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Compêndio IDesculpa pela demora. Chegaram uns equipamentos novos e só agora conseguimos dar uma respirada. Meu rouxinol fez a primeira das provas dele (sobre a Guerra do Peloponeso, algo que já era complicado até quando ele estudava em espanhol) e espero que tenha ido bem.
Eu soube assim que desliguei o telefone.
Na terça, a Fio precisou da minha ajuda. Pensei que ela já tivesse aprendido tudo o que precisava com a criação das nossas pequenas, mas me enganei. Faltava a parte dos primeiros meses.
Ela tava assustada quando abriu a porta. Os olhos de caçadora dela pareciam mais doces, próprios da alegria de uma mãe de primeira viagem. Mas ao mesmo tempo, dava pra ver que estavam cansados e satisfeitos.
Ela vestia uma camisola de seda roxa, já que tinha acabado de levantar da cama.
Não me surpreendeu que ela também estivesse passando por ostracismo, igual aconteceu com a gente nos primeiros meses com as pequenas. Na sorte, a gente conseguia tirar elas de casa pra tomar um ar.
Mas a beleza dela não tinha diminuído. Se os peitos dela já eram chamativos antes, agora tão mais ainda, cheios de leite.
Entre a gente, ainda rolava aquela tensão elétrica…
Perguntei pelo marido dela, só pra disfarçar. Tava bem, trabalhando no escritório e muito feliz com o pequeno Scott.
Ela perguntou pela Marisol. Falei que tava bem, nas aulas, e que as pequenas tavam com uma babá.
Ela se desculpou por não poder me ajudar, mas eu disse que tava tudo bem.
“Pelo menos, você tem o que queria…” falei, apontando pro berço onde o filho dela dormia.
E perguntei por que ela tinha me chamado.
“É por isso…” ela disse e mostrou os peitos.
Naquela hora, eu soube que tava ferrado. Não ia sair daquela casa sem provar eles mais uma vez.
Fiquei impressionado, a ponto dela ter que me chamar a atenção. Eles estavam transbordando, com os mamilos bem marcados e tentadores.
“Ei, não te chamei pra isso!” ela falou, sorrindo sem graça. “Esses dias tô tendo problemas. Tão doendo muito e não sai leite!”
Ela começou a chorar. Síndrome pós-parto, com seus estrago.
Abracei ela, sentindo os peitos quentinhos na minha cintura, enquanto ela se escondia no meu peito, buscando consolo.
"É câncer, né?" ela me perguntou, chorando de tristeza. "Vou morrer?"
Beijei a testa dela e sorri.
"Não, não acho que seja câncer." Respondi, tentando acalmar ela.
Pra uma mulher com um peitão daquele, a doença é um risco latente. Mas eu já sabia o diagnóstico dela de antemão.
Ela relaxou quando olhou nos meus olhos.
Falei que era normal, enquanto apertava os peitos dela procurando uns nódulos imaginários.
Até com a Marisol já tinha acontecido umas vezes…
"Mas nunca aconteceu com as suas filhas!" ela falou, ainda assustada.
Mas era óbvio. Minhas pequenas são umas esfomeadas e praticamente sugavam ela toda quando ajudou como ama de leite. Eu bebia o que sobrava.
Só que o pequeno Scott recebia tanta porra que não dava pra tomar tudo, e era isso que acabava empelotando nos bicos, impedindo o fluxo normal.
"Tem certeza? Não é câncer?" ela perguntou de novo.
Sorri e falei que não. Que os peitos dela estavam bons e saudáveis. Que pra aliviar isso, ela tinha que pedir pro Kevin ou comprar uma bombinha, igual minha esposa fazia.
"É que… o Kevin não é que nem você…" ela explicou, lembrando dos velhos tempos. "Ele tem nojo de provar meu leite… e prefere mais fazer por trás."
A bunda dela continua uma maravilha, mas os peitos são enormes e apetitosos.
"E ainda… tá doendo?" perguntei, com uma vontade danada de apertar eles e chupar igual um bicho.
Ela balançou a cabeça, tímida.
"Então… quer que eu te ajude?" perguntei.
Ela também sacou na hora…
Eu não ia embora sem meter.
Encostei meus lábios e comecei a provar aquela delícia. Apertava o outro peito quente, fazendo sair umas gotinhas, e ela já tava começando a gostar.
"Não tão forte!" ela pedia, com uma voz cheia de tesão. "Tá doendo!"
Mas eu tinha que continuar chupando, se quisesse desentupir o canal.
