A submissa do bar ♥

Eu tava desesperada. Tava dirigindo o carro e não tinha parado uma vez sequer em umas 4 ou 5 horas. Tava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas não queria parar de dirigir. Parar de dirigir ia me fazer começar a pensar, e era isso que eu tinha que evitar a todo custo.
Começou a chover. Só o que me faltava. Bom, podia ser pior. Podia ser granizo, ou chuva ácida.

Desisti. Avistei lá longe as luzes do que devia ser um motel de estrada. Achei que dava pra pagar, mesmo sem ter quase dinheiro comigo. Sempre tinha o cartão de crédito como último recurso... mas preferia nem pensar nisso por enquanto. Nos filmes, sempre pegam quem foge porque usa o cartão, localizam onde ele fez as compras e encontram ele. Não sei como.

O lugar era um verdadeiro antro, embora menos antro do que aquele que eu tinha deixado pra trás. 12, 13, 14 horas trabalhando igual uma burra e ganhando uma miséria. Sem falar na higiene, tanto do local quanto dos colegas de trabalho, e do velho tarado do meu ex-chefe.
Aqui, pelo menos, não dava pra ver sujeira à primeira vista. Já era um grande avanço.

O dono me contou (depois de me dar uma boa olhada... se deliciando com minha camisa branca meio aberta e minha saia de colegial) que tinha banheiro compartilhado com o quarto ao lado, que entre 8 e 9:30 serviam café da manhã... Perguntei sobre as cidades e vilas mais próximas, pra saber onde podia achar trabalho. "Opa, opa, que coincidência. Justamente aqui precisamos de uma garçonete. A que tava aqui desde que o lugar abriu, se aposentou semana passada."

Perfeito! Ia começar naquela mesma noite, já que precisavam de pessoal por causa de uma festa que iam montar. O salário era muito bom, e ainda tinham as gorjetas. Essas eu ia ganhar por conta própria.

Entrei no pequeno depósito atrás do balcão. O uniforme devia estar em cima de um banquinho. Peguei o pano e percebi que era bem pequeno. Era um vestido preto, de manga curta, muito Ajustado, exageradamente curto (só cobria minha bunda) com um avental minúsculo também, e umas botas pretas de salto agulha. O conjunto incluía a roupa de baixo: uma calcinha fio-dental preta transparente na parte da frente e umas meias de arrastão com cinta-liga.

O lugar já devia estar bem cheio porque eu ouvia o barulho típico de aglomeração em bares. Dei uma olhada, e como eu imaginava... só homens. Nem uma única mulher.

Bom, eu não estava comprometida, fazia alguns meses que não transava, e além disso, tava precisando do dinheiro. Pensei: por uma noite, vou ver se curto, e depois, com a grana no bolso, vou procurar um trampo decente. Ninguém vai saber de nada. Ninguém me conhece aqui.

Me lavei bem toda, cobri meu corpo nu, branco imaculado, com um hidratante que exala um cheiro extremamente afrodisíaco (já tinha testado). Me "vesti" e fui pra arena.

Só ouvia assobios, olhares felinos... dava pra ler o desejo na cara deles. Tinha várias mesas, e eles foram se sentando, esperando pacientemente eu me dirigir a cada uma. A noite tava correndo tranquila, todo mundo me perguntava meu nome, de onde eu vinha, se tinha namorado... apalpavam um pouco minha bunda, enfiavam notas entre meus peitos, aproveitando pra roçar neles. É verdade também que alguns ousaram meter a mão por baixo da minha calcinha, mas foram só uns 3 ou 4.

Lá pelas 3 da manhã, o clima começou a esquentar. Todo mundo já tava bem bêbado e gritava pra eu dançar pra eles. Eu também tinha bebido e resolvi satisfazer tudo o que pedissem. Deixei isso bem claro.

Me posicionei mais ou menos no centro do salão e comecei a dançar no ritmo da música, enquanto minhas mãos iam percorrendo cada parte do meu corpo. Tirei o vestido por cima, como se estivesse possuída, e continuei dançando. Tinha ficado só com a calcinha fio-dental, as meias até a coxa, a cinta-liga e as botas.

Dois caras me pegaram e me sentaram numa mesa. das mesas centrais. Abriram minhas pernas e afastaram minha calcinha fio dental. "Mmmm, que gostosa que tá a garota..." E lamberam todo o líquido que já escorria da minha buceta.
"Vamos ter que ensinar a garota a servir bem as mesas... Ela é nova, mas acho que em uma noite a gente consegue treinar ela direitinho, né?"
Quem tinha dito essas palavras, talvez um dos menos bêbados, uns 35 anos, moreno, forte, cabelo crespo preto azulado, se virou e com muita facilidade colocou o pau dele na entrada da minha buceta. Continuavam segurando minha calcinha, e também prendendo minhas pernas pelas virilhas e o resto do corpo pelos peitos pra facilitar o serviço dele.
Foi difícil o primeiro, porque o pau dele era muito grande e eu, apesar da excitação, tava muito nervosa com tantos homens querendo me foder ao redor.
Ele me empurrava com força, e enfiava a língua na minha boca, me dominando completamente. O membro dele tinha conseguido, com muito esforço, ir entrando, e eu me sentia cheia, queria ter o pau dele dentro de mim pra sempre. Ele começou a morder um mamilo meu, enquanto no outro continuavam umas mãos desconhecidas que me seguravam e apalpavam ao mesmo tempo, e a frequência das estocadas aumentou. Eu gemia igual uma gata no cio, pedia mais... e ele gritava pra eu abrir mais as pernas, que aquela foda eu nunca ia esquecer na vida.
Senti um líquido bem quente quando ele tirou o pau. Eu tava recuperando o fôlego, e ele, tendo gozado dentro de mim, tinha passado a me segurar pelos peitos.
Naquele momento, outro cara, mais novo... uns 28, 29... passou a me foder, e atrás dele se formou uma fila com o resto dos homens da sala, que esperavam a vez deles pra poder me penetrar.
O que já tinha me comido lembrou todo mundo que deviam seguir as regras. Eu não sabia que regras eram aquelas, mas mais tarde descobri que eles tinham combinado que o único que podia gozar dentro de mim e me penetrar onde quisesse era ele. Porque ele ia ser meu dono a A partir desse momento.
A partir daquela noite, passei a ser mulher dele. Toda noite no bar, eu me entregava pros homens que ele escolhia e, no final da noite, eu fazia um striptease que terminava com uma penetração anal da parte dele e um boquete da minha. Pros mais privilegiados, ele deixava lamberem meus sucos antes de irem embora.
Depois íamos pra cama, o dono, meu amo e eu. O dono era o pai dele, e por isso, se durante a noite ele precisasse de algo, eu oferecia com prazer.
Foi assim que aconteceu e continua acontecendo toda noite, porque eu nunca me canso de dar prazer, nem de receber.

5 comentários - A submissa do bar ♥

A submissa do bar ♥

Buenísimo 👏 👏 👏

Gracias
por
compartir
Muchas gracias amor ❤️ ❤️ ❤️ eres el primero en comentar
si te apetece charlar ya sabes ☺️
¡Qué calor, María Rabbit! Van los pocos puntos que tengo, que también soy aprendiz...
Guau!!! Q relato!!!! Te dejo los pocos puntos q tengo