Férias com a irmã mais nova

TODOS OS PERSONAGENS SÃO MAIORES DE IDADE E ESTA HISTÓRIA NÃO É MINHA, SÓ QUERO COMPARTILHÁ-LA COM A COMUNIDADE PORINGUEIRA
Me chamo Javier, tenho 25 anos e, quanto à minha aparência física, vou focar nos detalhes de quando tinha 19 anos, quando vivi o que considero as melhores férias da minha vida. Também não sou muito diferente da média: moreno, olhos castanhos, naquela época devia ter uns 1,70m e não saberia precisar meu peso — nunca tive muita curiosidade de saber detalhadamente, basicamente porque sempre fiquei um pouco fora dos padrões esteticamente perfeitos, mas não muito, na verdade. Nada fora do normal, exceto pelo tamanho avantajado na cama, fato do qual tive consciência pela primeira vez naquele verão inesquecível.

Desde que me entendo por gente e até alguns anos atrás, não concebia um fim de semana ou férias sem passar alguns dias no chalé dos meus pais. Eles compraram logo depois do nascimento da minha irmã, que é só um ano mais nova, em um condomínio tranquilo num povoado da serra madrilenha. Tão tranquilo que nunca encontrei ninguém para bater uma bola nos fins de semana que passávamos lá, embora durante as férias de verão algum amigo viesse passar uns dias, e as tardes na piscina com uns joguinhos de futebol ficavam muito mais legais do que os dias em que me distraía sozinho. Aos 19 anos, essa distração a sós consistia em várias horas por dia no banheiro me masturbando para controlar a excitação hormonal típica da adolescência, que naquela época já fazia 2 ou 3 anos castigando meus bíceps à base de punheta.

Como disse, mesmo sendo um condomínio grande, nunca encontrei um grupo de jovens da minha idade para passar o tempo durante os fins de semana ou as longas férias de verão. Minha irmã, porém, teve mais sorte que eu, pois certa tarde de agosto, uma garota da mesma idade parou em frente ao portão do chalé e, depois de um pertinente "Olá?" para ver se tinha alguém, espiou para confirmar por conta própria. Naquele momento, eu estava meio dormindo numa espreguiçadeira do varanda da casa e atribuí as vozes que ouvia às conversas das pessoas que costumavam passear pela rua que se estendia atrás da cerca que delimitava o terreno do chalé. Quando a garota repetiu a saudação, minha irmã corria em direção à porta para cumprimentar a desconhecida. Ao me levantar, pude ver minha irmã conversando animadamente com a garota do outro lado da porta. Assim ficaram um bom tempo até que a potencial amiga da minha irmã finalmente entrou no terreno e foi conduzida por ela para dentro da casa para conhecê-la. Ao passar ao meu lado, minha irmã a apresentou.

- Esta é a Alicia. Ela acabou de se instalar no chalé da frente, com os pais e o irmão.

Alicia era o nome dela. Era uma garota até que alta, magra, com cabelo ondulado médio que naquele momento estava preso em uma coque e uns olhos negros engraçados. No primeiro olhar que dei enquanto ela se aproximava da varanda da casa, reparei em duas pernas magras mas muito bem torneadas e uns peitos pequenos, firmes, ainda em desenvolvimento, lógico numa garota de 18 anos.

Após os dois beijos pertinentes da apresentação, minha irmã comentou que era uma sorte finalmente encontrar alguém da nossa idade no condomínio, e que, como ela tinha um irmão, eu também podia combinar de sair com ele.

- Vou contar pra ele.

Dito isso, as duas entraram na casa. Como estava calor, pensei em dar um mergulho na piscina e aproveitar para espreguiçar-me da moleza que tinha depois de ter ficado meio adormecido na espreguiçadeira. Justo quando saía da água, vi minha irmã acompanhando a Alicia até a porta. Para lá me dirigi, encharcado como estava, para me despedir também. Antes que ela fosse embora, lembrei-a de dizer ao irmão que aparecesse por lá quando quisesse.

