DESCULPEM OS SEGUIDORES DA MINHA HISTÓRIA, NÃO CONSEGUI PUBLICAR NESSE TEMPO PORQUE MINHA PARCEIRA LEU "50 TONS DE CINZA" E QUIS FAZER MUITAS DAQUELAS FANTASIAS, E ONTEM A GENTE TERMINOU.
NA FLORESTA COM MARIA
Jesica e Jazmin acordaram com a voz da Maria e me soltaram. Quando eu estava solto, as duas voltaram a dormir.
Eu — Vou tomar um banho e a gente vai.
Maria — Ok.
Fui pro banheiro e tomei um banho, coloquei uma cueca azul celeste, um short esportivo marrom e uma camiseta verde escuro. Carregamos as mochilas na caminhonete e fomos com a Maria pra floresta mais próxima. Ao meio-dia chegamos na floresta, estacionamos a caminhonete e descemos as mochilas. Caminhamos pela floresta até encontrar um lago pequeno, e ali montaríamos nosso acampamento. Comecei a armar a barraca enquanto a Maria preparava o almoço. Enquanto comíamos, começamos a conversar.
Eu — A Jazmin ou a Jesica deixaram algum recado pra você?
Maria — Como você sabe?
Eu — Instinto.
Maria — Elas me disseram que nesses dois dias a gente tem que levar pelo menos três calcinhas de menina.
Eu — Apostaram o quê?
Maria — É muito vergonhoso.
Eu — Fala.
Maria — A Jazmin teve a ideia de fazer uma sessão de sadomasoquismo, e se eu ganhar a aposta, eu vou ser a dominante, não a submisso.
Eu — Boa barganha que você fez, porque minha prima tem que te castigar mesmo, você acaba no hospital.
Maria — Hahaha, você tem razão.
Terminamos de comer e começamos a explorar a floresta. Na caminhada, encontramos vários passarinhos, e a Maria tentou acertar um com uma flecha, mas eu parei.
Eu — A gente pode ser preso, Maria.
Maria — Por um passarinho?
Eu — É uma reserva natural.
Maria — Ok — ela baixou o arco — Me conta, você tem outra mina?
Eu — Não, Maria, só tenho vocês.
Maria — Isso não te lembra nada? Córdoba, férias escolares, sueca, e depois que a gente foi embora, eu e a Jazmin? — Eu fiquei paralisado com o que a Maria disse — Não te lembra?
Eu — Como você ficou sabendo da Alba?
Maria — Tenho meus informantes.
Eu — Vamos falar de outra coisa. Como você pretende conseguir suas calcinhas?
Maria — Depois a gente continua com o assunto Alba. E não faço a menor ideia. que fazer
eu- eu diria pra atacarmos uma presa solitária
maria- boa ideia, não tem nenhuma balada por aqui
eu- acho que a cinco quadras do estacionamento
maria- beleza, hoje à noite a gente vai e pega duas minas
eu- duas
maria- sim, ou tô sendo modesta
eu- eu diria duas na balada e uma ou duas pra barraca
maria- mmmhh, gostei da ideia, assim amanhã a gente só curte
eu- exato
maria- bem, vamos nadar e depois nos preparamos pra noite
caminhamos de volta pro acampamento, nadamos e começamos a nos trocar pra sair. eu vesti uma calça jeans preta e uma camisa azul, enquanto a maria colocou um short jeans preto e uma camiseta branca. fomos jantar e depois saímos pra balada, mas antes a maria parou numa farmácia e comprou duas caixas de camisinha
maria- por via das dúvidas - ela disse com um sorriso
fizemos a fila da balada, o segurança deixou a gente entrar e entramos. fomos pro bar e começamos a ver como tava o movimento com as minas
maria- tem muita novinha
eu- você adora as novinhas
maria- hahaha, tem razão, mas não sei se elas vão querer ficar comigo
eu- se você não se animar, maria, não vai ganhar a aposta
maria- ok, vou ver se acho uma mina curiosa e você me traz umas calcinhas
eu- ok, nos vemos aqui às 3 da manhã
maria- ok, e tira fotos das minas
SEXTA-FEIRA, 23 DE DEZEMBRO
tinha umas três horas pra pegar alguém, mas por onde começar. andei pela balada até encontrar minha presa. tava sozinha, vestido curto e justo, bebia bastante e dava em cima de qualquer cara que cruzava. solteira, recém separada e querendo se aliviar, perfeito pro plano da maria. era cabelo castanho comprido, pele clara, media 1,68m e as medidas 82-57-84, tava com um vestido preto curto e justo e salto alto. caminhei até ela e, como previsto, ela me olhou. pedi uma bebida no bar e comecei a beber
eu- quer? - mostrei o drink pra mina
mina- é comigo que cê tá falando? - ela se surpreendeu perguntar pra ela
eu- sim, quer?
