Parte 3
Bem. O que vocês acham da professora de biologia? – Perguntou Marcos rindo.
– Nossa. Que gostosa!!! Totalmente depilada, do jeito que eu gosto. E aquele bumbum dela! Caralho! Que rabo a professora tem, e a buceta... Não imaginava que ela fosse careca lá embaixo. Ela parecia tão recatada. – Respondeu Kevin.
– Posiciona ela de um jeito que a gente consiga ver bem. Você toca na buceta dela.
– Me deixem em paz! Filhos da puta! O que vocês vão fazer? – Minha mente gritava, embora minha boca não emitisse som algum.
– Vocês sabem que ela está consciente, mesmo imóvel. Daria qualquer coisa para saber o que ela está pensando agora.
O jovem colocou minha perna direita sobre seu ombro, o que deixou minha boceta totalmente aberta e à vista dos três jovens. Ele começou a tocar minhas pernas, mas logo se concentrou na minha xota. Eu conseguia sentir o bafo dos três, já que os outros jovens se aproximaram para ter uma visão privilegiada. Meu corpo reagia positivamente, contra a minha mente, que não queria ser tocada, mas como meus músculos estavam totalmente relaxados, comecei a gostar, já que não conseguia tensioná-los nem experimentar uma sensação negativa.
Meu Deus!!! Que boceta linda!!! Que macia!!! Isabel. Quero que você saiba que, por enquanto, vou tocar você por todos os lados, mas isso será só o prelúdio para depois eu enfiar outra coisa mais grossa, que você vai gostar mais.
Eu não aguentava. Era humilhante e percebia minha respiração acelerar, e a do meu aluno também, até que ouvi algo que já sabia, mas que acabou me destruindo.
– Ela tem uma buceta linda. É a mais bonita que já vi na vida, e ainda por cima é da nossa professora e da mãe do Borja. Lembra da raiva que ele ficou quando eu disse que ia gozar mil vezes na mãe dele? – Comentou rindo.
– Claro que lembro. Como aquele idiota defendia a mãe... Nossa. A professora está ficando molhada. Ela está gostando. Hahahaha
– Borja sabia que esses garotos falavam obscenidades sobre mim e não me contou nada. Coitado!!! O que ele deve ter sofrida. – Pensei.
Não. Não estava gostando, ou talvez sim. Minha mente, quando relaxava da situação, sentia o que ele me fazia. Era agradável, não era violento e ele fazia com muito cuidado, aproveitando cada segundo. Ele começou a passar o dedo pela minha buceta, percorrendo meu clitóris de cima a baixo. Eu estava totalmente exposta e aberta, convidando a meter o dedo. Dava para sentir a respiração dele, quase tão ofegante quanto a minha, embora por motivos diferentes.
Ele mudou a posição, colocando minha perna esquerda agora sobre o ombro dele. Conseguia me tocar perfeitamente com as duas mãos, e seus dedos iam dos meus lábios até minha buceta, enquanto enfiava o outro dedo no meu cu.
Queria gritar, só desejava ser ouvida, mas longe de mostrar desconforto, meu corpo parecia agradecido pela forma como ele me tocava. Kevin me virou e continuou com as carícias por trás.
– Acho que o filme vai ficar ótimo. – Comentou Marcos. – Kevin. Chegou a hora de você estreá-la, mas já sabe, não quero que você goze dentro.
– Nããão. Não quero que enfiem nada. Filhos da puta! – Gritei para mim mesma.
O jovem começou a me beijar. Eu estava quase em posição fetal e sem abrir as pernas. Ele ficou nu da cintura para baixo e, sem que eu pudesse reagir, enfiou o pau em mim. Soube que era enorme. Ele começou a me penetrar sem consideração. Depois decidiu abrir mais minhas pernas para continuar com sua sessão de sexo. Ele me manuseava ao seu bel-prazer, sem que eu pudesse fazer nada para impedi-lo. Minha buceta, aberta e molhada, junto com a suavidade com que ele fazia, ao contrário do caráter violento que o garoto parecia ter, conseguiam, muito contra minha vontade, me excitar.
Ele me colocou em várias posições, sempre para que seu amigo e o diretor pudessem me ver e tirar as melhores fotos, conforme iam comentando entre eles. Às vezes estavam bem perto, mais as câmeras do que eles. Entre os dois me colocaram em cima dele, de cavalinho, e ele me penetrou de novo. Ficou assim por uns dois ou três... minutos. No final, ele decidiu que queria terminar no sofá, onde poderiam tirar melhores fotos. Dava pra ver que ele estava muito excitado, e reconheço que eu também estava ficando, mesmo desejando que parassem.
Ele continuou no sofá. Ainda estava ereto apesar de ter parado por alguns minutos... Não sabia o que mais me esperava, mas ele só continuou, mais ativo ainda. Eu queria que acabasse, mas também que nunca terminasse. Depois pensava no quanto eles eram uns filhos da puta, com as câmeras, em me terem drogado e me estuprado. Kevin entrava e saía, mas os gemidos dele, seus gestos e principalmente seu pau, me faziam saber que ele ia gozar. Só desejava naquele momento que ele se lembrasse da ordem do Marcos, e não gozasse dentro de mim, já que eu não tomava nenhum anticoncepcional.
Minha barriga encheu de porra. Uma quantidade enorme, e agradeci que não tivesse chegado ao meu útero. O jovem se levantou, trouxe uma esponja e uma toalha e limpou meu corpo, me deixando deitada no sofá, enquanto Roberto e o diretor traziam uma sacola cheia de roupas e, entre risadas, comentavam o que ficaria melhor em mim. Tiraram as roupas da sacola sem cuidado. Parecia roupa de brechó, roupa barata que eu não usava. Vestidos, camisetas, tops, saias, calcinhas e sutiãs, e outra sacola com bugigangas de bijuteria. Eu não entendia nada.
