Olá, sou a Angélica, ultimamente tenho tido uns desejos muito estranhos, diferentes; embora a maioria dos meus namorados tenha sido de classe alta e brancos, ando vendo na internet muitos vídeos de garotas brancas sendo comidas brutalmente por homens negros.
E, apesar da minha família às vezes pecar pelo puritanismo, fiquei me perguntando como seria ficar com um homem negro. Imagino que ele deve ser muito mais forte fisicamente em todos os sentidos do que um cara branco.
Além disso, toda garota sabe que os homens negros têm o pau maior, muito maior que um homem comum, e a verdade é que o tamanho importa sim pra gente.
Nunca contei nada pra minha mãe, mas há um tempo um ex-namorado me deu um conjunto de lingerie de noiva, mas nunca quis usar com ele. Era um homem mimado, muito caseiro, e não me dava tesão nenhum ficar com ele.
Recentemente, tive a fantasia de casar com um negro, sabe, aquela típica noite de núpcias, mas com um homem de cor, e comecei a pensar em como realizar minha fantasia. O fato de ele ser negro e eu tão branca me deixava louca.
Como já disse, meu nome é Angélica, acabei de fazer 25 anos, sou uma garota muito gostosa e rica da minha cidade. Moro sozinha com minha mãe há muito tempo, e, embora meu pai esteja ausente há anos, nunca faltam coisas materiais em casa, e estamos praticamente muito bem.
E digo "praticamente" porque, mesmo tendo tido muitos namorados, nunca fico satisfeita.
Eu adoro homens que não enchem o saco com rodeios e que sabem me tratar como uma verdadeira puta na cama, e às vezes também em público.
Eu, por exemplo, tenho vários carros daqueles caros e sempre uso roupas de marca. E, mesmo sempre carregando muito dinheiro vivo, adoro usar os cartões quando vou fazer compras, ha ha.
Pode-se dizer que sou uma típica garota branca, e adoro os prazeres mundanos da cultura ocidental. Gosto de me divertir, embora já esteja um pouco... Grandecinha, e na real sou bem madura, sou uma mina gente boa, honesta e muito carinhosa; quase todo mundo simpatiza comigo.
Fisicamente sou bem branquinha, cabelo preto e comprido, meu corpo é bem torneado, igualzinho minha mãe, e transbordando juventude e sensualidade. Sou bem bunduda e pernuda, todo mundo me acha muito gostosa, mesmo sendo branquela, adoro me bronzear. Tenho umas marcas de sol no corpo que me deixam muito sexy, adoro deitar no sol na praia de biquíni, primeiro de barriga pra cima e mais tempo ainda de barriga pra baixo, quando o Astro Rei tá mais forte.
Assim ficam as marcas da calcinha nas minhas nádegas brancas, e não sei por que, quando me vejo no espelho, fico muito excitada.
Acho muito excitante na minha pele tão branca aparecerem as marcas do sutiã que usei e do biquíni que vesti na bunda na praia no dia anterior; todos os meus parceiros acham uma delícia.
Adoro me imaginar quando tão me comendo de putinha, eles dizem que amam ver como minhas bundonas brancas pulam e vibram gostoso enquanto se espremem contra o torso peludo e moreno deles, e o fato de eu ter as marcas da calcinha excita eles ainda mais, deixa eles loucos que nem burros no cio, falam que isso significa que sou só deles, porque só quem me fode pode me ver sem calcinha, assim, pelada;… homens.
Quando vou fazer compras, adoro usar roupa bem ousada, daquelas que fazem todos os homens virarem pra me olhar, mesmo onde moro fazendo muito frio, gosto de ir no shopping só com uns shortinhos brancos bem justinhos, de um tecido super fininho; tão pequenos que enfiam no meio da bunda e na frente marca completamente minha periquita depilada, embaixo minhas pernonas de um rosa exuberante se mostram sedutoras, com a pele igual um pêssego fresco, parece que tô praticamente de calcinha branca no meio do shopping, mas ninguém se incomoda com as coisas que eu faço, todo mundo me Ficam me olhando com gosto e olhos de luxúria.
Aliás, não coloco nem fio dental nem nada por baixo do shortinho, de propósito, pra meus lábios da buceta marcarem bem clarinho. Adoro ver como os homens ficam olhando extasiados pra mim e não conseguem parar de olhar minha xereca, e eu adoro sentir essa atenção deles. Na real, me excita e fico bem molhadinha só de pensar nisso. O shortinho fica bem curto na frente e atrás, desenhando perfeitamente minhas nádegas redondas, sensualmentedelineadas pela natureza, com o tecido bem enfiado no meio da minha racha.
Em cima, uso um top pequenininho, também bem fininho e transparente, que faz meus bicos e peitos marcarem de forma vulgar e bem provocante. Quando sinto o olhar masculino, meus bicos já ficam duros na hora e sinto que sou irresistível pros outros.
Uma maquiagem felina e bem sensual, junto com uma bunda de cavalo bem bonita e umas chinelinhas rosa, completam meu look favorito.
Aliás, vou contar: tenho 1,61 de altura; acho que sou meio baixinha, mas a natureza me compensou com um par de peitos divinos, tamanho 34-c, e um rabão de quase 91 cm. Fiz depilação definitiva, então minha periquita é toda depilada, assim como meu cuzinho pequeno e rosadinho, porque sou branquinha, e tenho uma cintura bem fina. Um dos meus hobbies favoritos é tirar fotos quase pelada com meu celular e postar na internet, deixando públicas. Isso me dá muito tesão. Acho que sou uma garota bem provocante, ou bem vadia.
