um boquete PELO MERCADO LIVRE
Isso que vou narrar agora aconteceu há não mais que algumas semanas. Depois de ter publicado meu primeiro conto.http://www.poringa.net/posts/relatos/2456212/Clarita-y-Sofia-primera-vez-juntas-Relato-erotico-real.htmFaz um bom tempo, achei na hora certa de contar essa nova experiência sexual, já que aquele primeiro relato teve uma aceitação muito boa.
Antes de continuar, quero avisar que talvez a introdução seja um pouco longa. Não é minha intenção entediar vocês, mas acho essa introdução necessária não só para situar vocês na história, mas porque estou narrando os fatos exatamente como aconteceram. E também porque não é do meu estilo fazer um relato que só fale "pau, buceta, cu" e tal, gosto de dar conteúdo ao relato.
Indo ao que interessa, como eu comentava, não faz mais de um mês tive a infeliz ideia de colocar o celular no bolso de trás da calça jeans. Não costumo colocá-lo ali, infelizmente, num momento em que me sentei ouvi um "crack" e automaticamente percebi o que tinha acontecido. Usei ele por um tempo com a tela toda quebrada, e não satisfeito com isso, pra completar a desgraça, novamente uns dias depois, enquanto fazia malabarismo num banheiro de uma balada pra mijar, ele caiu de novo. Conclusão: tinha que comprar um celular novo.
Nas minhas longas horas fazendo nada no trabalho, aproveitei todo esse tempo ocioso pra procurar no Mercado Livre. Depois de um bom tempo, encontrei um anúncio de um vendedor com boa reputação e que, segundo dizia, ficava numa área perto do meu trabalho. Um celular Samsung Galaxy S4, usado mas nas fotos parecia impecável. Foi assim que fiz uma oferta e na hora recebi um e-mail com os dados do vendedor.
Naquele instante, meu chefe me chamou pra encher o saco com alguma tarefa, estava nisso quando um celular tocou. O som vinha do meu escritório e demorei a perceber que era o toque do celular velho de reserva que eu estava usando. Fui correndo, quase não consegui atender a chamada de um número que não estava salvo.
- Alô
- Alô, sim, com a Clara?
- Sim, sou eu, quem é?
- Ah, beleza, meu Meu nome é Ivan, você me ofereceu um celular no Mercado Livre agora há pouco?
Aí me lembrei que tinha acabado de comprar um celular.
– Ah sim – respondi – Como é que a gente faz? Eu, de segunda a sexta, tô pela região de Palermo desde de manhã até umas 16h, mais ou menos.
– Show, eu tô na Recoleta, posso levar até você e tudo, amanhã se te servir.
– Beleza, perfeito, às 4 dá pra você?
– Fechado, Clara, sim, me passa o endereço.
– Avenida Cerviño XXX, entre XXX e XXX.
– Fechado, prazer, Clara, até amanhã.
– Um abraço, a gente se vê.
Continuei com minhas coisas, esperando ansiosa pelo dia seguinte, não aguentava mais aquele celular velho que mal mandava mensagem de texto.
Finalmente, no outro dia, perto do horário combinado, quando já tava guardando minhas coisas pra ir embora, tocou meu celular polifônico.
– Oi
– É a Clara?
– Ah, sim, como cê tá?
– Bem, tô aqui na esquina, na Cerviño, um Peugeot azul.
– Ah, show, já tô descendo.
Saí e demorei uns segundos pra achar o carro, porque não sabia em qual das quatro esquinas ele tava, mas finalmente vi e me aproximei. Ele abriu a porta do carona.
– Desculpa, mas dá pra gente ir pra algum lugar? – Perguntei. Não tava afim de entrar no carro de um estranho.
– Sobe tranquila, não sou um assassino em série que escolhe as vítimas pelo Mercado Livre. – Respondeu. Achei a resposta engraçada e entrei no carro, Ivan se apressou pra me dar um beijo na bochecha que me pegou de surpresa.
– Então, ó, aqui tá o celular, cê vai ver que tá como novo – Disse enquanto tirava do bolso e me entregava.
Olhei por cima e concordei. Tava em bom estado. Dei uma olhada nele.
– É que era da minha namorada e ela não usou nem 2 meses porque trouxeram um iPhone da Colômbia pra ela, então esse tava parado aqui sem uso faz uns 7 ou 8 meses. – Completou.
– Show, me espera que já te pago. – Falei enquanto remexia na minha bolsa. Peguei o maço de dinheiro que tinha separado e entreguei pra ele.
– Contou. tranquilo.
-Jaja, nah, se você tá falando que aqui tem $3500 certinho, eu acredito em você
-Jeje, conta logo, vai, assim eu fico tranquila
-Bom, só pra te agradar, porque pra uma mina como você não dá pra dizer não. -Ele respondeu, com uma risada misteriosa, e começou a contar as notas
-Beleza, tá perfeito Clara, então fechamos assim, qualquer coisa que você precisar ou dúvida que tiver, é só me ligar que você já tem meu número, ok?
-Fechou, show
-E aí, o que você vai fazer agora? Precisa de carona pra algum lugar? -Ele perguntou.
-Não, tô de boa, valeu! -Respondi saindo do carro
-Ok Clara, foi um prazer, beijos!
Fui pra parada de ônibus pra ir pra casa. No caminho, até pensei em ficar mexendo no celular, mas acabei dormindo. Sonhei que tava numa praia com o cara que me vendeu o celular. Acordei e fiquei pensando no sonho e no menino. A real é que ele era muito, mas muito gostoso, concluí que a parada da praia devia ter a ver com o estilo surfista dele. Cheguei em casa, dormi mais um pouco, tomei banho, jantei e fiquei vendo TV. Aí lembrei do celular, tanto que me apressei pra conseguir ele e agora tinha deixado largado. Fui buscar na bolsa e levei pra cama, comecei a mexer. O celular já tinha uma conta de e-mail com nome de mulher, achei que devia ser da namorada do vendedor. Pensei em resetar, mas me deu preguiça de perder um monte de aplicativo que vi que tinha instalado, então só adicionei a minha conta, tava precisando instalar o Whatsapp.
