Susi se comió el caramelo!

Olá, contadores e contadoras de histórias e leitores, vou contar uma das minhas histórias: uma noite, deitado na minha caminha como de costume, acordei de madrugada, meu celular tocou, olhei uma mensagem: "Oi, docinho! Como você está, gostoso?" Surpreso e sorrindo, respondi: "Oi, diva, desculpa, mas a gente se conhece?" Ela respondeu: "Você é o Caramelo, tá assim no meu contato, eu sou a Susi." Achei graça, falei: "Não lembro de te conhecer, mas podemos nos conhecer, ha ha." E ela disse: "Te tenho como uma boa referência." "Que legal", falei, "quem te deu meu número?" Ela respondeu: "Uma noite de festa, conheci uns caras (uns amigos meus) e eles me deram, falaram que te chamavam de Caramelo, e como agora tô em casa sozinha tomando vinho, resolvi te escrever pensando quão doce seria o famoso Caramelo." Respondi: "Ha ha, bom, é questão de provar pra saber quão doce e gostoso eu sou." Eu já tava com o pau duro e molhado. Perguntei: "Me descreve como você é?" Naquela época não tinha redes sociais como hoje, os celulares com tela colorida tavam começando a aparecer. Ela disse: "Sou gordinha, lábios carnudos, peitos grandes, bunda grande e pele branca." Respondi: "Hmm, que tentador, do jeito que eu gosto." Me descrevi e ela também me elogiou, mensagem vai, mensagem vem. A coisa esquentou, ela dizia: "Pussy, quero provar esse Caramelo e saborear tudo." Eu falava: "Sim, mamãe, já vai provar o Caramelo e também um pirulito bem docinho." "Hmm, sim, que gostoso, quero provar tudo, adoro doce, sou muito gulosa." Eu tava com o pau durasso, todo molhado, imaginando os lábios carnudos dela saboreando tudo. Eu dizia: "Mami, te pegaria com minha linguinha e te percorreria inteirinha." E a puta sexual saía de dentro dela, ela falava: "Sim, pussy, manda bem a língua na minha buceta aberta e molhada e chupa meus peitos inchados." Cada vez mais quente, e eu desesperado, não queria deixar passar aquela noite e dormir só na punheta. Caliente, perguntei: "Onde você tá?" Ela me deu o endereço, não era muito longe, mas ficava meio fora de mão. Como não tinha Mobilidade, ela me fala: "vem, dá logo, solta essa boca, quero que você venha me comer bem comida". Usa a palavra: buceta tá com fome de pica dura, vou comer um docinho hoje, vem logo. Eu já não aguentava mais, tava todo molhado e por nada nesse mundo ia deixar essa noite passar, a essa altura tinha que comer ela sim ou sim. Saí correndo igual um desesperado faminto, era inverno e não tinha ninguém na rua, andei quase trotando até o ponto de ônibus, esperei uns 40 minutos, desci e caminhei umas 8 quadras. Ela tava me esperando na calçada, cheguei perto e ela não era tão gostosa quanto eu pensava, mas era muito dotada por onde olhava: uns peitos impressionantes, bem amamentáveis, e uma bunda grande do jeito que eu gosto. Tinha uma boca de head master e era baixinha. Me dá um beijo com gosto de vinho e algo animado, entramos e eu quase morri: tinha um casal de amigos dela bebendo com ela. Não sabia o que dizer, ela tinha me falado antes que tava sozinha, e eu fui na lata pra comer, explodindo de porra de tão tarado, todo molhado, um puta furo. Não entendia direito, ela me oferece algo pra beber e eu falo que não, porque naquela mesma manhã eu tinha um exame médico. Depois de um tempão conversando entre eles, eu mudo, não sabia o que falar, não conhecia ninguém e nem a Susi, só fazia um tempinho por mensagens. Passou um certo tempo e eu pensei: "a noite morreu, pelo visto não vai rolar nada". Depois de um tempo, dormi sentado e ela me acorda, os amigos ainda estavam lá, ela fala: "quer ir pro quarto e deitar? Você deve estar muito cansado". Eu me fazendo de desentendido falo: "valeu, obrigado, me acorda daqui a pouco que tenho que ir num exame". Ela fala no meu ouvido: "relaxa, que quando eles forem embora, eu vou te fazer o exame". Parece que os amigos sacaram a parada e foram embora em minutos. Deitado, ela entra no quarto e fala: "agora sim, docinho, você é todo meu, vou te devorar". Ela tava com uns tragos a mais e muito solta na boca, falava: "quero que você me coma bem comida, vem, buceta". Eu pulei igual uma mola e me joguei. Desesperado, comecei a dar tapas e, com uma mão, agarrei bem a bunda dela e, com a outra, no