Indo com os Primos III

Chegou a hora de curtir, porque das tarefas de casa e da cidade, como de costume com meus tios e primos, é hora de aproveitar uma boa comida e passear depois do meio-dia. Depois de comprar roupa pros moleques, as donas de casa tão na hora de se reunir com as amigas no bingo, e os compadres, por enquanto, matam um boi pra fazer churrasco enquanto marcam o gado de cada família. É, por assim dizer, uma festa da porra; agora, se é muito trabalho, nem todo mundo precisa ou tem algo pra fazer, seja por não ser apto ou porque simplesmente não tem gado pra cuidar, caso de só um ou dois vizinhos da vila.

Como eu não curto muito ver matar as vacas ou ficar entediado no bingo, eu "me mando" e prefiro ir pro lago beber umas cervejas enquanto tudo fica pronto pra noite e a madrugada toda. E enquanto isso, jogo uma vara pra ver se pesco algo mais que uma queimada de sol ou um pé quente no chão.

Já são 13:30 e ainda não pesquei nada, já cansado de só beber cerveja e quase dormindo de solidão. Chega um moleque tirando sarro de mim: "Aqui não tem peixe, porque teve muita gente de manhã. Se quer peixe, tem que ir pra lá da foz, quase chegando na represa." Olhei pra ele, que não tinha nada a perder... só me disse: "Posso te guiar, mas me dá seis cervejas." Só falei: "Fuck you, duas pela info." Ele pegou as duas e foi embora com a molecada lá longe.

Pra não perder a chance e vendo que ia demorar, decidi ir pra onde ele disse. E que sorte, não passaram 15 minutos e já tinha três peixes suficientes pra encher o bucho. Quando peguei os 10, recolhi a vara pra não ser ganancioso e só curtir o peixe... Mas o problema é que, na hora que tava terminando de cozinhar, acabou a bebida. E aí, fui comer sozinho e sem líquido. Quando vou pegar o primeiro peixe, sai de dentro da água... Em direção à margem, alguém que eu já tinha visto antes: o mangalão que comeu a dona da loja.

Aquele super-homem moreno sai da água todo molhado... E assim ficou gravado na minha mente, ele saiu com uma camiseta de alças grossas colada nos peitorais, sem camisa por baixo; usava umas bermudas que iam só um pouco abaixo do joelho, mas eram largas o suficiente pra esconder a macaca dele, como se fosse um policial. Sem mais, ele se aproximou de mim dizendo: "Tá com uma cara e um cheiro delicioso o que você tá preparando. Eu não tenho paciência pra pescar e me deu vontade do que você tem até agora. Te proponho um trato: se me der um pouco da sua comida, eu te dou um pouco da minha cerveja, só que ela tá do outro lado. O que me diz?" Cerveja de graça comendo junto com um tesão... óbvio que aceitei, além do mais... Cerveja grátis por cozinhar peixes que eu já tinha, não vou reclamar.

Depois de caminhar 10 minutos, a gente se enfiou numa área não tão perto do lago, mas ao mesmo tempo, perto da margem pra poder curtir a umidade e ficar seco comendo sem sol, e protegido de bichos e ventos com terra. Enquanto a gente ia pro "acampamento" dele, não pude deixar de notar que as bermudas dele estavam bem apertadas no corpo, mas não era normal, não dava pra ver nada do que ele usava por baixo, e me refiro a roupa íntima.

Quando chegamos, me pareceu que ele morava ali: rede, fogueira, música, uma caixa de isopor, barraca e umas toalhas pra deitar no chão, além de uns troncos e mesa ao redor da fogueira... Aí eu não me segurei e com uma risada que derretia e despia, ele disse: "Não sou daqui o ano inteiro, às vezes alugo, vivo na minha casa do outro lado do lago, e às vezes venho mais pro povoado pra não perder o contato, principalmente quando tem festa", enquanto colocava os peixes pra fritar agora sim, percebo que ele começa a trocar a roupa molhada do outro lado da rede, na minha frente.

Primeiro começou com a camiseta, deixando ver as costas perfeitas cheias de marcas de trabalho duro, se não for da academia, quando levantou os braços formou aquele triângulo invertido perfeito, típico do lugar, como comentei antes, ficava olhando de canto com tesão, lambendo aquela parte de cima, da cintura até o pescoço, e por causa da água fria, aqueles mamilos durinhos e loucos pra esquentar. Enquanto cantarolo uma música que não gosto nada, mas grudou na minha cabeça, sei lá de onde ou desde quando, percebo que ele veste a camiseta e só, dá uma voltinha e, ainda com a bermuda molhada, entra na casa de campo, pega uma toalha, volta pra trás da rede, enrola a toalha nas pernas e tira a bermuda pra estender num galho perto. Enquanto isso, as salsichas pra assar já estão lá.