garota- óbvio
pedi o mesmo drink e dei pra ela, começamos a conversar. o que deduzi era verdade, ela tinha acabado de se separar e tava muito carente. quando a gente tava no terceiro drink, ela me encarou
garota- nunca conheci alguém que me ouvisse e não tô atrás de namorado, mas quero alguém pra desestressar
eu- então, tô aqui pro que você quiser
garota- mmmmhhh, gostei da sua atitude
eu- sem nome
garota- ok, vamos pra um lugar privado e quero ver o quão útil você pode ser
fomos pra um canto da balada
eu- vamos pra outro lugar
garota- por quê? – ela falou com uma cara safada
eu- tem pouco barulho
garota- tô gostando de você
saímos da balada e fomos pra um beco, levantei o vestido dela até a bunda e ela tava de fio dental vermelho.
eu- veio preparada
garota- e você veio preparado? – tirei meu pau ereto da calça jeans e peguei uma camisinha – então você tá preparado e armado com uma boa arma
fui descendo a calcinha dela até os tornozelos e comecei a chupar a buceta dela, com poucos pelinhos. me levantei e com uma mão comecei a masturbar ela, enquanto com a outra colocava a camisinha. ela teve um puta orgasmo e a buceta dela tava soltando um fluxo vaginal danado.
garota- me fode, me arrebenta
eu- com muito prazer
penetrei devagar porque a buceta dela tava meio apertada, a garota não parava de gemer e quando meu pau inteiro entrou na buceta dela, ela teve outro orgasmo. segurei os quadris dela e comecei a meter, tirava meu pau até a ponta e enfiava de uma vez na buceta da garota. no quarto orgasmo dela, comecei a girar meu pau em círculos enquanto metia, os gemidos dela aumentaram e ela arranhava as paredes do beco. gozei no sétimo orgasmo da garota, que quase caiu de tão forte que foi.
garota- aah, que foda gostosa, meu ex nunca fez o que você fez comigo
eu- por isso que você largou ele – sussurrei no ouvido dela
tirei a camisinha e joguei no lixo, subi a calça jeans e a garota quando ia subir a calcinha
eu- me dá de presente
garota- o quê?
eu- o que você tem nas mãos, como lembrança
garota- você é um tarado - ela disse com um sorriso - ok - ela abaixou a tanga e me deu - toma, você mereceu
eu- valeu
entramos na balada de novo e antes de nos despedir
eu- queria tirar uma foto sua
garota- pra quê?
eu- não te esquecer - se ela soubesse pra que eu preciso das fotos
garota- ok
ela posou e eu tirei uma foto com meu celular. dei um beijo na bochecha dela e nos despedimos. olhei a hora e ainda tinha um pouco mais de uma hora, demorei muito pra ver minha presa, agora tinha que ser direto. fui no bar, localizei uma loira, pele clara, medidas 92-61-93 e devia ter 1,72m. vestia uma calça jeans cinza e uma camiseta roxa. me aproximei dela e notei que estava sóbria, só tomando refrigerante. cheguei do lado dela e pedi uma bebida leve, sem muito álcool.
eu- tão gostosa e tão sozinha - falei enquanto me serviam
garota- sim, e tô bem sozinha
continuei conversando com a garota até que ela foi se soltando e começamos a falar de boa. ela se deixou levar e acabei descobrindo que veio sozinha, solteira, não tinha namorado há quatro meses e terminou porque ele não satisfazia ela sexualmente
eu- que idiota, se você fosse minha mina eu deixaria você exausta na cama
garota- haha que elogio, e o que te impede de me mostrar como você é bom
eu- é que não quero nada sério agora, só vim pra pegar alguém
garota- então assim - ela largou o copo no balcão - essa conversa me deixou com tesão e se você quer me mostrar como é bom
eu- ok, me segue
peguei ela pelo braço e fui pro lugar onde tinha comido a outra garota. beijei ela com tudo e encostei na parede
eu- aproveita
desci minha mão direita até o zíper da calça jeans dela, enquanto beijava o pescoço dela e com a mão esquerda, estava soltando o sutiã. quando abri o zíper da calça, meti a mão dentro e puxei a tanga dela pra começar a masturbar ela. enquanto a outra mão já tinha tirado o sutiã e comecei a massagear e beliscar os bicos dos peitos dela, que já estavam eretos. Quando ela estava perto do orgasmo, sussurrou no meu ouvido:
Garota: — Vou gozar.
Eu: — Ok, melhor tirar seu jeans pra não sujar.
Me abaixei e desci o jeans dela com a calcinha fio dental verde. A buceta dela estava depilada. Coloquei a roupa dela em cima do lixo e fiz o mesmo: me despi da cintura pra baixo e coloquei minha roupa no mesmo lugar. Continuei masturbando a garota até ela gozar.
Garota: — Aaaaahhh, aaahhh, que arma linda você tem.
Eu: — Valeu, e você vai ver ela em ação agora.
Coloquei a camisinha, enrolei as pernas da garota em volta do meu quadril, as costas dela apoiadas no muro, e fui penetrando devagar até meu pau inteiro entrar na buceta dela. Comecei a meter com suavidade e fui aumentando a intensidade até foder com toda força. Cada vez que a garota gozava, ela cravava as unhas nas minhas costas. Gozei no quinto orgasmo dela.