Depois disso, coloquei o papo em dia com minhas amigas (hoje em dia, uns dias sem whatsapp são fatais) e continuei fuçando o aparelho. Aí descobri um aplicativo chamado KeepSafe. Não sabia o que era, então abri, pediu uma senha que obviamente eu não sabia. Pesquisei na internet pra ver o que era esse app, e como o nome sugere, era pra manter seguras (e escondidas) fotos e vídeos. Isso Isso me intrigou poderosamente. Quis colocar "recuperar senha", mas fiquei com medo de que chegasse algum aviso no e-mail da fulana. Tentei colocar 0000, nada… 1234, também não, coloquei 3210 e… voilà… o aplicativo abriu. Se desdobraram diante dos meus olhos infinitas fotos pornô e também alguns vídeos. À primeira vista, reconheci o Ivan e uma garota que devia ser a ex-dona da minha recente aquisição. Ela era uma morena, muito bonita de rosto, aparentemente não muito alta, com uns peitos médios e uma bunda que seria a inveja de qualquer vedete de TV, e uma inveja parecida me invadiu. Tinham fotos transando com meu vendedor, e aí está o dado que me importava: a pica do Ivan tinha um tamanho descomunal. Era extremamente grossa e com um comprimento importantíssimo, reta e com a veia marcada. Fiquei molhada na hora. Tirei a tanga por baixo dos lençóis e me preparei para continuar olhando, meu coração tinha acelerado e tinha material de sobra. O colar de fotos da namorada do Ivan não me importava, a maioria era selfie da bunda, se abrindo a buceta, etc., fotos como as que eu também tirava para algum namorado ocasional. Me importavam aquelas onde aparecia a pica enorme do Ivan, mas eram as menos. Comecei a me tocar devagar no clitóris e a abrir os lábios, o lençol me incomodava, me descobri e tirei a camiseta para poder amassar os peitos à vontade. Chegavam mensagens no meu WhatsApp, mas eu já estava em outra, fui para os vídeos. O Ivan comia ela com uma força que não sei se já me comeram alguma vez assim, puxava o cabelo dela e ela aguentava as investidas daquela pica terrível aos gritos, tinha muitos vídeos assim, curtinhos ou ela montando nele enquanto os peitos balançavam para todos os lados. Nessa altura, já tinha enfiado 3 dedos na buceta, era todo um mar de fluxo e por um instante fiquei triste por saber que quando terminasse teria que trocar o lençol porque não ia dormir em cima daquele cheiro. usa a palavra: buceta molhada. Só faltava um pouquinho pra eu gozar, era só acelerar o movimento, mas ao contrário, eu fiz mais devagar, tava puta que nem sei, mas não queria que acabasse já, tinha mais um vídeo de quase 11 minutos. Começava com Ivan se filmando e dizendo "vou mostrar como a cock cabe na puta da minha namorada". Isso me chocou..."vou mostrar"...será que ele pensava em postar em algum lugar pra outros verem com o consentimento dela? Enfim, a sequência continuava com a namorada de joelhos, engatinhou uns metros até onde Ivan tava sentado com a cock maravilhosa dele dura e começou a lamber os ovos dele por baixo com uma dedicação foda. Só lambia os ovos, ainda não tinha tocado no tronco, minha buceta era fogo. Ela deslizou a língua finalmente pelo tronco enorme, Ivan soltava uns grunhidos roucos que mostravam que tava mais que gostoso pra ele aquele oral. Ela enfiou a cabeça inteira na boca, Ivan se contorceu e a imagem saiu do foco por um instante. Aí se ouve um diálogo, -O que você quer que eu faça com essa cock? -Que me faça chorar- Ela responde, com a voz abafada. Dito isso, Ivan agarrou ela pelos cabelos com violência e enfiou 2 dedos na boca dela, a namorada deu uma ânsia e ele levou ela até a cock, empurrava a cabeça dela o mais fundo que ela aguentava -Me olha, puta- Ele ordenava. Ela com um esforço danado olhava, era uma sinfonia de ânsias, pensei que ela ia vomitar a cock, mas parecia que ela tinha prática. Quando ela tava quase se afogando, Ivan empurrou ela pra trás, ela deu um grito e um fio longo de baba fez de ponte entre a boca dela e o pedaço dele. Ela olhava pra ele com os olhos arregalados, a cock dele brilhava sob a luz do flash coberta na saliva dela. Essa manobra se repetiu umas 3 ou 4 vezes, Ivan às vezes mandava ela não usar as mãos, outra vez pedia que além de chupar, ela batesse uma, e segurava a cabeça dela. enfiada no pau dele, ela controlava o reflexo de engasgo e, exatamente como ele tinha prometido, os olhos dela lacrimejavam como se tivesse perdido um parente.
Nas duas últimas vezes, ele bateu impiedosamente umas punhetadas na cara dela que soavam como tapas, mas que pareciam fasciná-la. Isso por último me deixou completamente louca e gozei que nem uma desvairada, antes mesmo de ele encher a boca dela de porra no vídeo.
Terminei exausta e naquele exato instante soube que queria ver o Ivan e que ele abrisse minha buceta no meio como se fosse um pão de forma, mas mais ainda me excitava a ideia de ele me forçar a chupar o pau dele bestialmente com aquela violência. Adormeci pensando nisso e me toquei pela segunda vez.
Passaram-se uns dias e eu não parava de pensar no vendedor e no termo que ele carregava entre as pernas; no que restava da semana, já tinha me tocado mais três vezes vendo os vídeos, mas sempre explodia com o da chupada de pau, me imaginando no lugar da namorada.
Pensei que tinha que arrumar alguma desculpa pra vê-lo de novo e, embora tenha reparado obviamente que ele tinha parceira, isso não ia me parar, eu queria aquele pau.
Tendo passado pouco menos de uma semana, um dia na hora do almoço criei coragem e liguei pra ele.
— Oi.
— Oi, Ivan?
— Sim, quem fala?
— Clara, a garota pra quem você vendeu o celular. — Pensei que ele não tinha salvado meu número e quase fiquei puta com isso.
— Ah, Clara, sim, o que cê tá dizendo... fala, aconteceu algo com o phone? Olha, você viu, tava como novo — ele se adiantou.
— Não, tranquilo, é só que ele tá muito pesado e ainda aparece que a memória tá cheia, mas eu não carreguei nada, pensei que talvez você pudesse tirar uns aplicativos, porque eu não tenho muita habilidade — menti.
Fez-se um silêncio e naquela pausa eu descobri que, ao dizer que a memória tava cheia, sem querer dei a entender que o celular tava lotado de pornô caseiro, embora isso não fosse motivo pra nada, o aparelho funcionava maravilhosamente. bem
—Entendo, se você quiser a gente se encontra hoje e dou uma olhada, não sei se você consegue hoje — respondeu
—Sim, beleza, às 4? — perguntei enquanto sentia um choque elétrico que sacudiu minha buceta
—Beleza, perfeito, beijo
—Beijo
Desliguei e, inexplicavelmente, fiquei nervosa. Faltavam 3 horas até as quatro da tarde e ia parecer uma eternidade. Nunca tinha dado em cima de um cara do jeito que ia fazer daqui a pouco, tava acostumada a ser o contrário. Ficava pensando no momento do encontro e já sentia minha buceta pulsar, nem por um segundo deixava espaço pra possibilidade do Ivan me rejeitar
Finalmente o relógio deu 4, saí do trabalho e olhei pros dois lados, o carro do Ivan tava estacionado ali, ele me viu e fez um sinal, eu concordei com a cabeça e me aproximei um caco de nervos
—Oi — cumprimentei enquanto abria a porta do carro e entrava
—Oi, como vai? — respondeu, ao mesmo tempo que se aproximava pra me dar um beijo
—Bem, tudo bem
—Cansada do trabalho? — perguntou com uma curiosidade que me soou falsa
—Não, nem tanto — respondi. Não era mentira, não tinha feito quase nada no meu dia de trabalho
—Bom, Clara, me passa o celular que a gente vê o que ele tem
—Beleza, sim, aqui tá — estendi o celular pra ele. —Não é que esteja ruim, é que parece que tá lento, e o gerenciador de arquivos diz que tá quase cheio, mas juro que não baixei quase nada, nem tirei fotos…
De novo o silêncio da parte dele, que com certeza tava reparando de novo no material pornô guardado no celular e que tinha ele como protagonista. Esse argumento seria minha porta de entrada, já tinha planejado tudo direitinho durante as horas anteriores.