Quando ele sente o cheiro, chega por trás de mim e, porra, três: uma ele leva à boca e as outras duas esconde na toalha. Quando ele se afasta, me viro e pergunto: “Se não tivesse encontrado comida e me comprado com cerveja, o que teria feito?” Ele responde: “Ia numa lojinha perto e até um hambúrguer comprava ou um lanche, sei lá.” Quando termina de responder, com os pratos e os peixes servidos, senta num tronco perto da rede e vejo ele pegar a salsicha pra assar, começar a lamber, depois enfiar toda na boca, tirar, lamber de novo e comer normal… E eu com cara de “hummm… e daí…?”

Começamos a comer e, enquanto eu dava os peixes, ele dava as cervejas… Quanto mais ele bebia cerveja, mais dava pra ver que ele ficava excitado, porque a toalha levantava cada vez mais. Quando terminei meus peixes, pergunto onde ele deixou as salsichas pra assar, que eu não comi nenhuma (não fui trabalhar à toa). Ele enfia a mão por baixo da toalha, aperta “alguma coisa” e tira as duas salsichas que eram minhas… Óbvio que não peguei, e ele disse: “Ainda tô com vontade.” Enfiou a mão de novo, apertou outra vez e tirou a terceira, e comeu.

Depois de um tempo, continuei bebendo cerveja, aquela sede não passava. Depois de um pouco, ele já seco e a bermuda também, minha barriga roncava por não ter comido as assadas. Procurando as salsichas, vi que ele tava comendo elas. que me falou que não valia a pena porque já estavam frias, secas e enrugadas, falei que não ia tirar o pé do chão, porque não tinha provado nenhuma salsicha. Depois de me ouvir, ele riu e começou a esfregar a virilha enquanto dizia "se você realmente quer provar ou comer pelo menos uma salsicha, pode ter uma lá atrás do isopor". Me joguei pra procurar, mas não tinha pacote nenhum.

Pelo menos não vi nenhum, e falei de brincadeira "mais vale que esteja quente, pelo menos, ou mais grossa que as outras". Ele disse que estava mais grossa, e eu falei "então me dá na mão" enquanto procurava com a direita no isopor. Ele se aproxima, de pé, o suficiente pra minha mão entrar na toalha e me diz "tá aqui, tão quente quanto na loja e tão grande quanto você gosta". Fiquei meio duro, mas isso não impediu que ao tocar no (....) pau dele eu não quisesse mais, porque crescia e crescia conforme eu amassava por dentro.

Enquanto me explicava que na loja onde ele comia o moleque, antes de entrar com a mãezinha do garoto, ele nos tinha visto, mas a gente o excitou e ele não quis nos parar, então levou a mulher pro outro lado pra não nos pegar na trepada. Mas que ao me ver por trás, ficou com vontade de que eu tocasse e fizesse sentir o que o moleque sentia quando tocava. Não estava nos planos te encontrar, mas a oportunidade surgiu quando saí da água, então quero sentir o que sentiram juntos na loja.

Assim que me virei pra olhar pra ele, ele começou a desamarrar a toalha, deixando ver que não usava roupa íntima, e aparentemente nunca, nem pra comer ou nadar, ou estar na frente de alguém. Na hora, ele colocou na minha frente o gosto dele por foder ou ser chupado, porque nem demorou, tirou minha mão do pau dele e começou a meter o pau dele na minha boca, grande, grosso, preto, sempre em contato e roçando na roupa grossa. A cabeça estava brilhando e com vontade de ser provada. Cada chupada umedecia e lavava, e nele só se via a luxúria escorrendo na minha boca. Eu era só uma máquina pra ele se masturbar. sem ter que usar as mãos, a menos que ele quisesse me afastar, mas não era o caso, ele só queria mamar e mamar.

Ele não ligava pra resistência (depois eu conto), porque queria terminar rápido, toda vez que dava vontade, acelerava o processo, "fazia força" pra crescer e chegar mais rápido ao clímax e à gozada daquela piroca preta. Quando começou a não crescer mais, me levantou e me virou, era um 69 em pé, mas ele não fazia nada além de esfregar na minha boca. Já começava a sentir algo na garganta, bem no fundo, quase não respirava direito, tudo era via oral.

