Capítulo 4:
Mais um dia preparando o café da manhã pra minha família antes deles voltarem pras tarefas. O primeiro a vir na cozinha é o Alejandro, com uma cara de sono terrível kkk, e pelado com o pau balançando pra todo lado. Atrás aparece a Luana já vestida com o uniforme da escola, tão sexy e gostosa. A gente tá tomando café quando a Flor chega do quarto já vestida pra faculdade. Os únicos pelados éramos eu e o Ale, que vergonha. O Alejandro foi se trocar pra ir pro trabalho enquanto eu e as meninas terminamos de comer. Elas me dão um beijinho gostoso na boca e se despedem.
Começo a limpar a casa assim, pelada, me sinto super à vontade, com minha mente trazendo cenas do que rolou ontem entre nós. Não pode ser que eu fique tão tarada só de pensar, me perguntava toda hora. Já é quase hora do almoço e a Luana chega da escola. Me dá um beijo e, sem dizer nada, me abraça e aperta meus peitos do jeito que eu gosto. Ela se vira, levanta a saia e mostra uma calcinha fio dental vermelha bem enfiada na bunda. Puxa e tira sem falar nada, senta no sofá pra ver TV com as pernas bem abertas pra mim. Chego perto, me agacho e passo a língua nos lábios da buceta dela e falo: "que bucetinha gostosa, virgem, mm". Dou umas linguadas e vou cozinhar o que falta.
Comemos só nós duas porque a Flor ia chegar mais tarde hoje, então sentamos pra ver TV até o Ale chegar do trabalho... Assim que entra, tira toda a roupa, dá um beijo na gente e se acomoda no sofá do meu lado. Estico a mão e começo a tocar ele todo do jeito que ele gosta. Chupo o pau dele até deixar todo molhado, com a Lupe olhando pra gente enquanto eu chupava a rola já bem dura... A Lupe se aproxima, levanta a saia do colégio e, de costas, senta numa perna do Ale, esfregando toda a buceta na coxa dele, se mexendo pra frente e pra trás rápido, molhando tudo. O Ale pega um peitinho dela e aperta.
— Pô, me mete, por favor, não aguento, quero ele dentro já — fala a Luana com voz de puta. - Vem, bebota, senta no meu pau e apoia um pouquinho assim você sente
- Assim, cê gosta? Sente como ele tá quente?
- Que molhada que você tá, me deixa com o pau durasso
- Eu só olhava atenta o que faziam, minha buceta pulsava de ver eles tão quentes. Naquele momento, Ale pega ela pela cintura e encaixa a Lupi do jeito que ele queria, sem enfiar na buceta. Luana levanta um pouquinho, Ale segura o pau e coloca na entrada do cu, assim Luana vai descendo devagar, enfiando tudo no cu aberto
- Sim, papai, enfia, arrebenta meu cu, por favor, mais fundo, tudo
- Cê gosta? Dói, amor?
- Dói, mas eu gosto que você arrebenta minha bunda pra mexer lá dentro, vai, mmm, vai me encher de leite
Na mesma hora, ouve a porta da entrada abrir e a gente fica parado, sem saber o que fazer… mas era a Flor que chegava de treinar hóquei. Ela só parou na nossa frente, olhando pra gente. Tava vestida com a roupa de jogar, uma saia bem justa preta com shorts curtos por baixo e uma regata rosa bem colada no corpo, mostrando aqueles peitos enormes como balões. Ela vem, dá um beijo em todo mundo enquanto olha o que rola entre Ale e Lupi, aí tira a legging, fica só com a saia de hóquei, a regata e o sutiã voam rápido…
- O que cê sente, Lupi? Tá doendo? - fala Flor pra Lupi - enquanto Ale não para de comer a bunda dela com força
- Você tá abrindo meu cu, nem sabe o prazer que é, Flor - dizia Lu enquanto gemia
Flor vem até mim, me levanta pelas mãos, me abraça, sinto os peitos duros dela contra os meus e me beija na boca, enfiando a língua e brincando na minha boca. Depois me vira e faz eu ficar de quatro ao lado da Luana no sofá. Alejandro chega perto e fala no meu ouvido em segredo, aí Ale tira o pau do cu da Lupi e encosta o pau no meu cu. Então eu relaxei, sabendo que era minha vez de ser comida. Molho o dedo com saliva e molho a entradinha da minha bunda, e aí sinto ele entrar quase todo. De um empurrão, mais um, e inteiro dentro de mim, se mexe bem forte. Tira de uma vez e vai pra Lu, enfiando de novo na Booty dela. Como a minha filha gritava, era a primeira vez que era penetrada por uma rola, ainda mais a do pai dela. "Você é muito gorda pra esse cu apertado..." Nisso, Florencia também se ajeita de quatro, entre a Luana e eu, deixando a tiny ass bem empinada. Ao ver a outra filha assim, Alejandro sai de dentro da Lupi e se posiciona atrás da Flor. Levanta um pouco a saia justa, puxa a calcinha de lado e, assim, seca do jeito que tá, enfia a ponta da rola na Flor. Ao sentir na entradinha do cu, ela se joga pra trás, enfiando sozinha a rola dura até a metade. Começa a se mexer devagar. Ale segura ela pela cintura, puxando pra ele, e de uma só vez enfia tudo bem fundo, deixando só os ovos pra fora. Tesão ver como ele comia ela. Luana metia o dedo na Booty também, olhando a cara de prazer da Florencia. Fode um tempo, sai e mete na Lupi, sai e mete em mim, e assim por vários minutos. Éramos comidas pelo cu. Alejandro fala que quer gozar já, então eu falo pras meninas sentarem direitinho e deixar o Ale bater uma punheta nas nossas boquinhas. "Me dá leite, pai", fala a Flor. "Vai, goza na minha boca, vai." O primeiro jato de porra vai na cara da Flor, que tava no meio da gente. O segundo jato eu aponto pra boca da Lupi. E eu não aguentei e mandei na minha boca, chupando toda a porra que sobrou. Lupi e Flor se beijavam com a porra espalhada nas carinhas delas.
