Aqui vai a história de como eu me tornei mais gay do que hétero.
Tudo começou bem cedo, e pra não prolongar muito, vou contar como conheci e como começou minha vida gay.
Meu tio casou de novo — ele já tinha duas filhas, uma bem mais velha que eu e outra que só tinha dois anos a mais que eu. Dessa vez, ele casou com uma mulher que já tinha um filho. Eu tinha 6 anos quando isso aconteceu. Christian, o enteado do meu tio, tinha 4 anos.
Christian e eu começamos a ser criados como primos. Quando fiz 8 anos, minha mãe fez uma festa de aniversário num fim de semana. Todos os meus primos e amigos da escola foram. A festa acabou, e Christian quis ficar na minha casa pelo resto do fim de semana. A mãe dele deixou, e ele ficou. No dia seguinte, lá pelo meio-dia, estávamos entediados, e eu tive a ideia de brincar de luta livre. Lembro que jogamos o colchão da cama no chão pra não nos machucar. E, entre uma luta e outra, caímos numa posição onde ele ficou de bruços e eu em cima dele, também de bruços.
Lembro que naquela época de verão usávamos shorts curtos, acima do joelho (estilo NBA dos anos 80). Então, depois de cair naquela posição, comecei a fazer movimentos sexuais, roçando meu pequeno pinto nas nádegas dele (com roupa, claro) e perguntei se ele gostava. Ele não respondeu, mas também não fez nada pra me parar. Depois de alguns segundos, como ele não respondeu, continuamos o jogo. Poucos segundos depois, caímos na mesma posição de novo, mas dessa vez ele ficou por cima e, sem esperar, fez a mesma coisa — movimentos sexuais nas minhas nádegas — e perguntou: "E você gosta?" Eu respondi que sim. Ele ficou alguns segundos, e quando foi se levantar, eu disse: "Não para, continua." Ele continuou e disse que também tinha gostado. Ficou uns 2 minutos até nos chamarem pro almoço.
Depois, nos levaram ao cinema pra comer, e chegamos já de noite em casa, então cada um foi pro seu canto. banho e fomos dormir.
A gente ia dividir a cama, lembro que era uma noite quente e minha mãe falou que se eu sentisse muito calor, podia tirar o pijama. Christian tirou primeiro e ficou só de cueca, poucos minutos depois eu também tirei.
Aí, no meio da escuridão, eu não aguentei e perguntei se ele queria continuar o que a gente tinha feito quando brincou. Ele ficou na minha frente e falou que sim. Eu segurei ele pela cintura e juntamos nossos paus até sentir que eles estavam duros. Pouco depois, eu falei: "Vou virar de costas pra você fazer comigo igual quando a gente brincava de luta livre." Virei e senti que estava no lugar mais incrível do mundo quando senti a paixão dele e o pau dele enfiando na minha bunda, e logo falei que gostava mais assim. Ele chegou perto do meu ouvido e falou: "eu também" e começou a acariciar minhas coxas, minha bunda, minha cintura e até pegou no meu pau. Eu fiquei louco de tão gostoso que era, virei um pouquinho e dei um beijinho na boca dele, e ele me devolveu. Desde aquele momento, começaram os beijos. Daquele dia em diante, sempre que dava, a gente fazia, e se não dava, pelo menos um beijo a gente trocava.
A gente cresceu e foi vendo as mudanças no nosso corpo, etc. Lembro que quando eu ia fazer 14 anos, pedi pros meus pais fazerem uma festa simples e em família. Eles toparam, e alguns dias antes, sentei pra conversar com Christian e deixei claro que tava pronto pra dar o próximo passo na nossa parada. Ele perguntou: "O que você quer dizer?" E eu falei que a gente fizesse pelado, porque já fazia vários anos só de cueca e a gente já sabia onde cada coisa ia. Ele caiu na risada e falou: "OK, sem problema." Eu já tinha pesquisado sobre sexo anal e compartilhei com ele, mas omiti a parte da camisinha porque não achava necessário usar. Passou minha festa de aniversário e Christian ficou em casa de novo. E à noite, aconteceu: foi a melhor coisa do mundo. A gente começou se beijando, tiramos toda a roupa. Peguei no pau dele e foi endurecendo, me ajoelhei e chupei ele. Fiquei uns 10 minutos saboreando e vendo a cara de safado dele. Aí eu fiquei de quatro e foi quando aconteceu. A decisão mais importante da minha vida e a melhor. Adorei, ele soube fazer e, mesmo sendo meio doloroso no começo, tudo virou prazer a cada metida e tirada que ele dava. E foi quando ele me colocou na posição papai-e-mamãe que eu vi estrelas, porque ele me beijava e falava como estava gostoso pra ele, e no meio do prazer eu falei: "Ai, Christian, te amo, quero que seja meu pra sempre, quero que seja meu namorado", e ele aceitou. A gente se entregou ainda mais à paixão, e quando ele gozou e ia tirar, eu falei: "Não tira, goza dentro de mim", e ele fez isso.