Dentro de todas as empresas que tenho, temos muitos funcionários, e às vezes algum deles já foi meu pretendente escondido da minha mãe, já que ela liga pra essas coisas de classe social.
Mesmo assim, já tive vários namorados bem mais humildes que eu, mesmo que em segredo da minha mãe, com quem moro.
E apesar de ter um gênio forte, devo confessar que sou uma garota bem sensível, mas só pra Certas coisas, acho que por isso e por questões de segurança, minha mãe decidiu há pouco tempo me contratar o tal de escolta, sim; ou guarura, haha, como quiserem chamar.
Embora eu ande quase sempre com motorista, minha mãe lançou uma vaga de emprego pra ser meu guarda-costas.
Como sou toda uma socialite, ah sim; na hora chegaram vários curríbooties, de todo tipo, óbvio que minha mãe queria escolher o que mais agradava ela, mas astutamente eu dei uma olhada enquanto ela não via, e ainda por cima um me chamou a atenção. Vi um homem negro, bem maduro, lindíssimo!
Pelo visto era de um cara que tinha estado na prisão, só tinha trabalhado como maquinista no metrô da capital, e tinha sido casado; embora separado e pelo visto tinha vários filhos; pra mim ele parecia um casanova, principalmente me excita que ele fosse bem mais velho que eu; e que ele fosse negro.
O nome dele era Le Marks e acho que era de ascendência francesa.
Minha mãe me apresentou vários candidatos, todos bem comportados, mas eu tava obcecada pelo negão, finalmente depois de falar com minha mãe, convenci ela de que eu mesma entrevistaria ele pra ver se decidia contratar.
Resolvi ligar pra ele eu mesma do meu celular e marcar um encontro na minha própria casa.
Entrei no chuveiro, me arrumei toda na frente do espelho e me maquiei bem gostosa, soltei o cabelo e me despi completamente pra ver minha bunda no espelho, naquele dia eu tava sem bronzeado e gostei mais da ideia do meu lindo Le Marks me ver toda branquinha.
Como eu tava dizendo, coloquei um biquíni de duas peças que consistia num sutiãzinho branco e uma fio dental tipo francês bem acima da cintura, daqueles que as estrelas pornô usam, com as laterais acima do umbigo.
Mas pra garantir que eu ficasse mais gostosa ainda, peguei um três vezes menor que meu tamanho normal, a fio dental se enfiava deliciosamente entre minha bucetinha adolescente. Nádegas.
Eu tava parecendo uma puta gostosa, mas sentia que faltava alguma coisa, então fui correndo na ponta dos pés pro quarto da minha mãe, onde peguei um par de brincos enormes dela, que me faziam parecer uma puta igual a ela.
Finalmente coloquei um piercing no umbigo em formato de coração, me senti linda, não resisti à tentação e tirei várias fotos com meu celular que mandei na hora pras minhas amigas e pros meus amigos com a legenda: "hoje vou dar pra um negão", haha.
Claro, esperta como sou, escolhi um horário em que minha mãe não estivesse por perto, acertei os últimos detalhes e entrei na piscina pra esperar ele.
Aliás, depois de alguns minutos, uma amiga chamada Annia me ligou pra perguntar sobre o tal negão e ao mesmo tempo me dizer se eu era louca, que os negros tinham pau muito grande. Longe de me preocupar, fiquei ainda mais excitada, e minha bucetinha começou a ficar molhada, mas muito mais.
Annia:
— Não me diga, Angy! Não vai deixar ele meter no teu cu, Angélica.
— Por quê?
— Cê é louca? Ele vai te deixar toda arrombada, se depois você tiver marido, não vai sentir mais nada.
— Não se preocupa, Annia, com certeza a gente só vai conversar. Tamo em contato, amiga. E desliguei.
Como eu tava enganada, o encontro tava longe de acabar em conversa.
Finalmente, com meu biquíni branco, não consegui evitar de me acariciar por cima da fio dental e até enfiei um dedo no cu, imaginando ansiosa o que a Annia tinha acabado de me dizer.
Antes dele chegar, não resisti em recriar a fantasia que meu ex tinha me proposto e que eu nunca aceitei. Então fui pegar o conjunto de lingerie de noiva branca e deixei ele pronto no meu quarto.
Era composto por umas meias de lycra que chegavam bem abaixo das nádegas, uma liga, uma fio dental branca com porta-ligas e os ligueiros; e em cima, um baby doll lindo todo branco com rendas e um lacinho no meio do busto. O conjunto era completado por um adereço em forma de coroa e um véu de noiva bem sexy.
A fio dental Tinha um detalhe bem safado, porque bem no meio dos glúteos saía uma Booty de cavalo branca com um dildo apontando pra minha bunda, bem no meio; era impossível usar aquela tanga sem saber onde enfiar aquele dildo, mas não liguei.
Então pensei em fingir um casamento com meu negão lindo, mas isso seria depois; já eram quase três da tarde e resolvi ir pra piscina, mas antes tirei o sutiã e fiquei de topless esperando meu novo amante.
Deixei o sutiã num móvel do meu quarto e fui, inquieta, rebolando minhas bundinhas macias, só de tanga pra piscina, enquanto calculava se daria tempo de me virar com o Le marks antes da minha mãe voltar da rua; no fim, pensei que valia a pena arriscar.
Entrei na piscina praticamente pelada e comecei a brincar com uma bola inflável, ansiosa, pensando nas palavras da Annia.