Quinta de manhã, me encontro preparando o café da manhã e tomando mate com o Ale, nós dois completamente pelados. Ele levanta da mesa e vai acordar as meninas. Passam longos minutos e, como não voltavam, fui até o quarto e vejo os três na cama da Florencia: Alejandro deitado, e Flor e Lupi chupando a rola dele, uma de cada lado. "Porra, bom dia, meninas. Já tão tomando café da manhã, hein?" Lupi levanta a vista e me cumprimenta: "Oi, mãe. Não quer um pouquinho?" "Não, amores. Empresto agora, brinquem vocês. Venham pra mesa, assim tomam café antes que fique tarde, tô falando. — Dá, vamo pra cozinha, pai — fala Flor. Vamos os quatro até a cozinha pelados e eu preparo o mate pra eles. Eles se olham e sorriem entre si. O Ale com o pau duro, caminhando de um lado pro outro, adora mostrar pra gente aquela pedaço de carne que ele tem, sabe que tem três mulheres só pra ele e isso deixa ele com tesão. A Lupi vai no quarto e traz roupa pra ela e pra Flor, pra elas se trocarem enquanto a gente toma café. Ela veste um sutiã branco, a camisa do colégio e uma calcinha fio dental de renda preta, depois a saia xadrez do uniforme. Pede pro Ale dar o nó na gravata dela. Já a Florencia veste um sutiã preto, uma regata, a calcinha fio dental que ela usa é bem pequena, pequena demais, eu diria, kkk, vermelha, e uma legging vermelha também. Vou pro meu quarto e trago o terno do Ale e começo a vestir ele. Faço ele sentar pra colocar as meias, quando a Lu se abaixa e fica dando beijos na ponta do pau dele. — Que delícia, não aguentei ver ela assim parada — ele fala pra gente. Depois arrumo a cueca e o pau dele com a mão, a camisa e a gravata, deixo ele pronto. Terminamos e eles três vão embora, me deixando sozinha mais um dia. Andar pelada eu adoro, já tinha me acostumado com esse estilo de vida, o nudismo em família, algo novo e excitante ao mesmo tempo. Cada coisa que eu via, eu via como algo pra me masturbar na solidão. Morria de vontade de ir pro quarto e pegar meu vibrador toda hora, mas eu me controlava, então ficava limpando, arrumando, lavando roupa, todas as tarefas, até chegar a hora de eles voltarem um por um pra casa. Era umas 11 da manhã, faltava uma hora pra Lupi chegar do colégio, quando ouço a porta abrir. Era a Florencia que tinha voltado cedo. — Oi, mãe, não tive álgebra — ela grita ao entrar em casa. — Vem, tô no banheiro limpando — ela bate na porta e abre. Eu tô com a bunda virada pra ela, esfregando a banheira, e ela me dá um tapa na minha bunda, fazendo eu pular de susto. — Que isso, kkk, doeu! — Qual é, mãe, você adora uns tapas. Aí eu também dou um tapa nela. apertando as bochechas da bunda dela, ela me dá um beijo na boca me cumprimentando e eu retribuo com minha língua percorrendo os lábios dela, vou me trocar e volto ela me diz, fala assim termino aqui enquanto prepara o mate… termino de limpar e vou pra sala e lá está Florencia me esperando sentada vendo TV com o mate na mão, pelada, eu com o pano na mão comecei a limpar a mesinha ela me oferece um mate e eu tomo, ela ceba outro, me dá mais um tapão e fala para de limpar e senta pra tomar mate.
Mãe, posso te fazer uma pergunta.
- o que foi coração, pergunta sem problema o que quiser- eu falo. Depois você vê porque viu que o papai me fez a bunda e não sabe como ainda tá doendo, não sei se machuquei.
- deixa eu ver, fica de quatro bebe no sofá que eu dou uma olhada.
Florencia larga o mate na mesinha e se ajeita no sofá deixando a bundinha dela empinada, abre as bochechas love com as mãos pra eu ver bem, ela segura as bochechas e abre o máximo que consegue, olho atenta e vejo aquele buraquinho meio aberto e vermelho mas normal pelo que sei como fica o meu depois que me penetram também, não love tá bem, só que nas primeiras vezes vai doer até você se acostumar e dilatar mais, mesmo assim vou passar um creminho pra aliviar a ardência, quer?
- fala mãe, do jeito que você quiser, fico assim? - sim bebe, já volto, vou no meu quarto e trago o creme que eu uso, sento atrás dela e começo a passar bem em volta do buraquinho com a ponta do dedo, passo bastante pra aliviar
- como você tá sentindo agora, ainda dói?
- não mãe, já relaxei tudo, gosto dessa sensação haha. Passo mais e massageio um pouco mais, mexo o dedo pra todo lado espalhando o creme, vejo como a buceta dela começa a ficar molhada, como saía fluido da rachinha, não aguentei e empurrei um pouco o dedo, só um pouquinho dentro do cu da minha filha e ela gemeu.
- aih mamãe já quer me esquentar mmm
- você gosta bebe do dedinho da mamãe?
- aih sim, coloca mais, coloca mais, já quero a pica do papai de novo aih mmm ahí ahh
-te aguenta mais um dedinho, coração, vê só, já tinha três dedos meus enfiados no cu dilatado dela, meti até não caber mais de tão longos, meus dedos enfiava e tirava cada vez mais forte. Ela derramava fluxos, flor esticou a mão e se penetrou a buceta com os dedos — me dá, mamãe, me dá mais, arrebenta meu cu, Mãe, assim, mete forte, mais, mais, mais, mmm. Eu também tava me molhando toda, sentia o suco escorrendo pelas pernas, não aguentava mais de tesão, não entendia como minha filha podia me excitar tanto, como nunca antes, comer ela com meus dedos era um tesão que nunca pensei ter.
— Flor, deita de barriga pra cima, filha — falo. Então ela deita como pedi e abre as pernas, aí eu subo em cima dela, passo uma perna entre as pernas dela e me esfrego na buceta dela com a minha. Tava tudo ensopado, nossas conchas se tocavam, sentia os lábios quentes dela se mexendo na minha buceta, era uma sensação gostosa, cada vez a gente se mexia mais rápido, esfregando forte.
