Olá, sou um cara de Lima, 21 anos, tenho 1,86m, 75 kg. Além de trabalhar dando massagem em mulheres bonitas e mais velhas, estudo Informática e, sinceramente, a matéria que eu mais me ferro é Física. As outras até que vou levando, mas Física já me colocou numa situação tensa, então nesse verão decidi me jogar nas mãos de um bom professor ou professora pra me ajudar a superar as dificuldades dessa matéria.
Depois de olhar vários anúncios na Biblioteca, na prefeitura e nos jornais, vi um que me chamou a atenção. Liguei pra ela e combinamos que eu iria visitá-la na casa dela às segundas e quartas, no meio da tarde, umas cinco horas. Cheguei numa casa chique, embora antiga, no bairro de Salamanca, em Lima. Ela era professora de Física e Química pra galera do COU e do BUP num colégio da zona sul de Lima. O nome dela era Luísa. Entrei na casa dela e me deparei com uma senhora autêntica de 49 anos, loira, com uns peitões enormes e uma bunda grande, do jeito que eu gosto, o que me deixou louco. E isso já foi o suficiente pra escolher ela como a candidata perfeita pra me dar aulas.
--- Olá, Óscar, vem, entra e fica à vontade. Quer um café? --- Bom, muito obrigado, senhora. --- Não me chama de senhora, pelo amor de Deus, que me faz sentir uma coroa... me chama de Luísa, tá bem, meu anjo? --- Beleza, mas Luísa, você não é coroa nenhuma, você ainda tá no auge, além de ser uma gostosa (primeiro torpedo direto lançado).
Sentamos numa salinha bem decorada e bem chique enquanto a Luísa me trazia o café.
--- Hum, o café tá uma delícia, mas se não for incômodo, depois vou pedir uma água ou uma coca-bunda. --- Fica tranquilo, a primeira coca-bunda é de graça, mas as próximas vou te cobrar cinco reais a latinha >> Ela disse enquanto ria, os dentes dela eram branquíssimos e muito bem cuidados, dava pra ver que ela não fumava e que os dentes eram naturais e super cuidados. E se fossem postiços, a verdade é que não dava pra perceber. não traumatizava nem um pouco. — Bom, vamos aqui pra mesa, e você me explica a matéria que vocês tão vendo e a parte que você tem mais dificuldade, ok?
Fiquei explicando que o que eu tinha mais dificuldade era a parte de Campo Magnético e Eletrostática. A gente se despediu pra começar as aulas logo. No dia seguinte, fui na casa dela às cinco da tarde, tava um calorão, na casa dela não tinha ar condicionado, então tirei a camiseta e fiquei só de shorts de esporte, ela tava de biquíni, um biquíni de lycra bem justo porque tinha pegado sol na varanda, que rabo, meu Deus, que rabo que essa mulher tinha.
Depois de um tempo de aula, vi os bicos dos peitos marcando pelo biquíni, bem grandes, eu não conseguia tirar os olhos daquelas tetonas imensas, devia ser um tamanho 130 ou 140, e o mais importante, 100% naturais, sem aditivos nem conservantes, tudo natural como a vida, nada de silicone.
Ela me olhou e entendeu o que eu queria, a língua dela passou pelo canto dos lábios, enquanto ela abaixava devagar as alças do biquíni.
— Você gosta dos meus peitos, hein? — Sim, Luísa, gosto muito, são lindos.
Levantei da minha cadeira e me aproximei dela, abracei ela com as mãos massageando os peitos dela, e molhei um dedo com saliva pra começar a acariciar em círculos aqueles dois bicos, enquanto começava a beijar o pescoço dela, e sussurrar no ouvido dela que gostava muito dela, que ela era toda uma senhora e que eu adorava o corpo dela e que ela ia aproveitar um gatinho de 21 anos só pra ela.
