Uma noite depois de jantar e colocar o neném pra dormir, fiquei com meu marido conversando na mesa, não sei como, surgiu o assunto de um colega de trabalho dele que chamavam de Chipote, que tinha tentado pegar a recepcionista, saíram algumas vezes e na vez que foram pro hotel ele não conseguiu comer ela. Ele me disse que o Chipote tava puto da vida, eu perguntei por quê e ele, rindo, falou que é por causa da porra da pica enorme que ele tem, que é descomunal. Pobre Chipote, não acha uma buceta que aguente. Mas é tão grande assim? Siiiiiiii, você não imagina o que é, coitado, deve se acabar na punheta, eu dizia. Ele falou que tinha uma amiga que de vez em quando dava uma aliviada. Eu fiquei com tesão só de pensar nessa pica e fiquei toda dengosa, fomos pra cama e eu comi meu marido de todas as formas, dei o cu, tomei o leite dele. Ele dizia: "Parece que você ficou com tesão com a história do Chipote, hein? Faz 15 dias que a gente não transa. Tudo bem que assim gorda como eu tô não te excito, mas podia me dar uma trepada por semana, não?" "Não, amor", ele respondia, "é que tenho medo de machucar você ou o bebê. Falta pouco pra nascer, depois a gente volta ao normal." Mas eu tenho vontade de trepar sempre, o médico disse que pode, e ainda por cima grávida eu tô com muito tesão. Ele não respondia, claro, tava dormindo, esse otário.
No dia seguinte ele me liga do trabalho pra perguntar se podiam vir na sexta com uns colegas pra fazer um churrasco à noite. "Sim, qual o problema? Venham."
Chegou a sexta à noite e umas 20h foram chegando. Alguns eu conhecia, outros não. Tinha um mais baixinho, cabelo claro, tipo 45 anos, muito simpático. Num momento meu marido veio na cozinha e eu perguntei sobre esse cara. Ele, rindo, disse: "Esse é o Chipote, cuidado que ele te parte, hahaha."
Umas 1h da manhã eles começaram a jogar cartas, só tinham sobrado 5. Então meu marido me perguntou se eu não preparava um café pra eles. Jogavam um Truco de quatro, o Chipote não tava jogando, então fui pra cozinha fazer café e daqui a pouco apareceu o Chipote pra me dar uma mão. Ele fazia piada e enchia o saco com a minha barriga, me perguntou: "Posso tocar?" Falei: "Pode, fica à vontade." Ele apoiou a mão na minha barriga e num momento me disse: "Dá pra transar com essa barrigona?" Falei: "Simmmmm, por que não vou conseguir? Quem não consegue é o magrelo, ele tem nojo. Eu queria quase todo dia, mas ele me evita." "Que otário, com o tanto que vocês são gostosas grávidas e ele não te toca." "Pois é, mas fazer o quê, tenho que aguentar." Levamos o café pros caras, ele sentou num sofá, eu fui no banheiro e pensei: "Será que eu provoco um pouco o Chipote?" Tirei a calcinha e saí só com o vestidinho. Sentei no outro sofá na frente dele e notei que ele tava me encarando. Eu, de vez em quando, me mexia e tentava abrir um pouco as pernas, como quem não quer nada, e deixava ver minha buceta bem depiladinha. Percebi que ele ficava nervoso e apoiava a mão no pacotão dele. Meu marido, depois de um tempo, me pediu pra fazer mais café. Juntei as xícaras, o Chipote levantou pra ajudar e me seguiu até a cozinha. Enquanto a gente mexia o café, ele tentou pegar a chaleira com água e, de passagem, encostou o pacote na minha bunda. "Uhhhh, desculpa." Virei a cabeça, sorri e falei: "Sem problema, tá tudo bem. Mas o que você guardou aí, o