Garota: — Aaaaaaaaaaahhhhhhhh.
Levamos uns minutos pra nos recuperar. Deixei ela se levantar, tirei a camisinha e peguei a calcinha fio dental da garota.
Eu: — Me dá de lembrança?
Garota: — Sim, pode ficar.
Nos vestimos e, antes de entrar no bar:
Garota: — Vou com umas amigas — me deu um beijo no rosto — não vou te esquecer.
Eu: — Deixa eu tirar uma foto sua de lembrança?
Garota: — Mmhh, ok, mas rápido.
Tirei a foto e ela foi com as amigas, que esperavam num carro. Entrei no bar e eram três e quinze. Maria estava lá me esperando, tomando uma bebida. Cheguei por trás dela e apoiei.
Maria: — Depravado de... — se virou — Enzo.
Eu: — Como foi?
Maria: — Mais ou menos, só consegui uma calcinha fio dental de uma garota que tava bem bêbada. E você?
Eu: — Duas e tenho fotos.
Maria: — Que bom, agora vamos atacar em dupla.
Eu: — Beleza, quem você viu?
Maria: — Aquelas duas — apontou pra duas garotas no balcão — vamos ver se topam um quarteto.
Eu: — Ok.
A garota 1 tinha pele bronzeada, cabelo escuro, olhos pretos, 1,68m de altura, medidas 85-56-86 e vestia um jeans branco com uma camiseta preta.
A garota 2 tinha pele branca, cabelo castanho, Olhos nefrosos, 1,65m de altura, medidas 87-60-88 e vestia um short jeans preto com uma camiseta verde.
A gente se aproximou e pediu uma dose. As minas conversavam e dava pra ver que tinham bebido pouco. Quando recebemos as doses, a Maria deu um gole grande e se aproximou.
Maria – Uma pergunta, gurias. Tô falando com meu amigo aqui e ele diz que beija melhor, e eu digo que beijo melhor. A gente podia testar com vocês?
Guria 1 – Sei não, não curto beijar mina.
Guria 2 – Também não.
Eu – É só um beijo e pronto.
Guria 1 – Mmmhh, tá, só um beijo.
Maria – Perfeito, começa você.
Eu – Beleza.
Me aproximei e dei um beijo apaixonado nela.
Maria – Minha vez.
Me desgrudei da guria e a Maria beijou ela com muita paixão.
Maria – Qual vocês gostaram mais?
Guria 1 – Tô meio na dúvida.
Maria – Tá, não quer uma segunda rodada? – agarrou a cintura da guria 1 e puxou ela pra perto.
Guria 1 – Falei que não curto ficar com minas.
Maria – E se fosse um trisal ou um quarteto? – falava enquanto olhava pra guria 2.
Guria 1 – Eeeeh mmhhh, não.
Maria – Por que não, gostosa? – falava enquanto beijava o pescoço dela.
Guria 1 – Cê tá passando dos limites, e eu nunca vou chupar uma buceta.
Maria – Quem disse que você ia chupar buceta? A gente vai levar vocês pro paraíso.
Guria 1 – Mmmhh, sei não.
Maria – Tá – soltou ela – Vamos, parece que essas minas não querem se divertir.
Eu – Beleza.
Guria 2 – Espera, eu vou.
Maria – Perfeito, vem aqui, mamãe, que hoje você vai ver o céu – agarrou o braço da guria 2.
Saímos da balada com a guria 2 e fomos pro estacionamento onde tava minha caminhonete.
Guria 2 – Aonde a gente vai?
Maria – Vamos pegar nosso carro pra ir pra um hotelzinho legal.
Guria 2 – Vocês não falaram os nomes. Meu nome é... – a Maria tapou a boca dela com o dedo.
Maria – Hoje não vai ter nome, só prazer.
Chegamos no estacionamento, subimos na minha caminhonete e ouvimos uma voz.
Guria 1 – Espera, quero ir.
Maria – Tá, sobe.
A guria subiu e fomos pra um hotel. Pedimos um quarto e a Maria desceu da caminhonete com uma maletinha.
Eu – São tuas... Brinquedos?
Maria – Sim
Entramos no quarto. O quarto tinha uma cama grande, no teto tinha um espelho e nas paredes só haviam cortinas. Tinha um banheiro, uma mesinha de cabeceira com um telefone e uma mesa com algumas cadeiras.
Maria – Deitem-se peladas, suas gostosas
As duas garotas se despiraram. A garota 1 tinha a buceta depilada, só com um triângulo de pelos, as auréolas cor de cacau e os bicos marrons. Já a garota 2 tinha a buceta bem peluda e as auréolas rosadas claras com os bicos rosa. Elas se deitaram na cama. Nós começamos a nos despir com a Maria, ficamos pelados e as garotas olhavam atentamente pro meu pau duro. A Maria abriu a mala dela e eram os brinquedos sexuais. Ela tirou o cinto com o consolo e um pote de lubrificante.
