Mais uma vez, agradeço pelas mensagens recebidas, pra quem comenta numa boa: isso é pra vocês. Em segundo lugar, peço desculpas pelos intervalos entre um relato e outro... Faculdade, Sexo e Trabalho fazem com que eu não tenha muito tempo livre. Sem mais, a terceira parte, espero que curtam tanto quanto a gente curtiu.
Meu pau já não cabia mais inteiro na boca dela; mesmo assim, ela se esforçava pra engolir o máximo que conseguia. As lágrimas inevitáveis causadas pelas ânsias que ela tinha ao tentar fazer garganta profunda me deixaram muito excitado; então, puxando ela pelo cabelo, tirei a boca dela do meu pau: "Se você quer ser minha putinha, vai ter que cuspir mais". Não tenho palavras pra descrever a careta que ela fez, era de puta de verdade. Ela deixou cair uma baba bem grossa de tanta fricção, e chupando o fio que tinha se formado e que tocava a cabeça do meu pau, engoliu de novo e fez gargarejo, pra finalmente cuspir em mim e me bater uma punheta sem parar. "Se você quer que eu seja sua putinha, vai ter que aguentar e não gozar até que eu tenha gozado, pelo menos duas vezes." Eu não podia estar mais feliz, não precisava de mais palavras de enrolação, a única coisa que interessava pra ela era que eu comesse ela com toda força que pudesse e, na melhor das hipóteses, desse a ela um orgasmo completo. Me inclinei sobre ela, e sem deixar que a boca dela se soltasse do meu pau, agarrei ela primeiro pelos quadris e depois pelas pernas, pra começar a chupar a buceta dela ao mesmo tempo. O 69 mais intenso que já fiz na vida. Meu corpo pulsava, minha boca enchia d'água... Ela já estava encharcada antes mesmo de eu colocar minha língua lá, o canto da buceta dela estava delicioso, muito mais o suco dela. Era água fria pra minha sede. Era o que eu tinha procurado desde que ela molhou os lábios fumando aquele baseado gostoso que depois ela passaria pra mim todo babado e me faria delirar. Gostosa como poucas, a buceta dela não parava de se molhar, foi aí que eu a afastei pra dizer que ela se deitasse, "Me Você vai comer a pussy? A mesma pussy que seu amigo desprezou hoje?" Isso fez minha cabeça crescer pelo menos uns 2 cm de diâmetro a mais. Eu tava com um tesão do caralho, e ela sabia disso. "Sim, vou comer, morder e chupar sua pussy, e ninguém vai me impedir." Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, antes de enfiar a cara na pélvis dela, vi o bigodinho hitleriano. Os pelos eram macios, quase não arranhavam. Tava perfeitamente cuidada, como se pra quem tivesse a sorte de estar ali não restasse dúvida de que ela era uma slut de carteirinha. Antes de meter minha língua de novo, separei os lábios dela em busca da joia e deixei cair minha saliva, enquanto olhava nos olhos dela. "Filho da puta, você vai me fazer gritar. Quem procura, acha. Você me encontrou hoje, e agradeço por essa língua na minha pussy."
Eu sabia que tinha encontrado o que procurava, e não sentia o menor pingo de culpa por ser a gostosa do meu amigo que eu tava comendo a pussy. "Você é deliciosa. Adoro seu gosto, faz meu pau não parar de crescer..." Imediatamente, ela pegou minha cabeça e me enfiou de volta na pélvis dela. "Cala a boca e chupa, filho da puta. Cuida da minha febre."
E foi o que fiz. Nos 15 minutos seguintes, cuidei dela, mas também dei um jeito de cuidar do cu dela.
E a pussy dela já tava toda molhada. No terceiro mergulho na pussy, parei de contar e segui a cachoeira de fluido e saliva que desaguava no cu dela. Pra garantir que não fosse desconfortável, cuspi lá. Ela não falava, só arqueava a cintura e puxava meu cabelo. Com os dedos da mão esquerda, brincava com a pussy dela, tocando a parede superior, onde a pele interna parece enrugar e dá tanto prazer ser tocada. Com os da mão direita, o indicador, comecei a cavar na caverna mais sagrada dela. Apertada, sim, mas não foi difícil. abri-la. Decidi que tinha que focar toda minha atenção ali, e separando as pernas dela enquanto as levantava, introduzi minha língua e ela gemeu longo e profundo. O gosto amargo tomou conta da minha boca depois de alguns minutos, então fui pra boca dela, pra ela me limpar com lambidas.
Ela não aguentava mais, então me empurrou pra cima com as mãos no meu peito, e só quando teve certeza de que eu tava olhando pra ela, me disse: "Agora é hora de consumar o ato, campeão... Dá essa pica pra sua puta." Os desejos dela foram ordens, pegando ela pela base, comecei a brincar com a buceta dela, pra molhar de novo a cabeça, e assim não sentir mais nada além do prazer do alívio quando entra. Que sensação sem igual. É o primeiro sentimento real de compartilhar e, no meu caso, era motivado por saber que tava metendo no pelo na namorada do meu amigo... Ela tava fora de si, era uma máquina sexual que só queria satisfação, mas não deixou de me comentar: "Se você me engravidar, pode cuckar seu amigo por dois." E riu de forma entrecortada recebendo os estímulos das minhas estocadas. "Só se você engravidar pela boca ou pelo cu, puta, prometo cuckar ele e me oferecer como padrinho."
