Sete por Sete (96): Melzinha




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Compêndio INão precisa aceitar, se não quiser." Disse Hannah, na sexta-feira à noite, com um pouco de aflição.
Ela tinha me pedido na hora do almoço e me pegou de surpresa. Mas depois de refletir sobre o assunto, eu já tinha uma resposta.
"Claro! Por que não?" respondi.
Ela ficou muito feliz. Me abraçou e me beijou na bochecha.
"E sua esposa... Ela não vai ficar com ciúmes?"
"Nada disso. Ela sabe que você é minha melhor amiga do trabalho."
Não quis dizer que os ciúmes dela são maiores que os da minha esposa.
No sábado à noite, avisei a Marisol que atrasaria algumas horas na volta. Não quis dar muitos detalhes na hora, mas, felizmente, temos essa comunicação e confiança que não precisa de palavras.
De qualquer forma, ela acabaria sabendo de tudo.
Então, na segunda-feira de manhã, carregamos a caminhonete, devolvemos as chaves das nossas cabines e entregamos nossos cargos.
Como os dias estão mais frios, Hannah vestia jeans, uma blusa roxa e uma jaqueta cáqui.
Ela parecia muito feliz e animada.
"Tem certeza?" perguntei mais uma vez, antes de deixar o complexo. "Você chegaria muito mais rápido..."
Ela segurou meu braço direito, de um jeito terno e carinhoso, enfiando-o com muita confiança entre suas pernas.
"Sim!" respondeu. "Você faz isso toda semana e quero ver quão bom é. Além disso, já cancelei minha passagem e avisei meu irmão que me buscariam."
Acariciei seu cabelo e a beijei. Ela já tinha decidido e não tinha volta.
Algo que passou despercebido para quem acompanhou essas entregas e para minha esposa também foi que, um ano atrás, a linda loira que me acompanhava na viagem de volta estava de visita em Adelaide.
Naquela época, éramos apenas bons amigos. Minha esposa estava com 7 meses de gravidez e estava me "trazendo chifres" com o vizinho, enquanto eu seduzia a esposa dele.
Tinha sido algo de mútuo acordo, para que minha esposa também experimentasse as liberdades que me concedeu. naquele tempo.
Mas no momento em que decidimos levar o relacionamento para o próximo nível (que minha esposa transasse com o vizinho), o destino interveio e minhas pequenas chegaram ao mundo.
Como pais de primeira viagem numa terra estranha, não sabíamos muito das burocracias e foi por isso que, assustado e sem ter mais ninguém pra recorrer, liguei às 5 da manhã para essa linda loira temperamental, pra que ela me desse uma mão.
O motivo da visita dela naquela vez (e a razão pela qual ela decidiu me acompanhar na volta agora) era porque o irmão mais velho dela, Daniel, comemorava seu aniversário de casamento.
Por isso, Hannah decidiu cancelar o voo e vir definitivamente comigo, na caminhonete.
Foi uma viagem agradável, com ela no colo na primeira metade. Mas quando percorremos os primeiros 150 km, sugeri uma paradinha rápida.
“O que você acha?” perguntei, apontando para a placa.
Ela sorriu, me abraçando pelo peito.
“Não teve o suficiente ontem à noite?”
“Tive… mas não vou te ver por uma semana.”
Ela sorriu e acionou a seta do painel. Definitivamente, íamos parar.
A primeira vez que fui a um motel foi uns 3 anos atrás.
Era uma sexta-feira, em dezembro. Marisol tinha feito a prova da faculdade e eu pedi permissão no escritório pra folgar o dia e levá-la num encontro.
Convidei-a pra tomar um sorvete e depois, pra ver um filme num dos cinemas do centro.
Como era meu costume nesse tipo de ocasião, apalpei e beijei muito minha namorada no cinema e ela saiu “bem refrescada” da sessão.
No entanto, passamos na frente de um desses lugares e Marisol me pediu por favor se a gente podia entrar.
