Sete por sete (86): "Casei




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Compêndio IDesculpa pela demora, mas tô escrevendo na correria do trampo, porque as noites tão cheias de novo. Aquelas palavras ficaram martelando na minha cabeça. "Me he casado..." (I have married...) E me fizeram pensar. Não sei se vão entender meu ponto de vista. Eu não falo "Me he casado com Marisol...". Em vez disso, falo "Me casei com Marisol..." (I got married to Marisol...), porque foi uma decisão minha. Eu queria casar, e esse "he" ou no idioma original, (have), dá margem pra especular, porque Hannah queria casar com Douglas, mas foi antes do esperado. Ela ficou nervosa quando perguntei sobre o casamento dela e saiu voando, dizendo que tinha que verificar um veículo. Aproveitei pra almoçar e depois visitar o Tom, pra ver a tal da cisterna do caminhão. Ele ficou feliz em me ver. "Espero que a Cargo volte ao normal, agora que você voltou." "Por quê?" perguntei. Ele me contou que ela andava distraída. A cisterna do caminhão não tinha conserto. Precisava comprar uma nova, por causa dos riscos de vazamento de substâncias corrosivas ou perigosas. Hannah sabia disso, mas mesmo assim sugeriu remendar com uma placa de metal. Depois de uma breve discussão, ele conseguiu convencê-la a mandar o caminhão pra Broken Hill e arrumar uma peça de reposição. Também me contou sobre o verme que tava me procurando e explicou por que ele tem tanta raiva da galera da Manutenção. Acontece que o tal Roland tava apaixonadão pela Hannah, como muitos outros, mas ela deu um fora nele e toda essa putaria virou ódio. Por fim, ele perguntou pela Pamela e eu disse que ela tinha voltado pra minha terra. Confessei que ela era prima da minha esposa e ele arregalou os olhos, depois me parabenizou pela sorte grande. Depois de fechar o expediente, eu e Hannah nos encontramos de novo na pensão. Tava tomando um suco e ela, uma cerveja, pra passar o tempo. "Me casei em janeiro..." (I have married on January), ela me contou, sem muito ânimo. "Você se casou em janeiro? Perguntei pra ela, repetindo as palavras dela.
Ela ficou puta.
“Sim, casei em janeiro.”
“E você queria casar?” perguntei.
Porque, como falei no começo, esse “casei” me faz desconfiar.
“Claro!” respondeu exaltada. “Você sabe que eu e Doug nos amamos!”
“Isso eu não duvido!” falei. “Mas você me disse que não queria casar tão cedo. Tava super feliz com seu trampo.”
“Bom… sim. Mas ele quer formar família logo.” Respondeu com a voz baixa.
“E você não?”
Ela ficou puta de novo.
“Olha, o que a gente tem é casual! Ele, eu conheço há anos… e você já é casado.”
Falou isso com um puta desgosto.
“Hannah, calma!” falei, colocando a mão no ombro dela e o rosto dela ficou mais doce.
Não é que eu sonhe em casar comigo. Ela e o Douglas se amam de verdade.
O problema é que o noivado surgiu do nada, numa hora que ela queria esperar.
Mas ela se sentiu pressionada, tanto pelas famílias quanto pelo relacionamento com o Doug, e não conseguiu recusar.
Ela ficou vermelha quando contei minha visão das coisas.
“Poxa!… Como você me conhece bem!” respondeu, surpresa.
Sorri pra ela.
“Não é isso, Hannah!” expliquei, tomando o resto do meu chá. “É que você falou ‘casei’, em vez de ‘me casei’. Quando eu e a Marisol casamos, nós dois queríamos e sempre falo que me casei com ela. Mas você fala como se não tivesse querido casar naquela hora… quase como se tivesse casado à força.”
“Mesmo assim… às vezes acho que você me conhece bem demais…” suspirou, bebendo a cerveja dela.
“Talvez!” respondi, sorrindo. “Mas é que eu reparo na sua cara e nas suas expressões, Hannah, e sei como você pensa. Até me arrisco a dizer que você tá indecisa sobre o que vai rolar entre a gente…”
Ela ficou vermelha…
“Como… você sabe?” perguntou.
Olhei pra ela com carinho.
“Porque eu te comi!” sussurrei no ouvido dela.
O rosto dela parecia uma brasa.
“Não fala isso!” protestou.
“É a verdade, Hannah!” Eu disse, com um tom mais sério: "Às vezes, quando te vejo, me lembro da minha esposa. São seus olhos e algumas das suas expressões. Talvez a única diferença entre vocês seja a idade... e sua obsessão nada saudável pelo trabalho."