Maria – Qual você quer?
Eu – Escolhe você, você que convenceu elas
Maria – Ok, hummm, eu gosto da peludinha
Eu – Ok
Maria e eu começamos a chupar as bucetas das garotas. As duas gozaram quase ao mesmo tempo. Coloquei a camisinha e começamos a foder elas no clássico papai-e-mamãe enquanto chupávamos os bicos delas. No quinto orgasmo da garota 1, mudei de posição. Eu me deitei de barriga pra cima com as pernas e o quadril pra fora da cama, segurei o quadril dela e comecei a meter na buceta dela com velocidade e ritmo. Ela não parava de gemer. A Maria também mudou de posição e estava de quatro com a garota 2, e a Maria atrás dela metendo nela. Todo mundo estava suando pra caralho e eu gozei no nono orgasmo da garota 1. A Maria teve quatro orgasmos e a garota 2 teve uns nove orgasmos. As garotas caíram exaustas na cama.
Maria – Trocamos
Eu – Ok
Troquei a camisinha, fiquei atrás da garota 2 e comecei a meter de quatro na buceta dela, enquanto a Maria colocou a garota 1 de quatro e também começou a meter. Gozei no nono orgasmo da garota 1 e a garota 2 também teve a mesma quantidade de orgasmos. A Maria teve mais quatro orgasmos. As duas garotas caíram exaustas na cama.
Maria – Isso mesmo, suas putinhas, quem... quer dupla penetração primeiro - as duas garotas se olhavam e nenhuma dizia nada - ok, se não falam nada, a primeira vai ser você - apontei pra garota1
garota1 - eu?
maria - sim, gostosa, vem - deu a mão pra garota1
a garota1 pegou a mão da maria e se levantou.
maria - fica em pé, que a gente vai te lubrificar
maria e eu nos abaixamos e começamos a lubrificar os buracos da garota1, eu o cu e maria a buceta. quando ela teve o orgasmo, maria deitou de costas e a garota1 sentou no consolo da maria
maria - quer o pau do meu amigo com camisinha no teu cu?
garota1 - não, quero sem camisinha
maria - tem doença, bebê?
garota1 - não
maria - e você? - apontando pra garota2
garota2 - não
maria - beleza, come elas no pelo
penetrei devagar o cu da garota1, ela soltava gemidos de prazer misturados com dor. quando meu pau inteiro entrou, esperei o cu dela se adaptar, enquanto dava beijos no pescoço dela e maria chupava os bicos dos peitos. quando o cu dela se adaptou, comecei a meter devagar, mas fui aumentando as estocadas, enquanto maria também metia na garota1 com força e velocidade. nós dois estávamos penetrando a garota1 com tudo e no ritmo. a garota1 teve um orgasmo atrás do outro até eu gozar no orgasmo número treze dela, que foi enorme, e maria teve seis orgasmos. a garota1 ficou exausta e toda suada com meu gozo no cu dela. nos separamos e fizemos o mesmo com a garota2, mas ela teve mais orgasmos que a amiga, teve quinze e maria teve sete. as duas garotas ficaram acabadas. nos vestimos, maria e eu
maria - gostosas, curtiram? - falava enquanto guardava os brinquedos dela
garota1 - amei
garota2 - nunca senti tanto prazer
maria - fico feliz que tenham gostado - se aproximou da roupa das garotas e pegou as calcinhas delas - dão pra gente? - falava enquanto cheirava as duas peças
garota1 - eu dou sim
garota2 - eu também
maria - obrigada, e vamos ajudar vocês a se vestir Princesinhas
Nós dois ajudamos as minas a se vestir e vazamos do hotel, levamos elas pra casa e fomos pro nosso acampamento. Chegamos umas 8h da manhã.
Maria — Que noite longa
Eu — É, e você ganhou a aposta
Maria — Tem razão, vamos tomar um banho
Deixamos as calcinhas na barraca e ficamos pelados, tomamos banho no lago. Secamos e a Maria passou creme no meu pau, aí fomos dormir na barraca sem roupa.
Acordamos lá pelas 3h da tarde por causa do calor e tomamos outro banho no lago, nos vestimos e saímos pra caminhar no bosque e praticar arco e flecha. Jantamos e fomos dormir cedo porque no dia seguinte tínhamos que estar em casa antes do meio-dia.
SÁBADO, 24 DE DEZEMBRO
Acordamos às 7h da manhã, guardamos as mochilas na caminhonete e fomos pra casa. Chegamos às 11h e tava tudo normal por fora, mas quando entramos, tudo estava decorado com tema de Natal. Quando largamos as mochilas no sofá, apareceram a Akemi, a Jéssica e a Jasmim vestidas de elfos sexys (a fantasia era um corset com sutiã verde, uma tanga vermelha, orelhas de elfo, um chapéu verde e um tom de verde claro). A Akemi trouxe outra fantasia com ela, e a Jéssica também.