— Mãe, quero gozar já, mmm
— Mexe, love, mexe mais, aperta meus peitos — falo.
Sinto como gozo na buceta dela e os sucos quentes dela na minha.
— Tô gozando, Mãe, gozo, Mãe.
— Como gozei, love — falo e me jogo em cima dela, assim peladas as duas, ficamos abraçadas, olho pra ela e dou um beijo na boca, que flor retribui na hora.
— Vamos tomar um banho juntas — falo, preparo a banheira e entramos as duas, eu apoiada na borda e flor sentada entre minhas pernas, as costas dela contra meus peitos, a água tá morna e começo a passar sabão nas costas dela, no peito, vou descendo até a buceta e ensaboo também, nisso entra lupi, já que não tínhamos fechado a porta, e se aproxima e me dá um beijo na boca e faz o mesmo com Florencia, atrás dela aparece Alejandro e cumprimenta a gente do mesmo jeito… senta na tampa do vaso e conta que saiu mais cedo do trabalho porque foi fazer umas compras pra gente, então sai e nos Deixa a gente sozinha assim a gente termina de tomar banho. Daqui a pouco saímos as duas peladas do banho só com uma toalha na cabeça, vamos pra cozinha onde tão o Alejandro e a Luana conversando. O Ale tá só de cueca preta e a Lupi tinha deixado a saia do colégio vestida e os peitinhos de fora. "Vamos comer, meus amores", falo enquanto dou um baita beijo na boca do Ale. A Florencia arruma a mesa junto com a Lupi, eu sirvo a comida e almoçamos juntos. Enquanto a gente conversava, via as sacolas de compras que o Ale tinha feito e pergunto o que ele comprou. Ele fala que é surpresa e que a gente ia amar, segundo ele. Terminamos de almoçar rápido pra ir ver os presentes. A primeira a ir abrir as sacolas foi a Lupi e atrás a Flor, pra não ficar pra trás, saí de uma vez empurrando elas e rindo. O Ale só olhava pra gente, levanta da mesa e fala que ele lava a louça pra gente abrir os presentes. A Flor e a Luana sentam no sofá, eu fico de pé e escolho um pacote. Abro e, pra minha surpresa, era um uniformezinho de policial com uma saia curtinha e meia arrastão. O que a Flor abre é um vibradorzão vermelho. A Lupi abre um e é comprido com duas pontas em forma de pinto pra fazer dupla penetração. Abrimos mais e vemos mais vibradores cor de pele, outro de vidro, três dilatadores anais e dois tipos de bolinhas. Deixo as meninas continuarem olhando e vou até o Ale, que tá lavando a louça, e dou um beijo agradecendo pelos presentes lindos. Volto pras meninas, escolho as bolinhas chinesas e falo: "Essa aqui é minha, sozinha", e elas riem. A Lupi, sentada no sofá com as perninhas abertas deixando ver a buceta debaixo da saia, pega um vibrador vermelho e começa a meter na boca chupando com gosto. O Ale, da cozinha, se vira e fala que não vale usar nada ainda, que ele tem algo preparado, e pede pra Lupi ir tomar um banho. Ela obedece enquanto eu e a Flor arrumamos a bagunça que fizemos com os papéis. Colocamos todos os brinquedos em cima da mesinha. O Ale vem e senta no sofá, eu vou ao lado dela e flor na frente esperando a lupi enquanto a gente conversa, flor com um consolo na mão olha pra ele e diz que é muito grande a gente ri e eu explico que usei a palavra: buceta uma vez que quando a gente tá excitada abre muito e consegue receber se relaxar, posso tentar ela fala e ale segura ela não minha vida tenho outra coisa em mente pra vocês hoje. Nesse momento vem Luana correndo do banheiro completamente pelada com aqueles peitinhos pequenos no ar quase sem balançar.-já tô pronta tô bem limpinha haha e agora? -mmm tão prontas pra surpresa –fala ale. Eu pergunto se sim o que a gente tem que fazer, fiquem de quatro as três no sofá ele ordena, obedecemos sem falar nada pra quem era nosso dono naquele momento, as três de quatro dando as costas pra ale só deixamos ele fazer o que quiser com a gente, então ele se posiciona atrás de mim e fala começo por você Dani que é a mais acostumada com isso, sinto ele passar um gel na minha bunda com o dedo espalha e começa a enfiar as bolinhas chinesas na minha bunda primeiro as menores até a maior sinto como meu buraquinho vai dilatando, flor e lupi só olhavam esperando a vez sem falar nada obedientes, depois que enfiou tudo deixando só o anel pra fora do meu cu ele se posiciona atrás da Florencia e faz a mesma coisa lubrifica com o gel e apoia a ponta de um dos dilatadores e começa a enfiar devagarzinho abrindo toda a bunda dela ela geme grita pede mais, enfia tudo e deixa dentro sem mexer e vai agora pra bunda da Luana molha com o gel e faz a mesma coisa mas dessa vez custa a enfiar na lupi ele faz um pouco de força até enfiar tudo dentro e deixa também lupi quase chora de dor mas não fala nada,. E agora o que a gente faz eu pergunto.-já tá agora façam o que quiserem mas nenhuma tira eu quero vocês assim o dia inteiro com os dilatadores na bunda, podem levantar e andar assim pela casa sem tirar…as meninas se olham, a gente levanta e quando ficamos em pé uma do lado da outra, ale se afasta para o nosso quarto e nos deixa sozinhas lá… a verdade era uma sensação muito estranha andar pela casa fazendo coisas com algo enfiado no cu, lupi toda hora me falava que já tava doendo, já a Florencia curtia muito, se abaixa e mostra como tá enterrado, já tava escurecendo e o Alejandro fica rondando a casa nos olhando controlando a situação, eu e lupi estamos na cozinha cozinhando pra noite, o Alejandro chega perto da gente abraça a Lu por trás pegando nas tetinhas durinhas aperta forte e ela se joga pra trás se apoiando no peito dele, ale faz ela apoiar as mãos