—Entendo — disse Ivan depois da pausa. —Vou te pedir uma coisa, Clara, te importa de ir comprar um refrigerante pra mim enquanto eu faço isso? — Aí entendi que o que ele queria era apagar aquelas fotos e vídeos sem que eu ficasse olhando a tela
—Beleza, sim, qualquer refrigerante? — respondi rápido, tinha decidido dar em cima dele na volta do recado
—Sim, qualquer um mas que não seja light, espera, foda-se o dinheiro
- Não, não precisa
Fui comprar numa banca que era na esquina pensando nas palavras certas que ia usar e imaginando a situação. Comprei um chiclete que mastigava com paciência, passando de um lado pro outro da língua enquanto não parava de pensar no que ia rolar. Abri a porta do carro
- Toma, Coca normal tá bom?
- Sim, ótimo, valeu, quanto te devo?
- Falei que não precisa – Respondi com um sorriso. – Já tá o celular? – Completei
- Já já, já limpei tudo, cê tinha razão que tava meio lento, vacilo meu não ter checado antes, mil desculpas – Ele disse todo aflito
- De boa – Respondi meio nervosa porque, de acordo com meu plano, o momento tava chegando
- Então Clara, aqui tá – Ele disse enquanto me devolvia o celular
- E o que que tinha? – Perguntei sabendo que era a pergunta que ia levar pra situação que eu queria chegar
- Ehhh, não, não sei, passei um aplicativo que limpava – Ivan gaguejou
- Me desculpa, Ivan, tenho que te falar uma coisa – Finalmente tinha chegado a hora. – Vi que tinha um monte de foto e vídeo no celular, não consegui evitar, só que não tive coragem de apagar por cê talvez querer guardar, mas imagino que era isso que tava ocupando a memória do celular.
Pronto, falei, Ivan tava de olho arregalado e vermelho de vergonha
- Ehh... ehhh... ss—sim, não sei o que te dizer, Clara, tô morrendo de vergonha, achei que minha namorada tinha apagado – Ivan parecia sinceramente arrependido – Deixa eu te devolver o dinheiro
- Hahaha! – Soltei uma gargalhada, essa última parte me encheu de ternura.
- Não, não ri, juro que tô morrendo, não sei como cê fez pra ver essas fotos porque tavam escondidas, mas fora isso, me fala o que posso fazer pra compensar essa merda que cê teve que ver porque juro que tô morrendo de vergonha.
- Tentei umas senhas idiotas e funcionou, também não ia ficar dois dias tentando, foi só curiosidade, mas não fica com vergonha – Falei
- Não, tudo bem deixa eu te dar a grana, por favor – insistia Ivan, enquanto eu decidia que minha próxima resposta teria o efeito surpresa que eu precisava pra finalmente poder comer a pica do cara.
– E QUE TAL SE EM VEZ DE ME DAR GRANA VOCÊ ME DÁ SUA PICA?
Ivan me olhou atônito, a cara dele era uma mistura de espanto e horror.
– Como? Que que cê tá falando? – Ele tava realmente chocado.
– Isso, que eu vi os vídeos e fiquei doida de tesão e quero chupar sua pica. Melhor dizendo, quero que você me faça chupar sua pica igual você fazia sua namorada chupar – completei com toda firmeza.
Ivan continuava me encarando sem reação, tinha ficado sem resposta. Ele me olhou e finalmente reagiu, se inclinou pro meu banco, me pegou pela nuca e me beijou. Aquela segurança no movimento dele me excitou. Passei o braço em volta dele e deixei ele fazer, ele enfiou a língua na minha boca com a pressão certa. Sem nenhum pingo de timidez, começou a apalpar meus peitos por cima do vestido, eu sentia os bicos duros. Continuou beijando meu pescoço e eu já tava com a calcinha encharcada, fiquei ainda mais molhada quando apalpei o volume dele e senti enorme. Ivan enfiou a mão por baixo do meu vestido e começou a acariciar minha buceta por cima da calcinha, com um movimento hábil ele puxou ela de lado e começou a me punhetar, nós dois estávamos loucos enquanto nos comíamos de beijo.
– Como você me conquistou, gostosa, desde que te vi na primeira vez – disse Ivan num tipo de confissão.
– Você também me conquistou – respondi, enquanto ia desabotoando a calça dele. Ficava com água na boca e a buceta molhada de pensar que em instantes ia estar devorando aquele pedaço, e estar estacionados numa rua de Palermo não era algo que freasse minha excitação, na verdade aumentava.
Ivan me segurava pelo pescoço, me inclinei e tirei a pica dele de dentro da calça. Finalmente tava na minha mão e não cabia, não podia acreditar que enfim via aquele pauzão ao vivo e a cores. Sentia minha buceta toda viscosa, poucas vezes tinha ficado tão molhada assim. Bastou eu punhetar ele umas duas vezes pra ficar toda dura. Passei o cabelo pra um lado, sorri com minha melhor cara de puta e comecei a lamber ela de lado. Ivan gemeu de prazer igual eu tinha ouvido no vídeo. Eu tava fascinada, lambia e engolia saliva, queria saborear cada centímetro daquela pica deliciosa. Eu continuava lambendo de lado e passando os lábios como se fosse uma gaita, de repente Ivan me interrompeu:
— Por favor, enfia ela toda na boca.
O “por favor” não me agradou nem um pouco e deixei claro:
— Ivan, você não entendeu por que a gente tá aqui, não quero que você me peça por favor, quero que você me obrigue e me trate do mesmo jeito que trata sua namorada. — Ivan sorriu e pareceu ter entendido.
— Enfia a pica toda na boca, chupador de pica, puta de merda! — Ordenou. Fiquei louca e envolvi a cabeça dele toda com minha boca. Desci o máximo que pude, mas aquela porra era enorme, faltava mais da metade pra engolir e eu tava dando meu melhor. Senti a cabeça da pica tocar minha campainha e tive um engasgo, como um reflexo tirei a pica da boca. Ivan me olhou sério:
— Isso é tudo que você consegue fazer, puta? Acho que você precisa chupar muito mais pica pra aprender.
Sem dizer mais nada, me agarrou pelo pescoço me puxando pra baixo e com a outra mão segurou a pica e esfregou ela no meu rosto inteiro. Eu tava louca de tesão com esse tratamento, mas também sofria pela minha maquiagem, já devia estar com todo o rímel borrado.
— Abre a boca e engole ela toda, até o fundo! — Ordenou de novo. Ignorei e enfiei o tronco dele o máximo que pude. Mal devo ter avançado uns milímetros da primeira vez que tentei e senti outro engasgo. Tentei me soltar, mas Ivan me segurava firme contra a pica dele. Meus olhos lacrimejavam e eu sentia o gosto salgado dos fluidos dele misturados com minha saliva, tava quase vomitando. O filho da puta apertou meu nariz, coisa que não vi ele fazer com a namorada nos vídeos. Não conseguia respirar e quando já não aguentava mais, ele me soltou. Eu me Me sentia recontra puta como nunca na minha vida e tava extasiada, mesmo que, como falei, sentia que ia vomitar a pica dele a qualquer momento. Olhei pra ele com os olhos vidrados, cheios de lágrima.
