II
Não sei quanto tempo dormimos, mas acordei primeiro. Ela estava de lado, relaxada, linda, melhor que um churrasco com os amigos! Virei ela de barriga pra cima, abri as pernas e apareceu aquela rachinha divina, depilada, rosadinha, macia. Comecei a chupar ela, devagar com a ponta da língua, do cuzinho até o clitóris, mordiscando o clitóris. Estiquei as mãos e peguei nos peitinhos dela, amassei, acariciei, belisquei. Percebi que ela tinha acordado porque gemia baixinho, igual um filhote, e mordia o lábio de baixo. Tentei não pensar, não queria que ficasse dura, tinha outros planos. Gozei na boca dela e, com a boca cheia dos sucos dela, beijei a boca dela.
— Vamos pro centro, veste aquele vestidinho sem calcinha — falei seco e sem interesse.
Chegamos no sex shop do Laucha, peguei um cestinho e comecei a escolher coisas. Parei na frente dos vibradores, fingindo que não me decidia. Ela estava do meu lado, sem ideia do que escolher. Chamei o Laucha como se não o conhecesse.
— Olha — falei —, o que você me sugere? Porque quero comer o cu dela e é bem apertado, como é que dilato? — Tinha um sofá ali, e aí me veio a ideia. Peguei ela, virei pra se apoiar no sofá, levantei o vestido e abri as bandas, mostrando a bunda pro Laucha. Quando ele viu, fechou os olhos. — Espera aí — ele disse e foi embora.
Ela se levantou sem dizer nada, mas com cara de bunda. Me deixava fazer qualquer coisa!!!!!! Já tava pegando fogo. O Laucha voltou com uns plugs vibradores com controle remoto e trouxe um brinquedo que me deixou maluco: era um mini vibrador que ela tinha que colocar como um absorvente interno, com controle remoto. Fomos embora. Enquanto ela me dava um boquete, eu montava o vibrador pequeno. Empurrei ela pra uma galeria meio vazia e, num canto, meti uma punheta nela. Quando ficou molhadinha, coloquei o vibrador e continuamos andando na rua. Liguei ele na hora, primeiro baixinho. A carinha que ela fez, mordendo o lábio de baixo... Mamãe!!!!!!!!!! Mandei a potência máxima de uma vez, ela ficou parada, não conseguia andar – vamos a um bar, por favor, tô me mijando – ela falou.
Entramos num bar vazio, ela foi pro banheiro e eu pedi dois sucos, segui ela até o banheiro e entrei junto – não vou tirar ele – ela saiu da cabine – levantei o vestido dela de novo pra ver como tava e tava escorrendo, aproveitei pra dedilhar a bunda dela um pouquinho.
Pedi pra ela dirigir na volta, eu brincava com o controle remoto, ela falava, nem sei o que dizia, não tava ouvindo. A cara de fodida que ela tava dava pra tirar um milhão de fotos, fiquei de pau duro.
Chegamos, tirei a roupa dela de uma vez e comecei com uma flanela cheia de tesão, levei ela pra espreguiçadeira do parque e comecei a comer ela ali, ela gozou assim que enfiei, que putinha!!!! – falei e comecei a bombar e a martelar o clitóris dela com o dedo, os bicos dos peitos ficaram durões e o corpo dela tensionou de novo – gozou de novo, putinha!! – não conseguia parar, deitei e sentei ela no meu pau – cavalga em mim – ela se apoiava nos meus peitorais – cravou as unhas em mim, beliscava meus mamilos, tava em chamas, isso me esquentava igual cachorro, agarrei as nádegas dela, abri e meti dedo na bunda, um e serrotei, outro e serrotei com dois, quando tentei enfiar o terceiro, a putinha contraiu a bunda, percebi e não falei nada porque sabia que ia arrebentar do mesmo jeito. Gozei mas continuei bombando até ela amolecer e sair sozinha.
Quando conseguiu falar, começou com reclamações de como eu tratei ela e tal, fiquei sério e falei que ia tratar ela assim porque fazia tempo que eu gostava dela, porque me esquentava e porque não me incomodava que nos vissem transando (mentira, óbvio) mas que ia tentar ser mais discreto, dei um tapa nela e ela foi pro banheiro.
