Sou uma mulher casada de 47 anos que, por causa do trabalho do meu marido, mora na Califórnia há 4 meses.
Sou morena, tenho 1,75m e estou um pouco acima do peso, pra não dizer que sou gordinha. Há mais de 10 anos sou uma hotwife, nesses anos tive vários amantes, mas um fixo até me mudar pros EUA. Tenho dois filhos: um rapagão de 18 anos, lindo, moreno, com uns olhos pretos que derretem qualquer mulher, e uma menina de 7 anos. Em casa somos naturistas e sempre andamos pelados, então vi como meu filho mudou ao longo dos anos pra melhor, muito pra melhor.
Quando meu marido não está, o Julio cuida de me dar massagens, porque por causa de uma cirurgia nas costas, minha lombar fica muito tensa, e ele estuda Fisioterapia numa faculdade de prestígio daqui. Ele nunca passou dos limites nas massagens, embora seja verdade que as mãos dele acariciavam minha buceta tanto pela frente quanto por trás.
Tudo começou na semana passada. Comecei a conversar pelo Twitter com uma garota perto de onde eu morava antes, em Madri. O tesão subiu a níveis inimagináveis e, enquanto falava, eu me tocava sem parar. A gente falava sobre o que faríamos se estivéssemos perto uma da outra, como íamos nos comer, como íamos nos tocar e essas coisas, até que ela teve que ir embora porque precisava buscar o filho dela na escola.
Eu continuava muito excitada e continuei me masturbando. Em casa, nunca fechamos as portas quando estamos sozinhos e, por causa do meu estado de tesão, não fechei. Meus dedos procuravam minha buceta encharcada e, bem devagar, eu me masturbava, adiando meu prazer. Dois dedos invadiam minha intimidade enquanto eu acariciava meu clitóris com outros dois. Tão concentrada no meu prazer que não ouvi a porta da casa se abrir. O Julio entrou em casa e, ao ouvir meus gemidos fortes, se aproximou devagar da porta do meu quarto. Eu estava num momento de máximo prazer, prestes a gozar forte, quando abri os olhos enquanto tinha três dedos fodendo minha buceta. Bucetinha, vi o Julio na porta do meu quarto.
Ele olhava enquanto a mãe dele se masturbava devagar, com olhos de desejo. Não sei o que deu em mim, mas em vez de me cobrir, continuei com minha punheta olhando nos olhos dele. Eu estava num ponto sem volta, precisando ter meu orgasmo tão desejado. Percebi que o ombro dele se mexia e, quando baixei o olhar, vi. Ele estava se masturbando me olhando. Tinha uma rola linda, enorme, grossa e muito brilhante. Minha mão começou a acariciar meu clitóris e, naquele momento, meu orgasmo apareceu. Começou a chegar do lugar mais escondido do meu corpo, era bestial, um orgasmo sublime. Eu não parava de olhar nos olhos do meu querido filho, enquanto da minha garganta saía um gemido muito longo. Da minha buceta começou a jorrar uma quantidade de líquidos como nunca tinha expelido antes. Foi intenso e muito longo. Uma ejaculação daquelas.
Julio se aproximava cada vez mais da minha cama enquanto a mão dele continuava socando aquela rola linda, até que, quando chegou na minha altura, quase no meu rosto, explodiu, soltando um rio de esperma que atingiu minha cara, cabelo, peitos. Por um segundo, ou talvez mais, desejei que ele se jogasse em cima de mim e me fodesse como a puta que sou.
Quando terminou, saiu correndo para o quarto dele, morto de vergonha. Eu, não sei por que, peguei a porra que estava nos meus lábios e lambi de novo, saboreei o gosto por uns segundos e, quando me dei conta do que tinha acontecido, levantei e fui para o quarto dele.
Precisava falar com ele, contar o que tinha rolado. Quando entrei no quarto, ele estava deitado na cama, pelado, e com a rola dura de novo. Sentei do lado dele e começamos a conversar sobre o que tinha acontecido.
— Mãe, desculpa, não sei o que deu em mim...
— Calma, meu amor, é normal. Sabe... você tá no auge da sua excitação sexual e eu tenho minhas necessidades. Seu pai não tá aqui e eu preciso de alguém pra aliviar meu tesão... e o que você viu hoje...
— Fica tranquila, mãe, é normal. Você tá muito gostosa... Eu...
— Desculpa, meu anjo, eu devia ter fechado a porta. Você não devia ter visto. isso.
- Mamãe… é que… eu te desejo… faz tempo que gosto de você…
- Meu amor, não pode ser, somos mãe e filho… não, uffff, não pode ser — enquanto falava, não conseguia tirar os olhos daquela pica, além disso, Júlio acariciava minhas pernas, subindo devagar.
- Mamãe, eu te quero…
- Júlio, para… nãooo pode ser, ahhh isso não está certo — sem perceber, minhas pernas se abriram, dando acesso à minha buceta depilada e encharcada.