Ela se levantou e ficou totalmente nua, mostrando uma buceta com um tufo de pelo em cima da ppk, mas depilada nos lábios, etc. Ela se encostou em mim sentindo o calor dos peitos enormes dela no meu corpo, peguei chantilly da geladeira e fui passando minha língua por todos os cantos do corpo dela, descendo devagar desde os peitos até o umbigo, o monte de Vênus, até chegar nas coxas dela, que beijei na parte interna. pra começar a sentir aquele calor que saía de lá de dentro, era como um inferno que me chamava aos gritos, não dava mais pra resistir, e minha língua começou a percorrer a dobra daqueles lábios e a explorar aquela buceta enorme, dava pra ver que ela tinha tido 3 filhos, mesmo assim tava bem cuidada aquela vagina já escorrendo de fluido. Ela sentou no sofá e eu de joelhos comecei a lamber os lábios dela e ver como aquele clitóris me chamava aos gritos com sua cor rosada, acariciei ele com a ponta da língua, pegando ele com meus lábios em formato de O e chupei suavemente aquele clitóris, lambi ele em círculos de um lado pro outro e na vertical de cima pra baixo enquanto sentia aquelas mãos macias daquela madura no meu cabelo, passei nata nos mamilos dela e na buceta dela e devorei ela inteira.
A verdade é que adoro chupar a buceta dela pelo tempo que for preciso, quantas vezes for preciso, de uma senhora que me peça, minha língua tá sempre pronta pra saborear o cheiro delicioso da buceta de uma mulher de verdade, desde que descobri minha paixão por milf, as novinhas deixaram de me interessar, de 18, 19 anos, que são umas criancinhas e nem sabem o que querem e tão sempre com umas frescuras.
O que eu mais gostei foi quando comecei a derramar o pote inteiro de óleo Johnson no corpo da Luisa e a gente começou a se esfregar ali no sofá, meu pau já tava como uma barra de ferro em brasa, tava doendo até, porque ainda tava dentro da minha cueca, me esfregava na barriga daquela senhora enquanto ela acariciava minha cabeça, meu pescoço e minhas costas, e eu chupava e chupava aqueles mamilos enormes tão duros e ao mesmo tempo tão gostosos.
Ela enfiou a mão por baixo da minha cueca e puxou meu membro pra fora, começou a acariciar ele bem devagar, sentindo as mãos dela deslizando na pele do meu pau encharcado de óleo Johnson, o que fazia a sensação ser especial.
Ela se ajoelhou na minha frente e, lambendo a glande com a língua como se fosse um sorvete dos mais doces, começou fazendo meu pau desaparecer entre aqueles lábios rosados com um brilho prateado, essa senhora tinha gosto e classe até pra pintar os lábios.
Com o óleo já estava bem lubrificada e ainda mais com a saliva da boca dela, que percorreu meu pau milímetro por milímetro, centímetro por centímetro, a base, o comprimento, a grossura... de repente ela se virou e ficou à vista aquela rabuda enorme... comecei a massagear os glúteos dela, enchendo de óleo, e também passando um óleo perfumado diferente que ela tinha, era um óleo com cheiro e gosto de banana, daqueles que vendem em sex-shops e usam pra massagem. Enfiei meu dedo indicador no cu dela, e nessa hora vi que ela aproveitou pra pegar numa gaveta da sala, perto do telefone, um saquinho plástico que tinha um consolador enorme de látex misturado com gelatina líquida ou algo assim, era preto e media uns 26 cm de comprimento por 6 de diâmetro, imenso...
— Come minha bunda enquanto enfia o vibrador
Aí coloquei umas pilhas como pude com uma mão enquanto a mão direita continuava com o indicador e o médio lubrificados de óleo e saliva, entrando e saindo do cu dela. A textura do consolador era alucinante, sério, cada dia fazem os brinquedos melhores, ainda lembro quando peguei um consolador da minha mãe, modelo anos 60 pelo menos, de plástico duro com bolinhas, nada real, parecia mais um foguete da NASA, principalmente porque o compartimento de plástico imenso que abrigava uma pilha daquelas grandonas de supermercado era quase maior que o brinquedo. Isso aqui era só um pedaço de pau preto com textura super real, com um compartimento minúsculo pra duas pilhas alcalinas pequenas e fininhas, isso sim era útil. Fui enfiando a rola de látex preta na buceta dela enquanto com minha língua comecei a lamber a bunda dela, era delicioso sentir o cheiro do rabo dela, aquele cheiro de mulher de verdade misturado com o cheiro de banana dos óleos. Enquanto isso, eu sentia a mão dela batendo uma pra mim. Eu já não aguentava mais, joguei o consolo de cock preta no sofá e comecei a meter com a bunda empinada naquela coroa. Adorava bater naqueles glúteos enormes a cada estocada..
— Mmm, continua, Oscar, como você faz bem.
