Como eu contei antes, Fer foi embora com um tesão e um orgasmo dentro de mim, e eu fiquei morna porque o cuzão não me fez gozar, eu disse que ele não transava bem.
No dia seguinte à tarde, mensagem do Galle: "tô indo". Achei sexy esperar por ele pelada no parque, então fui pra lá. Pouco depois, ele estava na minha frente, pelado e de pau duro. Ele tinha os ovos maiores que o pau, e o que ele fazia de melhor era chupar minha buceta, tinha uma língua mágica. — Oi, gostosa — ele disse enquanto dava uma punhetinha. — Você deixa ele duro como só você sabe. — Na hora, eu me agarrei nele como num picolé. Dos ovos até o biquinho do peito, lambi tudo com a ponta da língua antes de enfiar ele todinho na minha boca. Tirei da boca e lambi os ovos de novo, engoli ele inteiro e senti como ele ficava mais duro. Ele me masturbou rapidinho. — Ahhhh ahhhhhh — soltei uns gemidos baixinhos. Ele abriu os lábios até deixar o clitóris quase à vista e fez círculos em volta. Tava saindo fumo da minha buceta, estava muito quente. Ele abriu bem minhas pernas e me comeu com a língua. — Ahhhhh!!!!! Ahhhhhh!!!!!!! Ahhhhhhhhhhh!!!!!! — Eu gozei gritando. Ele botou a camisinha e me fodeu. Segurou minhas pernas abertas pelos tornozelos, entrava e saía com o pau, deixando minha buceta bem aberta à vista. Ficou assim um tempo, soltou minhas pernas, chupou meus peitos, metia e tirava, ficando mais violento. Os ovos batiam na minha bunda, isso me deixou com muito tesão e gozei de novo. Ahhhhhh!!!!!
Vai, puto, me dá mais!!!!!!! Ele tirou o pau, tirou a camisinha, sentou e pediu pra eu fazê-lo gozar com a boca e engolir a porra. Como uma vadia faminta, eu chupei o pau dele até a garganta e engoli todos os jatos de porra que ele deixou na minha boca. Quando terminei de limpar, dei uma punhetinha nele pra deixar ele melado de novo e ele me comer outra vez. Eu tava com vontade, então insisti. Com uma mão, masturbei ele e com a outra, a mim mesma. Ele mordiscou meus peitos, apertou, chupou, enfiou uns dedos na minha boceta. — Tá molhadinha, vadia. — Eu ri. — Você gosta disso, né? Não, puta, me traz outra camisinha assim eu te fodo de novo - quando voltei ele estava na espreguiçadeira – põe em mim e senta - não demorou nem um minuto para montar, subia e descia naquele tronco na velocidade de um galgo, ele me enfiava um dedo no cu – o dedo não - eu digo, ele ri e morde meus peitos que pulavam junto comigo – Ahhhhhh!!!! Ahhhhhhhhh!!!! Arqueio as costas, ele agarra meus peitos, amassa, tira, tira a camisinha, abre os lábios, me masturba passando o tronco no clitóris um tempo, eu gozo com um gemido agudo Mahhhhhhhhhhh!!!!!!!, o leite salta até os peitos e o pescoço, ele me unta os peitos com a porra, me diz – vou embora puta, no fim de semana a gente se vê e esse cu vai ser meu hehe, tchau.
Fiquei mais um tempo no parque, sentia o corpo relaxado, tinha tirado a tesão do dia anterior e tinha gozado várias vezes. Até aquele momento o Galle tinha se comportado melhor que o Fer, faltavam os outros dois e dois juntos.
No outro dia fiquei sozinha o dia todo, tomei sol, nadei, me masturbei, à noite caiu mensagem no grupo perguntando o que eu estava fazendo, respondi que nada, que estava entediada porque ninguém tinha me visitado e que por causa desse tédio tinha me masturbado a tarde toda no parque, as respostas não demoraram – vamos te pegar entre todos, você vai ver hahahaha – besteiras porque nenhum tinha vindo nem ia vir. O único que não respondeu foi o Rafa.
Passou outro dia, veio o Fer, avisou que vinha mas não sabia a que hora e que ficava um bom tempo, então eu ia ter uma boa cota de sexo, embora não fosse o melhor sexo.
Não ouvi ele chegar, estava no parque tomando sol, de costas. Senti que abriram minhas pernas deixando exposta a bunda e uma lambida bem babada. Me assustei e sentei – babaca!!!!! Você me assustou!!! – era o Fer que ria e passava a baba da lambida na racha até a entrada da buceta, separando os lábios com os dedos, com aqueles dedos que parecem paus de ponte…mmmmm sabe, eu gosto disso, puto!!!!!!!!!.
