Só a cabecinha (história gay)

vou contar minha história: tenho 30 anos e há um ano me casei com minha namorada de sempre. Sempre gostei de pornografia, e pela internet vi uma grande quantidade de vídeos. Há um tempo percebi que os grandes paus que apareciam nesses vídeos me excitavam. Não quis dar muita importância, pensando que era uma reação lógica ao ver esses caras fodendo umas minas impressionantes, mas às vezes notava que, quando apareciam sozinhos, meu próprio pau ficava mais duro.

Fiquei pensando nisso: nunca tinha tido, que me lembrasse, nenhum interesse por outros homens, mas aquela excitação que sentia diante dos grandes paus dos pornôs me fez pensar que seria bom fazer um teste com outro tipo de pornografia, nesse caso, gay. Procurei uma página por um buscador e lá descobri que as imagens de caras chupando paus ou transando com outros caras me excitavam demais. Então pensei que talvez eu fosse bissexual, e que gostasse igualmente de homens e mulheres; mas não tinha certeza, uma coisa é se excitar com um filme e outra é sentir prazer com um contato físico com outro homem.

Então busquei uma página de contatos e, após várias tentativas, marquei com um cara mais ou menos da minha idade. Na verdade, não sabia muito bem o que ia fazer com ele, porque não tinha nada claro sobre o que gostava no sexo com homens. Disse que era inexperiente e que ele deveria tomar a iniciativa.

Chegou o dia; o homem tinha alugado um apartamento num lugar discreto da minha cidade; quando o vi, achei que, sem ser nada de outro mundo, tinha uma certa beleza masculina bem agradável. Nem preciso dizer que eu estava bem nervoso.

Quando entramos no apartamento, o cara me levou até o quarto, onde havia uma cama grande que (com certeza) já tinha visto muitas outras ejaculações como a que eu esperava ter ali.

