Como toda manhã, acordo com a libido lá em cima e muita vontade de transar. Só de cueca, sem nada cobrindo o peito. Apalpo e lá está a bunda gostosa da minha parceira de casa; macia, quentinha, amassada pelas viradas da noite, que sempre, consciente ou inconscientemente, ela deixa apontada pra mim. Chego perto, tiro a cueca, ajusto os ovos entre as pernas, abaixo a pele da glande e começo a roçar na bunda dela, deslizando pela racha de cima a baixo.
Quase nunca consigo acordá-la... e olha que eu tento, aperto a cintura dela, os mamilos, encho de beijos os ombros, o pescoço, aquela pele fantasmagórica meio rosada, que irradia um calor que esquenta ainda mais. Quando não sobra mais veia no meu pau pra encher de sangue, a porra começa a querer subir. Tento segurar... solto os ovos de entre as pernas, toco neles, afasto a rola daquela bunda tentadora e só sinto o cheiro da pele... mas não consigo... apalpo a buceta e ela tá molhada, mas ela continua dormindo... enfio um dedo, dois... pinto os lábios da buceta com a cabeça dura, encontro o caminho e entro... agarro a bunda rosadinha e puxo ela pra mim... ouço o barulho da baba e vejo os olhos dela se abrindo, sem entender nada, até que beijo ela e ela sorri... apoia a cabeça no travesseiro e joga a raba pra mim.
Agarro ela forte pela barriga, subo a mão direita pelo meio dos peitos dela, aperto eles de novo. A outra mão lidera o ataque nas partes baixas... as coxas dela, coxas enormes, são amassadas com qualidade artesanal pela minha mão esquerda, empurro... e a bunda inteira dela, uns 105 quilos de bunda, bate no meu baixo-ventre e depois se esfrega na minha barriga. Solto ela pra ver se ela reage... mas era em vão... dormindo de novo... frustrado, decido continuar metendo... mas parecia injusto. No entanto, uma ideia tinha começado a crescer na minha mente febril e descia pro meu pau, as fotos de putaria... os Relatos feitos, as mensagens trocadas... o tesão que me pegou, dias atrás numa conversa com um usuário... Vane, ela diz que se chama.
Uma bunda minúscula dos sonhos, uma doçura nas palavras dela, só de vê-las, imaginá-las no meu ouvido, já faz meu pau ficar animado. As imagens, as palavras, dançavam dentro de mim... a calcinha fio-dental rosa aparecendo, a cinta-liga preta desabotoada... a rabeta dela de bandeja, e aquele anel de couro, pronto pra dar prazer... sentia que ia gozar... então decidi correr pro banheiro pra soltar a porra... apertei minhas bolas... na pia e comecei a friccionar meu pau duro simulando estocadas... não sei que perfume a Vane usa, mas imaginei que, pela pele dela e pelo jeito dela, não podia ser outro senão um docinho... essas coisas atrasaram minha gozada mas não a ereção, meu pau doía de tanta pressão, a porra não saía, então voltei a pensar no corpo dela e numa fantasia que venho tendo desde que falo com ela.
De pé, contra o batente da porta, ficamos cara a cara, os saltos dela firmes no chão, empurrando pra trás, a cabeça dela some do outro lado, mas vejo as costas dela, os ombros arqueados empurrando, os dedos firmes na madeira... a única coisa leve, a cintura dela, comandada pelas minhas mãos, as bundinhas dela se apoiam suavemente no meu baixo ventre, vejo como meu pau se perde dentro dela... sinto que vou gozar e deixo ela terminar... ela continua empurrando... pego delicadamente a barriga dela, com a mão direita, com a esquerda, percorro o pau dela duro, masturbo e deixo bem esticado, enquanto aperto as bolas dela, queria fazer ela gozar, mas não tava nos planos dela, ela se solta... vira pra mim, me beija fundo e senta na cama, continua agitando meu pau, enquanto mostra a língua e encosta na minha vara de carne, um jorro escorre pra dentro, outro na bochecha... ela decide engolir. Enfio só um quarto da minha pica, só a cabecinha e mais um pouco... lubrificando com a língua, apertando com o céu da boca e selando com os lábios. A garganta dela engole até a última gota.
Caio em mim... era hora de limpar a piscina... amanhã conto pra ela... amanhã dou a surpresa e posto o relato no Poringa... essa Vane tá fritando minha cabeça....