— Será que ele tem mesmo tão grande assim?, a ponto de me deixar... aberta? E se eu engravidar? Eu tava tão tesuda que não consegui evitar de me tocar; me dá muito tesão ele ser um ex-presidiário.
De repente, tocaram a campainha. É o Le marks, pensei, e minhas pernas começaram a tremer de excitação; afinal, ele tem mais de cinquenta anos, pensei, e eu só vinte e cinco; ele com certeza já pegou muitas mulheres, e eu só tive dois namorados sérios na vida toda.
Nisso, a senhora que ajuda aqui entrou no quintal.
— Moça, acabou de chegar um senhor muito feio e muito alto, tem quase dois metros, diz que está procurando a senhora; quis mandar ele embora porque tem cara de bandido, mas ele insiste que a senhora chamou ele.
— O que eu faço, moça? Chamo a polícia?
— Claro que NÃO, como assim, manda ele entrar, vai.
— Mas moça, a senhora está quase pelada!
— Já falei, quero que você mande ele entrar — minhas palavras ficaram mais ansiosas e minha voz falhava.
— E quero que você tire o resto do dia de folga.
— Mas moça, o que a senhora vai fazer?
— Já ouviu, me deixa sozinha com ele. — Além disso, ele traz um cachorro enorme com ele, acho que é um rottweiler. Vem acorrentado.
— Fala pra ele o que eu te disse e, sobre o cachorro, diz que estou completamente nua esperando por ele, enquanto eu mesma tiro a tanga e jogo aos pés da minha empregada, sem sair da piscina.
— Sim, senhorita, como a senhora quiser.
— Ah, e não fala nada pra minha mãe.
— Sim, senhorita, o que a senhora disser.
Não tinha mais volta, pensei; além disso, ele traz um bicho; acho que fui muito descarada, vai pensar que sou uma puta.
Foi quando vi ele chegar.
— Angélica? Sua empregada disse que queria me ver.
— Vim por causa do emprego, senhorita.
Era um homem alto, lindo e incrivelmente corpulento.
— Seu nome é Le Marks, não é?
— Bom, vou te dar uma ordem. Se cumprir direitinho, o senhor está contratado.
— Pode falar, senhorita.
Senti uma excitação enorme pelo que estava prestes a fazer, porque sabia que não tinha mais volta.
Esse homem esteve na cadeia e não sei do que é capaz.
— Na frente da minha mãe, o senhor vai ser só mais um empregado, mas quando estivermos sozinhos, quero que me trate como sua esposa puta, entendeu?
O homem sorriu na hora ao ver que sua nova patroa era bem puta e começou a se despir.
Na mesma hora, decidi sair da piscina e me mostrar completamente nua diante dos olhos de quem eu sonhava que fosse o pai dos meus filhos. Quando o homem me viu como Deus me trouxe ao mundo, com o cabelo molhado, ele me devorava com o olhar e com certeza queria me comer ali mesmo.
Me aproximei dele, totalmente nua e ainda molhada, e me enrosquei no pescoço dele com um sorriso safado, enquanto dizia olhando nos olhos dele:
— Eu vou ser pra você, meu amor, uma puta.
O preto velho segurou firme nas minhas nádegas brancas e nuas e começou a amassá-las bem.
Enquanto isso, o cachorro enorme dele deitou docemente e virou o olhar para baixo, manso.
Pela diferença de idade, eu podia muito bem ser filha dele, mas não me importei. Fiquei na ponta dos pés pra tentar alcançar a boca dele, e ele, gentilmente, me... de bunda, igualzinha uma menina, e completamente pelada como eu tava, cruzei minhas pernas por cima da roupa dele.
Minhas mãos envolveram o pescoço dele, e ele começou a me beijar sem falar mais nada, enfiando a língua áspera dele na minha garganta. Aí ele resolveu me descer dos braços e falou que, como recém-casados, queria me comer no quarto principal da casa.
Mas aquele é da minha mãe, respondi.
— Não importa, minha rainha, agora você é minha mulher, né?
— Sim, papai. Na hora a gente entrou em casa, sem conseguir evitar que de vez em quando meu amante me desse umas palmadinhas carinhosas na bunda. Diferente do que eu imaginava, o Le Marks era um cara muito tranquilo, e na hora senti um carinho gostoso.
Mostrei o caminho pro Le Marks, e ele foi pro quarto da minha mãe, enquanto eu fui vestir a lingerie de noiva que tinha preparado. Rapidinho coloquei todo meu enxoval de noiva e calcei uns sapatinhos brancos. Quando voltei pro quarto principal, vi meu amante admirando a decoração tão feminina do quarto, o que ele disse que mexia com ele, e ainda mais quando me viu com meu baby doll e meias brancas, minha cinta-liga, meu véu e um buquê de rosas.
Meu homem já instalado no quarto da minha mãe, rapidinho começou a se despir e foi jogando a camisa no chão, e eu pude ver uns peitorais divinos e lindos, com uns músculos impressionantes.
Le Marks continuou tirando as botas masculinas dele; e finalmente levou as mãos pra braguilha,
— Vou ver o pau dele! pensei. E minha linguinha ansiosa molhava minha boca, e depois, quase sem perceber, comecei a morder os lábios… igual uma mulher no cio, louca pra conhecer o carrasco que já me esperava.
Agora sim, meu sonho tava se realizando, minha buceta completamente depilada tava encharcada de sucos.
Ele terminou de ficar completamente nu, era alto, muito forte pra idade dele, e tinha o pau mais grande que eu já tinha visto, era enorme, fácil uns trinta centímetros, pelo menos.
