Lourdes, minha filha. Parte 6

Olá. Sou o Alejo e continuo com a história de como minha filha Lourdes transformou minha vida tranquila nessa série de acontecimentos obscenos e eróticos que dominam meus pensamentos e minhas horas. Como sempre faço, recomendo dar uma olhada nos relatos anteriores pra quem não conhece, porque senão vocês vão entender pouco. Deixo eles a seguir.http://www.poringa.net/posts/relatos/2723179/Mi-hija-Lourdes-Primera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723417/Mi-hija-Lourdes-Segunda-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2723690/Mi-hija-Lourdes-Tercera-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2724346/Mi-hija-Lourdes-Cuarta-Parte.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2725152/Mi-hija-Lourdes-Quinta-Parte.htmlAgora sim, continuamos:

Como se o desejo quase incontrolável que sentia por Lourdes já não me causasse culpa suficiente, agora descubro que a amiga dela, Barbie, é filha do meu amigo de infância. Sim. A mesma que gozou na minha boca uma noite na cozinha, a mesma com quem tive uma noite de sexo selvagem no apartamento dela até não aguentar mais me mexer, e finalmente a mesma com quem a gente tinha se enfiado numa farra com Javier há poucas horas. Aquela máquina sexual insaciável era a filha do Ova.

Os dois aceitaram o convite da Lou pra ficar pra jantar com a gente, e as minhas foram pro quarto de novo. Antes disso, duas coisas rolaram. A primeira foi que, antes de ir, a Barbie me piscou o olho, tipo um gesto de cumplicidade. A segunda foi que eu tava 90% certo de que o Ova olhou pra bunda da Lourdes. Quem era eu pra ficar puto com isso, depois de tudo que fiz com a Bárbara?

- Ô russo! que porra você tá fazendo, desgraçado?! - gritou o Javier assim que viu ele
- Oh, pela! que surpresa! não sabia que você tava na cidade! - cumprimentou o Osvaldo antes de dar um abraço bem forte. Sentamos nós três e continuamos falando dos nossos tempos de solteiro.
- Quando vocês eram solteiros, a gente vivia a boa vida, depois vocês ficaram meio caretas - acusou meu irmão, que nunca parou a caravana da putaria na vida dele
- Se eu seguisse o seu ritmo, a Mariana e as minhas me matam - acalmou meu amigo
- Tem que se comportar, porque a filha dele, a Bárbara, tá aqui em casa - expliquei pro meu irmão antes que ele me afundasse igual ao Titanic

Nessa hora, a cara do Javier se transformou. Parecia que ele tava doente. Imagino a cara que eu devia ter feito quando percebi, mas não tinha como saber. Por sorte, disfarçou com a chegada do Enzo, que veio perguntar da comida e me ajudou a mudar de assunto. Fomos pra cozinha preparar tudo. Em pouco tempo, já tinha a comida no forno e tudo encaminhado. Meu amigo falava comigo e eu lembrava da cara da filha dele cheia do nosso esperma. sorrindo como uma puta. Era algo que me parecia irreal.

Um tempo depois, o Diego chegou, sentiu o cheiro da comida e veio feito um cachorro. Chamamos as minas e sentamos pra comer. Na cabeceira, eu me sentei. Na minha esquerda estavam os três convidados, e na minha direita, meus três filhos. Durante a comida, do meu lado direito, notei o Enzo mais calado do que o normal, aquele comportamento estranho dele. Não falei nada porque ele fica puto quando comento isso na frente dos outros. A Lourdes falava sem parar e era o centro das atenções. Um pouco pelo que dizia, outro pouco pelo decote bem cavado que deixava ver parte do sutiã rosa dela.

Meu amigo não perdeu esse detalhe. O decote da minha filha era tão escandaloso que, num momento, o Diego, que quase nunca troca uma palavra com ela, comentou: — Cuidado quando se mexer, vai arrancar o olho de alguém com isso — e todo mundo caiu na risada. Ele é sem noção, mas me arrancou uma gargalhada. Com essa risada exagerada, mexi os pés e esbarrei em algo. Era uma das sandálias da Barbie.

Olhei pra baixo e vi a perna da Bárbara cruzando a mesa até a virilha do Enzo. Na hora, entendi o comportamento do meu filho, que tava alucinando e tentando disfarçar. Essa mulher não pode ser tão puta! O pai tá do lado! Enquanto isso, ela comia tranquilona, feito uma mocinha de família. Quando olhei pra ela, surpreso, ela sacou tudo e me sorriu. Aquela boquinha safada queria outra dose de porra, com certeza. Essa gostosa é muito puta!