Jéssica — Toma, love — me entregou a fantasia que ela tinha — veste isso e vem pra sala depois
Eu — Ok
CONTINUA...
NA FLORESTA COM MARIA
Jesica e Jazmin acordaram com a voz da Maria e me soltaram. Quando eu estava solto, as duas voltaram a dormir.
Eu — Vou tomar um banho e a gente vai.
Maria — Ok.
Fui pro banheiro e tomei um banho, coloquei uma cueca azul celeste, um short esportivo marrom e uma camiseta verde escuro. Carregamos as mochilas na caminhonete e fomos com a Maria pra floresta mais próxima. Ao meio-dia chegamos na floresta, estacionamos a caminhonete e descemos as mochilas. Caminhamos pela floresta até encontrar um lago pequeno, e ali montaríamos nosso acampamento. Comecei a armar a barraca enquanto a Maria preparava o almoço. Enquanto comíamos, começamos a conversar.
Eu — A Jazmin ou a Jesica deixaram algum recado pra você?
Maria — Como você sabe?
Eu — Instinto.
Maria — Elas me disseram que nesses dois dias a gente tem que levar pelo menos três calcinhas de menina.
Eu — Apostaram o quê?
Maria — É muito vergonhoso.
Eu — Fala.
Maria — A Jazmin teve a ideia de fazer uma sessão de sadomasoquismo, e se eu ganhar a aposta, eu vou ser a dominante, não a submisso.
Eu — Boa barganha que você fez, porque minha prima tem que te castigar mesmo, você acaba no hospital.
Maria — Hahaha, você tem razão.
Terminamos de comer e começamos a explorar a floresta. Na caminhada, encontramos vários passarinhos, e a Maria tentou acertar um com uma flecha, mas eu parei.
Eu — A gente pode ser preso, Maria.
Maria — Por um passarinho?
Eu — É uma reserva natural.
Maria — Ok — ela baixou o arco — Me conta, você tem outra mina?
Eu — Não, Maria, só tenho vocês.
Maria — Isso não te lembra nada? Córdoba, férias escolares, sueca, e depois que a gente foi embora, eu e a Jazmin? — Eu fiquei paralisado com o que a Maria disse — Não te lembra?
Eu — Como você ficou sabendo da Alba?
Maria — Tenho meus informantes.
Eu — Vamos falar de outra coisa. Como você pretende conseguir suas calcinhas?
Maria — Depois a gente continua com o assunto Alba. E não faço a menor ideia. que fazer
eu- eu diria pra atacarmos uma presa solitária
maria- boa ideia, não tem nenhuma balada por aqui
eu- acho que a cinco quadras do estacionamento
maria- beleza, hoje à noite a gente vai e pega duas minas
eu- duas
maria- sim, ou tô sendo modesta
eu- eu diria duas na balada e uma ou duas pra barraca
maria- mmmhh, gostei da ideia, assim amanhã a gente só curte
eu- exato
maria- bem, vamos nadar e depois nos preparamos pra noite
caminhamos de volta pro acampamento, nadamos e começamos a nos trocar pra sair. eu vesti uma calça jeans preta e uma camisa azul, enquanto a maria colocou um short jeans preto e uma camiseta branca. fomos jantar e depois saímos pra balada, mas antes a maria parou numa farmácia e comprou duas caixas de camisinha
maria- por via das dúvidas - ela disse com um sorriso
fizemos a fila da balada, o segurança deixou a gente entrar e entramos. fomos pro bar e começamos a ver como tava o movimento com as minas
maria- tem muita novinha
eu- você adora as novinhas
maria- hahaha, tem razão, mas não sei se elas vão querer ficar comigo
eu- se você não se animar, maria, não vai ganhar a aposta
maria- ok, vou ver se acho uma mina curiosa e você me traz umas calcinhas
eu- ok, nos vemos aqui às 3 da manhã
maria- ok, e tira fotos das minas
SEXTA-FEIRA, 23 DE DEZEMBRO
tinha umas três horas pra pegar alguém, mas por onde começar. andei pela balada até encontrar minha presa. tava sozinha, vestido curto e justo, bebia bastante e dava em cima de qualquer cara que cruzava. solteira, recém separada e querendo se aliviar, perfeito pro plano da maria. era cabelo castanho comprido, pele clara, media 1,68m e as medidas 82-57-84, tava com um vestido preto curto e justo e salto alto. caminhei até ela e, como previsto, ela me olhou. pedi uma bebida no bar e comecei a beber
eu- quer? - mostrei o drink pra mina
mina- é comigo que cê tá falando? - ela se surpreendeu perguntar pra ela
eu- sim, quer?
