Tetudas Peitudas (viciada em sexo)

Olá, sim, voltei. Quero pedir desculpas aos meus seguidores por não ter postado por um bom tempo. Queria explicar que isso aconteceu porque não estava na minha casa, nem na Espanha. Passei esses dias todos na França com meus amigos, hospedados na casa de uma amiga. Conheci muita gente e me diverti pra caramba, o que significa que trouxe um monte de ideias de posts comigo. Dito isso e me desculpando, vamos ao que interessa:

Esta é a outra série que eu comentei que ia falar. É totalmente fictícia, inventada por mim. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência:

- Oi, pessoal, sou a Martina, moro na Argentina e tenho 16 anos. Tô no penúltimo ano do ensino médio, numa escola onde me divirto muito, porque tenho vários amigos. O único problema é que meu colégio é bem rígido e tem regras muito antigas e severas, tipo: a gente tem que usar avental, camisa, gravata, calça, meia longa e saia (pras minas), além de sapatos pretos. Tô namorando há mais de um mês. Não quero me gabar, mas acho que ele só gosta de mim pelo meu corpo e não pelo que tenho por dentro. Parece clichê, mas é verdade. Sou bem alta, não uma gigante, mas tenho uma altura razoável, magra, menina. Minha pele é bronzeada, bem bronzeada, mas não sou preta preta, tenho um tom caribenho. Sou bonita de rosto, pra ser sincera. Tenho nariz pequeno, boca pequena também, olhos saltados e pretos. Tenho umas sardas que não aparecem muito nas bochechas. Meu cabelo é meio ondulado, mas não cacheado, e é castanho claro com um toque de loiro. Não queria falar, mas preciso: sim, tenho uma silhueta perfeita, peitos de bom tamanho, totalmente naturais, que têm as mesmas sardas do meu rosto, e uma bunda bem empinada e durinha, resultado de 11 anos de puro hóquei. E pernas longas e fortes, também bronzeadas. Faz pouco tempo que perdi a virgindade com meu namorado, e quero contar essa experiência e como me tornei... viciada em sexo:
Numa segunda-feira de manhã, tava batendo um papo com minhas amigas, numa boa, até que uma delas puxa o assunto tão cobiçado do sexo. Ela conta pra gente, cochichando, a aventura que teve ontem com o namorado. Ao ouvir esse relato oral incrível, da minha melhor amiga Luli, todas ficamos de boca aberta e algumas (como eu) muito, mas muito excitadas. Na real, acho que isso deu pra perceber, porque todos os meus colegas homens não paravam de olhar pras minhas tetas, já que meus bicos estavam durinhos igual campainha. Fiquei a aula inteira super no fogo, e pedia pra Luli me contar mais sobre o assunto. Preciso confessar uma coisa: até aquele momento, eu era uma total inexperiente na área sexual. Costumava e ainda costumo me dedar e me dar prazer sozinha usando meus dedos, mas disso pra saber o que fazer na hora do coito, zero ideia. Além de já estar excitada com o relato da Luli, os olhares pervertidos dos meus colegas me faziam explodir. A ideia de todos babando pelos meus bicos me excitava ainda mais, não sei por que, mas era assim. Por isso mesmo, assim que tocou o sinal do recreio, fui pro banheiro, me tranquei num vaso privado e coloquei cadeado. Desesperada, sentei e abri minha camisa bruscamente, deixando minhas tetas poderosas saltarem, que eu nem conseguia tocar de tão quentinhas que estavam. Ao mesmo tempo, abaixei minha saia, deixando no ar minha calcinha fio-dental branca, que tinha uma mancha molhada bem forte, exalando um cheirinho que me fazia delirar de prazer. Tirei a calcinha e pude ver minha buceta, já mais molhada que a neve e ao mesmo tempo igual ou mais quente que minhas duas tetas. Olhei pra ela por um momento e não aguentei: levei o dedo indicador à boca pra umedecer, e aí catapultei ele pra dentro da minha ppk. Enfiava e tirava um quarto do dedo dentro dela, mas a tentação me levou a fazer o que mais me dava prazer e luxúria: esfregar meu clitóris. Aproximei minha mão da boca de novo, lambendo e saboreando meu fluido, do qual não posso reclamar. Depois disso, comecei a me esfregar. Minha safadeza era tão grande que não consegui evitar levantar a voz, soltando da minha garganta um grito de prazer, que alertou umas meninas uns dois anos mais novas que eu. Elas riram e saíram do banheiro feminino aos berros de tanto rir, mas eu não conseguia parar. Já estava no sétimo orgasmo, tentei não gritar de novo, mas por dentro eu soltava urros de prazer. Mordia meus lábios e fechava os olhos com uma força desgraçada, me segurando, mas meu orgasmo me venceu, deixando vazar da minha buceta uma longa gozada, fluidos, que sequei com quantidades inexplicáveis de papel higiênico. Devo dizer que, enquanto me masturbava, só pensava no meu namorado Manuel, penetrando minha buceta com força, enquanto eu estava em cima da cama dele de quatro. Comecei a me arrumar, organizei toda a minha roupa no lugar, e nisso tocou a campainha para os alunos voltarmos pras aulas. Apressadíssima, saí do banheiro e fiquei no fim da fila pra entrar na sala. Cheguei na minha carteira e minha vida normal seguiu. Era aula de química, o professor passou a lição, bem longa, e todos, incrivelmente em silêncio, fizemos. Eu fiquei tranquila, até sentir uma gota escorrendo pela minha perna. Era mais fluido, não podia acreditar. Cruzei as pernas pra tentar disfarçar, mas acho que meu namorado me viu, porque ele olhava de esguelha pra minha saia a cada minuto. Muito devagar, mas por sorte, todas as aulas terminaram e a gente tinha que ir pra casa. Mas mesmo assim, mais tarde eu tinha que ir pra aula de ginástica no colégio, porque no meu colégio, de manhã tem aula e à tarde educação física. Obviamente, eu jogo hóquei, é minha paixão, e ao lado do meu treino desse esporte, meu namorado vai pro handebol, então posso vê-lo e apreciar os músculos dele. Ele é bem musculoso e gato. Então cheguei em casa, comi uma saladinha leve, escovei os dentes e fui me trocar. No meu colégio, é obrigatório usar uniforme pras aulas normais e pros treinos esportivos, esse uniforme pros esportes é só uma camiseta branca, manga curta e um short também branco, e nos dias frios usa a camiseta manga longa ou um moletom e, embaixo, nas pernas, uma calça comprida azul escuro. Me vesti com esse equipamento e levei numa mochila tudo que precisava: uma jaqueta por via das dúvidas, grana, meu cartão de ônibus e, como é óbvio pra uma mulher desse século, o celular, que eu conferi antes de jogar na mochila. Tinha uma mensagem do meu namorado dizendo:

— Martu!!!, que tal se depois da educação física você vier pra minha casa?

Respondi:

— Siiim, bora, ótimo, sempre fico entediada nesse horário e não tenho nada pra fazer, então pode contar comigo, love.

Animada com essa proposta, saí de casa e peguei o ônibus pro colégio. A viagem foi longa pra caralho porque minha casa fica bem longe da escola, então tive um caminhão até chegar, mas cheguei inteira. Na porta, a Luli tava me esperando com outra amiga minha que chama Vale, ou seja, Valentina, e entramos juntas. Assim que cruzei a porta, encontrei meu namorado e um amigo dele, cumprimentei ele com um beijinho e depois me separei. Fiquei no buffet do colégio conversando com minhas irmãs, quando vimos que começou a chover. O dia tava bem feio, mas quente, porque chovia pra caramba, o treino foi cancelado e nossa treinadora mandou a gente voltar pra casa. Por sorte, o treino do Manuel também foi cancelado por causa da chuva, então fomos bem cedo pra casa dele no carro dele, um fitinho vermelho. Não é grande coisa, mas pelo menos ele tem carro, diferente de mim. A casa dele também era bem longe, então fomos conversando sobre vários assuntos, bem variados, até chegar. Ele abriu a porta com as chaves e entramos. Os pais dele não estavam, e a empregada também não. Ficamos na cozinha, ele me ofereceu um copo d'água e a gente continuou conversando mais um pouco. Depois subimos pro quarto dele, bem... Lindo, tinha posters de rock n roll, uma cama, prateleiras com livros e troféus, e uma escrivaninha. Eu cheguei e sentei minha bunda nessa escrivaninha, e ele falou:
— Love, me espera um pouquinho, pliz.
— Beleza, tô te esperando.
— Ok, já volto.

