Minha madrastra gostosa (2)

O outono já se instalou em Madrid, nesta tarde meio fria de novembro. Cai uma chuva mansa, miúda, que escureceu o céu bem cedo.

A madrasta está entediada e de mau humor pra caralho. O marido tá em casa há dez dias, sem poder ir trabalhar, com uma lesão no tornozelo que vai deixar ele imobilizado umas três semanas. A maioria das mulheres acha que marido em casa é um estorvo. E além disso, ela teve uma briga feia com ele hoje de manhã por causa de assunto de família, e passaram o dia quase sem se falar. Ele no escritório dele revisando papéis, e ela na sala viu TV um pouco, e agora começa a ficar nervosa, como se estivesse enjaulada.

Ela decide que vai sair um pouco mais cedo pra buscar a menina na saída da escola, e enquanto a garota depois vai pra aula de reforço, ela aproveita pra fazer umas compras... bom... pensando melhor, vou ligar pro menino, pra ele me acompanhar e a gente toma alguma coisa antes de voltar. Ela faz a ligação pra garantir que ele vai estar disponível.

- Oi, amor... já terminou as aulas mais cedo?

- Já terminei, mãe, tô na biblioteca.

- Quer me acompanhar enquanto sua irmã termina as atividades?

- Claro, mãe. Me fala onde a gente se encontra.

- Na porta da escola da sua irmã, daqui a 45 minutos.

- Beleza. Até logo, mãe.

A madura se prepara pra sair. Hoje ela quer estar gostosa. Escolhe a saia que mais gosta, uma saia cinza, na altura da panturrilha, com botões na frente de cima a baixo. Ela adora desabotoar até um pouquinho acima do joelho, acha muito sexy. Decide também usar meias, meias 7/8, de renda, pretas, com liga embutida. Ela se sente totalmente diferente, sexy pra caralho. Na parte de cima, uma jaqueta de couro preta, ajustada na cintura, que mostra bem a silhueta dela. Sapato de salto combinando.

Ela se olha no espelho e se acha Fantástica. Meia-volta, pra se olhar por trás no espelho e aí encontra um problema.

- Poxa… a calcinha tá marcando demais… que merda. Vou ter que vestir uma calça jeans agora, sendo que eu tava tão bem.

Começa a pensar no assunto, mas logo encontra uma solução. Se sente ousada.

- Bom, que se dane… um dia é um dia… vai pra merda… sem calcinha mesmo!

Enfia as mãos por baixo da saia, levantando o suficiente pra pegar a peça íntima e tirar pelos pés, dobra e guarda na bolsa por precaução.

- Hoje vou ficar fresquinha…

Pega a bolsa e as chaves do carro, e ao passar pela porta do escritório onde o marido está, sem nem parar se despede com má vontade:

- Vou buscar os meninos e fazer umas compras.

- Tá. – ele também responde com a voz seca.

Ela sai no patamar da escada e espera o elevador, ainda mais irritada com o marido. Pra si mesma, diz com raiva contida:

- O filho da puta nojento… Cada dia me dá mais prazer em botar chifre nele com o filho dele…

Chega na hora certa na porta da escola da menina. Estaciona um pouco em fila dupla, a área é ampla e tranquila e é assim que costuma esperar todo dia, pra levar ela pra casa, exceto uma vez por semana, que é hoje, e leva ela pra uma academia perto, onde ela tem aula de idioma e música por duas horas.

Agora chega o irmão dela. Abre a porta depressa por causa da chuva e senta do lado dela no banco da frente. Trocam um beijo de cortesia.

- Oi, amor, como foi seu dia?

- Bem, mãe, obrigado. E você, como tá?

- Bom, não muito feliz. Discuti com seu pai…

- Já percebi no almoço. Bom, passa logo, como das outras vezes.

- É, espero que sim, mas tô de muito mau humor. E com vontade de me vingar um pouco…

- Se vingar?… Como?

Ela olha pra ele com um olhar insinuante, malicioso, acompanhada de um sorriso bem safado, olhando pra ele de cima a baixo.

— O que você acha, meu bem?

— Mãããããããe...