Quando me dei conta, os dedos dele brincavam com meu clitóris. Levantei e saí correndo para o chuveiro, precisava me livrar daquele calor. Júlio me seguiu, pedindo desculpas.
Não falamos mais sobre o assunto o dia inteiro. À tarde, minha amiga entrou em contato e contei o que aconteceu. Ela disse que eu precisava me afastar, que falasse com Roberto, que ele me ajudaria. Por sorte, meu amado marido chegava naquela noite. Assim que entrou em casa, falei que precisávamos conversar, que quando Júlio saísse e a menina fosse para a cama, a gente tinha que ter uma conversa.
Quando contei o que houve, ele me olhou e disse:
- Amor, você devia ter fechado a porta. Imagina se te pega com algum amigo/a, como é que explica?
- Eu sei, meu bem, não pensei que ele pudesse chegar em casa. Eu estava muito excitada, mas não sei o que deu em mim, foi especial… Nunca gozei como hoje de manhã…
- Cala a boca e responde minhas perguntas: você gostou? O que sentiu? Te excitou?
- Muito, meu amor. Não só gostei, foi especial. Tive o melhor orgasmo da minha vida, não sei explicar… mas é meu filho. E se me excitei… como uma puta, desejei por um segundo que ele me fodesse. Meu bem, estou doente, é nosso menininho…
- Minha vida, Júlio já não é pequeno, é um homem e muito gostoso. Além disso, pelo que você disse, muito bem dotado. É normal você se excitar. Não se preocupa, amanhã vou falar com ele. Agora descansa, isso vai se resolver…
- Tem certeza, meu amor? Como vou deixar ele me dar massagens, ainda mais nua… não sei, e se ele me tocar… e… - Se você perder o controle? Te conheço, meu amor, sei que se você quiser, mais cedo ou mais tarde vai perder. Dêem tempo, deixem um pouco de distância. Se quiser, amanhã quando eu falar com ele, digo que acabaram as massagens, mas, você sabe que elas fazem bem pra prática de fisioterapia dele.
- Amor, não, quero que ele continue fazendo, me faz feliz… e eu também preciso delas, mas… sei lá…
- Deixa eu falar com ele, tá?
O dia seguinte passou de um jeito bem normal, ninguém falou sobre o que aconteceu, tudo foram risadas e brincadeiras com as crianças. À tarde, pai e filho saíram pra tomar umas cervejas e conversar, eu fiquei em casa com a menina, jantamos, e quando chegou a hora, coloquei ela na cama. Muito tempo depois, Roberto chegou sozinho, entrou no quarto, me olhou e disse que estava tudo resolvido.
E embora normalmente seja eu quem amarra ele, naquela noite foi ele quem me amarrou na cama, colocou uma venda em mim e começou a me acariciar, queria que eu sentisse cada carícia, enquanto sussurrava que tava com tesão pela situação. Ele ficou me lambendo a buceta por mais de uma hora. Tive 3 orgasmos intensos quando senti o pau dele penetrando devagar..
- Amor, céu, como você tá? Te sinto muito grosso….. ahhhhh
- Vadia, vou te arrebentar de porrada de pau, você tá com tesão… Te excita que seu filho tenha te visto se masturbar… com certeza você adoraria que ele te fodesse
- AHHH NÃOOOO, é meu filho…
- Tem certeza? Fala a verdade, você teria gostado.
- Ahhhhhh siiiim, teria adorado, sentir esse paaaaaau
- Quer que eu te foda? Vamos, admite logo
- Ahhhhh, nãooo me dá seu leite por favoooor
- Admite, vamos, me diz que você quer que eu te foda e vou te encher..
- Ahhhh, ahhhhhh siiiiiiii quero que o Júlio me foda ahhhh tô gozandooooo
- Ahhhhh toma, vadia, toma meu leiteeeee, você fica com tesão que seu filho te foda.. ahhhhhhhh
E ele gozou como poucas vezes fez, quando os espasmos dele terminaram, ficou em cima de mim sem tirar Seu pau na minha buceta, até que, soltando minhas mãos, tirei a venda e, segurando a cabeça dele, falei:
- Vamos, cuck, você já sabe o que fazer, limpa...
E olha se ele fez, me deixou bem limpinha, me levando a um orgasmo bestial. Quando estávamos mais calmos, conversamos sobre o problema.
- Love, te deixa com tesão eu te fazer de cuck com o Júlio?
- Muito, minha vida, que humilhação maior do que ser seu filho quem te corneia?
- Umm, não pode ser, minha vida, é o Júlio... não daria... mas, se for sincera, também me dá tesão pensar nisso...
- Fica tranquila, minha vida, eu sei, quem sabe... deem tempo ao tempo... mas...
- O quê?
- Posso te pedir um favor?
- Fala, meu love, o que for, você já sabe.