Mas ela estava nervosa demais para rir da minha piada.

"Mas... o que a gente vai fazer?", ela perguntou.

"Sei lá! Depende de você..."

Ela ficou brava de novo.

"Ai, Marco!... Quando é que você vai criar coragem?..." reclamou, levantando um pouco a voz.

A pessoa que estava nos atendendo olhou pra gente, e ela ficou sem graça.

"Por que eu tenho que ser a única a decidir? Por que você não age, pelo menos uma vez, como um homem?"

"Porque é você quem está complicada com isso", respondi, bebendo o que restava do suco que pedi.

Saí da pensão e esperei por ela na entrada.

A noite estava fria, e quando eu respirava, dava pra ver a fumaça.

Não demorou muito pra ela aparecer.

"Por quê? Por que você não está complicado?", ela perguntou, assim que saiu.

"Porque isso não é sério, Hannah", respondi, segurando-a pelos ombros. "Eu tenho minha esposa, você tem o seu, e o que a gente tem aqui é temporário..."

Ela começou a chorar.

"Então... você não me ama?"

Eu a beijei.

Sentia falta dos beijos dela, e ela dos meus também.

"Claro que sim, Hannah! Eu te amo, e não só porque você se parece com a Marisol. Você é linda, gostosa, carinhosa e muito inteligente... mas eu tenho minha esposa e minha família..."

"Mas então... quando você diz que sou 'sua esposa da cutie'..."

"Você é, Hannah, porque eu não tenho ela do meu lado! E te trato bem porque você me lembra dela..."

"Mas é que eu... é que eu..." ela soluçava, sem conseguir terminar a frase.

"É que eu te amo!", disse finalmente, e me abraçou com força. "E não é porque você me lembra o Dougie... te amo porque me sinto bem com você... Você é meu melhor amigo e sempre cuida de mim, e por isso não paro de pensar em você!"

"Hannah!", falei, abraçando-a para que ela desabafasse.

Quando ela disse aquilo, me lembrou ainda mais do meu rouxinol.

