Mamãe finge muito bem

BOA TARDE, SENHORES. AQUI VOU DEIXAR MAIS UM RELATO, ESPERANDO QUE GOSTEM.

A seguir, vou contar o que aconteceu naquela noite. Eu mesmo, até hoje, não consigo acreditar em todas as coisas que rolaram naquela quinta-feira de março. É verdade que não sou um cara totalmente bonzinho — igual a outros homens, já fiz coisas que não são lá muito certas. Mas aquele plano era mais simples que tudo, e ninguém sairia prejudicado. O plano era o seguinte: Marco, Manuel e eu íamos entrar de noite na casa dos meus pais, que conheço de cor, naturalmente. Pegaríamos as coisas de valor e sairíamos de lá em 10 minutos, no máximo. Assim estava previsto, e assim seria — ou pelo menos era o que eu achava.

De manhã, recebi uma ligação do Manuel. Parece que o Marco tinha sido preso na noite anterior por dirigir bêbado. Manuel disse que ia levar o primo dele, Beto. Es tal Beto não me descia bem — era um cara meio violento e sem cérebro. Mas a gente precisava de mais uma pessoa. Tínhamos que ser três, porque um vigiaria a porta da frente e outro a porta do quintal dos fundos, enquanto eu ia catar os objetos, já que sabia onde estavam. E tempo é sempre um fator crucial nesses casos.

Minha mãe trabalhava como garçonete num restaurante muito chique — não porque precisasse do dinheiro, mas mais pra se distrair e se sentir produtiva. Ela sempre chegava depois da meia-noite. Meu pai tinha morrido quando eu era pequeno, mas deixou a casa segurada, então o que a gente levasse naquela noite seria devolvido pra minha mãe sem maior problema. Já a Priscila, minha irmã, estudava fora da cidade graças a uma bolsa que tinha ganhado. Só vinha nas férias visitar minha mãe. Então a casa tava completamente vazia.

Combinamos de nos encontrar a umas duas ruas da tal casa. Beto levava balaclavas — uma pra cada um. Falei que não precisava, mas ele insistiu, dizendo que mais valia prevenir e que, além do mais, não voltaria pra cadeia por nada nesse mundo. Chegamos às... 11:00 em ponto, o Manuel ia vigiar a porta do quintal e o Beto a da frente. Como ele era novo na cidade, seria difícil alguém reconhecê-lo. Subi as escadas atrás das joias quando ouvi um barulho. Desci correndo pra ver o que tava rolando e vi o Beto segurando minha mãe, a Marisela, pelo pescoço com um braço, enquanto com o outro tapava a boca dela pra não gritar. Logo depois, o Manuel apareceu. Merda!!! — exclamei.

Quase falei "o que você tá fazendo aqui, mãe?", mas me segurei. Pensei que ela reconheceria minha voz, então fiz sinal pro Manuel vir falar comigo em outro lugar, onde minha mãe não ouvisse — ela tava com a cara cheia de susto.

Ordenei pro Manuel amarrar ela numa cadeira, que fizesse isso no escritório, onde não tinha janelas, e que não machucassem ela, porque a gente tinha que se apressar pra sair, já que eu tava com medo dela me reconhecer. Logo depois, subi pro segundo andar enquanto o Beto e o Manuel cuidavam da minha mãe. Foi um erro terrível da minha parte deixar aqueles caras sozinhos com ela, principalmente aquele tal de Beto.

Ele era um cara alto, magro, cheio de tatuagens, com pouca higiene e até meio doido. Já o Manuel era um pouco mais tranquilo, mas sempre fazia tudo que o primo mandava — ele tinha tipo um medo do Beto, mesmo o Manuel sendo mais gordo e mais alto que ele.

Não tinham passado nem 5 minutos quando desci e notei que o Manuel não tava cuidando do posto dele. Fui até o escritório e encontrei meus dois cúmplices. Eles tinham amarrado minha mãe na cadeira como eu mandei, só que com os peitos de fora. Minha mãe tava perto de fazer 40 anos, mas graças ao tempo livre, mantinha um corpo muito saudável e em forma. O Beto tava passando a mão nos peitos dela com as duas mãos, enquanto o Manuel tava ajoelhado na frente dela, tirando os sapatos dela.