Marcos disse que agora era a vez dele, e seria ele quem escolheria. Escolheu um vestido mesclado, cinza, e uma calcinha e sutiã que ficaram grandes em mim. Entre os três me vestiram e me levaram até um sofá. Agora era o Kevin quem pegou a câmera de vídeo, enquanto Roberto continuou com a de fotos.
Fiquei em posição fetal, com minha cabeça apoiada no colo da calça do meu chefe. Ele levantou um pouco minha saia para que ficasse acima do joelho, alisou meu cabelo e imediatamente começou a desabotoar os botões superiores do vestido. Baixou o sutiã sem dificuldade, que como já disse, era grande demais pra mim. Tudo se concentrava em fazer o vídeo e a sessão de fotos ficarem bons.
Ele abriu o vestido até minha cintura e expôs meus peitos ao ar. Ele levantou a parte de baixo até minhas coxas.
Continuou subindo até deixá-lo na cintura, separou minhas pernas e começou a tocar o thong por
frente. Tudo muito suave, comentando o que ia sentindo, a maciez da minha pele, o quanto a roupa
que eu havia comprado me caía bem e o quanto eu era gata. Ele tirou minha calcinha e pediu aos alunos
que não perdessem nenhum detalhe. Continuou com as carícias por cima da minha buceta, igual o Kevin
tinha feito antes. De novo meu corpo começou a reagir positivamente, algo que me indignava.
– Que imagem tão explícita. Gostei!!! Não deixa nada para a imaginação. – Disse, referindo-se à
minha buceta totalmente aberta e exposta. Não sei o que gosto mais, se seus peitos, seu rosto, sua
buceta, suas pernas.........
Eu pedia, como se fosse telepata, que ele parasse, mas longe disso, cada vez ele fazia com mais intensidade.
Deixou minha buceta para focar nos meus peitos e que seus amigos pudessem fotografar mais uma vez.
Ele me virou e me colocou de joelhos. Meu vestido caiu até meus quadris e ele começou a
me penetrar vaginalmente, mas por trás. Também fazia de forma suave, e de novo, gostei. Não conseguia
me entender. Seu pau também era enorme, igual ao do Kevin, e muito maior do que
os dois homens com quem eu tinha estado até então. Um amor de juventude e, principalmente, meu
marido.
– Olhem como fica a buceta dela. – Disse, referindo-se a como estava dilatada.
Continuou com a penetração, mas parou e entre os três me colocaram em cima dele, continuando com
a sessão. Meu corpo caía por inteiro sobre seu membro, o que fazia com que ele chegasse até minhas entranhas.
Ele agarrava minhas nádegas e me levantava e abaixava ao seu bel-prazer. Não aguentei mais e cheguei ao orgasmo.
– Caralho. A loira tá molhada. Como eu gosto. Das três vezes que fiz isso, é a
primeira vez que a mina fica com tesão. – Comentou Marcos.
Era humilhante, mas também era verdade. Eu estava excitada e não podia evitar. Como podia sentir
prazer ao ser estuprada? E era a Primeira vez que isso acontecia comigo? Isso sim me parecia terrível.
Eu não conseguia acreditar naquilo. Aquilo me relaxou e pude ouvir os cliques da câmera, e as conversas obscenas dos três jovens.
– Caralho, a professora. Ela tá muito gostosa. Adoro a bunda dela.
Todos tinham percebido que eu tinha tido um orgasmo. Acho que pela minha respiração, ou por algum movimento reflexo. Marcos continuou com o que estava fazendo, já que ainda não tinha terminado.
Ele me posicionou de novo. Agora como estava no começo, em posição fetal, só que ele se colocou atrás e me penetrou de novo. Meu vestido já todo amassado tinha ficado todo enrugado tanto em cima quanto embaixo, na altura da minha cintura. Marcos se esforçava para me mover, para que a penetração fosse mais visível para as câmeras.
– Agora vou experimentar seu cu. Tô pensando nele desde que comprei a escola e te conheci.
– Meu cu? O que você tá dizendo, seu filho da puta? Nãããão – Tudo dito na minha mente.
Ele não me moveu, só pegou uma das nádegas e separou, deixando meu ânus exposto.
Eu não aguentava aquilo. Aquilo não. Eu não gostava de sexo anal, e mal tinha praticado três ou quatro vezes na vida.
Tentei gritar mas não conseguia, só acho que minha respiração falhou por alguns segundos por causa da dor, mas logo parou. Ele separou minhas pernas, deixando minha boceta de novo à mostra, e... meu ânus.
Ele começou a me penetrar. Eu sentia dor, mas não tanto quanto deveria, considerando o tamanho do pau dele... Imaginei que a sodomia seria o final, mas depois de três ou quatro minutos ele parou e me colocou de volta exatamente como estava no começo. No colo dele e na altura do pau. Ele afastou meu queixo e colocou o membro dele dentro da minha boca.
– Vamos, Isabel. Mostra como você é boa nisso. Pensei em gozar no seu cu, mas vou gozar na sua boca.
– Adoro os peitos dela nessa posição. Olha como os mamilos dela estão duros!
Minha boca estava cheia do membro dele, me manipulando ao seu bel-prazer para que o boquete fosse como ele queria. Naquele momento eu já sentia ele... extremamente gostosa, então eu sabia que era questão de segundos até ele gozar.
