Todo por un departamento parte 2

Como lhe disse, esses relatos são os que mais me agradaram.

Este relato é a continuação de (tudo por um departamento)

Depois de ter passado uma noite divina cheia de sexo, com meu padrasto (papa Lucho), eu me levantei na manhã seguinte, abri os meus olhos e vi que ainda dormia meu papa Lucho ao meu lado, estávamos em cucharita (de costado esquerdos ambos) abraçando-me com seu braço direito pela cintura, com o corpo nu dele grudado no meu, eu me acomodei arqueando minha espalda para trás e restreguei meu Booty por sua cock, que nesse momento estava ainda flácida, queria levantá-la movendo meu Booty em forma circular, como se estivesse acariciando-a, me acomodei bem, de repente senti uma pequena ereção por parte dele, essa cock que ontem me havia feito gemir e gozar, estava se tornando dura novamente, eu me acomodei com essa cock no meio das minhas nádegas, meneava o Booty o mais devagar possível e suave, já a tinha bem dura, sentia seu palpitar de sua cock, também essas contrações que têm os homens quando sua cock chega ao máximo de sua dureza, que sensação deliciosa, com minha mão direita comecei a me masturbar meu panochita, com meus dedos em torno do meu clítoris, nesse momento sentia sua mão direita que estava em minha cintura, se dirigindo para meu panochita, apoiando sua mão sobre a minha, estava me acariciando. Pegando sua cara na minha disse: Papa Lucho - minha Karinita, levantaste meu cock antes de mim, realmente você é toda uma puta verdadeira, qualquer homem estaria desejoso que lhe despertassem assim.

Meu padrasto continuou dizendo isso enquanto me acariciava meu panochita e com seus dedos começava a jogar com meu clítoris, começou a fazer movimentos pélvicos de trás para frente como querendo encontrar a entrada do meu bum, mas eu fechei minhas pernas como querendo salva guardar minha virgindade do meu bum, começou a beijar meus ombros, começou a acariciar-me por todo meu corpo nu, terminou posando sua mão na redondez de meu Booty amasando minhas nádegas.

Eu - papi Logre despertarte e também ao teu amigo fiel, eu acredito que ele está pronto esta manhã para entrar em ação.

Eu lhe dizia isso rindo um pouco, tentando olhar para trás, o que me respondeu com um beijo na boca,

Papa lucho. - Minha amor, se você se levantou bem arrecha, é verdade, eu adoro isso de ti, é a primeira vez que passamos a noite juntos e amanhecemos assim, todos abraçados e excitados, é verdade, meu caro.

Eu. - Se luchito, é a primeira vez que dormimos juntos e amanecemos juntos, pai, e isso é apenas o início do que nos espera viver. Minha panochita deseja o teu cock, pai, está ansiosa pelo teu cock.

Ela começou a procurar com o seu cock, flexionei minha perna direita sobre meu abdome (ainda estávamos de lado esquerdo). Então facilitando assim sua busca, da entrada de minha vulva que já estava muito lubrificada, arqueei meu traseiro para trás e com a minha mão direita ajustei o seu cock em minha vagina, e começou a bombear-me lentamente entrava e saía o seu cock do meu interior.

Eu. - Aaaaaay, aaaaaayyy, aaaaaaaaaammmmmmm, aaaaaaammmmmm, sim, assim, lento, pai, suave.

Estava realmente desfrutando o momento, e daquela cock que me estava fazendo gozar, eu dizia vamos, pai, assim, mais, mais, pai. Enquanto isso, com a sua mão me acariciava as tetas e pellizcava meus pezones. Eu via ao redor da habitação, estava toda iluminada, as cortinas estavam abertas, o sol entrava em toda a habituação.

