Olá, leitores, bom dia a todos. Por segurança, não vou dar meu nome, já que sou psicólogo formado, e essa história que vou contar é real. Na verdade, aconteceu com uma paciente minha. Eu sei que um psicólogo não pode contar nada do que o paciente fala, mas nesse caso, enquanto ela me contava o que aconteceu, comecei a ficar excitado. Como faço com todos os meus pacientes, gravo o que eles dizem para analisar e arquivar. Mas agora vai ser diferente, porque de algum jeito preciso desabafar.
Antes de começar a contar a história, vou descrever um pouco como ela é. O nome dela é Aida, tem 24 anos, mede aproximadamente 1,56m, pele branca, cabelo comprido, olhos castanhos escuros. A pele dela parece macia. Ela não tem muito peito, deve ser um 32B, mas tem uma bunda enorme, natural, quase como se fosse brasileira, de verdade, incrível, e umas coxas grossas.
Essa é a história:
Eu estava tendo umas semanas pesadas de tanto trabalho, o que estava me levando a uma vida muito rotineira, era de casa pro trabalho e do trabalho pra casa. Por isso, não percebia o que acontecia ao meu redor.
Mas numa quarta-feira (lembro bem), era o último dia de trabalho porque finalmente minhas férias iam começar. Então acordei super de bem, ainda mais porque ia ver meu namorado. Tomei banho e depilei minhas pernas. Coloquei uma calcinha e um sutiã bem sexy, tudo preto, e uma calça jeans justa e uma camisa clara.
O dia estava indo maravilhosamente, mas quando saí do trabalho, tudo mudou. Andei umas ruas até meu carro, mas notei que tinha um grupo de homens perto do local. Não dei muita importância. Quando abri a caminhonete, um deles se aproximou, tapou minha boca e disse que se eu gritasse, me matava. Então não fiz nada. Pensei que eles queriam o carro, mas não. O cara que tapou minha boca me colocou no banco de trás, no meio de dois caras, e na frente iam outros dois.
Antes de a caminhonete arrancar, eu... amarraram meus pés e mãos e depois procuraram no meu bolso meu celular e um deles me disse:
– Fala, vagabunda, ou você nos diz os números dos seus pais e do seu namorado, ou a gente te corta em pedacinhos –
Ao ouvir isso, fiquei ainda mais nervosa, mas como não tinha outra escolha, dei os nomes. Em vez de ligar pra eles, mandaram uma mensagem dizendo que eu ia viajar de férias e que sentia muito por não avisar a tempo. Quando um deles leu a mensagem pra mim, fiquei surpresa porque – como é que eles sabiam que eu ia estar exatamente de férias? Meu celular tocou e um deles começou a rir e disse:
– Já era, putinha, minha filha, vamos nos divertir um bom tempo e sem ninguém desconfiar de nada –
Eu, angustiada, perguntava pra onde estavam me levando, e a única resposta que recebi foi um tapa. Passou cerca de uma hora de viagem e, pelo que ouvia no rádio, era 1h da manhã. Estava muito frio, pedi se podiam me cobrir com minha jaqueta, mas foi um grande erro, porque um deles comentou com o outro:
– Uuuh, viu só? Essa rainha tá com frio, vamos aquecer ela um pouco –
Então o que estava do meu lado começou a passar a mão na minha virilha. Não sentia muito porque estava de calça, mas ele desabotoou minha calça e, aos poucos, foi enfiando a mão e começou a me acariciar. Tirou a mão e, dessa vez, enfiou a mão dentro da minha calcinha e, com o dedo, começou a enfiar devagar na minha buceta. Eu pedia pra ele parar porque estava me machucando – os dedos dele eram ásperos. O outro cara começou a desabotoar minha camisa só na altura dos peitos, deixando meu sutiã à mostra. Ele puxou um peito pra fora e começou a chupar como se estivesse mamando, e com os dentes mordia meu mamilo, o que doía pra caralho.
