Antes de mais nada, quero me apresentar. Não sou novo nessa comunidade, mas também nunca tive coragem de contar nada, nem postar nada. Mas sou um fiel seguidor da página, principalmente da seção de Relatos.A história que vou contar é totalmente real, sem nenhuma modificação, nem mudei os nomes dos protagonistas. Na minha opinião, isso dá ainda mais (muito mais) tesão na história.
Os principais protagonistas dessa história somos: eu, Sebastian, 25 anos, 1,80 de altura, joguei basquete a vida toda (embora sem dar muita importância pra academia), então tenho um físico normal, trabalhado pelo esporte, e só; sou de pele bronzeada e moreno de cabelo, mas meu visual há vários anos é careca total. Minha irmã do meio, Fabiana, 27 anos, a mais alta da família; uma morena que, nas palavras dos meus amigos, simplesmente parte o chão; mesmo não tendo muito peito, tem uma bunda que chama poderosamente a atenção, e como uma boa gostosa, adora mostrar e se destacar; tem um nariz meio pontudo, mas isso dá um aspecto ainda mais de putinha; uma delícia monumental. Minha irmã mais velha, Antonella, 30 anos; diferente da Fabi, ela tem uns peitos de outro planeta, e pra completar, quando usa roupa decotada, dá pra adivinhar o começo de uma tatuagem, que convida a imaginar como termina; não tem o corpo da Fabi, mas não está nada mal, esses peitos enlouquecem qualquer um e, igual à minha irmã mais nova, é morena e um pouco mais escura de pele. A última protagonista é a Vanesa, 26 anos, amiga do grupo da Fabiana; uma morena linda que, na minha humilde opinião, era a gostosa mais bonita da Cidade, um verdadeiro caminhão; de rosto era maravilhosa, pele morena, e uns olhos turquesa que hipnotizavam; os peitos?, os melhores que já vi na vida, com a redondez perfeita, bem durinhos, e uns bicos rosados que ficavam duros com uma facilidade incrível; a bunda?, uma verdadeira obra de arte, bem empinada, como se fosse feita à mão, bem redonda e incrivelmente firme. Segundo o comentário do bairro, a Vane não tinha nada a invejar das vedetes do país.
A história acontece em Córdoba capital, há 4 meses, quando começavam os primeiros calores e todas as mulheres se desesperam pra pegar sol, pra adquirir um pouco de cor e o verão não pegar elas pálidas. Como se a vida dependesse disso.
Eu terminava o expediente na faculdade e ia pra minha casa, à 1 da tarde. Faço curso na universidade pública, e como a maioria sabe, os confortos dela não são lá essas coisas. Nessa época, o calor já era sufocante, ainda mais naquela hora do dia, como se fosse um presságio do verão que tava chegando.
Ao chegar em casa, vejo que minhas irmãs e a Vane estavam se sentando pra almoçar, algo leve, já que também não queriam estragar a silhueta. Me convidam, mas digo que não, porque meu cansaço, somado ao calor que tava fazendo, só queria dormir uma soneca no quarto dos meus pais, que era o único que, além de ter televisão, tinha ar-condicionado (eles trabalham o dia todo).
Pouco depois que durmo, sinto o barulho de uma música que me acorda (o quarto dos meus pais dá pro quintal, se comunicando com uma janela de persianas). Um pouco irritado, porque ainda tava cansado, espio pra ver que bagunça era aquela, e o que vi me tirou o fôlego, me tirou todo o cansaço que tinha. Minhas irmãs e a Vane tomando sol, não de biquíni, mas de calcinha e sutiã. A Fabiana usava um conjunto de algodão branco, que na parte de cima cobria os peitos dela, mas na parte de baixo era estilo fio dental, ver aquela bunda só coberta por um fiozinho me deixou a mil. A Anto, com um conjunto de renda preta, a parte de cima parecia que se segurava no lugar como por mágica; segurar aquele par de peitos não era tarefa fácil pra aquele pedacinho de pano; a parte de baixo dela era um pouco maior que a da Fabi, não muito, uma tanga bem enfiada. Mas meus olhos ficaram arregalados quando vi a Vane. Aquela visão não vou esquecer tão cedo. Ela tava deitada de bruços, e com a tira do sutiã desabotoado, pra não ficar marca. Da minha posição dava pra ver o lado daquelas tetonas enormes. E a bunda dela, também coberta, igual a da minha irmã Fabi, com um fio dental, só que com um coração no lugar onde os fios se encontram. Uma verdadeira maravilha.