— Pois é, hoje quando saí de casa, falei pra mim mesma que fico feliz em enganar seu pai com você. Ele merece. Não me dá atenção ultimamente. Além disso, tá em casa há dez dias, e tá muito chato. E ainda por cima não posso ficar um tempinho a sós com meu menino...

O garoto não responde, sempre nessas situações, quando a mãe se insinua com aquela cara de pau, vem aquela timidez que ele nunca consegue superar de vez. Fica um silêncio curto, enquanto esperam a menina sair. Ele olha pela janela pra ver se ela aparece. Ela, enquanto isso, desabotoa três botões da saia e faz um cruzamento de pernas estudado. As coxas brilham lindas com as meias pretas.

— Você gostou de como me vesti hoje, meu bem?

Quando ele se vira e olha pra ela, o garoto dá um pulo de susto.

— Ahhhh, mãe, mããããe...

— Vejo que você gostou... hahaha... olha, olha...

Ela, toda provocante, cheia de tesão, afasta bem a saia de um lado. Mostra descaradamente não só o final das meias, onde acaba a renda fina e começa a coxa nua, mas afasta ainda mais a saia pelo quadril, mostrando ele pelado.

— Mãe... não... não... você não tá usando nada por baixo!

— Pois é, não, meu amor, nada de nada. Me sinto confortável assim, fresquinha. Se importa?

— Não, claro que não...

— Me diz, você sentiu muita saudade de mim nesses dias em que seu pai tá em casa?

— Sim, claro, mãe, muita.

— Você não pôde aproveitar a mamãe, né... aposto que você bateu uma punheta.

O garoto faz uma cara de vergonha, fica meio vermelho, olha pela janela.

— Diz que sim, meu anjo... a mamãe adora que você deseje ela muito. A mamãe fica feliz imaginando você se excitando de noite, no seu quarto, pensando em mim... Você faz isso?

— Sim, claro que sim, muitas vezes... Mesmo já sendo sua amante, o garoto ainda tem dificuldade em falar sobre o assunto. Mas ela é habilidosa e arranca as palavras dele, gosta de ser safada e que ele conte coisas.

— E no que você pensa quando faz isso? Também em alguma colega de classe?

— Não, mãe, só em você. Nos seus peitos. Nas suas pernas quando você as abre, em tudo.

A madura sente a buceta ficar molhada, tomando vida própria.

— Vou sujar a saia — ela diz baixinho, como se pensasse em voz alta.

— O que você disse, mãe?

— Nada, coisas minhas. Sua irmã está vindo…

Ela ajeita a saia antes de a menina chegar no carro.

— Oiiii, meu anjo, tudo bem…

— Tudo bem, mãe. Vamos, que estou atrasada para o cursinho. Vocês vão aonde enquanto isso?

— Talvez a gente vá no El Corte Inglés, seu irmão quer ver umas roupas.

Em poucos minutos, deixam a irmã no cursinho, onde vai ficar umas duas horas. Ela volta em direção ao centro da cidade. Passa perto do shopping e continua.

— Mãe, acho que você passou do ponto…

Ela não responde. Já tem algo na cabeça. Mas fica calada. Uns minutos depois, chegam à Praça da Espanha. O carro entra no enorme estacionamento subterrâneo.

— Dava pra ter estacionado melhor no estacionamento do El Corte Inglés, isso vai ficar longe pra gente. Ou você quer ver alguma loja por aqui perto? — diz o garoto, na inocência dele.

— Não vamos a loja nenhuma, vamos ficar aqui.

O carro passa pelo primeiro andar, e mesmo tendo vagas livres, ela desce para o segundo, que está quase vazio. Estaciona no canto mais afastado. A garoa e o frio lá fora, em contraste com a temperatura interna do carro, deixam os vidros totalmente embaçados. Não dá pra ver nada do que tem dentro.

— Vem, meu anjo. — ela diz. — Vamos para o banco de trás. Aqui a gente vai ficar bem à vontade.

O carro é uma minivan espaçosa, que ainda tem o banco Banco traseiro totalmente reclinável. Ela aciona o mecanismo e deixa o encosto na horizontal com o banco, quase virando uma cama.

- Quero fazer amor com você, meu bem, aqui, me sinto uma menininha, tô muito tesuda, minha vida.