Como o espaço era apertado e eles não queriam chamar muita atenção, não podiam fazer mais nada nem tirar minha calça. Então houve um silêncio. Nisso, ouvi sons de zíperes – não sabia do que se tratava – mas quando os caras pegaram minhas mãos e me... disseram
—minha rainha, isso sim é um pau de verdade, bate uma pra gente com carinho senão essa sua boquinha vai provar ele,
então comecei a bater uma pra eles, senti muito nojo porque um deles tinha o pau fedendo, tentei não machucar eles pra não me obrigarem a fazer oral, passou um tempão, quando ouvi os gemidos de excitação deles soube que iam gozar e comecei a bater mais rápido pra eles terminarem, quase os dois gozaram ao mesmo tempo, o mais nojento foi que o esperma deles ficou nas minhas mãos, aí um pegou minha mão e à força colocou na minha boca pra eu chupar a mão cheia de porra, eu não queria, mas me deram um soco no estômago, não queria que me machucassem mais, então obedeci, abri a boca e ele enfiou a mão inteira na minha boca, e se saísse com esperma ele enfiava de novo até sair limpa, senti muito nojo porque tinha um gosto ruim, por mais que me segurasse não consegui e vomitei na caminhonete, todos ficaram bravos e me chamaram
—Você é uma vadiazinha, por que vomitou, sua estúpida, quase nos sujou!!, assim que chegarmos em casa você vai ver o que vai acontecer com você, vadia.
Um deles limpou minha boca com um guardanapo, me deu um chiclete pra disfarçar o cheiro e abotoou minha calça e minha camisa, bom, pelo menos esse cara depois de um tempo me cobriu com uma jaqueta. Eu estava cansada e como já não faziam mais nada comigo e nem conversavam entre si, resolvi dormir.
Quando chegamos, me acordaram dando tapas na minha perna e um disse
—minha rainha chegou ao seu castelo,
como meus pés estavam amarrados não conseguia andar, então um deles me carregou como se fosse um saco e nisso os outros faziam barulhos estranhos com a boca, não sabia por quê até começarem a apalpar minha bunda e falarem
—ah, mas que raba essa loirinha tem, finalmente uma com bunda boa,
—nessa aqui eu meto no cu e chupo tudo…. Que delícia…
Entramos numa casa e subimos umas escadas, quando chegamos no quarto me colocaram no chão com cuidado, percebi que naquele No quarto só tinha uma cama.
Os 4 homens que estavam naquele quarto usavam máscaras de esqui e um deles disse:
— Bom, minha bunduda, por enquanto vamos deixar você dormir sossegada, porque estamos cansados de uma longa viagem. Mas amanhã cedo você vai ser nossa putinha e fazer tudo que a gente mandar. E se pensar em fugir, nem tenta: suas janelas têm grades e as portas estão trancadas com cadeado.
Antes de irem embora, os quatro me beijaram à força na boca, e o último soltou minhas mãos e pés.
Eu estava com muito medo. Por mais que olhasse pela janela, não sabia onde estava. Tudo parecia escuro, dava pra ouvir latidos de cachorros. Fui pra minha cama, mas não conseguia dormir, pensando no que aqueles caras podiam fazer comigo. Comecei a chorar, pensando na minha família e nos meus amigos.
De manhã, me acordaram bruscamente. Quando abri os olhos, me assustei porque os dois caras que entraram não estavam com o rosto coberto. Eles pararam do lado da minha cama e disseram:
— Então, minha rainha, antes de você fazer nosso café da manhã, a gente vai te dar nosso leite na cama. Se cooperar, não vai se dar mal.
Com medo, minha primeira reação foi me cobrir com o lençol e segurar firme pra não tirarem, mas foi inútil. Um deles puxou minhas pernas e o outro subiu na cama, me segurou pelos ombros e me viraram de barriga pra cima. Sacaram um canivete e me ameaçaram. Não quis mais resistir e deixei eles fazerem o que quisessem.
O que me segurou pelas pernas começou a beijar meus pés e lamber eles. Foi subindo devagar até chegar no meu quadril, desabotoou minha calça e foi puxando pra baixo. O que estava em cima da cama desabotoou minha camisa e, com uma mão, começou a apertar meu peito, enquanto com a outra tirava o pau pra fora. Depois, começou a bater na minha cara com o pau e me fez beijar o pinto dele.