Os dois me ouviram chegar e viraram pra me olhar. Quase gritei "que porra vocês tão fazendo?", mas lembrei de novo que a Marisela reconheceria minha voz. Não precisou, porque o Manuel chegou perto de mim e, em segredo, me disse: que ficariam um pouco mais e que eu não me preocupasse, que tratariam ela muito bem. Aí o Beto me disse que se eu tentasse alguma coisa, ele revelaria minha identidade pra minha mãe. Eu não soube o que fazer, fiquei em choque, tudo estava fora de controle. Sentei no sofá com as mãos na cabeça.

Enquanto o Manuel terminava de tirar os sapatos da minha mãe e depois lambia a sola dos pés dela e chupava os dedos um por um, o Beto amassava as tetas dela. A Marisela tinha uns mamilos rosados bem grossos e umas tetas grandes. Aquele cara parecia hipnotizado com aquelas tetonas que a minha mãe tinha. Ela só fechava os olhos e apertava os joelhos, não podia falar, estava amordaçada e amarrada na cadeira.

— Quero ver a bunda dela — disse o Beto pro Manuel, enquanto a desamarrava. Depois, os dois a deitaram sobre a escrivaninha. Enquanto um segurava ela, o outro baixava as calças dela. O Manuel segurava as mãos dela e o Beto tirava a calcinha dela pra admirar aquela bundona gigante que a Marisela tem.

O Beto gritou pra mim: — Parceiro, olha esse par de rabão que a gente vai comer — enquanto dava tapas na bunda da minha mãe. Eu já tava mais que excitado com aquela situação e só fiquei ali, sem dizer nada, admirando tudo que tava rolando. O Beto lambia a bunda da minha mãe enquanto o Manuel amarrava as mãos dela de novo. Deitaram ela completamente sobre a escrivaninha e o Manuel subiu em cima dela. Sim, aquele gordo subiu nas costas da Marisela pra olhar a buceta dela, enquanto o Beto pegava algumas coisas da escrivaninha.

— Abre a bunda dela — dizia o Beto pro Manuel, enquanto enfiava uma caneta na buceta dela e um lápis no cu.

Começou a esfregar até lubrificar a Marisela. Depois pegou uma régua e fez a mesma coisa que com a caneta, enfiava ela inteira enquanto minha mãe dobrava os joelhos e o Manuel abria a bunda dela de par em par. Era evidente que o Beto já não aguentava mais segurar a vontade. Tirou o pano da boca dela e minha mãe só dizia: — Devagar, façam devagar. Ela já não resistia mais, só queria conforto. Então Beto tirou o lápis da bunda dela e a régua da buceta, depois puxou o próprio pau e mostrou pra minha mãe: "Cospe, mulher, pra deslizar". Marisela encheu de saliva e Beto foi enfiando devagar, enquanto ela fechava os olhos e mordia os lábios. Eu ouvi ela sussurrar: "Que pau enorme, seu filho da puta", e os dedos dos pés dela se torciam. "Já ouviu essa puta, parceiro?", Manuel falou enquanto apertava um peito da minha mãe. Tava claro que Marisela tava desesperada pra ser tratada assim, se sentir uma vagabunda e ser fodida com desprezo. Porque, mesmo Beto não metendo mais devagar, pelo contrário, socando cada vez mais forte na coitada da minha mãe, ela gemia ainda mais alto e com mais prazer. Beto não aguentou mais a vontade daquela mulher madura e gozou nas costas dela.