"Naqueles dias, quando o acidente aconteceu, senti tanto a sua falta, porque... Não sabia o que fazer!" Ela olhou nos meus olhos. "Você me entende, Marco! Você sabe que sem o Tom e meus caras, eu não sou nada!... E você não estava aqui pra defendê-los!..."
"Hannah, se acalma!" eu pedia, enquanto seus olhinhos azuis brilhavam com mais lágrimas.
"Pedi ajuda pros seus caras, Marco, mas eles não sabiam o que fazer!... E a gente te mandava mensagem pra te contatar!..."
Tive que levá-la pra sentar em algum lugar pra ela se recuperar.
"A gente não sabia o que fazer, Marco! Tava desesperada!... e o Roland não queria voltar atrás..." ela contou, quando chegamos na piscina e, por sorte, tinha um banco. "E você respondeu, Marco!... Deu uma resposta pra gente!"
Naquela hora, ela me deu um dos melhores beijos que já ganhei na vida.
A língua dela tava ansiosa pela minha e os lábios quentinhos e rosados sugavam como se não quisessem me deixar ir.
Minha língua reconhecia o gosto doce da saliva dela e acariciava a parceira, depois de meses separados.
Ela queria se entregar, ali mesmo, pra eu fazer o que quisesse com ela, e as mãos dela agarravam minhas bochechas, pra impedir que eu me afastasse.
Mas enquanto a gente se fundia nos lábios, a calma começava a tomar conta dela e os olhinhos azuis brilhavam como rubis tranquilos, sob a luz esbranquiçada da piscina.
"Quando seus caras avisaram que você tinha falado com eles, Marco, eles estavam diferentes..." ela disse, tomada pela experiência. "Dava pra perceber pelo jeito que olhavam pra gente. Você sabia de tudo e eles confiavam cegamente em você... e foi aí que eu soube que te amava, Marco..."
A coitadinha voltou a chorar.
"Se coloca no meu lugar, Marco! Não faz nem 3 meses que casei com meu noivo e já fui infiel!" ela dizia, olhando a água batendo na piscina.
Eu comecei a rir e ela me olhou indignada.
"Imagina eu, Hannah, que com menos de um ano de casado, fui infiel à minha esposa com você!"
Ela parou de chorar e a gente começou a rir junto, porque até nisso a gente se parecia.
"Eu não queria casar, Marco! Eu amo o Doug e queria casar com ele, mas não agora!... mais pra frente… quando você fosse embora… porque quero ficar mais um tempo com você…”
E nos beijamos de novo.
Fomos pro meu quarto, mesmo ela tendo as coisas dela no dela.
Eu tava muito feliz, enquanto ela se deitava na minha cama e eu ia enchendo ela de beijos e carícias.
Só que, quando minha mão chegou perto do criado-mudo pra pegar uma camisinha, ela me parou.
“Sabe?... Eu e o Doug estamos tentando…” ela disse, com um sorrisão.
“Sério? Parabéns!” respondi e tentei pegar a camisinha de novo, mas ela me interrompeu outra vez.
“E eu tava pensando que… agora que te falei que também te amo… talvez… pra comemorar o que rolou com meu time… a gente podia fazer sem isso?” ela perguntou, com um sorriso safado.
Eu comecei a rir.
“Hannah, na primeira vez que transei sem camisinha com a Marisol, ela engravidou!”
“É… você já me falou isso…” ela respondeu, revirando os olhos.
Ela tem ciúme da Marisol ser minha esposa.
“Mas eu tava pensando que… não seria tão ruim… se eu engravidasse… de outro jeito…”
Naquela hora, ela me lembrou muito a Marisol.
“Hannah, eu e o Douglas não somos nada parecidos!” expliquei, morrendo de rir. “Até você é loira natural! E se seu filho nascer com cabelo preto igual o meu ou olhos castanhos?”
O marido dela é um Adônis: loiro, olhos azuis, corpo atlético…
E muito inteligente…
“Mas meu avô tinha cabelo preto… e talvez… ele puxe meus olhos…” ela insistia, quase implorando.
Ela me lembrava tanto minha namorada, que parecia que ia fazer biquinho se eu dissesse não, que tive que perguntar de novo.
“Hannah, tem certeza?”
Ela balançou a cabeça feito louca, toda sorridente.
E eu fechei a gaveta, deixando ela muito feliz.
“Amanhã a gente vai na cidade e compra pílula.” avisei, bem calmo, deixando ela fazer o que quisesse comigo. “Se você quer que a gente faça assim, vai ter que tomar pílulas todos os dias e me mostrar quando você toma elas.
“Assim vou fazer!” ela respondeu, desabotoando minha calça com desespero.