— Não aguento mais — falei com um fio de voz.
— Haha, se a gente acabou de começar. Lambe bem minhas bolas.
Nem precisava ter me puxado pela nuca e me guiado pra lá, porque eu ia fazer isso sozinha de qualquer jeito, mas ele fez, e cada pequeno gesto de dominação me excitava mais e mais. Eu já reconhecia meu próprio cheiro de buceta excitada, tava um mar lá embaixo. Levantei a pica dele pra ficar mais confortável e comecei a lamber as bolas. Enfiava uma de cada vez na boca e chupava, deixava elas bem babadas. Ivan me interrompeu de novo:
— Já descansou, puta, volta a chupar ela, bate uma pra mim direitinho.
Me preparei pra chupar então, sem enfiar até o fundo. Eu lambia com todo meu amor, a cabeça e o tronco, alternava a intensidade e a velocidade das lambidas, batia uma pra ele e isso me ajudava a fazer um limite pra não me afogar. Ivan se contorcia de prazer e eu sentia que tava fazendo o melhor boquete da minha vida.
— Como você faz bem, garota doce, como você chupa, vai me fazer gozar — falou Ivan enquanto fechava os olhos e reclinava a cabeça. Eu só queria tomar toda aquela porra gostosa e sentir ela escorrer pela minha garganta sem desperdiçar uma gota.
— Tudo de novo até o fundo — falou do nada. Me pegou de novo pelos cabelos e enfiou a pica até o fundo. Eu segurava a respiração pra não me afogar, nunca tinha chorado assim. Uma e outra vez sentia os engasgos, fazia força pra cima mas era inútil, só quando Ivan quisesse ia me dar um respiro. De novo tava à beira de desmaiar quando Ivan, do jeito que me segurava pelos cabelos, teve pena de mim e tirou a pica da minha boca. Brotava uma quantidade enorme de saliva que derramei na pica dele. Ivan começou a me dar aquelas pinceladas deliciosas que, com a grossura do membro dele, equivaliam a um tapa. Na bochecha direita, depois na esquerda, perdi a conta de quantas porradas eu levei e ele enterrou a pica de novo até o fundo. Eu pensava, enquanto a pica ia entrando lá no fundo da minha garganta, que minha cara devia estar um lixo entre o rímel borrado, o que eu tinha chorado e as porradas impiedosas que eu tava tomando. De novo os engasgos e, se não fosse pelo tesão desgraçado e enorme que eu sentia, quase que eu me arrependia porque tava exausta. Ivan usava minha boca como se fosse uma buceta, me segurava pela cabeça e me comia sem piedade. A cada estocada um engasgo, um monte de saliva pra todo lado e meus olhos não paravam de lacrimejar. Não só tinha me proibido de usar as mãos, como tinha dado na telha dele que eu colocasse elas atrás das costas, tava completamente indefesa.
- Vou gozar, Clara, vou encher sua boca de porra. - Ele me avisou. Eu fiz um som parecido com um sim com a boca cheia de pica e quase que fiquei feliz porque já não aguentava mais. Os movimentos do Ivan começaram a ficar mais intensos, em cada metida que ele dava na minha boca ele se desgrudava um pouco mais do banco e eu sentia que a descarga de porra era iminente. Não me enganei, Ivan deu um grito enquanto esvaziava toda a porra da pica dele na minha boca. Era grossa, quente e abundante. Não lembro de ter curtido tanto antes o gosto do sêmen. Senti um engasgo mais forte que os outros e tive que fazer um esforço do caralho pra não vomitar tudo. Ivan parou de fazer força apertando minha cabeça e eu, quando me certifiquei de que tinha bebido até a última gota, me soltei. Tava acabada e me apoiei no encosto, ofegando, exausta. Ivan também respirava agitado. Ficamos um minuto assim, em silêncio, Ivan segurava a cabeça, de repente me olhou e riu.
- Não é possível isso, foi terrível. - Ele disse. Eu me recostei e me olhei no espelho retrovisor, tava um desastre. —Minha cara tá horrível —exclamei. Peguei uns lencinhos demaquilantes e uns lenços de papel da bolsa e comecei a me limpar. Ivan pegou uma garrafa d'água de um compartimento do lado da porta, deu uns goles e me ofereceu, eu bebi com sede.
—Clara, isso foi terrível mesmo, vamos pra um hotel, quero te comer. —Nisso percebi que minha buceta tava em chamas e eu não tinha gozado, mas naquele momento tava mais preocupada com minha cara.
—Juro que agora não dá, tenho que voltar pra casa. —Era verdade, tinha um aniversário daqui a pouco.
—Vamos nos ver de novo, quero te comer, você é uma fera, gata.
—Também quero te comer —falei enquanto prendia o cabelo.
—Que dia da semana você pode?
—Quando você quiser, Clara. Amanhã, depois de amanhã, na hora que você disser. —Me divertiu a segurança que ele mostrou.
—Você não tem namorada, não? Não complica pra você? —perguntei.
—Você não precisa se preocupar com isso, se não me preocupa a mim, não vai te preocupar...
—Não, já viu que não me preocupo —respondi rindo.
—Bom, Clara, não sei o que te dizer, fica à vontade pra se arrumar com calma, quer que eu compre algo pra você beber?
—Não, obrigada, me dá mais dois minutos que eu deixo minha cara pelo menos apresentável e já tô saindo.
Peguei uns óculos escuros enormes que tinha na bolsa e coloquei pra esconder meus olhos vermelhos. Minha cara ainda tava um desastre, mas era o que tinha. Mentalmente, já marcava meu próximo encontro com o cara.
—Bom, Ivan, que tal quinta-feira às quatro e meia?
—Adorei, mal posso esperar o dia chegar. Te garanto que vou retribuir a gentileza —disse rindo.
—Kkkk, parece bom. Bom, vou indo, gato —respondi, e me aproximei pra dar um beijo na bochecha dele, mas Ivan me comeu a boca. Abri a porta com minha melhor atitude de mocinha e fui pro metrô. Enquanto andava, sentia minha calcinha toda molhada. Não via a hora de chegar em casa e me masturbar lembrando de cada segundo daquela chupada de pau maravilhosa. Melhor ainda, imaginando como ia ser o encontro da quinta-feira seguinte que, do jeito que eu imaginava, acabou sendo extraordinário.
Mas isso é outra história.
Se você gostou, mais do que pontos, peço um comentário que me incentive a continuar publicando. Obrigado por ter chegado até aqui e tomara que tenha curtido tanto ao ler quanto eu curti ao viver e depois narrar.
Clara.