Entramos nervosos, porque meu rouxinol estava perto da maioridade e o adulto era eu, mesmo que minha aparência não mostrasse.
Pra atendente não importou a ilegalidade, depois de receber a gorjeta pra guardar nosso segredo. As lembranças daquela tarde quero deixar só pra nós, porque estávamos ainda aprendendo a nos amar.
Dessa vez, aluguei o quarto por 2 horas. Ela estava nervosa, porque era a primeira vez dela num lugar daqueles. Até tive que pegar na mão dela e levá-la até a cama.
Comecei a beijá-la e a tirar sua roupa. Devagar, fomos nos entregando aos nossos instintos.
Nem sabia se íamos nos cobrir com o lençol ou não.
O quarto era agradável. Era de madeira e tinha 2 janelões, que deixavam a luz entrar, com cortinas laranjas para nos dar mais privacidade. Uma cama de casal, 2 criados-mudos, uma TV, um ventilador de teto com lâmpada e um par de cadeiras.
Não muito diferente das cabanas onde ficamos na cutie.
Aos poucos, ela foi tomando a iniciativa, tirando minha camisa e desabotoando minha calça.
Não precisávamos nos cobrir com o lençol. Queríamos nos ver e o calor dos nossos corpos era suficiente para nos manter aquecidos.
Descobri seu sutiã tímido e ela sorriu, ao ver que eu brincava com seus peitos lindos. Ela desceu a calcinha até a metade das coxas e começou a enfiá-lo entre suas pernas.
Ela começou a se mexer, mas daquele jeito não entraria por completo. Então tive que virá-la e fazer mais uma vez o trabalho pesado.
Ela suspirava, agitada, me olhando com aqueles olhos azuis profundos. Eu me perguntava se será que o marido dela fazia o mesmo.
Fodi ela com força, pressionado pelo tempo e a cama balançava completamente. Seus gemidos eram intensos e profundos, enquanto ela continuava me abraçando para que eu lambesse sua orelha e eu levantava suas coxas com meus braços, deixando-a numa posição parecida com um sapo deitado.
A nova pose agradou a ela e era algo que não podíamos fazer na cabana, por causa do pouco espaço da cama de solteiro.
Finalmente, gozamos juntos, com ela esfregando o rosto no meu.
“Você faz muito bem!” ela me disse sussurrando bem devagar, enquanto suspirava ofegante, me olhando com aqueles olhos azuis intensos e um lindo sorriso.
Aproveitei para acariciar seus cabelos, apreciando-a por sua própria beleza.
Conseguimos nos soltar e tomamos banho juntos.
O banheiro era ridiculamente pequeno comparado ao da cabana. Era bem apertado, projetado para uma pessoa, com uma pia, um vaso sanitário e um box para o chuveiro, num espaço de aproximadamente 3x2 m.
No entanto, facilitou as coisas para que eu pudesse comer aquele cuzinho dela no chuveiro mais uma vez.
Sua pele branca, corada pelo calor do chuveiro, a fazia parecer ainda mais desejável com a luz do dia que passava pela pequena janela.
Ela ficava na ponta dos pés, para que eu pudesse pegá-la mais uma vez. Seus cabelos loiros, sua pele molhada e seus mamilos duros faziam o ato de sodomizá-la ainda mais delicioso.
Raramente fazemos isso durante o dia, porque no fim falta tempo para jantar e quase sempre terminamos os turnos famintos, então fazemos amor à noite.
Depois de fazê-la minha mais uma vez e nos soltarmos, saímos do chuveiro e nos vestimos. Tentei não olhar muito para ela, porque eu pularia nela de novo.
Desocupamos o quarto com 2 minutos de sobra. Aproveitamos para pedir alguns sanduíches para a estrada e retomamos a viagem.
Ela foi dormindo o resto da viagem, mas eu não me importei, porque dirigir ainda me deixa tenso.
Pulei minha saída de costume e quando estávamos chegando na saída do parque florestal Black Hill, acordei a bela adormecida.
