Fazia tempo que eu entrava no chat do Terra e, numa dessas entradas, conheci a Cláudia, uma mulher de 45 anos (eu 29). Depois de poucas palavras, rolou aquela química de conversar e ver no que dava um encontro.
Foi assim que ela me ligou em casa, era domingo de manhã, Dia dos Pais de 2006, e me propôs nos conhecermos e me dar um presente. Eu ainda não tinha visto ela, mas pra mim o que vale sempre é a boa energia, a química de poder conversar e a atitude.
Ela mora em Ciudadela e combinamos de nos encontrar em Liniers, num bar na esquina da Rivadavia com a General Paz, às 14h.
Nos encontramos e, ao vê-la, dava pra notar a idade dela e a diferença entre nós, mas a atitude me dominava mais, junto com a surpresa que ela me prometeu.
Fomos pra um hotel ali perto, e ela levava uma maleta. Quando entramos, ela mandou eu me despir e me ajudou, mas não tirou a roupa dela, só a camisa, e vestiu um avental de enfermeira. Surpresa! Abriu a maleta e tirou cremes e outras coisas. Me contou que era massagista e queria me dar uma sessão gratuita — algo incrível, me surpreendeu e me matou de prazer. Dava pra ver uns peitos lindos por baixo da camisa verde-água dela. No final, depois de uns 40/50 minutos de massagem no corpo todo, eu ficava com vergonha de estar de pau duro em alguns momentos, mas ela só conversou e massageou.
Fui tomar banho e quis comer ela. Peguei e massageei aqueles peitos lindos e bem firmes pra idade dela — uma delícia ter estado com ela. Ela não me deixou fazer nada porque estava no período dela, me mostrou e não se sentia à vontade, mas só queria agir como uma gueixa. Que sorte! Depois, se dedicou a me fazer um boquete com um frenesi que achei que fosse me machucar em algum momento com a boca dela kkkkkkk, mas foi um prazer. Por sorte, eu estava errado, e ela derramou todo meu gozo na boca dela e na minha virilha, brincando comigo até dar a hora.
Foi algo maravilhoso conhecê-la, já que só nos vimos aquela vez porque o parceiro dela complicou muito.
Valeu, Terra, foi a primeira mulher que conheci pessoalmente no Terra. Depois surgiram outras e, por sorte, todas foram amizades excelentes. Já era. Contei da Paola do Torcuato e viajei bastante nesse tempo de encontros em terra.
Foi assim que ela me ligou em casa, era domingo de manhã, Dia dos Pais de 2006, e me propôs nos conhecermos e me dar um presente. Eu ainda não tinha visto ela, mas pra mim o que vale sempre é a boa energia, a química de poder conversar e a atitude.
Ela mora em Ciudadela e combinamos de nos encontrar em Liniers, num bar na esquina da Rivadavia com a General Paz, às 14h.
Nos encontramos e, ao vê-la, dava pra notar a idade dela e a diferença entre nós, mas a atitude me dominava mais, junto com a surpresa que ela me prometeu.
Fomos pra um hotel ali perto, e ela levava uma maleta. Quando entramos, ela mandou eu me despir e me ajudou, mas não tirou a roupa dela, só a camisa, e vestiu um avental de enfermeira. Surpresa! Abriu a maleta e tirou cremes e outras coisas. Me contou que era massagista e queria me dar uma sessão gratuita — algo incrível, me surpreendeu e me matou de prazer. Dava pra ver uns peitos lindos por baixo da camisa verde-água dela. No final, depois de uns 40/50 minutos de massagem no corpo todo, eu ficava com vergonha de estar de pau duro em alguns momentos, mas ela só conversou e massageou.
Fui tomar banho e quis comer ela. Peguei e massageei aqueles peitos lindos e bem firmes pra idade dela — uma delícia ter estado com ela. Ela não me deixou fazer nada porque estava no período dela, me mostrou e não se sentia à vontade, mas só queria agir como uma gueixa. Que sorte! Depois, se dedicou a me fazer um boquete com um frenesi que achei que fosse me machucar em algum momento com a boca dela kkkkkkk, mas foi um prazer. Por sorte, eu estava errado, e ela derramou todo meu gozo na boca dela e na minha virilha, brincando comigo até dar a hora.
Foi algo maravilhoso conhecê-la, já que só nos vimos aquela vez porque o parceiro dela complicou muito.
Valeu, Terra, foi a primeira mulher que conheci pessoalmente no Terra. Depois surgiram outras e, por sorte, todas foram amizades excelentes. Já era. Contei da Paola do Torcuato e viajei bastante nesse tempo de encontros em terra.
0 comentários - Dia del padre