Isso que vou narrar agora aconteceu há não mais que algumas semanas. Depois de ter publicado meu primeiro conto.http://www.poringa.net/posts/relatos/2456212/Clarita-y-Sofia-primera-vez-juntas-Relato-erotico-real.htmFaz um bom tempo, achei na hora certa de contar essa nova experiência sexual, já que aquele primeiro relato teve uma aceitação muito boa.
Antes de continuar, quero avisar que talvez a introdução seja um pouco longa. Não é minha intenção entediar vocês, mas acho essa introdução necessária não só para situar vocês na história, mas porque estou narrando os fatos exatamente como aconteceram. E também porque não é do meu estilo fazer um relato que só fale "pau, buceta, cu" e tal, gosto de dar conteúdo ao relato.
Indo ao que interessa, como eu comentava, não faz mais de um mês tive a infeliz ideia de colocar o celular no bolso de trás da calça jeans. Não costumo colocá-lo ali, infelizmente, num momento em que me sentei ouvi um "crack" e automaticamente percebi o que tinha acontecido. Usei ele por um tempo com a tela toda quebrada, e não satisfeito com isso, pra completar a desgraça, novamente uns dias depois, enquanto fazia malabarismo num banheiro de uma balada pra mijar, ele caiu de novo. Conclusão: tinha que comprar um celular novo.
Nas minhas longas horas fazendo nada no trabalho, aproveitei todo esse tempo ocioso pra procurar no Mercado Livre. Depois de um bom tempo, encontrei um anúncio de um vendedor com boa reputação e que, segundo dizia, ficava numa área perto do meu trabalho. Um celular Samsung Galaxy S4, usado mas nas fotos parecia impecável. Foi assim que fiz uma oferta e na hora recebi um e-mail com os dados do vendedor.
Naquele instante, meu chefe me chamou pra encher o saco com alguma tarefa, estava nisso quando um celular tocou. O som vinha do meu escritório e demorei a perceber que era o toque do celular velho de reserva que eu estava usando. Fui correndo, quase não consegui atender a chamada de um número que não estava salvo.
- Alô
- Alô, sim, com a Clara?
- Sim, sou eu, quem é?
- Ah, beleza, meu Meu nome é Ivan, você me ofereceu um celular no Mercado Livre agora há pouco?
Aí me lembrei que tinha acabado de comprar um celular.
– Ah sim – respondi – Como é que a gente faz? Eu, de segunda a sexta, tô pela região de Palermo desde de manhã até umas 16h, mais ou menos.
– Show, eu tô na Recoleta, posso levar até você e tudo, amanhã se te servir.
– Beleza, perfeito, às 4 dá pra você?
– Fechado, Clara, sim, me passa o endereço.
– Avenida Cerviño XXX, entre XXX e XXX.
– Fechado, prazer, Clara, até amanhã.
– Um abraço, a gente se vê.
Continuei com minhas coisas, esperando ansiosa pelo dia seguinte, não aguentava mais aquele celular velho que mal mandava mensagem de texto.
Finalmente, no outro dia, perto do horário combinado, quando já tava guardando minhas coisas pra ir embora, tocou meu celular polifônico.
– Oi
– É a Clara?
– Ah, sim, como cê tá?
– Bem, tô aqui na esquina, na Cerviño, um Peugeot azul.
– Ah, show, já tô descendo.
Saí e demorei uns segundos pra achar o carro, porque não sabia em qual das quatro esquinas ele tava, mas finalmente vi e me aproximei. Ele abriu a porta do carona.
– Desculpa, mas dá pra gente ir pra algum lugar? – Perguntei. Não tava afim de entrar no carro de um estranho.
– Sobe tranquila, não sou um assassino em série que escolhe as vítimas pelo Mercado Livre. – Respondeu. Achei a resposta engraçada e entrei no carro, Ivan se apressou pra me dar um beijo na bochecha que me pegou de surpresa.
– Então, ó, aqui tá o celular, cê vai ver que tá como novo – Disse enquanto tirava do bolso e me entregava.
Olhei por cima e concordei. Tava em bom estado. Dei uma olhada nele.
– É que era da minha namorada e ela não usou nem 2 meses porque trouxeram um iPhone da Colômbia pra ela, então esse tava parado aqui sem uso faz uns 7 ou 8 meses. – Completou.
– Show, me espera que já te pago. – Falei enquanto remexia na minha bolsa. Peguei o maço de dinheiro que tinha separado e entreguei pra ele.
– Contou. tranquilo.
-Jaja, nah, se você tá falando que aqui tem $3500 certinho, eu acredito em você
-Jeje, conta logo, vai, assim eu fico tranquila
-Bom, só pra te agradar, porque pra uma mina como você não dá pra dizer não. -Ele respondeu, com uma risada misteriosa, e começou a contar as notas
-Beleza, tá perfeito Clara, então fechamos assim, qualquer coisa que você precisar ou dúvida que tiver, é só me ligar que você já tem meu número, ok?
-Fechou, show
-E aí, o que você vai fazer agora? Precisa de carona pra algum lugar? -Ele perguntou.
-Não, tô de boa, valeu! -Respondi saindo do carro
-Ok Clara, foi um prazer, beijos!
Fui pra parada de ônibus pra ir pra casa. No caminho, até pensei em ficar mexendo no celular, mas acabei dormindo. Sonhei que tava numa praia com o cara que me vendeu o celular. Acordei e fiquei pensando no sonho e no menino. A real é que ele era muito, mas muito gostoso, concluí que a parada da praia devia ter a ver com o estilo surfista dele. Cheguei em casa, dormi mais um pouco, tomei banho, jantei e fiquei vendo TV. Aí lembrei do celular, tanto que me apressei pra conseguir ele e agora tinha deixado largado. Fui buscar na bolsa e levei pra cama, comecei a mexer. O celular já tinha uma conta de e-mail com nome de mulher, achei que devia ser da namorada do vendedor. Pensei em resetar, mas me deu preguiça de perder um monte de aplicativo que vi que tinha instalado, então só adicionei a minha conta, tava precisando instalar o Whatsapp.