- Já falei pra sua irmã passar amanhã no nosso chalé, vem você também e o conhece. Além disso, também temos piscina, tragam maiô. - Enquanto dizia isso, como se justificando, vi como ela dava uma Olhar rápido para o que ele estava vestindo. Segui seu olhar e percebi que, através da roupa, dava pra ver claramente o volume do meu pau. Não é que eu estivesse de pau duro, mas ele estava lá, inclinado para a esquerda. Como se percebesse que eu tinha notado a direção do seu olhar, ele rapidamente desviou o olhar, se despediu e subiu os escassos 10 metros que separavam a porta do chalé deles da nossa.

Na manhã seguinte, equipado com uma sunga, uma camiseta, chinelos e toalha, me preparei para conhecer a casa dos novos vizinhos e eles, junto com minha irmã, que repetia todo meu equipamento, exceto pelo biquíni que usava debaixo da camiseta. Como a porta externa não tinha campainha, em vez de gritar para avisar que estávamos lá, abrimos o portão e entramos no terreno. Apesar de ficar bem em frente, eu nunca tinha reparado naquele chalé, em parte porque, além da cerca, uns pinheiros frondosos protegiam a casa de olhares curiosos do lado de fora. Era uma construção de 3 andares, com uma varanda enorme coberta, de um lado da qual saía um caminho de pedras em direção ao terraço onde ficava a piscina. Já na porta, tocamos a campainha. Logo ouvimos a voz da Alicia dizendo "Eu vou atender!" e seus passos descendo a escada em alta velocidade. Quando ela abriu, tive a grata surpresa de encontrá-la com um vestido justinho de alcinhas cor de laranja, que oferecia a visão tentadora de umas coxas firmes e morenas que a calça de moletom que ela usava no dia anterior tinha escondido. Ela nos cumprimentou com um sorriso e, ainda na soleira da porta, se virou e gritou:

— Manu... desce, que os vizinhos estão aqui!

No mesmo instante, apareceu o irmão dela, que desceu os degraus nervoso.

— Olha, essa é a Laura e esse é o irmão dela, o Javi — ela disse.

— Oi, tudo bem? — ele falou — eu me chamo Manuel.

O Manuel dava a impressão de ser um garoto tímido, moreno como a irmã, mais baixo do que eu me lembrava de ser na idade dele, menos aficionado a pegar um bronze, como dava pra ver, e com uns olhos bem vivos que chamavam a atenção.

Fazendo um esforço pra tirar da cabeça a imagem dos peitinhos pequenos e firmes que a Alicia apertava naquele vestido, cumprimentei o moleque com uma palmada no ombro. Feitas as apresentações, a Alicia nos convidou pra entrar e mostrar a casa.

Pelo que ela contou, a gente soube que os pais dela tinham mandado construir a casa dez anos atrás, o que a gente não sabia, mesmo o chalé ficando a poucos metros do nosso, mas minha irmã e eu éramos muito pequenos na época pra lembrar. Por causa do trabalho dos pais dela, eles não costumavam vir tão frequentemente quanto a gente, o que mudou naquele ano depois que resolveram uns pepinos no trabalho que até então obrigavam eles a trabalhar nos fins de semana e durante vários dias das férias. Dava pra imaginar de onde tinham tirado a grana pra fazer um chalé daqueles.

Depois da pequena entrada da porta, uma escadinha levava a uma sala de jantar à esquerda e à cozinha à direita. Acostumados com nossa cozinha pequena, aquela nos pareceu enorme. No fundo dela tinha um quarto que antigamente era usado pela empregada doméstica durante as férias, segundo nos contaram, que incluía seu próprio banheiro. Como os pais dela decidiram ficar sem empregada por um tempo, o quarto servia de despensa, mas o banheiro continuava sendo usado, já que tinha uma porta que dava direto pra rua; quando a gente estava na piscina ou no jardim e precisava usar, não precisava subir pra um dos banheiros de cima.