Reparei na disposição dos lugares e vi que a Lourdes tava sentada na frente do Osvaldo. Será que tava fazendo a mesma coisa? Por que meu amigo tava tão quieto? Como ia saber, tão longe? Me aproximei com a desculpa de servir mais vinho e fingi que o rolha caiu. Me abaixei pra pegar e consegui ver que as pernas da minha filha estavam cruzadas no lugar dela. Cruzadas demais pra quem tava usando uma saia tão curta. Dava pra ver a perna inteira dela e parte da bunda direita. Tem que pegar as duas aqui mesmo, as duas! Suruba entre todo mundo! — minha mente gritava.

Por algum motivo, meu amigo, que era um animador nato das festas, estava muito calado. Será que ele tinha notado o que a filha dele tava fazendo? Acho que não. Conhecendo ele, estaria furioso. Talvez fosse porque o Javier sentou do lado da Barbarita dele, e todo mundo conhece meu irmão. De qualquer forma, o comportamento dele desde que descobriu quem era a Barbie era quase de medo. Nem olhava pra ela. Com certeza era algum problema alheio a nós que eu não conseguiria adivinhar.

Quando já tínhamos terminado de comer e estávamos na sobremesa, meu irmão levantou e apareceu de repente com uma garrafa de champanhe que tava na geladeira.
— Temos que comemorar que nos juntamos de novo — ele garantiu, usando de desculpa pra beber um pouco.
— Isso, ótimo! Vou buscar as taças — respondeu a Lourdes, saindo pulando.

Não tava gostando de beber tanto num dia de semana, já tínhamos tomado todo o vinho. Mas todo mundo se animou e eu não quis ser o estraga-prazeres.

Começamos a beber e eu não conseguia parar de pensar. Todo mundo se divertindo e eu ainda me remoendo com as atitudes da Bárbara. Num momento, aproveitei que ela foi ao banheiro e, como todo mundo já tava meio doidão, ninguém reparou que eu também levantei. Peguei ela pelo braço no corredor e encarei.
— Te vi o que você tava fazendo com o Enzo. Você não liga pra porra nenhuma?! — reclamei.
— Qual é o seu problema? Tá com ciúme? Não te bastou o de hoje? — falou a putinha. Mal terminou de falar, colocou a mão na minha pica e começou a esfregar por cima da calça.
— Para, guria! Chega! Você não liga pra sua família nem pra minha? Não sei como seu velho pode ser tão cego — falei antes de me deixar levar. Se eu afrouxasse um segundo, ia pegar ela ali mesmo.

— Isso você deveria se perguntar. Cê acha que a Lourdes é uma santa? — ela soltou, insinuando algo.
— Minha filha não tem nada a ver com isso! — falei, mas sentir as carícias dela e falar da Lou ao mesmo tempo fez... que meu pau comece a endurecer muito.
— Acho que você deveria imaginar alguma coisa, mas, igual ao meu pai, se recusa a descobrir — ela sussurrou, se aproximando tanto que quase roçava meus lábios ao falar — devia prestar mais atenção — sugeriu, e foi se sentar de novo, balançando aquela bunda gostosa pra mim. Me deixou de pau duro.

Não sabia ao que ela se referia. Era óbvio que sabia muitas coisas que eu não sabia, mas talvez eu não tivesse coragem de perguntar quais. Voltei pra mesa, e o Ova tinha saído pra fumar, como sempre fazia. Era estranho que, sendo médico, ele não conseguisse largar esse vício tão nocivo. Comecei a levantar as coisas da mesa e levar pra cozinha, pra me distrair um pouco. Espiei lá fora pra conversar com meu amigo, e o que vi começou a responder minhas dúvidas.

Minha filha estava muito colada no Osvaldo, numa posição bem provocadora. Com os peitos encostados e um sorriso bem felino. Nunca tinha visto ela naquela situação antes. Devia ter saído pra cortar tudo, mas as palavras da Bárbara ainda ecoavam na minha cabeça. Percebi que eles estavam bem na janela espelhada do escritório. Dava pra entrar lá e escutar e ver tudo sem que eles notassem. A única coisa que precisava fazer era não acender a luz nem fazer barulho nenhum. Foi o que fiz.