Eles se beijam com carinho. Ela desabotoou a saia de novo por completo, deixando só o cinto, as pernas enfiadas na meia-calça já levantam o pau do filho na hora. Ela ajuda ele a desabotoar a calça também e puxar até os joelhos.

- Seu filho da puta... Você consegue me deixar com um tesão que ninguém nunca conseguiu antes.

Agora ela tenta se posicionar e se abrir pra ele possuir ela. Não consegue achar uma posição confortável apesar do espaço do carro, e decide ficar de bruços. Dobra um pouco os joelhos, se abrindo, na posição de perereca. Ele já viu ela pelada várias vezes e quando fazem amor no sofá ele gosta de olhar pra ela quando termina e ela levanta pra ir pro banheiro. Aí ele fica admirando o corpo dela, ainda bem definido de mulher, com os quadris largos e a bunda rebolando (ela faz de propósito, sabe que o filho tá olhando). Mas agora é diferente, ele tem ela ali, de bruços, a bunda meio levantada, carnuda, firme, tentadora. Sempre comeu ela na posição clássica, agora é algo novo que surpreende ele e deixa ele meio abalado.

Ela olha pra trás com aquele sorriso safado.

- Gostou, meu bem? Pega, é seu...

Ele acaricia as nádegas, redondas, quentes e as coxas na parte que a meia-calça deixa de fora. Já tá com o pau duro igual a um poste. Ela joga a mão pra trás e segura ele, pra ter certeza que tá pronto.

- Vem por cima de mim, minha vida. Com cuidado.

Mesmo o garoto sendo alto e com bastante corpo, consegue se acomodar com relativa facilidade entre as coxas da mãe. Se abaixando um pouco, porque o teto do carro não deixa ele ficar mais ereto, ele toma posse da mãe. Mais uma vez. Posse. Doce. Deliciosa. O calor da mulher o embriaga toda vez que a faz sua. Agora ele está meio agitado, um pouquinho nervoso. Não consegue esquecer que estão no carro, num estacionamento. Mas a bunda da mãe é poderosa e ajuda ele a superar o transe. Excita ele pra caralho a postura da mamãe, de bruços, com a bunda empinada. Ele separa bem as nádegas dela com as mãos e aperta, entrando nela. Faz sempre bem, bem devagar, bem lentamente. Como se tivesse medo de machucá-la. O poderoso membro juvenil, ereto ao máximo, vai percorrendo a buceta da madrasta de ponta a ponta. Um caminho de prazer, um percurso que ele faz ser longo, paciente, até bater o púbis na carne maternal e ficar ali, imóvel, sentindo as doces sensações que ela transmite. Ela solta um gemido quase constante, ritmado, terno, ao se sentir totalmente preenchida. Sente perfeitamente dentro de si a tremenda dureza do pau.

A mãe agora se apoia um pouco mais nos joelhos, levantando mais os quadris, quase na posição de quatro. A visão da bunda da mulher enquanto ele a penetra faz o garoto chegar à máxima excitação.

- Mamãe... Mamãe...

Ela sabe bem o que acontece quando ele a chama assim. Que ele está prestes a gozar.

- Espera, espera, meu anjo. Tira um pouco... isso. Esfria um pouco, não termina tão cedo, ainda temos uma hora. Quero aproveitar ao máximo.

- Tá bom, mamãe. Do jeito que você quiser.

Ele tira e refresca um pouco. Ela agora aconselha como ele deve continuar.

- Pega ele com a mão. Roda toda a minha bucetinha, assim você me mantém excitada e aguenta mais por não estar enfiado.

Ele obedece. Sempre obediente, o garoto dela. Pega o pauzão e desliza a cabeça pela fenda gostosa da madura. Ela está totalmente dilatada, a boceta dela agora está maior.

- Roda mais pra cima, assim...

A área toda está encharcada de fluido vaginal. A umidade facilita o deslizamento.

- Vai, gostoso, isso…
Agora ele tá roçando a região anal. É novo pros dois. Tão descobrindo sensações novas. A madrasta, nessa tarde, tá com uma excitação muito especial, nada parece segurar ela.

