Mãe e filho têm uma relação incestuosa num verão escaldante
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Vou contar uma história que aconteceu há muito tempo, quando não existia internet, e pra bater uma você usava a imaginação e, se tivesse sorte, tinha uma revista pornô ou algum vídeo que os amigos te passavam. Eu tinha idade pra ficar quase todo dia me masturbando, sempre pensando nas mulheres que estavam por perto: alguma professora, conhecida, minha tia... até minha mãe. Essa última era raro, porque depois eu sentia uma espécie de culpa por pensar assim da minha mãe.
Me chamo Pedro, naquela época eu tinha vinte e um anos e meus pais eram separados. Naquele tempo, ter os pais separados era quase sinônimo de ser uma família "estranha", "problemática" ou como quiser chamar, não tinha muitas separações e menos ainda divórcios.
Minha mãe Ana e meu pai Carlos eram advogados, e depois de um casamento cheio de traições e amargura, decidiram se separar. Foi um casamento de fachada de duas famílias ricas que eram o casal perfeito pra fora e preocupadas com "o que vão dizer". Mesmo sendo pequeno, eu percebia a situação até certo ponto, embora houvesse coisas que não entendia. Quando se separaram, segundo minha mãe, eu me tornei um adolescente calado, seco, sempre no limite, e meus estudos caíram muito. Nunca fui um grande estudante, mas ia passando de ano, mesmo sendo muito preguiçoso. Até algumas matérias me aprovaram na base do "problemas em casa".
Me tiveram depois que terminaram a faculdade, minha mãe devia ter uns 23 anos na época. Ela ficou uns anos cuidando de mim e depois entrou no mercado de trabalho. Quando tudo isso aconteceu, minha mãe tinha 44, eu a via como uma mulherão que se cuidava bem, diferente da maioria das mães dos meus amigos, que eu achava velhas e quase sem atrativo nenhum. Era alta pra geração dela, 1,74m, e tinha um corpo cuidado, sempre deu importância à aparência, não era muito de seguir moda, gostava de ser sóbria. mas com um toque sensual. Ela tinha uma juba preta linda, olhos castanhos escuros, uns peitos médios com umas boas cadeiras e uma bunda grande, mas com umas pernas longas e firmes.
Depois de terminar o ensino médio e repetir dois anos, minha mãe insistiu que eu fizesse uma faculdade. Pra ser sincero, não tava nem um pouco afim, preferia fazer um curso técnico, mas pra minha mãe isso era impensável, mesmo os professores tendo recomendado. No fim, me matriculei num curso de humanas numa universidade particular. A gente teve uma conversa, ela me incentivou a estudar e terminar a faculdade, se não desse certo eu podia fazer um técnico, mas que eu me esforçasse, fosse maduro, blá, blá, blá...
Pra ser sincero, desde o começo eu gostei. O clima da universidade era bem diferente do colégio, a maioria era desconhecido, a gente tinha liberdade nas aulas e as matérias eram bem interessantes. Estudar não era difícil e fui passando nas disciplinas. No primeiro semestre só reprovei uma, mas em junho terminei tudo limpo. Minha mãe tava encantada, dizia que eu tinha mudado de caráter e tava mais responsável. Ela falou que eu teria um prêmio se terminasse tudo aprovado. Não sabia o que era, mas já tava passando pela minha cabeça a carteira de motorista, um computador, até um carro usado.
Depois de olhar as duas últimas notas que faltavam publicar, fui correndo pro escritório de advocacia onde ela trabalhava. Dei a notícia e ela deu um grito de alegria, me abraçou me enchendo de beijos e contou pros colegas. Todo mundo me parabenizou, até o chefe dela, que era uma pessoa que impunha respeito, apertou minha mão. A gente foi almoçar, minha mãe tava radiante de felicidade, na rua ia de braço dado comigo e me falando que a gente ia viajar juntos de férias pra onde eu quisesse. Isso me desanimou um pouco, comentei sobre a carteira de motorista e depois de uma negociação ela aceitou. Eu tava feliz pra caralho.
Mas alguma coisa tinha que torcer... o chefe da minha mãe pegou licença, teve mais problemas no escritório e tivemos que cancelar a viagem. Fiquei puto da vida, briguei com minha mãe e tive uns dias em que voltei a ser ranzinza, ela ficou preocupada e tentou que eu não voltasse pra aquela fase da minha vida. Conforme os dias foram passando, meu humor foi suavizando entre as aulas da carteira de motorista e os rolês com os amigos. Tava curtindo o verão, mas o melhor ainda estava por vir.
Durante uns dias, teve uma onda de calor, o termômetro durante o dia não baixava dos quarenta e à noite aliviava um pouco. A casa ficava sempre com as persianas abaixadas e só à noite a gente abria pra entrar um ventinho. Esses dias eu passava sem sair de casa por causa do calor insuportável, andava só de cueca tentando amenizar o calor, bebendo muita água e tomando banho. Minha mãe também andava leve, só de calcinha e uma camiseta fina. Quando a gente se encontrava no fim da tarde, eu adorava ficar perto dela e reparava no corpo dela, os peitos balançavam com o movimento do quadril e quando ela sentava no sofá dava pra ver o volume entre as pernas dela. Ver as gotas de suor na coxa dela me excitava, tentando controlar as ereções, era uma situação estranha, ali trancados em casa com as persianas abaixadas, como se não existisse nada lá fora, só uma mãe e um filho.
Uma tarde, sufocado pelo calor, me despi completamente, já tava até incomodando a cueca, coloquei uma toalha no sofá e me deitei pra ver um filme da locadora. A porta abriu e ouvi minha mãe reclamando e xingando o calor que tava fazendo.
-Pedro!!-Ela exclamou com certa surpresa ao me ver daquele jeito- O que cê tá fazendo pelado?
-Buuffff, já não aguentava mais o calor....
Ela se aproximou pra me dar um beijo, tentando não desviar o olhar pro pau. Tirou a roupa e ficou como sempre, de calcinha e camiseta, dessa vez as duas peças eram brancas. —Do que você está rindo? — Ela perguntou sorrindo.
— Nada, é que hoje você combinou com o clima.
— Aiii... que bobo.
Ela sentou ao meu lado vendo o final do filme. A gente suava de calor e ela não parava de reclamar, então não sei por que tive uma ideia brilhante. Fui pra cozinha, minha mãe ouvia barulhos e perguntava "o que eu tava fazendo", mas por não se mexer, nem levantou. Peguei um borrifador de limpeza, depois de esvaziar, lavei ele várias vezes e enchi de água, e joguei no corpo... que alívio!! Entrei na sala pelado com o borrifador na mão enquanto ela não resistiu a olhar pra minha pica.
— Olha!! Enchi isso de água e dá um frescor danado. — Falei animado, como se tivesse descoberto a pólvora, enquanto jogava água no peito.
— Nossa, que legal!! Funciona?
— Sim, sim, claro. — Enquanto me aproximava dela, joguei um pouco e ela soltou um grito de susto.
— Aiii!!!
Sentei ao lado dela e perguntei:
— Quer que eu jogue um pouco?
— Sim, sim, pode ser. Tô morrendo de calor.
Comecei pelas pernas, fui enchendo de gotinhas de água as coxas e desci até os pés, onde ela riu porque disse que fazia cócegas. Subi pela parte interna das pernas e quando cheguei nas coxas, ela abriu ligeiramente. Nunca tinha visto minha mãe nessa posição, deitada no sofá de olhos fechados e pernas abertas mostrando a calcinha, acho que foi sem querer, mas senti um formigamento no estômago.
— Agora vou jogar na sua cara.
Ela fez uma expressão de quem esperava a água, e assim que sentiu as gotinhas no rosto e no pescoço, colocou a língua pra fora como se fosse beber. Naquele momento, notei que a pica tava dura, não totalmente ereta, mas já meio tesuda. Diante da situação, me animei, também não sabia o final, mas desci pros peitos dela e molhei de propósito a camiseta. O tecido não demorou a absorver a umidade e grudou nas tetas da minha mãe, que mostravam umas auréolas médias com os mamilos grandes e duros. Ela arqueou as costas. realçando ainda mais as curvas, eu tava ficando excitado demais, deu vontade de largar o borrifador e pegar nos peitos. Desci até a calcinha e hesitei um momento, mas já que tinha chegado até ali, me arrisquei, molhei as coxas dela deixando gotinhas que junto com o suor faziam a pele brilhar, a calcinha foi encharcando e marcando os pelos escondidos, o que eu não daria naquele momento pra enfiar a cabeça entre as pernas dela.
-Pronto, mamãe, tá mais fresquinha?
-Ela demorou um instante pra reagir, abriu os olhos e tocou na minha perna com carinho.
-Valeu, filho, deu uma refrescada, mas com esse calor a pele seca logo.
O telefone tocou, ela foi pra cozinha e pela conversa eu deduzi que tava falando com a irmã. Assim que ela saiu da sala, eu tive uma ereção na hora, como se meu pau não conseguisse mais disfarçar, sentia ele muito duro e não baixava, e mesmo colocando a cueca ia ficar bem evidente. Fui pro meu quarto pra não ser visto, já que daria tempo de baixar a ereção porque as conversas da minha mãe com minha tia eram intermináveis, passaram uns minutos e o pau continuava do mesmo jeito duro, as imagens do corpo molhado dela naquela pose erótica vinham na mente e não ajudavam. Pensei em bater uma punheta, mas e se ela entrasse bem na hora? Podia ser pior.
-Pedro!! mas o que cê tá fazendo?.-A entrada no quarto foi tão repentina que eu fiquei travado.
-Eu tava em pé perto da janela, o que deixava o pau ainda mais evidente.
-Nada....-Falei com voz suave e um pouco surpreso.
-Cê tá batendo uma punheta?-Ela perguntou
-Não!!, mãe!-Exclamei
-Então o que cê tá fazendo assim?
-Tive uma ereção... e não baixa.-Falei como desculpa.
-Tá bom, já vai baixar.
Ela virou as costas e foi pra sala, os minutos passaram e o pau não perdia o tamanho, e já que ela tinha me visto, fui pra sala também, quem sabe vendo TV passava.