Manuel já tava mais que pronto, esperando a vez dele. Então pegou Marisela pelos cabelos: "Vem cá, puta submisa, agora você vai chupar meu pau". Marisela seguiu ele até o sofá, onde sentou no colo do gordo. O pau dele não era tão grande, mas era bem grosso. Os lábios da buceta de Marisela mal davam conta da grossura daquela rola, mas pela cara de puta dela, dava pra ver que não incomodava nada. As nádegas dela quicavam sem parar nas coxas de Manuel, que com uma mão beliscava os mamilos e com a outra tapava a boca dela, porque minha mãe soltava uns gritos que com certeza ouviam de longe. Aquele cara não aguentou mais — Beto era mulher demais pra aqueles dois — e, depois de uma última sentada da minha mãe, ele gozou dentro da buceta dela, que não parava de gritar: "Enche toda de porra, filho da puta! Assim, enche minha buceta toda de leite!". Marisela era insaciável: aqueles dois caras ainda nem tinham se recuperado e ela já tava chupando o pau deles pra uma segunda rodada.

Enquanto isso, eu admirava a bunda da minha mãe escorrendo porra e a língua dela se mexendo com frenesi pra fazer o tal do Beto... recuperou a ereção e ia foder ela de novo, mas precisava de mais tempo. Nenhum dos dois estava em forma pra aguentar o ritmo daquela mulher. Aí Marisela se virou e, olhando pra mim, começou a engatinhar pelo quarto. Eu fiquei imóvel. Ela parecia tão perversa e tão necessitada de pica que eu fiquei parado até ela chegar onde eu estava. Ela me olhou com os olhos bem abertos, desabotoou minha calça, tirou minha pica na hora e começou a engolir ela. Primeiro só a cabecinha, depois inteira. Eu tava extasiado. Ninguém sabia chupar pica como ela. Ela cabia inteira. A porca chupava minhas duas bolas e depois minha pica de novo. Pensei que minha pica fosse explodir de tão dura que tava. Aí, sem dizer nada, ela ficou de quatro e falou: "é sua vez, me satisfaz".

Levado pela inércia, me levantei de onde tava até então e, sem pensar duas vezes, enfiei minha pica entre aquelas duas nádegas. Não me importei com nada, só queria foder aquela vadia vil que gemia e gemia. "Assim, filho da puta, assim! Me parte no meio, me parte no meio! Quero que me rache em dois!", ela dizia. Peguei a corda com que tinham amarrado ela no começo e comecei a açoitar as nádegas dela enquanto fodía. Ela ficou louca quando comecei a fazer isso, pois começou a bater a bunda contra mim com mais força e a gemer mais intenso. "Assim, assim me castiga, me castiga porque sou uma puta suja", dizia Marisela.

Sentia minha pica ficar mais e mais quente e também mais dura, enquanto a buceta da minha mãe, que tava doida, inundava completamente. "Me açoita, filho da puta, bate forte na minha bunda, atravessa com tua pica enorme, filho da puta". Eu tava realmente curtindo aquela foda quando ouvi Marisela dizer: "Assim, dá duro na porca da sua mãe, filhinho". Não podia acreditar. Ela sabia que era eu, o filho dela, e mesmo assim não se segurou. Pelo contrário, foi mais puta e mais suja comigo. "Assim, filho, arrebenta a bunda da mamãe", ela dizia a cada açoite que eu dava. Aí eu pensei e fiquei puto que eu tava preocupado com ela quando os caras tavam comendo ela. fodendo, mas na real ela sabia de tudo desde o começo

então com a corda que eu tava usando pra açoitar a bunda dela, amarrei no pescoço dela e falei: você gosta de ser uma putinha submissa, né? agora vai ver. E pegando a corda com as duas mãos e sem remorso nenhum, meti no cu dela. Pensei que ela ia reclamar, mas pelo contrário, ela mesma empurrava a rabeta mais pra mim, e berrava que nem uma puta: assim, assim, arrebenta meu cu, arrebenta meu cu. Mas os joelhos dela não aguentaram mais e ela caiu no chão. Eu tava muito excitado, então me joguei por cima dela e continuei fodendo ela. Me deixava cair naquela bunda e puxava o cabelo dela. Ela começou a gozar, e eu tirei da rabeta dela e fiz ela engolir meu gozo, o que ela não queria, mas forcei ela a não deixar nem uma gota do meu sêmen...

3 comentários - Mamãe finge muito bem

MUY BUEN RELATO ME CALENTO MUCHO FELICIDADES
vaan28
Uuuffff. Como habrá seguido la cosa luego no?