De repente, ouviram-se passos. Da escuridão surgiram três homens nus, mas de capuz. Seus corpos eram atléticos, robustos, com músculos bem definidos. Carregavam cacetas magníficas. Grossas, venosas e com mais de 20 cm. Eram três garanhões.
Lucia e Federico eram dois "meninos bem" de Recoleta. Conheciam-se desde crianças e ambos tinham 21 anos. Namoravam há mais de 10 anos, estavam juntos desde a sexta série, e tiveram seu primeiro encontro sexual sendo muito precoces. Apesar da idade, já haviam percorrido um longo e desgastante caminho nessa matéria, que incluía trios, trocas e orgias.
Lucia era alta e magra. Seu cabelo chegava quase à cintura e era castanho com pontas douradas. Não tinha muito busto, mas sim uma bunda perfeita.
Fede era magro, de corpo miúdo e adolescente, com aparência andrógina. Não era muito dotado, mas era bonito demais para ser homem.
Ela estava decidida a dar uma guinada em sua vida sexual, mas sem abrir mão da companhia do parceiro. Ele não estava tão convencido, mas ia se deixar levar.
Navegando por páginas eróticas, descobriram o "Fantasy Club", um reduto swinger onde as histórias não se limitavam à troca de casais, mas você podia realizar todas as suas fantasias. Um lugar para gente de mente muito aberta.
A fantasia deles... ser subjugados e possuídos.
Tomaram seu tempo para decidir, mas a curiosidade pesou.
Um sábado de janeiro foi o escolhido.
Chegaram ao lugar e foram recebidos por um porteiro que, ao vê-los inexperientes, explicou a modalidade do clube.
Sem mais delongas e com a decisão já tomada, entraram.
O lugar tinha uma luz âmbar suave e suas paredes eram aveludadas. A decoração era barroca.
Em um minuto, aproximou-se uma garçonete. Uma morena deslumbrante que estava completamente nua. Tinha o cabelo preso e puxado para trás. Só usava sapatos de salto agulha e um laço na altura do pescoço.
Amavelmente, ofereceu-lhes um cardápio de drinques. Os mesmos Eles tinham o nome da fantasia que desejavam.
Dirigiram-se ao bar… anal campari, vir gin, sex on the trio, master and slave hard tonic e sua versão mais leve. Decidiram-se por esta última.
Pouco depois, chegaram os drinks. Brindaram e começaram a degustá-los.
Rapidamente, sentiram-se tontos e ambos perderam a consciência.
Quando acordaram, estavam em um quarto semi-escuro.
Fede estava nu. Encontrava-se ajoelhado e amarrado pelos pés e mãos a uma coluna que estava atrás dele. De frente, a apenas 4 metros, estava Lúcia com os olhos vendados, nua e amarrada na posição "de quatro".
Ela, assustada, chamou por Fede, e ele respondeu imediatamente, descrevendo a situação. Lúcia relaxou, riu e mostrou-se excitada. Ele, por outro lado, não estava tão confortável.
De repente, ouviram-se passos. Da escuridão saíram três homens nus e encapuzados. Seus corpos eram atléticos, robustos e com os músculos bem definidos.
Os três portavam magníficos paus. Grossos, venosos e com mais de 20 cm. Eram verdadeiros garanhões.
Sem dizer absolutamente nada, um colocou-se atrás de Lúcia e começou a lamber seu cu.
Outro posicionou-se de frente para ela, pegou-a pelo cabelo e obrigou-a a abrir bem a boca. Sem dar-lhe tempo, enfiou seu enorme pênis até a garganta. Lúcia engasgou, mas não emitiu uma palavra.
O terceiro colocou-se ao lado de Fede e começou a se masturbar, a centímetros de seu rosto, mas olhando para o trio. Fede tentou reclamar, mas foi imediatamente silenciado por um tapa violento… "Cala a boca, moleque! Aqui quem manda somos nós, vocês são nossos escravos."
Aquele que lambia o cu de Lúcia levantou-se, apoiou seu pau entre os lábios vaginais e, sem piedade, enfiou até o fundo.
O gemido de prazer de Lúcia ecoou por todo o quarto, apesar de ter uma rola no fundo de sua garganta.
Fede não saía de seu espanto, estava paralisado.