na pia e encosta o pau na entrada da rachinha dela e para quando lembra que a Luana ainda é virgem, aí vem pra mim e faz a mesma coisa eu deixo sou a putinha dele sempre e me penetra pela buceta enfia tudo até as bolas sinto ela, que prazer sentir meus dois buracos ocupados, flor ouve meus gemidos e vem pra onde a gente tava e senta na pia com o dilatador ainda no cu como se nada levanta uma perna apoiando na pia abrindo a buceta com os dedos e me fala pra chupar ela… não espero um segundo meto minha língua na buceta dela enquanto por trás o Alejandro não para de me comer forte, lupi só olhava e começa a se tocar sozinha. –Mãe quero falar uma coisa pra vocês –fala amor eu falo enquanto tô sendo comida –quero que o pai me coma pela buceta já não aguento mais ver vocês transando e eu não levar –filha olha que é uma decisão difícil a que você tá propondo amor. Fala ale. Sério já não aguento mais ficar assim sem sentir seu pau na minha buceta, além do mais se tem alguém que quero que me desvirgue é você, quem mais vai me cuidar como você cuidaria de mim pai. –nisso a menina tem razão ale quem mais faria isso com ela se não você. Ok só se você tiver certeza amor é uma coisa que vai mudar sua vida pra sempre bebê. –tô super certa mãe acho que já é hora de perder minha virgindade e virar mulher –. –pronto decidido então mas se Fazemos isso, fazemos bem e em família. Falo pra vocês: vamos pro meu quarto. Florença e Luana vão na frente, e o Ale e eu atrás. Luana deita de barriga pra cima, a Flor e eu ficamos cada uma de um lado dela. O Ale se ajoelha entre as pernas da Lu e pede pra Flor fazer um boquete nela por um tempo. A Flor começa passando a língua entre os lábios dessa buceta, e eu vou chupando o mamilo direito dela até sentir ele bem durinho na minha boca. Olho pro Ale e falo que já tá pronta. Alejandro se acomoda mais perto, entre as pernas, pega na rola dele e apoia entre os lábios molhadíssimos da Lupi. Enfia devagar, só a cabeça da rola, que fica rodeada por esses lábios vaginais, e se move suave, metendo e tirando sem enfiar tudo. Um movimento, e ele mete, mas dessa vez quase até a metade da rola, e deixa uns segundos até essa buceta se acostumar com o tamanho.
– Mmm, que prazer que sinto, já tô adorando sentir isso, pai.
– Tá doendo, bebê? Perguntei.
– Não, mmm, tô muito tesuda, quero tudo dentro já.
Ale, ao ouvir isso, dá mais uma enfiada, dessa vez metendo toda a rola gorda dele, desaparecendo dentro do corpo da Luana.
– Ai, merda, tá doendo, pai, tá doendo – gritava a Lu.
Florença, do lado dela, começa a beijar ela na boca, enfiando a língua. Nesse momento, vejo um fiozinho de sangue escorrendo da buceta. Alejandro tira e mete de novo, deixando quieto um tempo lá dentro, e começa a comer ela com mais vontade. A Luna só geme agora e pede mais. Peço pro Ale parar pra poder limpar ela um pouco. Passo um lenço umedecido na Lu, deixando ela pronta pra ser comida de novo.
– Vira, amor. Fica de quatro, bebê.
– Assim, pai – fala a Lupi, na posição de quatro.
– Isso, amor, fica assim que o papai vai te foder como nunca vão te comer – ele fala, e enfia tudo sem dizer nada dessa vez. A Lu grita, geme, se agarra nos lençóis. Ele bombeia como ninguém, mete e tira a rola tão rápido que não dá tempo dela fechar. Eu e a Florença estamos tão tesudas nesse momento que a gente... nós duas nos masturbando, lembrei dos brinquedos e fui correndo pegar um especial pra aquele momento, voltei e flor tava deitada de barriga pra cima se enfiando os dedos tão desesperada que eu me deitei entre as pernas dela deixando minha buceta quase encostada na dela, peguei o consolador de uma ponta e enfiei na minha buceta, depois de dentro de mim peguei a outra ponta e enfiei na buceta da Florencia, comecei a me mexer forte e isso fazia ele se mover dentro da buceta da flor, ela gemia de prazer também com ele enfiado lá dentro, quase coladas nossas bucetas bem molhadas a gente se comeu cada vez mais rápido, olho pro lado e dessa vez era a Luana que tava comendo o pai dela montada na pica subindo e descendo tão rápido que molhava o corpo inteiro do Alejandro, tirei o consolador e tirei a lupi da pica e montei eu mesma forte do jeito que eu gosto que entre tudo, flor continua se comendo sozinha e lu senta na cara do ale deixando toda a buceta na boca dele, vou gozar mãe, pai to gozando diz a Luana e dá pra ver como enche de sucos a cara do ale e cai dura na cama do lado da flor que tá batendo uma na bunda com o brinquedo e gozando também e para, ver e ouvir as minas gozando não fazem mais que fazer o Alejandro encher minha buceta de porra bem no momento do meu maior clímax molhando essa pica cheia de porra e caio em cima do corpo dele. Nossa que puta trepada que a gente deu meus amores falo nunca gozei tanto na vida como essa noite, a gente relaxou um tempão nos tocando entre os quatro nossos corpos pelados, já é tarde falo então vamos tomar banho e descansar porque amanhã é sexta e é noite de pizza com as minas, ale e eu fomos pro banheiro tomar banho depois vão Luana e flor então com ale a gente deitou apagou as luzes, daí a pouco abrem a porta e são elas flor levanta o lençol e deita do lado do ale e lu faz o mesmo mas do meu lado éramos os quatro na mesma cama todos pelados de novo. –o que vocês tão fazendo — digo rindo — e se a partir de agora a gente dormir junto como uma família, sem preconceito?
Flor fala, abraçando o Ale. Eu do lado dele, e a Lu, na beirada da cama, me abraça.
continua...