Vai me deixar bem aberta, pensei.
Cada vez que ele se mexia, era um espetáculo ver. Essa rola se movendo entre as pernas dela.
O cabelo dele era estilo militar, e as mãos dele, fortes e grandes.
— Vem cá, putinha.
Tentei me aproximar dele, mas ele falou na hora: "Assim não, minha rainha. De quatro."
Na mesma hora obedeci e fiquei de quatro, rebolando minhas nalgas enormes, com o dildo da calcinha fio dental balançando a raba de gostosa que eu tinha enfiada entre as nádegas.
Vendo isso, o Le Marks se aproximou de mim com muito carinho.
— Vem cá, putinha — e tirou o dildo e a calcinha fio dental, vendo meu cu completamente aberto.
Cuspiu dentro do meu cu e senti a cusparada dele entrando nas minhas entranhas.
— Chupa minha rola, filha.
Na mesma hora fiquei de joelhos e agarrei com minhas mãozinhas aquela rola tão grande e gostosa que já estava quase toda dura, mas por causa do tamanho balançava, esperando eu pegar.
Minhas mãozinhas bem feitas seguraram ela e eu levei até minha boca.
Chupei com muita ternura e paixão, como nunca tinha chupado ninguém antes. Meu negão ficava excitado ao sentir o calor dos meus lábios chupando a vara dele e me fazia saber disso acariciando minha cabeça e levantando meu cabelinho com as mãos pra minha boca poder mamar livremente aquele manjar tão precioso.
Praticamente era impossível enfiar tudo na boca, mas eu engolia a maior parte e enchia de saliva bem gostosa o máximo que dava. Também mamei as duas bolas peludas enormes dele, com cheiro de suor de homem, que pendiam de forma tão linda daquele mastro ereto tão masculino.
— Tá bom, filha. Agora vou te comer.
Minha boca e a boca dele se misturaram de novo enquanto minha mãozinha continuava descascando a rola dele e ele acariciava minhas nádegas, num beijo longo. E as mãos dele me deitaram na cama com carinho.
Eu só estava com meu baby doll e as meias com liga, porque ele já tinha tirado meu véu.
Meu raminho deixei do meu lado na cama.
Meu negão se jogou em cima de mim e começou a roçar a pele nua dele e o peito firme nos meus seios macios, que se amoleciam. Meu peito firme e meus mamilos enlouqueciam por sentir o cheiro de homem dele tão perto de mim. Enquanto ele beijava meu pescoço e minha boca docemente.
Levantando um pouco, abriu minhas pernas de par em par, vendo minha bucetinha rosada toda molhada, e as colocou na altura dos ombros dele, tirando com uma mão minha liga de noiva e pendurando na minha frente, sobre um retrato da minha mãe que estava na cômoda. Habilmente, ajustou minhas sapatilhas brancas, que ele não me deixou tirar, para cima. Eu me via toda puta nos espelhos do quarto, assim toda aberta, pernas para cima, por um desconhecido que seria meu segurança.
Devagar, ele apoiou a cabeçona enorme dele na minha periquita rosada e depilada e começou a abrir caminho, com firmeza, fazendo eu soltar um gemido alto que devia ter dado para ouvir na casa toda. Mesmo assim, o negão não teve mais contemplações com o corpo da agora esposa dele e começou a bombar sem nenhum pudor, começando em mim uma cachoeira interminável de gemidos sofridos que inundaram o quarto de sexo.
Não demorou muito para ele me mandar ficar de bruços e levantar a bunda o máximo possível, deixando o cu completamente exposto para ele. "Agora sim, minha filha, vou arrebentar esse cu de rainha que você tem."
O negão, com toda confiança, pegou minha nádega direita com a mão, afastou minha carne branca para deixar à vista meu cuzinho inocente que já não podia evitar ser arrombado pelo invasor.
Na hora, ele colocou a pica enorme na entrada do meu cu e começou a meter bem devagar, como se fosse um chupão que imediatamente prendeu a boca do meu cu, depois foi enfiando mais e mais, quase até a metade, onde sentiu que meus intestinos ofereciam resistência. Me deu umas palmadas fortíssimas e disse: "Vou deixar esse cu bem aberto, minha rainha", e começou a furar todo o meu cu, enfiando ainda mais e mais; me fazendo começar a chorar, entre gemidos; e não pude evitar me render, gemendo; colocando meu rosto entre os lençóis e agarrá-los com força enquanto sentia aquele homem me rasgando o cu.
Conseguia ver pelos espelhos o pau dele, que tinha entrado quase todo, e seus trinta centímetros de carne preta e grossa se alojavam, sei lá como, dentro do meu buraco anal.
Naquele momento, lembrei das palavras da Annia, me aconselhando a não transar com um preto, mas era tarde demais. Não conseguia parar de gemer, de chorar e espernear que nem uma menininha, enquanto o Le Marks se ajeitava na minha bunda, dando palmada atrás de palmada enquanto enfiava sem parar o cacete colossal dele dentro do meu corpo, já vermelho das mãozonas dele.
Ele me manteve assim por mais de meia hora, até que disse:
— Agora vamos consumar o casamento, rainha.
Eu pensei que ele ia gozar fora de mim, porque não tinha tomado nenhum anticoncepcional ultimamente, mas o filho da puta não me ouviu. Do jeito que eu tava, de cu pra cima, ele enfiou de uma vez na minha buceta e gozou jorrando dentro do meu útero inundado com a semente dele.
— Seu filho da puta, não tomei nada!
