.... eu tava com a pica dura que nem pedra

Eu - Olha.... é assim que quero arrebentar esse seu cuzinho.... vou destruir ele todinho....

Juli - ahahhh.... tô com muito tesão.... mas sou virgem lá e ainda não tenho coragem..... ahhhh siim me toca....

Eu - quero que você chupe minha pica.... agora.... quero que chupe ela todinha com essa boquinha linda que você tem...

Juli - Nunca chupei pica de ninguém, love....

Viro ela.... assim sentada do jeito que tava e tiro a cueca, olho na cara dela e ela faz o mesmo, a cara dela era séria mas ao mesmo tempo de muito tesão, ela pegou minha pica com a mão e levou até a boca, continuava me olhando, séria

Eu - Abre a boca.... chupa...

Ela abriu a boca me olhando nos olhos mas ficou parada, encostei meu pau bem duro na boquinha da minha namorada de apenas 18 anos, apoiei a cabeça da pica nos lábios dela lábios e só enfiava bem devagar a cabeça, entrando e saindo, era terrivelmente excitante ver aquela carinha de menina e esses lábios carnudos roçando minha pica, tava muito gostosa, peguei ela pelo rosto e cada vez ia enfiando mais a rola na boca dela, vejo ela abrir as pernas, uma mão dela enfia dentro da calcinha, ela se masturbava enquanto eu comia a boca dela, cada vez mais fundo era a invasão na boca dela até chegar no ponto de quase enfiar inteira, tirei devagar e pude ver minha pica brilhando de saliva...a boca dela tava aberta e cheia de baba..

Eu - Tá gostando...?

Juli - ahah siiiim...continua...

Retomei a tarefa, o fato de comer aquela boca quentinha tava me deixando excitado demais e eu não queria gozar ainda...continuei comendo a boca dela por mais um tempo até que tirei e beijei ela bem pornográfico, mando ela levantar e tiro a calcinha fio dental, viro ela, ela empina a bunda levemente pra trás, ela fixou o olhar na tela que ainda mostrava a submissão anal daquela atriz gostosa de bunda grande, me agachei atrás e a cena era ela vendo pornô e eu chupando a buceta agachado atrás dela...percorria com toda a extensão da minha língua cada lugar daquela buceta molhada, molhei a cara inteira com aquele melado gostoso e de cheiro viciante, peguei cada nádega dela e separei, não consigo explicar a perfeição do buraquinho do cu dela, bem fechadinho e cor de pele, levei a ponta da língua até ele e comecei a fazer pequenos movimentos circulares com a língua no furinho do cu, não minto que sentia as pernas dela tremendo, chupei muito o cu dela, cada vez mais, fazendo pequenas pressões como se quisesse entrar naquele lugar virgem, que gostoso que tava o cu dela, por favor, já não aguentava mais, levantei e sem dar a mínima que tinha esquecido de comprar camisinha, penetrei devagar pela buceta...peguei a cintura dela com força com minhas mãos e comia devagar...ela também não falou nada absolutamente nada de não ter a camisinha colocada, o tesão do momento não deixava pensar

Eu - ahhh que gostosa você tem a buceta meu amorrr....que tesão me deu tudo isso.....

Juli - ahaha siiiim....me come toda minha vida....eu amo transarrr....quero que você me coma o tempo inteirrrro....

Eu - Vou te comer bem forte.....você gosta de deixar os homens com tesão, né..? Gosta que todo mundo queira te comer...? Eu vou te comer por todos

Juli - ahaha....você é um safado....me deixa com muito tesão com o que você falaaaa...

Eu - Olha....olha a rola na tela....fica com mais tesão ainda....

Aí a penetração ficou mais violenta, não era um ritmo constante, mas ele tirava devagar e metia com força, batendo forte na bunda dela cada vez que entrava....

Juli - ahhhh...ahhhhh.....ahhhh....você tá me matandoooo....

Eu - Isso é por você ficar mostrando a raba e deixando todo mundo com tesão.....toma...toma rola...toma....

A penetração pegou o ritmo e já dava pra ouvir o ploc ploc ploc da bunda dela na minha rola....eu tava comendo ela com muita força e velocidade, segurando ela bem forte pelo quadril, tava enchendo ela de porrada de pica,

Juli - ah ah sim me dá mais forte...mais...mais...me dá rola papai...mais me come...me comeeee

Eu - ahh....sabe o que vou fazer agora.....vou encher sua bunda de porra....vou banhar ela inteira com toda minha porra porque não aguento mais....toma rola..toma toma toma tomaaaaaaaaaaa

Juli - ahhhhhhhhhhhhh tô tendo um or...gas...moooo in...crí...velllllll

Exatamente quando ouvi essas palavras da boca dela, eu meti quatro cinco seis porradas de pica muito muito fortes, minhas pernas tremeram pra caralho, tirei a rola vermelha de tanta fricção naquela buceta apertada e sujei a bunda dela inteira, seis ou sete jatos de porra branca, grossa e quente saíram com força da minha rola, os dois primeiros foram nas costas e no cabelo dela....os restantes banharam toda a fenda da bunda dela, sujei ela inteira, dava pra ver como a porra tinha manchado tudo o buraco do cu dela e escorregava pra dentro da buceta recém-penetrada, ela tinha ficado toda tremendo do orgasmo que teve e gemendo ao sentir cada jato de porra bater no corpo dela, de longe a melhor foda que a gente tinha tido até então... estávamos todos molhados de suor, exaustos... Assim, nossa relação tava se transformando um pouco. Vida normal de namorados, mas na cama cada vez mais a putaria tomava conta da gente... CONTINUA.

10 comentários - Cuck. A Origem. IV. Pornô.

Muy buen post amigo te felicito xla novia q tenes. Van puntossss....y q sigan los relatoasss..
dale locooooooo ¡¡¡¡ cuando viene la fiesta pobre roberto ¡¡¡¡
excelente, esa es la palabra, ese alargue, estimula el morbo
Excelente releerlo. Me pone al palo mal como la primera vez +10 de nuevo