Após alguns minutos, os dois amos trocaram de lugar. Durante a troca, Lúcia não sabia o que iria acontecer e… Instintivamente, solto uma frase que "ferrou" a cabeça do Fede.
- Não, não vão embora, não me deixem assim, quero pau, quero mais pau, por favor!
Enquanto isso, o Fede tinha entrado em crise, estava completamente desconcertado.
- Isso não é o que a gente queria!!! (na verdade, ele falava por si, porque a Lúcia estava num nirvana).
O macho que estava se masturbando ao lado dele parou, pegou ele pelo cabelo e colocou o pau enorme na boca dele.
Fede virou a cabeça para o lado, com nojo, se recusando.
A resposta foi outro tapa violento.
Dessa vez, Fede ficou olhando para ela, engoliu seco e, com uma cara de angústia, abriu os lábios. O garanhão colocou a mão na nuca dele e puxou até enfiar tudo, fazendo o nariz do Fede encostar no púbis dele.
Ele engasgou, e a primeira sensação foi ambígua, como água, não tinha gosto, mas ele gostou.
Sentiu um leve formigamento na barriga, uma pequena excitação, e ficou ainda mais desconfortado do que já estava – não cabia na sua natureza se sentir atraído por um pênis.
Conforme ele foi chupando, foi pegando mais gosto e já não era mais desagradável, muito pelo contrário.
Em resposta a isso, o pau do Fede foi crescendo até ficar completamente ereto.
O macho soltou as mãos dele. A primeira coisa que o novinho fez foi levá-las até o membro do seu "senhor" e começar a masturbá-lo sem parar de chupar.
Ele mamava com paixão, não por obrigação. Enquanto fazia isso, olhava para a Lúcia, como ela estava sendo comida e como gritava de prazer, e isso o excitava ainda mais.
- Fede! O que você tá fazendo?, perguntou a namorada dele em um dos poucos momentos de respiro que ela teve.
Fede, instantaneamente, parou de chupar aquele pauzão e respondeu.
- Nada, tô te olhando e me masturbando, me excita muito ver como te comem!
Mentira. Na verdade, ele estava excitado em continuar chupando aquele pau e mal podia esperar para ter o cu arrombado.
CONTINUARÁ
Lucia e Federico eram dois "meninos bem" de Recoleta. Conheciam-se desde crianças e ambos tinham 21 anos. Namoravam há mais de 10 anos, estavam juntos desde a sexta série, e tiveram seu primeiro encontro sexual sendo muito precoces. Apesar da idade, já haviam percorrido um longo e desgastante caminho nessa matéria, que incluía trios, trocas e orgias.
Lucia era alta e magra. Seu cabelo chegava quase à cintura e era castanho com pontas douradas. Não tinha muito busto, mas sim uma bunda perfeita.
Fede era magro, de corpo miúdo e adolescente, com aparência andrógina. Não era muito dotado, mas era bonito demais para ser homem.
Ela estava decidida a dar uma guinada em sua vida sexual, mas sem abrir mão da companhia do parceiro. Ele não estava tão convencido, mas ia se deixar levar.
Navegando por páginas eróticas, descobriram o "Fantasy Club", um reduto swinger onde as histórias não se limitavam à troca de casais, mas você podia realizar todas as suas fantasias. Um lugar para gente de mente muito aberta.
A fantasia deles... ser subjugados e possuídos.
Tomaram seu tempo para decidir, mas a curiosidade pesou.
Um sábado de janeiro foi o escolhido.
Chegaram ao lugar e foram recebidos por um porteiro que, ao vê-los inexperientes, explicou a modalidade do clube.
Sem mais delongas e com a decisão já tomada, entraram.
O lugar tinha uma luz âmbar suave e suas paredes eram aveludadas. A decoração era barroca.
Em um minuto, aproximou-se uma garçonete. Uma morena deslumbrante que estava completamente nua. Tinha o cabelo preso e puxado para trás. Só usava sapatos de salto agulha e um laço na altura do pescoço.
Amavelmente, ofereceu-lhes um cardápio de drinques. Os mesmos Eles tinham o nome da fantasia que desejavam.
Dirigiram-se ao bar… anal campari, vir gin, sex on the trio, master and slave hard tonic e sua versão mais leve. Decidiram-se por esta última.