Se eu tivesse forças acho que teria arrancado com uma mordida, mas ele sabia bem o que estava fazendo e como eu estava. Ele estava prestes a chegar lá, eu só queria que não fosse na minha boca, mas de novo, meus desejos perderam pros dele. Marcos encheu ela de porra, que escorreu entre meus lábios para o regozijo, risadas e comentários dos três.
— Como essa "fodida" chupa. É a melhor!!! Principalmente porque ela é lindíssima. Nem parece a idade que tem. O corpo perfeito. É pequenininha mas matadora. — Comentou Marcos. — Aliás, por que a gente não come algo rápido e continua?
Me deixaram em cima de uma mesa, com a mão tapando minha buceta, como se eu estivesse me masturbando, enquanto os dois alunos foram pra cozinha e deram conta em poucos minutos de uns sanduíches que já tinham preparado, e o anfitrião deu a opção pros dois alunos escolherem a roupa que eu ia vestir, e também que se trocassem pra não parecer que era o mesmo dia.
Escolheram uma regata listrada de azul e uma saia bem curta, cor bege. Não me puseram sutiã, só um calcinha fio dental branca. Entre os três me vestiram e me sentaram numa cadeira. Ainda tinham na mesa os cafezinhos de depois do almoço que estavam tomando.
Todos me diziam que eu tinha pernas bonitas, mas tirando na praia, raramente usava saia, e muito menos tão curtas como aquela, que mal cobria minha calcinha.
Já fazia bastante tempo que eu estava lá, embora não soubesse quantificar. Estava numa cadeira, junto aos meus dois alunos, Kevin e Roberto. Marcos deu carta branca pra eles. Dava pra ver que eram jovens, porque imediatamente levantaram minha regata por cima dos meus peitos e Roberto fez com que eu abrisse a boca e enfiasse, sem cerimônia, o pau dele dentro. Kevin também tirou o membro e começou a se masturbar, já também com o pau ereto, mesmo tendo tido um orgasmo minutos antes. Começaram a se revezar, e foi o outro então quem levou minha boca até seu pau.
– Chupa meu pau, Isabel. Já meti em você antes, mas não pela boca.
– Respeito, ela é sua professora e está te ouvindo – interrompeu Marcos entre risadas.
Novamente um pênis encheu minha boca. Mal conseguia respirar pelo nariz.
Roberto apertava meus peitos até que Marcos disse para ele tirar a mesa. Acertei em supor que me deitariam em cima dela. Entre os dois me levantaram e me colocaram sobre a mesa. Ambos estavam vestidos, mas com os paus para fora, eu com os seios à mostra e uma saia curta que mal cobria minha calcinha.
Desabotoaram os três botões da minissaia e levantaram levemente meu corpo para o companheiro poder puxá-la. Kevin tirou a camiseta, me deixando em cima da mesa só de fio dental, mas não tinham paciência e mal dois segundos depois, Roberto já me havia deixado completamente nua de novo, e seu companheiro, mesmo já tendo feito isso antes, passou as mãos pelo meu corpo outra vez.
Roberto levantou minha perna esquerda, colocando-a sobre seu ombro e me penetrou vaginalmente enquanto Kevin fazia oral. Nunca tinha estado com dois homens ao mesmo tempo, mas aquilo era inevitável. Ainda pensava no orgasmo que tive e era algo que não conseguia entender.
Tão rápidos que foram para me despir, agora estavam mais lentos e suaves no sexo comigo. Estar em cima da mesa fazia eu sentir as investidas que meu corpo transmitia de um para o outro. Marcos posicionou a câmera de vídeo fixa e pegou a câmera fotográfica.
Roberto se despiu, baixou minha perna esquerda e levantou a direita. Kevin, que tinha tirado a roupa da cintura para baixo, começou a me tocar, a ponto de, enquanto era comida por ele, o outro acariciar minha buceta, o que de novo me deixou excitada.
Em circunstâncias normais, meu corpo rejeitaria aqueles homens, mas a droga fazia com que eu ficasse relaxada, e mesmo que quisesse reagir, era apenas um desejo que não chegava às minhas... músculos.
Não doía nada, apesar de meu corpo às vezes estar em posições forçadas.
— A professora é gostosa, e ela ficou molhada de novo. Acho que ela adora ficar com a gente.
— Que foxy essa "loirinha". Ela com certeza tava louca pra gente comer ela e não tinha coragem de pedir. — Respondeu Kevin rindo.
— Gente. Se comportem, ela tá ouvindo. Vocês vão ofender ela. — Disse Marcos com ironia.
Claro que me ofendiam, e muito. Mas talvez os comentários fossem o de menos, eles me faziam sentir pior, embora também mais desejada.
— Kevin. Lembra quando ela deu a aula sobre reprodução e a gente dizia que adoraria se reproduzir com ela? Não sei se ela ouviu, mas ela nos expulsou da sala.
— Kkkkkk. É verdade. E que a gente queria ser bebê pra mamar nesses peitos, e olha só. Agora estamos realizando todos os nossos desejos.
Lembrei dessas aulas. Expulsei eles por causa das risadas, que atrapalhavam a aula, mas até hoje não sabia a que eles se referiam. Pensei que eram maus alunos. Nenhuma pessoa decente faria o que eles estavam fazendo hoje, nem o diretor da escola.
— Vamos baixar ela e deixar na cadeira, assim a gente faz por trás.
De novo fiquei com medo de que fossem me sodomizar, mas não foi isso. Ele continuou me penetrando vaginalmente enquanto o outro me obrigava a continuar a fazer boquete. Não durou muito, porque Marcos disse para me colocarem no chão e terem relações comigo de frente pra câmera. Isso ficaria muito mais excitante pra sessão de cinema que fariam no dia seguinte à noite.
