Experiências com minha namorada - O vizinho Juan - Parte 1
Olá, essa história que vou contar é sobre experiências com minha namorada Júlia e eu, Davi. Ela tem 19 e eu 24. Moramos juntos há dois anos e as coisas mudaram sexualmente. No começo, o sexo era todo fogo, ela tem uma buceta espetacular, particularmente bem apertadinha, então na hora de transar é uma gulosa, é tudo muito gostoso. Mas com o tempo, a coisa mudou, o sexo ficou um pouco monótono, transávamos a cada 5 ou 6 dias, o fogo se apagava. Eu, lendo muitos relatos de ménage e posts do Poringa Boys que faziam isso, estava fascinado, mas sabia que ela não gostava nada disso. Um dia, tive a ideia de comprar um vibrador, então passei numa sex shop e comprei um. Ela pareceu não se importar (joia). Um dia, enquanto transávamos, eu tirei ele e coloquei na buceta dela por um tempinho, depois meti no cu dela, fazendo um DP. No começo, ela fingiu que não tava rolando, mas quando estava bem dilatada e eu tava comendo ela com tudo, ela começou a gemer igual uma louca. Aproveitei e falei no ouvido dela:
Eu - Cê gostaria que fosse de verdade?
E continuei comendo, ela fingiu que não ouviu. Eu tava metendo fundo e repeti a pergunta:
Eu - Fala, cê gostaria que fosse de verdade?
Júlia - Mmm... mmm... sim
Eu - Mmm, putinha, como eu adoraria te comer entre dois
Júlia - Mmm... ai, sim, sim, sim
A putinha começou a sair de dentro dela. Ficamos uns 20 minutos assim e ela gozou. Na hora, enchi o cu dela de porra (tenho a pica de 21x5,5), e não tocamos no assunto depois. No dia seguinte, disfarçadamente, toquei no assunto e ela disse que não, que falou aquilo porque me deixava excitado. Dois dias depois, fomos nos deitar, depois de jantar como sempre, desligamos a TV e ouvimos do quarto ao lado gemidos fortes. Do lado, aluga o Juan, um homem de 57 anos, magro e baixinho, moreno de ascendência boliviana bem marcada, trabalha na verdureira daqui. Ele tinha fama de comer mulheres do bairro, clientes dele, mas a gente não dava fé dos boatos hahaha, achávamos que ele tinha pago. uma puta, a mina gemia que nem uma louca e a gente com tudo apagado ouvia tudo porque são peças contínuas de madeira. Eu, ao ouvir meu vizinho, fiquei de pau duro e começamos a nos pegar, terminei chupando a buceta da Juli e meti de missionário, enquanto a gente transava ouvi do lado a mina falar "ai papai, por favor, arrebenta meu cu", parece que o velho meteu nela porque ela deu um grito misturado de dor e prazer, aí eu meti fofo na Juli e ela gozou que nem uma louca, depois ela chupou meu pau e engoliu toda a porra, coisa que nunca queria fazer, terminamos e parece que o velho também porque não se ouviu mais nada, depois ela virou de lado como se fosse dormir e eu falei:
Eu - Te esquentou o velho, né?
Juli - Ah não, aquele velho é horrível, e além disso as putas sempre exageram pra serem contratadas de novo.
Ficou por isso e fomos dormir, no outro dia acordei cedo pra ir trabalhar e vejo uma mina saindo de jaqueta preta, legging e capuz preto, vi ela saindo e era a Pamela, uma loira do bairro linda, tem 18 anos, loira gostosa, na hora pensei que uma novinha tão bonita tava com aquele preto, alguma coisa ele deve ter, falei kkkk fui trabalhar e fiquei o dia todo imaginando a Juli transando com aquele velho, tive que ir bater uma punheta no banheiro kkk. Quando chego em casa tomando mate contei pra Juli.
Eu - Sabe quem eu vi saindo da casa do João?
Juli - Quem, quem?
Eu - A Pame, a mina do bairro.
Juli - Nããão! sério? é brincadeira, se aquela novinha é toda santinha.
Eu - E deve ter uma ferramenta boa o João kkkk.
Juli - Nada, o que vai ter aquele velho, ela tá porque deve ter virado uma puta.
No outro dia a mesma coisa (rotina chata kkk) comemos e fomos pra cama, aquele dia eu tava morto de tanto trampar, deitamos e dormi, uma hora depois acordo e tava o velho com a Pame do lado transando pra caralho, e a Juli tava de quatro enfiando os dedos na buceta e olhando pelo buraco na parede (ao meio-dia de Naquele dia, descobrimos que tinha um buraco na parede que dava pra ver bem, mesmo sendo pequeno, mas dava direto na cama do velho. Ele batia uma punheta até soltar um gemido e gozar, depois virou de lado e dormiu.