Quando me deixaram só de calcinha e sutiã, me colocaram de joelhos e os dois homens ficaram na minha frente, segurando minha cabeça. e de um tapa me abriram a boca e ele enfiou o pau de uma vez, deixando lá dentro por uns segundos até eu sentir o pau dele ficando maior e mais grosso, o que me deu vontade de vomitar. Ele tirou e colocou de novo, e ficou nessa por uns minutos até que deixou o pau na minha boca de novo, mas dessa vez foi pra eu engolir todo o esperma dele. Na hora, a única opção foi engolir rápido. Quando terminou, ele falou pro outro: "Beleza, meu irmão, agora é toda sua, e olha que ela chupa bem gostoso."
A diferença desse foi que ele me fez botar a língua pra fora e lamber ele inteiro, até as bolas dele. Foi mais tranquilo, mas também me fez engolir o esperma dele.
Depois que terminaram, eles se vestiram, pegaram meus sapatos, minha calça e só deixaram minha camisa. Antes de ir embora, me falaram pra escovar os dentes e que depois voltariam pra me buscar. Comecei a chorar de novo, mas não conseguia me controlar. Tinham deixado um copo d'água e uma escova de dentes. Escovei os dentes rápido porque queria tirar aquele gosto nojento do esperma deles.
Ouvi eles subindo as escadas, abriram a porta e me mandaram descer pra preparar o café da manhã. Quando saí do quarto, vi que era uma casa grande e muito bonita. Ao entrar na cozinha, os três estavam sentados me olhando e segurando o próprio pau. Eles estavam excitados porque eu só estava de calcinha e camisa. Quando passei, um deles passou a mão e começou a acariciar minha bunda, e quando fui pro fogão, me deu um tapa na bunda. Esse doeu pra caralho. Até um comentou: "Cara, não fode, agora você passou dos limites, olha como deixou a bunda dela bem vermelhinha. Deixa eu dar uns beijos pra não doer mais."
Eu queria dar um soco nele, mas não quis arriscar muito. Todos pediram ovos estrelados com pão torrado. Quando terminei de preparar, coloquei na mesa e me mandaram sentar com eles pra comer. Quando vi que terminaram de comer, peguei os pratos e... Comecei a lavar e nisso eles começaram a falar e comentavam:
"Ô, não tá afim de uma sobremesa gostosa e molinha? E você, minha Aida, o que te dá vontade?"
Aí eu respondi que não tava afim de nada. Nisso, um deles veio por trás de mim, me abraçou e começou a beijar meu pescoço. Tirou meu avental e minha camisa, continuou me beijando até chegar nas minhas orelhas e começou a lamber. Tava me dando muito nojo. Ele me pegou pela cintura e me levou até a mesa, mandou eu colocar as mãos na mesa e não me mexer. Os outros se aproximaram, arrancaram meu sutiã de uma vez e cortaram minha calcinha com uma faca, ficando completamente nua. O que tava atrás de mim ficou acariciando minha buceta e começou a me masturbar enfiando os dedos. Eu me queixava porque ele enfiava com força e machucava meu clitóris.
Eles juntaram a mesa e os quatro me fizeram tirar a cueca deles com a boca. Me ajoelharam e eu fiquei no meio dos quatro, enquanto chupava o pau de um, outro puxava meu cabelo pra eu chupar o dele também. Enfiavam o pau com força na minha boca. Eu tentava com as mãos afastar um pouco pra parar, mas depois disso seguraram meus braços pra eu não mexer.
Um deles me levantou e me colocou inclinada. Começou a cuspir na minha buceta, dizendo que era pra lubrificar. Nisso, pegou minha cintura e de uma vez enfiou o pau na minha buceta. Eu gritei muito e implorei pra ele não fazer, mas por mais que eu implorasse, ele enfiava e tirava mais rápido.
Ele parou e disse: "Vamos ver quem é o próximo". Quando vi quem vinha, fiquei com muito medo porque o pau dele era grande e muito grosso. Quando ele enfiou, teve dificuldade, e eu gritei de novo de dor. Mas dessa vez, pra eu não continuar gritando, um enfiou o pau na minha boca e mandou eu chupar e parar de gritar. Eu só queria que aquilo acabasse logo.