Ele se ajustou melhor para uma penetración melhor, peguei na cintura, ele me pôs de costas, entreabriu um pouco minhas pernas e começou a dar-me lentamente, aumentando seus movimentos,

Papa lucho. - Assim te agrada, verdade, que eu te meta toda minha cock e que eu a saque, metendo, sacando assim, verdade, toma, aaaaaaahhhhh, assim mais toma, aaaaaaahhhhhh, que panochita tão deliciosa que você tem toda estreita, é como se estivesse succionando a cock, como com sua boquita.

Eu. - Continue assim, pai, eu estou correndo, já terminei.

Eram uma penetrada suave e rítmica, ele me saía e me voltava a meter, Está gimiendo, metia minha cara na almofada para apaciguar meus gemidos, eu estava sendo penetrado suavemente com movimentos circulares como se estivesse querendo tocar todo o meu interior da minha vulva.

- Já terminei assim, assim, assimaaaaahhhhh, aaaaaammmmmm, aaaaaaaaaaaaa, assim, assim aaaaaaaaaahhhh.

Tive uma terminação fabulosa, alcançando um orgasmo com essa pênis, que ainda estava dentro de mim, tire-a da minha panocha, ele se sentou na cama, ainda com a pênis toda dura e tensa, eu me arrodillei olhando para ele,

- Ainda não te veio verdade, esta ainda para a ação, sua pênis é verdade, pai, lute.

Eu me sentei sobre ele, acima de sua pênis, ajustando minha vagina rodeada com minhas pernas em torno da cintura dele, eu o beijava com meus braços, ao redor do seu pescoço enquanto dava como pulos sobre sua pênis, enquanto ele coordenava seus movimentos com os meus para uma melhor investida contra minha vagina,

- Assim, pai, você gosta verdade, vamos mais, meta-a, assim, assim, pussy, ooooooohhhhhh, aaaaaahhhh

Não demoro em virar, queria escapar de mim para não virar dentro de mim, mas eu disse:

- Pussy, não se preocupe, estou cuidado com as pílulas, venha dentro de mim, quero sentir essa ejaculação inundando minha vulva.

Pai Lucho.- Está bem, meu amor, prepare-se, esta é minha descarga matinal, ejaculação da manhã, aaaaaaaaaahhhhhh, ooooooooooooooooooohhhhhhh, ooooohhhhh.

- Assim, assim, que está muito tasty, seu cum dentro de mim, aahh, aaahhh

Eu dizia isso enquanto me agarrava forte a ele, abraçando-o muito forte, terminamos mais uma sessão de sexo delicioso, uma yummy foda. Eu me levantei dele, me acostei na cama de costas para cima, ele também se esticou na cama ao meu lado, eu o abracei com meu braço esquerdo, puxando seu corpo em direção a mim, eu o abracei também com meu braço esquerdo rodeando-o por seu peito, minha perna esquerda sobre as suas pernas dele, estávamos muito acaramelados juntos, descansamos ali por alguns minutos. Depois nos levantamos.

- Você quer que não banhejuntos papi?

Pai.- Luto. - Não há vida melhor para mim do que ir à minha habitação para tomar banho, mudar de roupa e descer para desjejugar. Devem estar servindo o café e alguém virá nos avisar se as empregadas nos encontrarem nus e juntos. Eu não quero que estejam murmurando sobre mim mais tarde. Vamos nos vestir e nos veremos no corredor para descer juntos.

Então, ele foi para sua habitação num belo dia lá fora e o clima estava perfeito, com calor suficiente e provável calorado meio-dia também. Então eu tomei banho e me mudei com conjuntos lindos. Uma combinação de encaixe semitransparente celeste, uma pantalona também celeste, triangulito à frente, correias que rodeavam minhas cadeiras e terminava em uma corda metida na minha bunda. Coloquei uma saia curta solta por cima das minhas coxas, que era celeste também, não muito apertada, mas mais solta. Uma blusa com mangas longas e um colarinho redondo de cor branca e zapatilhas esportivas. Batiu à minha porta e saí para ver quem era. Era meu pai Lucho.

Pai Lucho - Você está toda sexy, como uma garota faminta por sexo.