O cara se aproximou de mim com um sorriso e me deu um beijo. Pensei que a primeira impressão ia ser de rejeição Por mim, mas na real, eu gostei. O cara insistiu, tentando abrir meus lábios com os dele, e logo senti a língua dele dentro da minha boca.
Comecei a sentir meu próprio pau ficando duro que nem pedra, e ele só tinha me beijado…
Enquanto me beijava, o cara começou a me despir. Eu fiz o mesmo com ele, meio desajeitado. Quando ele chegou na minha calça, desabotoou o cinto, abriu o zíper e puxou a calça até a metade da perna. Aí, com meu pau marcando a cueca, ele começou a chupar o volume; eu estava superexcitado, me deixando levar porque nunca tinha sentido nada igual transando com mulheres.
O cara então começou a puxar minha cueca só com os dentes, o que achei muito pervertido; assim, a cabeça do pau foi a primeira coisa a aparecer por cima, e o homem prendeu ela na boca dele, com vontade. Tava claro que não era o primeiro pau que ele chupava, porque mostrou que era expert desde o primeiro momento: como chupava a cabeça, como dava lambidas que me davam choque, como passava a língua no tronco, como parava pra chupar minhas bolas…
Aí ele subiu e colocou as mãos nos meus ombros. Eu sabia o que vinha agora: ele me empurrou pra baixo com as mãos até me deixar na altura do zíper dele. Com a excitação do momento e minha falta de experiência, foi um pouco difícil abrir o cinto e o zíper dele, mas quando consegui, me deparei com um volume considerável na cueca; dava pra ver um pau bem grande e comprido, e por um momento fiquei com medo daquilo. Principalmente, percebi que se ele me fodesse com aquele instrumento, ia me partir ao meio, então firmei o propósito de não deixar ele me comer.
Tentei imitar ele, e comecei a chupar o volume por cima do tecido da cueca. Esse primeiro contato, mesmo com o tecido no meio, foi muito excitante, e meu próprio pau estava cada vez mais duro. Mas não aguentei esperar mais e puxei a cueca dele: saltou então, na minha frente, um pau enorme, grande e grosso. Não devia ter menos de 22 cm de comprimento, com uma cabeça gorda e rosada, da ponta da qual saía um filete de pré-gozo.
Não consegui aguentar mais a visão daquela maravilha e, sem saber muito bem como fazer, enfiei a cabeça na boca. Aquilo foi como uma revelação. Soube então que queria saborear muitos nabos como aquele. Aquele sabor de pré-gozo, de carne macha, aquela ferramenta dura e macia ao mesmo tempo, quente como se estivesse num forno, me deixou louco, e, sem perceber, comecei a chupar como um desesperado.
O garoto me disse que dava pra ver que eu era novato, mas que aprendia rápido.
Continuei chupando o pau dele com frenesi, não queria tirá-lo da boca. Mas pensei que devia experimentar também o sabor das bolas, e abandonei por uns instantes o pau do meu amante para chupar seus ovos, que eram grandes e saborosos. Voltei ao meu amado pau e me veio à cabeça se seria capaz de enfiar ele inteiro na boca, como tinha visto nos filmes pornô. Dito e feito, comecei a enfiar o nabo cada vez mais fundo, até que a ponta encostou na campainha. Mas eu estava convencido de que conseguia, e intuitivamente afundei a garganta, como tinha visto as minas fazerem (e os caras, nos filmes gays), e tentei enfiar o pau de novo; custou umas duas tentativas, mas na terceira, a cabeça passou direto pela campainha e quando me dei conta tinha o nariz afundado nos pelos pubianos do meu amante, e meu lábio inferior batendo nas bolas. Sentia como se tivesse um elefante enfiado na boca, algo enorme que dava as caras no meu estômago, e então me senti feliz. O cheiro dos pelos pubianos era embriagador, mas tinha que tirar para continuar experimentando coisas novas.
Continuei chupando aquela cabeça deliciosa, enorme e cada vez mais melada de líquido pré-gozo.
Meu amante, enquanto isso, me levou até a cama e nos livramos do resto das roupas que ainda tínhamos. Estávamos os dois na cama, eu chupando o pau dele como um desesperado, e ele ele começou a tocar minha bunda e a procurar meu buraco. Eu deixei, porque aquele dedo que me cutucava naquela área tão escondida estava me dando um prazer enorme, embora eu mantivesse minha intenção de não deixar aquela pica gigante me foder, para não arrebentar meu cu.
O cara meteu um segundo dedo, molhado com a própria saliva, e o prazer só aumentava. Um terceiro dedo entrou na minha bunda, e o prazer era tremendo: uma pica gigante na boca e três dedos molhados abrindo meu esfíncter.
Então o cara disse: "Vamos fazer um 69". Como sempre, ele tomou a iniciativa e se posicionou debaixo de mim. Eu continuei chupando a pica, e ele agarrou a minha, sem tirar os três dedos do meu cu. Logo ele largou meu pau e aproximou a língua do meu buraco. Quando senti a primeira lambida, achei que ia morrer de prazer; aquele cara sabia como dar prazer, e sua língua penetrava no meu buraco mais íntimo me fazendo torcer de tesão. Eu estava com a pica gigante dele na boca e sentindo sua língua no meu cu, quando o cara disse: "Eu gostaria de te foder".
Então, com grande tristeza no coração por ter que parar de chupar a pica, tirei da boca para dizer: "Não, você tem uma pica enorme, eu sou virgem, você me destruiria".
O cara então disse: "Bom, deixa pelo menos eu esfregar a cabeça no seu buraco, você vai ver como vai gostar".
Pareceu uma boa ideia, e eu disse que sim. Então o cara me colocou de costas e abriu minhas pernas. Ele as levantou bastante ("É para você sentir melhor a esfregada da minha pica", ele disse) e começou a esfregar a cabeça na minha bunda, que nessa altura já estava bem dilatada e molhada. O prazer era tremendo, eu sentia aquela coisa quente na minha zona mais erógena, e tinha uma vontade enorme de que entrasse mais, mas não queria que ele me destruísse. Mal consegui balbuciar: "Só a cabecinha, só a cabecinha", e o cara me obedeceu e começou a enfiar a cabeça no meu buraco. Foi como uma onda de prazer que subiu do meu cu. para o resto do meu corpo. Mal tinha metido um pouco da cabeça, mas já era algo considerável. Minha cara estava toda desfigurada (o cara me contou depois que acabamos), totalmente dominado por uma excitação absoluta e, como costuma acontecer nesses casos, o pau assumiu o comando no lugar da mente. Sem que eu pretendesse, saiu da minha boca: "mete tudo, mesmo que me estoure…"