garota- óbvio
pedi o mesmo drink e dei pra ela, começamos a conversar. o que deduzi era verdade, ela tinha acabado de se separar e tava muito carente. quando a gente tava no terceiro drink, ela me encarou
garota- nunca conheci alguém que me ouvisse e não tô atrás de namorado, mas quero alguém pra desestressar
eu- então, tô aqui pro que você quiser
garota- mmmmhhh, gostei da sua atitude
eu- sem nome
garota- ok, vamos pra um lugar privado e quero ver o quão útil você pode ser
fomos pra um canto da balada
eu- vamos pra outro lugar
garota- por quê? – ela falou com uma cara safada
eu- tem pouco barulho
garota- tô gostando de você
saímos da balada e fomos pra um beco, levantei o vestido dela até a bunda e ela tava de fio dental vermelho.
eu- veio preparada
garota- e você veio preparado? – tirei meu pau ereto da calça jeans e peguei uma camisinha – então você tá preparado e armado com uma boa arma
fui descendo a calcinha dela até os tornozelos e comecei a chupar a buceta dela, com poucos pelinhos. me levantei e com uma mão comecei a masturbar ela, enquanto com a outra colocava a camisinha. ela teve um puta orgasmo e a buceta dela tava soltando um fluxo vaginal danado.
garota- me fode, me arrebenta
eu- com muito prazer
penetrei devagar porque a buceta dela tava meio apertada, a garota não parava de gemer e quando meu pau inteiro entrou na buceta dela, ela teve outro orgasmo. segurei os quadris dela e comecei a meter, tirava meu pau até a ponta e enfiava de uma vez na buceta da garota. no quarto orgasmo dela, comecei a girar meu pau em círculos enquanto metia, os gemidos dela aumentaram e ela arranhava as paredes do beco. gozei no sétimo orgasmo da garota, que quase caiu de tão forte que foi.
garota- aah, que foda gostosa, meu ex nunca fez o que você fez comigo
eu- por isso que você largou ele – sussurrei no ouvido dela
tirei a camisinha e joguei no lixo, subi a calça jeans e a garota quando ia subir a calcinha
eu- me dá de presente
garota- o quê?
eu- o que você tem nas mãos, como lembrança
garota- você é um tarado - ela disse com um sorriso - ok - ela abaixou a tanga e me deu - toma, você mereceu
eu- valeu
entramos na balada de novo e antes de nos despedir
eu- queria tirar uma foto sua
garota- pra quê?
eu- não te esquecer - se ela soubesse pra que eu preciso das fotos
garota- ok
ela posou e eu tirei uma foto com meu celular. dei um beijo na bochecha dela e nos despedimos. olhei a hora e ainda tinha um pouco mais de uma hora, demorei muito pra ver minha presa, agora tinha que ser direto. fui no bar, localizei uma loira, pele clara, medidas 92-61-93 e devia ter 1,72m. vestia uma calça jeans cinza e uma camiseta roxa. me aproximei dela e notei que estava sóbria, só tomando refrigerante. cheguei do lado dela e pedi uma bebida leve, sem muito álcool.
eu- tão gostosa e tão sozinha - falei enquanto me serviam
garota- sim, e tô bem sozinha
continuei conversando com a garota até que ela foi se soltando e começamos a falar de boa. ela se deixou levar e acabei descobrindo que veio sozinha, solteira, não tinha namorado há quatro meses e terminou porque ele não satisfazia ela sexualmente
eu- que idiota, se você fosse minha mina eu deixaria você exausta na cama
garota- haha que elogio, e o que te impede de me mostrar como você é bom
eu- é que não quero nada sério agora, só vim pra pegar alguém
garota- então assim - ela largou o copo no balcão - essa conversa me deixou com tesão e se você quer me mostrar como é bom
eu- ok, me segue
peguei ela pelo braço e fui pro lugar onde tinha comido a outra garota. beijei ela com tudo e encostei na parede
eu- aproveita
desci minha mão direita até o zíper da calça jeans dela, enquanto beijava o pescoço dela e com a mão esquerda, estava soltando o sutiã. quando abri o zíper da calça, meti a mão dentro e puxei a tanga dela pra começar a masturbar ela. enquanto a outra mão já tinha tirado o sutiã e comecei a massagear e beliscar os bicos dos peitos dela, que já estavam eretos. Quando ela estava perto do orgasmo, sussurrou no meu ouvido:
Garota: — Vou gozar.
Eu: — Ok, melhor tirar seu jeans pra não sujar.
Me abaixei e desci o jeans dela com a calcinha fio dental verde. A buceta dela estava depilada. Coloquei a roupa dela em cima do lixo e fiz o mesmo: me despi da cintura pra baixo e coloquei minha roupa no mesmo lugar. Continuei masturbando a garota até ela gozar.
Garota: — Aaaaahhh, aaahhh, que arma linda você tem.
Eu: — Valeu, e você vai ver ela em ação agora.
Coloquei a camisinha, enrolei as pernas da garota em volta do meu quadril, as costas dela apoiadas no muro, e fui penetrando devagar até meu pau inteiro entrar na buceta dela. Comecei a meter com suavidade e fui aumentando a intensidade até foder com toda força. Cada vez que a garota gozava, ela cravava as unhas nas minhas costas. Gozei no quinto orgasmo dela.
Garota: — Aaaaaaaaaaahhhhhhhh.