- Quero que ele te dê uma massagem na minha frente. Por favor.
- Ufff, não sei, love, vou ficar muito excitada... e não sei se vou conseguir parar, minha vida... é nosso filho...
- Por favor... quero ver como ele te acaricia quando eu não estou.
- Tá bem, meu amor, vou fazer por você, mas só espero que a gente não se arrependa depois.
O dia seguinte passou bem normal, talvez até demais, meu marido brincando com as crianças, jogando como se nada tivesse acontecido, e eu nervosa e excitada com o que estava por vir. Depois do almoço, a menina foi para a casa de uma amiga passar a noite para brincar, ficamos nós três sozinhos, minha buceta parecia um rio quando meu marido sussurrou que era hora daquela massagem.
Levantei e, olhando primeiro para o Júlio e depois para meu marido, falei que ia me preparar. Entrei no quarto, tomei um bom banho relaxante e saí enrolada num roupão de seda transparente. Meus nervos estavam a mil, ao cruzar a porta do banheiro, vi os dois. Júlio semidespido, só de cueca bem sugestiva, e Roberto sentado numa cadeira ao lado da cama.
Júlio tinha os óleos de massagem preparados ao lado do criado-mudo e um pote de algo que não consegui adivinhar o que era, mas que descobriria mais tarde. Tirei o roupão e me deitei na cama. cama, tentei adivinhar se ele tava excitado, mas a cueca dele não mostrava nada. Ele enfiou as pernas entre as minhas costas e começou uma massagem suave nos meus ombros, nas minhas costas e passou pros meus glúteos e pernas. Durante uns minutos que pareceram uma eternidade, não senti nenhum toque. Quando as mãos dele começaram a subir pela parte interna das minhas coxas, não consegui evitar soltar um gemido. Os dedos dele subiam cada vez mais e roçavam na minha buceta encharcada, eu queria evitar, mas não conseguia reprimir um suspiro cada vez que me tocava, e minhas pernas, como se tivessem vida própria, a cada roçada se abriam um pouco mais. Finalmente, os dedos dele acariciaram todo o comprimento da minha xereca, instintivamente minhas pernas se abriram ao máximo pra facilitar o carinho, mas em vez disso, senti eles subindo pelas minhas costas, e o corpo dele se apoiou contra o meu. Com as pernas do jeito que estavam, senti a pica dura dele encostar na minha buceta e suspirei, sem conseguir evitar um gemido forte quando a cabeça dele se apoiou na entrada da minha xota molhada.
Ele me deixou apoiada na porta enquanto beijava meus ombros e sussurrava pra eu me virar. Eu queria que aquela beleza entrasse dentro de mim, mas obedeci. Agradeci que ele fosse tão cavalheiro, mas ao mesmo tempo amaldiçoei a falta de atitude dele por não me foder selvagemente. Eu tava vermelha e morrendo de vergonha, meu filho me deixava à beira de cometer uma loucura. Dessa vez, a massagem começou pelos meus peitos, ele acariciava e beliscava meus bicos com uma pressão perfeita, misturando dor e prazer até limites inimagináveis.
Criei coragem e, abrindo os olhos, olhei pra ele. No meu olhar tinha súplica pra que, por favor, parasse com aquela loucura e desejo de que não demorasse pra me foder como uma puta. As mãos dele desceram pela minha barriga até o começo da minha buceta depilada, roçava por cima e voltava pro início do meu estômago. Lentamente, desceu pelas minhas pernas até chegar com as duas mãos em cada um dos meus tornozelos, passou mais óleo na mão e começou uma subida lenta. Meu sexo que me deixava a mil por hora, quando as mãos dele chegaram e me roçaram, eu gemi bem alto. Nesse momento, Roberto se levantou da cadeira, eu não lembrava que ele estava observando como o filho dele me tocava. Ele pegou o pote que eu não conhecia e deu para o filho. O filho passou as mãos no negócio e começou a espalhar o conteúdo no meu sexo, eu ardia por dentro e por fora, queria sentir como ele me acariciava. Dois dos dedos dele percorriam minha buceta, meu marido chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
- Love, vou te deixar com seu filho, esse é um momento muito íntimo, aproveita, não se segura do que quiser fazer... Depois te vejo.
E sem me dar tempo de responder, me deu um beijão bem gostoso e foi em direção à porta. Júlio não parava de me tocar, os dedos dele percorriam cada centímetro da minha buceta depilada. Meus gemidos eram cada vez mais altos, então eu percebi, percebi como a respiração dele se aproximava da minha ppk, como a língua dele pela primeira vez me lambia. Abri os olhos e vi aquele olhar de olhos pretos queimando de desejo e não pude negar, fechei meus olhos e me entreguei a sentir como a língua dele percorria cada milímetro da minha ppk, minhas mãos não conseguiam ficar paradas e quando a língua dele começou a brincar com meu clitóris, levei as mãos à cabeça dele e apertei contra minha ppk encharcada.