"Talvez isso tenha sido uma má ideia!" Ela exclamou, muito tensa.
"Por quê?"
"Porque o Daniel me conhece bem..." respondeu, baixando o olhar, bem corada, e acrescentou. "E você é o primeiro amigo que eu apresento pra ele."
Eu não sabia que para a Hannah, eu conhecer o irmão dela equivalia a conhecer a família dela, e é o que mais agradou a Marisol, já que ela compara com quando fui pedir a mão dela para namorar.
Estávamos perto de onde levei a Amelia para caminhar no verão passado. As casas na região eram muito elegantes, com amplos espaços.
A entrada da casa do Daniel era enorme, como uma mansão chique, com um par de árvores frondosas e verdes, um jardim imenso, uma piscina e eu não ficaria surpreso se houvesse uma quadra de tênis ou uma estufa lá atrás.
A casa parecia imponente. Tinha uma garagem dupla e 2 andares, com janelas amplas, num estilo maçônico, parecida com um castelo.
"Obrigada por me trazer!" ela disse muito nervosa, como se estivesse desesperada para que eu fosse embora.
Mas eu tinha que descarregar a bagagem dela. Logo em seguida, apareceu o dono da casa.
Sua aparência é muito agradável, embora gigantesca. Ele deve ter uns 1,90m, com ombros largos e físico musculoso.
Assim como sua irmã, ele é loiro e de olhos azuis, com um queixo forte e marcante e lábios grossos, mas proporcionais ao seu tamanho, e um nariz levemente pontudo, que lhe dava a aparência de tenista.
"Hunny!" exclamou ele, muito feliz em vê-la.
(Para entenderem um pouco meu título, mel em inglês é "Honey". No entanto, também se pode dizer "Hunny", que soa muito parecido com "Hannah")
Hannah deu uma risada.
"Será que você é o único que me chama pelo meu nome?" ela me perguntou, muito envergonhada.
Ele a abraçou e a levantou com entusiasmo, enquanto ela esperneava, morrendo de rir.
"E ele? Quem é?" perguntou, muito animado ao me ver.
Ela hesitou um pouco antes de responder...
"Ele é meu amigo Marco."
Ele me deu um aperto de mão forte. Não foi com má intenção, de jeito nenhum, mas ele tinha dificuldade em dosar a força.
Logo em seguida, apareceram sua esposa e seus filhos.
"Hannah, você está linda! O casamento caiu bem em você!" brincou sua cunhada. "E ele? Quem é?"
(He is her boyfriend) "Ele é amigo dela." Respondeu o marido.
Boyfriend pode ser entendido como "namorado" e "amigo-homem" ao mesmo tempo, e Daniel não disse com má intenção.
Mas Hannah reagiu como se tivessem pisado no calo dela.
"Ele não é meu namorado!" exclamou, furiosa. "É só um amigo... nada mais."