As minas estavam no mundo delas, relaxadas, fazendo piadas entre si, passando bronzeador uma na outra, tomando chimarrão. De vez em quando, pulavam na piscina pra se refrescar e continuar o trampo, no sol, totalmente alheias a mim, que não queria nem piscar pra não perder aquele espetáculo.
Completamente viajando, e com uma ereção do caralho, comecei a bater uma sem perder nenhum detalhe do que rolava no quintal, separado só pela persiana, mas com a certeza de que ninguém me via. Não demorou muito pra eu gozar, e soltar vários jatos de porra, que depois tive que limpar. Foi uma das melhores punhetas da minha vida! Terminado o serviço, me deitei na cama dos meus pais pra descansar mais um pouco, mas umas horas depois, minha curiosidade, o tesão e a putaria que tava me dominando me levaram a espiar de novo o trio de deusas que tava no quintal. Pra minha surpresa, as 3 estavam de pé, e foram pro banheiro pequeno que temos no quintal, e na hora escutei o barulho inconfundível da chuva que se ouve quando liga o chuveiro.
Eu não acreditava, elas estavam tomando banho juntas as 3! Sinceramente, não sei o que rolou naquele banheiro, mas na minha mente criei um filme digno de ganhar um prêmio de melhor filme pornô. Tudo isso me fez bater mais uma bronha, que mesmo não gozando a mesma quantidade de porra que antes, o prazer foi muito maior.
Daí a pouco as minas saíram do banheiro, totalmente trocadas, como se nada tivesse acontecido. E eu me apressei pra voltar pra sala, pra poder ver e me despedir da Vane, que tava indo embora.
Os dias seguintes foram parecidos com esse. Eu, de sacanagem. Cansaço, eu ia pro quarto dos meus pais continuar com o trabalho de espionagem. Sinceramente, não conseguia acreditar. Ter umas bestas daquelas de calcinha e sutiã, a poucos metros de distância. Qualquer homem de toda Córdoba teria pago pra ver aquele espetáculo.
Lá pra meados de dezembro, quando eu finalmente tinha terminado as aulas e as provas finais, tinha todo o tempo livre do mundo, mas não conseguia parar de espionar as garotas. Nessa altura, acho que elas já desconfiavam de alguma coisa, porque as brincadeiras delas estavam cada vez menos inocentes, e as roupas íntimas, menores e mais provocantes. De qualquer forma, o tratamento comigo continuava o mesmo.
Um dos últimos dias do ano, e com o mesmo ritual de sempre (elas tomando sol, eu espiando), a Vane anuncia que vai ao banheiro, e pra minha surpresa, quando vai pra lá, não tira os olhos da janela. Sinal claro de que minha presença já não passava despercebida. Eu francamente achei que meu jogo tinha acabado, mas me vi surpreso de novo ao ver que ela deu um sorriso que tomava o rosto inteiro.
Quando voltou pras minhas irmãs, vi que falou algo baixinho; as três riram e olharam pra minha janela, e naquele momento, a Fabi desamarrou as tiras do sutiã da Vane, deixando ela de peitos de fora, sem se cobrir. Meu jogo não tinha acabado, tinha mudado. Agora elas estavam brincando comigo.
Os peitos da Vane, como já disse, são um monumento, mas vê-los assim, livres ao sol, pela primeira vez, me paralisou. Minhas irmãs começaram a espalhar óleo bronzeador pelo corpo todo dela, passando a mão nos peitos dela, deixando aqueles mamilos bem durinhos. A única coisa que eu queria era entrar no quintal e comer as três, mas elas não foram além, e eu tive que me contentar com uma boa punheta.
Mesmo assim, eu já tava decidido, tinha que pegar aquelas gostosas de qualquer jeito!
Uma semana depois do ocorrido, e depois de vários dias de chuva que interromperam meu jogo de espionagem, recebo um WhatsApp de um número que não tinha salvo:
"Sebi, Sou a Vane, desculpa te encher o saco, mas não consigo falar com suas irmãs. Pode avisar que hoje à tarde vou pegar um sol? ;)” (isso foi uma provocação mais que direta)
“Vane, como vai? Não esquenta que eu aviso elas. Mas tentem não fazer tanto barulho na minha hora de sesta, haha”
“Sebi, tenho a impressão de que você não dorme muito. Ou vai me dizer que não curte o espetáculo?”