Ao sentir ela inchada entre as mãos dela, ela me olhava feliz.
“Senti muito a sua falta!”
“Mais do que a do seu marido?” perguntei, com malícia.
Ela ficou vermelha de vergonha.
“A dele… é diferente…” ela disse, tentando não me olhar nos olhos, enquanto eu desabotoava a camisa dela. “É… mais pequenininha… não é tão resistente… e não me preenche tanto… igual a sua…”
Eu sorria com as palavras dela, mas mais ainda pela semelhança com a minha esposa, que também me dá explicações cortadas quando faz algo que a envergonha.
Com a diferença que a minha esposa faz isso em espanhol.
“Então, você gosta mais da minha?” perguntei, desabotoando a bermuda dela e deslizando suavemente o zíper, roçando o contorno da bucetinha molhada dela, através da calcinha preta.
Ela me olhou suplicante.
“Por favor, não me faça dizer!” suspirou. “Já é ruim que fui eu que quis vir com você!... e mesmo assim, eu amo ele.”
E eu acariciei a bochecha dela.
“Hannah, tá tudo bem!” falei. “É verdade que você e minha esposa têm uma semelhança… mas eu gosto de fazer amor com você, porque me sinto o homem mais sortudo na parada… e se você tivesse dito não, eu teria te beijado até te convencer.”
Ela sorria muito feliz e me beijava.
“Sempre gostei quando você diz que a gente faz amor!... porque eu olho nos seus olhos e me faz sentir que é verdade… e é algo que o Dougie nunca me disse…”
A gente começou a se beijar e eu lubrifiquei ela, massageando com meus dedos.
“Gosto quando você me toca!” ela disse, ao sentir meu dedo deslizando dentro dela. “Sinto uma corrente quando você faz isso!”
E eu apresentei a pontinha… e ela suspirava ansiosa.
“Tô tão nervosa!” ela comentou, colocando as mãos no rosto pra esconder a vergonha. “Você sempre chega tão fundo e eu quero sentir quando você gozar dentro de mim!”
Eu já tinha provado ela antes, mas sempre com camisinha ou quando elas estouravam.
Mas assim era Distinto. Delicioso, molhado e escaldante.
“Hannah, você está tão apertada!” eu disse, forçando a entrada.
“Não! É você que me preenche!” ela protestava.
Era uma discussão deliciosa. Eu queria meter mais e mais fundo.
“Não tão forte!... Não tão forte!” ela pedia.
“Desculpa, Hannah!... É tão gostoso…”
“É que você está… muito dentro!... Ahh!... Por favor!... Para!...”
A gente tentava se segurar, mas nossos quadris se moviam sozinhos.
“Por favor!... Não pega na minha bunda!... Não encosta!...”
Eu nem tava tocando, mas ela lembrou e eu agarrei aquelas carnosidades lindas.
Ela gozou intensamente.
“Todo mundo gosta da minha bunda… todo mundo… mas é você que eu mais gosto de ver pegando nela…” ela disse, me beijando com tesão.
A gente não ia parar. Íamos até o fim. Juntos.
“Me dá! Me dá tudo!” ela pediu.
E eu dei. Dei tudo.
5 jorradas dentro dela.
Ela suspirava em êxtase e me abraçava forte, curtindo que eu ainda tava duro dentro dela.
“É tanta porra!... Me sinto tão bem!...” ela disse, num tom tão satisfeito e calmo.
Já não ligava mais pra ser casada nem se preocupava com o marido. Naquela hora, eu era tudo que ela precisava pra ser feliz.
A gente se beijou e se aninhou junto.
E quando consegui me soltar, o sono bateu nela.
Mas eu queria mais dela.
“Ei, não dorme!” eu falei.
“É que eu tô cansada!” ela respondeu, se ajeitando com o lençol.
Eram só 11 da noite.
“Mas não te vejo desde dezembro!” insisti.
Ela riu.
“A gente tem que acordar cedo!”
“Só mais uma vez!” pedi, cutucando ela entre as nádegas.
Ela viu que eu não tava brincando.
“Tá bom!” ela respondeu.
E a gente fez de quatro. As costas da Hannah são deliciosas e eu lambia como se fosse gozo.
“Vai, Marco!... Termina logo, que quero descansar!...” ela pedia, mesmo curtindo tanto quanto eu, porque eu apertava os peitos dela e espremia.
É isso que eu gosto de fazer amor com a Hannah. A Os peitos dela são pequenos, comparados com os da minha esposa.
Mas são muito parecidos com os que ela tinha, quando a gente namorava.
De novo, eu gozei dentro dela e ela estava exausta, suada, linda e muito satisfeita…
“Com isso… você tá feliz?” ela me perguntava, rindo sozinha e respirando ofegante, coberta de um suor que a deixava ainda mais gostosa.