Voltou com chimarrão, eu tava de bruços e senti ela passando a pontinha da língua nas minhas nádegas, fiquei louco, enfiei a língua até a garganta, ela bebe lindo, acariciei a rachinha dela e agarrei os peitos, falei que aqueles peitos me perdiam. Peitos, né? A camiseta deixou nós dois de pau duro.
Corri pra dentro e voltei com o mini vibrador, enfiei de uma vez. Quando encheu de sucos, tirei, coloquei ela de quatro e enfiei o pau até o fundo!!! Que fogo que era transar com ela, puta merda!!!! Bombeei forte, meti uma punheta também, ela começou a gemer alto e forte – você me incendeia, sua filha da puta!!! – a bombada ficou mais intensa, sentia ela gozar e isso me esquentava mais, ela arqueava as costas e eu aumentava a velocidade!! Ahhhhhhh Ahhhhhhhh!! A camisinha encheu de porra, tirei e me deitei – limpa isso – falei e coloquei as mãos atrás da nuca, bem filho da puta. Ela chupou com fome, do jeito que ela gosta de chupar (embora entre a gente não seja o que ela faz melhor). Segurei a cabeça dela pra marcar o ritmo e pra entrar mais fundo na boca. Um pouco depois gozei na boca dela, joguei porra até o fundo da garganta, até ela engasgar, deixou limpinho!
Assim, do jeito que tava, beijei a boca dela de novo e, mais relaxado, falei – eu vou te foder o cu e te foder tudo, quero que você me espere quente, com o vibrador enfiado, eu vou levar o controle – beliscava os peitinhos dela, belisquei a buceta – Fer quer me comer o cu também – ela disse – se vira – falei – esse asterisco é meu, agora vou embora – chupei ela um pouco e fui. Não queria ir, mas tinha um maldito aniversário. Tinha que ir, as amigas da Fer e o Galle e a esposa do Mariano iam, eu tinha um plano.
Não sei quanto tempo dormimos, mas acordei primeiro. Ela estava de lado, relaxada, linda, melhor que um churrasco com os amigos! Virei ela de barriga pra cima, abri as pernas e apareceu aquela rachinha divina, depilada, rosadinha, macia. Comecei a chupar ela, devagar com a ponta da língua, do cuzinho até o clitóris, mordiscando o clitóris. Estiquei as mãos e peguei nos peitinhos dela, amassei, acariciei, belisquei. Percebi que ela tinha acordado porque gemia baixinho, igual um filhote, e mordia o lábio de baixo. Tentei não pensar, não queria que ficasse dura, tinha outros planos. Gozei na boca dela e, com a boca cheia dos sucos dela, beijei a boca dela.
— Vamos pro centro, veste aquele vestidinho sem calcinha — falei seco e sem interesse.
Chegamos no sex shop do Laucha, peguei um cestinho e comecei a escolher coisas. Parei na frente dos vibradores, fingindo que não me decidia. Ela estava do meu lado, sem ideia do que escolher. Chamei o Laucha como se não o conhecesse.
— Olha — falei —, o que você me sugere? Porque quero comer o cu dela e é bem apertado, como é que dilato? — Tinha um sofá ali, e aí me veio a ideia. Peguei ela, virei pra se apoiar no sofá, levantei o vestido e abri as bandas, mostrando a bunda pro Laucha. Quando ele viu, fechou os olhos. — Espera aí — ele disse e foi embora.
Ela se levantou sem dizer nada, mas com cara de bunda. Me deixava fazer qualquer coisa!!!!!! Já tava pegando fogo. O Laucha voltou com uns plugs vibradores com controle remoto e trouxe um brinquedo que me deixou maluco: era um mini vibrador que ela tinha que colocar como um absorvente interno, com controle remoto. Fomos embora. Enquanto ela me dava um boquete, eu montava o vibrador pequeno. Empurrei ela pra uma galeria meio vazia e, num canto, meti uma punheta nela. Quando ficou molhadinha, coloquei o vibrador e continuamos andando na rua. Liguei ele na hora, primeiro baixinho. A carinha que ela fez, mordendo o lábio de baixo... Mamãe!!!!!!!!!! Mandei a potência máxima de uma vez, ela ficou parada, não conseguia andar – vamos a um bar, por favor, tô me mijando – ela falou.
