Fazia muito tempo que não nos víamos nem falávamos com a Ale desde que terminamos. Um dia, recebi uma mensagem dela no meu Facebook dizendo que tinha um trabalho pra mim. Como ela tinha se mudado, não conhecia ninguém na nova cidade e não queria que qualquer um entrasse na casa dela. Combinei de ir. Tava chovendo muito, mas fui mesmo assim. Fiz o serviço e voltei pra casa. Quando já estava no caminho de volta, ela me mandou uma mensagem: "Você mudou muito." "Por quê?", perguntei. "Bom... em outro momento você teria dado uma investida ou algo assim. Agora você ficou lá falando só de trabalho e mais nada." Que burro! Pensei. E respondi: "Mas, pra ser sincero, não achei que você daria bola, então nem me arrisquei. Além do mais, me molhei todo esperando por você e você nem foi capaz de me dar uma toalha, então pensei que transar então, nem pensar!" Ela riu e admitiu que era verdade, que tinha sido muito sem educação, que até tinha comprado uns doces e nem me ofereceu. "Se quiser, amanhã eu vou", eu disse. E claro que ela aceitou.
No dia seguinte, cheguei na casa dela. Assim que entrei, fechei a porta e a encostei contra a parede. Devolvi o beijo com tudo e comecei a percorrer aquele corpo todo. Minhas mãos conheciam muito bem o caminho, então não perderam tempo. De canto de olho, vi o sofá. Então a levantei e coloquei lá, enquanto ela tirava a camiseta, eu puxei as calças dela, tirando com a calcinha e tudo. Eu estava desesperado pra sentir de novo o gosto daquela buceta que me dava tanto prazer. Puxando a calça, ela travou nos tênis que ela ainda estava usando. Os cadarços estavam muito bem amarrados, desgraçados, e não queriam sair. Não sei como, mas consegui tirar calça, calcinha, tênis e uma meia de uma vez só. Acomodei as pernas dela nos meus ombros e deixei minha língua fazer o seu trabalho. Mal encostei na buceta dela com meus dedos e senti aquela umidade e aquela temperatura que me deixou louco. Chupei como se fosse a última buceta que eu fosse chupar na minha vida. Ouvi ela gemendo e dizendo: "Como senti falta disso!", enquanto me empurrava. mas enfiei a cabeça entre suas pernas, meti um dedo enquanto minha língua brincava com seu clitóris, ela se retorcia e pedia para eu não parar. Eu estava quase explodindo de prazer, adorava vê-la tão excitada assim, ela pedia por pau, "não aguento mais" ela dizia, meti o segundo e o terceiro dedo e ela pedia por pau, queria que eu enfiasse, mas não parava de empurrar minha cabeça entre suas pernas. Abri sua buceta com meus dedos e comecei a enfiar minha língua bem fundo o máximo que podia, adorava como ela gemida e pedia mais e mais, sentia aquele sabor e minha língua não queria parar, quando ela gozou me empurrou e pulou em cima de mim, baixou minhas calças e começou a me chupar, chupava com sentimento, enfiava tudo até as bolas, "mmmm como eu adoro esse pauuuu" ela dizia. Não me deixava mexer, eu queria colocá-la de volta no sofá mas ela não deixava, aquele era o momento dela, era ela e meu pau, mais ninguém existia. Como pude a levantei e coloquei no sofá, ela sempre adorou transar no sofá, mas ela continuou me chupando, me olhava nos olhos com uma cara de puta que me deixava louco, voltei a enfiar meus dedos na sua buceta, estava bem molhada e aquela buceta se abria mais e mais, um dedo "escapou" e foi brincar no seu cuzinho, custou a entrar mas entrou, ela empurrava mais e mais meus dedos dentro dela sem soltar meu pau, eu estava quase não aguentando, vendo aquela carinha linda como ela gozava, avisei que ia gozar e ela disse "goza na minha boca, você sabe que adoro te satisfazer!" deeeeeeeus eu não aguentava mais e ali mesmo gozei de uma vez, enchi sua boca de porra, mmmmmm que gostoso ela dizia enquanto engolia toda a porra... não deixou escapar nada da boca, tomou até a última gota, assim que acabei a virei, coloquei ela de quatro e me dediquei a chupar todo seu cuzinho, ela se retorcia de prazer e não parava de gemer, me acomodei e enfiei de uma vez bem fundo na sua buceta, comecei a empurrar mais e mais, agarrei seus cabelos e comecei a puxar com força porque a ela gostava bem duro, "minha bundinha sente falta dessas palmadas" ela me dizia, mmm ela estava uma puta, estava me deixando louco e comecei a meter mais e mais forte, vi aquela bundinha branca e percebi que precisava ser palmada, "sim, me bate, sou sua puta, faz o que quiser comigo", eu dei nela como um louco descontrolado até que ela gozou, soltou um grito de prazer, se virou e começou a chupar meu pau, me acomodei no sofá e ela pulou em cima de mim, mmm esses peitos na minha boca, como sentia falta, ela começou a cavalgar de maneira louca em cima do meu pau, tinha os mamilos bem duros e gostosos, gozou de novo e estávamos muito suados então fomos para o chuveiro, comecei a ensaboar as costas dela e não aguentei, enfiei de novo, ela estava tão quente que estava metendo muito forte, entrava e saía, pisei no sabão e escorreguei... justo quando ia enfiar, aaaaaaaaaaaaah! ela gritou "você enfiou no meu cu!" entrou de uma vez e sem vaselina, pedi desculpas mas ela disse "não tira, enche meu cu de porra, já te disse sou sua puta, faz o que quiser comigo". e assim foi, transamos a tarde toda no sofá, no chuveiro, na cama, terminei com a língua cãibrada de tanto chupar ela, minhas pernas estavam tremendo, mas estava cheio de prazer e feliz por ter aquela mulher de volta. nos vimos mais algumas vezes e cada vez foi melhor, um dia vestida de policial, outro de secretária, cada dia era melhor