Não aguentava mais e ali mesmo dei um beijo, acariciando sua cara suavemente, pois ele é alto e tive que me pôr de ponta-pés para fazê-lo enquanto ele posava a mão em minha bunda, como sempre. Meteu sua outra mão por baixo da minha saia e levantou a minha saia para cima. Olhou para a minha bunda toda descoberta.

Pai Lucho - Você usou as pantalhões celestes, meu cor favorito.

Isso ele me dizia enquanto me acariciava as nádegas e com uma mão tomava um extremo dos lados leves da minha pantalha que era tipo thong e começava a puxá-la para cima. Isso produzia uma fricção na minha pantalha em meu panochita, eu gostava disso e isso me fazia quente. Eu me agarrei ao seu pescoço abraçando-o e sacando o meu tiny ass para fora o mais que podia.

Pai Lucho - Que doçura de bunda! Está muito apetecível, toda paradita, redonda e dura.

Nesse momento... Momento de prazer, ouvíamos que alguém vinha subindo, o deixei de tocar-me e eu me acomodei na faldita e minha pantaleta. Era uma das empregadas do meu tio, quem vinha avisar-nos que o desjejum estava servido. Nos olhamos para a cara e nos rimos nesse momento. O morbo de ser descoberta era fascinante.

Bajamos juntos para desjejumar
Já se encontravam lá meu tio, assim que me viu, começou a comer-me com o olhar. Mediu conta que as tiras das minhas pantaletas sobressaliam afuera da minha faldita, isso se via muito sexy, eu as deixei assim, sentei-me para desjejumar tranquilamente, falando e conversando.

Tio Juan.- Bom, o que vocês têm pensado fazer, primeiro. Nos disse...

Papa Lucho.- Bom, como sempre sair a passear mas montando a cavalo, pela pradaria em direção ao bosquecillo, eu creio que estavas construindo uma cabana perto do rio, por ali verdade, você já a terminou irmão?

Tio Juan.- Sim, a verdade é que a terminei, não lhe dei um bom uso ainda, mas se quiser, vou dar as chaves para que passem por ali, a ver o que acham da cabana.

Eu.- Me parece fantástico tio, a ver o que faremos por ali. Dizia isso olhando para meu pai Lucho com uma sonrisa picara...

Tio Juan.- Bom, os deixo, divirtam-se estão em sua casa, eu tenho negócios que fazer, voltarei amanhã à tarde, estão em sua casa.

Ele se foi e eu vi meu padrasto, sabia o que estava pensando. Ele me disse:

Papa Lucho.- Que tal se saímos de passeio para recordar velhos tempos, no cavalo e assim aproveitarmos a cabana do seu tio, para passá-la bem, além disso tenho que cobrar meu bono do nosso pequeno contrato, o teu bum me antoja tanto, quero estrená-lo, poderás gemir todo o que quiseres minha vida, estaríamos aqui sozinhos tu e eu.

Eu.- Há Luchito, você me põe corada pai, me encantaria montar a cavalo contigo ao meu lado, e entregar-te a virgindade do meu bum, que está deseosa da tua cock.

Papa Lucho.- Não se fale mais vá para sua habitação e ponha-se sexy para mim, morro por verte vestida com toda essa roupa sexy que... te compras.

Então dei um beijo e me retirei para minha habitação, preparei um pequeno bolso com algumas roupas sexis que eu havia comprado, íamos passar todo um dia juntos cheio de sexo, e como presente iria ter sexo anal, a primeira vez que faria isso, estava toda animada.

Nós nos encontramos, ele estava vestido com um short fino e curto e uma camisa com mangas curtas, fomos para as caballerizas, juntos rindo como sempre, a verdade me levava muito bem com meu padrasto, podia ter muita confiança e contar-lhe alguns segredos.