Marcos ajustou a câmera de vídeo no tripé de novo, apontando para nós três. Eles se sentaram no chão e me deitaram. Continuaram fazendo a mesma coisa, só que agora meu corpo ficava mais exposto nas imagens. Kevin não parava de acariciar meus seios e agora Roberto também tocava meu clitóris, o que me deixava ainda mais excitada.
Me mudaram de posição, só pra poder me observar melhor depois. Eu sentia que... Eu estava encharcada e ouvia o som molhado da penetração do Roberto. Sabia que íamos chegar ao orgasmo de novo, os três, e isso me incluía. O Kevin tirou o pau da minha boca, para minha sorte, e começou a se masturbar enquanto apertava meus peitos, sabendo que ia gozar logo. O pior foi que o Roberto tirou o membro dele e começou a esfregar o pênis na minha buceta, o que me fez tremer e, de novo, muito contra minha vontade, tive um orgasmo, quase ao mesmo tempo que ele enchia minha barriga de porra, com menos volume que o companheiro.
Me viraram de posição, só pra me observar melhor depois. Percebi que estava encharcada e ouvia o som molhado da penetração do Roberto. Sabia que íamos chegar ao orgasmo de novo, os três, e isso me incluía. O Kevin tirou o pau da minha boca, para minha sorte, e começou a se masturbar enquanto apertava meus peitos, sabendo que ia gozar logo. O pior foi que o Roberto tirou o membro dele e começou a esfregar o pênis na minha buceta, o que me fez tremer e, de novo, muito contra minha vontade, tive um orgasmo, quase ao mesmo tempo que ele enchia minha barriga de porra, com menos volume que o companheiro.
Pensei que já tinha acabado, mas não era assim. O Marcos disse pra eles que iam fazer a montagem pra eu não falar. Não sabia do que ele tava falando, mas logo descobri. Me levantaram e me deixaram em cima de uma mesinha, com as pernas abertas, e decidiram tirar algumas fotos. Depois começaram a trazer conjuntos de roupa, com acessórios pra fazer umas sessões.
Entendi o que eles estavam planejando. Me vestiram com um vestido amarelo, enquanto o Roberto me beijava, levantava e tirava a roupa, até me deixar só de uma calcinha semitransparente.
Depois foi colocar um vestido vermelho bem curto com um thong vermelho. O objetivo era, às vezes, com truques, parecer que eu estava consciente. O Kevin me beijava, levantava o vestido até deixar o thong à mostra.
Conseguiam fazer minha cabeça e minhas mãos parecerem vivas e apoiadas de de forma intencionada em algum lugar, onde relaxada, beijava ou me encontrava em situações eróticas com algum dos caras.
Kevin voltou de novo, me sentou sobre ele com uma camiseta branca, me beijando até que tirou meus peitos para fora.
Roberto seguiu. Agora eu estava com um camisolão rosa e a mesma coisa. Na cama, nos beijando, ou pelo menos parecia, até que ele deixou meus peitos à mostra e os tocou.
O próximo foi uma saia curta e um terno no sofá.
O último foi uma saia jeans, em outro sofá, com uma camiseta listrada.
– Alicia. Sei que o que vem agora à sua cabeça é nos denunciar, mas vou te dizer algo para que esqueça essa ideia. Você assinou um papel recebendo uma grana que diremos que era para bancar uma orgia. Fizemos montagens em que você parece estar feliz com esses caras. Diremos que foram em dias diferentes. Se denunciar, só vai se afundar na merda. Agora vou chamar a Alicia para que ela esteja com você quando acordar.
Alicia chegou e ficamos só nós duas, sem responder ao adeus. Alicia começou a falar com muita serenidade.
– Adeus, meninas. Isabel... Foi um prazer, e nunca melhor dito. Levo suas roupas de lembrança. Vista qualquer uma que deixei. Na verdade, leve todas se quiser.
Quando a porta fechou, Isabel falou comigo com condescendência enquanto eu ia recuperando o movimento.
– Isabel. Sei que agora você deve estar indignada e tem motivos para isso. Te humilharam, usaram e ainda têm fotos que te comprometem, mas você não pode denunciar. Marcos já deve ter explicado as consequências. Você sabe que se isso vazar, sua vida vai virar um inferno. Você seria uma professora madura que abusou de alguns alunos e recebeu para participar de uma orgia. Além disso, vou te contar que eu já passei pelo mesmo que você. A primeira vez foram meu chefe, Marcos e o pai dele. Aparentemente foi um presente de aniversário. Depois usaram as fotos para me chantagear e marcar um encontro com dois amigos do Marcos, que também eram meu filho Carlos.
– Vai ter mais vezes? – perguntei, com medo.
– Não sei. Depois da segunda, me promoveram e mudei de empresa, o Marcos também mudou e me chantageou com dois dos meus subordinados. No final, meu filho interveio. Foi horrível. Felizmente, ele me fez usar uma máscara e não soube que era eu.
– Com seu filho? Meu Deus!!!! Ele é um monstro!!!!
– E no final, uma última vez com meu filho e ele. Também usei a máscara. Carlos nunca soube que era eu. De qualquer forma, acho que ele não tem intenção de ficar com você de novo, e o bom é que, quando ele faz isso, você acaba se beneficiando financeiramente. Não se surpreenda se em pouco tempo você virar diretora do centro. Vou te dar meu cartão e, se quiser conversar algum dia, me ligue. Tome um banho e se vista. Agora vou te levar para casa no seu carro. O Marcos me trouxe esta manhã e depois me deixou um dos carros dele.
Tomei banho. Alicia me ajudou a me arrumar. Nos despedimos com um forte abraço e ela me deixou em casa.
Fim
Obrigada – Agos e Egle pela história.
