Não passei nem uma semana e já tive que voltar pra aquele lugar maravilhoso que me deu tanta satisfação em um único dia. Então me decidi, acordei cedo, organizei minhas coisas e fui pra capital.
Mal passo pela porta, vejo aquele cartaz de dia especial: entrada de quarta-feira saía 60 (dez pesos a menos). Entro, pago e vou pra sala quase vazia. Dou uma olhada em volta e o que vejo não me agrada nada: só gente velha e um taxista meio chato e doido que esbarrava em todo mundo. Passaram umas duas horas e nada, entediado com a pica dura e de fora, já tava quase desistindo do dia e voltar pra casa quente e cheio de porra, quando do nada esse cara senta do meu lado e a primeira coisa que fez foi se jogar na minha pica como se fosse um pirulito. O cara, uns 30 anos mais ou menos, me deu um boquete gostoso por um bom tempo até que levanta a cabeça do meio das minhas pernas e com voz de desesperado fala: "vamos transar no banheiro". Fomos pra lá, essa era minha chance. Entramos no banheiro, ele colocou a camisinha com a boca, me chupou mais um pouco e de repente se virou e me entregou a bunda. Que bunda linda que ele tinha, bem carnuda, depilada e bem fechadinha. Essa bunda tinha o mesmo problema que eu: não levava pica com frequência. Que momento gostoso e que som lindo era ouvir minhas bolas batendo nas nádegas dele. Também foi lindo ver como ele mesmo se mexia pra entrar mais e mais e acelerar o ritmo, e o mais gostoso foi aquele momento quando os dois gozamos ao mesmo tempo. Que delícia foi sentir aquela bunda apertando minha pica e ouvir os gritos de prazer do cara. Nos limpamos, nos cumprimentamos e cada um foi pro seu lado. Voltei pra sala e na tela tava passando um negão metendo em outro sem problema nenhum. Como já tinha comido um cara, era a vez de dar um boquete gostoso em alguém. E procurando, procurando, se aproxima um quarentão com um físico espetacular. Senta do meu lado sem dizer nada, os dois olhando pra frente, quando de repente... noto que ele pega na minha mão e leva até o pau dele, fazendo o mesmo com o meu pau. Ficamos nos tocando por cima das calças um tempão até que eu olho pra ele e falo: "quero chupar teu pau". Ele respondeu com voz de safado: "é toda sua". E assim comecei meu trabalho de chupar aquele pau lindo que o coroa tinha. Acho que media uns 20 cm, e pra piorar, o velho era bem aguentador, não consegui fazer ele gozar. Ficamos quase uma hora e meia juntos entre amassos e boquete, e nada. Até que num momento eu não aguentava mais, tava exausto. Parei, fui no banheiro, me lavei um pouco, conversamos numa boa com o coroa e cada um foi pro seu lado.
Hoje o clima no cinema tava estranho, não tinha quase ninguém, nem os taxistas estavam por ali. Já tava ficando entediado de novo, a única coisa que me divertia era entrar e ver uns caras se pegando e gemendo mais que o filme pornô. Aí decidi dar uma volta pelo cinema. Quando saí no hall, vi entrar um cara que devia ter uns 25 anos, super magrinho. A gente trocou olhares e só. Subi pro segundo andar, vi as outras salas, o dark room, e desci de novo. Entrei na sala 2, que sempre me trata bem, e por acaso parei do lado do magrinho. A gente se olhou e a única coisa que consegui falar foi: "tudo bem?" — uma pergunta bem idiota. Ele respondeu que sim e continuamos olhando pra tela, mas não por muito tempo, porque ele pegou na minha cara e me deu um beijo na boca enquanto com a outra mão me tocava o pau. Claro que eu fazia o mesmo. Como de repente tinha um monte de gente olhando pra gente, fomos pro canto da tela, bem na frente, e continuamos no nosso rolé. Ele mostrou o pau, comecei a chupar, e uns caras começaram a chegar perto, o que não agradou muito o cara. Ele tocou no meu ombro, fez sinal pra eu levantar, me beijou de novo e sussurrou no meu ouvido: "vamos pro banheiro". Saímos os dois procurando um lugar "mais privado" e entramos no banheiro. Foi meio brega o que aconteceu, porque a maior parte do tempo a gente só se beijou e se tocou, sem mais. Ele chupava meus peitos. Eu dei uma chupada nele, na rola, e fiquei um tempão naquilo até fazer a pergunta crucial: "tem camisinha, não tem?" Óbvio que ele respondeu que sim, colocou, me virou, passou a língua, se levantou e meteu devagar primeiro, depois bem rápido. Nunca senti nada mais gostoso que aquela sensação de dor e prazer. Ficou um bom tempo metendo forte e eu gemendo de tesão. Num momento ele tapou minha boca e eu sozinho enfiei mais rola no meu cu. Na hora, senti ele gozar e foi ele quem soltou um grito de prazer. Isso mesmo, senhores, ele gozou dentro de mim. Que delícia foi sentir a rola dele pulsando, soltando todo aquele líquido gostoso. Do jeito que estávamos, ele me agarrou e começou a me masturbar. Que gozada boa, senhores. Assim que gozei, a gente se beijou, se limpou e saiu como dois desconhecidos. Quis voltar pra sala, mas tava morto. Peguei minhas coisas e voltei feliz pra casa.
