Olá a todos, como estão? Esta é a primeira vez que escrevo um relato e gostaria de compartilhá-lo com vocês, trata-se de um relato fictício sobre as férias de um jovem e uma noite de paixão com uma tia amada. Como mencionei antes, trata-se do meu primeiro e único relato, por isso qualquer sugestão e conselho são bem-vindos. Espero que não seja muito longo para alguns ou muito curto para outros, e sobretudo espero que gostem e possam desfrutá-lo tanto quanto eu desfruto escrevê-lo. Sem mais a adicionar, deixo com As férias sonhadas de Juan
Aos 19 anos e apenas dias de começar suas férias de verão após um trabalhoso ano de faculdade, Juan decide se relaxar e ir visitar seus tios no sul do país como costumava fazer quando era criança, embora essa vez mais que passar uns dias em família sua intenção fosse voltar a encontrar-se com a musa de suas primeiras pajas, após muito tempo. Juan desde que tem consciência se sente atraído por sua bela tia Vero, irmã menor do pai, com cerca de 38 anos, três filhos e casada desde jovem com Alberto. Ela é voluptuosa, com belas curvas sendo seu corpo uma imensa tentação para qualquer homem que tenha o agrado de vê-la.
Seus peitos ainda não cediram à gravidade e se mantêm grandes e redondos como em seu melhor momento, impossível não perder a vista deles quando o escote permite, e o escote permite seguidamente pois Vero consente seus atributos não tem nenhum reparo em se vestir de maneira provocativa. Seu grande traseiro mantém a harmonia de todo o corpo dando-lhe a forma sensual e tentadora de guitarra. Vero tem tudo no lugar, nem um quilograma a mais nem um quilograma a menos, é uma petiza poderosa, com pele cor de caramelo e cabelo escuro cheio de vida. Seu rosto não é de perfeição alucinante e tem rasgos talvez algo masculinos, mas não por isso é feia.
Ela, em todo seu conjunto, é bela, muito muito sexy... Em síntese, a tia Vero está muito boa.
A relação de Juan com Vero Sempre foi muito carinhosa e complice, ao ser seu único sobrinho e ser bastante maior que seus primos era ela quem se encarregava de que ele não se aborrecesse muito durante as muitas férias que passaram em família, por isso não é de estranhar o precoce enamoramento que Juan tem com ela desde sempre, enamoramento que ao longo dos anos foi transformando-se em calentura. A última visita de Juan com seus pais à tia Vero foi aos 16 anos, etapa difícil para qualquer um e muito mais para um jovem calentão que tem como fruta proibida uma bomba sexual, inacessível por aquele então. Juan aos 19 anos já era todo um homem. Seus anos de universidade não só o formaram académica mente sino também sexualmente, tendo tido experiências com diversas mulheres, incluindo uma de suas professoras, podendo cumprir a fantasia de muitos. Alto, forte, inteligente, algo tímido mas misterioso Juan era um imã para as mulheres, muito diferente ao que era aos 16 anos onde seu desenvolvimento tardio não lhe jogou uma boa passada. Ao se ver após tanto tempo a tia Vero se percebeu este grande mudança e a tomou por surpresa, não se esperava, de aquele jovem flácido e desgarbado hoje se encontrava frente a uma pessoa totalmente diferente. Todo um homem. No momento nenhum se imaginava o que sucederia mais adiante. Se bem a grande razão da sua visita era voltar a encontrar-se com sua amada tia Vero, em momento algum suspeitava que poderia passar algo entre eles, nem o suspeitava, apenas queria reanimar essa luxúria que ela lhe provocava e voltar a se sentir como um adolescente calentão. Mantinham diariamente conversas longas sobre temas tribais típicos de voltar a encontrar-se com alguém após muito tempo, coisas como família, estudos, amigos, projetos, últimos acontecimentos desportivos, política, etc. Rara vez Juan compartilhava momentos com seus primos e tio, ficava excluído da rotina que eles mantinham. O tio Alberto trabalhava muito e os primitivos estavam na sua, aproveitando suas férias quase todo o dia fora da casa. Isso beneficiava os planos de João e desde já que aproveitava todo instante que se lhe apresentava para observar muito detidamente o delicioso corpo de sua tia, dando graças aos dias quentes atípicos desse verão que lhe obsequiava uma grande vista das pernas de Vera ao usar saias curtas de motivos diferentes. Os dias de João se limitavam basicamente a conversar e acompanhar sua tia enquanto ela realizava as tarefas domésticas e compras, observá-la em detalhe, ausentar-se obrigatoriamente para masturbar-se como corresponde pensando obviamente nela e fazer tempo com alguma outra coisa para voltar a masturbar-se novamente, eram uma paixão de férias. Talvez não parece grande coisa, mas João estava mais que encantado com isso, esse era seu cometimento e o estava cumprindo com creces. E quando tudo parecia que não podia melhorar, uma noite de insônia iria voltar tudo muito mais entretenido.
Dizer que Vera se encontrava indiferente com a chegada de João seria mentir. Desde sua chegada se notava mais inquieta e servicial do que de costume, sua forma de vestir e arregimentar-se não mudou em nada, pois sempre foi muito feminina e atenta aos pequenos detalhes da sua apariência, mas à hora de agir na presença de João, sua sensualidade natural se via um pouco exagerada. Seu esposo Alberto não notava esse cambio durante o dia, pois sua jornada laboral o impedia, mas se converteu em uma vítima involuntária do cambio de sua esposa durante as noites. Cansado e com uma boa noite de sono como única coisa na sua cabeça, tinha que lidar com as repentinas ganas de sua esposa de satisfazer seu instinto sexual, se sentia acossado, de passar a ter sexo de maneira ocasional uma vez cada tanto se encontrou com uma diária insistência da mulher para ter relações, coisa que ao cabo de um tempo e dado o cansaço e a falta de ritmo de Alberto Levaron discussões entre ambos. Alberto não tinha energia para satisfazer sexualmente sua mulher e ela estava insaciável. A ingenuidade de Alberto não o deixou suspeitar que a presença de Juan era o que desencadejava esse comportamento em sua mulher, e não fez nada a respeito.