Bem. O que vocês acham da professora de biologia? – Perguntou Marcos rindo.
– Nossa. Que gostosa!!! Totalmente depilada, do jeito que eu gosto. E aquele bumbum dela! Caralho! Que rabo a professora tem, e a buceta... Não imaginava que ela fosse careca lá embaixo. Ela parecia tão recatada. – Respondeu Kevin.
– Posiciona ela de um jeito que a gente consiga ver bem. Você toca na buceta dela.
– Me deixem em paz! Filhos da puta! O que vocês vão fazer? – Minha mente gritava, embora minha boca não emitisse som algum.
– Vocês sabem que ela está consciente, mesmo imóvel. Daria qualquer coisa para saber o que ela está pensando agora.
O jovem colocou minha perna direita sobre seu ombro, o que deixou minha boceta totalmente aberta e à vista dos três jovens. Ele começou a tocar minhas pernas, mas logo se concentrou na minha xota. Eu conseguia sentir o bafo dos três, já que os outros jovens se aproximaram para ter uma visão privilegiada. Meu corpo reagia positivamente, contra a minha mente, que não queria ser tocada, mas como meus músculos estavam totalmente relaxados, comecei a gostar, já que não conseguia tensioná-los nem experimentar uma sensação negativa.
Meu Deus!!! Que boceta linda!!! Que macia!!! Isabel. Quero que você saiba que, por enquanto, vou tocar você por todos os lados, mas isso será só o prelúdio para depois eu enfiar outra coisa mais grossa, que você vai gostar mais.
Eu não aguentava. Era humilhante e percebia minha respiração acelerar, e a do meu aluno também, até que ouvi algo que já sabia, mas que acabou me destruindo.
– Ela tem uma buceta linda. É a mais bonita que já vi na vida, e ainda por cima é da nossa professora e da mãe do Borja. Lembra da raiva que ele ficou quando eu disse que ia gozar mil vezes na mãe dele? – Comentou rindo.
– Claro que lembro. Como aquele idiota defendia a mãe... Nossa. A professora está ficando molhada. Ela está gostando. Hahahaha
– Borja sabia que esses garotos falavam obscenidades sobre mim e não me contou nada. Coitado!!! O que ele deve ter sofrida. – Pensei.
Não. Não estava gostando, ou talvez sim. Minha mente, quando relaxava da situação, sentia o que ele me fazia. Era agradável, não era violento e ele fazia com muito cuidado, aproveitando cada segundo. Ele começou a passar o dedo pela minha buceta, percorrendo meu clitóris de cima a baixo. Eu estava totalmente exposta e aberta, convidando a meter o dedo. Dava para sentir a respiração dele, quase tão ofegante quanto a minha, embora por motivos diferentes.
Ele mudou a posição, colocando minha perna esquerda agora sobre o ombro dele. Conseguia me tocar perfeitamente com as duas mãos, e seus dedos iam dos meus lábios até minha buceta, enquanto enfiava o outro dedo no meu cu.
Queria gritar, só desejava ser ouvida, mas longe de mostrar desconforto, meu corpo parecia agradecido pela forma como ele me tocava. Kevin me virou e continuou com as carícias por trás.
– Acho que o filme vai ficar ótimo. – Comentou Marcos. – Kevin. Chegou a hora de você estreá-la, mas já sabe, não quero que você goze dentro.
– Nããão. Não quero que enfiem nada. Filhos da puta! – Gritei para mim mesma.
O jovem começou a me beijar. Eu estava quase em posição fetal e sem abrir as pernas. Ele ficou nu da cintura para baixo e, sem que eu pudesse reagir, enfiou o pau em mim. Soube que era enorme. Ele começou a me penetrar sem consideração. Depois decidiu abrir mais minhas pernas para continuar com sua sessão de sexo. Ele me manuseava ao seu bel-prazer, sem que eu pudesse fazer nada para impedi-lo. Minha buceta, aberta e molhada, junto com a suavidade com que ele fazia, ao contrário do caráter violento que o garoto parecia ter, conseguiam, muito contra minha vontade, me excitar.
Ele me colocou em várias posições, sempre para que seu amigo e o diretor pudessem me ver e tirar as melhores fotos, conforme iam comentando entre eles. Às vezes estavam bem perto, mais as câmeras do que eles. Entre os dois me colocaram em cima dele, de cavalinho, e ele me penetrou de novo. Ficou assim por uns dois ou três... minutos. No final, ele decidiu que queria terminar no sofá, onde poderiam tirar melhores fotos. Dava pra ver que ele estava muito excitado, e reconheço que eu também estava ficando, mesmo desejando que parassem.
Ele continuou no sofá. Ainda estava ereto apesar de ter parado por alguns minutos... Não sabia o que mais me esperava, mas ele só continuou, mais ativo ainda. Eu queria que acabasse, mas também que nunca terminasse. Depois pensava no quanto eles eram uns filhos da puta, com as câmeras, em me terem drogado e me estuprado. Kevin entrava e saía, mas os gemidos dele, seus gestos e principalmente seu pau, me faziam saber que ele ia gozar. Só desejava naquele momento que ele se lembrasse da ordem do Marcos, e não gozasse dentro de mim, já que eu não tomava nenhum anticoncepcional.
Minha barriga encheu de porra. Uma quantidade enorme, e agradeci que não tivesse chegado ao meu útero. O jovem se levantou, trouxe uma esponja e uma toalha e limpou meu corpo, me deixando deitada no sofá, enquanto Roberto e o diretor traziam uma sacola cheia de roupas e, entre risadas, comentavam o que ficaria melhor em mim. Tiraram as roupas da sacola sem cuidado. Parecia roupa de brechó, roupa barata que eu não usava. Vestidos, camisetas, tops, saias, calcinhas e sutiãs, e outra sacola com bugigangas de bijuteria. Eu não entendia nada.