— Ha, ha, isso é por você ser tão puta, linda. Não se preocupa, se eu te engravidar, a gente bota o moleque de jardineiro, minha rainha, ha, ha.
E, apesar da minha família às vezes pecar pelo puritanismo, fiquei me perguntando como seria ficar com um homem negro. Imagino que ele deve ser muito mais forte fisicamente em todos os sentidos do que um cara branco.
Além disso, toda garota sabe que os homens negros têm o pau maior, muito maior que um homem comum, e a verdade é que o tamanho importa sim pra gente.
Nunca contei nada pra minha mãe, mas há um tempo um ex-namorado me deu um conjunto de lingerie de noiva, mas nunca quis usar com ele. Era um homem mimado, muito caseiro, e não me dava tesão nenhum ficar com ele.
Recentemente, tive a fantasia de casar com um negro, sabe, aquela típica noite de núpcias, mas com um homem de cor, e comecei a pensar em como realizar minha fantasia. O fato de ele ser negro e eu tão branca me deixava louca.
Como já disse, meu nome é Angélica, acabei de fazer 25 anos, sou uma garota muito gostosa e rica da minha cidade. Moro sozinha com minha mãe há muito tempo, e, embora meu pai esteja ausente há anos, nunca faltam coisas materiais em casa, e estamos praticamente muito bem.
E digo "praticamente" porque, mesmo tendo tido muitos namorados, nunca fico satisfeita.
Eu adoro homens que não enchem o saco com rodeios e que sabem me tratar como uma verdadeira puta na cama, e às vezes também em público.
Eu, por exemplo, tenho vários carros daqueles caros e sempre uso roupas de marca. E, mesmo sempre carregando muito dinheiro vivo, adoro usar os cartões quando vou fazer compras, ha ha.
Pode-se dizer que sou uma típica garota branca, e adoro os prazeres mundanos da cultura ocidental. Gosto de me divertir, embora já esteja um pouco... Grandecinha, e na real sou bem madura, sou uma mina gente boa, honesta e muito carinhosa; quase todo mundo simpatiza comigo.
Fisicamente sou bem branquinha, cabelo preto e comprido, meu corpo é bem torneado, igualzinho minha mãe, e transbordando juventude e sensualidade. Sou bem bunduda e pernuda, todo mundo me acha muito gostosa, mesmo sendo branquela, adoro me bronzear. Tenho umas marcas de sol no corpo que me deixam muito sexy, adoro deitar no sol na praia de biquíni, primeiro de barriga pra cima e mais tempo ainda de barriga pra baixo, quando o Astro Rei tá mais forte.
Assim ficam as marcas da calcinha nas minhas nádegas brancas, e não sei por que, quando me vejo no espelho, fico muito excitada.
Acho muito excitante na minha pele tão branca aparecerem as marcas do sutiã que usei e do biquíni que vesti na bunda na praia no dia anterior; todos os meus parceiros acham uma delícia.
Adoro me imaginar quando tão me comendo de putinha, eles dizem que amam ver como minhas bundonas brancas pulam e vibram gostoso enquanto se espremem contra o torso peludo e moreno deles, e o fato de eu ter as marcas da calcinha excita eles ainda mais, deixa eles loucos que nem burros no cio, falam que isso significa que sou só deles, porque só quem me fode pode me ver sem calcinha, assim, pelada;… homens.
Quando vou fazer compras, adoro usar roupa bem ousada, daquelas que fazem todos os homens virarem pra me olhar, mesmo onde moro fazendo muito frio, gosto de ir no shopping só com uns shortinhos brancos bem justinhos, de um tecido super fininho; tão pequenos que enfiam no meio da bunda e na frente marca completamente minha periquita depilada, embaixo minhas pernonas de um rosa exuberante se mostram sedutoras, com a pele igual um pêssego fresco, parece que tô praticamente de calcinha branca no meio do shopping, mas ninguém se incomoda com as coisas que eu faço, todo mundo me Ficam me olhando com gosto e olhos de luxúria.
Aliás, não coloco nem fio dental nem nada por baixo do shortinho, de propósito, pra meus lábios da buceta marcarem bem clarinho. Adoro ver como os homens ficam olhando extasiados pra mim e não conseguem parar de olhar minha xereca, e eu adoro sentir essa atenção deles. Na real, me excita e fico bem molhadinha só de pensar nisso. O shortinho fica bem curto na frente e atrás, desenhando perfeitamente minhas nádegas redondas, sensualmentedelineadas pela natureza, com o tecido bem enfiado no meio da minha racha.
Em cima, uso um top pequenininho, também bem fininho e transparente, que faz meus bicos e peitos marcarem de forma vulgar e bem provocante. Quando sinto o olhar masculino, meus bicos já ficam duros na hora e sinto que sou irresistível pros outros.
Uma maquiagem felina e bem sensual, junto com uma bunda de cavalo bem bonita e umas chinelinhas rosa, completam meu look favorito.
Aliás, vou contar: tenho 1,61 de altura; acho que sou meio baixinha, mas a natureza me compensou com um par de peitos divinos, tamanho 34-c, e um rabão de quase 91 cm. Fiz depilação definitiva, então minha periquita é toda depilada, assim como meu cuzinho pequeno e rosadinho, porque sou branquinha, e tenho uma cintura bem fina. Um dos meus hobbies favoritos é tirar fotos quase pelada com meu celular e postar na internet, deixando públicas. Isso me dá muito tesão. Acho que sou uma garota bem provocante, ou bem vadia.
