Gatinhas maltratadas, violência não consentida. Por que, se é tão gostoso transar? Mulheres, não aceitem esses covardes, que milhões de caras querem dar prazer e só prazer. Homens: batam com suas picas (ou, claro, vamos brincar, sempre divertido se todo mundo concordar).
Apesar dos anos, ainda me surpreendo como a María, uma senhora tão linda e elegante, até aristocrática (viu, @Lady_GodivaII? É uma das suas), pode se transformar num furacão apaixonado, numa puta vibrando com o prazer mais bestial. É que ela é toda uma mulher.
Eu e a Adriana usamos uma parada meio psicodélica antes do sexo. Quando estamos no auge da foda, o Jim Morrison aparece junto. A alucinação passa, mas, na manhã seguinte, tem uma calça de couro jogada do lado da cama.Me ama duas vezes, gostosa, me ama duas vezes hoje...
Daqui a pouco vou viajar e a Maria fica com o Vicente. Mal temos tempo pra uma rapidinha de despedida. Meto nela no chão, porque ela quer que ele encontre a cama arrumada como um cenário imaculado pra depois sujar tudo de pecado e putaria.
Ah, Vitória, tão alta e forte, tão garbosa, tão dona da própria autoridade, se ajoelha humildemente debaixo de mim pra lamber minhas bolas, a base do meu pau e dar uns chupões na minha glande enquanto olha pra cima como quem implora um perdão que não merece. E que eu não dou.
É uma pena não poder dar detalhes das circunstâncias interessantes em que eu e a Maria nos afastamos, porque foi um momento arrasador quando ela confessou que, distante, eu parecia tão gostoso pra ela... Atéquintopolvo sem parar, perdi a conta. Problema resolvido.
Eu gosto de sexo e mais ainda se for com amor em qualquer uma das suas múltiplas formas. Sou hétero, então gosto de mulheres. Ou seja, gosto das putas, das vagabundas, das fáceis, das abertas a experiências, das que sabem pra que têm um corpo. E uso as palavras: buceta, cu, língua e o escambau.
Às vezes ataco a María, penetro ela na posição clássica, mas seguro as mãos dela e, enquanto meto forte, mordo a base da garganta dela como se eu fosse um tigre e ela minha presa indefesa.
Lara come uvas, tirando a polpa da casca apertando com os dedos e chupando com a boca. "Se passarem bem rápido pela minha boca, parecem suas gozadas", ela me elogia.
Começando a ceder, María me pergunta se posso tirar fotos artísticas dela que preservem a intimidade dela. Pensando alto, sugiro que a gente pode fazer uma fotonovela ilustrando algum dos contos. Ela não diz nada, mas eu conheço essa expressão...
Pra manter minhas fantasias afiadas, classifco exemplos de mulheres cujos favores eu não aproveitei: sensuais, como a morena Patricia, apaixonadas, como a peituda Verônica, misteriosas e perversas, como a senhorita X. As três (e as outras), todas putas. Por isso gosto de todas.
Tem lugares da anatomia feminina próprios pra receber porra. Além da cara, dos peitos e dos buracos tradicionais, adoro molhar a covinha que tem na lombar, batendo punheta com as nádegas que elas, a María em especial, deixam eu usar pra isso.
Não tenho certeza. Uma das minhas damas adorava transar comigo quando eu tava com febre. Não era a María, claro, que pode esperar minha saúde e desempenho melhorarem, mas sim alguém que tinha menos oportunidades. Quem quer que tenha sido, curtia que minha carne entrava mais quente. Pervertida!
Com María viajando, o amante dela, Vicente, e eu na mesa de um bar conversamos com saudade do gosto do néctar mais íntimo dela, da maciez dos peitos enormes dela, da obscenidade da palavras íntimas, da musicalidade dos seus gemidos. Essa é a vantagem de dividir as putas.
Apesar dos anos, ainda me surpreendo como a María, uma senhora tão linda e elegante, até aristocrática (viu, @Lady_GodivaII? É uma das suas), pode se transformar num furacão apaixonado, numa puta vibrando com o prazer mais bestial. É que ela é toda uma mulher.
Eu e a Adriana usamos uma parada meio psicodélica antes do sexo. Quando estamos no auge da foda, o Jim Morrison aparece junto. A alucinação passa, mas, na manhã seguinte, tem uma calça de couro jogada do lado da cama.Me ama duas vezes, gostosa, me ama duas vezes hoje...
Daqui a pouco vou viajar e a Maria fica com o Vicente. Mal temos tempo pra uma rapidinha de despedida. Meto nela no chão, porque ela quer que ele encontre a cama arrumada como um cenário imaculado pra depois sujar tudo de pecado e putaria.
Ah, Vitória, tão alta e forte, tão garbosa, tão dona da própria autoridade, se ajoelha humildemente debaixo de mim pra lamber minhas bolas, a base do meu pau e dar uns chupões na minha glande enquanto olha pra cima como quem implora um perdão que não merece. E que eu não dou.
É uma pena não poder dar detalhes das circunstâncias interessantes em que eu e a Maria nos afastamos, porque foi um momento arrasador quando ela confessou que, distante, eu parecia tão gostoso pra ela... Atéquintopolvo sem parar, perdi a conta. Problema resolvido.
Eu gosto de sexo e mais ainda se for com amor em qualquer uma das suas múltiplas formas. Sou hétero, então gosto de mulheres. Ou seja, gosto das putas, das vagabundas, das fáceis, das abertas a experiências, das que sabem pra que têm um corpo. E uso as palavras: buceta, cu, língua e o escambau.
Às vezes ataco a María, penetro ela na posição clássica, mas seguro as mãos dela e, enquanto meto forte, mordo a base da garganta dela como se eu fosse um tigre e ela minha presa indefesa.
Lara come uvas, tirando a polpa da casca apertando com os dedos e chupando com a boca. "Se passarem bem rápido pela minha boca, parecem suas gozadas", ela me elogia.
Começando a ceder, María me pergunta se posso tirar fotos artísticas dela que preservem a intimidade dela. Pensando alto, sugiro que a gente pode fazer uma fotonovela ilustrando algum dos contos. Ela não diz nada, mas eu conheço essa expressão...
Pra manter minhas fantasias afiadas, classifco exemplos de mulheres cujos favores eu não aproveitei: sensuais, como a morena Patricia, apaixonadas, como a peituda Verônica, misteriosas e perversas, como a senhorita X. As três (e as outras), todas putas. Por isso gosto de todas.
Tem lugares da anatomia feminina próprios pra receber porra. Além da cara, dos peitos e dos buracos tradicionais, adoro molhar a covinha que tem na lombar, batendo punheta com as nádegas que elas, a María em especial, deixam eu usar pra isso.
Não tenho certeza. Uma das minhas damas adorava transar comigo quando eu tava com febre. Não era a María, claro, que pode esperar minha saúde e desempenho melhorarem, mas sim alguém que tinha menos oportunidades. Quem quer que tenha sido, curtia que minha carne entrava mais quente. Pervertida!
Com María viajando, o amante dela, Vicente, e eu na mesa de um bar conversamos com saudade do gosto do néctar mais íntimo dela, da maciez dos peitos enormes dela, da obscenidade da palavras íntimas, da musicalidade dos seus gemidos. Essa é a vantagem de dividir as putas.
14 comentários - Décadas de Sexo (8): Impressões
🎶 .You know that it would be untrue
You know that i would be a liar
If was to say to you
Girl, we couldn't get much higher 🎶
( volveré ...) 👍
Me encantó...
Impecable!