Pensei que já tinha terminado, mas nunca senti quando eles gozaram. Eles tinham muita resistência. Um deles tinha um pau... Corpo e musculoso, porque aquele cara me carregou e meteu em mim. Foi tão gostoso e doloroso ao mesmo tempo, me carregando com o pau dele dentro de mim, me levou pro quarto onde eu dormia e atrás dele vinham os outros.
E foi então que ele me abaixou e me colocou contra a parede, de costas pra ele. O cara forte se agachou e começou a lamber minha buceta, foi uma sensação tão deliciosa que ele percebeu e depois me penetrou de novo, uma vez atrás da outra. Eu comecei a gemer de tesão até chegar ao orgasmo. Quando eu gozei, pedi pra ele parar, mas ele não ligou e continuou metendo até que num momento ele disse:
"Vou encher essa buceta gostosa de porra, hein, mamãe linda."
Suplicando, pedi pra ele não fazer isso, que era melhor eu engolir, e ele começou a rir, disse que eu era doida. De repente, ouvi ele gemer e meter mais rápido, até que deixou o pau um tempão dentro de mim, e eu só sentia o esperma enchendo minha buceta.
Ainda não tinha me recuperado quando os outros três me colocaram de joelhos e mandaram eu abrir a boca. Os três começaram a se masturbar, e quando um sentia que ia gozar, mandava eu abrir a boca pra engolir a porra dele, e foi assim com cada um.
Como no quarto tinha um espelho, me olhei nele e vi que minha cara estava toda melada de porra. Comecei a chorar. O cara do corpo bonito chegou perto de mim e começou a me dar umas palmadas, não muito fortes, e disse:
"Fica tranquila, minha Aida, você vai sair viva daqui, se se comportar direitinho com a gente."
Ele me abraçou e me levou pra tomar banho. Ele foi o único que ficou comigo.
Eu tinha muita vergonha de tomar banho porque ele estava lá, embora as portas do box fossem de correr e só desse pra ver a silhueta do meu corpo. Me sentia toda suja, lavei meu corpo várias vezes com sabão e escovei os dentes também.
O cara começou a conversar comigo:
"Aida, não tenha tanto medo, não somos pessoas más, só queremos nos divertir um pouco. E comigo você pode confiar, porque desde o dia que te vi, você me interessou. Muito, quando te vi de lingerie, adorei teu corpo, você é muito gostosa de verdade. Vou tentar garantir que meus colegas não te batam, ok Aida. E, a propósito, meu nome é Diego.
Enquanto ouvia o que ele dizia, não sabia se podia confiar nele ou não. Quando terminei de tomar banho, ele me passou uma toalha pra me secar. Depois de me secar, falei que não tinha mais roupa, e ele disse:
"Claro que tem roupa, Aida, está aqui fora. Espero que você goste e que seja do seu agrado. Juro que você vai ficar ainda mais gostosa."
Então perguntei se ele podia me passar a roupa pra eu me trocar, mas ele recusou. Queria que eu me trocasse lá fora, onde ele estava. Não tive outra escolha.
Vi minha roupa em cima da pia. A lingerie era branca, uma legging preta e uma camiseta comprida. Não sabia o que vestir primeiro pra que o Diego não me visse pelada. Quando tentei colocar a calcinha, a toalha caiu. Minha reação foi tampar meus peitos com uma mão e, com a outra, segurar a calcinha. Diego se levantou e me ajudou a vestir a calcinha, já que era daquelas que precisam dar nó dos dois lados.
Naquele dia, me deixaram trancada no meu quarto porque tinham saído o dia inteiro. Já estava quase escurecendo e eu estava com muita fome. Cheguei a pensar que tinham me abandonado. Bateu 10 horas da noite e eles só estavam chegando. Um deles subiu no meu quarto, deixou comida e disse que a gente se via no dia seguinte, e saiu. Por um momento, fiquei mais tranquila porque iam me deixar um tempo livre.
Na minha segunda manhã, quem me acordou foi o Diego, mandando eu preparar o café da manhã. Pelo menos dessa vez eu estava vestida. Quando desci e fui pra cozinha, eles estavam sentados esperando eu servir a comida. Mas dessa vez foi diferente. Um deles se levantou e disse que primeiro eu tinha que ganhar meu "cum". Então me colocaram debaixo da mesa pra fazer sexo oral neles. Todos fizeram questão que eu engolisse o esperma deles.
