ACHEI ESSE RELATO NO MEU PC !!!!!
UMA AMIGA TRAVESTI TINHA ME PASSADO !!!!!!
QUANDO LI DE NOVO, ME VIROU A CABEÇA IGUALZINHO NA PRIMEIRA VEZ!!!!!
NÃO CONSIGO PARAR DE COMPARTILHAR COM VOCÊS !!!!!!!!!!Claro! Por favor, forneça o texto em espanhol que você deseja traduzir para o português brasileiro.AQUI VAI!!!!:A pequena Thai
Angela estava deitada de bruços no sofá. Olhando pra ela ali, me vieram à mente as lembranças do dia em que a vi pela primeira vez. Fazia três anos que a tinha trazido de Bangkok. Era uma LadyBoy, ou seja, uma pequena travesti tailandesa. Agora tinha acabado de fazer 18 anos e continuava sendo o mesmo anjo divino. O rosto dela era porcelana autêntica, os olhos grandes e puxados, a pele morena, o cabelo preto brilhante emoldurando o conjunto do seu lindo rosto, sempre com um sorriso no rosto.
Greta, minha governanta, se deu bem com ela desde o primeiro dia. Era a adolescência que sempre faltou em casa e que ela tanto sentiu falta na época em que fui casado. Minha ex-mulher nunca quis ter filhos, primeiro pra não estragar a silhueta. Desde o primeiro dia, Greta e eu víamos como ela brincava, como discutia com a gente, como se movia cantando pela casa.
Eu a levava pra comprar roupas, tudo o que ela queria, e nunca faltava a comida que ela mais gostava. Por isso, Greta ficava muito brava comigo toda vez que eu transava com a Angela. Não sei se ela contava alguma coisa, ou só imaginava, mas meu pau enorme causava estragos nela, e embora ela nunca tivesse me negado transar, eu sabia que quando eu pedia, a pele dela se arrepiava, pensando na proximidade da dor. Nesse dia, Greta estava especialmente puta da vida comigo.
Quando tinha subido pro nosso quarto pra servir o café da manhã, eu ainda tinha o monstro enfiado até o fundo da Angela. A gente tinha dormido assim, mas agora tinha crescido desmedidamente de novo, como sempre acontecia comigo de manhã. Quando tirei ele pra gente poder tomar café, doeu tanto que ela começou a chorar sem parar. E a Greta teria me matado se tivesse chance.
Angela continua de bruços. De vez em quando, ela afasta a calcinha que fica se metendo safada entre as nádegas dela. Me excita muito ver ela fazer isso. Levanto e acaricio o cabelo dela, ela vira e me presenteia com um sorriso. Beijo ela na boca e ela olha com um pedido, sondando se tô afim de meter nela.
Olho pra ela e começo a lembrar exatamente do momento que conheci ela. Tava com minha mulher numa das viagens que fazia pra Tailândia a negócios. Meu gosto por travestis, quanto mais novinhas melhor, tornava difícil minha fidelidade no casamento, por causa da quantidade de lady-boys que tem naquele país.
Comi várias, até que minha mulher me pegou no flagra com uma na cama, com meu pau bem enfiado no cu dela. Ela pediu divórcio e na hora pegou o primeiro voo pra Holanda, de onde ela era. Uma semana depois, tava desesperado. Precisava urgentemente de uma dose de sexo. Não tinha comido ninguém, achando que talvez minha mulher voltasse.
Naquele dia, depois do almoço, chamei o Michael, o mordomo do hotel. Ele cuidava de arrumar quem aliviasse as necessidades dos hóspedes, e eu já tinha usado os serviços dele antes. Falei que queria uma lady-boy, mas se possível bem novinha. Ele disse pra esperar que ia conseguir.
Me despi completamente e tomei um banho. Enrolado num roupão, deitei na cama, liguei a TV, mas não conseguia me concentrar em nada, por causa do tesão que tava naquele momento. Tava quase pegando no sono, quando bateram na porta.