Tudo era bizarro, nossa conversa, evocando a grande queda de Golias nas mãos do álcool, e a grande subida que a gente tinha dado junto. Eu já tinha perdido a noção do tempo, a fumaça e o álcool tinham ajudado a não ter nenhum tipo de pressão, mesmo tendo muito em jogo.
"Agora é minha vez, vou te mover forte, bater com minhas nádegas, mas antes me dá essa pica que eu adoro provar meus sucos." E a filha da puta voltou a engasgar. Ela chupava muito bem, além de língua, lábios e saliva, imprimia fricção. Sim, ela sabia chupar pica, não era só abrir a boca e engolir e bater punheta. Ela chupava.
De não saber que ela tinha curtido minha briga anterior com a buceta dela, teria tomado o ato dela como uma paródia do meu. Olhando nos olhos dela, com parte do cabelo já seco pela roçando no travesseiro, pude ver que ela adorava pedir permissão pra usar a pussy na cabeça da cock do cara da vez que tivesse no momento. Finalmente entrou, e um novo peido de pussy se abriu caminho, junto com suas palavras: "Adoro sua cock, é a mais yummy que chupei..." O que saiu de mim depois disso não foram nada além de elogios pra ela. Sim, elogios. Se vocês vissem aquela forma de rebolar e arquear a cintura, enquanto deixava as tetas descansarem em mim e lambia meu pescoço, também fariam elogios.
"Adoro que dedem meu ass enquanto me comem. Seu amigo te contou que você fez isso sem eu pedir?" E a respiração dela começou a acelerar aos poucos.
"Seu cuzinho tá com fome, daqui a pouco vai comer mais que uns dedos."
Não consegui me segurar, e, agarrando ela pela cintura, comecei a me mover, dando estocadas de cock. Ela já gritava, não sei desde quando ou há quanto tempo, mas uma coisa era evidente: Golias não acordaria naquela noite, e a gente ia aproveitar bem. Quando finalmente os gritos dela eram incessantes e a respiração mais ofegante do que nunca, foi quando eu disse: "Lava minha cock de cum, lava bem que depois você vai chupar..."
E o primeiro orgasmo da noite se fez presente com um squirt infernal.
Continua.
Meu pau já não cabia mais inteiro na boca dela; mesmo assim, ela se esforçava pra engolir o máximo que conseguia. As lágrimas inevitáveis causadas pelas ânsias que ela tinha ao tentar fazer garganta profunda me deixaram muito excitado; então, puxando ela pelo cabelo, tirei a boca dela do meu pau: "Se você quer ser minha putinha, vai ter que cuspir mais". Não tenho palavras pra descrever a careta que ela fez, era de puta de verdade. Ela deixou cair uma baba bem grossa de tanta fricção, e chupando o fio que tinha se formado e que tocava a cabeça do meu pau, engoliu de novo e fez gargarejo, pra finalmente cuspir em mim e me bater uma punheta sem parar. "Se você quer que eu seja sua putinha, vai ter que aguentar e não gozar até que eu tenha gozado, pelo menos duas vezes." Eu não podia estar mais feliz, não precisava de mais palavras de enrolação, a única coisa que interessava pra ela era que eu comesse ela com toda força que pudesse e, na melhor das hipóteses, desse a ela um orgasmo completo. Me inclinei sobre ela, e sem deixar que a boca dela se soltasse do meu pau, agarrei ela primeiro pelos quadris e depois pelas pernas, pra começar a chupar a buceta dela ao mesmo tempo. O 69 mais intenso que já fiz na vida. Meu corpo pulsava, minha boca enchia d'água... Ela já estava encharcada antes mesmo de eu colocar minha língua lá, o canto da buceta dela estava delicioso, muito mais o suco dela. Era água fria pra minha sede. Era o que eu tinha procurado desde que ela molhou os lábios fumando aquele baseado gostoso que depois ela passaria pra mim todo babado e me faria delirar. Gostosa como poucas, a buceta dela não parava de se molhar, foi aí que eu a afastei pra dizer que ela se deitasse, "Me Você vai comer a pussy? A mesma pussy que seu amigo desprezou hoje?" Isso fez minha cabeça crescer pelo menos uns 2 cm de diâmetro a mais. Eu tava com um tesão do caralho, e ela sabia disso. "Sim, vou comer, morder e chupar sua pussy, e ninguém vai me impedir." Coloquei as pernas dela nos meus ombros e, antes de enfiar a cara na pélvis dela, vi o bigodinho hitleriano. Os pelos eram macios, quase não arranhavam. Tava perfeitamente cuidada, como se pra quem tivesse a sorte de estar ali não restasse dúvida de que ela era uma slut de carteirinha. Antes de meter minha língua de novo, separei os lábios dela em busca da joia e deixei cair minha saliva, enquanto olhava nos olhos dela. "Filho da puta, você vai me fazer gritar. Quem procura, acha. Você me encontrou hoje, e agradeço por essa língua na minha pussy."