CONTINUA...
Antes de começar a contar a história, vou descrever um pouco como ela é. O nome dela é Aida, tem 24 anos, mede aproximadamente 1,56m, pele branca, cabelo comprido, olhos castanhos escuros. A pele dela parece macia. Ela não tem muito peito, deve ser um 32B, mas tem uma bunda enorme, natural, quase como se fosse brasileira, de verdade, incrível, e umas coxas grossas.
Essa é a história:
Eu estava tendo umas semanas pesadas de tanto trabalho, o que estava me levando a uma vida muito rotineira, era de casa pro trabalho e do trabalho pra casa. Por isso, não percebia o que acontecia ao meu redor.
Mas numa quarta-feira (lembro bem), era o último dia de trabalho porque finalmente minhas férias iam começar. Então acordei super de bem, ainda mais porque ia ver meu namorado. Tomei banho e depilei minhas pernas. Coloquei uma calcinha e um sutiã bem sexy, tudo preto, e uma calça jeans justa e uma camisa clara.
O dia estava indo maravilhosamente, mas quando saí do trabalho, tudo mudou. Andei umas ruas até meu carro, mas notei que tinha um grupo de homens perto do local. Não dei muita importância. Quando abri a caminhonete, um deles se aproximou, tapou minha boca e disse que se eu gritasse, me matava. Então não fiz nada. Pensei que eles queriam o carro, mas não. O cara que tapou minha boca me colocou no banco de trás, no meio de dois caras, e na frente iam outros dois.
Antes de a caminhonete arrancar, eu... amarraram meus pés e mãos e depois procuraram no meu bolso meu celular e um deles me disse:
– Fala, vagabunda, ou você nos diz os números dos seus pais e do seu namorado, ou a gente te corta em pedacinhos –
Ao ouvir isso, fiquei ainda mais nervosa, mas como não tinha outra escolha, dei os nomes. Em vez de ligar pra eles, mandaram uma mensagem dizendo que eu ia viajar de férias e que sentia muito por não avisar a tempo. Quando um deles leu a mensagem pra mim, fiquei surpresa porque – como é que eles sabiam que eu ia estar exatamente de férias? Meu celular tocou e um deles começou a rir e disse:
– Já era, putinha, minha filha, vamos nos divertir um bom tempo e sem ninguém desconfiar de nada –
Eu, angustiada, perguntava pra onde estavam me levando, e a única resposta que recebi foi um tapa. Passou cerca de uma hora de viagem e, pelo que ouvia no rádio, era 1h da manhã. Estava muito frio, pedi se podiam me cobrir com minha jaqueta, mas foi um grande erro, porque um deles comentou com o outro:
– Uuuh, viu só? Essa rainha tá com frio, vamos aquecer ela um pouco –
Então o que estava do meu lado começou a passar a mão na minha virilha. Não sentia muito porque estava de calça, mas ele desabotoou minha calça e, aos poucos, foi enfiando a mão e começou a me acariciar. Tirou a mão e, dessa vez, enfiou a mão dentro da minha calcinha e, com o dedo, começou a enfiar devagar na minha buceta. Eu pedia pra ele parar porque estava me machucando – os dedos dele eram ásperos. O outro cara começou a desabotoar minha camisa só na altura dos peitos, deixando meu sutiã à mostra. Ele puxou um peito pra fora e começou a chupar como se estivesse mamando, e com os dentes mordia meu mamilo, o que doía pra caralho.
