Bom, vou contar uma das minhas experiências, uma das mais quentes e que me traz boas lembranças. Não sou nova no Poringa, apesar de ter me registrado há pouco, sempre entrava pra "dar uma espiada".
Para quem nunca conversou comigo por mensagem privada, vou contar um pouco sobre mim. Me chamo Mercedes, sou da província de Buenos Aires, tenho 38 anos, sou divorciada e tenho um filho. Meus hobbies são academia e dança.
A história que vou contar é real, só vou mudar os nomes, por precaução.
Há uns 3 anos, eu morava no coração da Capital Federal, era outra época da minha vida. Com bastante confusão e tentando me ajustar na vida. Muitas mudanças, tanto pessoais quanto profissionais. Essas mudanças emocionais refletiam na minha vida privada e, apesar de eu gostar muito de sexo, não estava transando.
Decidi trocar de academia e me inscrevi em uma que ficava fora do meu bairro, pra mudar de ares e conhecer gente nova. A academia nova não era muito grande, não era dessas grandes redes, mas sim menor e de bairro. Apresenta-se Pablo, personal trainer e dono da academia, 45 anos, cabelo grisalho, corpo bom, definido. Na verdade, nem reparei muito nele, era um cara normal, tem que dizer, daqueles que podem te atrair ou não, e minha cabeça estava em qualquer outro lugar naquela época.
Foram passando os dias, fiz amigos na academia e compartilhávamos saídas. Pablo nunca deu em cima de mim, ele era casado com família formada, e eu também não dei em cima dele. Fomos ganhando confiança, as conversas eram mais frequentes, conversávamos sobre tudo. Ele sabia da minha vida privada e eu da dele.
Essa confiança fez com que eu começasse a olhar pra ele com outros olhos, deixando a amizade de lado. Pablo já me deixava com tesão. O problema era que eu não queria buscar nada com ele, ainda mais sabendo que ele tinha família e não queria complicar a vida de ninguém. Meu instinto de mulher me dominava às vezes e minhas conversas eram mais provocantes, e meu jeito de me vestir na academia também. Usava decotes provocativos e leggings apertadas, não deixavam muito pra imaginação. Os decotes e as leggings começaram a fazer efeito no Pablo, notei como ele olhava, mas nunca nada direto, sempre dava uma enganada, mas ele não falava nada. Conseguia esquentar metade da academia, menos ele. Tinha todos os babões em volta falando qualquer besteira comigo.
Já faziam meses que eu não transava e meu estado era bem sensível, não tinha semana que eu não me tocasse sozinha em casa à noite, pensando no Pablo em cima de mim, me comendo com vontade.
Passou 1 mês, sem nenhuma iniciativa da parte do Pablo. Chegou a festa de fim de ano da academia. Era uma academia pequena, não éramos muitos, combinamos de ir jantar e depois dançar, numa balada conhecida de Palermo. Eu não consegui arrumar alguém pra ficar com meu filho até mais tarde, então não pude ir pro jantar. Mas minhas mensagens pro Pablo e pro grupo eram pra me esperarem e não irem pra casa depois do jantar.
Me arrumei pra ocasião. Vestido preto bem justo no corpo, sem alças, com um sutiã que levantava bem meus peitos, e também bem curtinho. Por baixo, calcinha preta, fio dental bem pequenininha.
Me atrasei mais do que o previsto porque minha amiga que ia cuidar do meu filho se atrasou. Quando cheguei, só o Pablo estava me esperando, os outros tinham se perdido. Alguns tinham ido embora e outros tinham outros planos. Os olhos do Pablo ao me ver me encantaram, e suas palavras também, ele soltou um: "Não é possível você estar tão gostosa assim!". Agradeci com um abraço, encostando bem meus peitos nele.
Não fomos pra balada, porque o Pablo alegou ser um tronco pra dançar. Ficamos num bar, conversando. Ficou tarde. A conversa passou por todos os assuntos até chegar no tema sexo. Eu a essa altura estava com uma vontade que não aguentava mais.
Pablo me disse: "Você tem vários malucos na academia, hein."
Respondi: "Sim, todos babões, menos o que me interessa."
Pablo riu da minha indireta direta e sua resposta foi: "Não se preocupa que ele tá maluco também, mas é que tá complicado."
Eu: "Sabe que eu sou super respeitosa e não gosto de complicar a vida dos outros."
Pablo: Você não tem ideia de como estou te desejando agora.
Eu: bom, então temos que fazer alguma coisa, porque eu estou na mesma.
Naquele momento, nos beijamos loucamente, quase desesperados. Eu estava toda molhada. Pablo pediu a conta e fomos embora.
A viagem de carro até o hotel foi muito quente. Fui provocando ele, tocando o pau por cima da calça sem tirar, que surpresa gostosa quando peguei e parecia um pacote bem generoso.