Aquela noite, é incrível para Juan e Vero, começou de maneira normal com a ceia à hora costumeira, seguida pelo seu nocturno que tanto Alberto como Vero acostumbravam tomar como sobremesa, costume à qual Juan não chegou a adquirir por isso, igualmente que seus primos, foi para a habitação onde se estava quedando. O tempo passou e o tio Alberto foi dormir pois no dia seguinte tinha que trabalhar, os dois filhos maiores de 13 e 12 anos foram convidados por um vizinho amigo para uma espécie de pijama party, ficando sozinha em casa a menor dos seus filhos, a pequena de 8 anos que logo se encontrava sonhando com unicornios e princesas em sua muito decorada habitação rosa que se encontrava junto à da seus pais.
Juan ao ser quase meia-noite e pensando que todos já estavam dormindo se prepara para ir ao banheiro da planta baixa com intenções de aproveitar seu momento a sós e fazer sua masturabation nocturna sem preocupar-se por não fazer barulho, pensando em como se lhe marcava o cu a sua tia graças aos calças super ajustados que usava durante todo o dia e que lhe ficava divino, e recordando como por momentos se vislumbrava o bordo de uma bombachita de encaixe cor vino tinto.
Já com a cock bonner começa a descer as escadas tratando de não fazer barulho, ao final da mesma começa a notar o reflexo das luzes do televisor que se encontrava ligado. Sua ereção nesse momento era muito evidente por isso teve que acomodar-se como pôde para tratar de disimular antes de asomar-se para descobrir quem estava vendo a televisão. Em princípio pensou que a pequena em um ato de rebeldia e desobedecendo aos seus pais se encontrava vendo Alguns desenhos animados, mas ao ver quem estava desperta com a televisão era sua tia Vero sentada no sofá individual com as pernas cruzadas com seus pés pequenos e delicados despidos por debaixo, a ereção de Juan em vez de diminuir pela surpresa aumentou consideravelmente sendo impossível de ocultar estando parado o que num rápido movimento salto como um tigre caçando uma gacela sobre o sofá duplo que se encontrava frente ao outro ocupado pela sensual mulher, acomodando-se de tal maneira que suas coxas ocultavam o bulto entre suas pernas. Isso provocou a surpresa e o susto de Vero, que sumida em seus pensamentos não esperava nada disso e ao notar que se tratava de Juan começou a rir-se e a insultá-lo pelo susto que lhe propinava.
V- Filho de puta, quase me matas do susto
J- Não sabia que eras tão cagona tia - respondeu rindo e acomodando-se disimuladamente a entreperna.
V- Vou te dar um...
Continuaram se olhando um para o outro rindo quase a carcajadas por aquela situação até que Juan perguntou:
J- O que estás vendo tia?
V- Uma peli super aborrecida, é um bodrio, não passa nada faz tempo, é mais estava pensando em outras coisas e não sei como se chama.
Juan, atento a todos os detalhes do seu corpo, ao instante pôde notar que era evidente que sua tia havia tirado o corpiño em algum momento após a ceia e podia ser apreciado o delicado relieve de seu pezão sob erecto sob sua remerita, a escuridão da habitação atenuada pela tenue luz que emanava do televisor ligado ressaltavam esses peitos fazendo que a Juan lhe resultasse impossível não espiar de maneira quase compulsiva à mulher que estava sentada a alguns metros dele. Vero não se quedava atrás e também espiava cada tantos os encantos de Juan, com seu pijama e remera musculosa apertada que usava para dormir que deixavam ao descoberto seus braços fortes e marcados como anticipo do que se encontrava sob a tela da remera e que provocava uma desmedida... Calentura é um pouco habitual em Vero. Tê-lo aquele jovem bonito fazia-a sumir em pensamentos que nunca imaginei ter com alguém que não fosse seu marido e, apesar de tentar evitar-os, não podia consegui-los de nenhuma maneira.
Ambos se observavam em silencio absoluto e incomodo enquanto a tensão sexual aumentava cada vez mais até que Vero, tomando as rédeas da situação e tratando de apaziguar as coisas, disse de forma simpática: 'V- Toma Juancito, búscate algo mais entretenido que senão me durmo-'.
Aproximou o controle com a mão esticada, mas sem se levantar do assento, o que obrigaria Juan a abandonar sua postura estratégica de encubrimento da ereção e deixar a carpa formada em seu pijama ao descoberto. Juan incomodo por ter que sair de sua zona de confort e avergonhado por não poder controlar-se frente àquela mulher decidiu se mover de forma pouco natural, pensando que dessa maneira poderia evitar que o olhar de Vero fosse diretamente para seu entrepierne. De mais é dizer que seus esforços foram em vão, pois ela notou imediatamente sua ereção que Juan tratava de ocultar.
Vero não a notou por acaso, dirigiu sua mirada exatamente para aquele ponto e encontrando exatamente o que buscava e anhelava, sem poder evitar uma sonrisa pícara como de satisfação.
Juan se acomodando como pode, acalorado por seus instintos sexuais, começa a fazer zapping sem encontrar algo entretenido para ver, deixa um canal onde estavam passando comerciais e dirigindo-se à sua tia lhe diz que vai ao banheiro e quando voltar busca algo. Isso lhe daria tempo para esclarecer seus pensamentos e descifrar o que significava aquela sonrisa pícara de sua tia.