Como o espaço era apertado e eles não queriam chamar muita atenção, não podiam fazer mais nada nem tirar minha calça. Então houve um silêncio. Nisso, ouvi sons de zíperes – não sabia do que se tratava – mas quando os caras pegaram minhas mãos e me... disseram
—minha rainha, isso sim é um pau de verdade, bate uma pra gente com carinho senão essa sua boquinha vai provar ele,
então comecei a bater uma pra eles, senti muito nojo porque um deles tinha o pau fedendo, tentei não machucar eles pra não me obrigarem a fazer oral, passou um tempão, quando ouvi os gemidos de excitação deles soube que iam gozar e comecei a bater mais rápido pra eles terminarem, quase os dois gozaram ao mesmo tempo, o mais nojento foi que o esperma deles ficou nas minhas mãos, aí um pegou minha mão e à força colocou na minha boca pra eu chupar a mão cheia de porra, eu não queria, mas me deram um soco no estômago, não queria que me machucassem mais, então obedeci, abri a boca e ele enfiou a mão inteira na minha boca, e se saísse com esperma ele enfiava de novo até sair limpa, senti muito nojo porque tinha um gosto ruim, por mais que me segurasse não consegui e vomitei na caminhonete, todos ficaram bravos e me chamaram
—Você é uma vadiazinha, por que vomitou, sua estúpida, quase nos sujou!!, assim que chegarmos em casa você vai ver o que vai acontecer com você, vadia.
Um deles limpou minha boca com um guardanapo, me deu um chiclete pra disfarçar o cheiro e abotoou minha calça e minha camisa, bom, pelo menos esse cara depois de um tempo me cobriu com uma jaqueta. Eu estava cansada e como já não faziam mais nada comigo e nem conversavam entre si, resolvi dormir.
Quando chegamos, me acordaram dando tapas na minha perna e um disse
—minha rainha chegou ao seu castelo,
como meus pés estavam amarrados não conseguia andar, então um deles me carregou como se fosse um saco e nisso os outros faziam barulhos estranhos com a boca, não sabia por quê até começarem a apalpar minha bunda e falarem
—ah, mas que raba essa loirinha tem, finalmente uma com bunda boa,
—nessa aqui eu meto no cu e chupo tudo…. Que delícia…
Entramos numa casa e subimos umas escadas, quando chegamos no quarto me colocaram no chão com cuidado, percebi que naquele No quarto só tinha uma cama.
Os 4 homens que estavam naquele quarto usavam máscaras de esqui e um deles disse:
— Bom, minha bunduda, por enquanto vamos deixar você dormir sossegada, porque estamos cansados de uma longa viagem. Mas amanhã cedo você vai ser nossa putinha e fazer tudo que a gente mandar. E se pensar em fugir, nem tenta: suas janelas têm grades e as portas estão trancadas com cadeado.
Antes de irem embora, os quatro me beijaram à força na boca, e o último soltou minhas mãos e pés.
Eu estava com muito medo. Por mais que olhasse pela janela, não sabia onde estava. Tudo parecia escuro, dava pra ouvir latidos de cachorros. Fui pra minha cama, mas não conseguia dormir, pensando no que aqueles caras podiam fazer comigo. Comecei a chorar, pensando na minha família e nos meus amigos.
De manhã, me acordaram bruscamente. Quando abri os olhos, me assustei porque os dois caras que entraram não estavam com o rosto coberto. Eles pararam do lado da minha cama e disseram:
— Então, minha rainha, antes de você fazer nosso café da manhã, a gente vai te dar nosso leite na cama. Se cooperar, não vai se dar mal.
Com medo, minha primeira reação foi me cobrir com o lençol e segurar firme pra não tirarem, mas foi inútil. Um deles puxou minhas pernas e o outro subiu na cama, me segurou pelos ombros e me viraram de barriga pra cima. Sacaram um canivete e me ameaçaram. Não quis mais resistir e deixei eles fazerem o que quisessem.
O que me segurou pelas pernas começou a beijar meus pés e lamber eles. Foi subindo devagar até chegar no meu quadril, desabotoou minha calça e foi puxando pra baixo. O que estava em cima da cama desabotoou minha camisa e, com uma mão, começou a apertar meu peito, enquanto com a outra tirava o pau pra fora. Depois, começou a bater na minha cara com o pau e me fez beijar o pinto dele.