desodorante?" Ele riu e disse: "Não, o que acontece é que você me deixa assim." E encostou de novo. Mmmm, era loucura o que eu sentia, fiquei toda molhada. Ele, sem perder tempo, meteu a mão por baixo do meu vestido e começou a me apalpar. Falei: "Para, louco, vão nos ver e estraga tudo." Levamos os cafés e eu fui deitar. De manhã, umas 11 horas, tocou o telefone. Era meu marido perguntando se eu não via se tinha ficado uma carteira no quincho. "Deixa eu ver... Tá, sim, tá aqui." "Ah, beleza, daqui a pouco ele vai passar pra pegar. Você vai estar?" "Sim, amor, vou estar." Lá pra uma hora tocou a campainha. Era o Chipote. Ele entrou e, de cara, me comeu. boca e amassava meus peitos, a gente tem um tempinho, ela perguntou, se o neném acabou de dormir, então temos umas três horas, e sem mais fomos pro quarto, tirei a calça dela, ela tirava meu vestido e quando vi a pica que ela tinha, minha boca encheu d'água, a bunda toda, era impressionante, super grossa, bem venosa, me agarrei naquela cock, passava a língua da cabeça até os ovos, ela me perguntou se eu aguentaria, acho que sim, dito isso, deitei ela e montei em cima, com a mão segurava a cock e fui enfiando na minha pussy, a slut, que é grande, dói, mas tentava ir descendo devagar naquela vara, doía pra caralho, mas era tão gostoso sentir aquela cock dentro que quando vi já tava toda dentro, e comecei a rebolar cada vez mais rápido, ela enfiava uns dedos no meu cu e me deixava louca, num momento saí daquele mastro e perguntei se ela não metia na minha Booty, tem certeza? Sim, quero comer pela Booty, adoro sexo anal e faz tempo que não tenho uma coisa grossa atrás, tá bem, como quiser Sweetie, fiquei de quatro, ela se ajeitou atrás, chupou bem meu cu, enfiou uns dedos, brincou um tempão no meu rabo e disse, bora tentar? Siiiiiiiiiiii, arrebenta meu cu e de uma vez entrou a cabeça, gritei ahhhhhhhhhhhhhhhhhh nem me ouviu, um empurrão e pra dentro um pedaço, agggggggggggggggghhhhhhhhhhhh, devagaaaaaaaaaar, me mata, aguenta slut, aguenta, siiiiiiiiiii aguento, sentia rasgando meu cu, continuou brincando com aquele pedaço dentro, entrava e saía, que delícia, doía pra caralho mas eu gostava muito, daí a pouco senti que entrou mais fundo, doía mas me fazia gozar como uma sexy girl, até que senti que desmaiava, ela meteu devagar mas firme até o fundo, deixou parado um pouco, até que pedi pra ela me sacudir, vai, mete forte vagabundo e foi assim, me desmontava, os peitos voavam a cada estocada era terrível ter tudo aquilo dentro de mim, entrando e saindo, gozei umas três vezes seguidas, mas pedia mais e mais e mais, mete tudo, filho da puta, siiiiiiiiiiiiiiiim, assiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, ele me segurou forte pelos quadris e meteu bem fundo, eu tentei apertar o esfíncter e ele me encheu de porra, era incrível sentir os jatos de porra quente nos meus intestinos e ouvir ele gemer e eu também, foi uma foda sublime, ele continuava me serrando como se nada, minhas pernas fraquejavam, não aguentava mais, ele tirou e eu senti que ia desmaiar, me virou e me arrastou até a borda da cama, ele de pé, me abriu e levantou um pouco minhas pernas e de uma vez dentro pela pussy, sentia meu cu transbordando de porra, ele metia até o fundo pela pussy, assim por um tempo, gozei de novo umas duas vezes e ele apertou minhas pernas