No dia seguinte, cheguei na casa dela. Assim que entrei, fechei a porta e a encostei contra a parede. Devolvi o beijo com tudo e comecei a percorrer aquele corpo todo. Minhas mãos conheciam muito bem o caminho, então não perderam tempo. De canto de olho, vi o sofá. Então a levantei e coloquei lá, enquanto ela tirava a camiseta, eu puxei as calças dela, tirando com a calcinha e tudo. Eu estava desesperado pra sentir de novo o gosto daquela buceta que me dava tanto prazer. Puxando a calça, ela travou nos tênis que ela ainda estava usando. Os cadarços estavam muito bem amarrados, desgraçados, e não queriam sair. Não sei como, mas consegui tirar calça, calcinha, tênis e uma meia de uma vez só. Acomodei as pernas dela nos meus ombros e deixei minha língua fazer o seu trabalho. Mal encostei na buceta dela com meus dedos e senti aquela umidade e aquela temperatura que me deixou louco. Chupei como se fosse a última buceta que eu fosse chupar na minha vida. Ouvi ela gemendo e dizendo: "Como senti falta disso!", enquanto me empurrava. mas enfiei a cabeça entre suas pernas, meti um dedo enquanto minha língua brincava com seu clitóris, ela se retorcia e pedia para eu não parar. Eu estava quase explodindo de prazer, adorava vê-la tão excitada assim, ela pedia por pau, "não aguento mais" ela dizia, meti o segundo e o terceiro dedo e ela pedia por pau, queria que eu enfiasse, mas não parava de empurrar minha cabeça entre suas pernas. Abri sua buceta com meus dedos e comecei a enfiar minha língua bem fundo o máximo que podia, adorava como ela gemida e pedia mais e mais, sentia aquele sabor e minha língua não queria parar, quando ela gozou me empurrou e pulou em cima de mim, baixou minhas calças e começou a me chupar, chupava com sentimento, enfiava tudo até as bolas, "mmmm como eu adoro esse pauuuu" ela dizia. Não me deixava mexer, eu queria colocá-la de volta no sofá mas ela não deixava, aquele era o momento dela, era ela e meu pau, mais ninguém existia. Como pude a levantei e coloquei no sofá, ela sempre adorou transar no sofá, mas ela continuou me chupando, me olhava nos olhos com uma cara de puta que me deixava louco, voltei a enfiar meus dedos na sua buceta, estava bem molhada e aquela buceta se abria mais e mais, um dedo "escapou" e foi brincar no seu cuzinho, custou a entrar mas entrou, ela empurrava mais e mais meus dedos dentro dela sem soltar meu pau, eu estava quase não aguentando, vendo aquela carinha linda como ela gozava, avisei que ia gozar e ela disse "goza na minha boca, você sabe que adoro te satisfazer!" deeeeeeeus eu não aguentava mais e ali mesmo gozei de uma vez, enchi sua boca de porra, mmmmmm que gostoso ela dizia enquanto engolia toda a porra... não deixou escapar nada da boca, tomou até a última gota, assim que acabei a virei, coloquei ela de quatro e me dediquei a chupar todo seu cuzinho, ela se retorcia de prazer e não parava de gemer, me acomodei e enfiei de uma vez bem fundo na sua buceta, comecei a empurrar mais e mais, agarrei seus cabelos e comecei a puxar com força porque a ela gostava bem duro, "minha bundinha sente falta dessas palmadas" ela me dizia, mmm ela estava uma puta, estava me deixando louco e comecei a meter mais e mais forte, vi aquela bundinha branca e percebi que precisava ser palmada, "sim, me bate, sou sua puta, faz o que quiser comigo", eu dei nela como um louco descontrolado até que ela gozou, soltou um grito de prazer, se virou e começou a chupar meu pau, me acomodei no sofá e ela pulou em cima de mim, mmm esses peitos na minha boca, como sentia falta, ela começou a cavalgar de maneira louca em cima do meu pau, tinha os mamilos bem duros e gostosos, gozou de novo e estávamos muito suados então fomos para o chuveiro, comecei a ensaboar as costas dela e não aguentei, enfiei de novo, ela estava tão quente que estava metendo muito forte, entrava e saía, pisei no sabão e escorreguei... justo quando ia enfiar, aaaaaaaaaaaaah! ela gritou "você enfiou no meu cu!" entrou de uma vez e sem vaselina, pedi desculpas mas ela disse "não tira, enche meu cu de porra, já te disse sou sua puta, faz o que quiser comigo". e assim foi, transamos a tarde toda no sofá, no chuveiro, na cama, terminei com a língua cãibrada de tanto chupar ela, minhas pernas estavam tremendo, mas estava cheio de prazer e feliz por ter aquela mulher de volta. nos vimos mais algumas vezes e cada vez foi melhor, um dia vestida de policial, outro de secretária, cada dia era melhor
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