-Pedro!, ainda tá assim?
-Pô, mãe, não baixa.-Reclamei.
-Ah Sua idade é normal, não se preocupa. Senta aí que já vai passar.
Minha mãe me olhava sem nenhum disfarce, aumentando ainda mais a excitação. A ponta foi lubrificando, ficando com um tom avermelhado e brilhante. Ela começou a rir sem graça, acho que tava meio nervosa com a situação. Fez algum comentário brincando, mas dava pra ver que tava desconfortável. Tentei um jeito de excitá-la, mas tinha medo da reação dela. Se eu tocasse nela, com certeza seria rejeitado, mas e se tentasse convencer ela a me tocar? Podia ser meio brusco, mas não mais do que tentar tocar a pele dela. Tentei pensar nas palavras exatas e nas possíveis respostas pra estar preparado e parecer o mais natural possível. Mas não tava pensando com clareza, então fui na cara e na coragem.
— E se, pra tirar a ereção e a dor que tá me dando, você me tocar um pouco? — falei meio acelerado, mas pela cara que ela fez, entendeu perfeitamente.
Ela ficou chocada com a proposta. Na cara dela não vi rejeição, nem aceitação, foi mais de incredulidade.
— Fazer uma punheta pra você? — respondeu num tom suave.
— Ééé... sim.
— Mas isso você pode fazer sozinho.
— Sei, já sei. Mas já que você tá aqui comigo e me viu, pensei que podia me ajudar.
— Mas, querido, sou sua mãe, como vou fazer isso?
— Por isso mesmo, assim é mais natural, fica em família... e ainda por cima, te ver com pouca roupa... me deu isso.
Fui muito cara de pau na parada, porque também não via ela me dizendo não.
— Além disso, olha, tá bem dura e sinto uma dorzinha.
— E bingo!! — Ela se aproximou um pouco, esticou o braço e com dois dedos tocou o tronco.
— Tá dura mesmo.
Ela tinha umas mãos pequenas, mas com dedos longos e finos, que nunca vou esquecer quando agarrou o membro com a mão, subindo e descendo devagar pelo tronco.
— Espera, assim tô desconfortável. Fica de pé na minha frente.
Ela sentou na ponta do sofá enquanto eu, apontando com a pica, fiquei na frente dela. Com a mão, ela começou a... Me masturbava, subia e descia a pele, passava o dedo pela cabecinha e apertava enquanto eu soltava pequenos gemidos. Era a única coisa que se ouvia na sala, minha própria mãe estava me fazendo a punheta da minha vida, dava pra ver que era uma mulher experiente, com uma mão massageava minhas bolas e passava o dedo pelo períneo enquanto com a outra não parava de brincar com a glande. O corpo foi tensionando enquanto meus gemidos aumentavam, tentei aguentar o máximo que pude, mas a gozada foi rápida. Agarrei meu pau e direcionei a porra pra cima dos peitos, sentiu meu sêmen na camiseta dela sobre os peitos soltando um gemido, aproveitou o momento, estava suada e no rosto dela vi o prazer do que tínhamos vivido. Depois de mais uns jatos, a camiseta ficou encharcada, ela se apoiou no encosto e me olhou com cara de safada.
— Já passou?
Efetivamente, o pau perdeu volume, mas não completamente, e na cabecinha pendiam restos de porra. Tava todo suado, mas não hesitei em me abaixar e abraçá-la.
— Valeu, mãe! — E dei um beijo na bochecha dela.
— Anda, anda, não enche o saco.
Ela se levantou e, enquanto ia pro banheiro, tirou a camiseta, deixou as costas à mostra e eu vi como rebolava os quadris e a bunda se mexia no ritmo. Tinha um corpo lindo, a idade a deixava mais gostosa, não era o de uma garota da minha idade com peitos firmes e bunda durinha sem gordura, mas eu comeria cada centímetro do corpo dela.
O calor foi passando e veio uns dias de tempestade, não sei se foi por causa das mudanças bruscas de temperatura ou algo que caiu mal, mas minha mãe teve uma má digestão e deu uma diarreia. Ligou pro escritório pra dizer que não iria naquele dia e me pediu pra acompanhá-la ao médico. Naquela época, nosso médico de família, que era da velha escola, receitou o de sempre: arroz cozido, omelete, suco de limão, muita água e uns supositórios pra cortar a diarreia. Parece que não foi tão grave, a última Assim que passei pelo banheiro foi no início da manhã, mesmo assim ela insistiu pra eu colocar o supositório. Depois de comer um pouco de arroz cozido e acalmar o estômago, ela tomou um banho.
— Pedro, me ajuda? Nunca gostei dessa parada de supositório e acho que não consigo sozinha.
— Claro, lógico...
Respondi com a maior naturalidade do mundo, a proposta me deu um frio na barriga de excitação, eu ia ver a bunda da minha mãe como nunca antes e apalpar as nádegas num "descuido". A situação não era normal e minha mãe estava nervosa enquanto eu tentava parecer calmo. Fomos pro quarto dela, ela baixou a persiana e acendeu a luz do criado-mudo, tentando que eu visse o mínimo possível.
— Mãe, com essa pouca luz vou ter dificuldade, não enxergo nada.
Olhei com cara de quem não quer nada, sabia que ela tinha razão, mas o pudor falava mais alto. Abracei ela e dei um beijo na bochecha.
— Não seja boba, é só um momentinho.
— Tá bom... acende a luz.
Ela subiu na cama feito uma gatinha, a toalha cobria o melhor do corpo, dos peitos até as coxas. Ficou de quatro, olhando pra colcha, tentando disfarçar a vergonha, a bunda ficou toda exposta enquanto eu tirava o supositório da embalagem. Me aproximei e tentei introduzir, mas foi difícil, não dava pra ver o cu direito e mesmo afastando uma nádega, não conseguia.
— Mãe, não dá... não tô enxergando o cu. — Falei com a maior naturalidade, tentando quebrar o gelo. — Por que você não empina um pouco mais a bunda?
Ela afastou as pernas e jogou o corpo pra trás, apoiando a cabeça na cama. A bunda parecia que tinha crescido, ficou enorme enquanto afilava na cintura, o cu bem fechadinho e limpo, com uma fileira de pelo preto que descia e rodeava a buceta, ficando mais cheio. Apoiei a mão numa nádega e, instintivamente, ela tentou se afastar.
— Calma, mãe. — Falei com voz suave.
— Desculpa, mas é tão constrangedor...
— Ué, mas você já fez isso comigo um monte de vezes. montão de vezes quando eu era pequeno. — Respondi com um sorriso.
Aproximei o supositório tentando introduzir com cuidado, mas assim que sentia o contato, ele ficava tenso e não conseguia. Depois de tentar um par de vezes, pedi pra ele relaxar.
— Relaxa o cu, que assim não dá.
— Tá bom, vou tentar...
— Olha, não tem problema, vamos indo devagar...
Coloquei a mão na bunda direita e acariciei suavemente, depois com a outra mão na outra bunda ao mesmo tempo. As carícias foram aumentando de intensidade até quase virar um amasso.
— Pedro, o que cê tá fazendo? — Perguntou de um jeito que parecia desaprovar meus métodos.
— Relaxa, tô tentando fazer você relaxar.
Coloquei um dedo no meio da cintura e fui descendo devagar pela racha, fazendo formas imaginárias. Quando meu dedo encontrou o cu, dei umas voltinhas e continuei descendo sem chegar a tocar a buceta. Enquanto falava com voz suave.
— Olha... assim, isso, relaxa, tenta soltar o corpo... vamos massagear um pouco...
Voltei a aproximar o dedo do cu, brinquei um pouco com ele e apertei várias vezes com o dedo até enfiar meia unha.
— Agora vamos tentar abrir um pouco o cu.
Enfiei o dedo indicador na boca e molhei de saliva, aproximei do cu e fui introduzindo suavemente em várias etapas. Enfiei até a unha, depois mexia pra frente e pra trás abrindo caminho e enfiava mais um centímetro. Quando tinha um terço pra dentro, com o polegar acariciei o períneo.
— Assim... muito bem, mamãe, já já terminamos.
Ela ficou muda, não sabia se tava gostando ou se ia me dar uma bronca depois por ter tomado essas liberdades, mas até ela não falar nada, aquela bunda ia ser minha. Tirei o dedo e agarrei as nádegas pra separar, então aconteceu o que eu tava desejando: um sinal! Ela se levantou levemente pra pegar um travesseiro, colocou na barriga e apoiou a cabeça no travesseiro, abriu um pouco mais as pernas e com as mãos separou as nádegas. Os lábios da buceta se abriram, deixando A cor da carne rosada da buceta, enquanto um fiozinho dos fluidos escorria entre os lábios. Apoiei minhas mãos abrindo mais as nádegas e deixei cair saliva no cu.
— Vamos lubrificar um pouco....
Passei o dedo de novo no cu, e fui introduzindo suavemente até ter a metade dentro, coloquei um pouco mais de saliva enquanto metia e tirava, e ela segurava as próprias nádegas. A buceta dela ia lubrificando, pelo que deduzi que ela estava curtindo aquelas massagens.
— Já já tá, mamãe, quase terminamos... — Falei com voz suave e gostosa.
Aproximei o rosto e, desde a parte de baixo da racha da bunda, passei a língua várias vezes, até parar no cu, beijei ele com carinho e passei a ponta da língua um par de vezes. Coloquei a boca em cima e brinquei um pouco com a língua enquanto ela começava a mexer levemente os quadris, começava a dar sinais de tesão, isso me deu mais confiança pra continuar. A área toda estava cheia de babas da minha boca e aproveitei pra meter a língua no buraco.
— Aaaaahhhh.... — Soltou um gemido longo que ela tinha segurado, que me fez tremer e aumentou minha excitação.
Meu pau já estava pra fora da cueca há um tempo, a toalha tinha escorregado do corpo dela e eu podia ver suas costas enquanto ela fazia movimentos com a bunda pra frente e pra trás pra sentir minha língua dentro do cu.