e eu senti ele gozar bem dentro de mim, era lindo sentir aquela cock cuspindo porra tão fundo e tão quente, ele tirou, eu virei de lado, ele do meu lado e meteu de novo na pussy, ainda tava super dura, eu pedi pra ele deixar eu descansar um pouco, sim, slut, deixo ela quietinha dentro de você, ele me beijava, chupava meus peitos, mexia na minha bunda, eu falei deixa o cu quieto, tá doendo e sinto ele muito aberto, você gostou de sentir uma cock assim? Claro, amei, espero que não seja a última, com certeza não, agora que achei uma que aguenta tudo, espero te ver sempre, sim, tô aqui, e ele começou de novo a me comer a pussy, que tava super inchada, mas eu não conseguia dizer não, ele me serrou por um bom tempo, pedi pra ele não gozar dentro, que eu queria na boca agora, e foi assim, daqui a pouco ele não aguentava mais, tirou de repente e eu abri a boca o máximo que pude, ele enfiou a cabeça e de uma vez saiu uma cachoeira de porra, eu me engasguei, mas engoli quase tudo, ele me chamava de slut linda, falou que eu tinha tomado tudo e me dava uns beijos de língua incríveis, me deixavam super excitada, bom, são como umas 2:30, melhor eu tomar uma ducha e vazar, ele me diz: "bora pra ducha". Seguia com a cock bem dura, esse animal. Na ducha, nos ensaboamos um ao outro, como esse cara me esquenta. Me virei, me segurei nas torneiras e empinei a bunda pra trás. Ele foi me pegando por trás, passou sabão na minha booty e enfiou, bem devagarzinho, mas sem parar. Ahhhhhhhhhhhhhh, tava no céu, que jeito de sentir ela toda dentro. Dessa vez foi bem rapidinho, em pouco tempo ele me apertava forte e eu fechava bem o cu, e ele gozou de novo, pouca cum, mas bem quente e bem dentro. Ele tirou, me virei, me abaixei e limpei ela bem limpinha. Que vontade de continuar trepando com esse animal. Levantei, apoiei uma perna na borda da banheira, peguei a poronga dele e enfiei na pussy, batia no fundo e tirava tudo pra fora e de novo dentro, assim várias vezes. Gozei de novo e, bom, agora sim: "seca aí e vemos quando a gente se encontra de novo, que tal?" "Claro, com certeza." O celular tocou, era meu marido. Estávamos sentados na beira da cama. "Oi, love, já vou passar pra pegar a carteira. Espera um segundo." Se eu não fizesse aquilo, me sentava em cima dele, com a pica bem enfiada na pussy. "Agora sim, love, como eu tava dizendo, já vou passar pra pegar aquilo." Enquanto isso, eu subia e descia naquele mastro. Foi a melhor coisa, falar com ele enquanto me comiam. "Um beijo, te amo." Ele me diz: "O que cê tá fazendo, louca? Falando com ele e sentando na minha cock?" Era minha fantasia, realizei. Ele se vestiu, me deu uns beijos bons e foi embora. À noite, comi meu marido, dei o cu e a pussy, engoli a cock dele. A verdade é que parece de brinquedo, perto da besta da tarde, não sentia nada. Mas fazer o quê, né? Beijos pra todossssssssssssssss e todasssssssssssssssss.
No dia seguinte ele me liga do trabalho pra perguntar se podiam vir na sexta com uns colegas pra fazer um churrasco à noite. "Sim, qual o problema? Venham."
Chegou a sexta à noite e umas 20h foram chegando. Alguns eu conhecia, outros não. Tinha um mais baixinho, cabelo claro, tipo 45 anos, muito simpático. Num momento meu marido veio na cozinha e eu perguntei sobre esse cara. Ele, rindo, disse: "Esse é o Chipote, cuidado que ele te parte, hahaha."