A buceta dela parecia uma caverna quente que me prendia. Depois de meter, tava louco pra gozar. Ela se virou e, fazendo uma cubana com aqueles peitos, gozei sem chance neles, deixando-os encharcados com uns bons jatos de porra quente, grossa, que regaram generosamente todo o peito dela... Caí exausto no sofá, parecia que tava em outro planeta, mas o pau ainda não tinha amolecido quando a Luisa começou a lamber o leite que tinha sobrado em mim. Ela queria chupar até a última gota. Assim que me deixou duro de novo, minha pica montou em cima de mim e começou a cavalgar no meu sabre, que foi entrando no cu dela. Os peitos dela balançavam num ritmo frenético, e eu não resisti à tentação de lamber aqueles bicos enquanto minha pica entrava naquele cu.
Depois de comer o cu dela, avisei que ia gozar. Ela, com uma cara de safada que não dava pra aguentar, implorou pra eu gozar na boca dela. E eu não ia ser menos, então, de pé, com a Luisa de joelhos e a língua pra fora esperando meu licor gostoso, soltei vários jatos de porra, alojando na língua e na boca dela o máximo de leite possível, que a Luisa tratou de saborear com gosto.
— Mmm, que porra mais gostosa que você tem... é deliciosa, realmente uma das melhores que provei em muito tempo, tão quente e tão gostosa... — Ela dizia enquanto lambia o dedo indicador, recolhendo o que tinha caído no rosto dela. Entramos na banheira e tomamos banho. Enquanto nos ensaboávamos, ela aproveitou pra me pedir pra ficar de joelhos, e lá estava eu quando a Luisa começou a mijar no meu peito. O mijo quente dela se misturava com a água quente do chuveiro, batia no meu peito e escorria... sensação maravilhosa. Ensaboei ela, depois ela me ensaboou, e depois do banho a gente se jogou no sofá onde ela me convidou pra segunda coca-Booty da tarde, terminamos exaustos, então não conseguimos continuar dando aula naquele dia, fui pra casa muito feliz e contente.
--- Oi mãe, cheguei. Gritei no corredor de casa enquanto subia pro meu quarto e, jogado na poltrona, me servi um copo de uísque com coca-Booty bem gelado, um cuba-libre bem gelado pra saborear enquanto ouvia um dos meus discos favoritos do U2 e relaxei por um tempo.
--- Oscar, como foram as aulas com a Luísa? >> Minha mãe gritou pelo vão da escada que separa meu quarto do térreo
--- Ótimas, mãe... (uff, nem te conto...), foram ótimas, mãe, aprendi um monte de coisas hoje (a mais importante é que onde tem uma mulher quase cinquentona, autêntica, gostosa e real como a vida, disposta a passar um bom tempo de sexo gostoso com um jovem da minha idade, podem tirar todas aquelas meninas de plástico que aparecem na TV, siliconadas, cheias de cirurgia e super mega chatas)
Aqueles dois meses de verão passei na base de 2 ou 3 gozadas por cada visita à casa da Luísa, logicamente as aulas se estendiam muito além das duas horas previstas, chegando até uma tarde em que nem encontrei meus amigos e fiquei com a Luísa das cinco da tarde até as onze da manhã do dia seguinte, entre os peitos dela, entre campos magnéticos, entre a buceta deliciosa dela, entre fórmulas, entre o rabo dela, entre os lábios dela e entre cargas eletrostáticas e Leis de Kepler. Dormi lá com ela, e foi maravilhoso acordar nos braços de uma mulher madura na manhã seguinte, era real... não era um sonho.
Chegou setembro e acabaram minhas aulas com a Luísa, paguei todas as aulas e bem feliz que fiz isso, diferente do ano passado quando tive que pagar um playboyzinho de óculos que não sabia aproveitar a vida, que era feio, nerd e insuportável, que falava a mil por hora e no final ia reprovar de novo. Chegou minha prova e tirei 7,5, eu mesmo não acreditava, ainda lembro quando a Silvia, minha professora de física na faculdade, uma morena de 27 anos, me disse:
— Oscar, parabéns, fiquei surpresa positivamente porque dá pra ver que você não colou e que estudou muito esse verão e suou pra conseguir essa nota, você fez uma das melhores provas que já corrigi.
Claro que estudei e suei, mas não do jeito que ela imaginava... hehe.