Eu sabia que tinha encontrado o que procurava, e não sentia o menor pingo de culpa por ser a gostosa do meu amigo que eu tava comendo a pussy. "Você é deliciosa. Adoro seu gosto, faz meu pau não parar de crescer..." Imediatamente, ela pegou minha cabeça e me enfiou de volta na pélvis dela. "Cala a boca e chupa, filho da puta. Cuida da minha febre."
E foi o que fiz. Nos 15 minutos seguintes, cuidei dela, mas também dei um jeito de cuidar do cu dela.
E a pussy dela já tava toda molhada. No terceiro mergulho na pussy, parei de contar e segui a cachoeira de fluido e saliva que desaguava no cu dela. Pra garantir que não fosse desconfortável, cuspi lá. Ela não falava, só arqueava a cintura e puxava meu cabelo. Com os dedos da mão esquerda, brincava com a pussy dela, tocando a parede superior, onde a pele interna parece enrugar e dá tanto prazer ser tocada. Com os da mão direita, o indicador, comecei a cavar na caverna mais sagrada dela. Apertada, sim, mas não foi difícil. abri-la. Decidi que tinha que focar toda minha atenção ali, e separando as pernas dela enquanto as levantava, introduzi minha língua e ela gemeu longo e profundo. O gosto amargo tomou conta da minha boca depois de alguns minutos, então fui pra boca dela, pra ela me limpar com lambidas.
Ela não aguentava mais, então me empurrou pra cima com as mãos no meu peito, e só quando teve certeza de que eu tava olhando pra ela, me disse: "Agora é hora de consumar o ato, campeão... Dá essa pica pra sua puta." Os desejos dela foram ordens, pegando ela pela base, comecei a brincar com a buceta dela, pra molhar de novo a cabeça, e assim não sentir mais nada além do prazer do alívio quando entra. Que sensação sem igual. É o primeiro sentimento real de compartilhar e, no meu caso, era motivado por saber que tava metendo no pelo na namorada do meu amigo... Ela tava fora de si, era uma máquina sexual que só queria satisfação, mas não deixou de me comentar: "Se você me engravidar, pode cuckar seu amigo por dois." E riu de forma entrecortada recebendo os estímulos das minhas estocadas. "Só se você engravidar pela boca ou pelo cu, puta, prometo cuckar ele e me oferecer como padrinho."
Tudo era bizarro, nossa conversa, evocando a grande queda de Golias nas mãos do álcool, e a grande subida que a gente tinha dado junto. Eu já tinha perdido a noção do tempo, a fumaça e o álcool tinham ajudado a não ter nenhum tipo de pressão, mesmo tendo muito em jogo.
"Agora é minha vez, vou te mover forte, bater com minhas nádegas, mas antes me dá essa pica que eu adoro provar meus sucos." E a filha da puta voltou a engasgar. Ela chupava muito bem, além de língua, lábios e saliva, imprimia fricção. Sim, ela sabia chupar pica, não era só abrir a boca e engolir e bater punheta. Ela chupava.
De não saber que ela tinha curtido minha briga anterior com a buceta dela, teria tomado o ato dela como uma paródia do meu. Olhando nos olhos dela, com parte do cabelo já seco pela roçando no travesseiro, pude ver que ela adorava pedir permissão pra usar a pussy na cabeça da cock do cara da vez que tivesse no momento. Finalmente entrou, e um novo peido de pussy se abriu caminho, junto com suas palavras: "Adoro sua cock, é a mais yummy que chupei..." O que saiu de mim depois disso não foram nada além de elogios pra ela. Sim, elogios. Se vocês vissem aquela forma de rebolar e arquear a cintura, enquanto deixava as tetas descansarem em mim e lambia meu pescoço, também fariam elogios.
"Adoro que dedem meu ass enquanto me comem. Seu amigo te contou que você fez isso sem eu pedir?" E a respiração dela começou a acelerar aos poucos.
"Seu cuzinho tá com fome, daqui a pouco vai comer mais que uns dedos."
Não consegui me segurar, e, agarrando ela pela cintura, comecei a me mover, dando estocadas de cock. Ela já gritava, não sei desde quando ou há quanto tempo, mas uma coisa era evidente: Golias não acordaria naquela noite, e a gente ia aproveitar bem. Quando finalmente os gritos dela eram incessantes e a respiração mais ofegante do que nunca, foi quando eu disse: "Lava minha cock de cum, lava bem que depois você vai chupar..."
E o primeiro orgasmo da noite se fez presente com um squirt infernal.
Continua.
6 comentários - Meu amigo, a mina dele e eu. Parte 3: Carne
Cuando quieras hacemos uno juntos 😉
Me alegra mucho que lo hayas disfrutado!
No se,fue una sugerencia