Seu irmão e sua esposa pareciam confusos com a reação dela. Embora o leve rubor nas bochechas de Hannah os fizesse entender e sorrir em Cumplicidade. (Digamos que eu sou o amigo do trabalho dela…) “Só que, digamos que eu sou o amigo do trabalho dela.” acrescentei, como mediador. Mas era evidente pelo rosto da Hannah que éramos mais que isso. “Eu sou a Iris! Muito prazer!” apresentou-se a cunhada. É uma mulher linda. Um pouco mais baixa que a Hannah e levemente gordinha, com cabelos loiros tingidos até o ombro. Olhinhos puxados, um nariz pequenino e pontudo, bochechas levemente inchadas e lábios largos e grossos, ideais para passar tardes inteiras beijando-os. Mas seu maior atrativo era seu busto proeminente, que escondia discretamente seus quilinhos a mais. No entanto, para ela, eu era apenas mais uma pessoa e o Daniel era seu marido e os olhares deles me deixavam feliz, porque se olhavam igualzinho à forma como a Marisol e eu nos olhamos. “E vocês vieram a viagem toda na caminhonete?” perguntou-me Daniel. “Sim, é que eu uso ela em casa.” “Tia Mel!” exclamou um trio de pequenos entre 9 e 6 anos, abraçando efusivamente a Hannah. “Mark, você cresceu muito!... Lucca, você tá muito linda!... Tim, perdeu outro dente!...” respondia ela, enquanto os 3 brigavam por sua atenção. “Tia, tia! O Timmy quebrou minha caminhonete. Pode ver?” exclamou Mark, o mais alto. “Gente, acabei de chegar!” respondia ela, olhando para mim. “Por favor, tia! Por favor!” suplicavam as crianças. “Quer tomar alguma coisa?” “Dan, não!” protestou Hannah, imobilizada pelo grupo de crianças. “Tranquila! É só pra agradecer o incômodo.” Respondeu-lhe num tom mais calmo. Hannah parecia aflita. “Só… trata ele bem… Pode ser?” pediu, ao ver que as crianças e sua cunhada a sequestravam com sua bagagem. Daniel simplesmente sorriu para ela e Hannah se despediu de mim. Entramos na casa, no seu covil. Nada comparável ao quartinho deplorável que meu sogro tinha. Tinha um bar de verdade, com bancos incluídos e uma ampla variedade de bebidas alcoólicas. Uma mesa de sinuca, uma poltrona reclinável e uma estante com muitos livros. Daniel é cirurgião plástico e Iris trabalha ou tem uma joalheria, então seus luxos eram justificáveis. Isso me trouxe lembranças da primeira vez que fui à casa da Lucia, acompanhando Pamela. No entanto, a grande diferença é que o olhar de Daniel era mais caloroso e compreensivo. “Qual é o seu veneno?” ele me perguntou, mostrando a variedade de drinques. “Tem algum suco?” Seu olhar sorriu com surpresa e ele foi até um pequeno refrigerador, de onde tirou um suco de maçã. Ele se serviu de um drinque forte, pela expressão do seu rosto ao bebê-lo. “Há quanto tempo você conhece a Miel?” “Mais de um ano. Trabalhamos juntos no poço.” Ele sorria muito satisfeito e facilitou que eu contasse minha história, de como acabei trabalhando com a irmã dele. “E você é casado…” exclamou, ao ver minha mão. “Sim, casei há mais de um ano!” “E há quanto tempo você é o namorado da minha irmã?” perguntou, finalmente. Eu engasguei, mas seu olhar e seu sorriso pareciam estar brincando comigo. “Tranquilo! Sei que você gosta da minha irmã e ela gosta de você! Não estou te julgando, mas estou curioso para saber!” Na verdade, seu olhar parecia mais alegre ao saber que eu era o amante da irmã dele. Contei como nos conhecemos e fomos nos apaixonando. Ele riu. “Que bom! Pensei que Eli e eu tínhamos estragado ela!” Ele me contou que ele e o mais velho dos irmãos, Elijah, foram muito enxeridos com Hannah quando pequena: quebravam suas bonecas, sequestravam seus bichos de pelúcia e eram muito brutos ao brincar com ela. Como consequência disso, Hannah cresceu mais masculinizada e quando seu tio Herb pediu ajuda para consertar o cortador de grama, ficou pior. Não tinha amigas e muito menos amigos, já que tinha ficado “dura demais” para eles e obcecada com máquinas, bombas e compressores. Até que finalmente, Douglas se mudou para a casa ao lado e Hannah teve sua primeira paixão. No entanto, quando Hannah entrou na faculdade, sua paixão por Douglas ficou como um simples passatempo. Depois, ela se formou e entrou na empresa, chegando ao cargo de Avaliador de Operações.
"Foi horrível!" Daniel me dizia, muito amargurado. "A única coisa que ela fazia era falar e falar sobre máquinas, programas e trabalho! Até meus filhos não aguentavam… até que ela foi transferida para a nova mina."
E ele me deu um sorriso radiante. Como se estivesse agradecido a mim, de alguma forma.