Mais um dia preparando o café da manhã pra minha família antes deles voltarem pras tarefas. O primeiro a vir na cozinha é o Alejandro, com uma cara de sono terrível kkk, e pelado com o pau balançando pra todo lado. Atrás aparece a Luana já vestida com o uniforme da escola, tão sexy e gostosa. A gente tá tomando café quando a Flor chega do quarto já vestida pra faculdade. Os únicos pelados éramos eu e o Ale, que vergonha. O Alejandro foi se trocar pra ir pro trabalho enquanto eu e as meninas terminamos de comer. Elas me dão um beijinho gostoso na boca e se despedem.
Começo a limpar a casa assim, pelada, me sinto super à vontade, com minha mente trazendo cenas do que rolou ontem entre nós. Não pode ser que eu fique tão tarada só de pensar, me perguntava toda hora. Já é quase hora do almoço e a Luana chega da escola. Me dá um beijo e, sem dizer nada, me abraça e aperta meus peitos do jeito que eu gosto. Ela se vira, levanta a saia e mostra uma calcinha fio dental vermelha bem enfiada na bunda. Puxa e tira sem falar nada, senta no sofá pra ver TV com as pernas bem abertas pra mim. Chego perto, me agacho e passo a língua nos lábios da buceta dela e falo: "que bucetinha gostosa, virgem, mm". Dou umas linguadas e vou cozinhar o que falta.
Comemos só nós duas porque a Flor ia chegar mais tarde hoje, então sentamos pra ver TV até o Ale chegar do trabalho... Assim que entra, tira toda a roupa, dá um beijo na gente e se acomoda no sofá do meu lado. Estico a mão e começo a tocar ele todo do jeito que ele gosta. Chupo o pau dele até deixar todo molhado, com a Lupe olhando pra gente enquanto eu chupava a rola já bem dura... A Lupe se aproxima, levanta a saia do colégio e, de costas, senta numa perna do Ale, esfregando toda a buceta na coxa dele, se mexendo pra frente e pra trás rápido, molhando tudo. O Ale pega um peitinho dela e aperta.
— Pô, me mete, por favor, não aguento, quero ele dentro já — fala a Luana com voz de puta. - Vem, bebota, senta no meu pau e apoia um pouquinho assim você sente
- Assim, cê gosta? Sente como ele tá quente?
- Que molhada que você tá, me deixa com o pau durasso
- Eu só olhava atenta o que faziam, minha buceta pulsava de ver eles tão quentes. Naquele momento, Ale pega ela pela cintura e encaixa a Lupi do jeito que ele queria, sem enfiar na buceta. Luana levanta um pouquinho, Ale segura o pau e coloca na entrada do cu, assim Luana vai descendo devagar, enfiando tudo no cu aberto
- Sim, papai, enfia, arrebenta meu cu, por favor, mais fundo, tudo
- Cê gosta? Dói, amor?
- Dói, mas eu gosto que você arrebenta minha bunda pra mexer lá dentro, vai, mmm, vai me encher de leite
Na mesma hora, ouve a porta da entrada abrir e a gente fica parado, sem saber o que fazer… mas era a Flor que chegava de treinar hóquei. Ela só parou na nossa frente, olhando pra gente. Tava vestida com a roupa de jogar, uma saia bem justa preta com shorts curtos por baixo e uma regata rosa bem colada no corpo, mostrando aqueles peitos enormes como balões. Ela vem, dá um beijo em todo mundo enquanto olha o que rola entre Ale e Lupi, aí tira a legging, fica só com a saia de hóquei, a regata e o sutiã voam rápido…
- O que cê sente, Lupi? Tá doendo? - fala Flor pra Lupi - enquanto Ale não para de comer a bunda dela com força
- Você tá abrindo meu cu, nem sabe o prazer que é, Flor - dizia Lu enquanto gemia
Flor vem até mim, me levanta pelas mãos, me abraça, sinto os peitos duros dela contra os meus e me beija na boca, enfiando a língua e brincando na minha boca. Depois me vira e faz eu ficar de quatro ao lado da Luana no sofá. Alejandro chega perto e fala no meu ouvido em segredo, aí Ale tira o pau do cu da Lupi e encosta o pau no meu cu. Então eu relaxei, sabendo que era minha vez de ser comida. Molho o dedo com saliva e molho a entradinha da minha bunda, e aí sinto ele entrar quase todo. De um empurrão, mais um, e inteiro dentro de mim, se mexe bem forte. Tira de uma vez e vai pra Lu, enfiando de novo na Booty dela. Como a minha filha gritava, era a primeira vez que era penetrada por uma rola, ainda mais a do pai dela. "Você é muito gorda pra esse cu apertado..." Nisso, Florencia também se ajeita de quatro, entre a Luana e eu, deixando a tiny ass bem empinada. Ao ver a outra filha assim, Alejandro sai de dentro da Lupi e se posiciona atrás da Flor. Levanta um pouco a saia justa, puxa a calcinha de lado e, assim, seca do jeito que tá, enfia a ponta da rola na Flor. Ao sentir na entradinha do cu, ela se joga pra trás, enfiando sozinha a rola dura até a metade. Começa a se mexer devagar. Ale segura ela pela cintura, puxando pra ele, e de uma só vez enfia tudo bem fundo, deixando só os ovos pra fora. Tesão ver como ele comia ela. Luana metia o dedo na Booty também, olhando a cara de prazer da Florencia. Fode um tempo, sai e mete na Lupi, sai e mete em mim, e assim por vários minutos. Éramos comidas pelo cu. Alejandro fala que quer gozar já, então eu falo pras meninas sentarem direitinho e deixar o Ale bater uma punheta nas nossas boquinhas. "Me dá leite, pai", fala a Flor. "Vai, goza na minha boca, vai." O primeiro jato de porra vai na cara da Flor, que tava no meio da gente. O segundo jato eu aponto pra boca da Lupi. E eu não aguentei e mandei na minha boca, chupando toda a porra que sobrou. Lupi e Flor se beijavam com a porra espalhada nas carinhas delas.