Levamos uns minutos pra nos recuperar. Deixei ela se levantar, tirei a camisinha e peguei a calcinha fio dental da garota.
Eu: — Me dá de lembrança?
Garota: — Sim, pode ficar.
Nos vestimos e, antes de entrar no bar:
Garota: — Vou com umas amigas — me deu um beijo no rosto — não vou te esquecer.
Eu: — Deixa eu tirar uma foto sua de lembrança?
Garota: — Mmhh, ok, mas rápido.
Tirei a foto e ela foi com as amigas, que esperavam num carro. Entrei no bar e eram três e quinze. Maria estava lá me esperando, tomando uma bebida. Cheguei por trás dela e apoiei.
Maria: — Depravado de... — se virou — Enzo.
Eu: — Como foi?
Maria: — Mais ou menos, só consegui uma calcinha fio dental de uma garota que tava bem bêbada. E você?
Eu: — Duas e tenho fotos.
Maria: — Que bom, agora vamos atacar em dupla.
Eu: — Beleza, quem você viu?
Maria: — Aquelas duas — apontou pra duas garotas no balcão — vamos ver se topam um quarteto.
Eu: — Ok.
A garota 1 tinha pele bronzeada, cabelo escuro, olhos pretos, 1,68m de altura, medidas 85-56-86 e vestia um jeans branco com uma camiseta preta.
A garota 2 tinha pele branca, cabelo castanho, Olhos nefrosos, 1,65m de altura, medidas 87-60-88 e vestia um short jeans preto com uma camiseta verde.
A gente se aproximou e pediu uma dose. As minas conversavam e dava pra ver que tinham bebido pouco. Quando recebemos as doses, a Maria deu um gole grande e se aproximou.
Maria – Uma pergunta, gurias. Tô falando com meu amigo aqui e ele diz que beija melhor, e eu digo que beijo melhor. A gente podia testar com vocês?
Guria 1 – Sei não, não curto beijar mina.
Guria 2 – Também não.
Eu – É só um beijo e pronto.
Guria 1 – Mmmhh, tá, só um beijo.
Maria – Perfeito, começa você.
Eu – Beleza.
Me aproximei e dei um beijo apaixonado nela.
Maria – Minha vez.
Me desgrudei da guria e a Maria beijou ela com muita paixão.
Maria – Qual vocês gostaram mais?
Guria 1 – Tô meio na dúvida.
Maria – Tá, não quer uma segunda rodada? – agarrou a cintura da guria 1 e puxou ela pra perto.
Guria 1 – Falei que não curto ficar com minas.
Maria – E se fosse um trisal ou um quarteto? – falava enquanto olhava pra guria 2.
Guria 1 – Eeeeh mmhhh, não.
Maria – Por que não, gostosa? – falava enquanto beijava o pescoço dela.
Guria 1 – Cê tá passando dos limites, e eu nunca vou chupar uma buceta.
Maria – Quem disse que você ia chupar buceta? A gente vai levar vocês pro paraíso.
Guria 1 – Mmmhh, sei não.
Maria – Tá – soltou ela – Vamos, parece que essas minas não querem se divertir.
Eu – Beleza.
Guria 2 – Espera, eu vou.
Maria – Perfeito, vem aqui, mamãe, que hoje você vai ver o céu – agarrou o braço da guria 2.
Saímos da balada com a guria 2 e fomos pro estacionamento onde tava minha caminhonete.
Guria 2 – Aonde a gente vai?
Maria – Vamos pegar nosso carro pra ir pra um hotelzinho legal.
Guria 2 – Vocês não falaram os nomes. Meu nome é... – a Maria tapou a boca dela com o dedo.
Maria – Hoje não vai ter nome, só prazer.
Chegamos no estacionamento, subimos na minha caminhonete e ouvimos uma voz.
Guria 1 – Espera, quero ir.
Maria – Tá, sobe.
A guria subiu e fomos pra um hotel. Pedimos um quarto e a Maria desceu da caminhonete com uma maletinha.
Eu – São tuas... Brinquedos?
Maria – Sim
Entramos no quarto. O quarto tinha uma cama grande, no teto tinha um espelho e nas paredes só haviam cortinas. Tinha um banheiro, uma mesinha de cabeceira com um telefone e uma mesa com algumas cadeiras.
Maria – Deitem-se peladas, suas gostosas
As duas garotas se despiraram. A garota 1 tinha a buceta depilada, só com um triângulo de pelos, as auréolas cor de cacau e os bicos marrons. Já a garota 2 tinha a buceta bem peluda e as auréolas rosadas claras com os bicos rosa. Elas se deitaram na cama. Nós começamos a nos despir com a Maria, ficamos pelados e as garotas olhavam atentamente pro meu pau duro. A Maria abriu a mala dela e eram os brinquedos sexuais. Ela tirou o cinto com o consolo e um pote de lubrificante.
Maria – Qual você quer?
