Bêbada na formatura parte III

Eu estava contando antes que depois de deixar minha namorada em casa, cheguei na minha onde minha mãe me esperava vendo TV na sala, num roupão de dormir nada sexy, mas aberto. Mal entrei, ela me diz que todo mundo já tá dormindo e que é hora de eu terminar de dar o foda que a gente tinha deixado pela metade no estacionamento da praia. Com um pouco de medo, pergunto se ela tem certeza que ninguém vai acordar e aparecer, e ela me responde que se eu não comer ela agora mesmo, ela é capaz de ir até meu pai e acordar ele pra que ele a coma. Obviamente, não vou passar por viadinho na frente da minha mãe duas vezes no mesmo dia. Me aproximo dela e me ajoelho na frente, me posicionando entre as duas pernas dela, que abro até onde consigo, enquanto ela abre ainda mais o roupão. Na minha frente, fica a buceta maior que já vi. Reitero pra vocês: que bucetão que minha mãe tem. "Gostou da paisagem, migo?", ela pergunta. Eu respondo: "Mami, você chegou muito cedo na repartição de bucetas. Esse bucetão aí deve pesar pelo menos um quilo". Ela me responde seria: "Bom, sem faltar respeito. Mesmo que eu deixe você me comer, não pode esquecer que a buceta que você tá falando é da sua mãe. Então, com mais respeito e põe essa língua vulgar pra trabalhar".

Depois dessa bronca gostosa, começo a lamber a buceta da minha respeitável mãe. Introduzo minha língua na caverna já molhada dela o máximo que posso, mas a muito safada pede pra enfiar mais. Movo minha língua o máximo que posso de um lado pro outro dos lábios vaginais. Isso parece bastar. Ela me agarra pelo cabelo com as duas mãos, dizendo: "Assim que se come uma buceta, migo. Continua, não vai parar. Mexe essa língua até o fundo". Ela começa a esfregar a buceta dela pela minha boca toda, e eu deixo a língua o mais pra fora que posso pra que ela sinta o atrito com o clitóris dela. "Aiii, migo, você vai me fazer gritar. Tô quase me mijando toda". Volto a tomar o controle. a chupada, e desci com a minha língua até o seu ânus, ela solta um grito que até eu me assusto e me afasto de tão forte, ela caindo em si tapa a boca com as duas mãos, - desculpa, filho, é que fazia tempo que não chupavam minha bunda, ambos assustados decidimos parar um momento para esperar e ver se alguém tinha acordado, ela ajeitou o roupão e, disfarçando, se posicionou como se estivesse vendo televisão, enquanto eu fui rápido pro meu quarto e fiquei só de cueca.
Não demorou quase nada, quando cheguei de novo onde ela estava a encontrei enfiando os dedos na buceta, a muito excitada estava se masturbando na sala como se nada no mundo, - vem cá, filho, que ninguém acordou, continua me dando língua agora, te juro que não vou fazer mais barulho, me aproximei de novo me posicionei no meio das suas pernas ela abriu o roupão de novo, e eu continuei com a chupada, outra vez na buceta, vai de língua e vai de língua, até que ela em gemidos me diz - já, filho, já por favor, lambe minha bunda, me dá essa língua gostosa na bunda como agora, obedecendo, afinal posso estar comendo sua bunda mas lembrem que é minha mãe, abro mais suas pernas levando-as pra cima, a bunda dela fica em primeiro plano, e observo como a muito puta contrai o ânus como me convidando a devorar, não penso duas vezes e começo a esfregar minha língua por toda a fenda da sua bunda, ela tapa a boca mordendo um pedaço do roupão e de novo me pega pelo cabelo apertando mais contra suas nádegas como querendo que toda minha língua entre até o mais profundo da sua bunda, devo confessar que estava fazendo meu maior esforço, nem minha namorada tinha lambido a bunda dessa forma, acho que minha mãe e eu concordávamos naquele momento que eu estava fazendo o melhor sexo oral da minha vida.
Eu continuava percorrendo de forma circular as dobras do ânus da minha mãe como se disso dependesse minha vida, fazia devagar depois rápido e terminava enfiando a língua o máximo que podia até o dentro da sua bunda, minha mãe estava desesperada por não poder gritar, me soltou e me colocou entre suas pernas, em seguida se pôs de quatro no sofá dizendo - chupa melhor assim, amor, assim sua língua chega mais fundo e sua mamãe goza mais, ela é quem manda, abriu suas nádegas com as duas mãos o máximo que pôde e eu continuei a penetrá-la analmente, mas com minha língua, enquanto a fazia gozar perguntei - você gosta que chupem seu cu, né, mamãe? - sim, meu filho, eu adoro que chupem meu cu e que enfiem a língua até o fundo, continuei lambendo e perguntando - quem chupa melhor, papai ou eu? - ai, meu filho, aahh não me pergunta isso agora, ayyy me deixa gozar com sua língua, continuei lambendo e insisti, - fala, mamãe, senão paro de lamber, - não, meu filho, não, não para, você, meu filho, você come meu cu como ninguém nunca comeu, soltou uma nádega e com aquela mão começou a enfiar dois dedos na buceta, - seu pai não faz isso, amor, ele não lambe meu cu, só chupa minha xota, mas eu adoro que dêem língua por trás.