Quando me deixaram só de calcinha e sutiã, me colocaram de joelhos e os dois homens ficaram na minha frente, segurando minha cabeça. e de um tapa me abriram a boca e ele enfiou o pau de uma vez, deixando lá dentro por uns segundos até eu sentir o pau dele ficando maior e mais grosso, o que me deu vontade de vomitar. Ele tirou e colocou de novo, e ficou nessa por uns minutos até que deixou o pau na minha boca de novo, mas dessa vez foi pra eu engolir todo o esperma dele. Na hora, a única opção foi engolir rápido. Quando terminou, ele falou pro outro: "Beleza, meu irmão, agora é toda sua, e olha que ela chupa bem gostoso."
A diferença desse foi que ele me fez botar a língua pra fora e lamber ele inteiro, até as bolas dele. Foi mais tranquilo, mas também me fez engolir o esperma dele.
Depois que terminaram, eles se vestiram, pegaram meus sapatos, minha calça e só deixaram minha camisa. Antes de ir embora, me falaram pra escovar os dentes e que depois voltariam pra me buscar. Comecei a chorar de novo, mas não conseguia me controlar. Tinham deixado um copo d'água e uma escova de dentes. Escovei os dentes rápido porque queria tirar aquele gosto nojento do esperma deles.
Ouvi eles subindo as escadas, abriram a porta e me mandaram descer pra preparar o café da manhã. Quando saí do quarto, vi que era uma casa grande e muito bonita. Ao entrar na cozinha, os três estavam sentados me olhando e segurando o próprio pau. Eles estavam excitados porque eu só estava de calcinha e camisa. Quando passei, um deles passou a mão e começou a acariciar minha bunda, e quando fui pro fogão, me deu um tapa na bunda. Esse doeu pra caralho. Até um comentou: "Cara, não fode, agora você passou dos limites, olha como deixou a bunda dela bem vermelhinha. Deixa eu dar uns beijos pra não doer mais."
Eu queria dar um soco nele, mas não quis arriscar muito. Todos pediram ovos estrelados com pão torrado. Quando terminei de preparar, coloquei na mesa e me mandaram sentar com eles pra comer. Quando vi que terminaram de comer, peguei os pratos e... Comecei a lavar e nisso eles começaram a falar e comentavam:
"Ô, não tá afim de uma sobremesa gostosa e molinha? E você, minha Aida, o que te dá vontade?"
Aí eu respondi que não tava afim de nada. Nisso, um deles veio por trás de mim, me abraçou e começou a beijar meu pescoço. Tirou meu avental e minha camisa, continuou me beijando até chegar nas minhas orelhas e começou a lamber. Tava me dando muito nojo. Ele me pegou pela cintura e me levou até a mesa, mandou eu colocar as mãos na mesa e não me mexer. Os outros se aproximaram, arrancaram meu sutiã de uma vez e cortaram minha calcinha com uma faca, ficando completamente nua. O que tava atrás de mim ficou acariciando minha buceta e começou a me masturbar enfiando os dedos. Eu me queixava porque ele enfiava com força e machucava meu clitóris.
Eles juntaram a mesa e os quatro me fizeram tirar a cueca deles com a boca. Me ajoelharam e eu fiquei no meio dos quatro, enquanto chupava o pau de um, outro puxava meu cabelo pra eu chupar o dele também. Enfiavam o pau com força na minha boca. Eu tentava com as mãos afastar um pouco pra parar, mas depois disso seguraram meus braços pra eu não mexer.
Um deles me levantou e me colocou inclinada. Começou a cuspir na minha buceta, dizendo que era pra lubrificar. Nisso, pegou minha cintura e de uma vez enfiou o pau na minha buceta. Eu gritei muito e implorei pra ele não fazer, mas por mais que eu implorasse, ele enfiava e tirava mais rápido.
Ele parou e disse: "Vamos ver quem é o próximo". Quando vi quem vinha, fiquei com muito medo porque o pau dele era grande e muito grosso. Quando ele enfiou, teve dificuldade, e eu gritei de novo de dor. Mas dessa vez, pra eu não continuar gritando, um enfiou o pau na minha boca e mandou eu chupar e parar de gritar. Eu só queria que aquilo acabasse logo.
Pensei que já tinha terminado, mas nunca senti quando eles gozaram. Eles tinham muita resistência. Um deles tinha um pau... Corpo e musculoso, porque aquele cara me carregou e meteu em mim. Foi tão gostoso e doloroso ao mesmo tempo, me carregando com o pau dele dentro de mim, me levou pro quarto onde eu dormia e atrás dele vinham os outros.