Quinta de manhã, me encontro preparando o café da manhã e tomando mate com o Ale, nós dois completamente pelados. Ele levanta da mesa e vai acordar as meninas. Passam longos minutos e, como não voltavam, fui até o quarto e vejo os três na cama da Florencia: Alejandro deitado, e Flor e Lupi chupando a rola dele, uma de cada lado. "Porra, bom dia, meninas. Já tão tomando café da manhã, hein?" Lupi levanta a vista e me cumprimenta: "Oi, mãe. Não quer um pouquinho?" "Não, amores. Empresto agora, brinquem vocês. Venham pra mesa, assim tomam café antes que fique tarde, tô falando. — Dá, vamo pra cozinha, pai — fala Flor. Vamos os quatro até a cozinha pelados e eu preparo o mate pra eles. Eles se olham e sorriem entre si. O Ale com o pau duro, caminhando de um lado pro outro, adora mostrar pra gente aquela pedaço de carne que ele tem, sabe que tem três mulheres só pra ele e isso deixa ele com tesão. A Lupi vai no quarto e traz roupa pra ela e pra Flor, pra elas se trocarem enquanto a gente toma café. Ela veste um sutiã branco, a camisa do colégio e uma calcinha fio dental de renda preta, depois a saia xadrez do uniforme. Pede pro Ale dar o nó na gravata dela. Já a Florencia veste um sutiã preto, uma regata, a calcinha fio dental que ela usa é bem pequena, pequena demais, eu diria, kkk, vermelha, e uma legging vermelha também. Vou pro meu quarto e trago o terno do Ale e começo a vestir ele. Faço ele sentar pra colocar as meias, quando a Lu se abaixa e fica dando beijos na ponta do pau dele. — Que delícia, não aguentei ver ela assim parada — ele fala pra gente. Depois arrumo a cueca e o pau dele com a mão, a camisa e a gravata, deixo ele pronto. Terminamos e eles três vão embora, me deixando sozinha mais um dia. Andar pelada eu adoro, já tinha me acostumado com esse estilo de vida, o nudismo em família, algo novo e excitante ao mesmo tempo. Cada coisa que eu via, eu via como algo pra me masturbar na solidão. Morria de vontade de ir pro quarto e pegar meu vibrador toda hora, mas eu me controlava, então ficava limpando, arrumando, lavando roupa, todas as tarefas, até chegar a hora de eles voltarem um por um pra casa. Era umas 11 da manhã, faltava uma hora pra Lupi chegar do colégio, quando ouço a porta abrir. Era a Florencia que tinha voltado cedo. — Oi, mãe, não tive álgebra — ela grita ao entrar em casa. — Vem, tô no banheiro limpando — ela bate na porta e abre. Eu tô com a bunda virada pra ela, esfregando a banheira, e ela me dá um tapa na minha bunda, fazendo eu pular de susto. — Que isso, kkk, doeu! — Qual é, mãe, você adora uns tapas. Aí eu também dou um tapa nela. apertando as bochechas da bunda dela, ela me dá um beijo na boca me cumprimentando e eu retribuo com minha língua percorrendo os lábios dela, vou me trocar e volto ela me diz, fala assim termino aqui enquanto prepara o mate… termino de limpar e vou pra sala e lá está Florencia me esperando sentada vendo TV com o mate na mão, pelada, eu com o pano na mão comecei a limpar a mesinha ela me oferece um mate e eu tomo, ela ceba outro, me dá mais um tapão e fala para de limpar e senta pra tomar mate.
Mãe, posso te fazer uma pergunta.
- o que foi coração, pergunta sem problema o que quiser- eu falo. Depois você vê porque viu que o papai me fez a bunda e não sabe como ainda tá doendo, não sei se machuquei.
- deixa eu ver, fica de quatro bebe no sofá que eu dou uma olhada.
Florencia larga o mate na mesinha e se ajeita no sofá deixando a bundinha dela empinada, abre as bochechas love com as mãos pra eu ver bem, ela segura as bochechas e abre o máximo que consegue, olho atenta e vejo aquele buraquinho meio aberto e vermelho mas normal pelo que sei como fica o meu depois que me penetram também, não love tá bem, só que nas primeiras vezes vai doer até você se acostumar e dilatar mais, mesmo assim vou passar um creminho pra aliviar a ardência, quer?
- fala mãe, do jeito que você quiser, fico assim? - sim bebe, já volto, vou no meu quarto e trago o creme que eu uso, sento atrás dela e começo a passar bem em volta do buraquinho com a ponta do dedo, passo bastante pra aliviar
- como você tá sentindo agora, ainda dói?
- não mãe, já relaxei tudo, gosto dessa sensação haha. Passo mais e massageio um pouco mais, mexo o dedo pra todo lado espalhando o creme, vejo como a buceta dela começa a ficar molhada, como saía fluido da rachinha, não aguentei e empurrei um pouco o dedo, só um pouquinho dentro do cu da minha filha e ela gemeu.
- aih mamãe já quer me esquentar mmm
- você gosta bebe do dedinho da mamãe?
- aih sim, coloca mais, coloca mais, já quero a pica do papai de novo aih mmm ahí ahh
-te aguenta mais um dedinho, coração, vê só, já tinha três dedos meus enfiados no cu dilatado dela, meti até não caber mais de tão longos, meus dedos enfiava e tirava cada vez mais forte. Ela derramava fluxos, flor esticou a mão e se penetrou a buceta com os dedos — me dá, mamãe, me dá mais, arrebenta meu cu, Mãe, assim, mete forte, mais, mais, mais, mmm. Eu também tava me molhando toda, sentia o suco escorrendo pelas pernas, não aguentava mais de tesão, não entendia como minha filha podia me excitar tanto, como nunca antes, comer ela com meus dedos era um tesão que nunca pensei ter.
— Flor, deita de barriga pra cima, filha — falo. Então ela deita como pedi e abre as pernas, aí eu subo em cima dela, passo uma perna entre as pernas dela e me esfrego na buceta dela com a minha. Tava tudo ensopado, nossas conchas se tocavam, sentia os lábios quentes dela se mexendo na minha buceta, era uma sensação gostosa, cada vez a gente se mexia mais rápido, esfregando forte.