— Que bunda gostosa que você tem.... adoro comer ela. — Consegui falar na excitação, foram as primeiras palavras que saíram.
— Aaaah... aahhh...aaahhhh.... — Ela só gemia.
Eu tava com o pau prestes a explodir, duro, muito duro. Passou pela minha cabeça tentar penetrar ela, estando naquela situação de êxtase dos dois não era absurdo, mas não tive coragem de dar esse passo, então continuei comendo o buraco maravilhoso da minha mamãe enquanto enfiava o dedinho e ela gemia com voz suave.
— Pedro, Pedro... já... já deu... aahh....
— Coloco o supositório? — Perguntei desiludido porque vi que aquilo estava acabou.
—Sim, por favor.
Depois da comida de cu que minha mãe recebeu, o supositório entrou muito fácil.
—Pronto!.
Ela se virou e se acomodou no travesseiro, a toalha tinha se soltado do corpo dela, que estava completamente nu. Eu já tinha visto minha mãe pelada de relance alguma vez, mas não daquele jeito: deitada de barriga pra cima, com as pernas meio abertas, mostrando a racha da buceta entreaberta e os pelos pretos ao redor, alguns molhados de suor e dos fluidos dela. Os peitos, embora não muito grandes, caíam pros lados, e os bicos estavam duros. O corpo dela brilhava com as gotinhas de suor enquanto ela passava a mão pela barriga. Fiquei parado, feito um idiota, com a ereção pra fora da cueca, olhando fixo, esperando alguma palavra.
—Como você ficou, hein? — disse num tom de deboche. — Se empolgou, hein?
—É... fiquei meio excitado — tentei me justificar e elogiar ela. — Você tem uma bunda muito linda e sensual.
Ela riu. Por um momento, me senti meio idiota com minhas palavras.
—Obrigada, querido, mas tenta abaixar essa ereção.
—Você se importa se eu fizer aqui?
—Não. — enquanto ela levava uma mão até a boceta.
Eu abaixei a cueca, tirei a camiseta e, com a mão direita, comecei a me masturbar.
—Vai mais devagar. — enquanto ela não tirava os olhos de mim.
Diminui o ritmo. Sentia a pulsação do pau na minha mão enquanto ela se tocava na rachinha e, com os dedos, abria os lábios e me mostrava a boceta escondida. Não demorou pra saírem gemidos da minha boca. Ela esfregou os peitos, apertou eles e beliscou os bicos, esticando-os pra fora. Começou a enfiar os dedos e se masturbar. Ali estávamos nós dois sozinhos, numa situação inimaginável: eu de pé e ela deitada com as pernas abertas e levemente dobradas, nos masturbando. Eu diminuí o ritmo; minha mãe acelerou o dela, esfregando dois dedos no clitóris, buscando o prazer que a levasse ao orgasmo. Preferi ver ela gozar e terminar depois. O corpo dela se mexia de prazer, os gemidos estavam cada vez mais fortes, ela apoiou as pernas e levantou a pélvis enquanto enfiava quatro dedos. A cara que ela fazia era de êxtase, os gestos mudavam sem parar enquanto abria e fechava a boca com expressões que pareciam de dor... uma dor muito prazerosa. Ela soltou três gritos um atrás do outro, que foram diminuindo de intensidade enquanto contraía as costas. Depois, com a respiração ofegante, ficou em posição fetal e se acariciava a buceta tentando se recuperar.
Com aquela imagem gravada na minha memória, sem nem me tocar, senti que ia gozar.
— Já vou gozar... já tô gozando...
Com um movimento rápido, ela se levantou e sentou na minha frente, juntando as duas mãos, me indicando pra gozar nelas. Coloquei a mão sobre as dela, senti um espasmo percorrer minhas costas, arqueei a coluna e soltei o primeiro jato de porra. O prazer foi tão intenso que perdi o equilíbrio e tive que apoiar um braço no ombro dela, com a boca aberta e uns sons abafados, enchi as mãos dela e ainda sujei parte dos ombros e do pescoço. Sentei do lado dela recuperando o fôlego enquanto tocava a perna dela. Ela só sorria, parecia feliz com o "troféu" dela nas mãos.
— Que quantidade de porra que meu menino soltou.
— Buufff mãe... foi... muito foda. — E dei um beijo na bochecha dela.
— Me passa o pratinho da cômoda.
Ela tinha um pratinho trazido de alguma viagem que ficava de enfeite e onde deixava alguma coisa. Aproximei ele e ela derramou a porra que tinha nas mãos. O resto que ficou, ela levou até o nariz e cheirou.
— Sempre gostei desse cheiro... — E com a ponta da língua, colocou um pouco na boca e saboreou. — Hummm, tá quentinho.
Eu não acreditava no que meus olhos viam, não sabia que minha mãe era assim, tão sem vergonha pra sexo e ainda mais comigo. Ela pegou um pouco de porra com os dedos e me disse:
— Prova, querido.
Acho que com qualquer outra garota eu não teria... accedi, mas minha mãe me dava um tesão especial e eu queria que aquelas "brincadeiras" continuassem, deixei ela enfiar o dedo na minha boca, afinal de contas era meu próprio esperma.
Ela aproximou o prato e lambeu mais, colocou a língua pra fora com esperma, brincou um pouco com ele e engoliu.
— Que gostoso...
Ela passou um braço no meu ombro e aproximou a boca da minha. A gente se beijou, foi um beijo profundo, a língua dela se encontrou com a minha e a gente brincou um tempo. Ela se deixou cair na cama, eu me deitei ao lado dela e a gente se beijou por um bom tempo, era uma sensação estranha mas gostosa estar me beijando com ela, por um lado era um sentimento de amor, carinho, até meio inocente, mas por outro era safado sentir o calor da boca e da língua dela. Com a mão eu acariciava o peito dela, coloquei a palma em cima e apertei, ela soltou um gemido, parou de me beijar e ficou imóvel com a boca aberta e os olhos fechados enquanto eu enfiava a língua. Apertei o mamilo dela e ela soltou outro gemido, dessa vez colocou a língua pra fora e eu deixei cair saliva nela. A gente se beijou de novo, era tão gostoso sentir a boca dela que a gente ficou um tempão como dois amantes, até que eu me afastei e, deitado ao lado dela de mãos dadas, ficamos em silêncio até eu dormir.
— Pedro, querido, acorda. — Ouvi a voz da minha mãe e senti ela tocando meu braço — Não dorme mais senão à noite não vai pregar o olho.
— Quanto tempo eu dormi?
— Um tempinho, o João ligou pra você, pediu pra ligar de volta que ele vai pra cidade e queria saber se você queria ir com ele.
Combinei de passar na casa dele o mais rápido possível, a cidade não ficava a mais de uma hora e meia de carro. A gente ia no limite, chegaríamos a tempo de jantar e depois ir pra festa junina. Tomei um banho rápido e peguei roupa pra uns dias, enquanto me vestia minha mãe revisava a mala e eu pensava se era boa ideia ir embora agora depois do que tinha rolado entre a gente. A gente se despediu na porta de casa, ela me deu um beijo na bochecha e disse pra eu me divertir, me comportar e tomar cuidado. —Não se preocupa, são só uns dias.
Ela me envolveu com os braços e a gente se beijou na boca, aproveitei pra passar a mão na bunda dela e ela me empurrou contra a parede, esfregou o corpo no meu, senti os peitos dela e a respiração ofegante enquanto me dava beijos e lambidas no pescoço. Ela desceu a mão e pegou no meu pau, sentindo minha brocha dura. Com um sussurro, falou no meu ouvido:
—Não esquece de mim, da sua mãe, vou estar te esperando.
Ela se afastou do meu corpo, desfez o nó do roupão, que escorregou. Eu passei a mão no peito dela enquanto ela sorria. Ela se ajoelhou e puxou minha calça pra baixo, mordiscou a rola por cima da cueca enquanto me olhava, baixou a cueca, segurou com a mão direita e enfiou na boca, sentindo a boca quente dela, e começou um boquete rápido. Eu via ela pelo espelho, ajoelhada na minha frente, isso me deixou mais tesudo e soltei meus primeiros gemidos. Segurei a cabeça dela e ela se deixou levar, eu peguei o ritmo, enfiava até o fundo sem parar, sem tirar, enquanto ela me olhava.
—Vou gozar... aaahhh, ahhhh.... to gozando...
Ela nem se mexeu, senti meu leite jorrar dentro da boca quente dela, ficou parada enquanto engolia. Fiquei apoiado na parede até soltar a última gota, quando terminei de gozar, ela tirou a rola, tava limpa, sem resto de porra, igual a boca dela, tinha engolido tudo. Ajudei ela a levantar e ela me beijou de novo.
—Gostou?
—Sim, muito... foi foda.
—Vou estar te esperando.
Na vila do João, não parava de pensar na minha mãe, tava doido pra voltar e depois do que rolou, fiquei o dia inteiro com tesão. Tive que me aliviar e comi uma mina mais velha que eu da vila, não era muito bonita e tinha uns quilos a mais, mas fui no mais fácil. A ideia era ficar cinco dias, mas pra minha sorte, chamaram o João pra um trabalho temporário, então na sexta de manhã a gente voltou. Sexta de manhã tava em casa, desfiz a mala e tomei um banho, debaixo da água me vinha cosquinha e eu ficava excitado pensando na minha mãe, como ela era gostosa e a sorte que eu tinha, dava pra ver que era uma mulher fogosa, que gostava de transar e tinha experiência... sabia satisfazer um homem. Me deitei nu na cama dela, pensando nela, depois abri a gaveta onde ela guardava as calcinhas, tinha de tudo, umas mais sexys e outras mais do dia a dia, as brancas de sempre, coloquei uma em cima da mesinha e toquei com a ponta dos dedos imaginando que ela estava usando. Tava com vontade de bater uma, mas preferi esperar pra ver se à noite rolava alguma coisa.
-Uai! Querido! Já tá aqui? Pensei que você vinha só no domingo.- Disse ela quando me viu entrar pela porta do escritório, levantou e me deu um beijo na bochecha.