Lá estava meu anjo. Fiquei louco por ela assim que vi. Tava com um vestidinho branco bem curto. As pernas dela eram lindas e a bunda parecia bem promissora, mas o que mais me impressionou foi a idade dela, a inocência, o sorriso tímido e, acima de tudo, a beleza dela.
A mulher que tava com ela me cobrou o valor combinado e disse que em 1 hora voltaria pra buscar ela. Quando fechei a porta, vi ela no meio do quarto, de pé, esperando minhas ordens. Perguntei se falava inglês, e ela respondeu que um pouco. Falei pra ela ir. Tomar uma ducha enquanto eu esperava ela na cama.
Pouco depois, ela saiu, completamente nua. Tinha um pau tão pequeno que nem balançava, e seus quadris largos e peitinhos empinados me deram um espetáculo tão excitante que meu pau logo se abriu caminho, aparecendo pela abertura do roupão.
Ela pegou um frasco de lubrificante da bolsa e passou uma boa quantidade no cu, só por fora, sem parecer que enfiava pra dentro, e veio na minha direção, sorrindo de um jeito angelical, até ver o meu. Não disse nada, mas a cara dela mostrava a preocupação que o tamanho causava. Pegou ele com as mãos e começou a lamber a cabeça, com delicadeza, sem meter na boca.
Depois de uns segundos, peguei ela no colo, me deitei de costas na cama e montei ela em cima de mim, com meu pau na porta do cu dela. Ela se segurava com as minhas duas mãos, palma com palma, enquanto tentava descer, se empalando na minha vara, mas tava doendo, tenho certeza, e os soluços e lágrimas dela só me deixaram mais excitado.
Quando comecei a enfiar fundo o bastante, ela entrou em transe. Não mexia nem um cílio, e uma careta de dor aparecia no rosto dela. De repente, tirei ele, virei ela, coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela e mandei toda a minha rola de uma vez, até o fundo do cu dela.
Ela começou a gritar e chorar de novo, mas sem fazer nenhum gesto pra me afastar. Comecei uma fodida frenética, e depois de uns segundos, reguei os intestinos dela com uma porrada de porra. Fiquei parado um tempo, esperando o pau murchar um pouco pra tirar.
Quando tirei, vi um cu todo aberto e irritado. Fiquei examinando ele por um tempo, até que umas batidas na porta me avisaram que o tempo tinha acabado.
Assim que ela saiu pela porta, já tava morrendo de vontade de ter ela de novo. Liguei pro Michael de novo e falei que queria ela. comigo até que eu fosse embora. Só no dia seguinte pela manhã tive notícias. Foi alguém próximo da família dela que veio negociar. Entre as possibilidades, estava a compra definitiva.
Chegamos a um acordo para trazê-la para o meu país, mas o que eu realmente queria era tê-la agora nos meus braços.
O enviado saiu, e em poucos minutos estava lá com a Ângela. Ela sorria pra mim como se no dia anterior eu não tivesse arrombado a buceta dela, como se pensasse que hoje eu ia me segurar de fazer de novo. Tirei a roupa dela, e só deixei que se lubrificasse com o creminho dela. Na hora penetrei ela, e ali de lado, enquanto meu pau entrava sem parar na flor dela, minhas mãos acariciavam o corpo inteiro.
Ela chorava e gemia, sempre fez isso desde que está comigo, mas aquilo não livrou ela de dar três vezes naquela tarde. Liguei pros meus contatos, e em quatro dias estávamos voando pro meu país.
Agora vejo ela ali de bruços, mas minha excitação relembrando aquilo cresceu junto com meu pau. Pego ela pela mão, ela levanta e levo ela pro quarto. A Greta me olha com cara de ódio quando passamos por ela no corredor. Ela vai sofrer, no meu estado, certeza que a Ângela vai chorar.
UMA AMIGA TRAVESTI TINHA ME PASSADO !!!!!!