Depois disso, coloquei o papo em dia com minhas amigas (hoje em dia, uns dias sem whatsapp são fatais) e continuei fuçando o aparelho. Aí descobri um aplicativo chamado KeepSafe. Não sabia o que era, então abri, pediu uma senha que obviamente eu não sabia. Pesquisei na internet pra ver o que era esse app, e como o nome sugere, era pra manter seguras (e escondidas) fotos e vídeos. Isso Isso me intrigou poderosamente. Quis colocar "recuperar senha", mas fiquei com medo de que chegasse algum aviso no e-mail da fulana. Tentei colocar 0000, nada… 1234, também não, coloquei 3210 e… voilà… o aplicativo abriu. Se desdobraram diante dos meus olhos infinitas fotos pornô e também alguns vídeos. À primeira vista, reconheci o Ivan e uma garota que devia ser a ex-dona da minha recente aquisição. Ela era uma morena, muito bonita de rosto, aparentemente não muito alta, com uns peitos médios e uma bunda que seria a inveja de qualquer vedete de TV, e uma inveja parecida me invadiu. Tinham fotos transando com meu vendedor, e aí está o dado que me importava: a pica do Ivan tinha um tamanho descomunal. Era extremamente grossa e com um comprimento importantíssimo, reta e com a veia marcada. Fiquei molhada na hora. Tirei a tanga por baixo dos lençóis e me preparei para continuar olhando, meu coração tinha acelerado e tinha material de sobra. O colar de fotos da namorada do Ivan não me importava, a maioria era selfie da bunda, se abrindo a buceta, etc., fotos como as que eu também tirava para algum namorado ocasional. Me importavam aquelas onde aparecia a pica enorme do Ivan, mas eram as menos. Comecei a me tocar devagar no clitóris e a abrir os lábios, o lençol me incomodava, me descobri e tirei a camiseta para poder amassar os peitos à vontade. Chegavam mensagens no meu WhatsApp, mas eu já estava em outra, fui para os vídeos. O Ivan comia ela com uma força que não sei se já me comeram alguma vez assim, puxava o cabelo dela e ela aguentava as investidas daquela pica terrível aos gritos, tinha muitos vídeos assim, curtinhos ou ela montando nele enquanto os peitos balançavam para todos os lados. Nessa altura, já tinha enfiado 3 dedos na buceta, era todo um mar de fluxo e por um instante fiquei triste por saber que quando terminasse teria que trocar o lençol porque não ia dormir em cima daquele cheiro. usa a palavra: buceta molhada. Só faltava um pouquinho pra eu gozar, era só acelerar o movimento, mas ao contrário, eu fiz mais devagar, tava puta que nem sei, mas não queria que acabasse já, tinha mais um vídeo de quase 11 minutos. Começava com Ivan se filmando e dizendo "vou mostrar como a cock cabe na puta da minha namorada". Isso me chocou..."vou mostrar"...será que ele pensava em postar em algum lugar pra outros verem com o consentimento dela? Enfim, a sequência continuava com a namorada de joelhos, engatinhou uns metros até onde Ivan tava sentado com a cock maravilhosa dele dura e começou a lamber os ovos dele por baixo com uma dedicação foda. Só lambia os ovos, ainda não tinha tocado no tronco, minha buceta era fogo. Ela deslizou a língua finalmente pelo tronco enorme, Ivan soltava uns grunhidos roucos que mostravam que tava mais que gostoso pra ele aquele oral. Ela enfiou a cabeça inteira na boca, Ivan se contorceu e a imagem saiu do foco por um instante. Aí se ouve um diálogo, -O que você quer que eu faça com essa cock? -Que me faça chorar- Ela responde, com a voz abafada. Dito isso, Ivan agarrou ela pelos cabelos com violência e enfiou 2 dedos na boca dela, a namorada deu uma ânsia e ele levou ela até a cock, empurrava a cabeça dela o mais fundo que ela aguentava -Me olha, puta- Ele ordenava. Ela com um esforço danado olhava, era uma sinfonia de ânsias, pensei que ela ia vomitar a cock, mas parecia que ela tinha prática. Quando ela tava quase se afogando, Ivan empurrou ela pra trás, ela deu um grito e um fio longo de baba fez de ponte entre a boca dela e o pedaço dele. Ela olhava pra ele com os olhos arregalados, a cock dele brilhava sob a luz do flash coberta na saliva dela. Essa manobra se repetiu umas 3 ou 4 vezes, Ivan às vezes mandava ela não usar as mãos, outra vez pedia que além de chupar, ela batesse uma, e segurava a cabeça dela. enfiada no pau dele, ela controlava o reflexo de engasgo e, exatamente como ele tinha prometido, os olhos dela lacrimejavam como se tivesse perdido um parente.
Nas duas últimas vezes, ele bateu impiedosamente umas punhetadas na cara dela que soavam como tapas, mas que pareciam fasciná-la. Isso por último me deixou completamente louca e gozei que nem uma desvairada, antes mesmo de ele encher a boca dela de porra no vídeo.
Terminei exausta e naquele exato instante soube que queria ver o Ivan e que ele abrisse minha buceta no meio como se fosse um pão de forma, mas mais ainda me excitava a ideia de ele me forçar a chupar o pau dele bestialmente com aquela violência. Adormeci pensando nisso e me toquei pela segunda vez.
Passaram-se uns dias e eu não parava de pensar no vendedor e no termo que ele carregava entre as pernas; no que restava da semana, já tinha me tocado mais três vezes vendo os vídeos, mas sempre explodia com o da chupada de pau, me imaginando no lugar da namorada.
Pensei que tinha que arrumar alguma desculpa pra vê-lo de novo e, embora tenha reparado obviamente que ele tinha parceira, isso não ia me parar, eu queria aquele pau.
Tendo passado pouco menos de uma semana, um dia na hora do almoço criei coragem e liguei pra ele.
— Oi.
— Oi, Ivan?
— Sim, quem fala?
— Clara, a garota pra quem você vendeu o celular. — Pensei que ele não tinha salvado meu número e quase fiquei puta com isso.
— Ah, Clara, sim, o que cê tá dizendo... fala, aconteceu algo com o phone? Olha, você viu, tava como novo — ele se adiantou.
— Não, tranquilo, é só que ele tá muito pesado e ainda aparece que a memória tá cheia, mas eu não carreguei nada, pensei que talvez você pudesse tirar uns aplicativos, porque eu não tenho muita habilidade — menti.
Fez-se um silêncio e naquela pausa eu descobri que, ao dizer que a memória tava cheia, sem querer dei a entender que o celular tava lotado de pornô caseiro, embora isso não fosse motivo pra nada, o aparelho funcionava maravilhosamente. bem
—Entendo, se você quiser a gente se encontra hoje e dou uma olhada, não sei se você consegue hoje — respondeu
—Sim, beleza, às 4? — perguntei enquanto sentia um choque elétrico que sacudiu minha buceta
—Beleza, perfeito, beijo
—Beijo
Desliguei e, inexplicavelmente, fiquei nervosa. Faltavam 3 horas até as quatro da tarde e ia parecer uma eternidade. Nunca tinha dado em cima de um cara do jeito que ia fazer daqui a pouco, tava acostumada a ser o contrário. Ficava pensando no momento do encontro e já sentia minha buceta pulsar, nem por um segundo deixava espaço pra possibilidade do Ivan me rejeitar
Finalmente o relógio deu 4, saí do trabalho e olhei pros dois lados, o carro do Ivan tava estacionado ali, ele me viu e fez um sinal, eu concordei com a cabeça e me aproximei um caco de nervos
—Oi — cumprimentei enquanto abria a porta do carro e entrava
—Oi, como vai? — respondeu, ao mesmo tempo que se aproximava pra me dar um beijo
—Bem, tudo bem
—Cansada do trabalho? — perguntou com uma curiosidade que me soou falsa
—Não, nem tanto — respondi. Não era mentira, não tinha feito quase nada no meu dia de trabalho
—Bom, Clara, me passa o celular que a gente vê o que ele tem
—Beleza, sim, aqui tá — estendi o celular pra ele. —Não é que esteja ruim, é que parece que tá lento, e o gerenciador de arquivos diz que tá quase cheio, mas juro que não baixei quase nada, nem tirei fotos…
De novo o silêncio da parte dele, que com certeza tava reparando de novo no material pornô guardado no celular e que tinha ele como protagonista. Esse argumento seria minha porta de entrada, já tinha planejado tudo direitinho durante as horas anteriores.