Ela tava maravilhosa, usando um vestido fino de verão estampado com cores brancas até os joelhos, o vestido caía no corpo dela marcando levemente as curvas. O cabelo preto preso num rabo de cavalo que destacava o rostinho bonito dela.
Ligaram pro João pra um trampo, o dos ônibus municipais. Achava que não iam chamar ele, mas ele deu sorte, falaram que provavelmente fica até outubro cobrindo uma licença.
-Que sorte! Fico feliz por ele. Ei, que tal a gente almoçar fora, porque não tenho nada preparado em casa.
-Beleza, topo!!
Fomos num chinês, naquela época eu amava, além de ser um dos poucos restaurantes que eu podia pagar quando saía com os amigos ou alguma mina. Foi demais, a comida foi muito gostosa, curti a companhia dela, tinha uma química especial entre a gente, papeamos um pouco de tudo, e ela me convidou pro cinema. Fomos na sessão da primeira hora da tarde, pela época que a gente tava e o filme que tava passando, tinha pouca gente, a gente, uns moleques e mais quatro pessoas sozinhas. Cada um sentou em lugares separados, a gente ficou na última fila no meio, era o lugar perfeito pra passar a mão. Vimos a primeira parte do filme de mãos dadas. mano, parecíamos dois adolescentes. O filme foi perdendo a intensidade e ficou monótono. Comecei a ficar entediado e acho que ela também.
- É meio chato, né? - Ela sussurrou no meu ouvido, tentando não incomodar ninguém.
- É. - Respondi.
Nossas cabeças estavam tão juntas que, por inércia, nos beijamos. Adorava sentir a boca molhada dela enquanto brincávamos com as línguas.
- Te quero. - Ela disse baixinho enquanto se afastava de mim.
Toquei a perna dela com carinho, era macia e gostosa ao toque. Fui subindo a mão devagar até a coxa, por baixo do vestido, até alcançar o pedaço de pano entre as pernas que exalava calor. Apertei os dedos sentindo o volume da buceta. Os dedos percorreram a virilha molhada e suada, sentindo um pouco do pelo que escapava da calcinha. Coloquei a palma da mão sobre a buceta e fui apertando de leve. Ela levantou um pouco a bunda e subiu a saia; quando se sentou de novo, deslizou um pouco pra baixo e abriu as pernas. Com a pouca luz que tinha, consegui distinguir a cor clara da calcinha, onde meti a mão e toquei a rachinha molhada e quente. Primeiro apalpei com a mão, depois procurei o buraquinho e enfiei um dedo. Depois de dilatado e com meus dedos cheios do líquido viscoso, enfiei dois dedos enquanto com o polegar apertava o clitóris e a masturbava. Tudo isso tentando manter a compostura e amparados na escuridão, sem movimentos bruscos. O som do filme tinha virado segundo plano, só ouvia a respiração intensa dela enquanto me segurava forte no braço, transmitindo o prazer que sentia.
Parei uns segundos, olhei pra ver se ninguém tinha notado a cena e me espremi entre os assentos, ficando de frente pra buceta dela. Ela fez um gesto pra eu parar, mas ignorei. Puxei a calcinha pra baixo e meti a cabeça entre as pernas dela. Cobrindo a buceta com a boca e com movimentos suaves, chupei ela toda, me embriagando com o cheiro e engolindo os fluidos vaginais. tentava enfiar a língua até o fundo, passava ela no clitóris e nas paredes, com as mãos empurrava minha cabeça contra a boceta, os movimentos dela ficavam cada vez mais curtos e fortes, soltou uns gemidos baixinhos, relaxou o corpo e ficou imóvel enquanto eu terminava de “limpar” a buceta. Silenciosamente voltei pro meu lugar enquanto ela vestia a calcinha e se recompunha.
– Filho, não falta muito pro filme acabar, vamos embora antes que alguém nos veja.
– Valeu, primeiro saio eu, e daqui a pouco você.
Esperei ela a uns metros da entrada do cinema, quando chegou perto de mim não disse nada, me olhou e a gente riu que nem bobo, ela me pegou pelo braço e fomos andando pra casa. Foi fechar a porta e começamos a nos beijar com os corpos colados um no outro, encostei ela na parede, levantei a saia dela enquanto lambia o pescoço dela entre gemidos.
– Aaaiii... filho, como você me deixa...
– Eu te desejo...
– Eu também... quero sentir você dentro de mim... faz amor comigo... faz amor com sua mãe...
– Quero sua buceta... quero te foder...
– Sou toda sua...
Pelo corredor fomos nos beijando e tirando a roupa até chegar no meu quarto. Ela se deitou na cama, abriu as pernas e levantou, mostrando a buceta aberta, brinquei um pouco com a pica na rachinha, esfregando nos sucos, ela gemia de prazer enquanto me olhava.
– Enfia... quero sentir sua pica... aahhhh, quero que você me foda, filho.
Ela soltou um gemido baixinho ao sentir a pica dura lá dentro, os gemidos aumentaram de intensidade enquanto eu penetrava ela.
– Aaahhh... aahhh... aahhhh...
– Tá gostando? Tá gostando de ser fodida pelo seu filho? – Perguntei deixando ela mais puta.
– Siiiim... adoro... adoro foder com você... que gostoso...
– De agora em diante vou te foder todo dia!
– Siiiim, siiiim!! Vou ser sua amante... aaahhhh... mete forte... aahhh vou ser sua puta... só você vai me foder... aaahhh...
Ela esticou os braços pra cima, os peitos balançavam no ritmo das estocadas e eu via a buceta dela aberta, escorrendo fluidos enquanto meu pau entrava e saía.
- Aaahhhh.... fala putaria.... aaahhhh.... fala putaria pra sua mamãe.
- Teu próprio filho tá te comendo.... sente o pau dentro....
- Siiim....
- Cê é uma porca....
- Sou tua porca sim.... aaaahhh..... me dá.... me dá....
Agarrei ela pelo pescoço sem parar de meter naquela buceta maravilhosa.
Que mãe deixa o filho comer o cu dela.... - e dei um tapa nela, a primeira reação foi de susto que virou um sorriso com um olhar agressivo.
Isso, dá duro na sua mãe!! me fode, filho da puta!!! assim... aaahhh!!!
Aumentou o ritmo da foda, ela gostava de sexo pesado (na real, ela curte todo tipo de sexo) e eu tentei dar o que ela pedia. Parei e falei:
Cê é muito puta. - Enquanto a gente se beijava. - Levanta! - E agarrei ela pelo cabelo, colocando ela de quatro no chão.
E comecei a meter, pra ela é a posição mais gostosa e não demorou pra ela gritar de prazer enquanto me levava ao êxtase com os berros e aquele rabo empinado.
- Vou gozar, aaahhh.... vou gozar...
- Quero teu leite!! dá o leite pra sua mãe. - Disse entre gritos de prazer.
Tirei o pau e enquanto ela segurava ele, se ajoelhou de boca aberta e eu enchi a cara dela de porra, escorria esperma pelo rosto dela mas mesmo assim ela começou a chupar.
- Ummm... que gostoso teu pau...
- Chupa, continua chupando....
Agarrei ela pelo braço e levei pro quarto dela na frente do espelho, segurando pelo cabelo mostrei como ela tava com a cara.
- Cê gosta? Gosta de ter leite do teu filho na cara?
- Amo.... - respondeu com um sorriso enquanto passava a língua nos lábios.
Sentei na ponta da cama com ela sem tirar os olhos do espelho, manobrava a cabeça dela com facilidade e com a outra mão pegava esperma do rosto dela e colocava na boca dela, parecia que ela curtia especialmente aquele momento. Desci a mão até a virilha dela e enfiei os dedos.
- Aaaahhh.... sim.... me faz gozar...
O corpo dela ficou Ela se tensionava e relaxava entre os gemidos, sem parar de nos olhar pelo espelho. Aumentei a intensidade, a buceta dela estava cheia de fluidos que faziam barulho e espirravam pra tudo quanto é lado, minha mão estava completamente molhada. Puxei o cabelo dela, deixando o pescoço à mostra pra beijar. Ela ficou tensa, o rosto vermelho, com a boca aberta de prazer soltando gemidos abafados.
— Deus!!! que delícia!... como você é bom nisso... vou gozar....
Ela gritou de prazer, se jogou pra cima de mim. Eu caí pra trás, mas não parei de masturbá-la enquanto ela ficava por cima, com as pernas abertas. Com os movimentos do prazer dela, não conseguimos manter aquela posição por muito tempo, ela caiu pro lado. Rapidamente me levantei e enfiei os dedos de novo.
— Aaaaaaahhhhhh....!!!! — Ela gritou, tensionou as pernas, levantou a pelve e da buceta saiu um pequeno jato de xixi que ela não conseguiu segurar. Se contorceu toda, ofegante entre espasmos.
Ficou imóvel na posição fetal. Me aproximei das pernas dela, olhando pro rosto dela, que tentava recuperar o fôlego, com uma cara de incredulidade, tentando processar o que tinha acontecido. Beijei a coxa dela, depois a buceta encharcada, enquanto ela acariciava meu cabelo. O cheiro era forte e penetrante, cheirava a "sexo" — uma mistura de suor e fluidos corporais. Não resisti e lambi a rachinha dela, dessa vez com calma, brincando com a língua sobre a buceta. Não demorou pra ela gemer:
— Mmmmm... assim... que gostoso... como você quer sua mamãe... aaahhh... dá carinho...
Continuei chupando a buceta até ela gozar de novo. Dessa vez foi mais devagar, parecia mais um sentimento de amor e carinho do que puro sexo. Caímos exaustos na cama e dormimos. Quando acordamos, transamos de novo. Passamos o fim de semana inteiro fodendo, no dia seguinte fizemos umas quatro ou cinco vezes. Dormimos juntos à noite, eu acordava pensando nela e a gente começava a foder de novo. Tudo mudou. Pra dentro de casa, viramos amantes insaciáveis. Já faz 25 anos que a gente fode, e com o tempo ela A intensidade dos nossos encontros diminuiu, mas mesmo eu tendo me casado e tendo família, continuo indo duas vezes por semana comer na casa dela.