Assim que entrei, vi meu amigo apoiado na janela e a cara de puta que a Lourdes fazia ao falar, enquanto dava pequenos goles na taça dela.
— Isso tem que acabar aqui! Sou um cara casado e você sabe — o Ova recusava, pra minha paz.
— Fala o que quiser, eu sei o que você quer — contra-atacou minha menina, e quando meu amigo foi responder, ela pegou ele pelo pescoço e deu um beijo na boca que o deixou mudo. Eu estava quase colado no vidro, vendo tudo que acontecia sem acreditar.
— Vai, você sabe que eu fico bem cachorrinha quando bebo — disse, se saboreando.

— Te peço, por favor! Minha filha está aí dentro e sua família também. Você não pode ser tão puta, menina — ele reclamou, e então lembrei das palavras da Barbie. Eram como... Duas gotas d'água. Igualmente gostosas e igualmente putas. Ele pegou ela pelos braços e afastou um pouco.
— Não vem de difícil comigo não — falou com um tom safado e brincalhão. Vi as duas mãos dela na altura da pica do Ova e ouvi quando abaixou o zíper. Ela mordeu os lábios e olhou pro vidraçal pra ver se alguém saía. Vendo que tavam sozinhos, se agachou de pernas abertas, deixando eu ver aquela calcinha fio dental rosa, e começou a dar um boquete a toda velocidade no meu amigo.

Nem sei quando tirei a pica da calça, mas de repente percebi que tava batendo uma punheta gostoso com aquela cena na minha frente. Ela tinha se agarrado com as duas mãos na bunda do cara e parecia que tava devorando a pica toda dele.
— Você é tão putinha! — exclamou meu amigo olhando pro céu.

Não conseguia parar de bater punheta. Eu deveria estar furioso, mas em vez disso tava quase gozando. Dava pra ver a Lourdes passando os dedos dentro da calcinha enquanto o cabelo dela balançava pra frente e pra trás. O que veio depois foi o ápice.

Eles se viraram de lado, acho que pra espiar se vinha alguém, e eu pude ver a Lourdes lambendo a pica desde as bolas até a ponta. Ela tinha uma cara de prazer que me lembrava todos os meus sonhos eróticos. Olhava com um sorriso de satisfação pro meu amigo, como quem diz "viu que não ia resistir". A expressão na cara dos dois me fez pensar que era a primeira vez que rolava, e isso deixava tudo ainda mais excitante pra mim. Ela tirou a pica da boca e começou a esfregar nas bochechas e nos lábios dela.

— Faz tempo que eu queria essa pica só pra mim. Agora me fala que você não gosta — desafiou ele enquanto roçava a cabeça molhada da pica na bochecha dela, fazendo ele gozar pra caralho.
— Você não pode me deixar mais tesudo, neném, você é um perigo! — ele falou e meteu a pica na boca dela com força, como se tivesse castigando. Agarrou ela pelo cabelo e começou a meter e tirar como se tivesse comendo a boca dela. Era muito cru ver aquilo! A Lourdes engasgava, mas não mudava aquela cara de safada. Cara de puta satisfeita, nem por um segundo. Quando vi que eles ficaram parados e começou a jorrar muita porra dos lábios dela, não consegui me segurar mais. Pra piorar, a safada engoliu tudo e ficava se olhando no vidro espelhado, juntando o que escapava entre os lábios.

Quando tive minha filha com a boca escorrendo porra me encarando de frente, não me aguentei mais. Me encostei no vidro e gozei bem na cara dela, como se a janela não existisse. Minha porra bateu no vidro com tanta força que a Lou percebeu o barulho e, olhando pra dentro, perguntou:

— Tem alguém aí? — Fiquei mudo e paralisado pra não fazer barulho nenhum.

— Vamos logo! Se a Barbarita descobre isso, eu morro — disse o Ova, preocupado.

— Oki — ela respondeu. Olhou mais uma vez pra onde eu estava, pegou a taça do chão e foi embora tomando o que restava.

Era inacreditável! A Barbie tinha razão. Minha filha não tinha nada a invejar. Era até mais ousada e mais convincente quando queria pica. Além disso, nós dois éramos igualmente ingênuos em relação às nossas filhas. A culpa e a excitação estavam comendo nossa cabeça. Não sabia há quanto tempo a Lourdes procurava aquele pedaço de carne entre os lábios, mas ela parecia muito feliz por ter conseguido. Era impossível não imaginar a Lou comendo como uma puta, igual a amiga dela.