Espero que tenha gostado, esse relato é dedicado à @cuatrodos. Por não ter consultado, não postei nenhuma foto, quem tiver interesse pode procurar o usuário e aproveitar como eu aproveito.
Quase nunca consigo acordá-la... e olha que eu tento, aperto a cintura dela, os mamilos, encho de beijos os ombros, o pescoço, aquela pele fantasmagórica meio rosada, que irradia um calor que esquenta ainda mais. Quando não sobra mais veia no meu pau pra encher de sangue, a porra começa a querer subir. Tento segurar... solto os ovos de entre as pernas, toco neles, afasto a rola daquela bunda tentadora e só sinto o cheiro da pele... mas não consigo... apalpo a buceta e ela tá molhada, mas ela continua dormindo... enfio um dedo, dois... pinto os lábios da buceta com a cabeça dura, encontro o caminho e entro... agarro a bunda rosadinha e puxo ela pra mim... ouço o barulho da baba e vejo os olhos dela se abrindo, sem entender nada, até que beijo ela e ela sorri... apoia a cabeça no travesseiro e joga a raba pra mim.
Agarro ela forte pela barriga, subo a mão direita pelo meio dos peitos dela, aperto eles de novo. A outra mão lidera o ataque nas partes baixas... as coxas dela, coxas enormes, são amassadas com qualidade artesanal pela minha mão esquerda, empurro... e a bunda inteira dela, uns 105 quilos de bunda, bate no meu baixo-ventre e depois se esfrega na minha barriga. Solto ela pra ver se ela reage... mas era em vão... dormindo de novo... frustrado, decido continuar metendo... mas parecia injusto. No entanto, uma ideia tinha começado a crescer na minha mente febril e descia pro meu pau, as fotos de putaria... os Relatos feitos, as mensagens trocadas... o tesão que me pegou, dias atrás numa conversa com um usuário... Vane, ela diz que se chama.
Uma bunda minúscula dos sonhos, uma doçura nas palavras dela, só de vê-las, imaginá-las no meu ouvido, já faz meu pau ficar animado. As imagens, as palavras, dançavam dentro de mim... a calcinha fio-dental rosa aparecendo, a cinta-liga preta desabotoada... a rabeta dela de bandeja, e aquele anel de couro, pronto pra dar prazer... sentia que ia gozar... então decidi correr pro banheiro pra soltar a porra... apertei minhas bolas... na pia e comecei a friccionar meu pau duro simulando estocadas... não sei que perfume a Vane usa, mas imaginei que, pela pele dela e pelo jeito dela, não podia ser outro senão um docinho... essas coisas atrasaram minha gozada mas não a ereção, meu pau doía de tanta pressão, a porra não saía, então voltei a pensar no corpo dela e numa fantasia que venho tendo desde que falo com ela.
De pé, contra o batente da porta, ficamos cara a cara, os saltos dela firmes no chão, empurrando pra trás, a cabeça dela some do outro lado, mas vejo as costas dela, os ombros arqueados empurrando, os dedos firmes na madeira... a única coisa leve, a cintura dela, comandada pelas minhas mãos, as bundinhas dela se apoiam suavemente no meu baixo ventre, vejo como meu pau se perde dentro dela... sinto que vou gozar e deixo ela terminar... ela continua empurrando... pego delicadamente a barriga dela, com a mão direita, com a esquerda, percorro o pau dela duro, masturbo e deixo bem esticado, enquanto aperto as bolas dela, queria fazer ela gozar, mas não tava nos planos dela, ela se solta... vira pra mim, me beija fundo e senta na cama, continua agitando meu pau, enquanto mostra a língua e encosta na minha vara de carne, um jorro escorre pra dentro, outro na bochecha... ela decide engolir. Enfio só um quarto da minha pica, só a cabecinha e mais um pouco... lubrificando com a língua, apertando com o céu da boca e selando com os lábios. A garganta dela engole até a última gota.
Caio em mim... era hora de limpar a piscina... amanhã conto pra ela... amanhã dou a surpresa e posto o relato no Poringa... essa Vane tá fritando minha cabeça....
Espero que tenha gostado, esse relato é dedicado à @cuatrodos. Por não ter consultado, não postei nenhuma foto, quem tiver interesse pode procurar o usuário e aproveitar como eu aproveito.
9 comentários - Como todas las mañanas
Pd: gracias por los puntos!