Quando ele fez 15 anos, eu tinha 17, fui buscá-lo na casa dele pra ir pra escola, mas na verdade levei ele pra minha casa, que não tinha ninguém, todo mundo trabalhando, e falei que tinha uma surpresa. Me vesti de mulher, dancei pra ele e me entreguei. Acho que foi a metida mais selvagem que ele já tinha me dado. E no ano seguinte, a desgraça.
Meu tio e a mãe dele se divorciaram, e ele, com 16 anos, menor de idade, tinha que ir pra onde a mãe fosse, e a mãe dele estava saindo do país. Dias antes de ele ir, a gente se encontrou e eu falei pra contar pra mãe dele sobre a gente, pra ver se ele ficava comigo, mas ele não tava preparado pra isso, então a gente focou em transar sempre que podia. Até na noite antes de ele sair do país, ele me comeu como nunca, gozou 3 vezes dentro de mim, foi algo único.
Eu já tinha 18 e sofri com a partida dele, tinha me apaixonado, e ele também. Foi aí que meu primo de 20 anos percebeu minha mudança de humor, chegou perto de mim pra perguntar, e não tive escolha a não ser contar. Meu primo, surpreso, passou o braço em volta de mim e com a outra mão tocou meu rosto, virou minha cara pra ele e disse: "Calma, teu segredo tá seguro comigo, sabia que tem muita gente como você, como é o meu caso?" Eu olhei pra ele. Surpreso, ele não perdeu tempo e me beijou. Eu, no meio da confusão, depressão, etc., correspondi ao beijo e naquele momento me entreguei. Sim, meu primo me comeu e tenho que admitir que foi muito bom. Quando ele foi gozar, me perguntou onde eu queria, e eu disse pra dentro, e ele gozou dentro. Depois, ele me disse as seguintes palavras: "Enquanto não aparece outra pessoa pra amar, não entregue o coração, mas aproveite o sexo." Essas palavras foram cruciais pra minha vida inteira. Por quê? Porque eu as coloquei em prática.
FIQUE LIGADO NA CONTINUAÇÃO DESSA HISTÓRIA. AINDA TEM MUITA COISA PRA CONTAR. ISSO NÃO ACABA AQUI.
Tudo começou bem cedo, e pra não prolongar muito, vou contar como conheci e como começou minha vida gay.
Meu tio casou de novo — ele já tinha duas filhas, uma bem mais velha que eu e outra que só tinha dois anos a mais que eu. Dessa vez, ele casou com uma mulher que já tinha um filho. Eu tinha 6 anos quando isso aconteceu. Christian, o enteado do meu tio, tinha 4 anos.
Christian e eu começamos a ser criados como primos. Quando fiz 8 anos, minha mãe fez uma festa de aniversário num fim de semana. Todos os meus primos e amigos da escola foram. A festa acabou, e Christian quis ficar na minha casa pelo resto do fim de semana. A mãe dele deixou, e ele ficou. No dia seguinte, lá pelo meio-dia, estávamos entediados, e eu tive a ideia de brincar de luta livre. Lembro que jogamos o colchão da cama no chão pra não nos machucar. E, entre uma luta e outra, caímos numa posição onde ele ficou de bruços e eu em cima dele, também de bruços.
Lembro que naquela época de verão usávamos shorts curtos, acima do joelho (estilo NBA dos anos 80). Então, depois de cair naquela posição, comecei a fazer movimentos sexuais, roçando meu pequeno pinto nas nádegas dele (com roupa, claro) e perguntei se ele gostava. Ele não respondeu, mas também não fez nada pra me parar. Depois de alguns segundos, como ele não respondeu, continuamos o jogo. Poucos segundos depois, caímos na mesma posição de novo, mas dessa vez ele ficou por cima e, sem esperar, fez a mesma coisa — movimentos sexuais nas minhas nádegas — e perguntou: "E você gosta?" Eu respondi que sim. Ele ficou alguns segundos, e quando foi se levantar, eu disse: "Não para, continua." Ele continuou e disse que também tinha gostado. Ficou uns 2 minutos até nos chamarem pro almoço.
Depois, nos levaram ao cinema pra comer, e chegamos já de noite em casa, então cada um foi pro seu canto. banho e fomos dormir.
A gente ia dividir a cama, lembro que era uma noite quente e minha mãe falou que se eu sentisse muito calor, podia tirar o pijama. Christian tirou primeiro e ficou só de cueca, poucos minutos depois eu também tirei.