Eu achava que essas coisas só aconteciam em filme, mas minha casa estava se transformando aos poucos numa teia de mentiras e sexo que parecia piorar a cada minuto. Quando voltei pra sala, eles ainda não tinham voltado. Primeiro entrou o Ova, olhando pro chão, provavelmente por culpa de me encarar. Aí entendi por que ele estava tão preocupado no jantar.

Não mais de um minuto depois, a Lourdes entrou toda tranquila. Não tinha nenhum arrependimento; pelo contrário, parecia muito feliz. O resto já estava meio bêbado e ria de tudo.

A Barbara estava sentada ao lado do Enzo e falava no ouvido dele enquanto o cara arregalava os olhos a cada cada vez maiores. Não conseguia parar de pensar nas putarias que ia falar pra ela, mas o coitado mexia as pernas e os braços pra todo lado tentando esconder a ereção, parecia que só eu tinha notado. Javier tava contando as mesmas piadas de sempre e o Diego incentivava com as gargalhadas dele.

Fervia a minha cabeça pensando no quão putas as duas eram, mas muito mais na Lourdes que só agora me mostrava essa faceta de provocadora. O resto da noite seguiu assim até que o Ova decidiu ir embora com a filha dele. Cada despedida das minas parecia provocação, mas já era coisa da minha cabeça.

Antes de ir, o Osvaldo teve uma ideia.
- Por que vocês não passam amanhã em casa pra jantar, assim você cumprimenta a Mariana e as meninas? - ele nos convidou
- Ótimo! Bora amanhã sim! - respondeu a Lourdes, que tava agarrada no meu braço me olhando com carinha de menina pedindo.
- Fechou. Amanhã a gente organiza direito - respondi

Assim que eles foram, um por um todo mundo foi se mandando pros quartos e eu fui o último. Tranquei o escritório com chave e deixei a chave no meu criado-mudo. Já tava bem alterado pelo álcool e também muito cansado. Deitei e apaguei. No meio da noite, um barulho me acordou e levantei pra ver o que era. Percebi que vinha do escritório e pensei que tinham entrado ladrões.

Espiei pra ver o que tava rolando e encontrei a Lourdes perto da janela.
- Isso é seu, pai? - ela perguntou apontando pra mancha enorme de porra que tinha ficado ali
Não soube o que dizer. Me pegou de surpresa. Ela chegou perto de mim sorrindo e falou
- Eu sabia que era você quem tava me espiando - na sequência passou as mãos por trás do meu pescoço e se aproximou pra me beijar, mas só passou a língua pelos meus lábios.
- Acho que é sua vez agora - sussurrou pra mim ao me ver tão entregue e começou a beijar meu pescoço. Abracei ela pela cintura e encostei ela contra meu corpo. Ela cruzou a perna na minha cintura e com o pé empurrou a porta fechando com força. Assim que fez isso, começou a me beijar com aquela língua gostosa sobre a Mía. Ela deu um pulo e se pendurou em mim feito um koala. Apertei aquela bunda carnuda com as duas mãos pra segurar ela. Deitei ela na escrivaninha e, na putaria que tava, rasguei a camiseta dela pra desnudar os peitos. Mergulhei entre aquelas tetas e comecei a chupar elas com toda a vontade acumulada.

Ela desabotoou minha calça e foi empurrando pra baixo com os pés enquanto eu continuava curtindo as tetonas dela na minha boca. Ela puxou a calcinha fio dental pro lado e foi empurrando minha cabeça pra baixo até eu ficar com aquela pussy deliciosa na frente dos meus olhos. Me agarrei nas pernas dela e comecei a saborear aquela pussy molhada. Sentia as mãos dela no meu cabelo e os dedos dos pés dela nas minhas costas. Tava ficando louco com o gosto dela na minha língua, que não parava de lamber.

- Isso, papai! Assim! Que gostoso! - ela dizia, a putinha, que tava gozando pra caralho.
- Cê gosta, sua puta? Agora é minha vez - falei, me afastando um pouco e olhando ela sorrir com as tetas no meio. Ela se deitou de bruços na escrivaninha, apertando aquelas tetas monumentais com o peso do corpo, e começou a chupar me olhando com olhinhos de menina inocente. Sabia exatamente como me excitar, a safada! Sentia a língua dela se mexendo debaixo do meu pau e isso me excitava pra caralho. Ia gozar a qualquer momento com aquela forma lenta mas intensa de chupar. Dava pra sentir.