— Mãe, quero gozar já, mmm
— Mexe, love, mexe mais, aperta meus peitos — falo.
Sinto como gozo na buceta dela e os sucos quentes dela na minha.
— Tô gozando, Mãe, gozo, Mãe.
— Como gozei, love — falo e me jogo em cima dela, assim peladas as duas, ficamos abraçadas, olho pra ela e dou um beijo na boca, que flor retribui na hora.
— Vamos tomar um banho juntas — falo, preparo a banheira e entramos as duas, eu apoiada na borda e flor sentada entre minhas pernas, as costas dela contra meus peitos, a água tá morna e começo a passar sabão nas costas dela, no peito, vou descendo até a buceta e ensaboo também, nisso entra lupi, já que não tínhamos fechado a porta, e se aproxima e me dá um beijo na boca e faz o mesmo com Florencia, atrás dela aparece Alejandro e cumprimenta a gente do mesmo jeito… senta na tampa do vaso e conta que saiu mais cedo do trabalho porque foi fazer umas compras pra gente, então sai e nos Deixa a gente sozinha assim a gente termina de tomar banho. Daqui a pouco saímos as duas peladas do banho só com uma toalha na cabeça, vamos pra cozinha onde tão o Alejandro e a Luana conversando. O Ale tá só de cueca preta e a Lupi tinha deixado a saia do colégio vestida e os peitinhos de fora. "Vamos comer, meus amores", falo enquanto dou um baita beijo na boca do Ale. A Florencia arruma a mesa junto com a Lupi, eu sirvo a comida e almoçamos juntos. Enquanto a gente conversava, via as sacolas de compras que o Ale tinha feito e pergunto o que ele comprou. Ele fala que é surpresa e que a gente ia amar, segundo ele. Terminamos de almoçar rápido pra ir ver os presentes. A primeira a ir abrir as sacolas foi a Lupi e atrás a Flor, pra não ficar pra trás, saí de uma vez empurrando elas e rindo. O Ale só olhava pra gente, levanta da mesa e fala que ele lava a louça pra gente abrir os presentes. A Flor e a Luana sentam no sofá, eu fico de pé e escolho um pacote. Abro e, pra minha surpresa, era um uniformezinho de policial com uma saia curtinha e meia arrastão. O que a Flor abre é um vibradorzão vermelho. A Lupi abre um e é comprido com duas pontas em forma de pinto pra fazer dupla penetração. Abrimos mais e vemos mais vibradores cor de pele, outro de vidro, três dilatadores anais e dois tipos de bolinhas. Deixo as meninas continuarem olhando e vou até o Ale, que tá lavando a louça, e dou um beijo agradecendo pelos presentes lindos. Volto pras meninas, escolho as bolinhas chinesas e falo: "Essa aqui é minha, sozinha", e elas riem. A Lupi, sentada no sofá com as perninhas abertas deixando ver a buceta debaixo da saia, pega um vibrador vermelho e começa a meter na boca chupando com gosto. O Ale, da cozinha, se vira e fala que não vale usar nada ainda, que ele tem algo preparado, e pede pra Lupi ir tomar um banho. Ela obedece enquanto eu e a Flor arrumamos a bagunça que fizemos com os papéis. Colocamos todos os brinquedos em cima da mesinha. O Ale vem e senta no sofá, eu vou ao lado dela e flor na frente esperando a lupi enquanto a gente conversa, flor com um consolo na mão olha pra ele e diz que é muito grande a gente ri e eu explico que usei a palavra: buceta uma vez que quando a gente tá excitada abre muito e consegue receber se relaxar, posso tentar ela fala e ale segura ela não minha vida tenho outra coisa em mente pra vocês hoje. Nesse momento vem Luana correndo do banheiro completamente pelada com aqueles peitinhos pequenos no ar quase sem balançar.-já tô pronta tô bem limpinha haha e agora? -mmm tão prontas pra surpresa –fala ale. Eu pergunto se sim o que a gente tem que fazer, fiquem de quatro as três no sofá ele ordena, obedecemos sem falar nada pra quem era nosso dono naquele momento, as três de quatro dando as costas pra ale só deixamos ele fazer o que quiser com a gente, então ele se posiciona atrás de mim e fala começo por você Dani que é a mais acostumada com isso, sinto ele passar um gel na minha bunda com o dedo espalha e começa a enfiar as bolinhas chinesas na minha bunda primeiro as menores até a maior sinto como meu buraquinho vai dilatando, flor e lupi só olhavam esperando a vez sem falar nada obedientes, depois que enfiou tudo deixando só o anel pra fora do meu cu ele se posiciona atrás da Florencia e faz a mesma coisa lubrifica com o gel e apoia a ponta de um dos dilatadores e começa a enfiar devagarzinho abrindo toda a bunda dela ela geme grita pede mais, enfia tudo e deixa dentro sem mexer e vai agora pra bunda da Luana molha com o gel e faz a mesma coisa mas dessa vez custa a enfiar na lupi ele faz um pouco de força até enfiar tudo dentro e deixa também lupi quase chora de dor mas não fala nada,. E agora o que a gente faz eu pergunto.-já tá agora façam o que quiserem mas nenhuma tira eu quero vocês assim o dia inteiro com os dilatadores na bunda, podem levantar e andar assim pela casa sem tirar…as meninas se olham, a gente levanta e quando ficamos em pé uma do lado da outra, ale se afasta para o nosso quarto e nos deixa sozinhas lá… a verdade era uma sensação muito estranha andar pela casa fazendo coisas com algo enfiado no cu, lupi toda hora me falava que já tava doendo, já a Florencia curtia muito, se abaixa e mostra como tá enterrado, já tava escurecendo e o Alejandro fica rondando a casa nos olhando controlando a situação, eu e lupi estamos na cozinha cozinhando pra noite, o Alejandro chega perto da gente abraça a Lu por trás pegando nas tetinhas durinhas aperta forte e ela se joga pra trás se apoiando no peito dele, ale faz ela apoiar as mãos na pia e encosta o pau na entrada da