Mas pra mim, não era suficiente.
“Mais ou menos…” eu confessei. “Minha esposa deixa eu fazer o booty no final.”
O olhar dela era divino.
“Vai, Marco!... Amanhã não vou conseguir levantar!...” ela reclamava, sem parar de sorrir de tão safada que tava.
E se colocou na posição.

“Sabe?... O Dougie sempre me acaricia, mas nunca pediu igual você…” ela contava, enquanto eu enterrava devagar.
É uma bunda suculenta, branca e apertada. Se não fosse porque ela é mais baixa, seria tão deliciosa quanto a da Marisol.
Mas por isso mesmo, minhas estocadas são tão fortes que sacodem ela inteira.

“Vai mais devagar!... Vai mais devagar!...” ela pedia.
Mas eu não conseguia parar. Tava tão gostoso e apertado que eu tinha que continuar.
Era o que todo mundo invejava e eu era o único que podia aproveitar como merecia.

“Já chega, Marco!... Não aguento mais!...” ela pedia, sorrindo muito cansada.
Eu também não aguentava mais. Já eram quase 2 da manhã e às 5 e meia o meu despertador ia tocar.

Mas na hora combinada, percebi que ela tava me acariciando sem cerimônia…
“Desculpa!... mas ainda tá dura…” ela avisou, com vontade de sentir dentro dela.
“É que eu me acostumei a Marisol provar de manhã.” Eu respondi.
E ela, pra não ficar atrás da minha esposa, começou a provar.

“É assim… que ela faz?” perguntou, lambendo dos lados.
Até que era bom, mas minha esposa faz melhor.
“Não, ela usa a boca!”
E acertou em cheio!

Ela começou a chupar com a mesma vontade que minha passarinhinha usa de manhã e eu me senti foda.
Não aguentei mais e gozei.
E mesmo com o nojo que ela sente, engoliu tudo de uma vez.
A gente se beijou e ela voltou pro quarto dela. E foi assim que fizemos nestes dias: lá pela uma da tarde, ela aparece pra inspeção diária e, à noite, aparece na minha cabana.
Tom não tem problemas, porque Hannah voltou a ser a mesma de antes e imagina os motivos pelos quais a chefe dela tem dificuldade pra sentar.

Mas à noite, a gente é sem vergonha, porque nos vemos conversando com nossos respectivos parceiros de pijama, usando meu notebook.
Aproveito pra contar pra Marisol parte do que fizemos em espanhol, já que Hannah não conhece o idioma.
Minha esposa fica toda fogosa ao saber que a "sósia" dela tá ansiosa pra eu cortar a conversa.
Mas também me diz que sente minha falta e que, felizmente, as pequenas ainda não estão dando os primeiros passos.

Hannah, por sua vez, conta mais do dia dela pro Douglas. Fala dos equipamentos que revisa, que o problema com a administração tá resolvido e que sente falta dele.
Que adoraria que ele estivesse do lado dela.

Mas na terça à noite, a primeira noite em que oficialmente "botaria chifre no parceiro", ele elogiou a camisola preta sensual que ela usava pra dormir.
Ela, envergonhada, dizia que as noites eram muito quentes e que por isso usava aquilo.
"É uma pena que você use tão longe!" dizia o marido. "Você fica sensual demais nela!"
"Você acha?" perguntou ela, se afastando da tela pra ele apreciar o corpo inteiro.
"Claro! Se te visse assim, faria um monte de coisas!"
Ela ria e olhava pra mim, porque exatamente isso ia rolar depois.
"Bom, querido... acho que você vai ter que esperar até eu voltar, então... porque tô muito cansada e a única coisa que quero é deitar..."
"Sim, não se preocupa!" respondeu Douglas, resignado. "Vou dormir pensando em você!"
"Eu também!" mentiu ela.

Fechou o notebook e enganou o homem com quem "tinha se casado".
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1 comentários - Sete por sete (86): "Casei

Al igual que omar no me pierdo los capitulos y mas me llama la atencion que tenga ganas de engendrar de ti jeje eres todo un semental