Fiquei sentada lá, peguei meu celular e comecei a trocar ideia com a Luli. Tava chovendo pra caralho, e o frio já tava começando a pegar forte. As gotas batiam com tudo na janela do quarto do Manuel. Nessa hora, o Manuel entra no quarto. Guardei meu celular no bolso da calça e, ao mesmo tempo, ele me pega bem de leve pela nuca e começa a me beijar com paixão, intenso, passando a língua fresca com gosto de menta por todo o meu céu da boca. Surpresa, abracei ele pela cintura e comecei a fazer minha parte com a língua na boca dele. Num momento, ele se solta da minha boca e me segura pelos lados da cabeça. Confusa, perguntei:
— A que vem isso, love?
— Não posso beijar minha namorada?
— Claro que pode, me desculpa. O que você foi buscar?

Ele me dá outro beijo de língua bem curto e, quando se solta, fala:
— Olha.

Me beija de novo com muita paixão e, sem desgrudar da minha boca, me leva andando até a beira da cama dele, que é meio pequena. Com todo cuidado, me deita nela e fica por cima de mim, sem fazer força no meu corpo. Continua me beijando, cada vez mais intenso. Solta um pouquinho, deixando os lábios dele a dois centímetros dos meus, e antes que continue, pergunto bem inocente:
— O que cê tá fazendo, meu amor?
— Não quer se divertir, meu love?
— Quero, óbvio. Você vai me...
— Sim, meu amorzinho. Faz meses que eu tô sonhando com isso.
— Mmmm, eu também, mas não sei se tô pronta.
— Confia em mim, que não vai te acontecer nada. Isso aqui é o que fui buscar.

Antes de me mostrar o que trouxe, ele se levantou de cima de mim e sentou na cama. Me levantou e colocou no colo dele, como se fosse me fazer de colo. Me beija de novo, mais selvagem do que nunca, e fala:
— Olha.