QUANDO LI DE NOVO, ME VIROU A CABEÇA IGUALZINHO NA PRIMEIRA VEZ!!!!!
NÃO CONSIGO PARAR DE COMPARTILHAR COM VOCÊS !!!!!!!!!!Claro! Por favor, forneça o texto em espanhol que você deseja traduzir para o português brasileiro.AQUI VAI!!!!:A pequena Thai
Angela estava deitada de bruços no sofá. Olhando pra ela ali, me vieram à mente as lembranças do dia em que a vi pela primeira vez. Fazia três anos que a tinha trazido de Bangkok. Era uma LadyBoy, ou seja, uma pequena travesti tailandesa. Agora tinha acabado de fazer 18 anos e continuava sendo o mesmo anjo divino. O rosto dela era porcelana autêntica, os olhos grandes e puxados, a pele morena, o cabelo preto brilhante emoldurando o conjunto do seu lindo rosto, sempre com um sorriso no rosto.
Greta, minha governanta, se deu bem com ela desde o primeiro dia. Era a adolescência que sempre faltou em casa e que ela tanto sentiu falta na época em que fui casado. Minha ex-mulher nunca quis ter filhos, primeiro pra não estragar a silhueta. Desde o primeiro dia, Greta e eu víamos como ela brincava, como discutia com a gente, como se movia cantando pela casa.
Eu a levava pra comprar roupas, tudo o que ela queria, e nunca faltava a comida que ela mais gostava. Por isso, Greta ficava muito brava comigo toda vez que eu transava com a Angela. Não sei se ela contava alguma coisa, ou só imaginava, mas meu pau enorme causava estragos nela, e embora ela nunca tivesse me negado transar, eu sabia que quando eu pedia, a pele dela se arrepiava, pensando na proximidade da dor. Nesse dia, Greta estava especialmente puta da vida comigo.
Quando tinha subido pro nosso quarto pra servir o café da manhã, eu ainda tinha o monstro enfiado até o fundo da Angela. A gente tinha dormido assim, mas agora tinha crescido desmedidamente de novo, como sempre acontecia comigo de manhã. Quando tirei ele pra gente poder tomar café, doeu tanto que ela começou a chorar sem parar. E a Greta teria me matado se tivesse chance.
Angela continua de bruços. De vez em quando, ela afasta a calcinha que fica se metendo safada entre as nádegas dela. Me excita muito ver ela fazer isso. Levanto e acaricio o cabelo dela, ela vira e me presenteia com um sorriso. Beijo ela na boca e ela olha com um pedido, sondando se tô afim de meter nela.
Olho pra ela e começo a lembrar exatamente do momento que conheci ela. Tava com minha mulher numa das viagens que fazia pra Tailândia a negócios. Meu gosto por travestis, quanto mais novinhas melhor, tornava difícil minha fidelidade no casamento, por causa da quantidade de lady-boys que tem naquele país.
Comi várias, até que minha mulher me pegou no flagra com uma na cama, com meu pau bem enfiado no cu dela. Ela pediu divórcio e na hora pegou o primeiro voo pra Holanda, de onde ela era. Uma semana depois, tava desesperado. Precisava urgentemente de uma dose de sexo. Não tinha comido ninguém, achando que talvez minha mulher voltasse.
Naquele dia, depois do almoço, chamei o Michael, o mordomo do hotel. Ele cuidava de arrumar quem aliviasse as necessidades dos hóspedes, e eu já tinha usado os serviços dele antes. Falei que queria uma lady-boy, mas se possível bem novinha. Ele disse pra esperar que ia conseguir.
Me despi completamente e tomei um banho. Enrolado num roupão, deitei na cama, liguei a TV, mas não conseguia me concentrar em nada, por causa do tesão que tava naquele momento. Tava quase pegando no sono, quando bateram na porta.