Nisso, meu pau já tava durasso. A puta tinha me pego espiando e tava entrando na brincadeira.
“Não sei do que você tá falando, Vane. Mas vem pra cá hoje à tarde que minhas irmãs já tão avisadas.”
“Valeu, Sebi, te vejo mais tarde, pela janela! ;)”
Eu não acreditava na minha situação. Ia curtir essas três gostosas, mas dessa vez elas iam saber que eu tava espiando.
Quando a Vane chegou em casa, eu já tava no meu posto estratégico. Enquanto elas iam pro quintal, eu não parava de imaginar. Quando espiei pela persiana, o que vi me deixou de boca aberta. As minhas tavam completamente peladas, se tocando e se beijando. Tudo pra mim. Minhas irmãs tinham a buceta com uma matinha de pelo, uma linha fina que me fez perder a cabeça. A Fabi com aquela maravilha de raba, com um risco lindo separando aqueles cachetes perfeitos. A Anto e a tatuagem no peito direito, meu Deus! Não via a hora de passar a língua ali. E a Vane, com a buceta toda depilada, bem rosada; os peitões enormes que eu já tinha visto, e aquele rabo que pedia uma pirocada na hora.
Não passaram nem 10 minutos e as minhas começaram a trepar entre elas, eu só via aquele show de bucetas, peitos, línguas, bundas e dedos sem nem conseguir respirar. Depois de uma hora, todas tinham gozado, igual a mim, e foram descansar, exaustas dos orgasmos, assim como eu.
Umas 2 horas depois, acordo com o barulho da porta do quarto e vejo a Vane entrando, pelada como antes, e ela diz: tenho certeza que você curtiu o espetáculo de antes, mas por via das dúvidas, vim te dar um show particular", e de uma vez só puxou minha cueca pra baixo e enfiou meu pau (que já tava duro de novo) direto na boca dela. Que jeito de chupar essa porra essa mulher! O melhor boquete da minha vida, de longe. Descia, subia, chupava minhas bolas, a cabeça. Passava a língua por todo o tronco. Não deixava um lugar sem explorar. Nisso, ela se acomoda em cima de mim e a gente começou um 69 de cinema. Enquanto eu chupava aquela buceta deliciosa, sem um pelo, aproveitava e brincava com meus dedos no buraquinho da raba dela, um asterisco perfeito. Ela não parava de gemer e ofegar, e enfiava meu pau cada vez mais fundo.
Num dado momento, na mesma posição, sinto mais umas duas línguas no meu piru, e vejo, totalmente surpreso, que minhas irmãs tinham se juntado à festa. Uma loucura total, 3 línguas pro meu pau sozinho. Mas de vez em quando, alguma delas deslizava pro meu cu, o que eu adorava.
Quando termino de chupar aquela buceta enorme da Vane, peço pras minhas irmãs se deitarem uma em cima da outra, e com a Vane a gente começa a chupar todas, buceta e cu, enquanto elas se beijavam como nunca vi duas mulheres se beijarem. E eram minhas irmãs. Assim chegaram ao primeiro orgasmo da tarde. Entre gritos de prazer.
A primeira que teve a sorte de eu meter o pau foi a Fabi, ela de quatro. A visão daquela raba nessa posição só era superada por ver a Fabi comendo a buceta da Vane, e ela a da Anto. A gente ficou transando mais um tempo assim, até a Fabi gozar e a Anto dizer que era a vez dela. Dessa vez, ela se acomodou em cima de mim, e assim pude aproveitar os peitos lindos dela, que eu devorava igual um animal, enquanto meu dedinho brincava na porta da raba dela, entrando e saindo. Umas 15 minutos depois, a Anto também gozou, e era a vez da Vane, que se aproximou e com uma voz de puta falou: "eu quero que você me coma". Booty, Sebi".
Às suas ordens. Chupei a bunda dela por um tempo pra lubrificar, e enfiei a cabeça devagar, mas em um minuto já tinha entrado inteira, e tava metendo feito um desesperado.
Quando tava perto de gozar, tirei daquele buraco glorioso e as três minas começaram a chupar minha pica de novo até eu gozar. Nunca na vida gozei tanto como nessa tarde, mas elas cuidaram pra não derramar nem uma gota de porra. Eu via elas se beijando com a boca cheia da minha porra quentinha, e isso me deixou duro de novo. Teve uma segunda rodada, e dessa vez todo mundo terminou morto, quase desmaiando. Foi uma tarde incrível. O cheiro de sexo no quarto entrava pelos poros.