Do bolso dele, tira uma camisinha. óbvio, né, e eu respondi:
- Mmmmm, tá, me convenceu, mas só porque você é meu namorado, coloca e vamos começar.
- COMO??? Eu não vou colocar, você quem vai colocar em mim.
- E... e co... como eu faço isso? (bem assustada)
- Fácil, meu amor, vem aqui, ajoelha no chão.
Obedeci às ordens dele e me ajoelhei no chão, empinando a bunda, com meu rosto na frente do pau dele ainda guardado na calça.
- A... assim tá bem?
- Sim, gostosa, não fica assustada, no começo vai doer, mas depois você vai amar e vai ficar viciada, eu te conheço.
- Você acha?
- Sim, bebê, você vai adorar.
- A... agora o que eu faço?
- Chega perto do zíper da minha calça e abaixa.
Aproximei minha mão pequena do zíper e abaixei até o fundo, deixando à vista a cueca branca justa dele, que marcava um volume bem grosso e intenso. Manu levantou, tirou o jeans que tinha vestido há pouco, jogou pra lá e sentou de novo, me olhando com cara de tarado. Eu pergunto:
- E agora, o que eu faço, Manu?
- Beleza, agora você vai passar sua mãozinha no elástico da cueca e vai abaixar pra mim.
Meus nervos estavam a mil, tava muito nervosa, mas tinha certeza de que queria minha primeira vez com Manu, então obedeci. Passei minhas mãos no elástico da cueca dele e abaixei, deixando o pau dele à vista. Não podia acreditar, era impressionante. Já tinha visto muitos vídeos pornô, mas nunca um volume tão grande quanto o dele. Era médio de comprimento, mas muito, muito, muito grosso, e tinha uma cabeça enorme, que foi o que mais me surpreendeu. Mas percebi que, além disso, NÃO TAVA DURO DE TODO, mas ainda assim era enorme. Olhei pro Manu com cara de super surpresa, pra excitá-lo, mas não funcionou. Não toquei nele, eu falei:
- Uau, meu amor, é super grande, cê acha que vai caber em mim?
- Sim, tenho certeza.
- Coloco a camisinha agora?
- Não, amorzinho, cê não tá vendo que ele não acordou? Você tem que acordar ele.
Eu, me fazendo de sonsa, pergunto:
- E como eu faço pra levantar ele? É uma dorminhoca
Aí ele me responde
— Bom, gostosa, pra acordar ela você tem que brincar primeiro com os gêmeos
— Os gêmeos?
— É, olha esses gêmeos
Ele falava isso levantando as bolas com uma mão, tenho que dizer que as bolas dele eram tipo dois abacates, eram enormes, e além disso o pau e os gêmeos, como ele chama, eram morenos, não negros, morenos, e ainda tinha uma pinta na bola direita que me matava, enfim, ele pegou minha mão e colocou os dois abacates nela, eu continuei olhando pra ele com cara de confusão, e falei
— E como eu brinco com eles, bebê?
— Hum, parece que sua linguinha e sua boca tão com vontade de brincar com os gêmeos
— Tem certeza?
— Sim, faz sua boquinha brincar com eles
— Se você diz
Naquele momento, coloquei minha língua pra fora e com a ponta dela comecei a acariciar bem de leve a pinta da bola direita dele, aí o Juan respondeu, inclinando a cabeça pra trás, seguido de um suspiro longo e profundo
— Assiiim, assim, exatamente assim
Continuei fazendo a mesma coisa, cada vez dava lambidas mais profundas e largas por toda a bola direita dele, depois fiz o mesmo com a outra bola, que não tinha nem um mililitro de saliva, salivei bem aplicando a mesma técnica, o Manu continuava suspirando de olhos fechados, mas ele me disse
— Bom, gostosa, acho que sua boquinha também quer brincar um pouco com os gêmeos, enquanto tirava a camiseta, deixando à mostra os abdominais que tanto me excitavam, olhei pras bolas dele um momento e resolvi pegar a direita de novo, agarrei com uma mão e levei à boca, tava meio salgada e com gosto ruim por causa do suor, mas só queria dar prazer pro Manu, então continuei, o Manu não se segurou e gemeu bem alto
— Aaaah, isso aí gostosa, assim que se faz, boooa
Minha saliva envolvia a bola toda dele, o Manu me fala
— Tenta chupar ela, que isso me adora, linda
Olhei pra cara dele e concordei com a cabeça, com bastante força comecei a sugar a bola direita dele junto com a saliva que tinha deixado nela ao que Manu respondia com mais e mais gemidos e suspiros de prazer, continuei fazendo, e logo vi como o volume do meu namorado endurecia e ficava firme e duro, crescendo pelo menos uns 3 centímetros a mais de comprimento e 1 centímetro de grossura, isso me agradou, decidi passar a trabalhar na bola esquerda dele, e quando fiz isso, vi que o Manu levou a mão direita pro pau e começou a bater uma sem interromper meu trabalho oral, enquanto eu chupava e babava na bola dele, ele me dizia coisas que me deixavam louca e acabaram me excitando, fazendo meus mamilos endurecerem de novo, ele falava coisas tipo:
-mmmmm, adoro como você trabalha, você é uma ótima funcionária, tá quase ganhando a promoção
Coisas bobas mas me deixavam doida, enquanto eu tava babando na bola dele, o Manu solta o pau já ereto ao máximo e ele bate bruscamente no meu nariz e na minha testa, continuei mais um pouco, com o pau dele em cima da minha cara, e me soltei dizendo:
-parece que o senhor já tá pronto
-sim, mas tem uma coisa
-o que foi, meu amor?
-é que eu tô completamente pelado e você de roupa
-o que você quer, que eu tire?
-sim, adoraria te ver assim na minha frente, me excita a ideia
-ok, vamos lá
Obdecendo de novo, tirei a camiseta deixando tudo descoberto exceto meus peitos, que tinham um tamanho considerável, que estavam envoltos no meu sutiã branco, na hora meu namorado disse:
-mmmmm, que lindos esses abdominais de mulher, e essas gêmeas também
Tenho marquinhas leves de abdômen, mas de mulher, digamos femininos, e enfim, parece que excitou ele, eu respondi com um obrigada e continuei me despindo, enquanto ele se masturbava, abaixei o short e fiquei de fio dental, também branco, me aproximei dele, me ajoelhei e falei:
-agora coloco a camisinha, meu amor?
-mmmm, primeiro deixa eu ver suas gêmeas
Ele mesmo tirou meu sutiã, deixando no ar meus dois peitos generosos e meus mamilos duros, ele mesmo disse:
-uuuuh, meu amor, são ainda maiores peladinhas, mmmm adoro
Começou a brincar com meus mamilos e de repente
- hummm, além disso tão bem quentinhas e tá fazendo um frio, quer botar elas pra brincar com minha rolinha, meu amor?
- sei não, sei não se teu pau vai entrar, ele é grandão demais, principalmente essa cabeçona, eu dizia enquanto acariciava a glande dele com meus dedos
- hummm, vai lá minha vida, você tem uns peitões enormes, bota eles pra trabalhar com o senhor
- tá bom, vamos tentar, acho que não vai entrar,
Separei meus peitos, que estavam super quentinhos, e coloquei o pauzão duro do Manu entre eles, pra minha surpresa, entrava super bem, apertei meus dois peitos contra o pau dele e olhei pro Manu
- hummm, adoro, tão bem quentinhas, hummm sobe e desce gostosa.
Sem hesitar, fiz isso, o pau dele também tava super quente, e esse calorzinho arrepiou minha pele, comecei a masturbar aquele volume poderoso com meus dois peitos e fiquei curtindo o calorzinho que o pau dele fazia nos meus peitos e os orgasmos do Manu
- aaaaaaah, hummm como você me excita Martuuuuu, você é a única que consegue me deixar assim desse jeito, você é minha bebeeeeeeeh aaaaah
Enquanto eu fazia a famosa masturbação de boquete com os peitos, senti que um líquido pré-seminal do pau dele duro escorria na entrada dos meus peitos naturais, continuei masturbando ele por uns minutos, mas depois tirei a rola venosa dele que pedia mais ação, o Manu me disse
- uuuh bebê, olha, ficou um pouco de suquinho nos seus peitões, enquanto ele se masturbava com as minhas mãos, pensando que ele ia gostar que eu passasse esse suquinho por todos os meus peitos, olhando pra ele com cara de putinha, ele falou
- experimenta, talvez você goste
- hummm, acho que não, cê acha mesmo amor?
- sim, experimenta, se não gostar cê cospe
Então aproximei meus peitos da minha língua e limpei com saliva, no começo era amargo, fiz uma cara de surpresa do caralho, mas depois foi pegando o gosto e sim, adorei pra caralho, é muito gostoso, pras minas que não têm coragem, e olha que foi só líquido pré-seminal, não o esperma. No fim, acariciando meu cabelo, ele disse,
- Bom, lindona, agora sim, hummmm Ele me entregou o pacote na mão e eu abri com os dentes, tirei a camisinha, que cheirava a morango (minha fruta favorita), coloquei entre meus dedos e quando estava prestes a colocar nela com a mão, ele diz:
— O que você tá fazendo, meu love??? Não é assim que se coloca, haha.
Eu, confusa, olhei pra ele e perguntei:
— E como coloca, minha vida?
— Com a boquinha, linda, com a boca.