Lá estava meu anjo. Fiquei louco por ela assim que vi. Tava com um vestidinho branco bem curto. As pernas dela eram lindas e a bunda parecia bem promissora, mas o que mais me impressionou foi a idade dela, a inocência, o sorriso tímido e, acima de tudo, a beleza dela.
A mulher que tava com ela me cobrou o valor combinado e disse que em 1 hora voltaria pra buscar ela. Quando fechei a porta, vi ela no meio do quarto, de pé, esperando minhas ordens. Perguntei se falava inglês, e ela respondeu que um pouco. Falei pra ela ir. Tomar uma ducha enquanto eu esperava ela na cama.
Pouco depois, ela saiu, completamente nua. Tinha um pau tão pequeno que nem balançava, e seus quadris largos e peitinhos empinados me deram um espetáculo tão excitante que meu pau logo se abriu caminho, aparecendo pela abertura do roupão.
Ela pegou um frasco de lubrificante da bolsa e passou uma boa quantidade no cu, só por fora, sem parecer que enfiava pra dentro, e veio na minha direção, sorrindo de um jeito angelical, até ver o meu. Não disse nada, mas a cara dela mostrava a preocupação que o tamanho causava. Pegou ele com as mãos e começou a lamber a cabeça, com delicadeza, sem meter na boca.
Depois de uns segundos, peguei ela no colo, me deitei de costas na cama e montei ela em cima de mim, com meu pau na porta do cu dela. Ela se segurava com as minhas duas mãos, palma com palma, enquanto tentava descer, se empalando na minha vara, mas tava doendo, tenho certeza, e os soluços e lágrimas dela só me deixaram mais excitado.
Quando comecei a enfiar fundo o bastante, ela entrou em transe. Não mexia nem um cílio, e uma careta de dor aparecia no rosto dela. De repente, tirei ele, virei ela, coloquei um travesseiro debaixo da barriga dela e mandei toda a minha rola de uma vez, até o fundo do cu dela.
Ela começou a gritar e chorar de novo, mas sem fazer nenhum gesto pra me afastar. Comecei uma fodida frenética, e depois de uns segundos, reguei os intestinos dela com uma porrada de porra. Fiquei parado um tempo, esperando o pau murchar um pouco pra tirar.
Quando tirei, vi um cu todo aberto e irritado. Fiquei examinando ele por um tempo, até que umas batidas na porta me avisaram que o tempo tinha acabado.
Assim que ela saiu pela porta, já tava morrendo de vontade de ter ela de novo. Liguei pro Michael de novo e falei que queria ela. comigo até que eu fosse embora. Só no dia seguinte pela manhã tive notícias. Foi alguém próximo da família dela que veio negociar. Entre as possibilidades, estava a compra definitiva.
Chegamos a um acordo para trazê-la para o meu país, mas o que eu realmente queria era tê-la agora nos meus braços.
O enviado saiu, e em poucos minutos estava lá com a Ângela. Ela sorria pra mim como se no dia anterior eu não tivesse arrombado a buceta dela, como se pensasse que hoje eu ia me segurar de fazer de novo. Tirei a roupa dela, e só deixei que se lubrificasse com o creminho dela. Na hora penetrei ela, e ali de lado, enquanto meu pau entrava sem parar na flor dela, minhas mãos acariciavam o corpo inteiro.
Ela chorava e gemia, sempre fez isso desde que está comigo, mas aquilo não livrou ela de dar três vezes naquela tarde. Liguei pros meus contatos, e em quatro dias estávamos voando pro meu país.
Agora vejo ela ali de bruços, mas minha excitação relembrando aquilo cresceu junto com meu pau. Pego ela pela mão, ela levanta e levo ela pro quarto. A Greta me olha com cara de ódio quando passamos por ela no corredor. Ela vai sofrer, no meu estado, certeza que a Ângela vai chorar.
2 comentários - Ladyboy tailandesa gostosa
SEGURAMENTE SABRÁS SABOREAR TANTA INTENSIDAD SEXUAL !!!!! Y TU IMAGINACIÓN VOLARÁAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!