Continuei lambendo, agora intrigado, na verdade não entendia, como assim, mamãe, papai nunca lambeu seu cu? perguntei sem parar de saborear sua bunda, ela presa na excitação e ofegante responde - não, meu amor, ele me satisfaz muito bem na buceta e até mete por trás, mas nunca deu língua ali, não me aguentei mais, minha mãe estava à minha disposição, tinha encontrado um ponto fraco para tê-la quando eu quisesse, me levantei, abaixei a cueca e enfiei meu pau no cu dela quase de uma vez, ela deu um salto, mas não ofereceu resistência, pelo contrário, abriu suas nádegas novamente com as duas mãos para que eu pudesse enfiar melhor, eu via como meu pau desaparecia naquele túnel escuro entre duas grandes massas de carne que eram aquele par de bundas, não acreditava, já estava quase gozando e ela continuava ofegante, mordendo o roupão para não fazer muito barulho, o único som que se ouvia além de sua respiração ofegante e a minha, era o som da minha pelve batendo com força nas suas nádegas, não durou muito e me derramei dentro do seu cu.
Me joguei no sofá exausto enquanto ela com os dedos apalpava a porra que escorria do seu cu e sorria pra mim dizendo - que enrabada mais gostosa você me deu, filho, você acabou de ganhar um prêmio, em seguida ela se levantou, me sentou no sofá e se ajoelhou na minha frente, que loucura! ela pegou meu pau mole depois da gozada e enfiou na boca, - mãe, você não sente nojo? ao que ela respondeu, - nojo por quê? porque tava dentro do meu cu? mas filho, se o cu é meu, isso não tem nada, além do mais eu gosto do gosto, então não reclama e aproveita o boquete que sua mamãe tá te dando. meu pau reagiu a essas palavras e começou a ganhar força, até ficar ereto como no começo.
Minha mãe, ao notar como meu pau inchou dentro da sua boca, sorriu e disse - bom, filho, já tá pronto então vamos pro segundo round, aí sentado como eu tava ela se acomodou em cima de mim, sentando de cavalinho e enfiando meu pau dentro da sua buceta, que eu senti toda encharcada e melada, minha mãe começou a subir e descer devagar, até que eu não aguentei mais aquele ritmo tão lento, e pegando ela pelos quadris obriguei que pulasse no meu pau muito mais forte e rápido, sentia que meu pau entrava quase com tudo e as bolas, me deliciava chupando os peitos dela um por um enquanto ela enfiava dois dedos no próprio cu, ficamos assim uns minutos até que não aguentei mais e gozei de novo, mas dessa vez dentro da sua buceta, no meio dos tremores do orgasmo, no auge do êxtase minha mãe começou a me beijar apaixonadamente na boca, e eu respondi abraçando ela com meus braços, sentia como se estivesse mijando dentro dela, e notava como as paredes da sua buceta se contraíam apertando com força meu pau ainda pulsando lá dentro, ficamos assim um tempinho enquanto descansávamos, depois de um tempo ainda sentada em cima de mim mas com meu pau já fora dela, ela me deu outro beijo apaixonado na boca e me agradeceu por toda a atenção que eu tinha dado durante o dia e a noite. Ela se levantou, colocando uma mão na sua virilha e me mostrou como o gozo que eu tinha depositado na sua buceta com minha porra estava vazando. Ela recolheu com as mãos e começou a lamber tudo, até deixar a mão sem uma única gota. — É que eu estava com muita sede, amor, e esse néctar está fresquinho. Agora vai dormir, quero que você descanse e se recupere logo, não vá ser que amanhã você acabe com vontade de tomar porra fresca de novo. Vai dormir.