Esquentar não custou muito – cala a boca - ele me disse - abre bem que eu quero comer essa buceta linda que você tem até você gozar, sua gostosa safada - ele agarra minhas pernas pelos tornozelos, as abre bem em V, eu deixo assim e ele com as mãos abre meus lábios e começa uma lambida que me põe fogo!!!!!!!. Do cu até o clitóris sem escalas, mordisca, manda a língua no fundo da boceta, me fode com a língua!!!!!!!!!!! Ahhhhhhhhh!!!!!!. Empurro a cabeça dele para marcar o ritmo, mmmmm!!!!!!!!!! explodo. Com a ponta da língua vai do clitóris até os peitos, os amassa com a boca!!!! Lindo.
Ele me crava um beijo com gosto de boceta…… estou em chamas - me come AGORA AGORA!!!! - grito desesperada, ele põe a camisinha e manda guardar de uma vez, sem usar as mãos, bomba num ritmo acelerado, a espreguiçadeira faz barulho de maraca, as bolas batem nas minhas nádegas e os peitos fazem círculos por todo o peito, sinto como incha a cada bombeada, de repente ele tira, senta na espreguiçadeira e de um puxão me senta no pau - me fode você - ele diz enquanto chupa meus peitos, os gemidos não demoraram - os vizinhos - ele fala - estão na outra quadraaaaaa, não escutam!! Ahhhhhhhh Cala a boca, não se distrai - respondo como posso. A foda durou um tempo, com o pau bem dentro ele mexia fazendo círculos, diminuía a velocidade do bombeio. Encheu meus peitos de saliva, estavam vermelhos dos mordiscos - me dá o cu - ele disse no meu ouvido - nem fudendo - continua - não seja má, vamos, um dedo - enquanto abre minhas nádegas e assume o comando do ritmo do bombeio - não, outro dia, vamos. O ritmo de mete e saca acelera - AHHHHHHHHHHHH, VAI MAIS UM POUQUINHOOOOOOOOOO- arqueio as costas para trás e gozo lindamente, quase senti vontade de mijar. Ele tira, joga a camisinha, me põe de quatro e goza em cima do cu - já que não me dá - sinto os jatos, o primeiro parece grande e grosso sobre as nádegas, ele dá uns tapas - sua safada má - diz ofegante - você vai me dar sim - ele Vou dar pra ele, que além de me comer como um campeão mundial nem pergunta se eu vou dar, pensei mas não falei, olhei pra ele e ri.
Um tempinho depois ele se levantou — vem cá, me ajuda a montar a cama de campanha, assim a gente fica mais confortável — traz a outra espreguiçadeira — eu falo, ele me olha — tô gostando dessa coisa de transar ao ar livre e na cama de campanha vamos ficar mais confortáveis, vai. Ele tinha razão, trouxemos, montamos, bom, ele que montou, trouxe o colchão, o lençol, as almofadas e uma mesinha, tudo. Pronto — disse feliz e deitado — vem cá, traz esses peitos lindos que quero apertá-los um pouco antes de ir embora. Ele sabe que sou brincalhona e essas coisas me agradam, deitei de costas e deixei ele fazer. Ele amassa meus peitos, com aquelas mãos enormes que tem, isso me excita, acaricia minha barriga e os lábios da buceta, faz cócegas mas ainda não me deixo levar.
Como você tá? — Ele pergunta enquanto beija meus peitos — você e o Galle foram os que vieram — virei de bruços, ele se ajeitou também e começou a massagear minhas nádegas, suave, mas as abria deixando a bunda exposta, fiz-me de desentendida e perguntei pelos outros, não tinha ideia, ele disse. Nessa altura passava o dedo na beirada do cu, mesmo assim continuei me fazendo de desentendida e apertando — eles brincam com a gente, são amigos, o Galle convenceu eles, pro Mariano vai ser mais difícil vir porque é casado e não é fácil escapar. Quando vou me sentar, ele me segura, abre bem as pernas — lindo, ainda não sei se parece um asterisco ou um cortador de churros — CHEGA!!! Não vou dar. Veremos, ele disse, me beijou, acariciou minha buceta, me beijou — vamos à padaria, tô com fome, se veste, vamos. Voltamos com doces e no meio da conversa Fer solta — na próxima foda vai dedo no cuzinho, já tá na hora de abrir. Vou embora, te aviso quando voltar — ele belisca forte minha buceta, puxa meus mamilos e vai embora, Aiii, viado, doeu — eu digo. Ele foi.