Dentro de todas as empresas que tenho, temos muitos funcionários, e às vezes algum deles já foi meu pretendente escondido da minha mãe, já que ela liga pra essas coisas de classe social.
Mesmo assim, já tive vários namorados bem mais humildes que eu, mesmo que em segredo da minha mãe, com quem moro.
E apesar de ter um gênio forte, devo confessar que sou uma garota bem sensível, mas só pra Certas coisas, acho que por isso e por questões de segurança, minha mãe decidiu há pouco tempo me contratar o tal de escolta, sim; ou guarura, haha, como quiserem chamar.
Embora eu ande quase sempre com motorista, minha mãe lançou uma vaga de emprego pra ser meu guarda-costas.
Como sou toda uma socialite, ah sim; na hora chegaram vários curríbooties, de todo tipo, óbvio que minha mãe queria escolher o que mais agradava ela, mas astutamente eu dei uma olhada enquanto ela não via, e ainda por cima um me chamou a atenção. Vi um homem negro, bem maduro, lindíssimo!
Pelo visto era de um cara que tinha estado na prisão, só tinha trabalhado como maquinista no metrô da capital, e tinha sido casado; embora separado e pelo visto tinha vários filhos; pra mim ele parecia um casanova, principalmente me excita que ele fosse bem mais velho que eu; e que ele fosse negro.
O nome dele era Le Marks e acho que era de ascendência francesa.
Minha mãe me apresentou vários candidatos, todos bem comportados, mas eu tava obcecada pelo negão, finalmente depois de falar com minha mãe, convenci ela de que eu mesma entrevistaria ele pra ver se decidia contratar.
Resolvi ligar pra ele eu mesma do meu celular e marcar um encontro na minha própria casa.
Entrei no chuveiro, me arrumei toda na frente do espelho e me maquiei bem gostosa, soltei o cabelo e me despi completamente pra ver minha bunda no espelho, naquele dia eu tava sem bronzeado e gostei mais da ideia do meu lindo Le Marks me ver toda branquinha.
Como eu tava dizendo, coloquei um biquíni de duas peças que consistia num sutiãzinho branco e uma fio dental tipo francês bem acima da cintura, daqueles que as estrelas pornô usam, com as laterais acima do umbigo.
Mas pra garantir que eu ficasse mais gostosa ainda, peguei um três vezes menor que meu tamanho normal, a fio dental se enfiava deliciosamente entre minha bucetinha adolescente. Nádegas.
Eu tava parecendo uma puta gostosa, mas sentia que faltava alguma coisa, então fui correndo na ponta dos pés pro quarto da minha mãe, onde peguei um par de brincos enormes dela, que me faziam parecer uma puta igual a ela.
Finalmente coloquei um piercing no umbigo em formato de coração, me senti linda, não resisti à tentação e tirei várias fotos com meu celular que mandei na hora pras minhas amigas e pros meus amigos com a legenda: "hoje vou dar pra um negão", haha.
Claro, esperta como sou, escolhi um horário em que minha mãe não estivesse por perto, acertei os últimos detalhes e entrei na piscina pra esperar ele.
Aliás, depois de alguns minutos, uma amiga chamada Annia me ligou pra perguntar sobre o tal negão e ao mesmo tempo me dizer se eu era louca, que os negros tinham pau muito grande. Longe de me preocupar, fiquei ainda mais excitada, e minha bucetinha começou a ficar molhada, mas muito mais.
Annia:
— Não me diga, Angy! Não vai deixar ele meter no teu cu, Angélica.
— Por quê?
— Cê é louca? Ele vai te deixar toda arrombada, se depois você tiver marido, não vai sentir mais nada.
— Não se preocupa, Annia, com certeza a gente só vai conversar. Tamo em contato, amiga. E desliguei.
Como eu tava enganada, o encontro tava longe de acabar em conversa.
Finalmente, com meu biquíni branco, não consegui evitar de me acariciar por cima da fio dental e até enfiei um dedo no cu, imaginando ansiosa o que a Annia tinha acabado de me dizer.
Antes dele chegar, não resisti em recriar a fantasia que meu ex tinha me proposto e que eu nunca aceitei. Então fui pegar o conjunto de lingerie de noiva branca e deixei ele pronto no meu quarto.
Era composto por umas meias de lycra que chegavam bem abaixo das nádegas, uma liga, uma fio dental branca com porta-ligas e os ligueiros; e em cima, um baby doll lindo todo branco com rendas e um lacinho no meio do busto. O conjunto era completado por um adereço em forma de coroa e um véu de noiva bem sexy.
A fio dental Tinha um detalhe bem safado, porque bem no meio dos glúteos saía uma Booty de cavalo branca com um dildo apontando pra minha bunda, bem no meio; era impossível usar aquela tanga sem saber onde enfiar aquele dildo, mas não liguei.
Então pensei em fingir um casamento com meu negão lindo, mas isso seria depois; já eram quase três da tarde e resolvi ir pra piscina, mas antes tirei o sutiã e fiquei de topless esperando meu novo amante.
Deixei o sutiã num móvel do meu quarto e fui, inquieta, rebolando minhas bundinhas macias, só de tanga pra piscina, enquanto calculava se daria tempo de me virar com o Le marks antes da minha mãe voltar da rua; no fim, pensei que valia a pena arriscar.
Entrei na piscina praticamente pelada e comecei a brincar com uma bola inflável, ansiosa, pensando nas palavras da Annia.
— Será que ele tem mesmo tão grande assim?, a ponto de me deixar... aberta? E se eu engravidar? Eu tava tão tesuda que não consegui evitar de me tocar; me dá muito tesão ele ser um ex-presidiário.