Dois dias depois, ele mandou ela comprar na verdureira. Comecei a notar que ela tava atraída pelo velho. Ela saiu com uma legging que marcava toda a bunda e uma regata decotada. Saí e fui atrás escondido. Quando ela chegou, o velho tava sozinho na verdureira.
Juli: — Oi, seu João, me vê 2 kg de batata, um pé de alface e 1 kg de tomate?
João: — Claro, vizinha.
Ele pegou o pedido e entregou.
João: — Tudo pronto, vizinha. Posso falar uma coisa?
Juli: — Pode.
João: — Que gostosa você tá. Desculpa se ofendo o Davi, mas você tem uma bundinha linda.
Juli: — Tô desconfortável, João.
João: — Desculpa, mas olha que delícia você tá, mamãe. Sabe o que eu faria com você, né? Vou te falar uma coisa: eu vejo você quando me olha pelo buraco na parede. Você gosta do meu pau, não gosta?
Juli: — Não sei do que você tá falando, nada a ver.
O negão pegou a mão dela e colocou em cima do pau dele, por cima da calça. Aí a Juli saiu correndo pra casa, e eu fui junto, mais rápido pra chegar antes. Quando ela chegou em casa, não me disse nada.
Fui trabalhar, mas saí duas horas antes porque a luz caiu no serviço. Cheguei devagar e, quando entrei de mansinho no quarto, vi a Juli de fio dental, olhando pelo buraco e se masturbando. Depois ela virou e ficou de quatro, mostrando a bunda e a buceta pro buraco. Devagar, ela abaixou o fio dental e mostrou a pussy. Eu fiz um barulho e, na hora, ela se deitou na cama fingindo que tava dormindo. Aí entrei.
Eu: — Amor...
Juli: — Hmm, o que foi, pai? Chegou mais cedo?
Eu: — É, a luz caiu no trabalho. E te encontro aqui dormindo.
Juli: — É, desculpa, pai, não consegui levantar.
Aqui termina essa primeira história, totalmente real. Se tiver muitos comentários e mensagens, eu mando a parte dois com fotos da Juli.
Olá, essa história que vou contar é sobre experiências com minha namorada Júlia e eu, Davi. Ela tem 19 e eu 24. Moramos juntos há dois anos e as coisas mudaram sexualmente. No começo, o sexo era todo fogo, ela tem uma buceta espetacular, particularmente bem apertadinha, então na hora de transar é uma gulosa, é tudo muito gostoso. Mas com o tempo, a coisa mudou, o sexo ficou um pouco monótono, transávamos a cada 5 ou 6 dias, o fogo se apagava. Eu, lendo muitos relatos de ménage e posts do Poringa Boys que faziam isso, estava fascinado, mas sabia que ela não gostava nada disso. Um dia, tive a ideia de comprar um vibrador, então passei numa sex shop e comprei um. Ela pareceu não se importar (joia). Um dia, enquanto transávamos, eu tirei ele e coloquei na buceta dela por um tempinho, depois meti no cu dela, fazendo um DP. No começo, ela fingiu que não tava rolando, mas quando estava bem dilatada e eu tava comendo ela com tudo, ela começou a gemer igual uma louca. Aproveitei e falei no ouvido dela:
Eu - Cê gostaria que fosse de verdade?
E continuei comendo, ela fingiu que não ouviu. Eu tava metendo fundo e repeti a pergunta:
Eu - Fala, cê gostaria que fosse de verdade?
Júlia - Mmm... mmm... sim
Eu - Mmm, putinha, como eu adoraria te comer entre dois
Júlia - Mmm... ai, sim, sim, sim
A putinha começou a sair de dentro dela. Ficamos uns 20 minutos assim e ela gozou. Na hora, enchi o cu dela de porra (tenho a pica de 21x5,5), e não tocamos no assunto depois. No dia seguinte, disfarçadamente, toquei no assunto e ela disse que não, que falou aquilo porque me deixava excitado. Dois dias depois, fomos nos deitar, depois de jantar como sempre, desligamos a TV e ouvimos do quarto ao lado gemidos fortes. Do lado, aluga o Juan, um homem de 57 anos, magro e baixinho, moreno de ascendência boliviana bem marcada, trabalha na verdureira daqui. Ele tinha fama de comer mulheres do bairro, clientes dele, mas a gente não dava fé dos boatos hahaha, achávamos que ele tinha pago. uma puta, a mina gemia que nem uma louca e a gente com tudo apagado ouvia tudo porque são peças contínuas de madeira. Eu, ao ouvir meu vizinho, fiquei de pau duro e começamos a nos pegar, terminei chupando a buceta da Juli e meti de missionário, enquanto a gente transava ouvi do lado a mina falar "ai papai, por favor, arrebenta meu cu", parece que o velho meteu nela porque ela deu um grito misturado de dor e prazer, aí eu meti fofo na Juli e ela gozou que nem uma louca, depois ela chupou meu pau e engoliu toda a porra, coisa que nunca queria fazer, terminamos e parece que o velho também porque não se ouviu mais nada, depois ela virou de lado como se fosse dormir e eu falei:
Eu - Te esquentou o velho, né?