Encontramos o criado encarregado dos cavalos, como eu não sabia montar cavalos, apenas coxas duras, meu papi Lucho mandou que alistassem um único cavalo, me ajudou a subir ao cavalo na parte da frente e em seguida ele agarrou meu bolso seguro na montura do cavalo e se subiu na parte de trás como eu ainda estava com minha saia suelta celeste, ela subiu também, deixando à vista minha pele nua nos meus muslos e pernas, todos os criados que estavam lá me viam como babosos contemplando-me.

Papa Lucho.- Lembra-se daquela vez em que montamos juntos, eu te pus bem dura, com o seu Booty preso no meu cock, agora você tem um Booty mais belo e maior do que naquela época, porque não começas a se mexer e ajustas essas suas nádegas no meu cock.

Eu.- Não fazia falta pedir, papi, assim te agrada como eu meneio o Booty assim.

Ele me dizia isso enquanto movia o Booty para trás, começou a tocar meus muslos nus com sua mão esquerda, acariciando-os de baixo para cima, chegando a meter suas mãos debaixo da minha saia, posando um anel ao redor da minha cintura. Com a mão direita agarrava as correias do cavalo, eu me agarrava com uma mão na montura do cavalo e com a outra comecei a acariciar-lhe, as faces, levantando a cabeça para trás, apoiando todo o meu corpo no seu.

Papa Lucho.- Estas bem arrecha, mamita, que Booty por Deus sonhava com esse momento há tempo.

Eu me levantei da... Atrás de mim faldita para cima, começou a me acariciar o meu pequeno dedo com o seu dedo, tentei meter um dedinho mas com o movimento do cavalo não conseguiu fazer porque temia que eu me timasse.

Eu.- espere papi, até chegarmos à cabana aqui vais jogar com o meu pequeno dedo.

Ele soltou-me mas segurou mais seu bulto em minha bunda, tentei sacar seu pau para fora do short que eu estava usando e consegui, restregou seu pau em minha bunda essa vez estávamos pele a pele, sentia aquele pau todo duro, seus fluxos que saíam me untavam na minha bunda. Assim montados no cavalo chegamos até à cabana que estava perto de um rio. Ele se acomodou o seu pau e desceu do cavalo, amarrei o cavalo ao tronco, em seguida me ajudou a descer também me acomodei a faldita, peguei meu bolso e dirigimo-nos para a cabana tinha janelas muito amplas que davam para o rio e para o caminho, ao entrar eram muito amplos dentro e muito confortáveis, havia um pequeno bar, uma sala com seu recepcionista, uma cozinha no fundo, dois quartos, um banheiro que estava no fundo.

Papa Lucho deixare as coisas aqui, vamos acomodar as coisas primeiro, havia que limpar um pouco e acomodar as cadeiras e pôr sabanas novas na cama, limpamos tudo em seguida disse:

Papa Lucho.- listo meu amor, terminamos esta será nossa casa por um dia e uma noite, tu serás minha mulher e eu teu homem……

Tomarei você pela cintura.

Papa Lucho.- não aguento mais, meu céu, quero te tirar, todo o caminho me pusste bem duro, quero ensinar-te sexo anal e estrear tua bunda.

Eu.- bom, isso é por que vinhamos verdade, faz-me tua papi.

Ele me levantou em seus braços e me leva para uma habitação onde havia uma cama grande, me recostou ali, subiu a minha faldita, fez um lado das minhas pantalonas celestes e começou a chupar o meu clítoris, metendo sua língua na minha vulva, eu só teria que abrir as minhas pernas para facilitar a sua tarefa, o tomava da cabeça fazendo que ele metesse mais essa língua molhada. Levantei um pouco e me saco as pantalonas, dei meia volta em posição de cachorro Tinha meu Booty lindo à sua altura.

Papa Lucho. - Abri um pouco as pernas querida, assim bem me encanta que me faças caso.

Eu. - Papi com cuidado, por favor, papi é minha primeira vez, trata bem meu bum.

Papa Lucho. - Terei cuidado, minha amor, não te preocupes, traje tudo o que era necessário.