Com uma mão, me segurava o corpo pra cima junto ao dele sem atrapalhar meu serviço, e com a outra, me pegava pela cabeça de um jeito que me usava como a buceta artificial pessoal dele, só me segurava pela nuca e me empurrava pra ordenhar o pau dele, cada vez mais rápido e forte, mas sem fazer mais nada. Quando o pau dele começou a descontrolar e tremer como se tivesse frio e sem roupa nenhuma, ele se ajoelhou, e depois, jogando o corpo pra trás como se fosse uma cama, me deixou em cima do corpo dele, sedento de luxúria. Com voz firme de macho no cio, bravo, me tratou como a putinha pessoal dele (que praticamente já era, mas não liguei), dizendo: "mama, mama como se não houvesse mais nada, engole a porra, que sou teu homem e vou te estuprar, mas primeiro mama meu pau que eu sei que tu gosta, chupa, mama e bebe, mama, mama, chupa tudo, porra, que não é à toa".

Nunca disse não, nem liguei pra ele, eu queria tudo que ele me dava, mamava e mamava igual criança sendo amamentada pela mãe, sentia que me enchia e transbordava, mas não queria decepcioná-lo. Cada vez engolia aquela porra e mamava e chupava mais, não parava, parecia que tinha um vazamento. Contei 30 jatos fortes, com pressão e cheios de porra de um macho bruto que queria me dar e dar tudo que tinha e mais. No último jato, veio mais que os anteriores, transbordou minha boca e encheu o púbis dele, todo aquele pelo lambuzado de leite gostoso e quente, e os Ovos, pretos, grossos, grandes, peludos pra caralho, tremendo de prazer, mornos, marcados, firmes e juntos, como dois aliados na guerra que não se rendem.

Termino de engolir toda a porra morna dele, mas ele não me largava, era como se nunca fosse se render, me apertava contra a cabeça dele com o pau, querendo que eu engolisse (literalmente) como se quisesse alcançar o fundo da minha alma por outro lado. Já sem vontade de gozar mais, só sentia a vontade dele de mais pela força com que me puxava pro corpo dele a cada vez, e eu, engolindo a carne dele, gostosa, flácida, mas no fim, grossa e na minha boca, querendo fazer o que ele queria, chupar à vontade o pau de alguém mais velho que podia ser meu pai, mas a quem eu servia do meu jeito, sem compromisso, forte, estranho, duro e capaz de me foder sem sentir remorso ou pecado nenhum ao fazer isso comigo.

Depois que ele se controlou, tirou o pau da minha boca e me levou pros mamilos dele, e com aquela voz de comando, me ordenou: "chupa eles, lambe, acaricia, como se daqui saísse leite das fêmeas até você se encher, quando acabar com um, vai pro outro". Ele não me deixava me afastar dele, quando eu fui pro peito, ele agarrou minha cabeça e me apertou contra o corpo dele, minhas mãos só rodeavam ele, tocando a bunda dele, rígida, firme, carnuda, profunda. Com a mão que sobrou, pensei e queria que ele me fizesse uma punheta, mas foi ele quem se divertiu, porque ele foi atrás da minha bunda e quando achou, começou a me violar com o dedo do meio, cheio de calos e rugas, comprido com as unhas cortadas no tamanho certo. Cada vez que entrava, deixava ele lá dentro, e mexia pros lados, depois tirava como se fosse um verme, sem se desgrudar do meu corpo e arrastando pelas costas ou por uma das minhas pernas, pra depois voltar e fazer aquela tarefa cada vez mais fundo.

Senti muito gostoso quando parei de chupar o peito dele, não conseguia me controlar, só sentia a força e violência com que o dedo dele me violava, mas ao mesmo tempo, quando comecei a sentir um pouco de dor, foi quando comecei a cooperar mais e Montei na cintura dele de pernas abertas pra ele entrar mais rápido e melhor. Sem perder tempo, ele me levantou um pouco mais e começou a chupar meus mamilos, com toda a intenção de me dar mais. Na próxima vez, junto com o dedo médio, usou o indicador, me violentando com os dois dedos mais fortes e grossos dele. Meu corpo começou a tremer e a pele arrepiou toda, eu já não pensava em mais nada além dele me tocando daquele jeito, sem preocupação, mas ao mesmo tempo com todo o prazer do mundo.