Juli - Ah não, aquele velho é horrível, e além disso as putas sempre exageram pra serem contratadas de novo.
Ficou por isso e fomos dormir, no outro dia acordei cedo pra ir trabalhar e vejo uma mina saindo de jaqueta preta, legging e capuz preto, vi ela saindo e era a Pamela, uma loira do bairro linda, tem 18 anos, loira gostosa, na hora pensei que uma novinha tão bonita tava com aquele preto, alguma coisa ele deve ter, falei kkkk fui trabalhar e fiquei o dia todo imaginando a Juli transando com aquele velho, tive que ir bater uma punheta no banheiro kkk. Quando chego em casa tomando mate contei pra Juli.
Eu - Sabe quem eu vi saindo da casa do João?
Juli - Quem, quem?
Eu - A Pame, a mina do bairro.
Juli - Nããão! sério? é brincadeira, se aquela novinha é toda santinha.
Eu - E deve ter uma ferramenta boa o João kkkk.
Juli - Nada, o que vai ter aquele velho, ela tá porque deve ter virado uma puta.
No outro dia a mesma coisa (rotina chata kkk) comemos e fomos pra cama, aquele dia eu tava morto de tanto trampar, deitamos e dormi, uma hora depois acordo e tava o velho com a Pame do lado transando pra caralho, e a Juli tava de quatro enfiando os dedos na buceta e olhando pelo buraco na parede (ao meio-dia de Naquele dia, descobrimos que tinha um buraco na parede que dava pra ver bem, mesmo sendo pequeno, mas dava direto na cama do velho. Ele batia uma punheta até soltar um gemido e gozar, depois virou de lado e dormiu.
Dois dias depois, ele mandou ela comprar na verdureira. Comecei a notar que ela tava atraída pelo velho. Ela saiu com uma legging que marcava toda a bunda e uma regata decotada. Saí e fui atrás escondido. Quando ela chegou, o velho tava sozinho na verdureira.
Juli: — Oi, seu João, me vê 2 kg de batata, um pé de alface e 1 kg de tomate?
João: — Claro, vizinha.
Ele pegou o pedido e entregou.
João: — Tudo pronto, vizinha. Posso falar uma coisa?
Juli: — Pode.
João: — Que gostosa você tá. Desculpa se ofendo o Davi, mas você tem uma bundinha linda.
Juli: — Tô desconfortável, João.
João: — Desculpa, mas olha que delícia você tá, mamãe. Sabe o que eu faria com você, né? Vou te falar uma coisa: eu vejo você quando me olha pelo buraco na parede. Você gosta do meu pau, não gosta?
Juli: — Não sei do que você tá falando, nada a ver.
O negão pegou a mão dela e colocou em cima do pau dele, por cima da calça. Aí a Juli saiu correndo pra casa, e eu fui junto, mais rápido pra chegar antes. Quando ela chegou em casa, não me disse nada.
Fui trabalhar, mas saí duas horas antes porque a luz caiu no serviço. Cheguei devagar e, quando entrei de mansinho no quarto, vi a Juli de fio dental, olhando pelo buraco e se masturbando. Depois ela virou e ficou de quatro, mostrando a bunda e a buceta pro buraco. Devagar, ela abaixou o fio dental e mostrou a pussy. Eu fiz um barulho e, na hora, ela se deitou na cama fingindo que tava dormindo. Aí entrei.
Eu: — Amor...
Juli: — Hmm, o que foi, pai? Chegou mais cedo?
Eu: — É, a luz caiu no trabalho. E te encontro aqui dormindo.
Juli: — É, desculpa, pai, não consegui levantar.
Aqui termina essa primeira história, totalmente real. Se tiver muitos comentários e mensagens, eu mando a parte dois com fotos da Juli.
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