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Vou contar uma história que aconteceu há muito tempo, quando não existia internet, e pra bater uma você usava a imaginação e, se tivesse sorte, tinha uma revista pornô ou algum vídeo que os amigos te passavam. Eu tinha idade pra ficar quase todo dia me masturbando, sempre pensando nas mulheres que estavam por perto: alguma professora, conhecida, minha tia... até minha mãe. Essa última era raro, porque depois eu sentia uma espécie de culpa por pensar assim da minha mãe.
Me chamo Pedro, naquela época eu tinha vinte e um anos e meus pais eram separados. Naquele tempo, ter os pais separados era quase sinônimo de ser uma família "estranha", "problemática" ou como quiser chamar, não tinha muitas separações e menos ainda divórcios.
Minha mãe Ana e meu pai Carlos eram advogados, e depois de um casamento cheio de traições e amargura, decidiram se separar. Foi um casamento de fachada de duas famílias ricas que eram o casal perfeito pra fora e preocupadas com "o que vão dizer". Mesmo sendo pequeno, eu percebia a situação até certo ponto, embora houvesse coisas que não entendia. Quando se separaram, segundo minha mãe, eu me tornei um adolescente calado, seco, sempre no limite, e meus estudos caíram muito. Nunca fui um grande estudante, mas ia passando de ano, mesmo sendo muito preguiçoso. Até algumas matérias me aprovaram na base do "problemas em casa".
Me tiveram depois que terminaram a faculdade, minha mãe devia ter uns 23 anos na época. Ela ficou uns anos cuidando de mim e depois entrou no mercado de trabalho. Quando tudo isso aconteceu, minha mãe tinha 44, eu a via como uma mulherão que se cuidava bem, diferente da maioria das mães dos meus amigos, que eu achava velhas e quase sem atrativo nenhum. Era alta pra geração dela, 1,74m, e tinha um corpo cuidado, sempre deu importância à aparência, não era muito de seguir moda, gostava de ser sóbria. mas com um toque sensual. Ela tinha uma juba preta linda, olhos castanhos escuros, uns peitos médios com umas boas cadeiras e uma bunda grande, mas com umas pernas longas e firmes.
Depois de terminar o ensino médio e repetir dois anos, minha mãe insistiu que eu fizesse uma faculdade. Pra ser sincero, não tava nem um pouco afim, preferia fazer um curso técnico, mas pra minha mãe isso era impensável, mesmo os professores tendo recomendado. No fim, me matriculei num curso de humanas numa universidade particular. A gente teve uma conversa, ela me incentivou a estudar e terminar a faculdade, se não desse certo eu podia fazer um técnico, mas que eu me esforçasse, fosse maduro, blá, blá, blá...
Pra ser sincero, desde o começo eu gostei. O clima da universidade era bem diferente do colégio, a maioria era desconhecido, a gente tinha liberdade nas aulas e as matérias eram bem interessantes. Estudar não era difícil e fui passando nas disciplinas. No primeiro semestre só reprovei uma, mas em junho terminei tudo limpo. Minha mãe tava encantada, dizia que eu tinha mudado de caráter e tava mais responsável. Ela falou que eu teria um prêmio se terminasse tudo aprovado. Não sabia o que era, mas já tava passando pela minha cabeça a carteira de motorista, um computador, até um carro usado.
Depois de olhar as duas últimas notas que faltavam publicar, fui correndo pro escritório de advocacia onde ela trabalhava. Dei a notícia e ela deu um grito de alegria, me abraçou me enchendo de beijos e contou pros colegas. Todo mundo me parabenizou, até o chefe dela, que era uma pessoa que impunha respeito, apertou minha mão. A gente foi almoçar, minha mãe tava radiante de felicidade, na rua ia de braço dado comigo e me falando que a gente ia viajar juntos de férias pra onde eu quisesse. Isso me desanimou um pouco, comentei sobre a carteira de motorista e depois de uma negociação ela aceitou. Eu tava feliz pra caralho.
Mas alguma coisa tinha que torcer... o chefe da minha mãe pegou licença, teve mais problemas no escritório e tivemos que cancelar a viagem. Fiquei puto da vida, briguei com minha mãe e tive uns dias em que voltei a ser ranzinza, ela ficou preocupada e tentou que eu não voltasse pra aquela fase da minha vida. Conforme os dias foram passando, meu humor foi suavizando entre as aulas da carteira de motorista e os rolês com os amigos. Tava curtindo o verão, mas o melhor ainda estava por vir.
Durante uns dias, teve uma onda de calor, o termômetro durante o dia não baixava dos quarenta e à noite aliviava um pouco. A casa ficava sempre com as persianas abaixadas e só à noite a gente abria pra entrar um ventinho. Esses dias eu passava sem sair de casa por causa do calor insuportável, andava só de cueca tentando amenizar o calor, bebendo muita água e tomando banho. Minha mãe também andava leve, só de calcinha e uma camiseta fina. Quando a gente se encontrava no fim da tarde, eu adorava ficar perto dela e reparava no corpo dela, os peitos balançavam com o movimento do quadril e quando ela sentava no sofá dava pra ver o volume entre as pernas dela. Ver as gotas de suor na coxa dela me excitava, tentando controlar as ereções, era uma situação estranha, ali trancados em casa com as persianas abaixadas, como se não existisse nada lá fora, só uma mãe e um filho.
Uma tarde, sufocado pelo calor, me despi completamente, já tava até incomodando a cueca, coloquei uma toalha no sofá e me deitei pra ver um filme da locadora. A porta abriu e ouvi minha mãe reclamando e xingando o calor que tava fazendo.
-Pedro!!-Ela exclamou com certa surpresa ao me ver daquele jeito- O que cê tá fazendo pelado?
-Buuffff, já não aguentava mais o calor....
Ela se aproximou pra me dar um beijo, tentando não desviar o olhar pro pau. Tirou a roupa e ficou como sempre, de calcinha e camiseta, dessa vez as duas peças eram brancas. —Do que você está rindo? — Ela perguntou sorrindo.
— Nada, é que hoje você combinou com o clima.
— Aiii... que bobo.
Ela sentou ao meu lado vendo o final do filme. A gente suava de calor e ela não parava de reclamar, então não sei por que tive uma ideia brilhante. Fui pra cozinha, minha mãe ouvia barulhos e perguntava "o que eu tava fazendo", mas por não se mexer, nem levantou. Peguei um borrifador de limpeza, depois de esvaziar, lavei ele várias vezes e enchi de água, e joguei no corpo... que alívio!! Entrei na sala pelado com o borrifador na mão enquanto ela não resistiu a olhar pra minha pica.
— Olha!! Enchi isso de água e dá um frescor danado. — Falei animado, como se tivesse descoberto a pólvora, enquanto jogava água no peito.
— Nossa, que legal!! Funciona?
— Sim, sim, claro. — Enquanto me aproximava dela, joguei um pouco e ela soltou um grito de susto.
— Aiii!!!
Sentei ao lado dela e perguntei:
— Quer que eu jogue um pouco?
— Sim, sim, pode ser. Tô morrendo de calor.
Comecei pelas pernas, fui enchendo de gotinhas de água as coxas e desci até os pés, onde ela riu porque disse que fazia cócegas. Subi pela parte interna das pernas e quando cheguei nas coxas, ela abriu ligeiramente. Nunca tinha visto minha mãe nessa posição, deitada no sofá de olhos fechados e pernas abertas mostrando a calcinha, acho que foi sem querer, mas senti um formigamento no estômago.
— Agora vou jogar na sua cara.
Ela fez uma expressão de quem esperava a água, e assim que sentiu as gotinhas no rosto e no pescoço, colocou a língua pra fora como se fosse beber. Naquele momento, notei que a pica tava dura, não totalmente ereta, mas já meio tesuda. Diante da situação, me animei, também não sabia o final, mas desci pros peitos dela e molhei de propósito a camiseta. O tecido não demorou a absorver a umidade e grudou nas tetas da minha mãe, que mostravam umas auréolas médias com os mamilos grandes e duros. Ela arqueou as costas. realçando ainda mais as curvas, eu tava ficando excitado demais, deu vontade de largar o borrifador e pegar nos peitos. Desci até a calcinha e hesitei um momento, mas já que tinha chegado até ali, me arrisquei, molhei as coxas dela deixando gotinhas que junto com o suor faziam a pele brilhar, a calcinha foi encharcando e marcando os pelos escondidos, o que eu não daria naquele momento pra enfiar a cabeça entre as pernas dela.
-Pronto, mamãe, tá mais fresquinha?
-Ela demorou um instante pra reagir, abriu os olhos e tocou na minha perna com carinho.
-Valeu, filho, deu uma refrescada, mas com esse calor a pele seca logo.
O telefone tocou, ela foi pra cozinha e pela conversa eu deduzi que tava falando com a irmã. Assim que ela saiu da sala, eu tive uma ereção na hora, como se meu pau não conseguisse mais disfarçar, sentia ele muito duro e não baixava, e mesmo colocando a cueca ia ficar bem evidente. Fui pro meu quarto pra não ser visto, já que daria tempo de baixar a ereção porque as conversas da minha mãe com minha tia eram intermináveis, passaram uns minutos e o pau continuava do mesmo jeito duro, as imagens do corpo molhado dela naquela pose erótica vinham na mente e não ajudavam. Pensei em bater uma punheta, mas e se ela entrasse bem na hora? Podia ser pior.
-Pedro!! mas o que cê tá fazendo?.-A entrada no quarto foi tão repentina que eu fiquei travado.
-Eu tava em pé perto da janela, o que deixava o pau ainda mais evidente.
-Nada....-Falei com voz suave e um pouco surpreso.
-Cê tá batendo uma punheta?-Ela perguntou
-Não!!, mãe!-Exclamei
-Então o que cê tá fazendo assim?
-Tive uma ereção... e não baixa.-Falei como desculpa.
-Tá bom, já vai baixar.
Ela virou as costas e foi pra sala, os minutos passaram e o pau não perdia o tamanho, e já que ela tinha me visto, fui pra sala também, quem sabe vendo TV passava.