- Cê ia gostar de meter lá, meu anjo?
- Por trás?
- Claro, amor. No cu.
- Não sei se vou saber, mãe.
- Vai fazer bem, lindo. Nós dois vamos aprender, cê vai ver.
- Cê nunca fez isso?
- Não, minha vida. Seu pai foi meio sem graça nessas coisas. Aperta um pouco enquanto esfrega. Quando passar no buraquinho, empurra de leve… isso… isso… aí… Aiiiiiiiiiiiiii…!

O cu se dilata com o roçar, estica, convidando pra brincadeira.

- Espera um pouco, amor. Me dá a bolsa, a gente precisa de um lubrificante, assim não dá.

Ela pega uma caixinha com creme hidratante, serve pro caso.

- Toma, lindo. Passa creme bem no pau. Mais, enche ele bem, assim, bem molhado. Vamos começar de novo, quer?
- Sim, mãe.

Volta o esfregar, volta o empurrar. Lubrificado o membro, dessa vez foi. Entrou uma boa parte.

- Aiiiiiiiiiiiiii…!!! Porra, devagar, devagaaaar… que cê tem ele muito grande.
- Tá doendo, mãe? Tiro?
- Nem pensa…! Deixa ele enfiado aí, que eu vou me acostumando. Agora ou nunca. Espera, quieto, quieto…

Passam uns minutos. O garoto tá imóvel, com parte do pau dentro. Ela tenta se acostumar, tá muito aberta, muito excitada, mas custa. É virgem naquele lugar.

- Ufffff… que tremendo, o que cê tem enfiado em mim. Acho que vou me cagar…

Tem que ser corajosa pra meter o tamanho do filho, mas ela tá conseguindo.

- Empurra mais um pouco, meu amor… Cê gosta? É feliz metendo no cu da mamãe?

Chegou até a metade. Ela começa a relaxar. Vai aguentando melhor a pressão. - Mete a mão por baixo, filho. Isso, é isso, pra tocar na minha bucetinha. Procura o clitóris, bem, bem, minha vida, que delícia.

É algo diferente, que nunca tinha sentido. A penetração anal e a excitação do clitóris estão levando ela ao nível máximo.

- Sabe de uma coisa, filho?...

- O quê, mãe?

- Poxa, que eu tô gostandooooo… Tô gostando muitoooo… Não sei como te dizer, não é o de sempre. É, é…sei lá, muito gostoso, dói um pouco, mas tô muito à vontade. Que gostoso, que gostoso, meu céu. Como você faz bem pra mamãe. Agora, meu amor… vem, mete ela toda, mas devagar, bem devagarinho, já, jáááá… aí.

O jovem empurra lentamente até alojar todo o membro no reto da madrasta. Ela fica assim, empalada, de bruços, o cabelo bagunçado, meio suada. Mas excitada como nunca esteve. Já pressente o que vai vir, é impossível aguentar mais a vontade de explodir sem freio.

Já totalmente relaxada a senhora, aperta agora o esfíncter anal, brincando com a estaca que tem enfiada. Ele acelera agora a massagem que com os dedos está dando na mãe na sua buceta. O clitóris está duro, crescido.

- Não aguento mais, não aguento mais, filho… Minha vida… Meu menino… meu amor… me dá tudo, tudo, já tô, já, já…..

Nesse momento a mulher sente o potente jato de esperma dentro dela.

- Ohhhhhhhhhhhhhhhh……………..Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

É mais um grito que um gemido. Intenso. Espetacular. O orgasmo a levou pra outra dimensão.

Agora já vai tirando devagar. Os dois estão saciados, satisfeitos. Ficam um momento deitados, saboreando os últimos beijos. Ela volta à realidade, se levanta um pouco e com a mão limpa um pouco o vidro, pra dar uma olhada.

- Ainda bem, não tem ninguém por aqui… Uffffff. Nunca tinha sentido nada igual. Obrigada, filho. Não vou esquecer nunca o estacionamento da Espanha… hahahaha. Vamos, temos o tempo justo.

Se ajeitam e chegam em o momento em que a irmãzinha aparece. A mina entra no carro e pergunta o que compraram.

- Nada, filha. Seu irmão não gostou de nada do que tinha.

- Que fresco ele tá ficando – fala a irmã distraidamente, enquanto começa a mexer no celular, sem mais interesse.

Na frente do carro, os dois amantes trocam um olhar cúmplice.

2 comentários - Minha madrastra gostosa (2)