Espero que tenham gostado da minha história do dia. Se gostaram e quiserem ajudar, podem deixar uns pontinhos.
Mal passo pela porta, vejo aquele cartaz de dia especial: entrada de quarta-feira saía 60 (dez pesos a menos). Entro, pago e vou pra sala quase vazia. Dou uma olhada em volta e o que vejo não me agrada nada: só gente velha e um taxista meio chato e doido que esbarrava em todo mundo. Passaram umas duas horas e nada, entediado com a pica dura e de fora, já tava quase desistindo do dia e voltar pra casa quente e cheio de porra, quando do nada esse cara senta do meu lado e a primeira coisa que fez foi se jogar na minha pica como se fosse um pirulito. O cara, uns 30 anos mais ou menos, me deu um boquete gostoso por um bom tempo até que levanta a cabeça do meio das minhas pernas e com voz de desesperado fala: "vamos transar no banheiro". Fomos pra lá, essa era minha chance. Entramos no banheiro, ele colocou a camisinha com a boca, me chupou mais um pouco e de repente se virou e me entregou a bunda. Que bunda linda que ele tinha, bem carnuda, depilada e bem fechadinha. Essa bunda tinha o mesmo problema que eu: não levava pica com frequência. Que momento gostoso e que som lindo era ouvir minhas bolas batendo nas nádegas dele. Também foi lindo ver como ele mesmo se mexia pra entrar mais e mais e acelerar o ritmo, e o mais gostoso foi aquele momento quando os dois gozamos ao mesmo tempo. Que delícia foi sentir aquela bunda apertando minha pica e ouvir os gritos de prazer do cara. Nos limpamos, nos cumprimentamos e cada um foi pro seu lado. Voltei pra sala e na tela tava passando um negão metendo em outro sem problema nenhum. Como já tinha comido um cara, era a vez de dar um boquete gostoso em alguém. E procurando, procurando, se aproxima um quarentão com um físico espetacular. Senta do meu lado sem dizer nada, os dois olhando pra frente, quando de repente... noto que ele pega na minha mão e leva até o pau dele, fazendo o mesmo com o meu pau. Ficamos nos tocando por cima das calças um tempão até que eu olho pra ele e falo: "quero chupar teu pau". Ele respondeu com voz de safado: "é toda sua". E assim comecei meu trabalho de chupar aquele pau lindo que o coroa tinha. Acho que media uns 20 cm, e pra piorar, o velho era bem aguentador, não consegui fazer ele gozar. Ficamos quase uma hora e meia juntos entre amassos e boquete, e nada. Até que num momento eu não aguentava mais, tava exausto. Parei, fui no banheiro, me lavei um pouco, conversamos numa boa com o coroa e cada um foi pro seu lado.
Hoje o clima no cinema tava estranho, não tinha quase ninguém, nem os taxistas estavam por ali. Já tava ficando entediado de novo, a única coisa que me divertia era entrar e ver uns caras se pegando e gemendo mais que o filme pornô. Aí decidi dar uma volta pelo cinema. Quando saí no hall, vi entrar um cara que devia ter uns 25 anos, super magrinho. A gente trocou olhares e só. Subi pro segundo andar, vi as outras salas, o dark room, e desci de novo. Entrei na sala 2, que sempre me trata bem, e por acaso parei do lado do magrinho. A gente se olhou e a única coisa que consegui falar foi: "tudo bem?" — uma pergunta bem idiota. Ele respondeu que sim e continuamos olhando pra tela, mas não por muito tempo, porque ele pegou na minha cara e me deu um beijo na boca enquanto com a outra mão me tocava o pau. Claro que eu fazia o mesmo. Como de repente tinha um monte de gente olhando pra gente, fomos pro canto da tela, bem na frente, e continuamos no nosso rolé. Ele mostrou o pau, comecei a chupar, e uns caras começaram a chegar perto, o que não agradou muito o cara. Ele tocou no meu ombro, fez sinal pra eu levantar, me beijou de novo e sussurrou no meu ouvido: "vamos pro banheiro". Saímos os dois procurando um lugar "mais privado" e entramos no banheiro. Foi meio brega o que aconteceu, porque a maior parte do tempo a gente só se beijou e se tocou, sem mais. Ele chupava meus peitos. Eu dei uma chupada nele, na rola, e fiquei um tempão naquilo até fazer a pergunta crucial: "tem camisinha, não tem?" Óbvio que ele respondeu que sim, colocou, me virou, passou a língua, se levantou e meteu devagar primeiro, depois bem rápido. Nunca senti nada mais gostoso que aquela sensação de dor e prazer. Ficou um bom tempo metendo forte e eu gemendo de tesão. Num momento ele tapou minha boca e eu sozinho enfiei mais rola no meu cu. Na hora, senti ele gozar e foi ele quem soltou um grito de prazer. Isso mesmo, senhores, ele gozou dentro de mim. Que delícia foi sentir a rola dele pulsando, soltando todo aquele líquido gostoso. Do jeito que estávamos, ele me agarrou e começou a me masturbar. Que gozada boa, senhores. Assim que gozei, a gente se beijou, se limpou e saiu como dois desconhecidos. Quis voltar pra sala, mas tava morto. Peguei minhas coisas e voltei feliz pra casa.
Espero que tenham gostado da minha história do dia. Se gostaram e quiserem ajudar, podem deixar uns pontinhos.
11 comentários - cine IDEAL segunda vez