— NONONO, não, eu nunca chupei um pau e muito menos um tão grande.
— Lindona, você vai adorar chupetear ele, pensa que é um pirulito de morango, quero sentir sua língua. Quentinho e molhado, molhando meu membro.
Depois de alguns minutos, acabei aceitando a proposta, dei um beijo no ovo esquerdo dele, olhei com cara de putinha inocente, e coloquei a camisinha entre os dentes, bem desconfortavelmente, tentei segurar do melhor jeito e, quando estava pronta, encaixei a camisinha na cabeça enorme e já meio molhada dele e, com muita força, comecei a empurrar. Custou muito colocar a cabeça dele dentro da minha boca, é extremamente grande, minha boca teve que abrir ao máximo, já que tenho boca bem pequena. Os orgasmos do meu namorado compensavam tudo, ele já estava começando a me tratar como a putinha em que eu me transformei agora, ele dizia:
— Mmmmm, aaaaaah, como ela chupa, a putinha da minha namorada, aah continua, linda, mmmmm como eu gosto que você seja tão putinha e obediente.
Com um grande esforço bucal e com ajuda dos meus dedos, consegui colocar até a metade e um pouco mais do pau dele na minha boca, mas minha babinha transbordava e caía nas duas bolas dele. Nessa altura, eu estava dando muitas ânsias de vômito, que pareciam excitar meu namorado, porque ele mesmo dizia:
— Tudo, tudo, tudo, ela engole tudinho, tudinho.
Incrivelmente, consegui colocar a camisinha toda na porra grossa dele, mas foi difícil, e mal consegui deixar na base do pau, me virei para trás, tirando minha cabeça do pau lindo dele, que já era meu amigo. Tossi muito, tinha me engasgado, é que era enorme. Ele disse:
— Muito bem, meu love, agora papai vai te ensinar a chupar.
Ele me pegou pelo cabelo suavemente e me levou até o pau dele, me empurrou. pra que entrasse inteirinha e eu consegui, engasguei mas ele colocou tudo, depois começou a me meter e tirar, meus olhos arregalados olhavam assustados pra ele, enfim, tava gostando, de repente, ele segurou minha cabeça com uma força descomunal e meteu de uma vez só a porra da pica dele dentro da minha boca, me fez engolir o bagulho inteiro até bater meu nariz gelado na barriga peluda dele, sem me deixar sair pra respirar, meus engasgos eram bizarros, como nunca, a pica dele batia na minha garganta e esfregava, e minha baba transbordava de novo nos ovos dele, com a outra mão ele apalpava meus peitos e beliscava meus bicos, enquanto me chamava por um apelido que ficou gravado em mim
-mmmmm, isso martuuuuu, adoro seus peitinhos sardentos (por causa das minhas sardas nos peitos), de hoje em diante você é meus peitinhos sardentos, mmm como você chupa, peitinhos sardentos
Ele batia nos meus peitos, consegui me soltar do bagulho dele pra respirar e ele fala,
-agora vou te fazer um amor como nunca fizeram, ouviu, peitinhos sardentos
-mas moço, meu amor eu sou...
-você é o quê, linda?
-sou virgem
-mmmmm, então vou te desvirgar, essa ideia me excita
-mas, tem cuidado, por favor, tem piedade
-mmm bebê, no começo vai doer, não vou mentir, mas depois você vai virar uma viciada
-confio em você, meu amor, te amo
Ele me levantou do chão e me sentou no colo dele, me beijou super apaixonado, e falou
-tá pronta, princesa?
-tô, tô super pronta, meu amor
Ele me levantou um pouco, pra conseguir enfiar o pau dele dentro de mim, encostou a cabeçona na minha buceta e começou a esfregar, isso começou a me dar prazer, minha respiração já tava meio ofegante, a gente tava cara a cara, nariz colado no nariz, testa com testa, ele enfiou a cabeça, doeu pra caralho, soltei um gritinho de dor, e uma lágrima escorreu do meu olho, senti uma queimação forte dentro de mim, mesmo ele fazendo devagar, sentia minha buceta pulsando e apertando a glande do manu, que até aquele momento era a única coisa que tinha entrado, eu mordia meus lábios e fechava meus olhos com muita força, mas a dor ainda existia, minha respiração estava super agitada, e eu soltava gemidos que eram mais de dor do que de prazer, me segurei nos trapézios firmes do meu namorado e ele mesmo me disse:
— Gostosa, se a gente fizer de uma vez só vai doer menos
— Não, você tá louco, vai me rasgar
— A gente faz do jeito que você quiser, mas se eu enfiar tudo de uma vez vai doer menos