Os dias foram passando, e até hoje, com minhas irmãs e a Vane, a gente se manda umas fodas do caralho, usando todos os cantos da casa. Incluindo a piscina.
Os principais protagonistas dessa história somos: eu, Sebastian, 25 anos, 1,80 de altura, joguei basquete a vida toda (embora sem dar muita importância pra academia), então tenho um físico normal, trabalhado pelo esporte, e só; sou de pele bronzeada e moreno de cabelo, mas meu visual há vários anos é careca total. Minha irmã do meio, Fabiana, 27 anos, a mais alta da família; uma morena que, nas palavras dos meus amigos, simplesmente parte o chão; mesmo não tendo muito peito, tem uma bunda que chama poderosamente a atenção, e como uma boa gostosa, adora mostrar e se destacar; tem um nariz meio pontudo, mas isso dá um aspecto ainda mais de putinha; uma delícia monumental. Minha irmã mais velha, Antonella, 30 anos; diferente da Fabi, ela tem uns peitos de outro planeta, e pra completar, quando usa roupa decotada, dá pra adivinhar o começo de uma tatuagem, que convida a imaginar como termina; não tem o corpo da Fabi, mas não está nada mal, esses peitos enlouquecem qualquer um e, igual à minha irmã mais nova, é morena e um pouco mais escura de pele. A última protagonista é a Vanesa, 26 anos, amiga do grupo da Fabiana; uma morena linda que, na minha humilde opinião, era a gostosa mais bonita da Cidade, um verdadeiro caminhão; de rosto era maravilhosa, pele morena, e uns olhos turquesa que hipnotizavam; os peitos?, os melhores que já vi na vida, com a redondez perfeita, bem durinhos, e uns bicos rosados que ficavam duros com uma facilidade incrível; a bunda?, uma verdadeira obra de arte, bem empinada, como se fosse feita à mão, bem redonda e incrivelmente firme. Segundo o comentário do bairro, a Vane não tinha nada a invejar das vedetes do país.
A história acontece em Córdoba capital, há 4 meses, quando começavam os primeiros calores e todas as mulheres se desesperam pra pegar sol, pra adquirir um pouco de cor e o verão não pegar elas pálidas. Como se a vida dependesse disso.
Eu terminava o expediente na faculdade e ia pra minha casa, à 1 da tarde. Faço curso na universidade pública, e como a maioria sabe, os confortos dela não são lá essas coisas. Nessa época, o calor já era sufocante, ainda mais naquela hora do dia, como se fosse um presságio do verão que tava chegando.
Ao chegar em casa, vejo que minhas irmãs e a Vane estavam se sentando pra almoçar, algo leve, já que também não queriam estragar a silhueta. Me convidam, mas digo que não, porque meu cansaço, somado ao calor que tava fazendo, só queria dormir uma soneca no quarto dos meus pais, que era o único que, além de ter televisão, tinha ar-condicionado (eles trabalham o dia todo).
Pouco depois que durmo, sinto o barulho de uma música que me acorda (o quarto dos meus pais dá pro quintal, se comunicando com uma janela de persianas). Um pouco irritado, porque ainda tava cansado, espio pra ver que bagunça era aquela, e o que vi me tirou o fôlego, me tirou todo o cansaço que tinha. Minhas irmãs e a Vane tomando sol, não de biquíni, mas de calcinha e sutiã. A Fabiana usava um conjunto de algodão branco, que na parte de cima cobria os peitos dela, mas na parte de baixo era estilo fio dental, ver aquela bunda só coberta por um fiozinho me deixou a mil. A Anto, com um conjunto de renda preta, a parte de cima parecia que se segurava no lugar como por mágica; segurar aquele par de peitos não era tarefa fácil pra aquele pedacinho de pano; a parte de baixo dela era um pouco maior que a da Fabi, não muito, uma tanga bem enfiada. Mas meus olhos ficaram arregalados quando vi a Vane. Aquela visão não vou esquecer tão cedo. Ela tava deitada de bruços, e com a tira do sutiã desabotoado, pra não ficar marca. Da minha posição dava pra ver o lado daquelas tetonas enormes. E a bunda dela, também coberta, igual a da minha irmã Fabi, com um fio dental, só que com um coração no lugar onde os fios se encontram. Uma verdadeira maravilha.