O que nunca se imaginei que ao voltar do banheiro, em controle seguiria no mesmo lugar onde ele o deixou, mas sua tia Vero havia mudado de lugar, encontrando-se agora justamente no almofadão junto à onde ele se encontrava há instantes e menos ainda se imaginava que os comerciais que estavam passando antes de ir-se ao banheiro Eram o intervalo de uma dessas películas eróticas tipo pornô softcore que costumam passar na madrugada em alguns canais de filmes. Com um movimento suave com uma das suas mãos, vero aponta o local ao seu lado, indicando a Juan que se sente enquanto lhe diz entusiasmada: - V- Mira, não precisamos procurar mais, onde você parou começou algo mais entretenido. Sem resposta de Juan, que lentamente se acomoda ao seu lado, ela acrescenta rindo enquanto os protagonistas começam a despir-se das suas roupas para dar início à ação: - V- Estas películas me encantam, têm sempre argumentos muito bons. J- Se a verdade é que sim, têm muito argumento. Contesta riendo timidamente Juan, reagindo de repente: - Perdón, tía, não sabia que ia começar isso, agora vou mudá-lo. V- Não há problema, acomode-se bem aqui, confortável e veja um pouco se sabemos como se desenvolve a história, total não há nada mais para ver. J- Segura, tía? V- Tens algum problema em ver isso comigo, chiquito? - Pergunta vero com tom provocador. J- Ehhh, não para nada. Respondeu Juan inseguro, acrescentando logo após: chiquita. Depois desse comentário, estouraram de riso, dando lugar a que a tía vero se acomodasse quase caindo sobre o sobrinho, apoiando os seus corpos e dispondo-se para desfrutar da peli... ambos muito quentes. Enquanto a ação se desenvolvia na tela, o ambiente foi se distendendo e ambos puderam conversar sobre temas que nunca antes haviam tocado, relações passadas, atuais, fantasias, frequência sexual... Tudo entre risos e comentários picaretos com duplo sentido. Vero entendeu muitas coisas que desconhecia sobre o sobrinho mimado, e Juan se entendeu que sua tia não estava para nada satisfeita sexualmente como devia e que seu tio Alberto, como ele já suspeitava, era muito tradicional e rotinário à hora do sexo, deixando-a sempre com vontade de mais e a disgusto com o pouco sexo que tinham e sobretudo a disgusto com a maneira suave e tranquila com que Alberto fazia amor. - V- A... Vezes me dão vontade de que me tratem como uma puta, que me fujam com força e me digam graçolas, mas sempre é demais doce, me empalaga.
J- Então a tia Vero é uma puerquita sexual. Contesto Juan rindo.
V- Sou uma puerquita asquerosa. Replico Vero - Shhh, mas você calma, de isso nem uma palavra a ninguém.
J- Ah, sim, e o que você vai fazer para me manter calado agora que é seu segredo?
V- Você vai me extorquir agora?
J- Mmm, não sei, poderia - olhando-a nos olhos com um sorriso de ouvido a ouvido
V- Que cara de merda - Entre risos - Cale-se e veja a película que já termina e quero ver o final.
J- Não vi a película, mas imaginei como termina, vão terminar fujando como em toda a película.
V- Você é um tarado, mas você tem razão
Continuaram olhando um pouco até que Juan começou a sentir tímidos mimos da sua tia, que pouco a pouco e muito suavemente recorriam seus braços erizando sua pele e acelerando sua respiração. Com um pouco mais de confiança e ao perceber que Juan não fazia qualquer esforço para desviar ela começou a deslocar sua mão pelo trabalhado peito do seu sobrinho, descendo lentamente por todo o corpo, fazendo hincapié em seus duros abdominais, metendo sua mão quente sob sua camisa e sentindo a suave pele e os escassos belos que cobriam o corpo de Juan. Já não havia volta atrás, ambos desbordavam de excitação. Esta vez a mão de Vero foi sem escalas até o enorme bulto que a cock de Juan formou sob seu pijama e que pedia a gritos ser liberado.
V- Opa, temos aqui - Disse surpreendida não por a ereção que era evidente, mas pelo tamanho da mesma, muito mais grande e grossa que a do seu marido - Como cresceu meu nenito.
J- Viste
V- Vejo que após tudo a película te aqueceu.
J- A verdade tia, com você sentada aqui ao lado de mim em nenhum momento me interessa a película, não pude evitar fantasiar com você o tempo todo e além disso me aqueceu que fosses tão chanchita e calentona.
Se miraram intensamente em silêncio e como um ato reflexo se fundiram num beijo. Apasionado, recorriam suas bocas com suas línguas úmidas de maneira desenfreada enquanto se beijavam mutuamente. As mãos de Juan acariciavam e apertavam as grandes e ternas tetas de sua tia Vero enquanto ela respirava cada vez mais agitada pela excitação e tomava com suas mãos o pênis do seu amante. Ambos não entendiam ou não acreditavam no que estava acontecendo, e em nenhum momento deixaram de se divertir, não lhes importava nada mais que eles dois e sua noite sonhada.
J- Oh si, assim chupa-me a cock puta - Disse algo forte, quase gritando inconscientemente produto da sua calentura -
V- Cállate boludo que nos vai escutar meu marido e se pudre tudo - Disse deixando de chupar e rindo-se - melhor venha para aqui e faça tua bebê - suspirou-lhe ao ouvido.
Tomando-o da cock com uma das suas mãos, Vero o guia pela planta baixa até chegar à porta que dá para a cochera e dessa maneira estar mais seguros e livres. A calentura de Juan já não o deixava pensar com clareza, quase não podia conter as ganas de se agarrar à sua tia ali nomes.
Nem bem cruzaram e fecharam a porta, instintivamente toma a cabeça daquela puta mulher forçando-a a agachar-se, quedando ela em cuclillas e com a cock dentro da boca, surpreendida por essa reação e presa de sua calentura não teve mais opção que se divertir como lhe cogiam a boca. Sua boquita foi vítima do prazer do seu amante, os movimentos eram cada vez mais fortes e profundos. Vero afogada por momentos mas demasiado excitada não pôde mais que se deixar cair por completo até que sua espalda fez tope com o carro, quedando atrapada entre o carro branco do seu marido e a cock desenfreada do seu sobrinho que entrava. E saía da sua delicada boca à sua vontade. Seus gemidos e arcadas faziam Juan perder a cabeça, até que amainou as investidas e deixou que sua tia recuperasse o controle da situação, sendo ela quem agora estabelecia o ritmo da chupada.
Mentanto saboreava seu cock tieso, olhava com seus olhos vidrosos de prazer para seu amante. Mantinha a mirada fixa enquanto desfrutava desse enorme glande e das caras de prazer que fazia Juan. Depois de um tempo, sacou o cock da boca, parou e ficou frente a frente com Juan, beijando-se e tirando toda a roupa, ficando por primeira vez completamente nus, um diante do outro.