O andar acima da cozinha e da sala de jantar era ocupado por uma sala de estar bem espaçosa, de onde se acessava uma varanda que contornava toda a casa, que na parte de trás, por uma escadinha, conectava com outra varandinha que dava pra sala de jantar e pro andar de cima. Por fim, no No andar superior ficavam os quartos: o dos pais, um de hóspedes, outro que os dois irmãos compartilhavam e dois banheiros.

— Manu, anda, mostra a piscina pro Javi, a gente já desce num instante — disse Alicia.

Nós dois descemos até a piscina e Manuel me mostrou o resto do terreno. Ficamos conversando um bom tempo sobre nossas coisas, demos bastante certo. Depois de um tempo, apareceram nossas respectivas irmãs. As duas contrastavam bastante. Enquanto Alicia era desengonçada como descrevi antes, minha irmã já tinha desenvolvido uns peitos redondos que balançavam dentro do biquíni verde que ela usava como se fossem de gelatina, e uns quadris generosos. Para detalhar mais diferenças, bastava reparar na pele morena de Alicia e na da minha irmã, bem clara, combinando com seu cabelo loiro e cacheado. As duas estenderam suas toalhas na grama ao redor da piscina, e no momento em que minha irmã, despreocupada, enquanto conversava com Alicia, puxava a parte de trás da calcinha do biquíni, que tinha sumido entre suas nádegas, percebi o olhar com que Manuel contemplava aquele gesto, carregado de timidez e de lascívia precoce. Nós dois, por nossa parte, entramos na piscina.

— Vocês vão se cozinhar aí tomando sol, e a água tá uma delícia — falei.

— Então sai que a gente vai — disse minha irmã, e primeiro ela e depois Alicia mergulharam na piscina.

Depois de um bom tempo na água brincando de passar uma bola, nós quatro saímos. Já fora, enquanto secava a cabeça, aproveitei uma brecha que a toalha me oferecia para me deleitar com a visão de Alicia, que naquele momento se esforçava para secar as costas. O biquíni branco que ela usava deixava transparecer perfeitamente dois mamilos bem escuros através do tecido, e, baixando a vista, desacelerando o ato de secar minha cabeça, uma incipiente mata de pelos pretos no seu púbis. Apesar da parte de baixo do biquíni, contemplava com nitidez sua bucetinha morena, sem parar de prestar atenção a uma bunda redonda que se exibia dura e apertada. Logo tive que desviar o olhar, não tanto por ser descoberto, mas para tentar acalmar o pau que estava ficando duro. Manuel e eu deitamos na grama perto delas para terminar de secar ao sol. Para evitar fazer um espetáculo, deitei de costas, e fiquei nessa posição até as duas garotas irem se trocar, depois do que Manuel e eu continuamos conversando.

Meia hora depois, um carro estacionou na garagem do terreno. Eram os pais delas. As garotas, já trocadas, desceram e os dois irmãos nos apresentaram como os vizinhos. Os quatro ajudamos com as sacolas que eles trouxeram do supermercado do vilarejo e, já dentro, nos convidaram para alguns refrigerantes. Os pais delas trabalhavam juntos em um escritório de advocacia em Madri e, como os nossos, aproveitavam o tempo livre para ir à casa de campo.

As visitas de Alicia e Manu à nossa casa de campo e as nossas à deles se repetiram durante aquele verão e nos fins de semana seguintes, já sem piscina no outono e no inverno. Nas vezes em que coincidíamos, costumávamos sair para passear pelo condomínio, ou jogar futebol Manu e eu enquanto as garotas se trancavam para falar de suas coisas. Tudo continuou igual até que chegou o verão seguinte.

Continua...

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4 comentários - Férias com a irmã mais nova

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esta bueno
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excelente, me encanto el post che!
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