O prazer vinha do fundo do meu ser, o orgasmo era iminente, a língua dele brincava com minha buceta devagar, atrasando ao máximo meu orgasmo. Quando estava prestes a explodir, só consegui gritar:
- Come minha ppk, a ppk de onde você nasceu, ahhh que prazer, filho, siiiim, engole minha vida, engole os caldos da puta da sua mãe...
E explodi em um dos melhores e mais intensos orgasmos que já tive na vida, soltei um rio de caldos que meu amado filho engoliu e engoliu. Quando o prazer chegou ao fim, levantei ele e, direcionando a boca dele para a minha, me fundi num beijo apaixonado. O pau dele, duro e duríssimo, estava alojado em cima da minha buceta, movi meus quadris para buscar um encaixe perfeito e quando senti a cabeça dele na minha... Entrei e sussurrei.
- ME COME.
E sem dizer nada, empurrou com toda a alma, enfiando mais de 24 cm de carne dura e grossa dentro da minha buceta. Não consegui me segurar e, só de sentir que ele me penetrava, gozei de novo.
Ele começou um vai e vem desajeitado e forte, e eu tive que guiar para que os dois sentíssemos o maior prazer.
- Devagar, meu amor… Não tem pressa… a mamãe não vai fugir…
- Mamãe… ahhh, desejei isso com toda a minha alma, pega ela inteira… te amoooo
- SIIIIM, meu amor, e eu… te desejo desde o outro dia, desde que você me viu batendo uma… ahhhh, meu amor..
- Você gosta, mamãe… eu faço bem feito?
- Siiim, meu amor, perfeito… ahhhh, vamos, meu amor, goza comigo.
- MAMÃE, tô perto, vou gozar, não aguento, ahhhhh, laaa… tira…
- NÃOOOOOO, não tira, meu amor, me enche, me enche com seu leite, preciso dele dentro, por favor, me dááááá.
E olha se ele me deu. O pau dele se alojou no fundo e começou a jorrar uma quantidade absurda de leite. Minha buceta não conseguia aguentar tanto lá dentro, e uma parte escorreu pra fora, descendo pelas minhas nádegas em direção à cama. Ficamos deitados, ele em cima de mim, descansando do orgasmo simultâneo que tivemos. O pau dele não perdia a força, continuava duro como no começo dentro da minha buceta.
Meus quadris começaram um movimento circular, buscando o atrito daquele pau duríssimo lá dentro. Devagar, ele começou a meter e tirar de novo, enquanto nos fundíamos num beijo apaixonado, cheio de amor e ternura safada. O pau dele não parava de queimar dentro da minha buceta, mas eu precisava de algo mais. Olhei nos olhos dele e, sensual, falei:
- Amor, você gosta da minha bunda?
- Adoro, mamãe, me deixa louco. Por quê? Quer que eu te coma de cu?
- Sim, meu amor, preciso dele dentro de mim.
Me virei, agarrei as bandas do meu rabo e falei pra ele me foder com força. Esperava uma estocada fatal da parte dele, mas, em vez disso, ele começou a lamber meu buraco negro, enfiava a língua até o fundo me dilatando e excitando como uma puta no cio. Uns minutos depois notei que a glande do pau dele se alojava na entrada do meu cu e aos poucos começou a pressionar pra dentro. A foda dele começou devagar, mas meus suspiros e o tesão fizeram ele acelerar o ritmo logo, embora eu não fosse virgem de cu, o tamanho do pau dele fazia eu sentir meu esfíncter apertando igual um cu apertado, por inexperiência o coitado não durou muito e depois de 5 ou 6 minutos começou a gritar que ia gozar, acelerando com as palavras meu orgasmo e com uma estocada forte comecei a sentir o pau dele cuspindo porra dentro de mim. Ele se deitou em cima de mim deixando cair todo o peso nas minhas costas, os dois exaustos mas felizes.
A gente dormiu abraçado quando depois de um tempo notei alguém lambendo minha buceta limpando os restos que meu filho tinha deixado dentro de mim, levantei a cabeça e lá estava meu amado marido limpando a bagunça feita pelo filho dele. Me deu uma vontade terrível de mijar com as lambidas dele, e pegando ele pelo braço enfiei ele no chuveiro, ele já sabia o que fazer e encaixando a boca na minha buceta começou a engolir minha preciosa urina sem deixar escapar uma gota daquele néctar maravilhoso, quando terminei vi Júlio olhando da porta do chuveiro com o pau duro de novo, olhei pra ele e entrando também enfiou o pauzão na minha buceta enquanto o pai dele lambia meu clitóris e partes do pau dele, depois de duas gozadas ele aguentou mais um pouco me fazendo gozar duas vezes até sentir ele se esvaziar dentro de mim mais uma vez, o resto do fim de semana a gente passou na cama fodendo igual loucos enquanto o cuck limpava as gozadas de dentro de mim.