—Entendo — disse Ivan depois da pausa. —Vou te pedir uma coisa, Clara, te importa de ir comprar um refrigerante pra mim enquanto eu faço isso? — Aí entendi que o que ele queria era apagar aquelas fotos e vídeos sem que eu ficasse olhando a tela
—Beleza, sim, qualquer refrigerante? — respondi rápido, tinha decidido dar em cima dele na volta do recado
—Sim, qualquer um mas que não seja light, espera, foda-se o dinheiro
- Não, não precisa
Fui comprar numa banca que era na esquina pensando nas palavras certas que ia usar e imaginando a situação. Comprei um chiclete que mastigava com paciência, passando de um lado pro outro da língua enquanto não parava de pensar no que ia rolar. Abri a porta do carro
- Toma, Coca normal tá bom?
- Sim, ótimo, valeu, quanto te devo?
- Falei que não precisa – Respondi com um sorriso. – Já tá o celular? – Completei
- Já já, já limpei tudo, cê tinha razão que tava meio lento, vacilo meu não ter checado antes, mil desculpas – Ele disse todo aflito
- De boa – Respondi meio nervosa porque, de acordo com meu plano, o momento tava chegando
- Então Clara, aqui tá – Ele disse enquanto me devolvia o celular
- E o que que tinha? – Perguntei sabendo que era a pergunta que ia levar pra situação que eu queria chegar
- Ehhh, não, não sei, passei um aplicativo que limpava – Ivan gaguejou
- Me desculpa, Ivan, tenho que te falar uma coisa – Finalmente tinha chegado a hora. – Vi que tinha um monte de foto e vídeo no celular, não consegui evitar, só que não tive coragem de apagar por cê talvez querer guardar, mas imagino que era isso que tava ocupando a memória do celular.
Pronto, falei, Ivan tava de olho arregalado e vermelho de vergonha
- Ehh... ehhh... ss—sim, não sei o que te dizer, Clara, tô morrendo de vergonha, achei que minha namorada tinha apagado – Ivan parecia sinceramente arrependido – Deixa eu te devolver o dinheiro
- Hahaha! – Soltei uma gargalhada, essa última parte me encheu de ternura.
- Não, não ri, juro que tô morrendo, não sei como cê fez pra ver essas fotos porque tavam escondidas, mas fora isso, me fala o que posso fazer pra compensar essa merda que cê teve que ver porque juro que tô morrendo de vergonha.
- Tentei umas senhas idiotas e funcionou, também não ia ficar dois dias tentando, foi só curiosidade, mas não fica com vergonha – Falei
- Não, tudo bem deixa eu te dar a grana, por favor – insistia Ivan, enquanto eu decidia que minha próxima resposta teria o efeito surpresa que eu precisava pra finalmente poder comer a pica do cara.
– E QUE TAL SE EM VEZ DE ME DAR GRANA VOCÊ ME DÁ SUA PICA?
Ivan me olhou atônito, a cara dele era uma mistura de espanto e horror.
– Como? Que que cê tá falando? – Ele tava realmente chocado.
– Isso, que eu vi os vídeos e fiquei doida de tesão e quero chupar sua pica. Melhor dizendo, quero que você me faça chupar sua pica igual você fazia sua namorada chupar – completei com toda firmeza.
Ivan continuava me encarando sem reação, tinha ficado sem resposta. Ele me olhou e finalmente reagiu, se inclinou pro meu banco, me pegou pela nuca e me beijou. Aquela segurança no movimento dele me excitou. Passei o braço em volta dele e deixei ele fazer, ele enfiou a língua na minha boca com a pressão certa. Sem nenhum pingo de timidez, começou a apalpar meus peitos por cima do vestido, eu sentia os bicos duros. Continuou beijando meu pescoço e eu já tava com a calcinha encharcada, fiquei ainda mais molhada quando apalpei o volume dele e senti enorme. Ivan enfiou a mão por baixo do meu vestido e começou a acariciar minha buceta por cima da calcinha, com um movimento hábil ele puxou ela de lado e começou a me punhetar, nós dois estávamos loucos enquanto nos comíamos de beijo.
– Como você me conquistou, gostosa, desde que te vi na primeira vez – disse Ivan num tipo de confissão.
– Você também me conquistou – respondi, enquanto ia desabotoando a calça dele. Ficava com água na boca e a buceta molhada de pensar que em instantes ia estar devorando aquele pedaço, e estar estacionados numa rua de Palermo não era algo que freasse minha excitação, na verdade aumentava.
Ivan me segurava pelo pescoço, me inclinei e tirei a pica dele de dentro da calça. Finalmente tava na minha mão e não cabia, não podia acreditar que enfim via aquele pauzão ao vivo e a cores. Sentia minha buceta toda viscosa, poucas vezes tinha ficado tão molhada assim. Bastou eu punhetar ele umas duas vezes pra ficar toda dura. Passei o cabelo pra um lado, sorri com minha melhor cara de puta e comecei a lamber ela de lado. Ivan gemeu de prazer igual eu tinha ouvido no vídeo. Eu tava fascinada, lambia e engolia saliva, queria saborear cada centímetro daquela pica deliciosa. Eu continuava lambendo de lado e passando os lábios como se fosse uma gaita, de repente Ivan me interrompeu:
— Por favor, enfia ela toda na boca.
O “por favor” não me agradou nem um pouco e deixei claro:
— Ivan, você não entendeu por que a gente tá aqui, não quero que você me peça por favor, quero que você me obrigue e me trate do mesmo jeito que trata sua namorada. — Ivan sorriu e pareceu ter entendido.
— Enfia a pica toda na boca, chupador de pica, puta de merda! — Ordenou. Fiquei louca e envolvi a cabeça dele toda com minha boca. Desci o máximo que pude, mas aquela porra era enorme, faltava mais da metade pra engolir e eu tava dando meu melhor. Senti a cabeça da pica tocar minha campainha e tive um engasgo, como um reflexo tirei a pica da boca. Ivan me olhou sério:
— Isso é tudo que você consegue fazer, puta? Acho que você precisa chupar muito mais pica pra aprender.
Sem dizer mais nada, me agarrou pelo pescoço me puxando pra baixo e com a outra mão segurou a pica e esfregou ela no meu rosto inteiro. Eu tava louca de tesão com esse tratamento, mas também sofria pela minha maquiagem, já devia estar com todo o rímel borrado.
— Abre a boca e engole ela toda, até o fundo! — Ordenou de novo. Ignorei e enfiei o tronco dele o máximo que pude. Mal devo ter avançado uns milímetros da primeira vez que tentei e senti outro engasgo. Tentei me soltar, mas Ivan me segurava firme contra a pica dele. Meus olhos lacrimejavam e eu sentia o gosto salgado dos fluidos dele misturados com minha saliva, tava quase vomitando. O filho da puta apertou meu nariz, coisa que não vi ele fazer com a namorada nos vídeos. Não conseguia respirar e quando já não aguentava mais, ele me soltou. Eu me Me sentia recontra puta como nunca na minha vida e tava extasiada, mesmo que, como falei, sentia que ia vomitar a pica dele a qualquer momento. Olhei pra ele com os olhos vidrados, cheios de lágrima.