Marcos disse que agora era a vez dele, e seria ele quem escolheria. Escolheu um vestido mesclado, cinza, e uma calcinha e sutiã que ficaram grandes em mim. Entre os três me vestiram e me levaram até um sofá. Agora era o Kevin quem pegou a câmera de vídeo, enquanto Roberto continuou com a de fotos.
Fiquei em posição fetal, com minha cabeça apoiada no colo da calça do meu chefe. Ele levantou um pouco minha saia para que ficasse acima do joelho, alisou meu cabelo e imediatamente começou a desabotoar os botões superiores do vestido. Baixou o sutiã sem dificuldade, que como já disse, era grande demais pra mim. Tudo se concentrava em fazer o vídeo e a sessão de fotos ficarem bons.
Ele abriu o vestido até minha cintura e expôs meus peitos ao ar. Ele levantou a parte de baixo até minhas coxas.
Continuou subindo até deixá-lo na cintura, separou minhas pernas e começou a tocar o thong por
frente. Tudo muito suave, comentando o que ia sentindo, a maciez da minha pele, o quanto a roupa
que eu havia comprado me caía bem e o quanto eu era gata. Ele tirou minha calcinha e pediu aos alunos
que não perdessem nenhum detalhe. Continuou com as carícias por cima da minha buceta, igual o Kevin
tinha feito antes. De novo meu corpo começou a reagir positivamente, algo que me indignava.
– Que imagem tão explícita. Gostei!!! Não deixa nada para a imaginação. – Disse, referindo-se à
minha buceta totalmente aberta e exposta. Não sei o que gosto mais, se seus peitos, seu rosto, sua
buceta, suas pernas.........
Eu pedia, como se fosse telepata, que ele parasse, mas longe disso, cada vez ele fazia com mais intensidade.
Deixou minha buceta para focar nos meus peitos e que seus amigos pudessem fotografar mais uma vez.
Ele me virou e me colocou de joelhos. Meu vestido caiu até meus quadris e ele começou a
me penetrar vaginalmente, mas por trás. Também fazia de forma suave, e de novo, gostei. Não conseguia
me entender. Seu pau também era enorme, igual ao do Kevin, e muito maior do que
os dois homens com quem eu tinha estado até então. Um amor de juventude e, principalmente, meu
marido.
– Olhem como fica a buceta dela. – Disse, referindo-se a como estava dilatada.
Continuou com a penetração, mas parou e entre os três me colocaram em cima dele, continuando com
a sessão. Meu corpo caía por inteiro sobre seu membro, o que fazia com que ele chegasse até minhas entranhas.
Ele agarrava minhas nádegas e me levantava e abaixava ao seu bel-prazer. Não aguentei mais e cheguei ao orgasmo.
– Caralho. A loira tá molhada. Como eu gosto. Das três vezes que fiz isso, é a
primeira vez que a mina fica com tesão. – Comentou Marcos.
Era humilhante, mas também era verdade. Eu estava excitada e não podia evitar. Como podia sentir
prazer ao ser estuprada? E era a Primeira vez que isso acontecia comigo? Isso sim me parecia terrível.
Eu não conseguia acreditar naquilo. Aquilo me relaxou e pude ouvir os cliques da câmera, e as conversas obscenas dos três jovens.
– Caralho, a professora. Ela tá muito gostosa. Adoro a bunda dela.
Todos tinham percebido que eu tinha tido um orgasmo. Acho que pela minha respiração, ou por algum movimento reflexo. Marcos continuou com o que estava fazendo, já que ainda não tinha terminado.
Ele me posicionou de novo. Agora como estava no começo, em posição fetal, só que ele se colocou atrás e me penetrou de novo. Meu vestido já todo amassado tinha ficado todo enrugado tanto em cima quanto embaixo, na altura da minha cintura. Marcos se esforçava para me mover, para que a penetração fosse mais visível para as câmeras.
– Agora vou experimentar seu cu. Tô pensando nele desde que comprei a escola e te conheci.
– Meu cu? O que você tá dizendo, seu filho da puta? Nãããão – Tudo dito na minha mente.
Ele não me moveu, só pegou uma das nádegas e separou, deixando meu ânus exposto.
Eu não aguentava aquilo. Aquilo não. Eu não gostava de sexo anal, e mal tinha praticado três ou quatro vezes na vida.
Tentei gritar mas não conseguia, só acho que minha respiração falhou por alguns segundos por causa da dor, mas logo parou. Ele separou minhas pernas, deixando minha boceta de novo à mostra, e... meu ânus.
Ele começou a me penetrar. Eu sentia dor, mas não tanto quanto deveria, considerando o tamanho do pau dele... Imaginei que a sodomia seria o final, mas depois de três ou quatro minutos ele parou e me colocou de volta exatamente como estava no começo. No colo dele e na altura do pau. Ele afastou meu queixo e colocou o membro dele dentro da minha boca.
– Vamos, Isabel. Mostra como você é boa nisso. Pensei em gozar no seu cu, mas vou gozar na sua boca.
– Adoro os peitos dela nessa posição. Olha como os mamilos dela estão duros!
Minha boca estava cheia do membro dele, me manipulando ao seu bel-prazer para que o boquete fosse como ele queria. Naquele momento eu já sentia ele... extremamente gostosa, então eu sabia que era questão de segundos até ele gozar.
Se eu tivesse forças acho que teria arrancado com uma mordida, mas ele sabia bem o que estava fazendo e como eu estava. Ele estava prestes a chegar lá, eu só queria que não fosse na minha boca, mas de novo, meus desejos perderam pros dele. Marcos encheu ela de porra, que escorreu entre meus lábios para o regozijo, risadas e comentários dos três.