As minas estavam no mundo delas, relaxadas, fazendo piadas entre si, passando bronzeador uma na outra, tomando chimarrão. De vez em quando, pulavam na piscina pra se refrescar e continuar o trampo, no sol, totalmente alheias a mim, que não queria nem piscar pra não perder aquele espetáculo.
Completamente viajando, e com uma ereção do caralho, comecei a bater uma sem perder nenhum detalhe do que rolava no quintal, separado só pela persiana, mas com a certeza de que ninguém me via. Não demorou muito pra eu gozar, e soltar vários jatos de porra, que depois tive que limpar. Foi uma das melhores punhetas da minha vida! Terminado o serviço, me deitei na cama dos meus pais pra descansar mais um pouco, mas umas horas depois, minha curiosidade, o tesão e a putaria que tava me dominando me levaram a espiar de novo o trio de deusas que tava no quintal. Pra minha surpresa, as 3 estavam de pé, e foram pro banheiro pequeno que temos no quintal, e na hora escutei o barulho inconfundível da chuva que se ouve quando liga o chuveiro.
Eu não acreditava, elas estavam tomando banho juntas as 3! Sinceramente, não sei o que rolou naquele banheiro, mas na minha mente criei um filme digno de ganhar um prêmio de melhor filme pornô. Tudo isso me fez bater mais uma bronha, que mesmo não gozando a mesma quantidade de porra que antes, o prazer foi muito maior.
Daí a pouco as minas saíram do banheiro, totalmente trocadas, como se nada tivesse acontecido. E eu me apressei pra voltar pra sala, pra poder ver e me despedir da Vane, que tava indo embora.
Os dias seguintes foram parecidos com esse. Eu, de sacanagem. Cansaço, eu ia pro quarto dos meus pais continuar com o trabalho de espionagem. Sinceramente, não conseguia acreditar. Ter umas bestas daquelas de calcinha e sutiã, a poucos metros de distância. Qualquer homem de toda Córdoba teria pago pra ver aquele espetáculo.
Lá pra meados de dezembro, quando eu finalmente tinha terminado as aulas e as provas finais, tinha todo o tempo livre do mundo, mas não conseguia parar de espionar as garotas. Nessa altura, acho que elas já desconfiavam de alguma coisa, porque as brincadeiras delas estavam cada vez menos inocentes, e as roupas íntimas, menores e mais provocantes. De qualquer forma, o tratamento comigo continuava o mesmo.
Um dos últimos dias do ano, e com o mesmo ritual de sempre (elas tomando sol, eu espiando), a Vane anuncia que vai ao banheiro, e pra minha surpresa, quando vai pra lá, não tira os olhos da janela. Sinal claro de que minha presença já não passava despercebida. Eu francamente achei que meu jogo tinha acabado, mas me vi surpreso de novo ao ver que ela deu um sorriso que tomava o rosto inteiro.
Quando voltou pras minhas irmãs, vi que falou algo baixinho; as três riram e olharam pra minha janela, e naquele momento, a Fabi desamarrou as tiras do sutiã da Vane, deixando ela de peitos de fora, sem se cobrir. Meu jogo não tinha acabado, tinha mudado. Agora elas estavam brincando comigo.
Os peitos da Vane, como já disse, são um monumento, mas vê-los assim, livres ao sol, pela primeira vez, me paralisou. Minhas irmãs começaram a espalhar óleo bronzeador pelo corpo todo dela, passando a mão nos peitos dela, deixando aqueles mamilos bem durinhos. A única coisa que eu queria era entrar no quintal e comer as três, mas elas não foram além, e eu tive que me contentar com uma boa punheta.
Mesmo assim, eu já tava decidido, tinha que pegar aquelas gostosas de qualquer jeito!
Uma semana depois do ocorrido, e depois de vários dias de chuva que interromperam meu jogo de espionagem, recebo um WhatsApp de um número que não tinha salvo:
"Sebi, Sou a Vane, desculpa te encher o saco, mas não consigo falar com suas irmãs. Pode avisar que hoje à tarde vou pegar um sol? ;)” (isso foi uma provocação mais que direta)
“Vane, como vai? Não esquenta que eu aviso elas. Mas tentem não fazer tanto barulho na minha hora de sesta, haha”
“Sebi, tenho a impressão de que você não dorme muito. Ou vai me dizer que não curte o espetáculo?”
Nisso, meu pau já tava durasso. A puta tinha me pego espiando e tava entrando na brincadeira.
“Não sei do que você tá falando, Vane. Mas vem pra cá hoje à tarde que minhas irmãs já tão avisadas.”