Não aguentava mais, quase desmaiei, até febre quase me deu. Quando ele me viu assim, pegou uma cerveja, me deitou numa toalha e derramou a cerveja por todo meu torso e cabeça, sem parar de trabalhar com a mão na minha bunda. Começou a lamber toda a cerveja do meu corpo, gelada, o suficiente pra me acordar sem me exaltar demais. Agora eu sentia a língua dele na minha barriga, pescoço e peito, os dedos dele constantes na minha buceta entrando, cavucando e saindo. Não aguentei mais e gozei no peito dele. Ele parou um pouco de lamber, tirou os dedos de mim e com as próprias mãos limpou meu gozo. Me levantou e me segurou como um boneco de ventríloquo, me sentou numa das pernas dele e com meu leite, acariciou minhas costas todas. Quando chegou no meu pau, começou a me masturbar. De novo, sim. Como eu já não respondia, só sentia um pouco de dor, mas ele não parava, parecia bravo ou irritado. Meu gozo escorregava tão bem, era gostoso.

Quando terminou de fazer isso, com voz de garanhão no cio e só por meses, me colocou entre as pernas dele (coxas fortes, marcadas e grandes), meteu o pau dele até onde deu. Quase quando eu ia gritar, ele tapou minha boca com as mãos, pra ainda me empurrar pra baixo, onde o pau dele me esperava cada vez que eu tinha que voltar. Sentia que me empalava cada vez que ele metia. Agora entendo por que ele não se importava de gozar cedo. Se bem que ele não durava mais que eu transando sem antes gozar, a recuperação dele era quase imediata, tipo de maratona. É como um superpoder de fazer. dinheiro a cada 10 minutos, só que ele me dava gozo morno sempre que queria, pelo visto.
Terminou de me "violar" então; já tinha passado tempo suficiente pra eu voltar pra festa dos tios e tias em casa; pra compensar o tempo fora, entrei na água e vesti a roupa, como se tivesse dado um mergulho por um bom tempo, com desculpa suficiente. Quando tava saindo, me despedi: "tomara que a gente se veja outra hora". Ele, com a pica na mão vindo na minha direção, só me mandou outra rodada de gozo no corpo e um pouco na minha roupa, e disse: "não me esquece porque essa cara é a que vai te dar tesão e prazer, além disso, sempre tem um amanhã". Quando vi a pontaria dele, notei que ele jogou o gozo onde ia minha rola na roupa, que gesto foda da parte dele.

Cheguei em casa, já tava quase tudo pronto pra mais tarde. Quando cheguei, a mesa tava arrumada. Como me sentia cansado depois das minhas tarefas, decidi jantar "nos bastidores" na cozinha de casa, junto comigo os cúmplices da minha idade que fizeram suas travessuras e trabalhos enquanto eu tava no encontro do peixe. As donas da casa ficaram putas com cada um de nós e, sem permissão pra sair pra festa, mandaram a gente tomar banho e ir dormir.

Não aconteceu nada interessante, mandaram a gente pros estábulos e com baldes a gente tomou banho de cuia, a gente se acariciou antes do sabão, um boquete pra cada um, a gente se ensaboou, se juntou com as picas duras e já meladas, a gente se penetrou, gozou tudo junto. Quem tava no começo da fila só podia receber, então o segundo batia uma pra ele terminar junto com todo mundo. Depois, só em silêncio (nada de sexo), a gente falou da escola, do trabalho, das namoradas e essas coisas. Como o dia inteiro foi um frenesi, a gente só tinha cueca limpa, então não foi problema dormir só com essa roupa, no frescor da noite, tudo era tão gostoso e confortável que não demorei pra pegar no sono. Só me acordou uma ligação e uma gargalhada de alegria, um irmão vinha visitar a Família e chegava amanhã.EpílogoChegou o tão esperado dia da volta do tio. A gente ouviu no jornal que vem uma tempestade de areia por aí, então é melhor ficar em casa até passar. A previsão é que dure até umas 4 da tarde, mas o vento vai continuar forte. Com a notícia, as famílias se preparam: tocam o gado pra dentro e reforçam as propriedades, igual tornado nos EUA. Mas por aqui o estrago não é grande por causa dos morros e da água... coisa de clima e temperatura. As estradas vão ser vigiadas pra evitar acidentes. Não tem muito o que fazer além de preparar a chegada do irmão (dos meus tios e da minha mãe), que viajava pra caramba e tinha casa em outro estado há um tempão. Por isso o auê e a festa de boas-vindas.

São 5:30. A galera da minha idade termina as tarefas e os serviços, e junto com os pequenos a gente joga um racha de aguentar toques e um arcade, jogos clássicos e vídeos pornô, sim... os pequenos também ficam empolgados. Pra isso, uma parte do celeiro foi adaptada há anos como segunda casa (mais um quarto pra dormir e uma sala de entretenimento). Escuto uma caminhonete grande chegando, junto com uma carga pesada e nova: presentes pros primos, pras tias e pros tios, vestidos, calças, dinheiro, videogame e louça, cimento, tijolos, um verdadeiro achado na família. A gente espiou e a primeira coisa que percebi, além dos presentes, é que ele não veio acompanhado de filhos ou esposa, veio sozinho.