De repente, tocaram a campainha. É o Le marks, pensei, e minhas pernas começaram a tremer de excitação; afinal, ele tem mais de cinquenta anos, pensei, e eu só vinte e cinco; ele com certeza já pegou muitas mulheres, e eu só tive dois namorados sérios na vida toda.
Nisso, a senhora que ajuda aqui entrou no quintal.
— Moça, acabou de chegar um senhor muito feio e muito alto, tem quase dois metros, diz que está procurando a senhora; quis mandar ele embora porque tem cara de bandido, mas ele insiste que a senhora chamou ele.
— O que eu faço, moça? Chamo a polícia?
— Claro que NÃO, como assim, manda ele entrar, vai.
— Mas moça, a senhora está quase pelada!
— Já falei, quero que você mande ele entrar — minhas palavras ficaram mais ansiosas e minha voz falhava.
— E quero que você tire o resto do dia de folga.
— Mas moça, o que a senhora vai fazer?
— Já ouviu, me deixa sozinha com ele. — Além disso, ele traz um cachorro enorme com ele, acho que é um rottweiler. Vem acorrentado.
— Fala pra ele o que eu te disse e, sobre o cachorro, diz que estou completamente nua esperando por ele, enquanto eu mesma tiro a tanga e jogo aos pés da minha empregada, sem sair da piscina.
— Sim, senhorita, como a senhora quiser.
— Ah, e não fala nada pra minha mãe.
— Sim, senhorita, o que a senhora disser.
Não tinha mais volta, pensei; além disso, ele traz um bicho; acho que fui muito descarada, vai pensar que sou uma puta.
Foi quando vi ele chegar.
— Angélica? Sua empregada disse que queria me ver.
— Vim por causa do emprego, senhorita.
Era um homem alto, lindo e incrivelmente corpulento.
— Seu nome é Le Marks, não é?
— Bom, vou te dar uma ordem. Se cumprir direitinho, o senhor está contratado.
— Pode falar, senhorita.
Senti uma excitação enorme pelo que estava prestes a fazer, porque sabia que não tinha mais volta.
Esse homem esteve na cadeia e não sei do que é capaz.
— Na frente da minha mãe, o senhor vai ser só mais um empregado, mas quando estivermos sozinhos, quero que me trate como sua esposa puta, entendeu?
O homem sorriu na hora ao ver que sua nova patroa era bem puta e começou a se despir.
Na mesma hora, decidi sair da piscina e me mostrar completamente nua diante dos olhos de quem eu sonhava que fosse o pai dos meus filhos. Quando o homem me viu como Deus me trouxe ao mundo, com o cabelo molhado, ele me devorava com o olhar e com certeza queria me comer ali mesmo.
Me aproximei dele, totalmente nua e ainda molhada, e me enrosquei no pescoço dele com um sorriso safado, enquanto dizia olhando nos olhos dele:
— Eu vou ser pra você, meu amor, uma puta.
O preto velho segurou firme nas minhas nádegas brancas e nuas e começou a amassá-las bem.
Enquanto isso, o cachorro enorme dele deitou docemente e virou o olhar para baixo, manso.
Pela diferença de idade, eu podia muito bem ser filha dele, mas não me importei. Fiquei na ponta dos pés pra tentar alcançar a boca dele, e ele, gentilmente, me... de bunda, igualzinha uma menina, e completamente pelada como eu tava, cruzei minhas pernas por cima da roupa dele.
Minhas mãos envolveram o pescoço dele, e ele começou a me beijar sem falar mais nada, enfiando a língua áspera dele na minha garganta. Aí ele resolveu me descer dos braços e falou que, como recém-casados, queria me comer no quarto principal da casa.
Mas aquele é da minha mãe, respondi.
— Não importa, minha rainha, agora você é minha mulher, né?
— Sim, papai. Na hora a gente entrou em casa, sem conseguir evitar que de vez em quando meu amante me desse umas palmadinhas carinhosas na bunda. Diferente do que eu imaginava, o Le Marks era um cara muito tranquilo, e na hora senti um carinho gostoso.
Mostrei o caminho pro Le Marks, e ele foi pro quarto da minha mãe, enquanto eu fui vestir a lingerie de noiva que tinha preparado. Rapidinho coloquei todo meu enxoval de noiva e calcei uns sapatinhos brancos. Quando voltei pro quarto principal, vi meu amante admirando a decoração tão feminina do quarto, o que ele disse que mexia com ele, e ainda mais quando me viu com meu baby doll e meias brancas, minha cinta-liga, meu véu e um buquê de rosas.
Meu homem já instalado no quarto da minha mãe, rapidinho começou a se despir e foi jogando a camisa no chão, e eu pude ver uns peitorais divinos e lindos, com uns músculos impressionantes.
Le Marks continuou tirando as botas masculinas dele; e finalmente levou as mãos pra braguilha,
— Vou ver o pau dele! pensei. E minha linguinha ansiosa molhava minha boca, e depois, quase sem perceber, comecei a morder os lábios… igual uma mulher no cio, louca pra conhecer o carrasco que já me esperava.
Agora sim, meu sonho tava se realizando, minha buceta completamente depilada tava encharcada de sucos.
Ele terminou de ficar completamente nu, era alto, muito forte pra idade dele, e tinha o pau mais grande que eu já tinha visto, era enorme, fácil uns trinta centímetros, pelo menos.
Vai me deixar bem aberta, pensei.
Cada vez que ele se mexia, era um espetáculo ver. Essa rola se movendo entre as pernas dela.