Chegamos no hotel. Nos fundimos em um beijo super quente com mão boba, ele desceu meu vestido com o sutiã, me deixou com os peitos à mostra e logo começou a chupá-los. Eu não aguentava de tesão. Ele fez o mesmo com a parte de baixo, levantou minha saia até o umbigo. Me deitou, abriu bem minhas pernas. Chupou minha buceta de um jeito incrível. Metendo dedinhos e também chupando minha bunda. Eu aguentei uns 5 minutos assim e explodi. Meus gemidos estavam muito altos. Respirei fundo, sentei na cama, abaixei a calça dele e tirei um pau para fora que cabia nas duas mãos. Lindo, todo depilado. Chupo ele com muita vontade, metia tudo na minha boca. Eu estava totalmente excitada de novo e ele duríssimo.
Pablo: como você chupa, sua putinha, como você me deixa com tesão.
Eu: que bom que você gosta, eu adoro seu pau.
Pablo me deita na cama. Afasta bem minhas pernas, sobe em cima de mim e começa a meter. Sinto o pau dele me abrindo, prazer total, ele começa a tirar e meter devagar, aumentando o ritmo.
Pablo: como eu estava com vontade de te comer.
Eu: bom, aqui estou, me come todinha.
Ele começa a meter com tudo, eu abraço ele com minhas pernas para entrar mais fundo. Que pau gostoso. Passam alguns minutos e eu gozo de novo, grito.
O pau do Pablo estava uma pedra, deito ele, e sento em cima, encaixo na entrada da minha buceta e começo a descer, Pablo agarra meus peitos com força e os chupa desesperado. O pau entra todo e começo a me mexer. Pablo morde meus peitos e suas mãos apertam minha bunda, não… Aguento muito mais assim, me movo como uma louca. Gozo de novo.
Me deito em cima do Pablo, sinto o pau dele todo duro.
Pablo: Não aguenta mais, hein? Tá toda ofegante.
Eu: Você me fez gozar de um jeito...
Pablo: Agora sai de cima de mim porque não me seguro e te encho todinha.
Eu: Não fala assim, me deixa muito excitada.
Pablo: Te excita que eu te encha?
Eu: Sim, me mata de tesão.
O Pablo começa a se mover com tudo embaixo de mim, eu fico super excitada e sinto ele começar a me encher de porra, gozo de novo, caio desfeita no peito dele.
O tempo acaba, vamos tomar banho, eu chupo ele todinho limpando a porra que tinha sobrado.
A gente vai embora e ele me deixa em casa.
Essa foi minha única experiência com o Pablo, mas foi uma das minhas transas mais gostosas. Não sei se está bem redigido. Espero que a história dê pra entender.
Beijos e obrigada a todos que tirarem 5 minutinhos pra ler.
Para quem nunca conversou comigo por mensagem privada, vou contar um pouco sobre mim. Me chamo Mercedes, sou da província de Buenos Aires, tenho 38 anos, sou divorciada e tenho um filho. Meus hobbies são academia e dança.
A história que vou contar é real, só vou mudar os nomes, por precaução.
Há uns 3 anos, eu morava no coração da Capital Federal, era outra época da minha vida. Com bastante confusão e tentando me ajustar na vida. Muitas mudanças, tanto pessoais quanto profissionais. Essas mudanças emocionais refletiam na minha vida privada e, apesar de eu gostar muito de sexo, não estava transando.
Decidi trocar de academia e me inscrevi em uma que ficava fora do meu bairro, pra mudar de ares e conhecer gente nova. A academia nova não era muito grande, não era dessas grandes redes, mas sim menor e de bairro. Apresenta-se Pablo, personal trainer e dono da academia, 45 anos, cabelo grisalho, corpo bom, definido. Na verdade, nem reparei muito nele, era um cara normal, tem que dizer, daqueles que podem te atrair ou não, e minha cabeça estava em qualquer outro lugar naquela época.
Foram passando os dias, fiz amigos na academia e compartilhávamos saídas. Pablo nunca deu em cima de mim, ele era casado com família formada, e eu também não dei em cima dele. Fomos ganhando confiança, as conversas eram mais frequentes, conversávamos sobre tudo. Ele sabia da minha vida privada e eu da dele.
Essa confiança fez com que eu começasse a olhar pra ele com outros olhos, deixando a amizade de lado. Pablo já me deixava com tesão. O problema era que eu não queria buscar nada com ele, ainda mais sabendo que ele tinha família e não queria complicar a vida de ninguém. Meu instinto de mulher me dominava às vezes e minhas conversas eram mais provocantes, e meu jeito de me vestir na academia também. Usava decotes provocativos e leggings apertadas, não deixavam muito pra imaginação. Os decotes e as leggings começaram a fazer efeito no Pablo, notei como ele olhava, mas nunca nada direto, sempre dava uma enganada, mas ele não falava nada. Conseguia esquentar metade da academia, menos ele. Tinha todos os babões em volta falando qualquer besteira comigo.
Já faziam meses que eu não transava e meu estado era bem sensível, não tinha semana que eu não me tocasse sozinha em casa à noite, pensando no Pablo em cima de mim, me comendo com vontade.