Juan começou a saborear os belos seios de sua tia que tantos bons recordações lhe traziam, agora estavam à sua disposição e não ia perder a oportunidade de degustá-los durante muito tempo. Já mais tranquilo e sem o temor de que sua tia se arrependesse do que estavam fazendo, suas mãos percorriam todos os recôndios do corpo dela, apertando suas poderosas nádegas, introduzindo seus dedos joguetes em sua vagina lubricada, fazendo-a desfrutar a montos. Girou sua tia para que apoiasse as mãos no capô do carro e agora era ele quem lhe realizava sexo oral.
Lameteava todos os recantos de seu pussy, sentindo os sabores e aromas de todo seu sexo, também desfrutava com sua língua de seu apertado culo. Os gemidos de Vero já eram incontroláveis, então teve que agarrar uma de suas roupas e mordê-la para isolar seus ruídos de prazer.
Nunca havia recebido sexo oral e tanto prazer recebeu desencadeando em um intenso orgasmo que fazia muito tempo não sentia e fez vibrar todo seu corpo, e quase sem forças se deixou cair sobre o carro. Juan parou de chupá-la e acomodou lentamente seu cock grosso ao bordo do colapso sobre a entrada daquela preciosa e rosadita vagina.
Depois de alguns suaves intentos de meter e sacar, deixou-se levar pela calentura e pelas ganhas de sentir como aquele estreito agujerito abraçava e apertava. Totalidade do seu pito, mete completamente o seu cock fazendo com que a sua tia recobre a compostura preparando-se para desfrutar como aquele membro a preencher em sua totalidade, nunca havia sentido um cock tão grande em suas entranhas e isso a tornava louca de prazer. Juan estava bombando freneticamente com um mete e saca digno de uma pornô, era sua oportunidade e ela queria aproveitar, queria que a sua tia nunca esquecesse essa coga. A sua tia gozava incrivelmente e ele não podia crer como aquela senhora boa onda e cariñosa que sempre foi a musa de suas fantasias sexuais. Colocado atrás dela, tomava-a pelos ombros e penetrava com muitas ganhas. Não pôde evitar dizer-lhe... J- Que boa que estás, filha de puta, como me gustas. A ela respondeu, sacando-se a blusa da boca que utilizava para diminuir o som dos seus gemidos. V- A mim me encanta como me estás cego sobrino, segui dándo-me mais. Sujetando-lhe as tetas e beijando sua boca continuamente com as investidas, sentindo os seus gemidos retumbando em sua cabeça. Sacou o seu pênis da sua use a palavra: pussy e abriu a porta do carro, ambos se meteram dentro do mesmo, e fechando a porta se acomodaram para seguir desfrutando um do outro sem preocupar-se com o barulho e podendo expressar-se livremente com os seus gemidos de prazer. Vero se acomoda sobre a cock tiesa de Juan, controlando os movimentos e deleitando ao seu jovem amante com o movimento dos seus peitos. Beijam-se, entrelaçam suas línguas, desfrutam muito saboreando-se mutuamente. Olham-se nos olhos enquanto segue o sube e baixa, e entre sorrisos Juan disse... J- Sou a mulher de meus sonhos. V- Gente mentirosa, chamuyero, melhor cala-te e dê-me seu cum- sorrindo. Suas palavras deixaram atônito a Juan que inocentemente perguntou: J- A cum? Diga-me onde queres que eu tire a cum? V- Onde mais te guste, bebe-. Até esse momento Juan não queria que aquele momento terminasse nunca, mas após escutar aquelas palavras não pensou em outra coisa senão Mudar-se de posição, colocar-se sobre sua tia com as pernas dela sobre seus ombros e penetrá-la com todas suas forças, desfrutando dos seus gemidos para expulsar todo seu sêmen quente sobre sua tia, como ela havia pedido. Imediatamente após que sua tia pronunciara as palavras dame tu cum, Juan já sabia bem onde ia fazer. Ele estava obcecado com cenas pornô em que o protagonista masculino ejaculava na boca da protagonista feminina, correspondendo a uma de suas mais desejadas fantasias que ainda não havia podido cumprir e não ia desaproveitar essa oportunidade única em sua vida. Depois de penetrar alguns minutos mais nessa posição em sua tia já exausta e prestes a culminar, se separa dela e, de maneira muito incômoda dadas as dimensões do interior do carro, se acomoda o melhor que pode metendo seu cock dentro da boca de Vero como sempre havia sonhado. J- Querías cum, agora tragala toda - V-Mmm we riuco - respondeu não muito claro por ter a boca cheia do membro de Juan. Tomando-a pelo cabelo e segurando-a com força, incontáveis chorros de sêmen saíram disparados do pene inchado de Juan em direção ao interior da bela Vero, que como pôde tragar grande parte daquela descarga de cum rebosando um pouco pelas comissuras dos lábios. Nunca em sua vida havia experimentado tanto prazer ao ejacular, sabendo que toda sua essência culminava dentro de sua amada amante. Vero sorrindo e com a boca enchastrada de cum, o olha com satisfacção fazendo saber que está muito orgulhosa e exausta pela cogida que lhe acabou de propinar, saca sua língua e frotando os lábios com ela lhe diz picoricamente: V- Que yummy cum. Ambos se deixam cair um sobre o outro, incomodados mas extremamente felizes e satisfeitos no assento traseiro do carro de Alberto que dormia placidamente a apenas algumas habitações de distância deles sem ter a menor ideia do que acabava de suceder. Transpirados e agitados pela melhor noite de sexo de suas vidas. Juan sussurra ao ouvido: J- De verdade você é a mulher dos meus sonhos, não era uma tola, você é incrivelmente linda. Obtenho como resposta um beijo sincero que uniu sua saliva, seus fluidos e um sentimento profundo de duas pessoas que começaram algo que desejam que nunca termine...FIM
Aos 19 anos e apenas dias de começar suas férias de verão após um trabalhoso ano de faculdade, Juan decide se relaxar e ir visitar seus tios no sul do país como costumava fazer quando era criança, embora essa vez mais que passar uns dias em família sua intenção fosse voltar a encontrar-se com a musa de suas primeiras pajas, após muito tempo. Juan desde que tem consciência se sente atraído por sua bela tia Vero, irmã menor do pai, com cerca de 38 anos, três filhos e casada desde jovem com Alberto. Ela é voluptuosa, com belas curvas sendo seu corpo uma imensa tentação para qualquer homem que tenha o agrado de vê-la.