Seco como minha mãe me deixou, assim fui para a cama e adormeci imediatamente. Vários dias depois, num domingo, lembro que bem cedo de manhã acordei e me preparei para ligar para minha namorada, para combinar de vê-la hoje enquanto seus pais fossem à missa das 10 da manhã, como sempre. E seus dois irmãos mais velhos não seriam problema, porque certamente estariam ou de ressaca da noite de sábado ou pela rua. O certo é que vi a possibilidade de ficar a sós com minha namorada na casa dela. Quando ia fazer a ligação, minha mãe entra no quarto e, surpresa, me pergunta o que estou fazendo acordado tão cedo de manhã e num domingo. Eu disse que queria ligar para minha namorada e assim ver se podíamos ficar sozinhos um pouco. Ela, com uma risada maliciosa, me empurra e me senta na cama, fecha a porta do quarto enquanto me diz: — Vejo que hoje você amanheceu com vontade de foder, está todo excitado, né, meu filho? Mas não se preocupa que já vou baixar essa sua calora. Ela abaixou o boxer que eu estava usando e começou a brincar com meu pau, balançando ele de um lado para o outro enquanto eu explicava que hoje era o dia que eu devia aproveitar para ficar com minha namorada a sós. Ela, muito compreensiva, me disse que não tinha problema, que se eu quisesse podia ligar para ela agora mesmo, que ela não ia atrapalhar e que só ia se concentrar numa boa chupada de pau que queria me dar. então eu não vi problema e aceitei a proposta dela,
minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau enquanto eu me masturbava suavemente e ligava pra minha namorada pelo celular. Minha namorada atendeu meio grogue, parecia que ainda estava dormindo, e é que na noite anterior eu tinha ido visitá-la até tarde na casa dela. Ela perguntou o que eu queria e eu expliquei meu plano, ela não pareceu gostar muito da ideia, mas eu insisti. Aí minha mãe interrompeu a mamada que estava me dando e, com uma risada e cara de puta, me disse bem baixinho:
— Não insiste, amor, se ela não quer te dar a buceta, pra que você tem sua mamãe que te dá até o cu?
Me assustei e tampei a boca do celular contra meu peito enquanto minha mãe soltava uma risadinha e voltava a enfiar meu pau na boca. Parece que minha namorada ouviu a risada e perguntou quem estava no meu quarto. Eu, ainda assustado, disse que era minha mãe fazendo limpeza, e com isso ela se acalmou. Mas minha mãe continuou na zoeira, ainda chupando meu pau e falando devagar:
— Diz pra minha nora que não se preocupe, que eu vou deixar ele bem limpo enquanto isso…
Ela passou a língua por todo o pau. Minha namorada do outro lado perguntou:
— Vai deixar o quê limpo?
Ao que eu respondi na hora: o quarto. Ela se acalmou de novo e, rindo, me pediu pra dar um abraço na minha mãe. Insisti com minha proposta e ela recusou de novo, então, irritado, desliguei a chamada. Joguei o celular de lado e levantei minha mãe do chão, ficamos cara a cara e comecei a beijá-la com intensidade, com força, enquanto perguntava se era isso que ela estava procurando tão cedo no meu quarto. Envolvi ela com meus braços e, levantando o roupão, meti uma mão dentro da calcinha dela até conseguir enfiar o dedo do meio no cu. Ela começou a se contorcer enquanto me dizia:
— Ai, meu filho, você sabe mesmo onde me dar… Ontem à noite pedi pro seu pai me meter no cu e o desgraçado não quis, me deixou com uma vontade… pra isso que você está aqui, meu céu, pra ajudar seu papai nas tarefas dessa casa. Se eu quiser pau e seu pai não quiser me dar, você está aí. Se sua mamãe quiser que comam seu cuzinho e seu pai não quiser, você está aí. Assim você me ajuda, e muito mais ao seu pai, pra que por descuidos dele eu não tenha que ir procurar na rua.

