Segunda parte aqui pra vocês!!!

[Bom, pessoal, deixo aqui a segunda e última parte do relato. Espero que não se decepcionem. Então, sem mais delongas, meu último post e até a próxima!!!mulher, minha amante 2

E sim, foi assim que aconteceu, mas não pensem que acabou por aí...

Nem preciso dizer que os encontros pela web continuaram. Os momentos atrás da câmera ficavam cada vez mais intensos. Tínhamos recuperado a confiança perdida, éramos um casal ativo e cheio de desejos. Assim os dias passaram, mal conseguíamos segurar a vontade de correr pros nossos computadores, onde as inibições se perdiam e nascia aquele desejo perverso. Mas como tudo, começamos a cair na rotina. Precisávamos encontrar algo novo pra manter o fogo recém-descoberto, mas o quê?

Então me veio a ideia... Por que não ter um encontro furtivo com minha amante virtual? Com algumas dúvidas, ela aceitou a proposta. Mas pra não perder o mistério, devíamos continuar jogando. Marcamos um dia e um horário: ela fugiria de casa e eu, do trabalho. Foi assim, amigos, numa sexta ao meio-dia, nos encontramos num hotel da região central. Ela com uma máscara que cobria o rosto inteiro e eu com a típica máscara de raposa, como não podia faltar.

Nos encontramos, estávamos irreconhecíveis. Ela linda, perfeita, perfumada e arrumada; eu carregado de desejo. Subimos no carro e entramos no hotel. Incrivelmente, esse jogo era ainda mais excitante e ousado que o anterior. Por trás das máscaras, éramos outras pessoas.

Uma vez lá, a excitação e o nervosismo faziam nossa adrenalina fluir com força. Nos aproximamos devagar, um do outro. Eu a segurei firme pela cintura e beijei seus lábios suavemente. Desci pelo pescoço devagar, e então ela me parou. Na hora, não entendi o que tinha feito de errado. Ela disse: "Assim não, você parece meu marido." Aí entendi. Por um momento, saí do jogo, mas, uma vez no caminho certo, comecei de novo.

Peguei ela pela cintura de novo, com ainda mais força que da outra vez, tanto que ela soltou o ar com força, os olhos dela se abriram grandes como duas luas. Rasguei sua camisa de seda branca, deixando-a só com o sutiã segurando seus peitos. peitos enormes e durinhos, ela sem perder tempo arrancou minha camisa e cravou as unhas nas minhas costas, virei ela contra a parede e beijei seu pescoço, desci pelas costas dela e parei na cintura, só pra tirar a saia dela. uma vez de calcinha, meti a mão por baixo da calcinha dela e deixei meus dedos levarem ela a um prazer imenso. com uma mão apertava os peitos dela e com a outra penetrava seu corpo, nunca tinha ouvido uma mulher gemer de prazer como ela gemeu naquela noite. num momento, escorrendo de prazer, ela se vira, me empurra e pega no meu cinto, desabotoa com muita pressa. abaixa o zíper da minha calça e com uma mão tira meu pau, observa por um momento, acaricia enquanto com a outra mão desabotoa o botão que segurava minha calça no lugar. sorri, se ajoelha e começa a chupar meu pau, faz muito firme e muito gostoso, com força e bem devagar. a língua dela se enrola no meu pau ereto como uma correnteza na sua represa, enquanto me faz o boquete mais gostoso da minha vida, com a outra mão continua se tocando. num momento, sem parar de chupar, levanta o olhar, sorri, momento em que já não aguentei, peguei ela pelo pulso, levantei e empurrei na cama. enlouquecido de paixão, penetrei ela sem nenhuma contemplação. ela gemia, se contorcia, as unhas dela nas minhas costas pareciam adagas, foi incrível. num momento, sinto ela gozar como uma puta qualquer, os fluidos dela escorriam pelo meu pau, o que me fez gozar sem poder evitar. meu pau ainda duro como se fosse de madeira chama a atenção dela... e ela me diz: "parece que ainda tem corda no bonequinho, tenho um presentinho final". presentinho? eu excitado e meio cansado não via a hora de saber o que ela ia me dar... ela me deitou na cama de barriga pra cima, levou a mão até a virilha dela, cheia de fluidos meus e dela, pegou uma boa quantidade nos dedos e com isso lubrificou o cu dela. não podia acreditar. ela ia me dar algo que nem pro marido dela tinha dado antes. subiu em cima de mim e devagar sentou no meu pau. Ficou ainda mais dura do que antes. Peguei ela pela cintura e acompanhei o movimento dela, devagarzinho começou a entrar, primeiro a cabeça, isso fez os olhos dela ficarem bem grandes. Ela apertou meus pulsos com muita força, soltou o ar e continuou. Deixei ela fazer no ritmo dela, segurei a vontade de empalar ela. Suavemente, ela foi descendo até que finalmente entrou tudo. Só os ovos ficaram pra fora. Ela sorriu e começou a se mexer, cada vez mais rápido. Dava pra sentir o cu apertado dela espremendo minha pica, incrível o que a gente tava vivendo. E assim continuou por uns minutos até que eu não aguentei mais. "Vou gozar", falei. Ela me olhou e disse: "Sim, papai, enche meu cu com seu gozo". Nem precisei terminar a frase, a bunda dela já transbordava do meu gozo. Nisso, ela já tinha gozado duas vezes. Meu pau, já sem vida, saiu sozinho da bunda gulosa dela, deixando vazar meu sêmen.

Ela se deitou do meu lado e dormimos abraçados, sem trocar uma palavra. Nos olhamos, nos beijamos, depois tomamos banho juntos. Tivemos uma sessão rápida de um oral gostoso mútuo. Nos secamos, nos vestimos e saímos. Fomos até o carro e deixei ela a umas quadras da casa dela. Dei umas voltas e voltei, só pra encontrar minha mulher já na cama, dormindo, com um sorrisinho nos lábios...

No dia seguinte... já é outra história, que talvez um dia eu conte.

2 comentários - Segunda parte aqui pra vocês!!!

Mmm... Que buen relato !!! ❤️ me ❤️ que do esperando aver como dique !!!