É claro que a Luísa e eu continuamos de rolo, a gente se vê quando ela quer ou quando eu quero um pouco de companhia adulta, com uma mulher que sabe como tratar um jovem da minha idade. Ela agora é minha professora particular de Eletrônica e minha mestra no Sexo, a melhor mestra que um cara da minha idade poderia ter.
Espero que tenham gostado do post.
Depois de olhar vários anúncios na Biblioteca, na prefeitura e nos jornais, vi um que me chamou a atenção. Liguei pra ela e combinamos que eu iria visitá-la na casa dela às segundas e quartas, no meio da tarde, umas cinco horas. Cheguei numa casa chique, embora antiga, no bairro de Salamanca, em Lima. Ela era professora de Física e Química pra galera do COU e do BUP num colégio da zona sul de Lima. O nome dela era Luísa. Entrei na casa dela e me deparei com uma senhora autêntica de 49 anos, loira, com uns peitões enormes e uma bunda grande, do jeito que eu gosto, o que me deixou louco. E isso já foi o suficiente pra escolher ela como a candidata perfeita pra me dar aulas.
--- Olá, Óscar, vem, entra e fica à vontade. Quer um café? --- Bom, muito obrigado, senhora. --- Não me chama de senhora, pelo amor de Deus, que me faz sentir uma coroa... me chama de Luísa, tá bem, meu anjo? --- Beleza, mas Luísa, você não é coroa nenhuma, você ainda tá no auge, além de ser uma gostosa (primeiro torpedo direto lançado).
Sentamos numa salinha bem decorada e bem chique enquanto a Luísa me trazia o café.
--- Hum, o café tá uma delícia, mas se não for incômodo, depois vou pedir uma água ou uma coca-bunda. --- Fica tranquilo, a primeira coca-bunda é de graça, mas as próximas vou te cobrar cinco reais a latinha >> Ela disse enquanto ria, os dentes dela eram branquíssimos e muito bem cuidados, dava pra ver que ela não fumava e que os dentes eram naturais e super cuidados. E se fossem postiços, a verdade é que não dava pra perceber. não traumatizava nem um pouco. — Bom, vamos aqui pra mesa, e você me explica a matéria que vocês tão vendo e a parte que você tem mais dificuldade, ok?
Fiquei explicando que o que eu tinha mais dificuldade era a parte de Campo Magnético e Eletrostática. A gente se despediu pra começar as aulas logo. No dia seguinte, fui na casa dela às cinco da tarde, tava um calorão, na casa dela não tinha ar condicionado, então tirei a camiseta e fiquei só de shorts de esporte, ela tava de biquíni, um biquíni de lycra bem justo porque tinha pegado sol na varanda, que rabo, meu Deus, que rabo que essa mulher tinha.
Depois de um tempo de aula, vi os bicos dos peitos marcando pelo biquíni, bem grandes, eu não conseguia tirar os olhos daquelas tetonas imensas, devia ser um tamanho 130 ou 140, e o mais importante, 100% naturais, sem aditivos nem conservantes, tudo natural como a vida, nada de silicone.
Ela me olhou e entendeu o que eu queria, a língua dela passou pelo canto dos lábios, enquanto ela abaixava devagar as alças do biquíni.
— Você gosta dos meus peitos, hein? — Sim, Luísa, gosto muito, são lindos.
Levantei da minha cadeira e me aproximei dela, abracei ela com as mãos massageando os peitos dela, e molhei um dedo com saliva pra começar a acariciar em círculos aqueles dois bicos, enquanto começava a beijar o pescoço dela, e sussurrar no ouvido dela que gostava muito dela, que ela era toda uma senhora e que eu adorava o corpo dela e que ela ia aproveitar um gatinho de 21 anos só pra ela.
Ela se levantou e ficou totalmente nua, mostrando uma buceta com um tufo de pelo em cima da ppk, mas depilada nos lábios, etc. Ela se encostou em mim sentindo o calor dos peitos enormes dela no meu corpo, peguei chantilly da geladeira e fui passando minha língua por todos os cantos do corpo dela, descendo devagar desde os peitos até o umbigo, o monte de Vênus, até chegar nas coxas dela, que beijei na parte interna. pra começar a sentir aquele calor que saía de lá de dentro, era como um inferno que me chamava aos gritos, não dava mais pra resistir, e minha língua começou a percorrer a dobra daqueles lábios e a explorar aquela buceta enorme, dava pra ver que ela tinha tido 3 filhos, mesmo assim tava bem cuidada aquela vagina já escorrendo de fluido. Ela sentou no sofá e eu de joelhos comecei a lamber os lábios dela e ver como aquele clitóris me chamava aos gritos com sua cor rosada, acariciei ele com a ponta da língua, pegando ele com meus lábios em formato de O e chupei suavemente aquele clitóris, lambi ele em círculos de um lado pro outro e na vertical de cima pra baixo enquanto sentia aquelas mãos macias daquela madura no meu cabelo, passei nata nos mamilos dela e na buceta dela e devorei ela inteira.
