Filhas 7

Na noite anterior com minha mulher, nossas duas filhas e a amiga tinha sido extremamente excitante. E a gente planejava continuar na noite seguinte (segundo minha mulher, com coisas mais pesadas), mas nem chegamos à noite. Às 3 da tarde já estávamos de novo os cinco trancados no quarto, prontos pra seguir as instruções da minha mulher. Ela disse que a gente ia começar com um joguinho, pra acalmar a ansiedade, e que ia deixar o prato principal pra noite. Primeiro a gente tinha que se pelar completamente. Ela mandou eu tirar a roupa das meninas, uma por uma, peça por peça. Primeiro a Éyummy, tirei o tênis, as meias, a legging, a camiseta, a calcinha (preta com verde neon). Depois a minha filha Delfi. Tirei as sandálias, a camisa, a saia, o sutiã, a tanga (vermelha). Depois a minha filha Anto, o tênis, as meias coloridas, a camiseta vermelha, o jeans rasgado, o sutiã (umas tetas lindas, as melhores das três meninas) e a calcinha tipo vedete, branca de algodão. Aproveitei pra olhar de perto as bucetinhas delas, todas depiladas, lindas as três. Depois as meninas tiraram toda a minha roupa. Minha mulher tinha colocado umas almofadas no chão. Mandou eu sentar ali. Fez a Delfi sentar na minha frente, e a Anto do lado, entre nós dois. A Erica ela encostou na parede, de pernas abertas. Dava pra ver como brilhava a buceta molhada da loira. Depois que nos posicionou, ela disse "agora vocês, meninas, vão fazer uma punheta pro papai, as duas juntas. Delfi, pra estimular ele, vai contar como foi a primeira vez que chupou um pau". E tirou um vibrador pequeno verde. "E eu enquanto isso vou fazer a Erica gozar um pouco, pra ela não ficar entediada com histórias que já conhece. Já enfiou um vibrador, Erica?" A loira balançou a cabeça que não. "Não é a mesma coisa que um pau, mas você vai gostar". As meninas pegaram meu pau com muito cuidado, uma mão cada uma. Com a outra mão, Elas estavam se masturbando. "Tá bom assim, pai?" Sim, meninas, uma maravilha. A punheta começou, bem suave. Delfi começou a contar: "Lembra daquele acampamento da escola, ano passado? Você nos levou até lá. Então, a gente se embebedou, pai. Todo mundo se embebeda nesses acampamentos." Eu achava graça como ela tentava se justificar. Me excitava mil vezes mais imaginá-la bêbada, à mercê dos adolescentes degenerados dos colegas dela. "Bom, num momento a gente já tava todo mundo bêbado, e o Rodrigo, um colega, ficava insistindo pra transar. Queria que a gente se beijasse. Eu tava com bastante vontade também, o Rodrigo era um dos colegas que eu mais gostava. A gente se afastou do grupo e ficou se beijando, ele tocou nos meus peitos..." "E você gostou que ele tocou nos seus peitos?" "Sim, pai." "Posso tocar nos seus enquanto você me conta?" "Sim, pai. Tudo que eu contar que ele tocou, você também pode tocar, haha." Ela continuou contando, enquanto eu acariciava devagar os peitos dela. "A gente continuou se beijando, ele tocou na minha bunda." "Nas nádegas, ou colocou o dedo no buraquinho?" "Os dois, primeiro uma coisa e depois a outra." Sem parar de bater punheta, seguindo as regras do jogo, ela se ajoelhou, como pra me deixar acessar a bunda dela. Eu acariciei primeiro as nádegas. Depois passei a ponta do dedo no cu dela, e escaparam uns gemidinhos. "Eu tava muito tesuda, pai, e toquei nos ovos e na pica dele. Nunca tinha tocado. Aí ele tocou na minha buceta, e eu me assustei um pouco e a gente parou." Aí foi minha chance de acariciar a buceta da minha filha. Como minha menina tinha crescido. Eu acariciei, devagar. Meus dedos ficaram molhados. Olhei de relance, minha mulher tava enfiando o vibrador na Erica, bem devagar. A loira tinha as pálpebras e os lábios apertados. Delfi continuou contando: "Aí a gente parou, mas ele tava muito tesudo, e ficou me cantando um tempo pra gente ir pra barraca e eu fazer um boquete nele. Eu tava morrendo de vontade de ter