Seus peitos ainda não cediram à gravidade e se mantêm grandes e redondos como em seu melhor momento, impossível não perder a vista deles quando o escote permite, e o escote permite seguidamente pois Vero consente seus atributos não tem nenhum reparo em se vestir de maneira provocativa. Seu grande traseiro mantém a harmonia de todo o corpo dando-lhe a forma sensual e tentadora de guitarra. Vero tem tudo no lugar, nem um quilograma a mais nem um quilograma a menos, é uma petiza poderosa, com pele cor de caramelo e cabelo escuro cheio de vida. Seu rosto não é de perfeição alucinante e tem rasgos talvez algo masculinos, mas não por isso é feia.
Ela, em todo seu conjunto, é bela, muito muito sexy... Em síntese, a tia Vero está muito boa.
A relação de Juan com Vero Sempre foi muito carinhosa e complice, ao ser seu único sobrinho e ser bastante maior que seus primos era ela quem se encarregava de que ele não se aborrecesse muito durante as muitas férias que passaram em família, por isso não é de estranhar o precoce enamoramento que Juan tem com ela desde sempre, enamoramento que ao longo dos anos foi transformando-se em calentura. A última visita de Juan com seus pais à tia Vero foi aos 16 anos, etapa difícil para qualquer um e muito mais para um jovem calentão que tem como fruta proibida uma bomba sexual, inacessível por aquele então. Juan aos 19 anos já era todo um homem. Seus anos de universidade não só o formaram académica mente sino também sexualmente, tendo tido experiências com diversas mulheres, incluindo uma de suas professoras, podendo cumprir a fantasia de muitos. Alto, forte, inteligente, algo tímido mas misterioso Juan era um imã para as mulheres, muito diferente ao que era aos 16 anos onde seu desenvolvimento tardio não lhe jogou uma boa passada. Ao se ver após tanto tempo a tia Vero se percebeu este grande mudança e a tomou por surpresa, não se esperava, de aquele jovem flácido e desgarbado hoje se encontrava frente a uma pessoa totalmente diferente. Todo um homem. No momento nenhum se imaginava o que sucederia mais adiante. Se bem a grande razão da sua visita era voltar a encontrar-se com sua amada tia Vero, em momento algum suspeitava que poderia passar algo entre eles, nem o suspeitava, apenas queria reanimar essa luxúria que ela lhe provocava e voltar a se sentir como um adolescente calentão. Mantinham diariamente conversas longas sobre temas tribais típicos de voltar a encontrar-se com alguém após muito tempo, coisas como família, estudos, amigos, projetos, últimos acontecimentos desportivos, política, etc. Rara vez Juan compartilhava momentos com seus primos e tio, ficava excluído da rotina que eles mantinham. O tio Alberto trabalhava muito e os primitivos estavam na sua, aproveitando suas férias quase todo o dia fora da casa. Isso beneficiava os planos de João e desde já que aproveitava todo instante que se lhe apresentava para observar muito detidamente o delicioso corpo de sua tia, dando graças aos dias quentes atípicos desse verão que lhe obsequiava uma grande vista das pernas de Vera ao usar saias curtas de motivos diferentes. Os dias de João se limitavam basicamente a conversar e acompanhar sua tia enquanto ela realizava as tarefas domésticas e compras, observá-la em detalhe, ausentar-se obrigatoriamente para masturbar-se como corresponde pensando obviamente nela e fazer tempo com alguma outra coisa para voltar a masturbar-se novamente, eram uma paixão de férias. Talvez não parece grande coisa, mas João estava mais que encantado com isso, esse era seu cometimento e o estava cumprindo com creces. E quando tudo parecia que não podia melhorar, uma noite de insônia iria voltar tudo muito mais entretenido.
Dizer que Vera se encontrava indiferente com a chegada de João seria mentir. Desde sua chegada se notava mais inquieta e servicial do que de costume, sua forma de vestir e arregimentar-se não mudou em nada, pois sempre foi muito feminina e atenta aos pequenos detalhes da sua apariência, mas à hora de agir na presença de João, sua sensualidade natural se via um pouco exagerada. Seu esposo Alberto não notava esse cambio durante o dia, pois sua jornada laboral o impedia, mas se converteu em uma vítima involuntária do cambio de sua esposa durante as noites. Cansado e com uma boa noite de sono como única coisa na sua cabeça, tinha que lidar com as repentinas ganas de sua esposa de satisfazer seu instinto sexual, se sentia acossado, de passar a ter sexo de maneira ocasional uma vez cada tanto se encontrou com uma diária insistência da mulher para ter relações, coisa que ao cabo de um tempo e dado o cansaço e a falta de ritmo de Alberto Levaron discussões entre ambos. Alberto não tinha energia para satisfazer sexualmente sua mulher e ela estava insaciável. A ingenuidade de Alberto não o deixou suspeitar que a presença de Juan era o que desencadejava esse comportamento em sua mulher, e não fez nada a respeito.
Aquela noite, é incrível para Juan e Vero, começou de maneira normal com a ceia à hora costumeira, seguida pelo seu nocturno que tanto Alberto como Vero acostumbravam tomar como sobremesa, costume à qual Juan não chegou a adquirir por isso, igualmente que seus primos, foi para a habitação onde se estava quedando. O tempo passou e o tio Alberto foi dormir pois no dia seguinte tinha que trabalhar, os dois filhos maiores de 13 e 12 anos foram convidados por um vizinho amigo para uma espécie de pijama party, ficando sozinha em casa a menor dos seus filhos, a pequena de 8 anos que logo se encontrava sonhando com unicornios e princesas em sua muito decorada habitação rosa que se encontrava junto à da seus pais.