Aí, no meio da escuridão, eu não aguentei e perguntei se ele queria continuar o que a gente tinha feito quando brincou. Ele ficou na minha frente e falou que sim. Eu segurei ele pela cintura e juntamos nossos paus até sentir que eles estavam duros. Pouco depois, eu falei: "Vou virar de costas pra você fazer comigo igual quando a gente brincava de luta livre." Virei e senti que estava no lugar mais incrível do mundo quando senti a paixão dele e o pau dele enfiando na minha bunda, e logo falei que gostava mais assim. Ele chegou perto do meu ouvido e falou: "eu também" e começou a acariciar minhas coxas, minha bunda, minha cintura e até pegou no meu pau. Eu fiquei louco de tão gostoso que era, virei um pouquinho e dei um beijinho na boca dele, e ele me devolveu. Desde aquele momento, começaram os beijos. Daquele dia em diante, sempre que dava, a gente fazia, e se não dava, pelo menos um beijo a gente trocava.
A gente cresceu e foi vendo as mudanças no nosso corpo, etc. Lembro que quando eu ia fazer 14 anos, pedi pros meus pais fazerem uma festa simples e em família. Eles toparam, e alguns dias antes, sentei pra conversar com Christian e deixei claro que tava pronto pra dar o próximo passo na nossa parada. Ele perguntou: "O que você quer dizer?" E eu falei que a gente fizesse pelado, porque já fazia vários anos só de cueca e a gente já sabia onde cada coisa ia. Ele caiu na risada e falou: "OK, sem problema." Eu já tinha pesquisado sobre sexo anal e compartilhei com ele, mas omiti a parte da camisinha porque não achava necessário usar. Passou minha festa de aniversário e Christian ficou em casa de novo. E à noite, aconteceu: foi a melhor coisa do mundo. A gente começou se beijando, tiramos toda a roupa. Peguei no pau dele e foi endurecendo, me ajoelhei e chupei ele. Fiquei uns 10 minutos saboreando e vendo a cara de safado dele. Aí eu fiquei de quatro e foi quando aconteceu. A decisão mais importante da minha vida e a melhor. Adorei, ele soube fazer e, mesmo sendo meio doloroso no começo, tudo virou prazer a cada metida e tirada que ele dava. E foi quando ele me colocou na posição papai-e-mamãe que eu vi estrelas, porque ele me beijava e falava como estava gostoso pra ele, e no meio do prazer eu falei: "Ai, Christian, te amo, quero que seja meu pra sempre, quero que seja meu namorado", e ele aceitou. A gente se entregou ainda mais à paixão, e quando ele gozou e ia tirar, eu falei: "Não tira, goza dentro de mim", e ele fez isso.
Quando ele fez 15 anos, eu tinha 17, fui buscá-lo na casa dele pra ir pra escola, mas na verdade levei ele pra minha casa, que não tinha ninguém, todo mundo trabalhando, e falei que tinha uma surpresa. Me vesti de mulher, dancei pra ele e me entreguei. Acho que foi a metida mais selvagem que ele já tinha me dado. E no ano seguinte, a desgraça.
Meu tio e a mãe dele se divorciaram, e ele, com 16 anos, menor de idade, tinha que ir pra onde a mãe fosse, e a mãe dele estava saindo do país. Dias antes de ele ir, a gente se encontrou e eu falei pra contar pra mãe dele sobre a gente, pra ver se ele ficava comigo, mas ele não tava preparado pra isso, então a gente focou em transar sempre que podia. Até na noite antes de ele sair do país, ele me comeu como nunca, gozou 3 vezes dentro de mim, foi algo único.
Eu já tinha 18 e sofri com a partida dele, tinha me apaixonado, e ele também. Foi aí que meu primo de 20 anos percebeu minha mudança de humor, chegou perto de mim pra perguntar, e não tive escolha a não ser contar. Meu primo, surpreso, passou o braço em volta de mim e com a outra mão tocou meu rosto, virou minha cara pra ele e disse: "Calma, teu segredo tá seguro comigo, sabia que tem muita gente como você, como é o meu caso?" Eu olhei pra ele. Surpreso, ele não perdeu tempo e me beijou. Eu, no meio da confusão, depressão, etc., correspondi ao beijo e naquele momento me entreguei. Sim, meu primo me comeu e tenho que admitir que foi muito bom. Quando ele foi gozar, me perguntou onde eu queria, e eu disse pra dentro, e ele gozou dentro. Depois, ele me disse as seguintes palavras: "Enquanto não aparece outra pessoa pra amar, não entregue o coração, mas aproveite o sexo." Essas palavras foram cruciais pra minha vida inteira. Por quê? Porque eu as coloquei em prática.
FIQUE LIGADO NA CONTINUAÇÃO DESSA HISTÓRIA. AINDA TEM MUITA COISA PRA CONTAR. ISSO NÃO ACABA AQUI.
2 comentários - Soy Bisexual pero me siento mas mujer que hombre