Como eu não o conhecia de antes, na lista da família me contam que esse tio saiu da cidade depois que minha mãe casou, por causa daquela história de sair de casa. Nunca casou e dedicou todo tempo e esforço ao trabalho e a ganhar dinheiro (apostas, aluguéis...). Era tipo a ovelha negra da família, mas mesmo assim tinha lugar pra chegar nas festas e nas necessidades. E olha que era negra mesmo: assim que me vê, me encara com aquele olhar de "a gente não se conhece". Pois é, o tal tio era o mala. No dia anterior, o cara que tava comendo a mulher da loja e me deu a salsicha e o leite dele. Do nada, chegou e, naturalmente, se apresentou pra quem tinha que se apresentar e, como "não me reconheceu", começou a me interrogar.

Todos os primos contaram minha origem pra ele, enquanto minha mãe pedia pra ele ficar à vontade. E, como forma de quebrar o gelo, seria minha honra mostrar onde ele ia ficar e ajudar ele a se instalar: destino, o quarto de jogos e a cama. Enquanto eu arrumava a roupa, a família se organizava pra distribuir os presentes. Os da minha idade também pediram a caminhonete dele pra dar um rolê e pegar umas minas, enquanto eu ficava pra "contar" quem eu era e tudo mais pro meu tio. Depois que ele se acomodou na cama, sem demora e sem preguiça, me convidou pra ficar à vontade do jeito que eu quisesse, não importava como, porque ele já sabia o que eu podia fazer e ele ia me permitir. Como era de costume dele, segundo me contou depois, ele não gosta de andar de cueca, então é a primeira coisa que tira. Deitado na cama, me oferece a salsicha dele. Não perco o convite e começo a chupar tudo o que ele me dá, ele deitado, sem se mexer, sendo provado por mim do meu jeito.

Pra não ter que levantar pra procurar, ele me pede pra levar ele no banheiro pra se lavar. A surpresa: os chuveiros lotados de minas, e só sobra os estábulos pra gente. Mas dessa vez os tios vão junto. Ele me prepara e diz pra eu só seguir o fluxo até onde aguentar, mas que se eu quiser, vou ser só dele se eu permitir na hora de dormir e "descansar". Vamos, então, os homens tomar banho. Meus tios e meu pai, todos só com uma toalha e baldes pra se lavar. Tô do lado do meu tio na fila longa de homens sem roupa, molhados e bem quentes, de pau e corpo. Viro pra olhar eles e, como todos são senhores já "estabelecidos", só tão batendo punheta na frente de todo mundo. Sem sexo, sem se tocar, só se esquentam, se apertam e esporram pra todo lado, falando "e aí, compadre, não quer me ordenhar?", soltando risada. Todo mundo, e um fala: "quero vacas, não bezerros". Agora todos nós soltamos risadas e o banheiro coletivo continua.
É agora que uma pessoa na casa, depois de jantar e conversar, vai ficar sozinha num quarto afastado dos outros. Minha mãe me oferece como voluntário pra acompanhá-lo e finalmente estabelecermos anos sem nos conhecermos. Ele aceitou e não me deixaram falar nada; desde aquele momento com meus primos, conheci a bronha em grupo e com gente da minha idade, além de conversar sobre coisas de moleques bêbados, a passar e montar na pica do tio todas as noites das férias, toda vez que era hora de deitar, ele me fazia sentir o pau dele de formas diferentes, às vezes eu sentava de frente pra ele, outras vezes de costas pra ele, me pegava de quatro e depois deixava eu subir nele e me acomodar no pau dele como se fosse um cavaleiro.

Outras vezes, embora não muito frequente, ele me levantava e me carregava nos braços contra a parede, com o fetiche dele de vestir uma regata colada no corpo, eu só queria sentir aquela pica morena dentro de mim e quando não aguentava mais, sentir os pelos na bunda, ele tremer dentro de mim e me encher como se fosse um peru no Natal; quando terminávamos, ele sempre me virava e metia o pau de novo, todo cheio de porra, me abraçava na altura do peito com uma mão pra beliscar um mamilo e com a outra, apertava minha pica ou só segurava, me fazia sentir seguro, como um pai com seu filho.

3 comentários - Indo com os Primos III

:P:F:F 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
Espero por tus emojis que te guste lo que leíste, aunque sea solo imaginación, quisiera ser el personaje del epílogo
@usuariohack_99 igual yo contigo :P:F