Juan ao ser quase meia-noite e pensando que todos já estavam dormindo se prepara para ir ao banheiro da planta baixa com intenções de aproveitar seu momento a sós e fazer sua masturabation nocturna sem preocupar-se por não fazer barulho, pensando em como se lhe marcava o cu a sua tia graças aos calças super ajustados que usava durante todo o dia e que lhe ficava divino, e recordando como por momentos se vislumbrava o bordo de uma bombachita de encaixe cor vino tinto.
Já com a cock bonner começa a descer as escadas tratando de não fazer barulho, ao final da mesma começa a notar o reflexo das luzes do televisor que se encontrava ligado. Sua ereção nesse momento era muito evidente por isso teve que acomodar-se como pôde para tratar de disimular antes de asomar-se para descobrir quem estava vendo a televisão. Em princípio pensou que a pequena em um ato de rebeldia e desobedecendo aos seus pais se encontrava vendo Alguns desenhos animados, mas ao ver quem estava desperta com a televisão era sua tia Vero sentada no sofá individual com as pernas cruzadas com seus pés pequenos e delicados despidos por debaixo, a ereção de Juan em vez de diminuir pela surpresa aumentou consideravelmente sendo impossível de ocultar estando parado o que num rápido movimento salto como um tigre caçando uma gacela sobre o sofá duplo que se encontrava frente ao outro ocupado pela sensual mulher, acomodando-se de tal maneira que suas coxas ocultavam o bulto entre suas pernas. Isso provocou a surpresa e o susto de Vero, que sumida em seus pensamentos não esperava nada disso e ao notar que se tratava de Juan começou a rir-se e a insultá-lo pelo susto que lhe propinava.
V- Filho de puta, quase me matas do susto
J- Não sabia que eras tão cagona tia - respondeu rindo e acomodando-se disimuladamente a entreperna.
V- Vou te dar um...
Continuaram se olhando um para o outro rindo quase a carcajadas por aquela situação até que Juan perguntou:
J- O que estás vendo tia?
V- Uma peli super aborrecida, é um bodrio, não passa nada faz tempo, é mais estava pensando em outras coisas e não sei como se chama.
Juan, atento a todos os detalhes do seu corpo, ao instante pôde notar que era evidente que sua tia havia tirado o corpiño em algum momento após a ceia e podia ser apreciado o delicado relieve de seu pezão sob erecto sob sua remerita, a escuridão da habitação atenuada pela tenue luz que emanava do televisor ligado ressaltavam esses peitos fazendo que a Juan lhe resultasse impossível não espiar de maneira quase compulsiva à mulher que estava sentada a alguns metros dele. Vero não se quedava atrás e também espiava cada tantos os encantos de Juan, com seu pijama e remera musculosa apertada que usava para dormir que deixavam ao descoberto seus braços fortes e marcados como anticipo do que se encontrava sob a tela da remera e que provocava uma desmedida... Calentura é um pouco habitual em Vero. Tê-lo aquele jovem bonito fazia-a sumir em pensamentos que nunca imaginei ter com alguém que não fosse seu marido e, apesar de tentar evitar-os, não podia consegui-los de nenhuma maneira.
Ambos se observavam em silencio absoluto e incomodo enquanto a tensão sexual aumentava cada vez mais até que Vero, tomando as rédeas da situação e tratando de apaziguar as coisas, disse de forma simpática: 'V- Toma Juancito, búscate algo mais entretenido que senão me durmo-'.
Aproximou o controle com a mão esticada, mas sem se levantar do assento, o que obrigaria Juan a abandonar sua postura estratégica de encubrimento da ereção e deixar a carpa formada em seu pijama ao descoberto. Juan incomodo por ter que sair de sua zona de confort e avergonhado por não poder controlar-se frente àquela mulher decidiu se mover de forma pouco natural, pensando que dessa maneira poderia evitar que o olhar de Vero fosse diretamente para seu entrepierne. De mais é dizer que seus esforços foram em vão, pois ela notou imediatamente sua ereção que Juan tratava de ocultar.
Vero não a notou por acaso, dirigiu sua mirada exatamente para aquele ponto e encontrando exatamente o que buscava e anhelava, sem poder evitar uma sonrisa pícara como de satisfação.
Juan se acomodando como pode, acalorado por seus instintos sexuais, começa a fazer zapping sem encontrar algo entretenido para ver, deixa um canal onde estavam passando comerciais e dirigindo-se à sua tia lhe diz que vai ao banheiro e quando voltar busca algo. Isso lhe daria tempo para esclarecer seus pensamentos e descifrar o que significava aquela sonrisa pícara de sua tia.
O que nunca se imaginei que ao voltar do banheiro, em controle seguiria no mesmo lugar onde ele o deixou, mas sua tia Vero havia mudado de lugar, encontrando-se agora justamente no almofadão junto à onde ele se encontrava há instantes e menos ainda se imaginava que os comerciais que estavam passando antes de ir-se ao banheiro Eram o intervalo de uma dessas películas eróticas tipo pornô softcore que costumam passar na madrugada em alguns canais de filmes. Com um movimento suave com uma das suas mãos, vero aponta o local ao seu lado, indicando a Juan que se sente enquanto lhe diz entusiasmada: - V- Mira, não precisamos procurar mais, onde você parou começou algo mais entretenido. Sem resposta de Juan, que lentamente se acomoda ao seu lado, ela acrescenta rindo enquanto os protagonistas começam a despir-se das suas roupas para dar início à ação: - V- Estas películas me encantam, têm sempre argumentos muito bons. J- Se a verdade é que sim, têm muito argumento. Contesta riendo timidamente Juan, reagindo de repente: - Perdón, tía, não sabia que ia começar isso, agora vou mudá-lo. V- Não há problema, acomode-se bem aqui, confortável e veja um pouco se sabemos como se desenvolve a história, total não há nada mais para ver. J- Segura, tía? V- Tens algum problema em ver isso comigo, chiquito? - Pergunta vero com tom provocador. J- Ehhh, não para nada. Respondeu Juan inseguro, acrescentando logo após: chiquita. Depois desse comentário, estouraram de riso, dando lugar a que a tía vero se acomodasse quase caindo sobre o sobrinho, apoiando os seus corpos e dispondo-se para desfrutar da peli... ambos muito quentes. Enquanto a ação se desenvolvia na tela, o ambiente foi se distendendo e ambos puderam conversar sobre temas que nunca antes haviam tocado, relações passadas, atuais, fantasias, frequência sexual... Tudo entre risos e comentários picaretos com duplo sentido. Vero entendeu muitas coisas que desconhecia sobre o sobrinho mimado, e Juan se entendeu que sua tia não estava para nada satisfeita sexualmente como devia e que seu tio Alberto, como ele já suspeitava, era muito tradicional e rotinário à hora do sexo, deixando-a sempre com vontade de mais e a disgusto com o pouco sexo que tinham e sobretudo a disgusto com a maneira suave e tranquila com que Alberto fazia amor. - V- A... Vezes me dão vontade de que me tratem como uma puta, que me fujam com força e me digam graçolas, mas sempre é demais doce, me empalaga.