Sou morena, tenho 1,75m e estou um pouco acima do peso, pra não dizer que sou gordinha. Há mais de 10 anos sou uma hotwife, nesses anos tive vários amantes, mas um fixo até me mudar pros EUA. Tenho dois filhos: um rapagão de 18 anos, lindo, moreno, com uns olhos pretos que derretem qualquer mulher, e uma menina de 7 anos. Em casa somos naturistas e sempre andamos pelados, então vi como meu filho mudou ao longo dos anos pra melhor, muito pra melhor.
Quando meu marido não está, o Julio cuida de me dar massagens, porque por causa de uma cirurgia nas costas, minha lombar fica muito tensa, e ele estuda Fisioterapia numa faculdade de prestígio daqui. Ele nunca passou dos limites nas massagens, embora seja verdade que as mãos dele acariciavam minha buceta tanto pela frente quanto por trás.
Tudo começou na semana passada. Comecei a conversar pelo Twitter com uma garota perto de onde eu morava antes, em Madri. O tesão subiu a níveis inimagináveis e, enquanto falava, eu me tocava sem parar. A gente falava sobre o que faríamos se estivéssemos perto uma da outra, como íamos nos comer, como íamos nos tocar e essas coisas, até que ela teve que ir embora porque precisava buscar o filho dela na escola.
Eu continuava muito excitada e continuei me masturbando. Em casa, nunca fechamos as portas quando estamos sozinhos e, por causa do meu estado de tesão, não fechei. Meus dedos procuravam minha buceta encharcada e, bem devagar, eu me masturbava, adiando meu prazer. Dois dedos invadiam minha intimidade enquanto eu acariciava meu clitóris com outros dois. Tão concentrada no meu prazer que não ouvi a porta da casa se abrir. O Julio entrou em casa e, ao ouvir meus gemidos fortes, se aproximou devagar da porta do meu quarto. Eu estava num momento de máximo prazer, prestes a gozar forte, quando abri os olhos enquanto tinha três dedos fodendo minha buceta. Bucetinha, vi o Julio na porta do meu quarto.
Ele olhava enquanto a mãe dele se masturbava devagar, com olhos de desejo. Não sei o que deu em mim, mas em vez de me cobrir, continuei com minha punheta olhando nos olhos dele. Eu estava num ponto sem volta, precisando ter meu orgasmo tão desejado. Percebi que o ombro dele se mexia e, quando baixei o olhar, vi. Ele estava se masturbando me olhando. Tinha uma rola linda, enorme, grossa e muito brilhante. Minha mão começou a acariciar meu clitóris e, naquele momento, meu orgasmo apareceu. Começou a chegar do lugar mais escondido do meu corpo, era bestial, um orgasmo sublime. Eu não parava de olhar nos olhos do meu querido filho, enquanto da minha garganta saía um gemido muito longo. Da minha buceta começou a jorrar uma quantidade de líquidos como nunca tinha expelido antes. Foi intenso e muito longo. Uma ejaculação daquelas.
Julio se aproximava cada vez mais da minha cama enquanto a mão dele continuava socando aquela rola linda, até que, quando chegou na minha altura, quase no meu rosto, explodiu, soltando um rio de esperma que atingiu minha cara, cabelo, peitos. Por um segundo, ou talvez mais, desejei que ele se jogasse em cima de mim e me fodesse como a puta que sou.
Quando terminou, saiu correndo para o quarto dele, morto de vergonha. Eu, não sei por que, peguei a porra que estava nos meus lábios e lambi de novo, saboreei o gosto por uns segundos e, quando me dei conta do que tinha acontecido, levantei e fui para o quarto dele.
Precisava falar com ele, contar o que tinha rolado. Quando entrei no quarto, ele estava deitado na cama, pelado, e com a rola dura de novo. Sentei do lado dele e começamos a conversar sobre o que tinha acontecido.
— Mãe, desculpa, não sei o que deu em mim...
— Calma, meu amor, é normal. Sabe... você tá no auge da sua excitação sexual e eu tenho minhas necessidades. Seu pai não tá aqui e eu preciso de alguém pra aliviar meu tesão... e o que você viu hoje...
— Fica tranquila, mãe, é normal. Você tá muito gostosa... Eu...
— Desculpa, meu anjo, eu devia ter fechado a porta. Você não devia ter visto. isso.
- Mamãe… é que… eu te desejo… faz tempo que gosto de você…
- Meu amor, não pode ser, somos mãe e filho… não, uffff, não pode ser — enquanto falava, não conseguia tirar os olhos daquela pica, além disso, Júlio acariciava minhas pernas, subindo devagar.
- Mamãe, eu te quero…
- Júlio, para… nãooo pode ser, ahhh isso não está certo — sem perceber, minhas pernas se abriram, dando acesso à minha buceta depilada e encharcada.