-Pedro!, ainda tá assim?
-Pô, mãe, não baixa.-Reclamei.
-Ah Sua idade é normal, não se preocupa. Senta aí que já vai passar.
Minha mãe me olhava sem nenhum disfarce, aumentando ainda mais a excitação. A ponta foi lubrificando, ficando com um tom avermelhado e brilhante. Ela começou a rir sem graça, acho que tava meio nervosa com a situação. Fez algum comentário brincando, mas dava pra ver que tava desconfortável. Tentei um jeito de excitá-la, mas tinha medo da reação dela. Se eu tocasse nela, com certeza seria rejeitado, mas e se tentasse convencer ela a me tocar? Podia ser meio brusco, mas não mais do que tentar tocar a pele dela. Tentei pensar nas palavras exatas e nas possíveis respostas pra estar preparado e parecer o mais natural possível. Mas não tava pensando com clareza, então fui na cara e na coragem.
— E se, pra tirar a ereção e a dor que tá me dando, você me tocar um pouco? — falei meio acelerado, mas pela cara que ela fez, entendeu perfeitamente.
Ela ficou chocada com a proposta. Na cara dela não vi rejeição, nem aceitação, foi mais de incredulidade.
— Fazer uma punheta pra você? — respondeu num tom suave.
— Ééé... sim.
— Mas isso você pode fazer sozinho.
— Sei, já sei. Mas já que você tá aqui comigo e me viu, pensei que podia me ajudar.
— Mas, querido, sou sua mãe, como vou fazer isso?
— Por isso mesmo, assim é mais natural, fica em família... e ainda por cima, te ver com pouca roupa... me deu isso.
Fui muito cara de pau na parada, porque também não via ela me dizendo não.
— Além disso, olha, tá bem dura e sinto uma dorzinha.
— E bingo!! — Ela se aproximou um pouco, esticou o braço e com dois dedos tocou o tronco.
— Tá dura mesmo.
Ela tinha umas mãos pequenas, mas com dedos longos e finos, que nunca vou esquecer quando agarrou o membro com a mão, subindo e descendo devagar pelo tronco.
— Espera, assim tô desconfortável. Fica de pé na minha frente.
Ela sentou na ponta do sofá enquanto eu, apontando com a pica, fiquei na frente dela. Com a mão, ela começou a... Me masturbava, subia e descia a pele, passava o dedo pela cabecinha e apertava enquanto eu soltava pequenos gemidos. Era a única coisa que se ouvia na sala, minha própria mãe estava me fazendo a punheta da minha vida, dava pra ver que era uma mulher experiente, com uma mão massageava minhas bolas e passava o dedo pelo períneo enquanto com a outra não parava de brincar com a glande. O corpo foi tensionando enquanto meus gemidos aumentavam, tentei aguentar o máximo que pude, mas a gozada foi rápida. Agarrei meu pau e direcionei a porra pra cima dos peitos, sentiu meu sêmen na camiseta dela sobre os peitos soltando um gemido, aproveitou o momento, estava suada e no rosto dela vi o prazer do que tínhamos vivido. Depois de mais uns jatos, a camiseta ficou encharcada, ela se apoiou no encosto e me olhou com cara de safada.
— Já passou?
Efetivamente, o pau perdeu volume, mas não completamente, e na cabecinha pendiam restos de porra. Tava todo suado, mas não hesitei em me abaixar e abraçá-la.
— Valeu, mãe! — E dei um beijo na bochecha dela.
— Anda, anda, não enche o saco.
Ela se levantou e, enquanto ia pro banheiro, tirou a camiseta, deixou as costas à mostra e eu vi como rebolava os quadris e a bunda se mexia no ritmo. Tinha um corpo lindo, a idade a deixava mais gostosa, não era o de uma garota da minha idade com peitos firmes e bunda durinha sem gordura, mas eu comeria cada centímetro do corpo dela.
O calor foi passando e veio uns dias de tempestade, não sei se foi por causa das mudanças bruscas de temperatura ou algo que caiu mal, mas minha mãe teve uma má digestão e deu uma diarreia. Ligou pro escritório pra dizer que não iria naquele dia e me pediu pra acompanhá-la ao médico. Naquela época, nosso médico de família, que era da velha escola, receitou o de sempre: arroz cozido, omelete, suco de limão, muita água e uns supositórios pra cortar a diarreia. Parece que não foi tão grave, a última Assim que passei pelo banheiro foi no início da manhã, mesmo assim ela insistiu pra eu colocar o supositório. Depois de comer um pouco de arroz cozido e acalmar o estômago, ela tomou um banho.
— Pedro, me ajuda? Nunca gostei dessa parada de supositório e acho que não consigo sozinha.
— Claro, lógico...
Respondi com a maior naturalidade do mundo, a proposta me deu um frio na barriga de excitação, eu ia ver a bunda da minha mãe como nunca antes e apalpar as nádegas num "descuido". A situação não era normal e minha mãe estava nervosa enquanto eu tentava parecer calmo. Fomos pro quarto dela, ela baixou a persiana e acendeu a luz do criado-mudo, tentando que eu visse o mínimo possível.
— Mãe, com essa pouca luz vou ter dificuldade, não enxergo nada.
Olhei com cara de quem não quer nada, sabia que ela tinha razão, mas o pudor falava mais alto. Abracei ela e dei um beijo na bochecha.
— Não seja boba, é só um momentinho.
— Tá bom... acende a luz.
Ela subiu na cama feito uma gatinha, a toalha cobria o melhor do corpo, dos peitos até as coxas. Ficou de quatro, olhando pra colcha, tentando disfarçar a vergonha, a bunda ficou toda exposta enquanto eu tirava o supositório da embalagem. Me aproximei e tentei introduzir, mas foi difícil, não dava pra ver o cu direito e mesmo afastando uma nádega, não conseguia.
— Mãe, não dá... não tô enxergando o cu. — Falei com a maior naturalidade, tentando quebrar o gelo. — Por que você não empina um pouco mais a bunda?
Ela afastou as pernas e jogou o corpo pra trás, apoiando a cabeça na cama. A bunda parecia que tinha crescido, ficou enorme enquanto afilava na cintura, o cu bem fechadinho e limpo, com uma fileira de pelo preto que descia e rodeava a buceta, ficando mais cheio. Apoiei a mão numa nádega e, instintivamente, ela tentou se afastar.
— Calma, mãe. — Falei com voz suave.
— Desculpa, mas é tão constrangedor...
— Ué, mas você já fez isso comigo um monte de vezes. montão de vezes quando eu era pequeno. — Respondi com um sorriso.
Aproximei o supositório tentando introduzir com cuidado, mas assim que sentia o contato, ele ficava tenso e não conseguia. Depois de tentar um par de vezes, pedi pra ele relaxar.
— Relaxa o cu, que assim não dá.
— Tá bom, vou tentar...
— Olha, não tem problema, vamos indo devagar...
Coloquei a mão na bunda direita e acariciei suavemente, depois com a outra mão na outra bunda ao mesmo tempo. As carícias foram aumentando de intensidade até quase virar um amasso.
— Pedro, o que cê tá fazendo? — Perguntou de um jeito que parecia desaprovar meus métodos.
— Relaxa, tô tentando fazer você relaxar.
Coloquei um dedo no meio da cintura e fui descendo devagar pela racha, fazendo formas imaginárias. Quando meu dedo encontrou o cu, dei umas voltinhas e continuei descendo sem chegar a tocar a buceta. Enquanto falava com voz suave.
— Olha... assim, isso, relaxa, tenta soltar o corpo... vamos massagear um pouco...
Voltei a aproximar o dedo do cu, brinquei um pouco com ele e apertei várias vezes com o dedo até enfiar meia unha.
— Agora vamos tentar abrir um pouco o cu.
Enfiei o dedo indicador na boca e molhei de saliva, aproximei do cu e fui introduzindo suavemente em várias etapas. Enfiei até a unha, depois mexia pra frente e pra trás abrindo caminho e enfiava mais um centímetro. Quando tinha um terço pra dentro, com o polegar acariciei o períneo.
— Assim... muito bem, mamãe, já já terminamos.
Ela ficou muda, não sabia se tava gostando ou se ia me dar uma bronca depois por ter tomado essas liberdades, mas até ela não falar nada, aquela bunda ia ser minha. Tirei o dedo e agarrei as nádegas pra separar, então aconteceu o que eu tava desejando: um sinal! Ela se levantou levemente pra pegar um travesseiro, colocou na barriga e apoiou a cabeça no travesseiro, abriu um pouco mais as pernas e com as mãos separou as nádegas. Os lábios da buceta se abriram, deixando A cor da carne rosada da buceta, enquanto um fiozinho dos fluidos escorria entre os lábios. Apoiei minhas mãos abrindo mais as nádegas e deixei cair saliva no cu.
— Vamos lubrificar um pouco....
Passei o dedo de novo no cu, e fui introduzindo suavemente até ter a metade dentro, coloquei um pouco mais de saliva enquanto metia e tirava, e ela segurava as próprias nádegas. A buceta dela ia lubrificando, pelo que deduzi que ela estava curtindo aquelas massagens.
— Já já tá, mamãe, quase terminamos... — Falei com voz suave e gostosa.
Aproximei o rosto e, desde a parte de baixo da racha da bunda, passei a língua várias vezes, até parar no cu, beijei ele com carinho e passei a ponta da língua um par de vezes. Coloquei a boca em cima e brinquei um pouco com a língua enquanto ela começava a mexer levemente os quadris, começava a dar sinais de tesão, isso me deu mais confiança pra continuar. A área toda estava cheia de babas da minha boca e aproveitei pra meter a língua no buraco.
— Aaaaahhhh.... — Soltou um gemido longo que ela tinha segurado, que me fez tremer e aumentou minha excitação.
Meu pau já estava pra fora da cueca há um tempo, a toalha tinha escorregado do corpo dela e eu podia ver suas costas enquanto ela fazia movimentos com a bunda pra frente e pra trás pra sentir minha língua dentro do cu.