"No começo, eu odiei. Achei que era uma desonra e uma traição, já que ela fazia bem o trabalho dela, para ser rebaixada de novo a Chefe do Departamento de Manutenção… mas aí ela começou a falar de um amigo que conheceu no serviço…"
Pelo sorriso dele, eu sabia que ele estava falando de mim.
"Te falo! Eu já vi aquela doida com os olhos brilhando, descrevendo uma caixa de câmbio… mas nunca a ouvi tão alegre falando de um amigo. Nem mesmo o idiota do Douglas."
Eu sabia. As vezes que a gente deixou o amor mais gostoso foram porque as peças chegaram a tempo e as máquinas dela funcionavam perfeitamente.
"Vamos, não seja tão duro!" sugeri. "Afinal, ele é seu cunhado agora."
Ele tomou outro gole do drink.
"Eu sei! Mas sempre me opus a Hannah casar com ele." Ele respondeu, brincando com o gelo do copo.
"Era algo no olhar dele. Hannah não estava pronta… pelo menos, não para casar com ele, e eu sabia que ela fazia isso por nós… por isso me opus desde o começo…"
E ele se abriu comigo.
"Sempre quis que ela sentisse algo como o que Iris e eu sentimos, e nesses meses, tenho visto mudanças muito grandes nela, que não têm nada a ver com aquele idiota. Ela está mais feminina, mais alegre e muito mais carinhosa. Você viu meus filhos. Para eles, ela é a tia favorita, e acho que devo te agradecer."
"Por que a mim?"
"Você é o primeiro amigo que eu conheço dela! Você acha que uma maria-rapaz (a expressão mais parecida que encontrei para 'tomboy') como ela vai trazer caras para casa?"
"Me desculpe! Mas Hannah não é uma maria-rapaz no trabalho." respondi a ele. Fiquei olhando de boca aberta.
“Para a sua equipe e para a que eu estou no comando, Hannah nos inspira. Ela é durona, teimosa e obsessiva, mas também tem seu lado doce e carinhoso. Nós a tratamos como uma rainha e, por ela, entramos nas entranhas da terra, só para vê-la sorrir. Ela alegra nosso dia quando está feliz e sentimos sua falta quando não está por perto. E se tem alguém que precisa agradecê-la, sou eu, em nome dos outros, porque ela é uma mulher excepcional.”

Ele ficou surpreso. Provavelmente não esperava que alguém dissesse isso sobre sua irmã e demorou para reagir ao meu aperto de mão.

Seu sorriso de alegria me mostrou que eu havia conquistado um novo e valioso amigo.

Enquanto me acompanhava até a recepção, ele apoiou a mão no meu ombro.
“Olha, eu sei que você é casado e tudo mais… mas se um dia você quiser ficar com a Miel… fala comigo que eu te ajudo.” Ele disse, enquanto me acompanhava até o carro. “Ela é minha irmã e eu a amo, e se você pode fazê-la feliz e distraí-la um pouco, eu não serei um obstáculo para vocês.”

Avistei Hannah mais uma vez, enquanto acompanhava o ritmo dos sobrinhos. Ela ficou surpresa ao ver que seu irmão e eu parecíamos bons amigos.

Mas sua melhor reação foi baixar o olhar e corar, depois que joguei um beijo pelo ar, enquanto seu irmão ria da vergonha dela.
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2 comentários - Sete por Sete (96): Melzinha

Muy bueno 😉
Pasate por el mio.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2713212/Mi-vecina-cumplio-mi-fantasia-bi-arnes.html#comment-111780
Lo leí y me gusto. Gracias por comentar.
Vallaaa vallaa que sorprente! Definitivo cambiando vidas! Saludos
Gracias. Mi esposa se ríe cuando le explico lo que siento por Hannah, pero me recuerda mucho a Marisol de soltera. De a poquito se ha ido dando (porque al principio, era un minero tosco más) y ahora es más tierna. Más de abrazos y acurrucarse, que también me gusta bastante. Un abrazo y saludos para ti también.