Fiz ela virar e abri as pernas dela de lado a lado - Agora sim, sua puta linda - falei, e meti até o fundo. Nós dois nos unimos em gemidos e começamos a nos mover rápido em busca do orgasmo. Nenhum de nós dois tava longe. Ela me apertou com as pernas como fez no começo e se pendurou de novo em mim, só que agora com meu pau dentro. Isso me excitou muito. Apertei ela forte e ela, se movendo como se tivesse dançando, me fazia delirar com aquele movimento de quadril. Que jeito de se mexer, essa deusa! Não aguentei essa última parte e gozei na hora.

Naquele momento, como já tinha acontecido antes, acordei na minha cama com o sol batendo na minha cara. cara. Que frustrante era isso! Lou tava bem dormindo e encostada no meu peito, então não me mexi pra não acordar ela. Mas aí caiu a ficha. O que eu tava fazendo com a Lourdes abraçada na minha cama?! Levantei um pouco as cobertas e vi que ela tava de calcinha e sutiã, e eu também. Que porra tinha acontecido?!

Nessa hora, meu celular toca e a Lourdes vira de costas pra mim.
Era uma mensagem da Barbie:

"Hoje à noite esperamos vocês na casa do papai. Beijinhos, gostoso! 😉"

Dessa vez, mais do que nunca, me perguntei o que tinha rolado e, pior ainda, o que mais ia rolar...

P.S.: mando um beijo da minha princesa.Lourdes, minha filha. Parte 6

31 comentários - Lourdes, minha filha. Parte 6

Hermosa nena... Divina! Como calentón que sos, vas a entender que te la pidan prestada sabiendo lo putita que es! Increíble relato! Me dejaste al palo mal!
Muchas gracias! Lo entiendo jaja
subiste de nuevo la quinta parte del relato, en otras cosas que bueno tirarse a tu bebota, esta buenisima!!!! 🍄 🙎‍♂️
Muchas gracias! En realidad subi de nuevo esta parte que había sido eliminada
Lei esta la primera vez q la subiste! espero ansioso la siguiente parte y GRACIAS GRACIAS GRACIAS por seguir SUMANDOLE a esta comunidad, I D O L O !!!
Muchas gracias!
que rica que esta lou, que suerte la tuya de comerte tremendas bebes
Muchas gracias!
@alacranesnlaboca gracias a vos por mostrar tremenda minas la verdd te envidio loco
hijo de puta, no puede ser q todas las semanas este esperando otra parte del relato, invitame a tu casa q no me ofendo, te felicito por las nenas y por el relato
Muchas gracias!
Te vuelvo a dar puntos aunque lo lei la primera vez. Espero la próxima parte. Como dije antes, no me parece que por un detalle de mayúsculas te lo borren. También pienso que las reglas hay que cumplirlas. Que se yo, no daba para que dejes de postear por eso. Aguanten barbie y lou.
Si, ya pasó la bronca y me di cuenta que no era para tanto. Muchas gracias!
🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥
te doy 10 puntos man! la verdad sos un grande. segui asi y espero sea mas largo y mas calenton
Muchas gracias!
me termino de leer las 6 partes, terrible. que pedazo de historia. quiero mas fotos de esas minas!
felicidades capo
Muchas gracias!
La séptima parte loco!!! Que onda Lou? Y Ova? Y Barbie? Los pibes? Enzo me encanta ❤️ re nerd ❤️
Ya está hasta la novena. Si entrás acá podes verlas todas:

http://www.poringa.net/alacranesnlaboca/posts
jejejeje no te la cojas todavia !!! calentala calentala calentala!!!! pendeja la vas a chupar con un puta !!! jajaja muy buen morboooo

van puntines
Muchas gracias!
me encantó el capituloo♥♥ sigue la lecturaa 🤤 🤤
Muchas gracias! me alegra que sigas la historia
que hermosa hija tienes se le ve ricas las tetas
Muchas gracias! son mi perdición esas tetas
@alacranesnlaboca eres dichoso al tenerlas
@tunegro26 lo sé. trato de reflejarlo en cada relato
suegro esta buenisima Lou!!!
Muchas gracias! Este debe ser el único lugar en el que no me molesta que me digan suegro