Mal ouvi isso, já baixei meu boxer e posicionei minha mãe na beirada da cama, colocando ela de quatro. Puxei a calcinha que ela tinha e cuspi um pouco dentro do cu, apontei a cabeça do pau no buraquinho e em menos de nada minha rola entrou totalmente de uma só vez no pequeno furinho escuro da mamãe. Metia e tirava tudo só pra ver como ficava dilatado. Não estava penetrando nem dois minutos quando batem na porta. Era meu pai me dizendo que tinha que descer pra ajudá-lo a lavar o carro, que saísse imediatamente. Minha mãe se escondeu debaixo da cama na hora, e eu coloquei o boxer e uma bermuda pra sair logo. Lá fora estava o dono da casa sem nem desconfiar que no meu quarto a mulher dele estava debaixo da cama, se escondendo pra ele não descobrir que tinham acabado de comer o cu dela. O cara nem me deixou lavar o rosto, e eu sentia nas minhas mãos o cheiro do cu da mamãe. Mesmo assim obedeci meu pai e o ajudei a lavar o carro na garagem.

Por volta das 10 da manhã, fui pra casa da minha namorada sem avisar que iria. Queria dar uma surpresa e me desculpar por ter desligado a ligação de forma tão rude. Chegando na casa dela, notei que o carro dos pais não estava lá, logo deduzi que já tinham saído pra missa dominical de manhã. Toquei a campainha e ninguém respondeu. Esperei e nada. Continuei tocando e ninguém atendia. Cheguei a pensar que todos estariam fora de casa, mas analisei que minha namorada acha missa um tédio, e nem a tiros os pais conseguem levá-la. Depois de uns cinco minutos, abriram a porta. era um dos meus cunhados, na verdade o mais velho deles. Me dou super bem com todos, mas logo que vi ele percebi que estava com uma ressaca daquelas. Ele me convidou pra entrar e disse que não sabia quem estava na casa, só me avisou que ia continuar dormindo e que quando eu saísse fechasse a porta.

Cheguei no quarto da minha namorada no segundo andar, bati na porta e ela estava trancada. Achei estranho, bati várias vezes e fiquei ali porque ouvi barulhos dentro do quarto. Minha namorada respondeu de lá pra eu esperar um pouco que ela já saía, que estava no banheiro. Estranhei ela ter trancado a porta sem necessidade, mas decidi não dar importância. Quando a porta abriu, minha namorada se jogou em cima de mim com um abraço e um beijo e logo tentou fechar o quarto, mas eu, mais esperto que ela, me atravessei na frente. Disse que precisava usar o banheiro pra mijar. Ela, toda nervosa, falou que eu podia usar o do térreo, mas eu insisti até que consegui entrar na força.

O quarto estava escuro, as cortinas ainda fechadas, e mal passei da porta senti um cheiro forte de sexo. Qualquer um que já ficou muito tempo transando trancado num quarto sabe do que eu tô falando. O estranho é que esse cheiro era um pouco mais forte, digamos assim... era um cheiro forte de cu. Pensei no pior e o mundo desabou em cima de mim. Pensei que ela não tinha querido que a gente se visse aqui na casa dela, que não veio abrir a porta, que o quarto dela estava trancado e que ela fez de tudo pra não me deixar entrar. Fiquei quieto um instante e ela, ainda nervosa, me perguntou o que eu tinha. Não respondi e fui direto pro banheiro. Temendo o pior, entrei e não tinha ninguém. Sem dizer nada pra ela, peguei ela pelo braço, saímos do quarto, tranquei a porta e descemos pro primeiro andar.