— Não aguento mais — falei com um fio de voz.
— Haha, se a gente acabou de começar. Lambe bem minhas bolas.
Nem precisava ter me puxado pela nuca e me guiado pra lá, porque eu ia fazer isso sozinha de qualquer jeito, mas ele fez, e cada pequeno gesto de dominação me excitava mais e mais. Eu já reconhecia meu próprio cheiro de buceta excitada, tava um mar lá embaixo. Levantei a pica dele pra ficar mais confortável e comecei a lamber as bolas. Enfiava uma de cada vez na boca e chupava, deixava elas bem babadas. Ivan me interrompeu de novo:
— Já descansou, puta, volta a chupar ela, bate uma pra mim direitinho.
Me preparei pra chupar então, sem enfiar até o fundo. Eu lambia com todo meu amor, a cabeça e o tronco, alternava a intensidade e a velocidade das lambidas, batia uma pra ele e isso me ajudava a fazer um limite pra não me afogar. Ivan se contorcia de prazer e eu sentia que tava fazendo o melhor boquete da minha vida.
— Como você faz bem, garota doce, como você chupa, vai me fazer gozar — falou Ivan enquanto fechava os olhos e reclinava a cabeça. Eu só queria tomar toda aquela porra gostosa e sentir ela escorrer pela minha garganta sem desperdiçar uma gota.
— Tudo de novo até o fundo — falou do nada. Me pegou de novo pelos cabelos e enfiou a pica até o fundo. Eu segurava a respiração pra não me afogar, nunca tinha chorado assim. Uma e outra vez sentia os engasgos, fazia força pra cima mas era inútil, só quando Ivan quisesse ia me dar um respiro. De novo tava à beira de desmaiar quando Ivan, do jeito que me segurava pelos cabelos, teve pena de mim e tirou a pica da minha boca. Brotava uma quantidade enorme de saliva que derramei na pica dele. Ivan começou a me dar aquelas pinceladas deliciosas que, com a grossura do membro dele, equivaliam a um tapa. Na bochecha direita, depois na esquerda, perdi a conta de quantas porradas eu levei e ele enterrou a pica de novo até o fundo. Eu pensava, enquanto a pica ia entrando lá no fundo da minha garganta, que minha cara devia estar um lixo entre o rímel borrado, o que eu tinha chorado e as porradas impiedosas que eu tava tomando. De novo os engasgos e, se não fosse pelo tesão desgraçado e enorme que eu sentia, quase que eu me arrependia porque tava exausta. Ivan usava minha boca como se fosse uma buceta, me segurava pela cabeça e me comia sem piedade. A cada estocada um engasgo, um monte de saliva pra todo lado e meus olhos não paravam de lacrimejar. Não só tinha me proibido de usar as mãos, como tinha dado na telha dele que eu colocasse elas atrás das costas, tava completamente indefesa.
- Vou gozar, Clara, vou encher sua boca de porra. - Ele me avisou. Eu fiz um som parecido com um sim com a boca cheia de pica e quase que fiquei feliz porque já não aguentava mais. Os movimentos do Ivan começaram a ficar mais intensos, em cada metida que ele dava na minha boca ele se desgrudava um pouco mais do banco e eu sentia que a descarga de porra era iminente. Não me enganei, Ivan deu um grito enquanto esvaziava toda a porra da pica dele na minha boca. Era grossa, quente e abundante. Não lembro de ter curtido tanto antes o gosto do sêmen. Senti um engasgo mais forte que os outros e tive que fazer um esforço do caralho pra não vomitar tudo. Ivan parou de fazer força apertando minha cabeça e eu, quando me certifiquei de que tinha bebido até a última gota, me soltei. Tava acabada e me apoiei no encosto, ofegando, exausta. Ivan também respirava agitado. Ficamos um minuto assim, em silêncio, Ivan segurava a cabeça, de repente me olhou e riu.
- Não é possível isso, foi terrível. - Ele disse. Eu me recostei e me olhei no espelho retrovisor, tava um desastre. —Minha cara tá horrível —exclamei. Peguei uns lencinhos demaquilantes e uns lenços de papel da bolsa e comecei a me limpar. Ivan pegou uma garrafa d'água de um compartimento do lado da porta, deu uns goles e me ofereceu, eu bebi com sede.
—Clara, isso foi terrível mesmo, vamos pra um hotel, quero te comer. —Nisso percebi que minha buceta tava em chamas e eu não tinha gozado, mas naquele momento tava mais preocupada com minha cara.
—Juro que agora não dá, tenho que voltar pra casa. —Era verdade, tinha um aniversário daqui a pouco.
—Vamos nos ver de novo, quero te comer, você é uma fera, gata.
—Também quero te comer —falei enquanto prendia o cabelo.
—Que dia da semana você pode?
—Quando você quiser, Clara. Amanhã, depois de amanhã, na hora que você disser. —Me divertiu a segurança que ele mostrou.
—Você não tem namorada, não? Não complica pra você? —perguntei.
—Você não precisa se preocupar com isso, se não me preocupa a mim, não vai te preocupar...
—Não, já viu que não me preocupo —respondi rindo.
—Bom, Clara, não sei o que te dizer, fica à vontade pra se arrumar com calma, quer que eu compre algo pra você beber?
—Não, obrigada, me dá mais dois minutos que eu deixo minha cara pelo menos apresentável e já tô saindo.
Peguei uns óculos escuros enormes que tinha na bolsa e coloquei pra esconder meus olhos vermelhos. Minha cara ainda tava um desastre, mas era o que tinha. Mentalmente, já marcava meu próximo encontro com o cara.
—Bom, Ivan, que tal quinta-feira às quatro e meia?
—Adorei, mal posso esperar o dia chegar. Te garanto que vou retribuir a gentileza —disse rindo.
—Kkkk, parece bom. Bom, vou indo, gato —respondi, e me aproximei pra dar um beijo na bochecha dele, mas Ivan me comeu a boca. Abri a porta com minha melhor atitude de mocinha e fui pro metrô. Enquanto andava, sentia minha calcinha toda molhada. Não via a hora de chegar em casa e me masturbar lembrando de cada segundo daquela chupada de pau maravilhosa. Melhor ainda, imaginando como ia ser o encontro da quinta-feira seguinte que, do jeito que eu imaginava, acabou sendo extraordinário.
Mas isso é outra história.
Se você gostou, mais do que pontos, peço um comentário que me incentive a continuar publicando. Obrigado por ter chegado até aqui e tomara que tenha curtido tanto ao ler quanto eu curti ao viver e depois narrar.
Clara.
119 comentários - Boquete no Mercado Livre
😃
Te invito a pasar por mis post cuando tengas un rato bombon, quien te dice que no tengo algo lindo como lo de Ivan para ofrecerte 😁
muy bueno!!!
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Quiero otro!!!
Me imaginé esa boca babeándome toda la verga apretando la cabeza de la pija contra la garganta.
di a todos
Ya me gustaría encontrar una hembra así de caliente. 😀
te felicito