— Que bunda gostosa que você tem.... adoro comer ela. — Consegui falar na excitação, foram as primeiras palavras que saíram.
— Aaaah... aahhh...aaahhhh.... — Ela só gemia.
Eu tava com o pau prestes a explodir, duro, muito duro. Passou pela minha cabeça tentar penetrar ela, estando naquela situação de êxtase dos dois não era absurdo, mas não tive coragem de dar esse passo, então continuei comendo o buraco maravilhoso da minha mamãe enquanto enfiava o dedinho e ela gemia com voz suave.
— Pedro, Pedro... já... já deu... aahh....
— Coloco o supositório? — Perguntei desiludido porque vi que aquilo estava acabou.
—Sim, por favor.
Depois da comida de cu que minha mãe recebeu, o supositório entrou muito fácil.
—Pronto!.
Ela se virou e se acomodou no travesseiro, a toalha tinha se soltado do corpo dela, que estava completamente nu. Eu já tinha visto minha mãe pelada de relance alguma vez, mas não daquele jeito: deitada de barriga pra cima, com as pernas meio abertas, mostrando a racha da buceta entreaberta e os pelos pretos ao redor, alguns molhados de suor e dos fluidos dela. Os peitos, embora não muito grandes, caíam pros lados, e os bicos estavam duros. O corpo dela brilhava com as gotinhas de suor enquanto ela passava a mão pela barriga. Fiquei parado, feito um idiota, com a ereção pra fora da cueca, olhando fixo, esperando alguma palavra.
—Como você ficou, hein? — disse num tom de deboche. — Se empolgou, hein?
—É... fiquei meio excitado — tentei me justificar e elogiar ela. — Você tem uma bunda muito linda e sensual.
Ela riu. Por um momento, me senti meio idiota com minhas palavras.
—Obrigada, querido, mas tenta abaixar essa ereção.
—Você se importa se eu fizer aqui?
—Não. — enquanto ela levava uma mão até a boceta.
Eu abaixei a cueca, tirei a camiseta e, com a mão direita, comecei a me masturbar.
—Vai mais devagar. — enquanto ela não tirava os olhos de mim.
Diminui o ritmo. Sentia a pulsação do pau na minha mão enquanto ela se tocava na rachinha e, com os dedos, abria os lábios e me mostrava a boceta escondida. Não demorou pra saírem gemidos da minha boca. Ela esfregou os peitos, apertou eles e beliscou os bicos, esticando-os pra fora. Começou a enfiar os dedos e se masturbar. Ali estávamos nós dois sozinhos, numa situação inimaginável: eu de pé e ela deitada com as pernas abertas e levemente dobradas, nos masturbando. Eu diminuí o ritmo; minha mãe acelerou o dela, esfregando dois dedos no clitóris, buscando o prazer que a levasse ao orgasmo. Preferi ver ela gozar e terminar depois. O corpo dela se mexia de prazer, os gemidos estavam cada vez mais fortes, ela apoiou as pernas e levantou a pélvis enquanto enfiava quatro dedos. A cara que ela fazia era de êxtase, os gestos mudavam sem parar enquanto abria e fechava a boca com expressões que pareciam de dor... uma dor muito prazerosa. Ela soltou três gritos um atrás do outro, que foram diminuindo de intensidade enquanto contraía as costas. Depois, com a respiração ofegante, ficou em posição fetal e se acariciava a buceta tentando se recuperar.
Com aquela imagem gravada na minha memória, sem nem me tocar, senti que ia gozar.
— Já vou gozar... já tô gozando...
Com um movimento rápido, ela se levantou e sentou na minha frente, juntando as duas mãos, me indicando pra gozar nelas. Coloquei a mão sobre as dela, senti um espasmo percorrer minhas costas, arqueei a coluna e soltei o primeiro jato de porra. O prazer foi tão intenso que perdi o equilíbrio e tive que apoiar um braço no ombro dela, com a boca aberta e uns sons abafados, enchi as mãos dela e ainda sujei parte dos ombros e do pescoço. Sentei do lado dela recuperando o fôlego enquanto tocava a perna dela. Ela só sorria, parecia feliz com o "troféu" dela nas mãos.
— Que quantidade de porra que meu menino soltou.
— Buufff mãe... foi... muito foda. — E dei um beijo na bochecha dela.
— Me passa o pratinho da cômoda.
Ela tinha um pratinho trazido de alguma viagem que ficava de enfeite e onde deixava alguma coisa. Aproximei ele e ela derramou a porra que tinha nas mãos. O resto que ficou, ela levou até o nariz e cheirou.
— Sempre gostei desse cheiro... — E com a ponta da língua, colocou um pouco na boca e saboreou. — Hummm, tá quentinho.
Eu não acreditava no que meus olhos viam, não sabia que minha mãe era assim, tão sem vergonha pra sexo e ainda mais comigo. Ela pegou um pouco de porra com os dedos e me disse:
— Prova, querido.
Acho que com qualquer outra garota eu não teria... accedi, mas minha mãe me dava um tesão especial e eu queria que aquelas "brincadeiras" continuassem, deixei ela enfiar o dedo na minha boca, afinal de contas era meu próprio esperma.
Ela aproximou o prato e lambeu mais, colocou a língua pra fora com esperma, brincou um pouco com ele e engoliu.
— Que gostoso...
Ela passou um braço no meu ombro e aproximou a boca da minha. A gente se beijou, foi um beijo profundo, a língua dela se encontrou com a minha e a gente brincou um tempo. Ela se deixou cair na cama, eu me deitei ao lado dela e a gente se beijou por um bom tempo, era uma sensação estranha mas gostosa estar me beijando com ela, por um lado era um sentimento de amor, carinho, até meio inocente, mas por outro era safado sentir o calor da boca e da língua dela. Com a mão eu acariciava o peito dela, coloquei a palma em cima e apertei, ela soltou um gemido, parou de me beijar e ficou imóvel com a boca aberta e os olhos fechados enquanto eu enfiava a língua. Apertei o mamilo dela e ela soltou outro gemido, dessa vez colocou a língua pra fora e eu deixei cair saliva nela. A gente se beijou de novo, era tão gostoso sentir a boca dela que a gente ficou um tempão como dois amantes, até que eu me afastei e, deitado ao lado dela de mãos dadas, ficamos em silêncio até eu dormir.
— Pedro, querido, acorda. — Ouvi a voz da minha mãe e senti ela tocando meu braço — Não dorme mais senão à noite não vai pregar o olho.
— Quanto tempo eu dormi?
— Um tempinho, o João ligou pra você, pediu pra ligar de volta que ele vai pra cidade e queria saber se você queria ir com ele.
Combinei de passar na casa dele o mais rápido possível, a cidade não ficava a mais de uma hora e meia de carro. A gente ia no limite, chegaríamos a tempo de jantar e depois ir pra festa junina. Tomei um banho rápido e peguei roupa pra uns dias, enquanto me vestia minha mãe revisava a mala e eu pensava se era boa ideia ir embora agora depois do que tinha rolado entre a gente. A gente se despediu na porta de casa, ela me deu um beijo na bochecha e disse pra eu me divertir, me comportar e tomar cuidado. —Não se preocupa, são só uns dias.
Ela me envolveu com os braços e a gente se beijou na boca, aproveitei pra passar a mão na bunda dela e ela me empurrou contra a parede, esfregou o corpo no meu, senti os peitos dela e a respiração ofegante enquanto me dava beijos e lambidas no pescoço. Ela desceu a mão e pegou no meu pau, sentindo minha brocha dura. Com um sussurro, falou no meu ouvido:
—Não esquece de mim, da sua mãe, vou estar te esperando.
Ela se afastou do meu corpo, desfez o nó do roupão, que escorregou. Eu passei a mão no peito dela enquanto ela sorria. Ela se ajoelhou e puxou minha calça pra baixo, mordiscou a rola por cima da cueca enquanto me olhava, baixou a cueca, segurou com a mão direita e enfiou na boca, sentindo a boca quente dela, e começou um boquete rápido. Eu via ela pelo espelho, ajoelhada na minha frente, isso me deixou mais tesudo e soltei meus primeiros gemidos. Segurei a cabeça dela e ela se deixou levar, eu peguei o ritmo, enfiava até o fundo sem parar, sem tirar, enquanto ela me olhava.
—Vou gozar... aaahhh, ahhhh.... to gozando...
Ela nem se mexeu, senti meu leite jorrar dentro da boca quente dela, ficou parada enquanto engolia. Fiquei apoiado na parede até soltar a última gota, quando terminei de gozar, ela tirou a rola, tava limpa, sem resto de porra, igual a boca dela, tinha engolido tudo. Ajudei ela a levantar e ela me beijou de novo.
—Gostou?
—Sim, muito... foi foda.
—Vou estar te esperando.
Na vila do João, não parava de pensar na minha mãe, tava doido pra voltar e depois do que rolou, fiquei o dia inteiro com tesão. Tive que me aliviar e comi uma mina mais velha que eu da vila, não era muito bonita e tinha uns quilos a mais, mas fui no mais fácil. A ideia era ficar cinco dias, mas pra minha sorte, chamaram o João pra um trabalho temporário, então na sexta de manhã a gente voltou. Sexta de manhã tava em casa, desfiz a mala e tomei um banho, debaixo da água me vinha cosquinha e eu ficava excitado pensando na minha mãe, como ela era gostosa e a sorte que eu tinha, dava pra ver que era uma mulher fogosa, que gostava de transar e tinha experiência... sabia satisfazer um homem. Me deitei nu na cama dela, pensando nela, depois abri a gaveta onde ela guardava as calcinhas, tinha de tudo, umas mais sexys e outras mais do dia a dia, as brancas de sempre, coloquei uma em cima da mesinha e toquei com a ponta dos dedos imaginando que ela estava usando. Tava com vontade de bater uma, mas preferi esperar pra ver se à noite rolava alguma coisa.
-Uai! Querido! Já tá aqui? Pensei que você vinha só no domingo.- Disse ela quando me viu entrar pela porta do escritório, levantou e me deu um beijo na bochecha.