Já na sala, ela parecia um pouco mais tranquila e até se atreveu a me cobrar por não ter avisado que vinha. Não respondi nada, e... Minha cabeça não parava de maquinar um monte de coisas, eu seria capaz, não acreditava, além disso seu cheiro de sabonete confirmava que estávamos no banheiro. Saí do meu torpor e me aproximei para beijá-la. Ela não me rejeitou e, pelo contrário, correspondeu ao meu beijo com um forte abraço. Vocês sabem que minha visita naquele dia não era só para beijos. Ela estava com uma saia jeans curtinha e uma blusa estilo pijama, bem casual para um domingo. Então, enquanto nos beijávamos, aproveitei para meter a mão e, ao fazer isso, notei que ela não estava de calcinha. Ela tentou se soltar, mas eu não deixei e, surpreso, perguntei por que não estava de roupa íntima. Ela respondeu que era porque eu não tinha dado tempo para ela colocar. Dei pouca importância e voltei a beijá-la, e novamente aproveitei para enfiar a mão na sua bucetinha. Ela tentou colocar as mãos, mas fui mais ágil. Que surpresa! Estava toda molhada. Ainda mais surpreso, agora fui eu quem me afastei, perguntando por que sua virilha estava tão úmida. Ela, um pouco nervosa, tentou me fazer acreditar que era por causa dos beijos que estávamos nos dando e que no banheiro ela tinha se tocado por minha causa. Esse foi o erro dela. Há muito tempo eu vinha implorando para que ela se masturbasse na minha frente, e ela nunca aceitou porque, segundo ela, era melhor que eu fizesse isso e que ela nunca faria algo assim. Novamente, maus pensamentos entraram na minha cabeça. Fazendo-me de idiota, me aproximei de novo e comecei a beijá-la novamente e a apalpá-la, procurando alguma evidência que confirmasse minhas suspeitas. Tinha um nó na garganta. Para tirar a dúvida, enquanto nos beijávamos e eu tocava sua bucetinha, um dos meus dedos deslizou rapidamente para dentro de sua vagina, encontrando resistência ainda. Eu relaxei, embora ela não tenha gostado nada daquilo. Irritada, ela repetiu: nada de dedos dentro, que por ali só devia entrar outra coisa. Vocês não vão acreditar, mas essa foi a melhor parada da minha vida. Devolveu minha alma ao corpo. Aquela vagina ainda era virgem e eu... Eu era o escolhido para estreá-la.
Me desculpei com ela, e voltamos a nos abraçar e beijar no sofá da sala da casa dela. Ajeitei-a e ela ficou sentada de frente para mim, de pernas abertas por cima. Continuamos nos beijando sem medo de sermos vistos, porque, como eu disse, aparentemente só estava o irmão mais velho dela, e eu me dou muito bem com ele. No meio do amasso, comecei a apertar suas nádegas, e em um desses momentos minha mão deslizou para a fenda da sua bunda, que também estava molhada. Imediatamente, meu instinto moveu um dedo para dentro da fenda, e que surpresa inesperada: sem perceber, meu dedo estava quase todo dentro do seu ânus. Ela, ao notar, tentou se soltar, mas com o movimento brusco acabou deitada ao lado do sofá, com a bunda para cima, onde eu vi sem dificuldade o quão dilatado estava o buraco do ânus, o quanto estava vermelho e como de seu interior saía um líquido que conheço muito bem. Nada a fazer, a maldita tinha estado recebendo pelo cu. Imediatamente a joguei no chão e subi correndo para o quarto dela. Ela saiu correndo atrás de mim, mas não a deixei entrar.

Sabia que, se ela estava dando o cu para alguém, essa pessoa ainda devia estar no quarto. Pela janela não poderia sair, porque há grades externas, e se quisesse sair pela porta da frente ou de trás, teria que descer pelo corredor que leva à sala. A puta da minha namorada batia na porta, pedindo para entrar. Eu, como um louco, procurei novamente no banheiro, olhei no guarda-roupa e nada. Então procurei debaixo da cama dela e... taraaaan! Lá estava o dito cujo. Que surpresa, senhores! Minha namorada, a virgem, a santa, que estava se guardando para mim, estava dando o cu, nada mais nada menos, que para seu primo e vizinho do lado, contemporâneo e colega de estudo nosso. Ele saiu de debaixo da cama imediatamente, e eu saí correndo, abri a porta e empurrei minha namorada contra a parede do corredor, enquanto dizia que todo mundo ia ficar sabendo... descobrir o que ela tinha feito.
Saí de casa chorando, com uma dor no pecho mais intensa do que jamais tinha sentido, um nó na garganta que não me deixava respirar. Continuei correndo e só umas três quadras depois consegui parar para recuperar o fôlego, mas as lágrimas não paravam de escorrer sozinhas, por mais que eu as limpasse, por mais que as enxugasse, saíam mais e mais.

Quando cheguei em casa, por sorte não trombei com ninguém e consegui entrar no meu quarto, onde me tranquei e pude chorar até ficar sem lágrimas, até adormecer. Só acordei com a batida na porta, devia ser umas seis da tarde. Era minha mãe pedindo que, por favor, fosse buscar meu pai, que estava muito bêbado na vendinha da esquina. Quando saí do quarto, minha mãe percebeu que eu tinha chorado e perguntou o que tinha acontecido. Eu precisava desabafar com alguém e não tive escolha a não ser contar o que tinha acontecido com minha namorada de manhã. Não dei detalhes, só disse que tinha encontrado minha namorada com outro. Ela me abraçou forte e disse para eu não me preocupar, que eu era muito jovem e que viriam muitas outras mulheres, e que por enquanto eu tinha ela para o que eu quisesse — e logo em seguida me deu um beijo de língua. Juntos, fomos buscar meu pai na vendinha.