Quando me dei conta, os dedos dele brincavam com meu clitóris. Levantei e saí correndo para o chuveiro, precisava me livrar daquele calor. Júlio me seguiu, pedindo desculpas.
Não falamos mais sobre o assunto o dia inteiro. À tarde, minha amiga entrou em contato e contei o que aconteceu. Ela disse que eu precisava me afastar, que falasse com Roberto, que ele me ajudaria. Por sorte, meu amado marido chegava naquela noite. Assim que entrou em casa, falei que precisávamos conversar, que quando Júlio saísse e a menina fosse para a cama, a gente tinha que ter uma conversa.
Quando contei o que houve, ele me olhou e disse:
- Amor, você devia ter fechado a porta. Imagina se te pega com algum amigo/a, como é que explica?
- Eu sei, meu bem, não pensei que ele pudesse chegar em casa. Eu estava muito excitada, mas não sei o que deu em mim, foi especial… Nunca gozei como hoje de manhã…
- Cala a boca e responde minhas perguntas: você gostou? O que sentiu? Te excitou?
- Muito, meu amor. Não só gostei, foi especial. Tive o melhor orgasmo da minha vida, não sei explicar… mas é meu filho. E se me excitei… como uma puta, desejei por um segundo que ele me fodesse. Meu bem, estou doente, é nosso menininho…
- Minha vida, Júlio já não é pequeno, é um homem e muito gostoso. Além disso, pelo que você disse, muito bem dotado. É normal você se excitar. Não se preocupa, amanhã vou falar com ele. Agora descansa, isso vai se resolver…
- Tem certeza, meu amor? Como vou deixar ele me dar massagens, ainda mais nua… não sei, e se ele me tocar… e… - Se você perder o controle? Te conheço, meu amor, sei que se você quiser, mais cedo ou mais tarde vai perder. Dêem tempo, deixem um pouco de distância. Se quiser, amanhã quando eu falar com ele, digo que acabaram as massagens, mas, você sabe que elas fazem bem pra prática de fisioterapia dele.
- Amor, não, quero que ele continue fazendo, me faz feliz… e eu também preciso delas, mas… sei lá…
- Deixa eu falar com ele, tá?
O dia seguinte passou de um jeito bem normal, ninguém falou sobre o que aconteceu, tudo foram risadas e brincadeiras com as crianças. À tarde, pai e filho saíram pra tomar umas cervejas e conversar, eu fiquei em casa com a menina, jantamos, e quando chegou a hora, coloquei ela na cama. Muito tempo depois, Roberto chegou sozinho, entrou no quarto, me olhou e disse que estava tudo resolvido.
E embora normalmente seja eu quem amarra ele, naquela noite foi ele quem me amarrou na cama, colocou uma venda em mim e começou a me acariciar, queria que eu sentisse cada carícia, enquanto sussurrava que tava com tesão pela situação. Ele ficou me lambendo a buceta por mais de uma hora. Tive 3 orgasmos intensos quando senti o pau dele penetrando devagar..
- Amor, céu, como você tá? Te sinto muito grosso….. ahhhhh
- Vadia, vou te arrebentar de porrada de pau, você tá com tesão… Te excita que seu filho tenha te visto se masturbar… com certeza você adoraria que ele te fodesse
- AHHH NÃOOOO, é meu filho…
- Tem certeza? Fala a verdade, você teria gostado.
- Ahhhhhh siiiim, teria adorado, sentir esse paaaaaau
- Quer que eu te foda? Vamos, admite logo
- Ahhhhh, nãooo me dá seu leite por favoooor
- Admite, vamos, me diz que você quer que eu te foda e vou te encher..
- Ahhhh, ahhhhhh siiiiiiii quero que o Júlio me foda ahhhh tô gozandooooo
- Ahhhhh toma, vadia, toma meu leiteeeee, você fica com tesão que seu filho te foda.. ahhhhhhhh
E ele gozou como poucas vezes fez, quando os espasmos dele terminaram, ficou em cima de mim sem tirar Seu pau na minha buceta, até que, soltando minhas mãos, tirei a venda e, segurando a cabeça dele, falei:
- Vamos, cuck, você já sabe o que fazer, limpa...
E olha se ele fez, me deixou bem limpinha, me levando a um orgasmo bestial. Quando estávamos mais calmos, conversamos sobre o problema.
- Love, te deixa com tesão eu te fazer de cuck com o Júlio?
- Muito, minha vida, que humilhação maior do que ser seu filho quem te corneia?
- Umm, não pode ser, minha vida, é o Júlio... não daria... mas, se for sincera, também me dá tesão pensar nisso...
- Fica tranquila, minha vida, eu sei, quem sabe... deem tempo ao tempo... mas...
- O quê?
- Posso te pedir um favor?
- Fala, meu love, o que for, você já sabe.
- Quero que ele te dê uma massagem na minha frente. Por favor.