Umas 1h da manhã eles começaram a jogar cartas, só tinham sobrado 5. Então meu marido me perguntou se eu não preparava um café pra eles. Jogavam um Truco de quatro, o Chipote não tava jogando, então fui pra cozinha fazer café e daqui a pouco apareceu o Chipote pra me dar uma mão. Ele fazia piada e enchia o saco com a minha barriga, me perguntou: "Posso tocar?" Falei: "Pode, fica à vontade." Ele apoiou a mão na minha barriga e num momento me disse: "Dá pra transar com essa barrigona?" Falei: "Simmmmm, por que não vou conseguir? Quem não consegue é o magrelo, ele tem nojo. Eu queria quase todo dia, mas ele me evita." "Que otário, com o tanto que vocês são gostosas grávidas e ele não te toca." "Pois é, mas fazer o quê, tenho que aguentar." Levamos o café pros caras, ele sentou num sofá, eu fui no banheiro e pensei: "Será que eu provoco um pouco o Chipote?" Tirei a calcinha e saí só com o vestidinho. Sentei no outro sofá na frente dele e notei que ele tava me encarando. Eu, de vez em quando, me mexia e tentava abrir um pouco as pernas, como quem não quer nada, e deixava ver minha buceta bem depiladinha. Percebi que ele ficava nervoso e apoiava a mão no pacotão dele. Meu marido, depois de um tempo, me pediu pra fazer mais café. Juntei as xícaras, o Chipote levantou pra ajudar e me seguiu até a cozinha. Enquanto a gente mexia o café, ele tentou pegar a chaleira com água e, de passagem, encostou o pacote na minha bunda. "Uhhhh, desculpa." Virei a cabeça, sorri e falei: "Sem problema, tá tudo bem. Mas o que você guardou aí, o desodorante?" Ele riu e disse: "Não, o que acontece é que você me deixa assim." E encostou de novo. Mmmm, era loucura o que eu sentia, fiquei toda molhada. Ele, sem perder tempo, meteu a mão por baixo do meu vestido e começou a me apalpar. Falei: "Para, louco, vão nos ver e estraga tudo." Levamos os cafés e eu fui deitar. De manhã, umas 11 horas, tocou o telefone. Era meu marido perguntando se eu não via se tinha ficado uma carteira no quincho. "Deixa eu ver... Tá, sim, tá aqui." "Ah, beleza, daqui a pouco ele vai passar pra pegar. Você vai estar?" "Sim, amor, vou estar." Lá pra uma hora tocou a campainha. Era o Chipote. Ele entrou e, de cara, me comeu. boca e amassava meus peitos, a gente tem um tempinho, ela perguntou, se o neném acabou de dormir, então temos umas três horas, e sem mais fomos pro quarto, tirei a calça dela, ela tirava meu vestido e quando vi a pica que ela tinha, minha boca encheu d'água, a bunda toda, era impressionante, super grossa, bem venosa, me agarrei naquela cock, passava a língua da cabeça até os ovos, ela me perguntou se eu aguentaria, acho que sim, dito isso, deitei ela e montei em cima, com a mão segurava a cock e fui enfiando na minha pussy, a slut, que é grande, dói, mas tentava ir descendo devagar naquela vara, doía pra caralho, mas era tão gostoso sentir aquela cock dentro que quando vi já tava toda dentro, e comecei a rebolar cada vez mais rápido, ela enfiava uns dedos no meu cu e me deixava louca, num momento saí daquele mastro e perguntei se ela não metia na minha Booty, tem certeza? Sim, quero comer pela Booty, adoro sexo anal e faz tempo que não tenho uma coisa grossa atrás, tá bem, como quiser Sweetie, fiquei de quatro, ela se ajeitou atrás, chupou bem meu cu, enfiou uns dedos, brincou um tempão no meu rabo e disse, bora tentar? Siiiiiiiiiiii, arrebenta meu cu e de uma vez entrou a cabeça, gritei ahhhhhhhhhhhhhhhhhh nem me ouviu, um empurrão e pra dentro um pedaço, agggggggggggggggghhhhhhhhhhhh, devagaaaaaaaaaar, me mata, aguenta slut, aguenta, siiiiiiiiiii aguento, sentia rasgando meu cu, continuou brincando com aquele pedaço dentro, entrava e saía, que delícia, doía pra caralho mas eu gostava muito, daí a pouco senti que entrou mais fundo, doía mas me fazia gozar como uma sexy girl, até que senti que desmaiava, ela meteu devagar mas firme até o fundo, deixou parado um pouco, até que pedi pra ela me sacudir, vai, mete forte vagabundo e foi assim, me desmontava, os peitos voavam a cada estocada era terrível ter tudo aquilo dentro de mim, entrando e saindo, gozei umas