J- Então a tia Vero é uma puerquita sexual. Contesto Juan rindo.
V- Sou uma puerquita asquerosa. Replico Vero - Shhh, mas você calma, de isso nem uma palavra a ninguém.
J- Ah, sim, e o que você vai fazer para me manter calado agora que é seu segredo?
V- Você vai me extorquir agora?
J- Mmm, não sei, poderia - olhando-a nos olhos com um sorriso de ouvido a ouvido
V- Que cara de merda - Entre risos - Cale-se e veja a película que já termina e quero ver o final.
J- Não vi a película, mas imaginei como termina, vão terminar fujando como em toda a película.
V- Você é um tarado, mas você tem razão
Continuaram olhando um pouco até que Juan começou a sentir tímidos mimos da sua tia, que pouco a pouco e muito suavemente recorriam seus braços erizando sua pele e acelerando sua respiração. Com um pouco mais de confiança e ao perceber que Juan não fazia qualquer esforço para desviar ela começou a deslocar sua mão pelo trabalhado peito do seu sobrinho, descendo lentamente por todo o corpo, fazendo hincapié em seus duros abdominais, metendo sua mão quente sob sua camisa e sentindo a suave pele e os escassos belos que cobriam o corpo de Juan. Já não havia volta atrás, ambos desbordavam de excitação. Esta vez a mão de Vero foi sem escalas até o enorme bulto que a cock de Juan formou sob seu pijama e que pedia a gritos ser liberado.
V- Opa, temos aqui - Disse surpreendida não por a ereção que era evidente, mas pelo tamanho da mesma, muito mais grande e grossa que a do seu marido - Como cresceu meu nenito.
J- Viste
V- Vejo que após tudo a película te aqueceu.
J- A verdade tia, com você sentada aqui ao lado de mim em nenhum momento me interessa a película, não pude evitar fantasiar com você o tempo todo e além disso me aqueceu que fosses tão chanchita e calentona.
Se miraram intensamente em silêncio e como um ato reflexo se fundiram num beijo. Apasionado, recorriam suas bocas com suas línguas úmidas de maneira desenfreada enquanto se beijavam mutuamente. As mãos de Juan acariciavam e apertavam as grandes e ternas tetas de sua tia Vero enquanto ela respirava cada vez mais agitada pela excitação e tomava com suas mãos o pênis do seu amante. Ambos não entendiam ou não acreditavam no que estava acontecendo, e em nenhum momento deixaram de se divertir, não lhes importava nada mais que eles dois e sua noite sonhada.
J- Oh si, assim chupa-me a cock puta - Disse algo forte, quase gritando inconscientemente produto da sua calentura -
V- Cállate boludo que nos vai escutar meu marido e se pudre tudo - Disse deixando de chupar e rindo-se - melhor venha para aqui e faça tua bebê - suspirou-lhe ao ouvido.
Tomando-o da cock com uma das suas mãos, Vero o guia pela planta baixa até chegar à porta que dá para a cochera e dessa maneira estar mais seguros e livres. A calentura de Juan já não o deixava pensar com clareza, quase não podia conter as ganas de se agarrar à sua tia ali nomes.
Nem bem cruzaram e fecharam a porta, instintivamente toma a cabeça daquela puta mulher forçando-a a agachar-se, quedando ela em cuclillas e com a cock dentro da boca, surpreendida por essa reação e presa de sua calentura não teve mais opção que se divertir como lhe cogiam a boca. Sua boquita foi vítima do prazer do seu amante, os movimentos eram cada vez mais fortes e profundos. Vero afogada por momentos mas demasiado excitada não pôde mais que se deixar cair por completo até que sua espalda fez tope com o carro, quedando atrapada entre o carro branco do seu marido e a cock desenfreada do seu sobrinho que entrava. E saía da sua delicada boca à sua vontade. Seus gemidos e arcadas faziam Juan perder a cabeça, até que amainou as investidas e deixou que sua tia recuperasse o controle da situação, sendo ela quem agora estabelecia o ritmo da chupada.
Mentanto saboreava seu cock tieso, olhava com seus olhos vidrosos de prazer para seu amante. Mantinha a mirada fixa enquanto desfrutava desse enorme glande e das caras de prazer que fazia Juan. Depois de um tempo, sacou o cock da boca, parou e ficou frente a frente com Juan, beijando-se e tirando toda a roupa, ficando por primeira vez completamente nus, um diante do outro.
Juan começou a saborear os belos seios de sua tia que tantos bons recordações lhe traziam, agora estavam à sua disposição e não ia perder a oportunidade de degustá-los durante muito tempo. Já mais tranquilo e sem o temor de que sua tia se arrependesse do que estavam fazendo, suas mãos percorriam todos os recôndios do corpo dela, apertando suas poderosas nádegas, introduzindo seus dedos joguetes em sua vagina lubricada, fazendo-a desfrutar a montos. Girou sua tia para que apoiasse as mãos no capô do carro e agora era ele quem lhe realizava sexo oral.