Ela reclamava e dava pra ver que tava ficando com calor. As mãos dela, Inconscientemente, roçavam na minha calça, procurando ela de novo.
Finalmente, consegui destampar e senti o elixir morno descendo pela minha garganta.
“Tá saindo!” avisei.
Mas ela não queria que eu parasse. A gente se beijou, sem pensar em nada, reavivando as chamas do nosso antigo relacionamento.
Como vizinhos, a gente sentia remorso, porque nossos parceiros são ideais. Mas pros nossos corpos, esses sentimentos pouco importavam, já que nossa relação era turbinada pela luxúria.
Sentei ela no móvel e ela bebia dos meus lábios, enquanto eu apertava o peito dela com a mão direita.
Pra facilitar as coisas, ela abria as pernas e levantava a saia, pra receber a exploração impaciente dos meus dedos, que se enfiavam na sua rachinha suculenta e acariciavam seu tapete molhado.
Em troca, ela tinha abaixado meu zíper e apertava ele com maestria, deixando ele bem duro, enquanto com a outra mão me segurava pela cintura pra impedir que eu me afastasse.
“Não, Fio! Não podemos!” tentei me conter, quando ela colocou a ponta nos lábios dela. “O Kevin é meu amigo!”
“Você tem razão!” respondeu. “Amo meu marido e você tem a Marisol!”
Mesmo assim, nada impediu que eu enfiasse nela mais uma vez.
A gente não conseguia se segurar. A Fio é minha vizinha e eu gosto dela como amiga. Mas na hora de transar, ela é insaciável e cheia de tesão.
A Marisol gosta muito dela, porque nas tardes que ela ficava cuidando das pequenas, a gente passava horas nessa.
Era tão gostoso, que até ela fechava os olhos, aproveitando as estocadas.
E nossos beijos eram apaixonados, como meses atrás. Naqueles momentos, eu não lembrava nem da Marisol nem das pequenas, e com ela era a mesma coisa.
O vai e vem fazia aqueles peitos deliciosos pularem e dava pra ouvir um leve barulho de pratos batendo, conforme eu ia enfiando mais e mais fundo.
Ela escorria bastante e o cheiro era inconfundível. Eu sabia que a gente ia ter que limpar depois…
Mas não tava nem aí. Eu tava comendo aquela ex- líder de torcida de camisola.
“Isso!... Mais forte!... Mais forte!... Me Você me encheu todinha!..." ela gritava a plenos pulmões, enquanto eu bombeava sem parar e ela me apertava com força, com braços e pernas, pra eu não tirar de dentro dela.
Os peitos dela estavam de fora e eu mastigava, apertava e esticava, sentindo os orgasmos que aquela dor provocava nela.
Eu chupava com tanta força que deixava roxos, e ela adorava.
"Não fazia sexo... há 3 meses!" ela confessava, enquanto eu sentia que podia soltar fogo de tanto meter, segurando na cintura dela, que era um pouco mais grossa.
A gente ficou quase 20 minutos e quando eu não aguentei mais, gozei dentro dela. Ela virou os olhos, arrebatada de prazer, e sorriu satisfeita.
A gente se beijou mais um pouco, esperando ela me soltar. Ela queria que eu ficasse mais tempo, mas expliquei que a Liz tava me esperando.
Aproveitei pra apertar e chupar bem aqueles peitos, pra ela não ficar preocupada.
Mas dessa vez, não me senti tão culpado.
Kevin é um bom amigo, pai e vizinho. Mas não consigo evitar de chifrar ele com a esposa dele.
Aliás, pode ser que o filho dele seja meu de verdade e, como a Fio não se cuida, também é possível que ela engravide de novo.
Mas eu me sentia quite, já que ele tinha se metido com minha esposa, minha sogra, a Rachel e agora, com a Sonia e a Elena, no escritório de Melbourne.
E eu sabia que, pra Fio, o marido dela já não dava mais conta...
Depois de ajudar ela a limpar e a gente se limpar, falei pra ela não se preocupar, que tava tudo bem e que, se precisasse de algo, ela tinha meu número. A gente se beijou mais uma vez na cozinha e ela me despediu com um sorrisão.
Quando voltei pra casa, a Liz me perguntou como tinha sido e eu disse que era só uma emergência doméstica simples: algo que uma mulher sozinha não conseguia resolver.
"Ela tem sorte de ter um vizinho tão habilidoso pra essas coisas!" ela comentou, sorrindo.
Mas na quinta-feira, eu ia ter que resolver a mesma emergência doméstica...Post seguinte
2 comentários - Siete por siete (89): Emergencia domestica