O cabelo dele era estilo militar, e as mãos dele, fortes e grandes.
— Vem cá, putinha.
Tentei me aproximar dele, mas ele falou na hora: "Assim não, minha rainha. De quatro."
Na mesma hora obedeci e fiquei de quatro, rebolando minhas nalgas enormes, com o dildo da calcinha fio dental balançando a raba de gostosa que eu tinha enfiada entre as nádegas.
Vendo isso, o Le Marks se aproximou de mim com muito carinho.
— Vem cá, putinha — e tirou o dildo e a calcinha fio dental, vendo meu cu completamente aberto.
Cuspiu dentro do meu cu e senti a cusparada dele entrando nas minhas entranhas.
— Chupa minha rola, filha.
Na mesma hora fiquei de joelhos e agarrei com minhas mãozinhas aquela rola tão grande e gostosa que já estava quase toda dura, mas por causa do tamanho balançava, esperando eu pegar.
Minhas mãozinhas bem feitas seguraram ela e eu levei até minha boca.
Chupei com muita ternura e paixão, como nunca tinha chupado ninguém antes. Meu negão ficava excitado ao sentir o calor dos meus lábios chupando a vara dele e me fazia saber disso acariciando minha cabeça e levantando meu cabelinho com as mãos pra minha boca poder mamar livremente aquele manjar tão precioso.
Praticamente era impossível enfiar tudo na boca, mas eu engolia a maior parte e enchia de saliva bem gostosa o máximo que dava. Também mamei as duas bolas peludas enormes dele, com cheiro de suor de homem, que pendiam de forma tão linda daquele mastro ereto tão masculino.
— Tá bom, filha. Agora vou te comer.
Minha boca e a boca dele se misturaram de novo enquanto minha mãozinha continuava descascando a rola dele e ele acariciava minhas nádegas, num beijo longo. E as mãos dele me deitaram na cama com carinho.
Eu só estava com meu baby doll e as meias com liga, porque ele já tinha tirado meu véu.
Meu raminho deixei do meu lado na cama.
Meu negão se jogou em cima de mim e começou a roçar a pele nua dele e o peito firme nos meus seios macios, que se amoleciam. Meu peito firme e meus mamilos enlouqueciam por sentir o cheiro de homem dele tão perto de mim. Enquanto ele beijava meu pescoço e minha boca docemente.
Levantando um pouco, abriu minhas pernas de par em par, vendo minha bucetinha rosada toda molhada, e as colocou na altura dos ombros dele, tirando com uma mão minha liga de noiva e pendurando na minha frente, sobre um retrato da minha mãe que estava na cômoda. Habilmente, ajustou minhas sapatilhas brancas, que ele não me deixou tirar, para cima. Eu me via toda puta nos espelhos do quarto, assim toda aberta, pernas para cima, por um desconhecido que seria meu segurança.
Devagar, ele apoiou a cabeçona enorme dele na minha periquita rosada e depilada e começou a abrir caminho, com firmeza, fazendo eu soltar um gemido alto que devia ter dado para ouvir na casa toda. Mesmo assim, o negão não teve mais contemplações com o corpo da agora esposa dele e começou a bombar sem nenhum pudor, começando em mim uma cachoeira interminável de gemidos sofridos que inundaram o quarto de sexo.
Não demorou muito para ele me mandar ficar de bruços e levantar a bunda o máximo possível, deixando o cu completamente exposto para ele. "Agora sim, minha filha, vou arrebentar esse cu de rainha que você tem."
O negão, com toda confiança, pegou minha nádega direita com a mão, afastou minha carne branca para deixar à vista meu cuzinho inocente que já não podia evitar ser arrombado pelo invasor.
Na hora, ele colocou a pica enorme na entrada do meu cu e começou a meter bem devagar, como se fosse um chupão que imediatamente prendeu a boca do meu cu, depois foi enfiando mais e mais, quase até a metade, onde sentiu que meus intestinos ofereciam resistência. Me deu umas palmadas fortíssimas e disse: "Vou deixar esse cu bem aberto, minha rainha", e começou a furar todo o meu cu, enfiando ainda mais e mais; me fazendo começar a chorar, entre gemidos; e não pude evitar me render, gemendo; colocando meu rosto entre os lençóis e agarrá-los com força enquanto sentia aquele homem me rasgando o cu.
Conseguia ver pelos espelhos o pau dele, que tinha entrado quase todo, e seus trinta centímetros de carne preta e grossa se alojavam, sei lá como, dentro do meu buraco anal.
Naquele momento, lembrei das palavras da Annia, me aconselhando a não transar com um preto, mas era tarde demais. Não conseguia parar de gemer, de chorar e espernear que nem uma menininha, enquanto o Le Marks se ajeitava na minha bunda, dando palmada atrás de palmada enquanto enfiava sem parar o cacete colossal dele dentro do meu corpo, já vermelho das mãozonas dele.
Ele me manteve assim por mais de meia hora, até que disse:
— Agora vamos consumar o casamento, rainha.
Eu pensei que ele ia gozar fora de mim, porque não tinha tomado nenhum anticoncepcional ultimamente, mas o filho da puta não me ouviu. Do jeito que eu tava, de cu pra cima, ele enfiou de uma vez na minha buceta e gozou jorrando dentro do meu útero inundado com a semente dele.
— Seu filho da puta, não tomei nada!
— Ha, ha, isso é por você ser tão puta, linda. Não se preocupa, se eu te engravidar, a gente bota o moleque de jardineiro, minha rainha, ha, ha.
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