Esse foi o primeiro relato escrito pela minha irmã, ou com um título parecido.
Essa é a minha visão daqueles acontecimentos, tanto dos fatos concretos quanto das suposições que eles tiveram sobre meus parentes, minha irmã, minha mãe e nosso pai.
Acho que já deixei claro que a vida cotidiana na nossa família era rotineira. Não tínhamos uma socialização ou um processo pelo qual internalizar os elementos socioculturais do ambiente ao nosso redor. Nosso círculo era fechado, sem chance de aprender e diferenciar o que é aceitável do que não é nos comportamentos da sociedade.

A constituição da nossa identidade foi definida dentro de um grupo fechado, o núcleo familiar, e foi marcada pela influência que nossa mãe exerceu.
No nosso caso, os únicos vínculos eram de parentesco, com uma visão endogâmica de rejeitar a entrada de pessoas de fora do grupo social principal.
E isso se deveu em grande parte à história anterior e ao que nossa mãe viveu na terra natal dela, onde era quase comum a poliandria (a mulher ter relações estáveis com vários homens que são irmãos entre si, algo parecido com poligamia) por causa da quantidade excessiva de homens em comparação com a falta de mulheres dentro do grupo.

Esse isolamento do clã e a retração social sobre si mesmos fizeram com que nós três, no começo, minha mãe, minha irmã e eu, fôssemos muito mais que unidos. É assim que fazíamos tudo entre nós, tudo, inclusive brincar, e as brincadeiras foram se transformando até chegar a uma idade da vida em que começam a se manifestar os caracteres da maturidade sexual. Ambos núbeis, minha irmã e eu começamos a experimentar juntos, com nossos corpos, curiosidade e o desejo de conhecer o que não se sabe. Isso despertava nosso interesse, mas ao mesmo tempo uma inquietação, um desassossego impossível ou difícil de saciar ou satisfazer: pelo menos até aquele momento.

Isso me levava até minha mãe, meu grande amor, minha confidente, minha incondicional, sem restrição nem condições. "Angélica" é o nome dela.

Ela produzia em mim, o que naquela época, eu começava a experimentar com minha irmã, era como sentir, sofrer algo ou alguém, como uma mudança, um sentimento que eu queria provar e examinar na prática, a eficácia e as propriedades dela, ou seja, conhecer pela própria experiência.

Minha mãe era e/ou é uma mulher muito gostosa pra idade dela, além de ser super feminina, engraçada e atenciosa com as amigas, e mais ainda no meu caso, o filho querido dela, o primogênito.

A questão é que essa explosão de andrógenos e testosterona (hormônio sexual masculino que ajuda no desenvolvimento dos órgãos genitais e no aparecimento de características sexuais secundárias) me pegou mal pra caralho, a ponto de me fazer doer os testíbulos. Além disso, deixava meu pau constantemente duro.

Minha irmã "Felina" @hindami foi aos poucos despertando a curiosidade pela estranheza do que acontecia comigo, ou um interesse expectante da parte dela. O que ela fazia na espera, geralmente curiosa ou tensa, de um acontecimento que interessa ou importa e que, no fundo, a gente desejava.

Foi assim que, numa das poucas vezes que nossa mãe deixou a gente sair na calçada, sentados no meio-fio, minha irmã me pediu pra mostrar quando ele estivesse ereto, duro e rígido. Foi só ela falar, ouvir as palavras dela e meu pau subiu. Não só isso, por iniciativa dela, ela aumentou a aposta e pediu pra tocar, sentir a consistência. Aí, tive um momento de lucidez e falei: Tocar não, provar! Com seus lábios! Ela hesitou por um instante, mas se inclinou sobre a cabeça do meu pau e lambeu minha glande, faltou pouco pra eu gozar na cara dela.

Mas naquele exato momento, ouvi a voz alterada da minha mãe atrás de mim, foi como um balde de água fria, gelada em cima de mim, que fez meu pau entrar em estado de repouso absoluto.
Sem perder a linha porque estávamos na rua, mas com a raiva que sua voz denunciava, ela nos fez entrar imediatamente em casa, e nos deu uma penitência feroz, não saímos na calçada por mais de um ano, e levou minha irmã, só por precaução, as dela, minha mãe, para a primeira consulta com o ginecologista.....

