Férias inesquecíveis parte 2

Como minha ideia era continuar com Lucas pelos próximos dias, falei com a recepcionista do hotel e disse que ele era meu primo, e queria que ele se registrasse no meu quarto porque não tinha onde ficar; ela sorriu, disse: "Ok, sem problema", e o registrou.
Pronto, já tinha o magrelo como companheiro e devidamente legalizado; precisava de um lugar pra ter intimidade.

Assim que terminamos nosso assunto sexual, levo meu novo amante até Mar de Ajó, onde os tios dele moravam, e ele me convida pra entrar. Gente muito cordial, dava pra ver o amor que tinham pelo sobrinho; obviamente, me mandaram ficar pra jantar, depois que Lucas me apresentou como um amigo.

Um jantar caseiro bem gostoso, e Lucas diz: "-Com licença, vou tomar um banho e me trocar que vamos sair pra farra com o Facundo-". Dito isso, ele se levanta da mesa e vai pro quarto dele.

Volta trocado e eu vejo ele, com uma camiseta branca justa que destacava os peitorais pra caralho, uma bermuda caqui e um tênis Vans azul. Meu coração começou a bater a milhão.

Saímos da casa dele, subimos na Honda e rumamos pro litoral, e eu digo:
"-Que tal a gente ir pro lado da praia?"; ele responde:
"-Porra, mas não se vê porra nenhuma-"
"-É que o que eu tenho em mente não precisa de muita luz-" eu falo; ele sorri e diz: "-Bora-".

Em Mar de Ajó norte, quase na divisa com San Bernardo, tem uma certa iluminação vinda dos prédios da orla. Desço devagar pela praia e paro a moto num lugar meio privado, entre os arbustos que ficam mais ou menos perto da borda da rua, e que, em alguns casos, deixam um esconderijo entre os galhos.Férias inesquecíveis parte 2Me jogo de costas no banco e no tanque de gasolina, quando o Lucas abre meu cinto e a braguilha e começa a lamber minha cueca, que nessa altura já tava deixando meu pau gomoso e molhado. Depois de um bom esfregaço, ele baixa um pouco minha calça e a cueca, leva meu pau na boca e começa primeiro a dar linguadas desde a base do tronco até a cabeça, uma e outra vez, espalhando meu pré-gozo por todo o pau. Eu continuava com as pernas penduradas na moto, sustentadas só pelas setas. Chega a hora de levar o pau inteiro na boca, e ele começa a chupar e bater uma punheta até que, por lógica, eu gozo... gozo na boca do Lucas. O sêmen escorria pelos cantos da boca dele, junto com a espuma que ele fazia com a saliva, todo aquele néctar escorrendo pela barba por fazer que ele tava deixando crescer. Eu tava no paraíso; nunca imaginei que aquele cara "metido a gostoso" da academia fosse acabar sendo um dos melhores boquetes que eu já transei. Levanto a calça, a gente se beija e se acaricia por um bom tempo, quando pergunto o que ele achava de irmos tomar alguma coisa, pra passar um tempo legal, e depois a gente ir pro hotel; a resposta dele foi "sim". A gente foi pra um barzinho com show e karaokê pra entrar no clima e depois... continuar a noitada.

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