Eu – Escolhe você, você que convenceu elas
Maria – Ok, hummm, eu gosto da peludinha
Eu – Ok
Maria e eu começamos a chupar as bucetas das garotas. As duas gozaram quase ao mesmo tempo. Coloquei a camisinha e começamos a foder elas no clássico papai-e-mamãe enquanto chupávamos os bicos delas. No quinto orgasmo da garota 1, mudei de posição. Eu me deitei de barriga pra cima com as pernas e o quadril pra fora da cama, segurei o quadril dela e comecei a meter na buceta dela com velocidade e ritmo. Ela não parava de gemer. A Maria também mudou de posição e estava de quatro com a garota 2, e a Maria atrás dela metendo nela. Todo mundo estava suando pra caralho e eu gozei no nono orgasmo da garota 1. A Maria teve quatro orgasmos e a garota 2 teve uns nove orgasmos. As garotas caíram exaustas na cama.
Maria – Trocamos
Eu – Ok
Troquei a camisinha, fiquei atrás da garota 2 e comecei a meter de quatro na buceta dela, enquanto a Maria colocou a garota 1 de quatro e também começou a meter. Gozei no nono orgasmo da garota 1 e a garota 2 também teve a mesma quantidade de orgasmos. A Maria teve mais quatro orgasmos. As duas garotas caíram exaustas na cama.
Maria – Isso mesmo, suas putinhas, quem... quer dupla penetração primeiro - as duas garotas se olhavam e nenhuma dizia nada - ok, se não falam nada, a primeira vai ser você - apontei pra garota1
garota1 - eu?
maria - sim, gostosa, vem - deu a mão pra garota1
a garota1 pegou a mão da maria e se levantou.
maria - fica em pé, que a gente vai te lubrificar
maria e eu nos abaixamos e começamos a lubrificar os buracos da garota1, eu o cu e maria a buceta. quando ela teve o orgasmo, maria deitou de costas e a garota1 sentou no consolo da maria
maria - quer o pau do meu amigo com camisinha no teu cu?
garota1 - não, quero sem camisinha
maria - tem doença, bebê?
garota1 - não
maria - e você? - apontando pra garota2
garota2 - não
maria - beleza, come elas no pelo
penetrei devagar o cu da garota1, ela soltava gemidos de prazer misturados com dor. quando meu pau inteiro entrou, esperei o cu dela se adaptar, enquanto dava beijos no pescoço dela e maria chupava os bicos dos peitos. quando o cu dela se adaptou, comecei a meter devagar, mas fui aumentando as estocadas, enquanto maria também metia na garota1 com força e velocidade. nós dois estávamos penetrando a garota1 com tudo e no ritmo. a garota1 teve um orgasmo atrás do outro até eu gozar no orgasmo número treze dela, que foi enorme, e maria teve seis orgasmos. a garota1 ficou exausta e toda suada com meu gozo no cu dela. nos separamos e fizemos o mesmo com a garota2, mas ela teve mais orgasmos que a amiga, teve quinze e maria teve sete. as duas garotas ficaram acabadas. nos vestimos, maria e eu
maria - gostosas, curtiram? - falava enquanto guardava os brinquedos dela
garota1 - amei
garota2 - nunca senti tanto prazer
maria - fico feliz que tenham gostado - se aproximou da roupa das garotas e pegou as calcinhas delas - dão pra gente? - falava enquanto cheirava as duas peças
garota1 - eu dou sim
garota2 - eu também
maria - obrigada, e vamos ajudar vocês a se vestir Princesinhas
Nós dois ajudamos as minas a se vestir e vazamos do hotel, levamos elas pra casa e fomos pro nosso acampamento. Chegamos umas 8h da manhã.
Maria — Que noite longa
Eu — É, e você ganhou a aposta
Maria — Tem razão, vamos tomar um banho
Deixamos as calcinhas na barraca e ficamos pelados, tomamos banho no lago. Secamos e a Maria passou creme no meu pau, aí fomos dormir na barraca sem roupa.
Acordamos lá pelas 3h da tarde por causa do calor e tomamos outro banho no lago, nos vestimos e saímos pra caminhar no bosque e praticar arco e flecha. Jantamos e fomos dormir cedo porque no dia seguinte tínhamos que estar em casa antes do meio-dia.
SÁBADO, 24 DE DEZEMBRO
Acordamos às 7h da manhã, guardamos as mochilas na caminhonete e fomos pra casa. Chegamos às 11h e tava tudo normal por fora, mas quando entramos, tudo estava decorado com tema de Natal. Quando largamos as mochilas no sofá, apareceram a Akemi, a Jéssica e a Jasmim vestidas de elfos sexys (a fantasia era um corset com sutiã verde, uma tanga vermelha, orelhas de elfo, um chapéu verde e um tom de verde claro). A Akemi trouxe outra fantasia com ela, e a Jéssica também.
Jéssica — Toma, love — me entregou a fantasia que ela tinha — veste isso e vem pra sala depois
Eu — Ok
CONTINUA...
1 comentários - Minha vida em B.S A.S: 23 (na mata com a Maria)