Ele falava isso enquanto chupava com intensidade meu pescoço e depois meus mamilos super excitados, muito assustada eu disse:
— Tá bom, mas vou gritar muito, bebê
— Isso te faz uma puta sexual, minha puta sexual
— Mmmhm
Eu dizia enquanto balançava a cabeça concordando e meu namorado pegava meus cabelos, me firmei na posição, Manu me disse:
— Pronta, bebê?
Balancei a cabeça de novo, segurei a pica do Manu com as duas mãos, e então ele me disse:
— 1... eeeee 3
Tuc, ele enfiou de uma vez, gritei igual uma loba faminta, a dor que senti era inexplicável, estava chorando, enquanto mordia com força o ombro do Manu, e o abraçava com uma força descomunal, o filho da puta já estava gozando, e gemendo igual um louco, eu continuava queimando de dor com meu lábio inferior entre os dentes e os olhos bem abertos, Manu não parava de chupar minhas tetinhas bronzeadas e sardentas, ele tinha a pica toda enfiada na minha buceta
— Doeu?
— Sim, tá ardendo, tira, tira
— Não, agora você vai ficar viciada, já vai ver
Ele se levantou um pouco e começou, ele só a meter e tirar a pica da minha xereca, no começo eu continuava gritando de dor olhando ele gozar, ele que me puxava pelo cabelo e me comia metendo a pica e tirando sem descanso algum, depois de um tempo não senti mais dor, olhei pra cara dele com lágrimas nas bochechas mas com um sorriso no rosto, um tempinho depois comecei a sentir algo na buceta que me fazia delirar de prazer, não sei como explicar, mas era perfeito, e acho que quanto maior a pica mais prazer dá, comecei a gemer instintivamente, sem controle, igual ao Manu
— Aaaaaaah Viu, olha só, você tá adorando, puta
— siiiim, mais forte, mais forte, que eu adoro
Naquele momento, ele começou a me furar com fúria, usando minha buceta, o que me fez delirar de prazer, meus olhos estavam abertos 100%, assim como minha boca que não parava de falar putaria
— por favor, manuuuu ahhh ahhh, não para, por favor ahhh ahhh
— toma, toma, tomaaaaa
Ele me agarrou pelos ombros e me jogou na cama de barriga pra cima, ele subiu em cima de mim e automaticamente enfiou o pau na minha buceta e continuou me comendo, fazia cara de louco furioso e violento, e me penetrava com uma força sem igual, ele saiu da minha buceta por um minuto, eu continuei me dedando um pouco, ele olhou na minha cara e disse
— quero testar uma coisa
Na mesma hora, ele tirou a camisinha e continuou me metendo, e eu parei e falei
— que cê tá fazendo, idiota, coloca
— sem camisinha é mais gostoso, não sente mais prazer?
Fiquei calada, ele enfiou o pau de novo, e verdade, era muito, muito melhor, eu gemi de novo como uma cadela no cio, enquanto apertava meus peitos um no outro e fechava os olhos, só pra me dedicar a curtir a bela arte da foda, incrivelmente lembrei da minha fantasia quente, que era meu homem me comendo de quatro na cama dele, não podia perder essa chance, então me fiz de sonsa e enquanto ele, com uma fúria do demônio, fodava brutalmente minha buceta, eu disse em forma de gemido
— mmmmm, vaiii, me come
— que cê disse, puta, não ouvi
— me comeeeee
— O quê?
— me come de quatrrooo, agorrrra, me come, não aguento mais, me come de quatro, por favoooor
— de quatro que a puta gosta?
— sim, é minha fantasia sexual
Ele saiu da minha buceta e me ajeitou, como se eu fosse uma vadiazinha, me agarrou pela cintura e de uma vez enfiou o pau em mim enquanto eu tava como a puta que sou e na posição que mereço, meu namorado parecia um raio, metia e tirava o pau da minha buceta extremamente rápido
— cê gosta assim, não, puta minha?
— siiiim, não paraaaa, vai, continua
— essa gotinha de lubrificação que hoje eu vi na sua perna na escola foi porque você se masturbou, não foi?
-simmmmm, me masturbeii no banheirão, continua, não para
Meus peitos e meus bicos pulavam e batiam com força no meu queixo
-você se masturbouuu pensando em mim, não foi?
-Simmmmmmm, me masturbei pensando em você me comendo de quatro
-AAAAAH, PUTAAAA, ME EXCITAAAAA, GOZEIIIIIIII!!
Não tinha camisinha e eu tava me fodendo pela buceta
-NÃO, BOLUDÃÃÃO, TIRA
-AHHHHHHH
Foi tarde demais, ele soltou 5 caminhões de porra dentro da minha buceta, foi uma delícia mas era perigoso, no fim não engravidei, mas amei esse detalhe
FIM

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