- Ufff, não sei, love, vou ficar muito excitada... e não sei se vou conseguir parar, minha vida... é nosso filho...
- Por favor... quero ver como ele te acaricia quando eu não estou.
- Tá bem, meu amor, vou fazer por você, mas só espero que a gente não se arrependa depois.
O dia seguinte passou bem normal, talvez até demais, meu marido brincando com as crianças, jogando como se nada tivesse acontecido, e eu nervosa e excitada com o que estava por vir. Depois do almoço, a menina foi para a casa de uma amiga passar a noite para brincar, ficamos nós três sozinhos, minha buceta parecia um rio quando meu marido sussurrou que era hora daquela massagem.
Levantei e, olhando primeiro para o Júlio e depois para meu marido, falei que ia me preparar. Entrei no quarto, tomei um bom banho relaxante e saí enrolada num roupão de seda transparente. Meus nervos estavam a mil, ao cruzar a porta do banheiro, vi os dois. Júlio semidespido, só de cueca bem sugestiva, e Roberto sentado numa cadeira ao lado da cama.
Júlio tinha os óleos de massagem preparados ao lado do criado-mudo e um pote de algo que não consegui adivinhar o que era, mas que descobriria mais tarde. Tirei o roupão e me deitei na cama. cama, tentei adivinhar se ele tava excitado, mas a cueca dele não mostrava nada. Ele enfiou as pernas entre as minhas costas e começou uma massagem suave nos meus ombros, nas minhas costas e passou pros meus glúteos e pernas. Durante uns minutos que pareceram uma eternidade, não senti nenhum toque. Quando as mãos dele começaram a subir pela parte interna das minhas coxas, não consegui evitar soltar um gemido. Os dedos dele subiam cada vez mais e roçavam na minha buceta encharcada, eu queria evitar, mas não conseguia reprimir um suspiro cada vez que me tocava, e minhas pernas, como se tivessem vida própria, a cada roçada se abriam um pouco mais. Finalmente, os dedos dele acariciaram todo o comprimento da minha xereca, instintivamente minhas pernas se abriram ao máximo pra facilitar o carinho, mas em vez disso, senti eles subindo pelas minhas costas, e o corpo dele se apoiou contra o meu. Com as pernas do jeito que estavam, senti a pica dura dele encostar na minha buceta e suspirei, sem conseguir evitar um gemido forte quando a cabeça dele se apoiou na entrada da minha xota molhada.
Ele me deixou apoiada na porta enquanto beijava meus ombros e sussurrava pra eu me virar. Eu queria que aquela beleza entrasse dentro de mim, mas obedeci. Agradeci que ele fosse tão cavalheiro, mas ao mesmo tempo amaldiçoei a falta de atitude dele por não me foder selvagemente. Eu tava vermelha e morrendo de vergonha, meu filho me deixava à beira de cometer uma loucura. Dessa vez, a massagem começou pelos meus peitos, ele acariciava e beliscava meus bicos com uma pressão perfeita, misturando dor e prazer até limites inimagináveis.
Criei coragem e, abrindo os olhos, olhei pra ele. No meu olhar tinha súplica pra que, por favor, parasse com aquela loucura e desejo de que não demorasse pra me foder como uma puta. As mãos dele desceram pela minha barriga até o começo da minha buceta depilada, roçava por cima e voltava pro início do meu estômago. Lentamente, desceu pelas minhas pernas até chegar com as duas mãos em cada um dos meus tornozelos, passou mais óleo na mão e começou uma subida lenta. Meu sexo que me deixava a mil por hora, quando as mãos dele chegaram e me roçaram, eu gemi bem alto. Nesse momento, Roberto se levantou da cadeira, eu não lembrava que ele estava observando como o filho dele me tocava. Ele pegou o pote que eu não conhecia e deu para o filho. O filho passou as mãos no negócio e começou a espalhar o conteúdo no meu sexo, eu ardia por dentro e por fora, queria sentir como ele me acariciava. Dois dos dedos dele percorriam minha buceta, meu marido chegou perto do meu ouvido e sussurrou:
- Love, vou te deixar com seu filho, esse é um momento muito íntimo, aproveita, não se segura do que quiser fazer... Depois te vejo.
E sem me dar tempo de responder, me deu um beijão bem gostoso e foi em direção à porta. Júlio não parava de me tocar, os dedos dele percorriam cada centímetro da minha buceta depilada. Meus gemidos eram cada vez mais altos, então eu percebi, percebi como a respiração dele se aproximava da minha ppk, como a língua dele pela primeira vez me lambia. Abri os olhos e vi aquele olhar de olhos pretos queimando de desejo e não pude negar, fechei meus olhos e me entreguei a sentir como a língua dele percorria cada milímetro da minha ppk, minhas mãos não conseguiam ficar paradas e quando a língua dele começou a brincar com meu clitóris, levei as mãos à cabeça dele e apertei contra minha ppk encharcada.