E foi então que ele me abaixou e me colocou contra a parede, de costas pra ele. O cara forte se agachou e começou a lamber minha buceta, foi uma sensação tão deliciosa que ele percebeu e depois me penetrou de novo, uma vez atrás da outra. Eu comecei a gemer de tesão até chegar ao orgasmo. Quando eu gozei, pedi pra ele parar, mas ele não ligou e continuou metendo até que num momento ele disse:
"Vou encher essa buceta gostosa de porra, hein, mamãe linda."
Suplicando, pedi pra ele não fazer isso, que era melhor eu engolir, e ele começou a rir, disse que eu era doida. De repente, ouvi ele gemer e meter mais rápido, até que deixou o pau um tempão dentro de mim, e eu só sentia o esperma enchendo minha buceta.
Ainda não tinha me recuperado quando os outros três me colocaram de joelhos e mandaram eu abrir a boca. Os três começaram a se masturbar, e quando um sentia que ia gozar, mandava eu abrir a boca pra engolir a porra dele, e foi assim com cada um.
Como no quarto tinha um espelho, me olhei nele e vi que minha cara estava toda melada de porra. Comecei a chorar. O cara do corpo bonito chegou perto de mim e começou a me dar umas palmadas, não muito fortes, e disse:
"Fica tranquila, minha Aida, você vai sair viva daqui, se se comportar direitinho com a gente."
Ele me abraçou e me levou pra tomar banho. Ele foi o único que ficou comigo.
Eu tinha muita vergonha de tomar banho porque ele estava lá, embora as portas do box fossem de correr e só desse pra ver a silhueta do meu corpo. Me sentia toda suja, lavei meu corpo várias vezes com sabão e escovei os dentes também.
O cara começou a conversar comigo:
"Aida, não tenha tanto medo, não somos pessoas más, só queremos nos divertir um pouco. E comigo você pode confiar, porque desde o dia que te vi, você me interessou. Muito, quando te vi de lingerie, adorei teu corpo, você é muito gostosa de verdade. Vou tentar garantir que meus colegas não te batam, ok Aida. E, a propósito, meu nome é Diego.
Enquanto ouvia o que ele dizia, não sabia se podia confiar nele ou não. Quando terminei de tomar banho, ele me passou uma toalha pra me secar. Depois de me secar, falei que não tinha mais roupa, e ele disse:
"Claro que tem roupa, Aida, está aqui fora. Espero que você goste e que seja do seu agrado. Juro que você vai ficar ainda mais gostosa."
Então perguntei se ele podia me passar a roupa pra eu me trocar, mas ele recusou. Queria que eu me trocasse lá fora, onde ele estava. Não tive outra escolha.
Vi minha roupa em cima da pia. A lingerie era branca, uma legging preta e uma camiseta comprida. Não sabia o que vestir primeiro pra que o Diego não me visse pelada. Quando tentei colocar a calcinha, a toalha caiu. Minha reação foi tampar meus peitos com uma mão e, com a outra, segurar a calcinha. Diego se levantou e me ajudou a vestir a calcinha, já que era daquelas que precisam dar nó dos dois lados.
Naquele dia, me deixaram trancada no meu quarto porque tinham saído o dia inteiro. Já estava quase escurecendo e eu estava com muita fome. Cheguei a pensar que tinham me abandonado. Bateu 10 horas da noite e eles só estavam chegando. Um deles subiu no meu quarto, deixou comida e disse que a gente se via no dia seguinte, e saiu. Por um momento, fiquei mais tranquila porque iam me deixar um tempo livre.
Na minha segunda manhã, quem me acordou foi o Diego, mandando eu preparar o café da manhã. Pelo menos dessa vez eu estava vestida. Quando desci e fui pra cozinha, eles estavam sentados esperando eu servir a comida. Mas dessa vez foi diferente. Um deles se levantou e disse que primeiro eu tinha que ganhar meu "cum". Então me colocaram debaixo da mesa pra fazer sexo oral neles. Todos fizeram questão que eu engolisse o esperma deles.
CONTINUA...
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