pescoço dela. Os dois desesperados, se lambendo no pescoço, na orelha, na boca. Viro ela e encosto a pica bem no meio da bunda dela. Ela tava de fio dental e, com as duas mãos, eu amassava os peitos dela. Uns peitos, por Deus, bem inchados e naturais, que raramente se vê. Nos despimos como deu e ela, de uma vez, pegou na minha pica e começou a chupar como uma faminta. Desesperada, ela falava: "Hum, que gostoso. Me come, me come a boca. Dá o doce, me dá tudo, me dá tudo. Quero pica, tô faminta de pica." Ela tava mamando como nunca ninguém tinha feito. Sabia fazer muito bem. Até hoje lembro daquela chupada e até me masturbo só de lembrar. Continuei engolindo, eu não aguentava mais e falava: "Como você gosta de pica? Como você manda? Vai, head master, continua chupando, come que eu adoro." Não aguentava mais, tava prestes a explodir. Falei: "Para um pouco que vou encher sua boca." A safada continuou mais forte e eu falava: "Vou gozar, vou gozar, vou gozar. Aaaah, aaaah, aaaah, filha da puta." Não sou de falar palavrão, mas saiu da alma. Ela engoliu todo o leite. Por Deus, que chupada de pica que ela me deu. Ela fala: "Isso é só o começo, buceta." Ela me pega e fala: "Vem." Se deita e agora é sua vez. Me come toda. A buceta é toda sua. Ela pegou na minha cabeça e apertou forte contra a buceta dela. Tava gostosa, bem depilada e limpinha. Desesperado, meti a língua. Ela tava muito quente, falava de tudo: "Filho da puta, como você chupa. Vai, me come bem com a língua." Ela gemia: "Aah, aaah, aaaah. Vai, continua, não para. Aaaah, aaah, Deus." Enquanto isso, com o polegar, eu rodeava o outro buraquinho que já tava bem lubrificado pela própria buceta dela. Ela comandava a situação e falou: "Quero chupar sua pica enquanto você me come a buceta." A gente se colocou de 69. Por Deus, como ela deixou minha pica dura de novo. Ela chupava loucamente e eu, a buceta dela. Os dois gemíamos: "Aaah, aah." Num momento, falo: "Vou gozar." Termino de dizer e senti algo quentinho saindo da buceta dela e um gemido aaaah aaaaH mmmm mmmm aaaaah e nós dois gozamos nas bocas um do outro, nos ajeitamos e relaxamos, dormimos, depois de um tempo acordo e ela também começou a me bater uma e me diz pega bem nas minhas tetas vai meu machinho, me ajeito e comecei a foder as tetas dela, eram tão grandes e lindas que parecia que eu tava comendo uma bunda e minha piroquinha se perdia naquelas tetonas com formato de bunda, depois de um tempinho, ela me diz quero que você coma meu cu, já comeu um cu? surpreso com a pergunta dela eu digo sim, ela diz agora você vai comer um cu gostoso, tiro ela do outro cu ha ha (das tetas), ela fica de quatro e me diz vai machinho enfia, enfia bem no meu cu, me ajeitei e dava pra ver que ela tava acostumada a ter o cu arrombado, na verdade já tava arrombado, enquanto ajeitava meu pau encostei um pouquinho e ela pega com a mão e me ajuda empurrando pra eu enfiar, nem gritou, só um gemidinho, depois que entrou ela me diz bate forte, come filha da puta meu cu, dá dá enfia até o fundo, eu tava muito excitado e não acreditava como essa gostosa me deixava com tesão com as coisas que falava, vai me come pelo cu adoro dá pelo cu não para, eu tava um touro, por cima dela agarrei bem enquanto amassava as tetas dela, que prazer do caralho, ela me diz quero que você encha bem meu cu vai solta toda a porra quero toda sua porra dentro puto, o fato dela me chamar de puto me deixou mais excitado, e bem na maldade entrei com tudo até não aguentar mais e enchi o cu dela de porra, aaaah aaaah aaaah filha da puta por deus como você me fez gozar puta. Depois relaxamos e conversamos um pouco e tava ficando tarde pra ir na revisão, me troquei ela me acompanhou e nos despedimos com um beijo, e ela me diz com os olhinhos brilhando como eu queria estar num relacionamento com um cara como você, juro que vi que você é um doce, meu caramelinho. terminei aquele dia moído, fui na revisão e uma Que vergonha, dormi no sofá enquanto esperava minha vez. Bom, espero que vocês gostem da minha história, a verdade é que contar e lembrar me fez terminar com uma punheta. Espero os comentários de vocês, é um incentivo pra continuar contando. Beijos e abraços pra todos.

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