Ela tava maravilhosa, usando um vestido fino de verão estampado com cores brancas até os joelhos, o vestido caía no corpo dela marcando levemente as curvas. O cabelo preto preso num rabo de cavalo que destacava o rostinho bonito dela.
Ligaram pro João pra um trampo, o dos ônibus municipais. Achava que não iam chamar ele, mas ele deu sorte, falaram que provavelmente fica até outubro cobrindo uma licença.
-Que sorte! Fico feliz por ele. Ei, que tal a gente almoçar fora, porque não tenho nada preparado em casa.
-Beleza, topo!!
Fomos num chinês, naquela época eu amava, além de ser um dos poucos restaurantes que eu podia pagar quando saía com os amigos ou alguma mina. Foi demais, a comida foi muito gostosa, curti a companhia dela, tinha uma química especial entre a gente, papeamos um pouco de tudo, e ela me convidou pro cinema. Fomos na sessão da primeira hora da tarde, pela época que a gente tava e o filme que tava passando, tinha pouca gente, a gente, uns moleques e mais quatro pessoas sozinhas. Cada um sentou em lugares separados, a gente ficou na última fila no meio, era o lugar perfeito pra passar a mão. Vimos a primeira parte do filme de mãos dadas. mano, parecíamos dois adolescentes. O filme foi perdendo a intensidade e ficou monótono. Comecei a ficar entediado e acho que ela também.
- É meio chato, né? - Ela sussurrou no meu ouvido, tentando não incomodar ninguém.
- É. - Respondi.
Nossas cabeças estavam tão juntas que, por inércia, nos beijamos. Adorava sentir a boca molhada dela enquanto brincávamos com as línguas.
- Te quero. - Ela disse baixinho enquanto se afastava de mim.
Toquei a perna dela com carinho, era macia e gostosa ao toque. Fui subindo a mão devagar até a coxa, por baixo do vestido, até alcançar o pedaço de pano entre as pernas que exalava calor. Apertei os dedos sentindo o volume da buceta. Os dedos percorreram a virilha molhada e suada, sentindo um pouco do pelo que escapava da calcinha. Coloquei a palma da mão sobre a buceta e fui apertando de leve. Ela levantou um pouco a bunda e subiu a saia; quando se sentou de novo, deslizou um pouco pra baixo e abriu as pernas. Com a pouca luz que tinha, consegui distinguir a cor clara da calcinha, onde meti a mão e toquei a rachinha molhada e quente. Primeiro apalpei com a mão, depois procurei o buraquinho e enfiei um dedo. Depois de dilatado e com meus dedos cheios do líquido viscoso, enfiei dois dedos enquanto com o polegar apertava o clitóris e a masturbava. Tudo isso tentando manter a compostura e amparados na escuridão, sem movimentos bruscos. O som do filme tinha virado segundo plano, só ouvia a respiração intensa dela enquanto me segurava forte no braço, transmitindo o prazer que sentia.
Parei uns segundos, olhei pra ver se ninguém tinha notado a cena e me espremi entre os assentos, ficando de frente pra buceta dela. Ela fez um gesto pra eu parar, mas ignorei. Puxei a calcinha pra baixo e meti a cabeça entre as pernas dela. Cobrindo a buceta com a boca e com movimentos suaves, chupei ela toda, me embriagando com o cheiro e engolindo os fluidos vaginais. tentava enfiar a língua até o fundo, passava ela no clitóris e nas paredes, com as mãos empurrava minha cabeça contra a boceta, os movimentos dela ficavam cada vez mais curtos e fortes, soltou uns gemidos baixinhos, relaxou o corpo e ficou imóvel enquanto eu terminava de “limpar” a buceta. Silenciosamente voltei pro meu lugar enquanto ela vestia a calcinha e se recompunha.
– Filho, não falta muito pro filme acabar, vamos embora antes que alguém nos veja.
– Valeu, primeiro saio eu, e daqui a pouco você.
Esperei ela a uns metros da entrada do cinema, quando chegou perto de mim não disse nada, me olhou e a gente riu que nem bobo, ela me pegou pelo braço e fomos andando pra casa. Foi fechar a porta e começamos a nos beijar com os corpos colados um no outro, encostei ela na parede, levantei a saia dela enquanto lambia o pescoço dela entre gemidos.
– Aaaiii... filho, como você me deixa...
– Eu te desejo...
– Eu também... quero sentir você dentro de mim... faz amor comigo... faz amor com sua mãe...
– Quero sua buceta... quero te foder...
– Sou toda sua...
Pelo corredor fomos nos beijando e tirando a roupa até chegar no meu quarto. Ela se deitou na cama, abriu as pernas e levantou, mostrando a buceta aberta, brinquei um pouco com a pica na rachinha, esfregando nos sucos, ela gemia de prazer enquanto me olhava.
– Enfia... quero sentir sua pica... aahhhh, quero que você me foda, filho.
Ela soltou um gemido baixinho ao sentir a pica dura lá dentro, os gemidos aumentaram de intensidade enquanto eu penetrava ela.
– Aaahhh... aahhh... aahhhh...
– Tá gostando? Tá gostando de ser fodida pelo seu filho? – Perguntei deixando ela mais puta.
– Siiiim... adoro... adoro foder com você... que gostoso...
– De agora em diante vou te foder todo dia!
– Siiiim, siiiim!! Vou ser sua amante... aaahhhh... mete forte... aahhh vou ser sua puta... só você vai me foder... aaahhh...
Ela esticou os braços pra cima, os peitos balançavam no ritmo das estocadas e eu via a buceta dela aberta, escorrendo fluidos enquanto meu pau entrava e saía.
- Aaahhhh.... fala putaria.... aaahhhh.... fala putaria pra sua mamãe.
- Teu próprio filho tá te comendo.... sente o pau dentro....
- Siiim....
- Cê é uma porca....
- Sou tua porca sim.... aaaahhh..... me dá.... me dá....
Agarrei ela pelo pescoço sem parar de meter naquela buceta maravilhosa.
Que mãe deixa o filho comer o cu dela.... - e dei um tapa nela, a primeira reação foi de susto que virou um sorriso com um olhar agressivo.
Isso, dá duro na sua mãe!! me fode, filho da puta!!! assim... aaahhh!!!
Aumentou o ritmo da foda, ela gostava de sexo pesado (na real, ela curte todo tipo de sexo) e eu tentei dar o que ela pedia. Parei e falei:
Cê é muito puta. - Enquanto a gente se beijava. - Levanta! - E agarrei ela pelo cabelo, colocando ela de quatro no chão.
E comecei a meter, pra ela é a posição mais gostosa e não demorou pra ela gritar de prazer enquanto me levava ao êxtase com os berros e aquele rabo empinado.
- Vou gozar, aaahhh.... vou gozar...
- Quero teu leite!! dá o leite pra sua mãe. - Disse entre gritos de prazer.
Tirei o pau e enquanto ela segurava ele, se ajoelhou de boca aberta e eu enchi a cara dela de porra, escorria esperma pelo rosto dela mas mesmo assim ela começou a chupar.
- Ummm... que gostoso teu pau...
- Chupa, continua chupando....
Agarrei ela pelo braço e levei pro quarto dela na frente do espelho, segurando pelo cabelo mostrei como ela tava com a cara.
- Cê gosta? Gosta de ter leite do teu filho na cara?
- Amo.... - respondeu com um sorriso enquanto passava a língua nos lábios.
Sentei na ponta da cama com ela sem tirar os olhos do espelho, manobrava a cabeça dela com facilidade e com a outra mão pegava esperma do rosto dela e colocava na boca dela, parecia que ela curtia especialmente aquele momento. Desci a mão até a virilha dela e enfiei os dedos.
- Aaaahhh.... sim.... me faz gozar...
O corpo dela ficou Ela se tensionava e relaxava entre os gemidos, sem parar de nos olhar pelo espelho. Aumentei a intensidade, a buceta dela estava cheia de fluidos que faziam barulho e espirravam pra tudo quanto é lado, minha mão estava completamente molhada. Puxei o cabelo dela, deixando o pescoço à mostra pra beijar. Ela ficou tensa, o rosto vermelho, com a boca aberta de prazer soltando gemidos abafados.
— Deus!!! que delícia!... como você é bom nisso... vou gozar....
Ela gritou de prazer, se jogou pra cima de mim. Eu caí pra trás, mas não parei de masturbá-la enquanto ela ficava por cima, com as pernas abertas. Com os movimentos do prazer dela, não conseguimos manter aquela posição por muito tempo, ela caiu pro lado. Rapidamente me levantei e enfiei os dedos de novo.
— Aaaaaaahhhhhh....!!!! — Ela gritou, tensionou as pernas, levantou a pelve e da buceta saiu um pequeno jato de xixi que ela não conseguiu segurar. Se contorceu toda, ofegante entre espasmos.
Ficou imóvel na posição fetal. Me aproximei das pernas dela, olhando pro rosto dela, que tentava recuperar o fôlego, com uma cara de incredulidade, tentando processar o que tinha acontecido. Beijei a coxa dela, depois a buceta encharcada, enquanto ela acariciava meu cabelo. O cheiro era forte e penetrante, cheirava a "sexo" — uma mistura de suor e fluidos corporais. Não resisti e lambi a rachinha dela, dessa vez com calma, brincando com a língua sobre a buceta. Não demorou pra ela gemer:
— Mmmmm... assim... que gostoso... como você quer sua mamãe... aaahhh... dá carinho...
Continuei chupando a buceta até ela gozar de novo. Dessa vez foi mais devagar, parecia mais um sentimento de amor e carinho do que puro sexo. Caímos exaustos na cama e dormimos. Quando acordamos, transamos de novo. Passamos o fim de semana inteiro fodendo, no dia seguinte fizemos umas quatro ou cinco vezes. Dormimos juntos à noite, eu acordava pensando nela e a gente começava a foder de novo. Tudo mudou. Pra dentro de casa, viramos amantes insaciáveis. Já faz 25 anos que a gente fode, e com o tempo ela A intensidade dos nossos encontros diminuiu, mas mesmo eu tendo me casado e tendo família, continuo indo duas vezes por semana comer na casa dela.
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