O prazer vinha do fundo do meu ser, o orgasmo era iminente, a língua dele brincava com minha buceta devagar, atrasando ao máximo meu orgasmo. Quando estava prestes a explodir, só consegui gritar:
- Come minha ppk, a ppk de onde você nasceu, ahhh que prazer, filho, siiiim, engole minha vida, engole os caldos da puta da sua mãe...
E explodi em um dos melhores e mais intensos orgasmos que já tive na vida, soltei um rio de caldos que meu amado filho engoliu e engoliu. Quando o prazer chegou ao fim, levantei ele e, direcionando a boca dele para a minha, me fundi num beijo apaixonado. O pau dele, duro e duríssimo, estava alojado em cima da minha buceta, movi meus quadris para buscar um encaixe perfeito e quando senti a cabeça dele na minha... Entrei e sussurrei.
- ME COME.
E sem dizer nada, empurrou com toda a alma, enfiando mais de 24 cm de carne dura e grossa dentro da minha buceta. Não consegui me segurar e, só de sentir que ele me penetrava, gozei de novo.
Ele começou um vai e vem desajeitado e forte, e eu tive que guiar para que os dois sentíssemos o maior prazer.
- Devagar, meu amor… Não tem pressa… a mamãe não vai fugir…
- Mamãe… ahhh, desejei isso com toda a minha alma, pega ela inteira… te amoooo
- SIIIIM, meu amor, e eu… te desejo desde o outro dia, desde que você me viu batendo uma… ahhhh, meu amor..
- Você gosta, mamãe… eu faço bem feito?
- Siiim, meu amor, perfeito… ahhhh, vamos, meu amor, goza comigo.
- MAMÃE, tô perto, vou gozar, não aguento, ahhhhh, laaa… tira…
- NÃOOOOOO, não tira, meu amor, me enche, me enche com seu leite, preciso dele dentro, por favor, me dááááá.
E olha se ele me deu. O pau dele se alojou no fundo e começou a jorrar uma quantidade absurda de leite. Minha buceta não conseguia aguentar tanto lá dentro, e uma parte escorreu pra fora, descendo pelas minhas nádegas em direção à cama. Ficamos deitados, ele em cima de mim, descansando do orgasmo simultâneo que tivemos. O pau dele não perdia a força, continuava duro como no começo dentro da minha buceta.
Meus quadris começaram um movimento circular, buscando o atrito daquele pau duríssimo lá dentro. Devagar, ele começou a meter e tirar de novo, enquanto nos fundíamos num beijo apaixonado, cheio de amor e ternura safada. O pau dele não parava de queimar dentro da minha buceta, mas eu precisava de algo mais. Olhei nos olhos dele e, sensual, falei:
- Amor, você gosta da minha bunda?
- Adoro, mamãe, me deixa louco. Por quê? Quer que eu te coma de cu?
- Sim, meu amor, preciso dele dentro de mim.
Me virei, agarrei as bandas do meu rabo e falei pra ele me foder com força. Esperava uma estocada fatal da parte dele, mas, em vez disso, ele começou a lamber meu buraco negro, enfiava a língua até o fundo me dilatando e excitando como uma puta no cio. Uns minutos depois notei que a glande do pau dele se alojava na entrada do meu cu e aos poucos começou a pressionar pra dentro. A foda dele começou devagar, mas meus suspiros e o tesão fizeram ele acelerar o ritmo logo, embora eu não fosse virgem de cu, o tamanho do pau dele fazia eu sentir meu esfíncter apertando igual um cu apertado, por inexperiência o coitado não durou muito e depois de 5 ou 6 minutos começou a gritar que ia gozar, acelerando com as palavras meu orgasmo e com uma estocada forte comecei a sentir o pau dele cuspindo porra dentro de mim. Ele se deitou em cima de mim deixando cair todo o peso nas minhas costas, os dois exaustos mas felizes.
A gente dormiu abraçado quando depois de um tempo notei alguém lambendo minha buceta limpando os restos que meu filho tinha deixado dentro de mim, levantei a cabeça e lá estava meu amado marido limpando a bagunça feita pelo filho dele. Me deu uma vontade terrível de mijar com as lambidas dele, e pegando ele pelo braço enfiei ele no chuveiro, ele já sabia o que fazer e encaixando a boca na minha buceta começou a engolir minha preciosa urina sem deixar escapar uma gota daquele néctar maravilhoso, quando terminei vi Júlio olhando da porta do chuveiro com o pau duro de novo, olhei pra ele e entrando também enfiou o pauzão na minha buceta enquanto o pai dele lambia meu clitóris e partes do pau dele, depois de duas gozadas ele aguentou mais um pouco me fazendo gozar duas vezes até sentir ele se esvaziar dentro de mim mais uma vez, o resto do fim de semana a gente passou na cama fodendo igual loucos enquanto o cuck limpava as gozadas de dentro de mim.
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