— Como essa "fodida" chupa. É a melhor!!! Principalmente porque ela é lindíssima. Nem parece a idade que tem. O corpo perfeito. É pequenininha mas matadora. — Comentou Marcos. — Aliás, por que a gente não come algo rápido e continua?
Me deixaram em cima de uma mesa, com a mão tapando minha buceta, como se eu estivesse me masturbando, enquanto os dois alunos foram pra cozinha e deram conta em poucos minutos de uns sanduíches que já tinham preparado, e o anfitrião deu a opção pros dois alunos escolherem a roupa que eu ia vestir, e também que se trocassem pra não parecer que era o mesmo dia.
Escolheram uma regata listrada de azul e uma saia bem curta, cor bege. Não me puseram sutiã, só um calcinha fio dental branca. Entre os três me vestiram e me sentaram numa cadeira. Ainda tinham na mesa os cafezinhos de depois do almoço que estavam tomando.
Todos me diziam que eu tinha pernas bonitas, mas tirando na praia, raramente usava saia, e muito menos tão curtas como aquela, que mal cobria minha calcinha.
Já fazia bastante tempo que eu estava lá, embora não soubesse quantificar. Estava numa cadeira, junto aos meus dois alunos, Kevin e Roberto. Marcos deu carta branca pra eles. Dava pra ver que eram jovens, porque imediatamente levantaram minha regata por cima dos meus peitos e Roberto fez com que eu abrisse a boca e enfiasse, sem cerimônia, o pau dele dentro. Kevin também tirou o membro e começou a se masturbar, já também com o pau ereto, mesmo tendo tido um orgasmo minutos antes. Começaram a se revezar, e foi o outro então quem levou minha boca até seu pau.
– Chupa meu pau, Isabel. Já meti em você antes, mas não pela boca.
– Respeito, ela é sua professora e está te ouvindo – interrompeu Marcos entre risadas.
Novamente um pênis encheu minha boca. Mal conseguia respirar pelo nariz.
Roberto apertava meus peitos até que Marcos disse para ele tirar a mesa. Acertei em supor que me deitariam em cima dela. Entre os dois me levantaram e me colocaram sobre a mesa. Ambos estavam vestidos, mas com os paus para fora, eu com os seios à mostra e uma saia curta que mal cobria minha calcinha.
Desabotoaram os três botões da minissaia e levantaram levemente meu corpo para o companheiro poder puxá-la. Kevin tirou a camiseta, me deixando em cima da mesa só de fio dental, mas não tinham paciência e mal dois segundos depois, Roberto já me havia deixado completamente nua de novo, e seu companheiro, mesmo já tendo feito isso antes, passou as mãos pelo meu corpo outra vez.
Roberto levantou minha perna esquerda, colocando-a sobre seu ombro e me penetrou vaginalmente enquanto Kevin fazia oral. Nunca tinha estado com dois homens ao mesmo tempo, mas aquilo era inevitável. Ainda pensava no orgasmo que tive e era algo que não conseguia entender.
Tão rápidos que foram para me despir, agora estavam mais lentos e suaves no sexo comigo. Estar em cima da mesa fazia eu sentir as investidas que meu corpo transmitia de um para o outro. Marcos posicionou a câmera de vídeo fixa e pegou a câmera fotográfica.
Roberto se despiu, baixou minha perna esquerda e levantou a direita. Kevin, que tinha tirado a roupa da cintura para baixo, começou a me tocar, a ponto de, enquanto era comida por ele, o outro acariciar minha buceta, o que de novo me deixou excitada.
Em circunstâncias normais, meu corpo rejeitaria aqueles homens, mas a droga fazia com que eu ficasse relaxada, e mesmo que quisesse reagir, era apenas um desejo que não chegava às minhas... músculos.
Não doía nada, apesar de meu corpo às vezes estar em posições forçadas.
— A professora é gostosa, e ela ficou molhada de novo. Acho que ela adora ficar com a gente.
— Que foxy essa "loirinha". Ela com certeza tava louca pra gente comer ela e não tinha coragem de pedir. — Respondeu Kevin rindo.
— Gente. Se comportem, ela tá ouvindo. Vocês vão ofender ela. — Disse Marcos com ironia.
Claro que me ofendiam, e muito. Mas talvez os comentários fossem o de menos, eles me faziam sentir pior, embora também mais desejada.
— Kevin. Lembra quando ela deu a aula sobre reprodução e a gente dizia que adoraria se reproduzir com ela? Não sei se ela ouviu, mas ela nos expulsou da sala.
— Kkkkkk. É verdade. E que a gente queria ser bebê pra mamar nesses peitos, e olha só. Agora estamos realizando todos os nossos desejos.
Lembrei dessas aulas. Expulsei eles por causa das risadas, que atrapalhavam a aula, mas até hoje não sabia a que eles se referiam. Pensei que eram maus alunos. Nenhuma pessoa decente faria o que eles estavam fazendo hoje, nem o diretor da escola.
— Vamos baixar ela e deixar na cadeira, assim a gente faz por trás.
De novo fiquei com medo de que fossem me sodomizar, mas não foi isso. Ele continuou me penetrando vaginalmente enquanto o outro me obrigava a continuar a fazer boquete. Não durou muito, porque Marcos disse para me colocarem no chão e terem relações comigo de frente pra câmera. Isso ficaria muito mais excitante pra sessão de cinema que fariam no dia seguinte à noite.