Pouco depois, chegaram os drinks. Brindaram e começaram a degustá-los.
Rapidamente, sentiram-se tontos e ambos perderam a consciência.
Quando acordaram, estavam em um quarto semi-escuro.
Fede estava nu. Encontrava-se ajoelhado e amarrado pelos pés e mãos a uma coluna que estava atrás dele. De frente, a apenas 4 metros, estava Lúcia com os olhos vendados, nua e amarrada na posição "de quatro".
Ela, assustada, chamou por Fede, e ele respondeu imediatamente, descrevendo a situação. Lúcia relaxou, riu e mostrou-se excitada. Ele, por outro lado, não estava tão confortável.
De repente, ouviram-se passos. Da escuridão saíram três homens nus e encapuzados. Seus corpos eram atléticos, robustos e com os músculos bem definidos.
Os três portavam magníficos paus. Grossos, venosos e com mais de 20 cm. Eram verdadeiros garanhões.
Sem dizer absolutamente nada, um colocou-se atrás de Lúcia e começou a lamber seu cu.
Outro posicionou-se de frente para ela, pegou-a pelo cabelo e obrigou-a a abrir bem a boca. Sem dar-lhe tempo, enfiou seu enorme pênis até a garganta. Lúcia engasgou, mas não emitiu uma palavra.
O terceiro colocou-se ao lado de Fede e começou a se masturbar, a centímetros de seu rosto, mas olhando para o trio. Fede tentou reclamar, mas foi imediatamente silenciado por um tapa violento… "Cala a boca, moleque! Aqui quem manda somos nós, vocês são nossos escravos."
Aquele que lambia o cu de Lúcia levantou-se, apoiou seu pau entre os lábios vaginais e, sem piedade, enfiou até o fundo.
O gemido de prazer de Lúcia ecoou por todo o quarto, apesar de ter uma rola no fundo de sua garganta.
Fede não saía de seu espanto, estava paralisado.
Após alguns minutos, os dois amos trocaram de lugar. Durante a troca, Lúcia não sabia o que iria acontecer e… Instintivamente, solto uma frase que "ferrou" a cabeça do Fede.
- Não, não vão embora, não me deixem assim, quero pau, quero mais pau, por favor!
Enquanto isso, o Fede tinha entrado em crise, estava completamente desconcertado.
- Isso não é o que a gente queria!!! (na verdade, ele falava por si, porque a Lúcia estava num nirvana).
O macho que estava se masturbando ao lado dele parou, pegou ele pelo cabelo e colocou o pau enorme na boca dele.
Fede virou a cabeça para o lado, com nojo, se recusando.
A resposta foi outro tapa violento.
Dessa vez, Fede ficou olhando para ela, engoliu seco e, com uma cara de angústia, abriu os lábios. O garanhão colocou a mão na nuca dele e puxou até enfiar tudo, fazendo o nariz do Fede encostar no púbis dele.
Ele engasgou, e a primeira sensação foi ambígua, como água, não tinha gosto, mas ele gostou.
Sentiu um leve formigamento na barriga, uma pequena excitação, e ficou ainda mais desconfortado do que já estava – não cabia na sua natureza se sentir atraído por um pênis.
Conforme ele foi chupando, foi pegando mais gosto e já não era mais desagradável, muito pelo contrário.
Em resposta a isso, o pau do Fede foi crescendo até ficar completamente ereto.
O macho soltou as mãos dele. A primeira coisa que o novinho fez foi levá-las até o membro do seu "senhor" e começar a masturbá-lo sem parar de chupar.
Ele mamava com paixão, não por obrigação. Enquanto fazia isso, olhava para a Lúcia, como ela estava sendo comida e como gritava de prazer, e isso o excitava ainda mais.
- Fede! O que você tá fazendo?, perguntou a namorada dele em um dos poucos momentos de respiro que ela teve.
Fede, instantaneamente, parou de chupar aquele pauzão e respondeu.
- Nada, tô te olhando e me masturbando, me excita muito ver como te comem!
Mentira. Na verdade, ele estava excitado em continuar chupando aquele pau e mal podia esperar para ter o cu arrombado.
CONTINUARÁ
2 comentários - Atados y Amados
gracias