“Valeu, Sebi, te vejo mais tarde, pela janela! ;)”
Eu não acreditava na minha situação. Ia curtir essas três gostosas, mas dessa vez elas iam saber que eu tava espiando.
Quando a Vane chegou em casa, eu já tava no meu posto estratégico. Enquanto elas iam pro quintal, eu não parava de imaginar. Quando espiei pela persiana, o que vi me deixou de boca aberta. As minhas tavam completamente peladas, se tocando e se beijando. Tudo pra mim. Minhas irmãs tinham a buceta com uma matinha de pelo, uma linha fina que me fez perder a cabeça. A Fabi com aquela maravilha de raba, com um risco lindo separando aqueles cachetes perfeitos. A Anto e a tatuagem no peito direito, meu Deus! Não via a hora de passar a língua ali. E a Vane, com a buceta toda depilada, bem rosada; os peitões enormes que eu já tinha visto, e aquele rabo que pedia uma pirocada na hora.
Não passaram nem 10 minutos e as minhas começaram a trepar entre elas, eu só via aquele show de bucetas, peitos, línguas, bundas e dedos sem nem conseguir respirar. Depois de uma hora, todas tinham gozado, igual a mim, e foram descansar, exaustas dos orgasmos, assim como eu.
Umas 2 horas depois, acordo com o barulho da porta do quarto e vejo a Vane entrando, pelada como antes, e ela diz: tenho certeza que você curtiu o espetáculo de antes, mas por via das dúvidas, vim te dar um show particular", e de uma vez só puxou minha cueca pra baixo e enfiou meu pau (que já tava duro de novo) direto na boca dela. Que jeito de chupar essa porra essa mulher! O melhor boquete da minha vida, de longe. Descia, subia, chupava minhas bolas, a cabeça. Passava a língua por todo o tronco. Não deixava um lugar sem explorar. Nisso, ela se acomoda em cima de mim e a gente começou um 69 de cinema. Enquanto eu chupava aquela buceta deliciosa, sem um pelo, aproveitava e brincava com meus dedos no buraquinho da raba dela, um asterisco perfeito. Ela não parava de gemer e ofegar, e enfiava meu pau cada vez mais fundo.
Num dado momento, na mesma posição, sinto mais umas duas línguas no meu piru, e vejo, totalmente surpreso, que minhas irmãs tinham se juntado à festa. Uma loucura total, 3 línguas pro meu pau sozinho. Mas de vez em quando, alguma delas deslizava pro meu cu, o que eu adorava.
Quando termino de chupar aquela buceta enorme da Vane, peço pras minhas irmãs se deitarem uma em cima da outra, e com a Vane a gente começa a chupar todas, buceta e cu, enquanto elas se beijavam como nunca vi duas mulheres se beijarem. E eram minhas irmãs. Assim chegaram ao primeiro orgasmo da tarde. Entre gritos de prazer.
A primeira que teve a sorte de eu meter o pau foi a Fabi, ela de quatro. A visão daquela raba nessa posição só era superada por ver a Fabi comendo a buceta da Vane, e ela a da Anto. A gente ficou transando mais um tempo assim, até a Fabi gozar e a Anto dizer que era a vez dela. Dessa vez, ela se acomodou em cima de mim, e assim pude aproveitar os peitos lindos dela, que eu devorava igual um animal, enquanto meu dedinho brincava na porta da raba dela, entrando e saindo. Umas 15 minutos depois, a Anto também gozou, e era a vez da Vane, que se aproximou e com uma voz de puta falou: "eu quero que você me coma". Booty, Sebi".
Às suas ordens. Chupei a bunda dela por um tempo pra lubrificar, e enfiei a cabeça devagar, mas em um minuto já tinha entrado inteira, e tava metendo feito um desesperado.
Quando tava perto de gozar, tirei daquele buraco glorioso e as três minas começaram a chupar minha pica de novo até eu gozar. Nunca na vida gozei tanto como nessa tarde, mas elas cuidaram pra não derramar nem uma gota de porra. Eu via elas se beijando com a boca cheia da minha porra quentinha, e isso me deixou duro de novo. Teve uma segunda rodada, e dessa vez todo mundo terminou morto, quase desmaiando. Foi uma tarde incrível. O cheiro de sexo no quarto entrava pelos poros.
Os dias foram passando, e até hoje, com minhas irmãs e a Vane, a gente se manda umas fodas do caralho, usando todos os cantos da casa. Incluindo a piscina.
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