rachinha dela e para quando lembra que a Luana ainda é virgem, aí vem pra mim e faz a mesma coisa eu deixo sou a putinha dele sempre e me penetra pela buceta enfia tudo até as bolas sinto ela, que prazer sentir meus dois buracos ocupados, flor ouve meus gemidos e vem pra onde a gente tava e senta na pia com o dilatador ainda no cu como se nada levanta uma perna apoiando na pia abrindo a buceta com os dedos e me fala pra chupar ela… não espero um segundo meto minha língua na buceta dela enquanto por trás o Alejandro não para de me comer forte, lupi só olhava e começa a se tocar sozinha. –Mãe quero falar uma coisa pra vocês –fala amor eu falo enquanto tô sendo comida –quero que o pai me coma pela buceta já não aguento mais ver vocês transando e eu não levar –filha olha que é uma decisão difícil a que você tá propondo amor. Fala ale. Sério já não aguento mais ficar assim sem sentir seu pau na minha buceta, além do mais se tem alguém que quero que me desvirgue é você, quem mais vai me cuidar como você cuidaria de mim pai. –nisso a menina tem razão ale quem mais faria isso com ela se não você. Ok só se você tiver certeza amor é uma coisa que vai mudar sua vida pra sempre bebê. –tô super certa mãe acho que já é hora de perder minha virgindade e virar mulher –. –pronto decidido então mas se Fazemos isso, fazemos bem e em família. Falo pra vocês: vamos pro meu quarto. Florença e Luana vão na frente, e o Ale e eu atrás. Luana deita de barriga pra cima, a Flor e eu ficamos cada uma de um lado dela. O Ale se ajoelha entre as pernas da Lu e pede pra Flor fazer um boquete nela por um tempo. A Flor começa passando a língua entre os lábios dessa buceta, e eu vou chupando o mamilo direito dela até sentir ele bem durinho na minha boca. Olho pro Ale e falo que já tá pronta. Alejandro se acomoda mais perto, entre as pernas, pega na rola dele e apoia entre os lábios molhadíssimos da Lupi. Enfia devagar, só a cabeça da rola, que fica rodeada por esses lábios vaginais, e se move suave, metendo e tirando sem enfiar tudo. Um movimento, e ele mete, mas dessa vez quase até a metade da rola, e deixa uns segundos até essa buceta se acostumar com o tamanho.
– Mmm, que prazer que sinto, já tô adorando sentir isso, pai.
– Tá doendo, bebê? Perguntei.
– Não, mmm, tô muito tesuda, quero tudo dentro já.
Ale, ao ouvir isso, dá mais uma enfiada, dessa vez metendo toda a rola gorda dele, desaparecendo dentro do corpo da Luana.
– Ai, merda, tá doendo, pai, tá doendo – gritava a Lu.
Florença, do lado dela, começa a beijar ela na boca, enfiando a língua. Nesse momento, vejo um fiozinho de sangue escorrendo da buceta. Alejandro tira e mete de novo, deixando quieto um tempo lá dentro, e começa a comer ela com mais vontade. A Luna só geme agora e pede mais. Peço pro Ale parar pra poder limpar ela um pouco. Passo um lenço umedecido na Lu, deixando ela pronta pra ser comida de novo.
– Vira, amor. Fica de quatro, bebê.
– Assim, pai – fala a Lupi, na posição de quatro.
– Isso, amor, fica assim que o papai vai te foder como nunca vão te comer – ele fala, e enfia tudo sem dizer nada dessa vez. A Lu grita, geme, se agarra nos lençóis. Ele bombeia como ninguém, mete e tira a rola tão rápido que não dá tempo dela fechar. Eu e a Florença estamos tão tesudas nesse momento que a gente... nós duas nos masturbando, lembrei dos brinquedos e fui correndo pegar um especial pra aquele momento, voltei e flor tava deitada de barriga pra cima se enfiando os dedos tão desesperada que eu me deitei entre as pernas dela deixando minha buceta quase encostada na dela, peguei o consolador de uma ponta e enfiei na minha buceta, depois de dentro de mim peguei a outra ponta e enfiei na buceta da Florencia, comecei a me mexer forte e isso fazia ele se mover dentro da buceta da flor, ela gemia de prazer também com ele enfiado lá dentro, quase coladas nossas bucetas bem molhadas a gente se comeu cada vez mais rápido, olho pro lado e dessa vez era a Luana que tava comendo o pai dela montada na pica subindo e descendo tão rápido que molhava o corpo inteiro do Alejandro, tirei o consolador e tirei a lupi da pica e montei eu mesma forte do jeito que eu gosto que entre tudo, flor continua se comendo sozinha e lu senta na cara do ale deixando toda a buceta na boca dele, vou gozar mãe, pai to gozando diz a Luana e dá pra ver como enche de sucos a cara do ale e cai dura na cama do lado da flor que tá batendo uma na bunda com o brinquedo e gozando também e para, ver e ouvir as minas gozando não fazem mais que fazer o Alejandro encher minha buceta de porra bem no momento do meu maior clímax molhando essa pica cheia de porra e caio em cima do corpo dele. Nossa que puta trepada que a gente deu meus amores falo nunca gozei tanto na vida como essa noite, a gente relaxou um tempão nos tocando entre os quatro nossos corpos pelados, já é tarde falo então vamos tomar banho e descansar porque amanhã é sexta e é noite de pizza com as minas, ale e eu fomos pro banheiro tomar banho depois vão Luana e flor então com ale a gente deitou apagou as luzes, daí a pouco abrem a porta e são elas flor levanta o lençol e deita do lado do ale e lu faz o mesmo mas do meu lado éramos os quatro na mesma cama todos pelados de novo. –o que vocês tão fazendo — digo rindo — e se a partir de agora a gente dormir junto como uma família, sem preconceito?
Flor fala, abraçando o Ale. Eu do lado dele, e a Lu, na beirada da cama, me abraça.
continua...
11 comentários - Noite de pizza em família - capítulo 4
gracias, van puntos...