Marcos ajustou a câmera de vídeo no tripé de novo, apontando para nós três. Eles se sentaram no chão e me deitaram. Continuaram fazendo a mesma coisa, só que agora meu corpo ficava mais exposto nas imagens. Kevin não parava de acariciar meus seios e agora Roberto também tocava meu clitóris, o que me deixava ainda mais excitada.
Me mudaram de posição, só pra poder me observar melhor depois. Eu sentia que... Eu estava encharcada e ouvia o som molhado da penetração do Roberto. Sabia que íamos chegar ao orgasmo de novo, os três, e isso me incluía. O Kevin tirou o pau da minha boca, para minha sorte, e começou a se masturbar enquanto apertava meus peitos, sabendo que ia gozar logo. O pior foi que o Roberto tirou o membro dele e começou a esfregar o pênis na minha buceta, o que me fez tremer e, de novo, muito contra minha vontade, tive um orgasmo, quase ao mesmo tempo que ele enchia minha barriga de porra, com menos volume que o companheiro.
Me viraram de posição, só pra me observar melhor depois. Percebi que estava encharcada e ouvia o som molhado da penetração do Roberto. Sabia que íamos chegar ao orgasmo de novo, os três, e isso me incluía. O Kevin tirou o pau da minha boca, para minha sorte, e começou a se masturbar enquanto apertava meus peitos, sabendo que ia gozar logo. O pior foi que o Roberto tirou o membro dele e começou a esfregar o pênis na minha buceta, o que me fez tremer e, de novo, muito contra minha vontade, tive um orgasmo, quase ao mesmo tempo que ele enchia minha barriga de porra, com menos volume que o companheiro.
Pensei que já tinha acabado, mas não era assim. O Marcos disse pra eles que iam fazer a montagem pra eu não falar. Não sabia do que ele tava falando, mas logo descobri. Me levantaram e me deixaram em cima de uma mesinha, com as pernas abertas, e decidiram tirar algumas fotos. Depois começaram a trazer conjuntos de roupa, com acessórios pra fazer umas sessões.
Entendi o que eles estavam planejando. Me vestiram com um vestido amarelo, enquanto o Roberto me beijava, levantava e tirava a roupa, até me deixar só de uma calcinha semitransparente.
Depois foi colocar um vestido vermelho bem curto com um thong vermelho. O objetivo era, às vezes, com truques, parecer que eu estava consciente. O Kevin me beijava, levantava o vestido até deixar o thong à mostra.
Conseguiam fazer minha cabeça e minhas mãos parecerem vivas e apoiadas de de forma intencionada em algum lugar, onde relaxada, beijava ou me encontrava em situações eróticas com algum dos caras.
Kevin voltou de novo, me sentou sobre ele com uma camiseta branca, me beijando até que tirou meus peitos para fora.
Roberto seguiu. Agora eu estava com um camisolão rosa e a mesma coisa. Na cama, nos beijando, ou pelo menos parecia, até que ele deixou meus peitos à mostra e os tocou.
O próximo foi uma saia curta e um terno no sofá.
O último foi uma saia jeans, em outro sofá, com uma camiseta listrada.
– Alicia. Sei que o que vem agora à sua cabeça é nos denunciar, mas vou te dizer algo para que esqueça essa ideia. Você assinou um papel recebendo uma grana que diremos que era para bancar uma orgia. Fizemos montagens em que você parece estar feliz com esses caras. Diremos que foram em dias diferentes. Se denunciar, só vai se afundar na merda. Agora vou chamar a Alicia para que ela esteja com você quando acordar.
Alicia chegou e ficamos só nós duas, sem responder ao adeus. Alicia começou a falar com muita serenidade.
– Adeus, meninas. Isabel... Foi um prazer, e nunca melhor dito. Levo suas roupas de lembrança. Vista qualquer uma que deixei. Na verdade, leve todas se quiser.
Quando a porta fechou, Isabel falou comigo com condescendência enquanto eu ia recuperando o movimento.
– Isabel. Sei que agora você deve estar indignada e tem motivos para isso. Te humilharam, usaram e ainda têm fotos que te comprometem, mas você não pode denunciar. Marcos já deve ter explicado as consequências. Você sabe que se isso vazar, sua vida vai virar um inferno. Você seria uma professora madura que abusou de alguns alunos e recebeu para participar de uma orgia. Além disso, vou te contar que eu já passei pelo mesmo que você. A primeira vez foram meu chefe, Marcos e o pai dele. Aparentemente foi um presente de aniversário. Depois usaram as fotos para me chantagear e marcar um encontro com dois amigos do Marcos, que também eram meu filho Carlos.
– Vai ter mais vezes? – perguntei, com medo.
– Não sei. Depois da segunda, me promoveram e mudei de empresa, o Marcos também mudou e me chantageou com dois dos meus subordinados. No final, meu filho interveio. Foi horrível. Felizmente, ele me fez usar uma máscara e não soube que era eu.
– Com seu filho? Meu Deus!!!! Ele é um monstro!!!!
– E no final, uma última vez com meu filho e ele. Também usei a máscara. Carlos nunca soube que era eu. De qualquer forma, acho que ele não tem intenção de ficar com você de novo, e o bom é que, quando ele faz isso, você acaba se beneficiando financeiramente. Não se surpreenda se em pouco tempo você virar diretora do centro. Vou te dar meu cartão e, se quiser conversar algum dia, me ligue. Tome um banho e se vista. Agora vou te levar para casa no seu carro. O Marcos me trouxe esta manhã e depois me deixou um dos carros dele.
Tomei banho. Alicia me ajudou a me arrumar. Nos despedimos com um forte abraço e ela me deixou em casa.
Fim
Obrigada – Agos e Egle pela história.
1 comentários - Drogada y mojada 3