Saco de sua bolsa, um gel lubrificante com o qual procedeu a untá-lo em meu hoyuelito, dando-me carícias também em meu Booty com sua outra mão, começou a untar seu dedo médio com o gel e a meter-me seu dedo em meu hoyuelito, eu tratava de mirar tudo que fazia girando a cabeça para trás.

Eu. - Aaaaaaayyyyyyaaaaaayyyyy, dói papi, despacito papi, aaaaaaayyyyyy.

Papa Lucho. - Tranquila, minha vida em um momento mais afrouxará teus esfíncteres, vais ir gostando.

Metia todo o dedo, sentias esse dedo recorrer todo meu interior.

Papa Lucho. - Já vês, já está afrouxando.

Metia seu dedo mais rápido, sacando e metendo aumentava seus movimentos. Dava-me beijos na tiny ass.

Eu. - Aaaaaaaaaaaayyyyyasí, assim papi me que tasty se sente tasty papi, aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhh.

Já estava começando a gozar desse dedo que entrava e saía de meu bum.

Papa Lucho. - Agora é o turno do meu cock, por fim vou desfrutar de teu bum, meu céu é um sonho ecoado na realidade.

Começou a se despir, sacando toda a roupa, ainda estava na posição de perrito tendida na cama, com as mãos apoiadas na almofada, começou a meter a cabeça do seu cock pouco a pouco em meu bum, e entrou todo começou a bombear-me lentamente, tratando de meter toda sua cock em meu bum, com seu movimento sacado e metendo, não aguentava mais e dei um grito muito forte que se escutou, creio por toda a cabaça e o bosquecillo.

Eu. - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh, aaaaaaaaahhhhhh, aaaaaaaaaammmmmmmmaaaaaaaaaammmmmmmm.

Apoyei minha cabeça na almofada, essa posição me facilitava melhor a penetração, pois levantava ainda mais o Booty,

Eu. - Assim, assim, assim, mais, mais papi que tasty, meu rei mais, não sabia culer era tasty, mais Papi, me dura aqui, tenho você como mulher essa semana vamos. Assim, assim, assim. AAAAAAAAAAAHHHHHHH

Estava como louca, possuída por aquela cock, que entrava com mais facilidade em meu bundo, estávamos nessa posição alguns minutos mais, então me levantei e terminei de tirar a saia que ainda trazia penteada, e a blusa, junto com o sutiã azul-celeste, meus peitos saltaram da aprisionada direto nas mãos do meu papi Lucho, que me beijava e mordia meus pezones com os seus dentes.

Ele se jogou na cama. Disse-me:

Papa Lucho - Monte, puta, nessa cock que quer seu bundo.

Eu - Se papi, quero montar e ter toda essa cock em meu bundo.

Acomodei-me, colocando minhas pernas ao lado dele, dando-lhe as costas, tomei sua cock com minha mão e a dirigi a meu pequeno, me meti e comecei a cavalgá-lo, um subir e descer lento e logo rápido. Gostava como meus peitos se moviam de um lado para o outro e chocabam entre si, meu papi tomou minha cintura aumentando meus movimentos de subir e descer.

Papa Lucho - Salta, puta, como a puta que você é, mais, mais, mais, assim é a minha vida melhor.

Eu - Assim, papi, você gosta, não é verdade? Como meu bundo choca com sua cock e seus testículos.

Minha bunda chocava com seus testículos e sua cock fazendo sons de plaaassplaaaas, eu estava louca por ele, assim estávamos alguns minutos mais, até que chegamos a um orgasmo juntos, os dois terminamos ao mesmo tempo.

Papa Lucho - Seu bundo receberá meu cum, estou me vindo em você, Karinita, tome meu cum, AAAAAAAAAAAHHHHHHH, oooooooooohhhhhh.

Desceu de cima, acostei-me ao seu lado por alguns minutos, verdadeiramente eu havia gostado muito dessa primeira experiência, mas não a última.

1 comentários - Todo por un departamento parte 2

muy bueno gracias
de nada hermano, pero debo decir que le des las gracias a la chica que escribió este increíble relato.