três vezes seguidas, mas pedia mais e mais e mais, mete tudo, filho da puta, siiiiiiiiiiiiiiiim, assiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim, ele me segurou forte pelos quadris e meteu bem fundo, eu tentei apertar o esfíncter e ele me encheu de porra, era incrível sentir os jatos de porra quente nos meus intestinos e ouvir ele gemer e eu também, foi uma foda sublime, ele continuava me serrando como se nada, minhas pernas fraquejavam, não aguentava mais, ele tirou e eu senti que ia desmaiar, me virou e me arrastou até a borda da cama, ele de pé, me abriu e levantou um pouco minhas pernas e de uma vez dentro pela pussy, sentia meu cu transbordando de porra, ele metia até o fundo pela pussy, assim por um tempo, gozei de novo umas duas vezes e ele apertou minhas pernas e eu senti ele gozar bem dentro de mim, era lindo sentir aquela cock cuspindo porra tão fundo e tão quente, ele tirou, eu virei de lado, ele do meu lado e meteu de novo na pussy, ainda tava super dura, eu pedi pra ele deixar eu descansar um pouco, sim, slut, deixo ela quietinha dentro de você, ele me beijava, chupava meus peitos, mexia na minha bunda, eu falei deixa o cu quieto, tá doendo e sinto ele muito aberto, você gostou de sentir uma cock assim? Claro, amei, espero que não seja a última, com certeza não, agora que achei uma que aguenta tudo, espero te ver sempre, sim, tô aqui, e ele começou de novo a me comer a pussy, que tava super inchada, mas eu não conseguia dizer não, ele me serrou por um bom tempo, pedi pra ele não gozar dentro, que eu queria na boca agora, e foi assim, daqui a pouco ele não aguentava mais, tirou de repente e eu abri a boca o máximo que pude, ele enfiou a cabeça e de uma vez saiu uma cachoeira de porra, eu me engasguei, mas engoli quase tudo, ele me chamava de slut linda, falou que eu tinha tomado tudo e me dava uns beijos de língua incríveis, me deixavam super excitada, bom, são como umas 2:30, melhor eu tomar uma ducha e vazar, ele me diz: "bora pra ducha". Seguia com a cock bem dura, esse animal. Na ducha, nos ensaboamos um ao outro, como esse cara me esquenta. Me virei, me segurei nas torneiras e empinei a bunda pra trás. Ele foi me pegando por trás, passou sabão na minha booty e enfiou, bem devagarzinho, mas sem parar. Ahhhhhhhhhhhhhh, tava no céu, que jeito de sentir ela toda dentro. Dessa vez foi bem rapidinho, em pouco tempo ele me apertava forte e eu fechava bem o cu, e ele gozou de novo, pouca cum, mas bem quente e bem dentro. Ele tirou, me virei, me abaixei e limpei ela bem limpinha. Que vontade de continuar trepando com esse animal. Levantei, apoiei uma perna na borda da banheira, peguei a poronga dele e enfiei na pussy, batia no fundo e tirava tudo pra fora e de novo dentro, assim várias vezes. Gozei de novo e, bom, agora sim: "seca aí e vemos quando a gente se encontra de novo, que tal?" "Claro, com certeza." O celular tocou, era meu marido. Estávamos sentados na beira da cama. "Oi, love, já vou passar pra pegar a carteira. Espera um segundo." Se eu não fizesse aquilo, me sentava em cima dele, com a pica bem enfiada na pussy. "Agora sim, love, como eu tava dizendo, já vou passar pra pegar aquilo." Enquanto isso, eu subia e descia naquele mastro. Foi a melhor coisa, falar com ele enquanto me comiam. "Um beijo, te amo." Ele me diz: "O que cê tá fazendo, louca? Falando com ele e sentando na minha cock?" Era minha fantasia, realizei. Ele se vestiu, me deu uns beijos bons e foi embora. À noite, comi meu marido, dei o cu e a pussy, engoli a cock dele. A verdade é que parece de brinquedo, perto da besta da tarde, não sentia nada. Mas fazer o quê, né? Beijos pra todossssssssssssssss e todasssssssssssssssss.
29 comentários - Grávida e o colega de trabalho do meu marido
muy caliente
Excelente relato 👏 👏 👏
Por más que suene lógico y hasta habitual, no siempre nos detenemos a retribuir, al menos con algunas palabras, a aquel que se ha comportado bien regalandonos a toda la comunidad P! su trabajo.
Por eso yo, Román te dice ¡¡GRACIAS POR TU APORTE!! ¡¡TE FELICITO!! por eso merece dichas gracias!!!
excelente relato!