A verdade é que adoro chupar a buceta dela pelo tempo que for preciso, quantas vezes for preciso, de uma senhora que me peça, minha língua tá sempre pronta pra saborear o cheiro delicioso da buceta de uma mulher de verdade, desde que descobri minha paixão por milf, as novinhas deixaram de me interessar, de 18, 19 anos, que são umas criancinhas e nem sabem o que querem e tão sempre com umas frescuras.
O que eu mais gostei foi quando comecei a derramar o pote inteiro de óleo Johnson no corpo da Luisa e a gente começou a se esfregar ali no sofá, meu pau já tava como uma barra de ferro em brasa, tava doendo até, porque ainda tava dentro da minha cueca, me esfregava na barriga daquela senhora enquanto ela acariciava minha cabeça, meu pescoço e minhas costas, e eu chupava e chupava aqueles mamilos enormes tão duros e ao mesmo tempo tão gostosos.
Ela enfiou a mão por baixo da minha cueca e puxou meu membro pra fora, começou a acariciar ele bem devagar, sentindo as mãos dela deslizando na pele do meu pau encharcado de óleo Johnson, o que fazia a sensação ser especial.
Ela se ajoelhou na minha frente e, lambendo a glande com a língua como se fosse um sorvete dos mais doces, começou fazendo meu pau desaparecer entre aqueles lábios rosados com um brilho prateado, essa senhora tinha gosto e classe até pra pintar os lábios.
Com o óleo já estava bem lubrificada e ainda mais com a saliva da boca dela, que percorreu meu pau milímetro por milímetro, centímetro por centímetro, a base, o comprimento, a grossura... de repente ela se virou e ficou à vista aquela rabuda enorme... comecei a massagear os glúteos dela, enchendo de óleo, e também passando um óleo perfumado diferente que ela tinha, era um óleo com cheiro e gosto de banana, daqueles que vendem em sex-shops e usam pra massagem. Enfiei meu dedo indicador no cu dela, e nessa hora vi que ela aproveitou pra pegar numa gaveta da sala, perto do telefone, um saquinho plástico que tinha um consolador enorme de látex misturado com gelatina líquida ou algo assim, era preto e media uns 26 cm de comprimento por 6 de diâmetro, imenso...
— Come minha bunda enquanto enfia o vibrador
Aí coloquei umas pilhas como pude com uma mão enquanto a mão direita continuava com o indicador e o médio lubrificados de óleo e saliva, entrando e saindo do cu dela. A textura do consolador era alucinante, sério, cada dia fazem os brinquedos melhores, ainda lembro quando peguei um consolador da minha mãe, modelo anos 60 pelo menos, de plástico duro com bolinhas, nada real, parecia mais um foguete da NASA, principalmente porque o compartimento de plástico imenso que abrigava uma pilha daquelas grandonas de supermercado era quase maior que o brinquedo. Isso aqui era só um pedaço de pau preto com textura super real, com um compartimento minúsculo pra duas pilhas alcalinas pequenas e fininhas, isso sim era útil. Fui enfiando a rola de látex preta na buceta dela enquanto com minha língua comecei a lamber a bunda dela, era delicioso sentir o cheiro do rabo dela, aquele cheiro de mulher de verdade misturado com o cheiro de banana dos óleos. Enquanto isso, eu sentia a mão dela batendo uma pra mim. Eu já não aguentava mais, joguei o consolo de cock preta no sofá e comecei a meter com a bunda empinada naquela coroa. Adorava bater naqueles glúteos enormes a cada estocada..
— Mmm, continua, Oscar, como você faz bem.