No dia seguinte à tarde, mensagem do Galle: "tô indo". Achei sexy esperar por ele pelada no parque, então fui pra lá. Pouco depois, ele estava na minha frente, pelado e de pau duro. Ele tinha os ovos maiores que o pau, e o que ele fazia de melhor era chupar minha buceta, tinha uma língua mágica. — Oi, gostosa — ele disse enquanto dava uma punhetinha. — Você deixa ele duro como só você sabe. — Na hora, eu me agarrei nele como num picolé. Dos ovos até o biquinho do peito, lambi tudo com a ponta da língua antes de enfiar ele todinho na minha boca. Tirei da boca e lambi os ovos de novo, engoli ele inteiro e senti como ele ficava mais duro. Ele me masturbou rapidinho. — Ahhhh ahhhhhh — soltei uns gemidos baixinhos. Ele abriu os lábios até deixar o clitóris quase à vista e fez círculos em volta. Tava saindo fumo da minha buceta, estava muito quente. Ele abriu bem minhas pernas e me comeu com a língua. — Ahhhhh!!!!! Ahhhhhh!!!!!!! Ahhhhhhhhhhh!!!!!! — Eu gozei gritando. Ele botou a camisinha e me fodeu. Segurou minhas pernas abertas pelos tornozelos, entrava e saía com o pau, deixando minha buceta bem aberta à vista. Ficou assim um tempo, soltou minhas pernas, chupou meus peitos, metia e tirava, ficando mais violento. Os ovos batiam na minha bunda, isso me deixou com muito tesão e gozei de novo. Ahhhhhh!!!!!
Vai, puto, me dá mais!!!!!!! Ele tirou o pau, tirou a camisinha, sentou e pediu pra eu fazê-lo gozar com a boca e engolir a porra. Como uma vadia faminta, eu chupei o pau dele até a garganta e engoli todos os jatos de porra que ele deixou na minha boca. Quando terminei de limpar, dei uma punhetinha nele pra deixar ele melado de novo e ele me comer outra vez. Eu tava com vontade, então insisti. Com uma mão, masturbei ele e com a outra, a mim mesma. Ele mordiscou meus peitos, apertou, chupou, enfiou uns dedos na minha boceta. — Tá molhadinha, vadia. — Eu ri. — Você gosta disso, né? Não, puta, me traz outra camisinha assim eu te fodo de novo - quando voltei ele estava na espreguiçadeira – põe em mim e senta - não demorou nem um minuto para montar, subia e descia naquele tronco na velocidade de um galgo, ele me enfiava um dedo no cu – o dedo não - eu digo, ele ri e morde meus peitos que pulavam junto comigo – Ahhhhhh!!!! Ahhhhhhhhh!!!! Arqueio as costas, ele agarra meus peitos, amassa, tira, tira a camisinha, abre os lábios, me masturba passando o tronco no clitóris um tempo, eu gozo com um gemido agudo Mahhhhhhhhhhh!!!!!!!, o leite salta até os peitos e o pescoço, ele me unta os peitos com a porra, me diz – vou embora puta, no fim de semana a gente se vê e esse cu vai ser meu hehe, tchau.
Fiquei mais um tempo no parque, sentia o corpo relaxado, tinha tirado a tesão do dia anterior e tinha gozado várias vezes. Até aquele momento o Galle tinha se comportado melhor que o Fer, faltavam os outros dois e dois juntos.
No outro dia fiquei sozinha o dia todo, tomei sol, nadei, me masturbei, à noite caiu mensagem no grupo perguntando o que eu estava fazendo, respondi que nada, que estava entediada porque ninguém tinha me visitado e que por causa desse tédio tinha me masturbado a tarde toda no parque, as respostas não demoraram – vamos te pegar entre todos, você vai ver hahahaha – besteiras porque nenhum tinha vindo nem ia vir. O único que não respondeu foi o Rafa.
Passou outro dia, veio o Fer, avisou que vinha mas não sabia a que hora e que ficava um bom tempo, então eu ia ter uma boa cota de sexo, embora não fosse o melhor sexo.
Não ouvi ele chegar, estava no parque tomando sol, de costas. Senti que abriram minhas pernas deixando exposta a bunda e uma lambida bem babada. Me assustei e sentei – babaca!!!!! Você me assustou!!! – era o Fer que ria e passava a baba da lambida na racha até a entrada da buceta, separando os lábios com os dedos, com aqueles dedos que parecem paus de ponte…mmmmm sabe, eu gosto disso, puto!!!!!!!!!.