Entramos num bar vazio, ela foi pro banheiro e eu pedi dois sucos, segui ela até o banheiro e entrei junto – não vou tirar ele – ela saiu da cabine – levantei o vestido dela de novo pra ver como tava e tava escorrendo, aproveitei pra dedilhar a bunda dela um pouquinho.
Pedi pra ela dirigir na volta, eu brincava com o controle remoto, ela falava, nem sei o que dizia, não tava ouvindo. A cara de fodida que ela tava dava pra tirar um milhão de fotos, fiquei de pau duro.
Chegamos, tirei a roupa dela de uma vez e comecei com uma flanela cheia de tesão, levei ela pra espreguiçadeira do parque e comecei a comer ela ali, ela gozou assim que enfiei, que putinha!!!! – falei e comecei a bombar e a martelar o clitóris dela com o dedo, os bicos dos peitos ficaram durões e o corpo dela tensionou de novo – gozou de novo, putinha!! – não conseguia parar, deitei e sentei ela no meu pau – cavalga em mim – ela se apoiava nos meus peitorais – cravou as unhas em mim, beliscava meus mamilos, tava em chamas, isso me esquentava igual cachorro, agarrei as nádegas dela, abri e meti dedo na bunda, um e serrotei, outro e serrotei com dois, quando tentei enfiar o terceiro, a putinha contraiu a bunda, percebi e não falei nada porque sabia que ia arrebentar do mesmo jeito. Gozei mas continuei bombando até ela amolecer e sair sozinha.
Quando conseguiu falar, começou com reclamações de como eu tratei ela e tal, fiquei sério e falei que ia tratar ela assim porque fazia tempo que eu gostava dela, porque me esquentava e porque não me incomodava que nos vissem transando (mentira, óbvio) mas que ia tentar ser mais discreto, dei um tapa nela e ela foi pro banheiro.
Voltou com chimarrão, eu tava de bruços e senti ela passando a pontinha da língua nas minhas nádegas, fiquei louco, enfiei a língua até a garganta, ela bebe lindo, acariciei a rachinha dela e agarrei os peitos, falei que aqueles peitos me perdiam. Peitos, né? A camiseta deixou nós dois de pau duro.
Corri pra dentro e voltei com o mini vibrador, enfiei de uma vez. Quando encheu de sucos, tirei, coloquei ela de quatro e enfiei o pau até o fundo!!! Que fogo que era transar com ela, puta merda!!!! Bombeei forte, meti uma punheta também, ela começou a gemer alto e forte – você me incendeia, sua filha da puta!!! – a bombada ficou mais intensa, sentia ela gozar e isso me esquentava mais, ela arqueava as costas e eu aumentava a velocidade!! Ahhhhhhh Ahhhhhhhh!! A camisinha encheu de porra, tirei e me deitei – limpa isso – falei e coloquei as mãos atrás da nuca, bem filho da puta. Ela chupou com fome, do jeito que ela gosta de chupar (embora entre a gente não seja o que ela faz melhor). Segurei a cabeça dela pra marcar o ritmo e pra entrar mais fundo na boca. Um pouco depois gozei na boca dela, joguei porra até o fundo da garganta, até ela engasgar, deixou limpinho!
Assim, do jeito que tava, beijei a boca dela de novo e, mais relaxado, falei – eu vou te foder o cu e te foder tudo, quero que você me espere quente, com o vibrador enfiado, eu vou levar o controle – beliscava os peitinhos dela, belisquei a buceta – Fer quer me comer o cu também – ela disse – se vira – falei – esse asterisco é meu, agora vou embora – chupei ela um pouco e fui. Não queria ir, mas tinha um maldito aniversário. Tinha que ir, as amigas da Fer e o Galle e a esposa do Mariano iam, eu tinha um plano.
1 comentários - Gane una apuesta II
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