A buceta dela parecia uma caverna quente que me prendia. Depois de meter, tava louco pra gozar. Ela se virou e, fazendo uma cubana com aqueles peitos, gozei sem chance neles, deixando-os encharcados com uns bons jatos de porra quente, grossa, que regaram generosamente todo o peito dela... Caí exausto no sofá, parecia que tava em outro planeta, mas o pau ainda não tinha amolecido quando a Luisa começou a lamber o leite que tinha sobrado em mim. Ela queria chupar até a última gota. Assim que me deixou duro de novo, minha pica montou em cima de mim e começou a cavalgar no meu sabre, que foi entrando no cu dela. Os peitos dela balançavam num ritmo frenético, e eu não resisti à tentação de lamber aqueles bicos enquanto minha pica entrava naquele cu.
Depois de comer o cu dela, avisei que ia gozar. Ela, com uma cara de safada que não dava pra aguentar, implorou pra eu gozar na boca dela. E eu não ia ser menos, então, de pé, com a Luisa de joelhos e a língua pra fora esperando meu licor gostoso, soltei vários jatos de porra, alojando na língua e na boca dela o máximo de leite possível, que a Luisa tratou de saborear com gosto.
— Mmm, que porra mais gostosa que você tem... é deliciosa, realmente uma das melhores que provei em muito tempo, tão quente e tão gostosa... — Ela dizia enquanto lambia o dedo indicador, recolhendo o que tinha caído no rosto dela. Entramos na banheira e tomamos banho. Enquanto nos ensaboávamos, ela aproveitou pra me pedir pra ficar de joelhos, e lá estava eu quando a Luisa começou a mijar no meu peito. O mijo quente dela se misturava com a água quente do chuveiro, batia no meu peito e escorria... sensação maravilhosa. Ensaboei ela, depois ela me ensaboou, e depois do banho a gente se jogou no sofá onde ela me convidou pra segunda coca-Booty da tarde, terminamos exaustos, então não conseguimos continuar dando aula naquele dia, fui pra casa muito feliz e contente.
--- Oi mãe, cheguei. Gritei no corredor de casa enquanto subia pro meu quarto e, jogado na poltrona, me servi um copo de uísque com coca-Booty bem gelado, um cuba-libre bem gelado pra saborear enquanto ouvia um dos meus discos favoritos do U2 e relaxei por um tempo.
--- Oscar, como foram as aulas com a Luísa? >> Minha mãe gritou pelo vão da escada que separa meu quarto do térreo
--- Ótimas, mãe... (uff, nem te conto...), foram ótimas, mãe, aprendi um monte de coisas hoje (a mais importante é que onde tem uma mulher quase cinquentona, autêntica, gostosa e real como a vida, disposta a passar um bom tempo de sexo gostoso com um jovem da minha idade, podem tirar todas aquelas meninas de plástico que aparecem na TV, siliconadas, cheias de cirurgia e super mega chatas)
Aqueles dois meses de verão passei na base de 2 ou 3 gozadas por cada visita à casa da Luísa, logicamente as aulas se estendiam muito além das duas horas previstas, chegando até uma tarde em que nem encontrei meus amigos e fiquei com a Luísa das cinco da tarde até as onze da manhã do dia seguinte, entre os peitos dela, entre campos magnéticos, entre a buceta deliciosa dela, entre fórmulas, entre o rabo dela, entre os lábios dela e entre cargas eletrostáticas e Leis de Kepler. Dormi lá com ela, e foi maravilhoso acordar nos braços de uma mulher madura na manhã seguinte, era real... não era um sonho.
Chegou setembro e acabaram minhas aulas com a Luísa, paguei todas as aulas e bem feliz que fiz isso, diferente do ano passado quando tive que pagar um playboyzinho de óculos que não sabia aproveitar a vida, que era feio, nerd e insuportável, que falava a mil por hora e no final ia reprovar de novo. Chegou minha prova e tirei 7,5, eu mesmo não acreditava, ainda lembro quando a Silvia, minha professora de física na faculdade, uma morena de 27 anos, me disse:
— Oscar, parabéns, fiquei surpresa positivamente porque dá pra ver que você não colou e que estudou muito esse verão e suou pra conseguir essa nota, você fez uma das melhores provas que já corrigi.
Claro que estudei e suei, mas não do jeito que ela imaginava... hehe.
É claro que a Luísa e eu continuamos de rolo, a gente se vê quando ela quer ou quando eu quero um pouco de companhia adulta, com uma mulher que sabe como tratar um jovem da minha idade. Ela agora é minha professora particular de Eletrônica e minha mestra no Sexo, a melhor mestra que um cara da minha idade poderia ter.
Espero que tenham gostado do post.
2 comentários - La profe de física