Esquentar não custou muito – cala a boca - ele me disse - abre bem que eu quero comer essa buceta linda que você tem até você gozar, sua gostosa safada - ele agarra minhas pernas pelos tornozelos, as abre bem em V, eu deixo assim e ele com as mãos abre meus lábios e começa uma lambida que me põe fogo!!!!!!!. Do cu até o clitóris sem escalas, mordisca, manda a língua no fundo da boceta, me fode com a língua!!!!!!!!!!! Ahhhhhhhhh!!!!!!. Empurro a cabeça dele para marcar o ritmo, mmmmm!!!!!!!!!! explodo. Com a ponta da língua vai do clitóris até os peitos, os amassa com a boca!!!! Lindo.
Ele me crava um beijo com gosto de boceta…… estou em chamas - me come AGORA AGORA!!!! - grito desesperada, ele põe a camisinha e manda guardar de uma vez, sem usar as mãos, bomba num ritmo acelerado, a espreguiçadeira faz barulho de maraca, as bolas batem nas minhas nádegas e os peitos fazem círculos por todo o peito, sinto como incha a cada bombeada, de repente ele tira, senta na espreguiçadeira e de um puxão me senta no pau - me fode você - ele diz enquanto chupa meus peitos, os gemidos não demoraram - os vizinhos - ele fala - estão na outra quadraaaaaa, não escutam!! Ahhhhhhhh Cala a boca, não se distrai - respondo como posso. A foda durou um tempo, com o pau bem dentro ele mexia fazendo círculos, diminuía a velocidade do bombeio. Encheu meus peitos de saliva, estavam vermelhos dos mordiscos - me dá o cu - ele disse no meu ouvido - nem fudendo - continua - não seja má, vamos, um dedo - enquanto abre minhas nádegas e assume o comando do ritmo do bombeio - não, outro dia, vamos. O ritmo de mete e saca acelera - AHHHHHHHHHHHH, VAI MAIS UM POUQUINHOOOOOOOOOO- arqueio as costas para trás e gozo lindamente, quase senti vontade de mijar. Ele tira, joga a camisinha, me põe de quatro e goza em cima do cu - já que não me dá - sinto os jatos, o primeiro parece grande e grosso sobre as nádegas, ele dá uns tapas - sua safada má - diz ofegante - você vai me dar sim - ele Vou dar pra ele, que além de me comer como um campeão mundial nem pergunta se eu vou dar, pensei mas não falei, olhei pra ele e ri.
Um tempinho depois ele se levantou — vem cá, me ajuda a montar a cama de campanha, assim a gente fica mais confortável — traz a outra espreguiçadeira — eu falo, ele me olha — tô gostando dessa coisa de transar ao ar livre e na cama de campanha vamos ficar mais confortáveis, vai. Ele tinha razão, trouxemos, montamos, bom, ele que montou, trouxe o colchão, o lençol, as almofadas e uma mesinha, tudo. Pronto — disse feliz e deitado — vem cá, traz esses peitos lindos que quero apertá-los um pouco antes de ir embora. Ele sabe que sou brincalhona e essas coisas me agradam, deitei de costas e deixei ele fazer. Ele amassa meus peitos, com aquelas mãos enormes que tem, isso me excita, acaricia minha barriga e os lábios da buceta, faz cócegas mas ainda não me deixo levar.
Como você tá? — Ele pergunta enquanto beija meus peitos — você e o Galle foram os que vieram — virei de bruços, ele se ajeitou também e começou a massagear minhas nádegas, suave, mas as abria deixando a bunda exposta, fiz-me de desentendida e perguntei pelos outros, não tinha ideia, ele disse. Nessa altura passava o dedo na beirada do cu, mesmo assim continuei me fazendo de desentendida e apertando — eles brincam com a gente, são amigos, o Galle convenceu eles, pro Mariano vai ser mais difícil vir porque é casado e não é fácil escapar. Quando vou me sentar, ele me segura, abre bem as pernas — lindo, ainda não sei se parece um asterisco ou um cortador de churros — CHEGA!!! Não vou dar. Veremos, ele disse, me beijou, acariciou minha buceta, me beijou — vamos à padaria, tô com fome, se veste, vamos. Voltamos com doces e no meio da conversa Fer solta — na próxima foda vai dedo no cuzinho, já tá na hora de abrir. Vou embora, te aviso quando voltar — ele belisca forte minha buceta, puxa meus mamilos e vai embora, Aiii, viado, doeu — eu digo. Ele foi.
6 comentários - Perdí una apuesta (II) Las visitas
La historia continúa....
gracias !
jajajaj
Buen relato, a por el próximo