Lameteava todos os recantos de seu pussy, sentindo os sabores e aromas de todo seu sexo, também desfrutava com sua língua de seu apertado culo. Os gemidos de Vero já eram incontroláveis, então teve que agarrar uma de suas roupas e mordê-la para isolar seus ruídos de prazer.
Nunca havia recebido sexo oral e tanto prazer recebeu desencadeando em um intenso orgasmo que fazia muito tempo não sentia e fez vibrar todo seu corpo, e quase sem forças se deixou cair sobre o carro. Juan parou de chupá-la e acomodou lentamente seu cock grosso ao bordo do colapso sobre a entrada daquela preciosa e rosadita vagina.
Depois de alguns suaves intentos de meter e sacar, deixou-se levar pela calentura e pelas ganhas de sentir como aquele estreito agujerito abraçava e apertava. Totalidade do seu pito, mete completamente o seu cock fazendo com que a sua tia recobre a compostura preparando-se para desfrutar como aquele membro a preencher em sua totalidade, nunca havia sentido um cock tão grande em suas entranhas e isso a tornava louca de prazer. Juan estava bombando freneticamente com um mete e saca digno de uma pornô, era sua oportunidade e ela queria aproveitar, queria que a sua tia nunca esquecesse essa coga. A sua tia gozava incrivelmente e ele não podia crer como aquela senhora boa onda e cariñosa que sempre foi a musa de suas fantasias sexuais. Colocado atrás dela, tomava-a pelos ombros e penetrava com muitas ganhas. Não pôde evitar dizer-lhe... J- Que boa que estás, filha de puta, como me gustas. A ela respondeu, sacando-se a blusa da boca que utilizava para diminuir o som dos seus gemidos. V- A mim me encanta como me estás cego sobrino, segui dándo-me mais. Sujetando-lhe as tetas e beijando sua boca continuamente com as investidas, sentindo os seus gemidos retumbando em sua cabeça. Sacou o seu pênis da sua use a palavra: pussy e abriu a porta do carro, ambos se meteram dentro do mesmo, e fechando a porta se acomodaram para seguir desfrutando um do outro sem preocupar-se com o barulho e podendo expressar-se livremente com os seus gemidos de prazer. Vero se acomoda sobre a cock tiesa de Juan, controlando os movimentos e deleitando ao seu jovem amante com o movimento dos seus peitos. Beijam-se, entrelaçam suas línguas, desfrutam muito saboreando-se mutuamente. Olham-se nos olhos enquanto segue o sube e baixa, e entre sorrisos Juan disse... J- Sou a mulher de meus sonhos. V- Gente mentirosa, chamuyero, melhor cala-te e dê-me seu cum- sorrindo. Suas palavras deixaram atônito a Juan que inocentemente perguntou: J- A cum? Diga-me onde queres que eu tire a cum? V- Onde mais te guste, bebe-. Até esse momento Juan não queria que aquele momento terminasse nunca, mas após escutar aquelas palavras não pensou em outra coisa senão Mudar-se de posição, colocar-se sobre sua tia com as pernas dela sobre seus ombros e penetrá-la com todas suas forças, desfrutando dos seus gemidos para expulsar todo seu sêmen quente sobre sua tia, como ela havia pedido. Imediatamente após que sua tia pronunciara as palavras dame tu cum, Juan já sabia bem onde ia fazer. Ele estava obcecado com cenas pornô em que o protagonista masculino ejaculava na boca da protagonista feminina, correspondendo a uma de suas mais desejadas fantasias que ainda não havia podido cumprir e não ia desaproveitar essa oportunidade única em sua vida. Depois de penetrar alguns minutos mais nessa posição em sua tia já exausta e prestes a culminar, se separa dela e, de maneira muito incômoda dadas as dimensões do interior do carro, se acomoda o melhor que pode metendo seu cock dentro da boca de Vero como sempre havia sonhado. J- Querías cum, agora tragala toda - V-Mmm we riuco - respondeu não muito claro por ter a boca cheia do membro de Juan. Tomando-a pelo cabelo e segurando-a com força, incontáveis chorros de sêmen saíram disparados do pene inchado de Juan em direção ao interior da bela Vero, que como pôde tragar grande parte daquela descarga de cum rebosando um pouco pelas comissuras dos lábios. Nunca em sua vida havia experimentado tanto prazer ao ejacular, sabendo que toda sua essência culminava dentro de sua amada amante. Vero sorrindo e com a boca enchastrada de cum, o olha com satisfacção fazendo saber que está muito orgulhosa e exausta pela cogida que lhe acabou de propinar, saca sua língua e frotando os lábios com ela lhe diz picoricamente: V- Que yummy cum. Ambos se deixam cair um sobre o outro, incomodados mas extremamente felizes e satisfeitos no assento traseiro do carro de Alberto que dormia placidamente a apenas algumas habitações de distância deles sem ter a menor ideia do que acabava de suceder. Transpirados e agitados pela melhor noite de sexo de suas vidas. Juan sussurra ao ouvido: J- De verdade você é a mulher dos meus sonhos, não era uma tola, você é incrivelmente linda. Obtenho como resposta um beijo sincero que uniu sua saliva, seus fluidos e um sentimento profundo de duas pessoas que começaram algo que desejam que nunca termine...FIM
26 comentários - Conto de João e sua tia Vera
Me alegro que les haya gustado!!!
Y se nota lo caliente que estás con tu tía... jaja!!!
El proximo tratare de hacerlo menos extenso o por partes.
Gracias a vos!
Muchas gracias por el comentario!!!
Gracias por comentar!!!
Muchas gracias por comentar!!!
Me alegro que te haya gustado.
un poco largo igual dividelo je
Gracias por comentar Dora!!!
Me alegro que te haya parecido bueno.
Gracias por la buena onda!!!
Aprecio tu comentario!!!
A seguir escribiendo! ❤️ 😉
Últimamente estoy falto de tiempo para continuarlo o escribir otro...pero cuando tenga algo te lo haré saber...Saludos