a pica dele na boca, mas tava com medo que... alguém nos visse. No final, eu deixei. Fomos pra barraca que dividíamos com uma mina e um cara. Eles não estavam, tinham ficado na bagunça em grupo. Rodrigo fechou o zíper, tirou a pica, e pediu pra eu acariciar com os peitos. Gostei muito que ele pediu isso. Tirei o sutiã e comecei a acariciar, adorava sentir ela nos meus peitos e roçando um pouco no meu rosto. Aí minha mulher interrompeu, e deu a ordem pra minha outra filha fazer o que a Delfi tava contando. Anto aproximou os peitos e envolveu minha pica. Que sensação gostosa, que suavidade e que tesão. Enquanto isso, o vibrador entrava e saía brilhando da buceta da Erica. “Aí, comecei a chupar ela. Gostei de sentir como entrava na minha boca, gostei de saber quanto prazer eu tava dando”. Nessa hora, Anto parou de esfregar com os peitos, e enfiou devagarzinho a cabeça da minha pica na boca. Eu acariciava o cabelo cacheado dela. Ai, filhinha, que prazer. A boca dela quase parada. Não chupava igual a Erica, que fazia entrar e sair. Só tinha a glande na boca e chupava como um doce. Não acreditava. Uma das minhas filhas fazendo sexo oral em mim, enquanto a outra me punhetava e contava sobre o primeiro boquete dela. Do lado, Erica gemia cada vez mais alto. Delfi continuou: “Chupei ela por um tempo, uns dois ou três minutos, e de repente entrou o Ivan, o amigo do Rodrigo. Ele nos pegou bem na hora, eu com a pica na boca. Ficamos os três tipo congelados. Sem saber o que dizer. Até que o Ivan falou ‘posso ver? Não vou contar pra ninguém, juro’”. Eu já tava quase gozando. Minha mulher, com muito timing, mandou: “Meninas, quero que continuem a masturbação, mas coloquem o rosto bem perto do rosto do papai. Delfi, conta o final da história bem pertinho, sintam a respiração. Quando a história terminar, o papai vai gozar, e a Erica também”. As meninas fizeram o que foi pedido. Eu sentia as duas carinhas bem perto. Delfi, bem de pertinho, fazendo eu sentir o hálito dela nos lábios. Ela me contava: “Então o Ivan perguntou se podia olhar pra gente, disse que não ia contar nada. Me deixou com muito tesão. Olhei pro Rodrigo. Rodrigo disse que por ele, tudo bem. Eu também falei que sim. Ele sentou do nosso lado. Perguntou se podia bater uma. A gente disse que sim. Continuei chupando. A pica do Rodrigo já tinha umas gotinhas de porra. Me dava muito tesão fazer dois caras gozarem ao mesmo tempo, um com a boca, o outro só olhando. A pica entrava e saía. Começou a tremer um pouquinho, e aí senti minha boca enchendo de porra, muita porra. Primeiro não sabia se cuspia ou o quê, mas era muita bagunça pra sair. Engoli tudo. O Ivan gozou naquela hora. Respingou no saco de dormir e um pouco no meu cabelo. Ele pediu muita desculpa, mas pra mim aquilo também dava tesão, sentir um pouco da porra dele”. Nessa hora a Erica começou a gozar. Minhas filhas estavam naquilo. Eu não aguentei mais. Comecei a jorrar porra pra caralho, com a pica apontada pra cima. Os jatos de sêmen acertavam nossos pescoços e rostos, das minhas filhas e o meu. A gente começou a se beijar, nós três. As minhas filhas no auge do orgasmo, umas gotinhas de porra entrando entre nossos lábios. Quando olhamos pro lado, a Erica estava exausta, com o vibrador ainda enfiado, toda suadinha, vermelha e descabelada. A gente se limpou com uma toalha e ficou um tempão deitado nos almofadões. Minha mulher, a única que não tinha gozado, bateu uma rapidinha com o mesmo vibrador da Erica, enquanto a gente relaxava e conversava. Depois disso, todo mundo foi tirar um cochilo. À noite vinha o prato principal.

5 comentários - Filhas 7

Me encantan tus relatos,me encantaría poder estar en tu lugar con las 4 patitas jugueteando conmigo va +10
Excelente espero el proximo van puntos y a favoritos...
POST a FAVORITOSHijas 7

Tremendo relato amigo!!! tus hijas no dejan de sorprendernos 🤤 🤤

cola+10 para VOS