O cara devia estar esperando meu pedido, porque imediatamente deu uma socada de quadril e metade do seu tronco se alojou na minha bunda. A dor foi imensa, e não sei como consegui segurar o grito, que congelou na minha boca. O cara recuou um pouco, pra me dar outra enfiada e encaixar o pau inteiro no meu cu pequeno, que eu nunca imaginei que caberia algo tão enorme lá dentro. Então o cara começou a me foder, metendo o pau cada vez mais fundo.

E, sabem de uma coisa? A dor começou a diminuir e foi sendo substituída cada vez mais por um prazer surdo, um prazer que crescia e que vinha do meu buraco anal, aberto de um jeito inacreditável por aquele prodígio da natureza, que cada vez se enterrava mais nas minhas entranhas.

O cara começou a arfar com força, e eu soube o que estava por vir. Ele me fodeu ainda mais intensamente, e senti algo quente no meu interior. Ele estava gozando que nem um desesperado, mas então fez algo que eu não esperava: tirou da minha bunda e, rapidamente, montou na minha cara, colocando o pau em cima de mim enquanto ainda jorrava porra. Não sei por que fiz isso, na real, mas reagi assim, talvez pela excitação que me dominava: abri a boca e prendi a cabeça do pau dele. Então senti na minha língua o sêmen do meu amante se depositando, um líquido viscoso, de gosto estranho, mas que me deixou louco; continuei chupando e chupando, até que ficou evidente que não tinha mais porra nenhuma naquela maravilha. Foi uma descarga bem generosa, porque depois de soltar um pouco na minha bunda, ainda sobrou pra transbordar na minha boca.

O cara então se inclinou entre as minhas coxas e começou a chupar ele. Pouco depois, ele me deu um beijo na boca, e senti na língua dele o sêmen que ele tinha inoculado na minha bunda, e aquilo me pareceu o máximo do tesão. Depois de ficarmos nos beijando um tempo, trocando a porra na nossa boca, o garoto foi até meu pau e enfiou na boca. Não demorou muito para eu gozar; eu falei para ele, entre espasmos, mas o garoto manteve os lábios fechados em volta da minha pica, e engoliu toda a minha porra.
Um último beijo de língua fez o sêmen de cada um de nós se misturar.
Aquela foi minha primeira experiência, mas não a última. Desde então, já passou mais ou menos um mês, e, na verdade, acho que encontrei minha tendência sexual: quero chupar paus, ser fodido, beber porra, beijar bocas de machos, sentir o cheiro do pelo pubiano deles, ter a bunda chupada e chupar também, saborear umas bolas... Enfim, o que se pode chamar de um verdadeiro macho...







Espero que tenham gostado do relato, fiquei com muito tesão, adoraria ser o sortudo de ter uma pica assim na minha boca... quem quiser falar de coisas assim, mande mensagem privada que respondo na hora... beijinhos e muita língua nas suas picas!!!!!

12 comentários - Só a cabecinha (história gay)

Excelente relato...
Gracias....
@jesuco_20 No se puede pedir solo la puntita, porque siempre vas a querer más y más...
Só a cabecinha (história gay)

Qué buena historia nene, muy bien relatada,
Me encantó lo de "solo la puntita", genial !!!

Gracias por compartir
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...
muchas gracias x pasarte... y gracias x comentar se agradece...
aaaaa terrible calentura me diste...muy bueno
van p