No caminho, chequei meu celular e encontrei umas trinta chamadas perdidas de dois números diferentes, mas o que fiz foi desligá-lo. Encontramos meu pai bebendo com seu compadre e amigo do bairro. Foi difícil convencê-los de que já era hora de voltar para casa, mas finalmente conseguimos fazê-los ir terminar mais algumas cervezas em casa. Quando chegamos, me deparei com minha namorada — ou melhor, a que até algumas horas atrás tinha sido minha namorada — esperando do lado de fora, na porta. Minha mãe, ao vê-la, quase partiu para cima, mas eu a segurei e disse que cuidaria da situação. Todos entraram em casa, menos minha ex e eu. Eu disse a ela que o que tinha acontecido tinha me machucado muito, mas que já estava tudo bem e que o melhor era deixarmos as coisas por ali mesmo, chorando ela quebra o silêncio me dizendo que sentia muito, que eu perdoasse, que não ia acontecer de novo. Eu falei pra ela se acalmar, que foi pura raiva que eu disse que todo mundo ia ficar sabendo. Aí ela me perguntou por que minha mãe reagiu mal quando a viu, e eu disse que só tinha contado que tinha encontrado ela no quarto com outro homem. Falei pra gente conversar depois, que não queria vê-la, e aí deixei ela lá fora e entrei em casa, onde o som já estava no talo.

Ao entrar, minha mãe pegou minha mão e me levou pra cozinha, enquanto eu via na sala meu pai e o amigo dele continuando a beber. Chegando na cozinha, minha mãe abriu o zíper da minha calça e tirou meu pau pra fora, enquanto me dizia: "Filho, eu sei que você tá muito puto, mas também sei que a dor de corno se cura com umas boas gozadas. Deixa comigo, você vai ver que logo esquece dessa putinha que você tem por namorada." Minha mãe começou a lamber meu pau, dessa vez de um jeito diferente, tentando enfiar tudo pela garganta, mas depois de várias tentativas ela entendeu que não dava. Com lágrimas nos olhos e quase engasgando, ela disse: "Pela boca não cabe tudo, mas você vai ver como eu engulo ele pela buceta." Ela pegou minha mão e me levou pro banheiro que fica no quintal, trancou a porta e me sentou na privada. Na hora ela baixou o legging preto que estava usando e deixou nos tornozelos. Notei que nem calcinha ela tinha. Imediatamente, pegou meu pau com uma mão e foi posicionando na entrada da boceta até entrar pela metade. Ela se acomodou nas minhas pernas, de costas pra mim, e se deixou cair, enfiando meu pau até o fundo da sua xoxota. Ficou totalmente sentada em cima de mim, se rebolando em círculos bem devagar e me olhando nos olhos com uma cara de puta. "Você gosta, meu amor? Gosta de como a mamãe te come? Gosta de como a mamãe dança no seu pau?" "Sim, mamãe, eu adoro, continua. Mexendo, continua me comendo assim. Lá estávamos minha mãe e eu no banheiro sem teto do quintal de casa, enquanto lá dentro meu pai e seu amigo continuavam tomando cerveja, levantei minha mãe pelas pernas e a coloquei inclinada contra a parede do banheiro e a enfiei de novo pela buceta, mas desta vez era eu quem mandava no ritmo, a penetrava com força, bem gostoso, tanto que dava pra ouvir o ploc ploc da minha pelve contra a bunda enorme dela. Estávamos nessa quando ouvimos vozes: era meu pai e o amigo que aparentemente vinham mijar aqui no quintal. Tentaram abrir a porta mas não conseguiram porque estava com a tranca... no próximo capítulo conto o que aconteceu no quintal da minha casa, e de como a traição da minha namorada me serviu para comer ela pelo cu, pela buceta e na frente da minha mãe.

2 comentários - Bêbada na formatura parte III

POUALI
Me vine 1000 y una vez mas gracias esta riquísimo espero la parte que sigue ya!!
migo76
Excelente!!!! no encuentro la parte 4 a ver como le va a la novia, q es gran puta !!!!!