Mas isso merece outro episódio, uma continuação, que virá em breve, desde que vocês se interessem pelo que tenho pra dizer... Abraços.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2659513/Madre-llevo-a-mi-hermana-a-su-1-visita-al-ginecologo-2Pa.html
Essa é a minha visão daqueles acontecimentos, tanto dos fatos concretos quanto das suposições que eles tiveram sobre meus parentes, minha irmã, minha mãe e nosso pai.
Acho que já deixei claro que a vida cotidiana na nossa família era rotineira. Não tínhamos uma socialização ou um processo pelo qual internalizar os elementos socioculturais do ambiente ao nosso redor. Nosso círculo era fechado, sem chance de aprender e diferenciar o que é aceitável do que não é nos comportamentos da sociedade.

A constituição da nossa identidade foi definida dentro de um grupo fechado, o núcleo familiar, e foi marcada pela influência que nossa mãe exerceu.
No nosso caso, os únicos vínculos eram de parentesco, com uma visão endogâmica de rejeitar a entrada de pessoas de fora do grupo social principal.
E isso se deveu em grande parte à história anterior e ao que nossa mãe viveu na terra natal dela, onde era quase comum a poliandria (a mulher ter relações estáveis com vários homens que são irmãos entre si, algo parecido com poligamia) por causa da quantidade excessiva de homens em comparação com a falta de mulheres dentro do grupo.

Esse isolamento do clã e a retração social sobre si mesmos fizeram com que nós três, no começo, minha mãe, minha irmã e eu, fôssemos muito mais que unidos. É assim que fazíamos tudo entre nós, tudo, inclusive brincar, e as brincadeiras foram se transformando até chegar a uma idade da vida em que começam a se manifestar os caracteres da maturidade sexual. Ambos núbeis, minha irmã e eu começamos a experimentar juntos, com nossos corpos, curiosidade e o desejo de conhecer o que não se sabe. Isso despertava nosso interesse, mas ao mesmo tempo uma inquietação, um desassossego impossível ou difícil de saciar ou satisfazer: pelo menos até aquele momento.
Isso me levava até minha mãe, meu grande amor, minha confidente, minha incondicional, sem restrição nem condições. "Angélica" é o nome dela.
Ela produzia em mim, o que naquela época, eu começava a experimentar com minha irmã, era como sentir, sofrer algo ou alguém, como uma mudança, um sentimento que eu queria provar e examinar na prática, a eficácia e as propriedades dela, ou seja, conhecer pela própria experiência.

Minha mãe era e/ou é uma mulher muito gostosa pra idade dela, além de ser super feminina, engraçada e atenciosa com as amigas, e mais ainda no meu caso, o filho querido dela, o primogênito.

A questão é que essa explosão de andrógenos e testosterona (hormônio sexual masculino que ajuda no desenvolvimento dos órgãos genitais e no aparecimento de características sexuais secundárias) me pegou mal pra caralho, a ponto de me fazer doer os testíbulos. Além disso, deixava meu pau constantemente duro.

Minha irmã "Felina" @hindami foi aos poucos despertando a curiosidade pela estranheza do que acontecia comigo, ou um interesse expectante da parte dela. O que ela fazia na espera, geralmente curiosa ou tensa, de um acontecimento que interessa ou importa e que, no fundo, a gente desejava.

Foi assim que, numa das poucas vezes que nossa mãe deixou a gente sair na calçada, sentados no meio-fio, minha irmã me pediu pra mostrar quando ele estivesse ereto, duro e rígido. Foi só ela falar, ouvir as palavras dela e meu pau subiu. Não só isso, por iniciativa dela, ela aumentou a aposta e pediu pra tocar, sentir a consistência. Aí, tive um momento de lucidez e falei: Tocar não, provar! Com seus lábios! Ela hesitou por um instante, mas se inclinou sobre a cabeça do meu pau e lambeu minha glande, faltou pouco pra eu gozar na cara dela.
Mas naquele exato momento, ouvi a voz alterada da minha mãe atrás de mim, foi como um balde de água fria, gelada em cima de mim, que fez meu pau entrar em estado de repouso absoluto.
Sem perder a linha porque estávamos na rua, mas com a raiva que sua voz denunciava, ela nos fez entrar imediatamente em casa, e nos deu uma penitência feroz, não saímos na calçada por mais de um ano, e levou minha irmã, só por precaução, as dela, minha mãe, para a primeira consulta com o ginecologista.....

Mas isso merece outro episódio, uma continuação, que virá em breve, desde que vocês se interessem pelo que tenho pra dizer... Abraços.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2659513/Madre-llevo-a-mi-hermana-a-su-1-visita-al-ginecologo-2Pa.html
30 comentários - Minha mãe levou minha irmã na 1ª consulta no ginecologist