Passou 1 mês, sem nenhuma iniciativa da parte do Pablo. Chegou a festa de fim de ano da academia. Era uma academia pequena, não éramos muitos, combinamos de ir jantar e depois dançar, numa balada conhecida de Palermo. Eu não consegui arrumar alguém pra ficar com meu filho até mais tarde, então não pude ir pro jantar. Mas minhas mensagens pro Pablo e pro grupo eram pra me esperarem e não irem pra casa depois do jantar.
Me arrumei pra ocasião. Vestido preto bem justo no corpo, sem alças, com um sutiã que levantava bem meus peitos, e também bem curtinho. Por baixo, calcinha preta, fio dental bem pequenininha.
Me atrasei mais do que o previsto porque minha amiga que ia cuidar do meu filho se atrasou. Quando cheguei, só o Pablo estava me esperando, os outros tinham se perdido. Alguns tinham ido embora e outros tinham outros planos. Os olhos do Pablo ao me ver me encantaram, e suas palavras também, ele soltou um: "Não é possível você estar tão gostosa assim!". Agradeci com um abraço, encostando bem meus peitos nele.
Não fomos pra balada, porque o Pablo alegou ser um tronco pra dançar. Ficamos num bar, conversando. Ficou tarde. A conversa passou por todos os assuntos até chegar no tema sexo. Eu a essa altura estava com uma vontade que não aguentava mais.
Pablo me disse: "Você tem vários malucos na academia, hein."
Respondi: "Sim, todos babões, menos o que me interessa."
Pablo riu da minha indireta direta e sua resposta foi: "Não se preocupa que ele tá maluco também, mas é que tá complicado."
Eu: "Sabe que eu sou super respeitosa e não gosto de complicar a vida dos outros."
Pablo: Você não tem ideia de como estou te desejando agora.
Eu: bom, então temos que fazer alguma coisa, porque eu estou na mesma.
Naquele momento, nos beijamos loucamente, quase desesperados. Eu estava toda molhada. Pablo pediu a conta e fomos embora.
A viagem de carro até o hotel foi muito quente. Fui provocando ele, tocando o pau por cima da calça sem tirar, que surpresa gostosa quando peguei e parecia um pacote bem generoso.
Chegamos no hotel. Nos fundimos em um beijo super quente com mão boba, ele desceu meu vestido com o sutiã, me deixou com os peitos à mostra e logo começou a chupá-los. Eu não aguentava de tesão. Ele fez o mesmo com a parte de baixo, levantou minha saia até o umbigo. Me deitou, abriu bem minhas pernas. Chupou minha buceta de um jeito incrível. Metendo dedinhos e também chupando minha bunda. Eu aguentei uns 5 minutos assim e explodi. Meus gemidos estavam muito altos. Respirei fundo, sentei na cama, abaixei a calça dele e tirei um pau para fora que cabia nas duas mãos. Lindo, todo depilado. Chupo ele com muita vontade, metia tudo na minha boca. Eu estava totalmente excitada de novo e ele duríssimo.
Pablo: como você chupa, sua putinha, como você me deixa com tesão.
Eu: que bom que você gosta, eu adoro seu pau.
Pablo me deita na cama. Afasta bem minhas pernas, sobe em cima de mim e começa a meter. Sinto o pau dele me abrindo, prazer total, ele começa a tirar e meter devagar, aumentando o ritmo.
Pablo: como eu estava com vontade de te comer.
Eu: bom, aqui estou, me come todinha.
Ele começa a meter com tudo, eu abraço ele com minhas pernas para entrar mais fundo. Que pau gostoso. Passam alguns minutos e eu gozo de novo, grito.
O pau do Pablo estava uma pedra, deito ele, e sento em cima, encaixo na entrada da minha buceta e começo a descer, Pablo agarra meus peitos com força e os chupa desesperado. O pau entra todo e começo a me mexer. Pablo morde meus peitos e suas mãos apertam minha bunda, não… Aguento muito mais assim, me movo como uma louca. Gozo de novo.
Me deito em cima do Pablo, sinto o pau dele todo duro.
Pablo: Não aguenta mais, hein? Tá toda ofegante.
Eu: Você me fez gozar de um jeito...
Pablo: Agora sai de cima de mim porque não me seguro e te encho todinha.
Eu: Não fala assim, me deixa muito excitada.
Pablo: Te excita que eu te encha?
Eu: Sim, me mata de tesão.
O Pablo começa a se mover com tudo embaixo de mim, eu fico super excitada e sinto ele começar a me encher de porra, gozo de novo, caio desfeita no peito dele.
O tempo acaba, vamos tomar banho, eu chupo ele todinho limpando a porra que tinha sobrado.
A gente vai embora e ele me deixa em casa.
Essa foi minha única experiência com o Pablo, mas foi uma das minhas transas mais gostosas. Não sei se está bem redigido. Espero que a história dê pra entender.
Beijos e obrigada a todos que tirarem 5 minutinhos pra ler.
25 comentários - Primera y ultima
Besos
Muy bien redactado nena, hiciste de una historia común un relato atrapante.
Bienvenida y a seguir contando tus aventuras !
Te dejo unos puntitos de incentivo.
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos.
van puntos